If humanism is separated from the revolution, ceases to be truly human, and if the revolution is separated from humanism, ceases to be truly revolution

Boris Bialik

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EH Lagunak (pt)

A 15 anos do encerramento do «Euskaldunon Egunkaria»

ASEH-Lisboa - Tue, 02/20/2018 - 22:34
Dia 20 de Fevereiro de 2003. A Guarda Civil entra no Martin Ugalde Kultur Parkea, em Andoain (Gipuzkoa), e encerra o Egunkaria (durante 13 anos, o único jornal inteiramente publicado em língua basca). Faz hoje 15 anos.

No âmbito da operação, decretada pelo juiz da AN espanhola Juan del Olmo, foram presos e torturados alguns dos responsáveis do diário, entre os quais se incluíam os membros da direcção do periódico Martxelo Otamendi, Iñaki Uria, Joan Mari Torrealdai, Txema Auzmendi e Xabier Oleaga, por alegada integração na ETA.

Acabariam por ser absolvidos pela Audiência Nacional espanhola mais de sete anos passados, em Abril de 2010. Sobre o que significado deste diário para os bascos, mais info aqui.
Declarações de Martxelo Otamendi à saída da prisãoPrimeiras declarações de Martxelo Otamendi, director do diário Euskaldunon Egunkaria até ao seu encerramento, em 2003, e do diário Berria desde então, à saída da prisão.

Os insultos de Acebes e de vários «jornalistas»O ministro espanhol Angel Acebes a explicar a operação policial: «é uma operação em defesa e protecção dos direitos e das liberdades dos bascos, da sua cultura, do seu pensamento e da expressão da sua língua em liberdade.» Seguem-se vários comentários de «lacaios» integrados em órgãos de comunicação social que servem o capital, o imperialismo, a exploração dos povos e dos trabalhadores.

MpA de Hego Uribe inicia campanha virada para o 8 de Março

ASEH-Lisboa - Tue, 02/20/2018 - 22:33
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Hego Uribe (Bizkaia) deu início a uma campanha associada ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.
[Klik egin irudia handitzeko / Clica na imagem para aumentares o seu tamanho]

«Brasil mobiliza-se contra a reforma da Previdência»

ASEH-Lisboa - Tue, 02/20/2018 - 22:32
A jornada nacional de luta contra a reforma da previdência mobilizou, esta segunda-feira, milhares de pessoas de norte a sul do Brasil. O dia ficou também marcado por críticas à intervenção militar no Rio de Janeiro, decretada pelo governo golpista.

De acordo com o Brasil de Fato, ontem registaram-se cortes de estradas e encerramentos de agências bancárias, e houve paralisações em diversos sectores de actividade, como transportes, indústria metalúrgica, educação, banca, entre outros. Além disso, em vários estados realizaram-se actos em frente a agências do Instituto Nacional de Segurança Social, que, nalguns casos, foram ocupadas.

A maior manifestação do dia teve lugar na Avenida Paulista, junto ao Museu de Arte de São Paulo, onde se juntaram mais de 20 mil pessoas em protesto contra a reforma da Previdência e denunciando os planos de entrega da Segurança Social e das pensões ao capital privado. De acordo com os organizadores, em Fortaleza (Ceará) a manifestação contra a retirada de direitos reuniu 15 mil pessoas. No Recife (Pernambuco), 5000 pessoas participaram na mobilização.

Nos protestos de Brasília e Belo Horizonte (Minas Gerais) juntaram-se cerca de 3000 manifestantes. Houve ainda manifestações nos estados do Rio Grande do Sul, Alagoas, Piauí, Paraná, Sergipe, Bahia, Rondónia, Rio Grande do Norte, Pará, Rio de Janeiro e Santa Catarina. (Abril)

Valtónyc - «No al Borbó»

ASEH-Lisboa - Tue, 02/20/2018 - 22:31
É verdade: na «francocracia espanhola», é normal condenar alguém a três anos e meio de prisão por isto. E todos sabemos que «los Borbones son unos ladrones».

