Only when woman's heart does not take part, peoples campaings are weak

Jose Martí

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EH Lagunak (pt)

Boro, jornalista do La Haine, é julgado a 30 de Novembro

ASEH-Lisboa - Wed, 11/22/2017 - 22:34
Ao cabo de quase três anos de espera, já há data marcada para o primeiro dos julgamentos que Boro LH, jornalista do La Haine e Kaos en la red, vai enfrentar, acusado de «enaltecimento do terrorismo» e incriminado na segunda fase da conhecida «operação aranha», contra usuários das redes sociais. No Twitter foi lançada uma campanha em solidariedade com ele, com a etiqueta #AplastaLaAraña (esmaga a aranha). O Ministério Público (MP) pede um ano e oito meses de prisão, 12 de inabilitação e dois de liberdade vigiada.

Boro foi preso na sua casa por agentes da Guarda Civil, a 6 de Novembro de 2014, e conduzido ao quartel da Avenida Galicia, em Iruñea. Não foi a sua primeira detenção: sete meses antes foi preso quando fazia a cobertura de uma mobilização contra a monarquia em Madrid (o MP pede seis anos de cadeia e 6200€ de multa). Dois meses depois foi detido novamente numa cobertura jornalística - de uma «acção okupa» em Iruñea, em que participaram cerca de 100 pessoas e em que os únicos detidos foram dois jornalistas e um menor. O caso acabaria por ser arquivado.

Foram três detenções em sete meses. Para o La Haine é claro que o julgamento no âmbito da «operação aranha» é fabricado à medida de Boro, de modo que, quando chegar o momento do julgamento relacionado com a mobilização de Madrid, já tenha antecedentes penais. Um julgamento ad hoc motivado apenas pelo seu trabalho jornalístico no La Haine e pelas diversas colaborações com outros meios de comunicação independentes.

A acusação, como em todos os casos de ataques policiais contra a liberdade de opinião, é uma interpretação interessada das diversas publicações de Boro na sua conta pessoal de Facebook. Para além disso, o jornalista já tinha sido criminalizado pelo diário ABC numa notícia repleta de mentiras e seguramente proveniente do gabinete de imprensa da Guarda Civil.

O caso de Boro insere-se numa longa lista de pessoas detidas por expressarem livremente a sua opinião nas redes sociais. Para o La Haine, esta perseguição é motivada pelo trabalho jornalístico de Boro (as suas opiniões no Facebook são uma mera desculpa para o incriminar) mas constitui também um ataque contra o próprio La Haine, uma represália por andar há 17 anos a informar do lado dos movimentos sociais.

O julgamento de Boro tem lugar a 30 de Novembro, às 10h00, na Audiência Nacional espanhola, na sala presidida pelo juiz Felix Alfonso Guevara. / Ver: argia e aseh

Julgamento dos jovens de Altsasu é daqui a meio ano

ASEH-Lisboa - Wed, 11/22/2017 - 22:33
Três dos dez jovens de Altsasu incriminados no «bizarro processo» – são acusados do crime de «terrorismo» por causa de uma zaragata ocorrida num bar com dois pikolos a 15 de Outubro de 2016 – estão em prisão preventiva há mais de um ano. Agora, os seus familiares informaram que o tribunal de excepção espanhol decidiu julgá-los entre 17 e 27 de Abril, daqui a meio ano, depois de lhes ter recusado a liberdade.

Acusados pela juíza Carmen Lamela de um «crime de terrorismo» – por causa de uma «confusão num bar» –, dez jovens foram incriminados e incorrem em penas que vão dos 12 aos 62 anos de cadeia (para a maioria foram pedidos 50 anos).

Quando chegar o julgamento, Adur Martínez de Alda, Oihan Arnanz e Jokin Unamuno, estarão há mais de 16 meses na cadeia – e no regime mais duro.

Como há muito foi denunciado, trata-se de um ataque contra um povo que, de forma activa, há muito denuncia que a Guarda Civil está a mais em Altsasu, localidade com um dos índices mais elevados de polícia por habitante na Europa. / Ver: lahaine.org e aseh

«Migrantes são vendidos na Líbia, país que a NATO destruiu»

ASEH-Lisboa - Wed, 11/22/2017 - 22:32
Na última semana, têm vindo a público notícias sobre o escândalo da venda de escravos «em pleno século XXI», com referências à crise migratória e humanitária, ao «flagelo» existente na Líbia, mas sem alusões ao que o motiva, nomeadamente a destruição do país norte-africano pela NATO.
[…]
Em 2010, a Líbia era o país com maior Índice de Desenvolvimento Humano no continente africano, de acordo com dados das Nações Unidas. Hoje, com os seus imensos recursos aquíferos, petrolíferos e de gás a saque, a população das cidades líbias, sofre escassez de água, cortes de luz e falta de instalações médicas.

Para além disso, as principais ligações rodoviárias estão cortadas, em virtude das operações militares e da proliferação de milícias. Os sequestros, o tráfico de armas e de pessoas são frequentes.

Foi neste país do Norte de África que se redescobriu «o flagelo» da escravatura. E, com horror, a existência de «redes de tráfico» que maltratam os «migrantes», afligidos por «cenários de guerra». (Abril)

«Processo de paz em perigo na Colômbia»

ASEH-Lisboa - Wed, 11/22/2017 - 22:31
[De Bruno Carvalho] À medida que o tempo avança, os perigos aumentam. Para além das jogadas de Álvaro Uribe Vélez, ex-presidente de extrema-direita altamente vinculado ao paramilitarismo, o ex-vice-presidente de Juan Manuel Santos, Vargas Lleras prepara-se para assaltar o poder presidencial nas próximas eleições com a promessa de fazer reverter muitos dos pontos negociados.

Se é claro que uma parte da oligarquia parecia entender que a paz poderia favorecer o clima económico no país, parece cada vez mais claro que há um importante sector que está disposto a fazer sangrar a Colômbia para alimentar os seus negócios e fazer perpetuar uma guerra que com diferentes protagonistas e com intervalos persiste desde finais do século XIX. (Abril)

Mais de 3000 pessoas manifestaram-se em Donostia contra o projecto do Metro

ASEH-Lisboa - Tue, 11/21/2017 - 22:34
Por iniciativa da associação de moradores Satorralaia, mais de 3000 pessoas manifestaram-se na capital guipuscoana, no sábado passado, 18, contra o início das obras do Metro de Donostia, anunciado pelo Governo de Gasteiz, e exigir a paralisação de um projecto que desperta ampla oposição social.

Em seguida, excerto da nota da Satorralaia:«Insistimos una vez más: el Gobierno Vasco no puede imponer la pasante de Metro a la fuerza y el proyecto debe paralizarse inmediatamente para abrir un proceso de debate y participación social sobre la mejor solución de transporte público en Donostia. La mayoría de la población se muestra contraria a la construcción de un Metro en Donostia por ser una obra innecesaria, impuesta y un derroche. Donostia dispone de una red de transporte público relativamente buena y existen soluciones más eficaces y racionales para mejorar la movilidad: el bus es hoy la mejor opción en movilidad urbana y la clave radica en coordinar el Topo y las principales líneas de Dbus, creando pequeños centros de transbordo (Topo-Bus) para facilitar a los/as usuarios/as comarcales del Topo acceder a las distintas zonas y lugares de trabajo de la ciudad en autobuses con buenas frecuencias. En cuanto a la red de EuskoTren, una duplicación de la vía donde sea necesario y una mejora de la integración urbana del Topo en zonas como Pasaia o el Paseo de Errondo son mucho más interesantes que derrochar 200 millones de euros en la construcción de un metro hasta el Paseo de la Concha, que es absolutamente innecesario.