Ver: «Condenan a 3 años y 6 meses de prisión al rapero que cantó "los Borbones son unos ladrones"» (actualidad.rt.com)

«Volver al regazo del PNV o cortar el cordón umbilical»

ASEH-Lisboa - Mon, 02/19/2018 - 22:34
[De Borroka Garaia] Pese a que estamos a 2018 la realidad material vasca no ha diferido en cuanto a su esencia fundamental: No se puede constituir una clase nacional burguesa vasca porque ya está constituida como española, y sus intereses y suerte corren de la mano del estado español. Debido a que un estado es el control territorial por una clase social con las demás en grado de dependencia, el único margen posible para la independencia vasca es una clase trabajadora dirigente.

He ahí la dificultad máxima del proceso independentista vasco: Que la independencia de Euskal Herria supone una derrota de la burguesía y he ahí también la explicación última de todos los fracasos cosechados hasta ahora: La incapacidad por una insuficiente fortaleza del bloque nacional trabajador vasco derivado de un falta de confianza en las propias fuerzas y las que se puedan desatar, lo cual crea una dependencia a factores externos. (BorrokaGaraiaDa)

«Fazer a América grande através da exploração, servidão e abuso»

ASEH-Lisboa - Mon, 02/19/2018 - 22:33
[De James Petras] A denúncia pública por milhares de mulheres e alguns homens de que foram vítimas de abuso sexual por parte dos seus patrões levanta questões fundamentais acerca das relações sociais no capitalismo americano.

As ofensas morais são essencialmente crimes económicos e sociais. O abuso sexual é só um aspecto de dinâmicas sociais que facilitam o aumento da desigualdade e concentração de riqueza, as quais definem as práticas e valores do sistema político e económico americano.

Os bilionários e mega-milionários são eles próprios produtos da exploração intensa de dezenas de milhões de trabalhadores assalariados isolados e não organizados. A exploração capitalista está baseada numa hierarquia rígida com suas prerrogativas privadas, as quais permitem aos oligarcas exigirem seus privilégios feudais, suas predações sexuais senhoriais. (Diário Liberdade)

«Manifestación neonazi en Sofia en memoria de un sicario búlgaro del III Reich»

ASEH-Lisboa - Mon, 02/19/2018 - 22:32
En las calles de Sofia, la capital de Bulgaria, que actualmente ostenta la presidencia de la Unión Europea, desfilaron el sábado durante dos horas las hordas neonazis con antorchas encendidas en honor al general Hristo Lukov, que durante la Segunda Guerra Mundial apoyó al III Reich.

Los nazis, la mayoría vestidos de negro, marcharon hasta la casa de Lukov, donde depositaron coronas de flores en su podrida y repugnante memoria. Al desfile[, que se celebra todos los años desde 2003], se unieron fascistas procedentes de Alemania, Francia, Hungría, Estonia y los países Escandinavos.
[...]
Al criminal nazi lo ejecutó en 1943 la comunista y guerrillera búlgara Violeta Iakova, que, además, era de origen judío. (MovimientoPolíticoDeResistencia)

«Marx e a lógica dialéctica em "O Capital"» [vídeo]

ASEH-Lisboa - Mon, 02/19/2018 - 22:31
[Néstor Kohan] La epistemología de Marx y la lectura de Lenin sobre Hegel. La tradición dialéctica revolucionaria frente a la impugnación de las METAFÍSICAS «POST» (posmodernos, posestructuralistas, posmarxistas). Discusión sobre los ataques contra la dialéctica: de Eduard Bernstein a Louis Althusser y Galvano Della Volpe.

¿Es viable un marxismo sin dialéctica? ¿Es posible el socialismo sin revolución? ¿Tiene sentido una Teoría Crítica del mercado y la sociedad capitalista si se eluden los conflictos y las contradicciones antagónicas? ¿Se puede cambiar el mundo sin estrategia de poder?

«Marx y la lógica dialéctica en "El Capital"»Otros videos de la serie «Memoria del futuro» de Brancaleone Films: www.cipec.nuevaradio.org

Um árbitro ameaçou expulsar quem falasse basco no jogo Idiazabal-Elgoibar

ASEH-Lisboa - Sun, 02/18/2018 - 22:34
Antes do início da partida, que se disputou ontem em Idiazabal (Gipuzkoa), um árbitro espanhol, do comité andaluz, disse aos jogadores das equipas guipuscoanas do Idiazabal e do Elgoibar: «Se alguém falar euskara, vai para a rua».