Asimismo, denunciamos nuevamente la manipulación con la que el Gobierno Vasco pretende lanzar una cortina de humo sobre esta imposición inaceptable, puesto que ha cambiado el nombre del proyecto de Metro para hablar de “variante del Topo” a sabiendas de que la pasante de metro cosecha suspensos en la opinión de gipuzkoanos y donostiarras. La pasante que pretende construir en Donostia es un Metro, ¡que no te engañen!» / Ver: lahaine.org

«O mui ferido orgulho nacional»

ASEH-Lisboa - Tue, 11/21/2017 - 22:33
[De António Santos] Portugueses de tão delicada sensibilidade nacional: soubésseis vós o que se come na Escola Pública e daríeis de barato os banquetes do Panteão; vísseis como está o vosso governo há trinta anos prostrado aos pés da Alemanha e da França e não haveria Europeus nem Ronaldos bastantes para vos salvar do opróbrio; experimentásseis as humilhações e as injúrias que a Nação permite aos seus trabalhadores e mandaríeis para a puta que os pariu as virgens ofendidas dos símbolos da Nação. Porque essas lágrimas fáceis, que chorais com os símbolos e não emprestais à luta na forma de suor, não são lágrimas. São crocodilo, quase tudo, e cloreto de sódio.

Bem sei que hoje em dia o Panteão, a Bandeira e a Selecção são mais Nacionais do que o Salário Mínimo Nacional, o Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública Nacional. E eu cá, no entanto, preferia poder orgulhar-me dos últimos. (manifesto74)

«Bloqueio saudita deixa 5 cidades sem água no Iémen»

ASEH-Lisboa - Tue, 11/21/2017 - 22:32
Com o bloqueio imposto, o Iémen deixou de importar combustível, necessário ao funcionamento das redes de abastecimento de água e saneamento, bem como material necessário ao tratamento da água.
[...]
Neste momento cerca de 2,5 milhões de iemenitas estão sem acesso a água potável, refere o CICV, sublinhando que a população fica assim sujeita a um novo grande surto epidémico, num momento em que o país parecia recuperar do surto de cólera que, desde Abril deste ano, infectou mais de 940 mil pessoas e provocou a morte a mais de 2200.

O alerta lançado hoje segue-se ao que foi dado, na passada sexta-feira, por Alexandre Faite, chefe da delegação do CICV no Iémen. Então, Faite chamou também a atenção para as consequências do bloqueio ao nível das estruturas sanitárias, que, «tendo estado a funcionar no limite durante meses, correm agora o risco de colapsar por completo». (Abril)

«"Sin miedo", película imperdible sobre los 45.000 desaparecidos en Guatemala»

ASEH-Lisboa - Tue, 11/21/2017 - 22:31
[De Marcelo Colussi] Acaba de presentarse en Guatemala la película Sin miedo, del realizador ítalo-español Claudio Zulian.

«Sin miedo» [trailer]
"Sin Miedo", una película de Claudio Zulian - Trailer from Alebrije Producciones on Vimeo.

La idea es que todo el mundo conozca de una verdad bastante, o muy silenciada: Guatemala sufrió una terrible guerra interna de 36 años de duración entre 1960 y 1996. Producto de ello murieron 200.000 personas, y 45.000 fueron desaparecidas por el Estado. El 82% de esas víctimas fue población maya. Terminada la guerra, más allá del silencio de las armas, nada cambió en la estructura básica de la sociedad, pues continúa siendo uno de los países del mundo donde la distancia entre los acaudalados y los desposeídos es de las más abrumadoras. De hecho, con un 60% de su población bajo el límite de la pobreza (2 dólares diarios de ingreso, según la ONU), Guatemala, siendo territorio productor neto de alimentos, presenta una de las tasas de desnutrición más altas del globo. (lahaine.org)

Santi e Josu na memória

ASEH-Lisboa - Mon, 11/20/2017 - 22:34
Faz hoje 33 e 28 anos, respectivamente, que Santi Brouard e Josu Muguruza, militantes e dirigentes do Herri Batasuna, foram mortos a tiro pelos fascistas espanhóis, o primeiro no seu consultório de pediatria, em Bilbo, e o segundo no Hotel Alcalá, em Madrid.

Em 1984 e 1989, os fascistas espanhóis, por via dos GAL, fizeram questão de assinalar o aniversário da morte de Francisco Franco assassinando dois destacados dirigentes abertzales e independentistas bascos.

SANTI BROUARD, natural de Lekeitio (Bizkaia), tinha de 65 anos e era médico pediatra, presidente do partido comunista HASI, membro da Mesa Nacional do Herri Batasuna e deputado eleito pela Bizkaia ao Parlamento de Gasteiz.