Mesmo assim, a partida, a contar para a divisão regional guipuscoana (Regional Preferente), foi disputada e os jogadores acataram a «ordem», sob ameaça de expulsão.

Em declarações à Euskadi Irratia, Matias Aranburu, presidente do Idiazabal, e Omar Aizpuru, treinador do Elgoibar, mostraram-se arrependidos por não terem adiado o jogo. Aranburu disse que não deviam ter jogado, depois da atitude «arrogante» do árbitro, no que foi corroborado por Omar Aizpuru: «Foi muito grave. Naquele momento tomámos a decisão de jogar, mas agora, pensando friamente e vendo a agitação que provocou, temos a noção da gravidade» do que se passou, disse.

O árbitro deixou claro que não queria ouvir uma palavra em euskara durante o jogo, alegando que entendia «uma palavra ou outra» mas não seria capaz de entender «insultos e outras coisas». O presidente do Idiazabal tentou explicar-lhe que ali se fala sempre em euskara e disse-lhe que, relativamente a «insultos e faltas de respeito», os iria perceber em qualquer língua, mas o árbitro mostrou-se intransigente e «arrogante».

A um jornal desportivo, Omar Aizpuru, treinador do Elgoibar, disse que foi a primeira vez que passou por uma situação deste género e classificou a atitude do árbitro como «inaceitável». Explicou que ele próprio e alguns dos jogadores, naturais de Azpeitia (Gipuzkoa), não dominam o castelhano e estão habituados a comunicar entre si, durante os jogos, em língua basca - o que não foi lhes permitido ontem.

A decisão provocou grande indignação entre os jogadores, apoiantes e responsáveis de ambas as equipas, que se vão reunir para tomar medidas e fazer queixa do árbitro.

Terça-feira, 15 anos do encerramento do Egunkaria
No dia 20, passam 15 anos sobre o encerramento, por ordem da Audiência Nacional espanhola, do único diário que se publicava inteiramente em euskara, o Euskaldunon Egunkaria. Vários dos seus dirigentes foram então presos e alguns deles torturados. / Ver: mundodeportivo.com/guipuzcoa e eitb.eus

«En el aniversario del Frente Popular»

ASEH-Lisboa - Sun, 02/18/2018 - 22:33
[De Manuel Navarrete] Los antecedentes, el desarrollo del Frente Popular y la necesidad de recuperar su legado.
[…]
Lo de menos es el nombre del frente en cuestión: lo crucial es entender la política de alianzas de la clase trabajadora en contextos en los que, dada la estructura real de las clases sociales, se muestra insuficiente y estéril el análisis simplista que trata de reducir la lucha de clases a la cuestión de «la burguesía y el proletariado» (válida en todo caso como esquema universal, pero jamás para las luchas concretas, como a la perfección se encargó de plasmar Marx, por ejemplo, en sus análisis políticos sobre Francia).

Cosa distinta es entender que las situaciones de doble poder no son eternas, sino que más temprano que tarde se deslizan hacia un lado o hacia el otro. Lenin lo destacó en las Tesis de abril. Y fue también el maestro en cuanto a la política de alianzas de clases, asumiendo, una vez en el gobierno, tareas pendientes de la revolución democrático-burguesa, como el reparto de la tierra a los campesinos, sin cuya base social los bolcheviques no habrían perdurado en el poder, en un país agrario en el que Moscú y San Petersburgo eran meras «islas».

También nos enseñó Lenin la necesidad y el arte de revolucionar la realidad, incluso aunque la mayoría de los sujetos llamados a protagonizar esto no sean, ni mucho menos, revolucionarios. ¿Y cómo? Haciendo antagonizar a las masas con el poder político, incluso aunque formalmente no se consideren «comunistas». Porque los comunistas siempre serán minoría.