JOSU MUGURUZA, natural de Bilbo, tinha 41 anos, era jornalista, membro da Mesa Nacional do Herri Batasuna e deputado eleito pela Bizkaia no Congresso espanhol.

«Santi Brouard killed by the Spanish State»Honras fúnebres e reacção popular ao assassinato de Santi Brouard.

«Zohardia» (documentário)
Zohardia from Fite Zinema on Vimeo. Documentário sobre Josu Muguruza, 25 anos depois do seu assassinato, «para recuperar a sua figura e dá-la a conhecer».

«Nola isilarazi jendea sare sozialetan?»

ASEH-Lisboa - Mon, 11/20/2017 - 22:33
[De Lander Arbelaitz] Laster hilabete Alfredo Remirez Erreharria espetxean daukatela. Twitterren iritzia emateagatik Espainiako Estatuan espetxeratu duten lehena da amurriarra.

Logika ez da berria. Guttembergek inprenta 1448an asmatu zuenetik, liburu eta ideien hedatzea ez zuen begi onez ikusi Espainiako Inkisizioak, eta azkenean, 1551n Index Librorum Prohibitorum argitaratu zuen. Ezin badituzu ideiak garaitu, debeka itzazu; eta bide batez, mezulariak sutara. (argia)

«Líbano e resistência palestiniana criticam Liga Árabe por decisão sobre Hezbollah»

ASEH-Lisboa - Mon, 11/20/2017 - 22:32
O governo libanês e várias facções da resistência palestiniana condenaram a Liga Árabe por ter decidido classificar como «terrorista» o movimento de resistência xiita libanês, numa reunião de emergência realizada este domingo no Cairo.
[...]
Grupos da resistência palestiniana também denunciaram a decisão, sublinhando que serve os interesses de Israel e dos EUA, e que visa satisfazer a Casa de Saud. Num comunicado divulgado hoje, a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) afirma que a designação do Hezbollah como organização terrorista «reflecte a hegemonia do Reino da Arábia Saudita sobre as decisões e políticas adoptadas no seio da Liga Árabe», bem como a «submissão» deste organismo «aos ditames do imperialismo norte-americano e do sionismo».

«Este ataque» revela as «verdadeiras intenções dos regimes árabes reaccionários quanto aos movimentos de resistência e forças populares que rejeitam o sionismo e o domínio norte-americano na região», salienta a FPLP, acrescentando que não é possível reconhecer legitimidade às decisões emanadas da Liga Árabe, que «expulsa a Síria, justifica os crimes de guerra no Iémen, ameaça o Líbano e permanece silenciosa sobre o bloqueio a Gaza». (Abril)

Centenas defenderam a amnistia e denunciaram situação dos presos doentes em Bilbo

ASEH-Lisboa - Sun, 11/19/2017 - 22:34
Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), centenas de pessoas manifestaram-se este sábado, na capital biscainha, em defesa da amnistia, sob o lema «Borrokaz eta Antolakuntzaz, Amnistia» [com a luta e a organização, amnistia]. A situação dos presos doentes foi especialmente denunciada.
Depois de percorrer algumas das principais ruas no centro de Bilbo, os manifestantes dirigiram-se para a Praça do Arriaga, onde terminou a mobilização e onde teve lugar a leitura do texto final.

Nele, mereceram especial destaque o refugiado político basco Javier Pérez de Nanclares Apaolaza, que ontem faleceu no México, e a presa política Belén González, que faleceu esta semana, depois de ter entregado «a maior parte da sua vida à luta pela liberdade de Euskal Herria».

Também foi alvo de especial atenção a situação dos presos políticos doentes - de que é exemplo o caso de Ibon Iparragirre, com Sida, «praticamente sem defesas e que pode morrer a qualquer momento» -, assim como a política que a motiva: aproveitar a doença para chantagear.
Neste sentido, o MpA sublinhou a necessidade de «apoiar e fortalecer a luta a favor da amnistia». Enquanto «durar a luta pela liberdade, o inimigo continuará a fazer novos presos e presas políticas, e não há mais do que duas maneiras de esvaziar as prisões: ganhar ou ceder», salientou. / Ler comunicado lido na íntegra em euskara e ver mais fotos: amnistiAskatasuna // Tradução para castelhano aqui

«La estupidez de la "soberanía compartida"»

ASEH-Lisboa - Sun, 11/19/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] La soberanía compartida que con tanta energía defendió Ibarretxe, Imaz o ahora Urkullu parte de una premisa que es de sentido común que la hace imposible. No se puede compartir algo que no se tiene. Y para tenerla solo existe una vía , precisamente la que con tanto esmero ha tratado el PNV por bloquear y asimilar: la de la autodeterminación.

Es por ello que cuando el PNV habla de una vía vasca y de soberanía compartida lo único que está diciendo es estatuto de autonomía con aplauso popular. Por eso cuando dicen «derecho a decidir», «consulta», «estatus» y «soberanía compartida» lo que no quieren decir precisamente es derecho de autodeterminación, referéndum e independencia. Y no lo dicen sencillamente porque no quieren. De la misma forma dicen «vía vasca» por lo mismo que el nacionalismo burgués reaccionario de cualquier lugar utiliza la patria del pueblo, para ocultarse tras de ella y hacer negocio. (BorrokaGaraiaDa)

«El escape de Antonio Ledezma: otra ficha en su prontuario»

ASEH-Lisboa - Sun, 11/19/2017 - 22:32
[De Misión Verdad] En 2015 el presidente Nicolás Maduro denunció un plan de magnicidio en su contra, que involucraba, entre otras personalidades de la oposición, a Antonio Ledezma. Por ello, fue imputado por los delitos de conspiración y asociación para delinquir, y en ese mismo año se le otorgó casa por cárcel como «medida humanitaria».

El plan de magnicidio, llamado Operación Jericó, se trataba de un bombardeo al Palacio de Miraflores y la sede de TeleSUR en Caracas, desde un avión Tucano. Ledezma estuvo implicado en ello, así lo confirmaron pruebas administradas por la justicia.

Desde entonces Ledezma estuvo privado de libertad hasta que la noticia de este viernes 17 de noviembre por la mañana lo tuvo de protagonista: el líder de Alianza Bravo Pueblo escapó (no hay detalles sobre el cómo) de su arresto domiciliario y cruzó la frontera hacia Colombia y llegó hasta Cúcuta [e daí já viajou para Espanha, cujo governo reaccionário está sempre disposto a acolher criminosos da oposição ao legímito governo da Venezuela Bolivariana]. (misionverdad.com)

«Os enigmas da purga monstruosa na Arábia Saudita»

ASEH-Lisboa - Sun, 11/19/2017 - 22:31
[De José Goulão] A demissão forçada e possível sequestro do primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, e a humilhação a que o presidente francês, Emmanuel Macron, foi submetido em visita relâmpago a Riade são episódios colaterais, embora importantes, da enorme purga político-religiosa em curso na Arábia Saudita desde a noite de 4 para 5 de Novembro.

Os acontecimentos em Riade, com supervisão em directo do presidente norte-americano, Donald Trump, pelo menos na fase mais crítica do arranque do golpe palaciano conduzido pelo príncipe herdeiro, Mohammed Ben Salman, poderão ter repercussões profundas no regime da mais poderosa petroditadura do Golfo, principal aliada das potências ocidentais sobretudo quando se trata de manipular a arma do terrorismo dito «fundamentalista islâmico», não apenas no Médio Oriente mas em qualquer lugar do mundo onde lhes seja conveniente. Repercussões essas que, se consolidadas, poderão ter um impacto regional e internacional dentro de um cenário com apreciável margem de imprevisibilidade. (Abril)

Supremo Tribunal espanhol confirma condenação de Andeka Jurado

ASEH-Lisboa - Sat, 11/18/2017 - 22:34
O Supremo Tribunal espanhol confirmou a condenação de Andeka Jurado (Barakaldo, Bizkaia) a um e meio de prisão. Para a Justiça espanhola, não é necessário ser o autor de uma mensagem para «enaltecer o terrorismo», basta retweeteá-la, divulgá-la.

Andeka foi preso numa das operações Aranha contra usuários das redes sociais e condenado na Audiência Nacional espanhola por divulgar no Twitter um vídeo que o tribunal de excepção considera «enaltecedor do terrorismo» e retweetear uma foto de Josu Uribetxerria, preso da ETA que faleceu após doença prolongada.

Andeka recorreu da sentença para o Supremo Tribunal espanhol, alegando não ser ele o autor de das mensagens ou do vídeo em causa, uma vez que já existiam. Mas o tribunal confirmou a condenação, alegando que não é preciso ser-se o autor de um tweet para «enaltecer o terrorismo», bastando apenas difundi-lo. / Ver: herrikolore.org

A imagem é alusiva à liberdade de expressão na «Espanha, país de fachos». Borrokak aurrera darrai!

«Rússia vetou resolução "distorcida" sobre armas químicas na Síria»

ASEH-Lisboa - Sat, 11/18/2017 - 22:33
A Rússia tem criticado reiteradamente a investigação «enviesada» do Mecanismo Conjunto da OPAQ na Síria. Há uma semana, o representante russo neste organismo, Aleksandr Shulgin, disse à RT que, relativamente ao ataque ocorrido em Abril deste ano em Khan Shaykhun, as investigações visam culpar o governo de al-Assad, não cumprem «regras básicas» e põem de lado informação que nega o envolvimento de Damasco.

A 4 de Abril de 2017, dezenas de pessoas foram mortas na sequência de um ataque com armas químicas na cidade síria de Khan Shaykhun, na província de Idlib. Sem qualquer prova, a coligação internacional liderada pelos EUA acusou de imediato o governo sírio de ser responsável e, três dias depois, lançou um ataque com mísseis contra a base de Shayrat, alegando que o ataque químico partira dali.

A Rússia tem questionado os métodos de investigação da OPAQ, acusando-a de se centrar em testemunhas anónimas em vez de investigar no terreno, e alertou, desde o início, para a possibilidade de o incidente em Khan Shaykhun ser resultado de uma explosão de um armazém com armas químicas – numa região controlada pelos chamados «rebeldes» – ou uma operação de falsa bandeira levada a cabo precisamente por esses rebeldes. (Abril)

«"Bread, Education, Liberty": 44 years later, the legacy of the Polytechnic Uprising lives on»

ASEH-Lisboa - Sat, 11/18/2017 - 22:32
Like every year, on November 17th, rallies have been scheduled for today in Athens and other Greek cities in order to commemorate and honour the 43rd anniversary of the students and workers uprising in Athens, which is historically known as the Polytechnic Uprising.

The Communist Party of Greece (KKE) and the Communist Youth (KNE), as well as numerous labour organisations, students unions and women's associations, have issued statements calling for mass participation in the march for the Polytechnic.

A large rally has been scheduled to take place today (Friday) evening in downtown Athens, starting from the Polytechnic building and ending at the U.S. Embassy.

Similar rallies will take place in major Greek cities, including Thessaloniki, Patras, Heraklion, Larisa, Ioannina, etc. This year's anniversary is important for an additional reason which is the deeper involvement of Greece in the imperialist plans of USA-NATO, under the responsibility of the SYRIZA-ANEL government.

Mass and militant rally of the KKE and KNE for the Polytechnic Uprising anniversary in AthensVer: in defense of communism

«Muitos milhares pela valorização do trabalho e dos trabalhadores»

ASEH-Lisboa - Sat, 11/18/2017 - 22:31
A Avenida da Liberdade encheu-se e foi pequena para a grande manifestação da CGTP-IN pela valorização do trabalho e dos trabalhadores.

É preciso uma reposição mais consistente de rendimentos e direitos e a implementação de medidas que rompam com décadas de política de direita. Se a reposição de direitos e salários é de elementar justiça e contribui para o crescimento económico, então há que prosseguir e alargar esse caminho, exigindo um aumento maior dos salários.

Vamos alargar e intensificar a acção e a luta reivindicativa nos locais de trabalho, empresas e serviços, porque a luta vale a pena, como a vida prova todos os dias.

Tomemos nas nossas mãos o nosso futuro, com a força dos trabalhadores, mobilizados na sua organização de classe, com a confiança que a história nos ensina e a determinação dada pela justeza dos nossos objectivos, unidos, esclarecidos e mobilizados - Vamos à luta! / Ver: cgtp.pt

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