En suma, en la intervención política es estéril lanzar proclamas abstractas sobre el «socialismo» o enarbolar meras frases. Hay que determinar cuál es la contradicción principal en cada momento; la que puede movilizar a las masas y, a la vez, hacerlas antagonizar con el poder político. Y hoy en día, en nuestro contexto y en el plano socioeconómico, esa consigna es el NO al pago de la deuda, unida a la expropiación bancaria y a la ruptura con las instituciones europeas, como se ha venido apuntando desde un sector del movimiento comunista. (redroja.net)

Jornalista britânica na Síria: «Os Capacetes Brancos trabalhavam como terroristas»

ASEH-Lisboa - Sun, 02/18/2018 - 22:32
[Actualidad RT // Periodista británica en Siria: «Los Cascos Blancos trabajaban como terroristas»] La periodista británica Vanessa Beeley ha realizado una investigación sobre los Cascos Blancos, sus vínculos con los grandes medios occidentales y cómo estos frecuentemente citan a esta organización como fuente fiable a la hora de hablar de supuestos ataques químicos y bombardeos del Gobierno sirio contra la población civil.
[...]
«La mayoría de los grandes medios de comunicación defiende a los Cascos blancos porque ellos no son más que escenógrafos para la política exterior de sus Estados», denuncia Beeley. (lahaine.org)

Ler tb.: Guadi Calvo: «En Siria unos empujan hacia la paz y otros hacia la guerra» (MovimientoPolíticoDeResistencia)

«Intelectuais denunciam em Cuba ofensiva reaccionária na América»

ASEH-Lisboa - Sun, 02/18/2018 - 22:31
Escritores, cientistas, comunicadores e editores ligados à Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais «Em Defesa da Humanidade», que se juntaram em Havana com o propósito de ali participar na 27.ª Feira Internacional do Livro, sublinharam a necessidade de responder à ofensiva reaccionária crescente no continente americano e no mundo, e vincaram a solidariedade com a Venezuela bolivariana.

Na sessão de encerramento do encontro, o intelectual venezuelano Manuel Azuaje leu uma declaração em que se destaca «a importância de reforçar o trabalho da Rede na actual conjuntura, tendo como principal função abrir brechas no cerco mediático nas mãos de grupos de poder que servem as oligarquias nacionais e o império». (Abril)

Conferência sobre «Prisão e repressão» em Santurtzi

ASEH-Lisboa - Sat, 02/17/2018 - 22:34
Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Ezkerraldea e Meatzaldea (Bizkaia), tem lugar no próximo dia 10 de Março, às 19h00, uma conferência sobre «Prisão e repressão» na localidade biscainha de Santurtzi.

O encontro irá decorrer no Gaztetxe La Kelo e conta com intervenções de Pablo Hasél, Andeka Jurado e Carlos Hernández, Pote. Segue-se um concerto do rapper catalão. A entrada custa três euros.
 
Sobre os participantes
Pablo Hasél, rapper, comunista, foi julgado recentemente na Audiência Nacional espanhola e pode apanhar 12 anos de cadeia por defender a sua opinião tanto nas suas canções como nas redes sociais. Durante o julgamento, manteve-se firme perante os juízes e reafirmou a sua ideologia. Mostrou-se sempre solidário com o Movimento pró-Amnistia.

Andeka Jurado esteve preso por kale borroka durante três anos e meio. Quando da sua detenção, esteve incomunicável e foi torturado durante quatro dias pelos «cipaios», antes de ser entregue à AN espanhola. No âmbito da Operação Aranha, foi preso pela Guarda Civil e condenado a um ano e meio de prisão por se «despedir» de Iosu Uribetxeberria no Twitter.

Carlos Hernández, Pote, é membro do colectivo Salhaketa. Especialista em casos de repressão, irá falar sobre a utilização que o sistema faz da prisão e da lei, bem como dos direitos que temos em caso de detenção. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Intervenção militar no Rio de Janeiro: os reais interesses do Governo Temer»

ASEH-Lisboa - Sat, 02/17/2018 - 22:33
[Olhar Comunista] O discurso oficial do governo golpista é de que a intervenção tem como tarefa central combater a violência na cidade do Rio de Janeiro, a qual representaria grande ameaça à ordem pública. O curioso é que, nas estatísticas referentes a homicídios por 100 mil habitantes, medida de violência mais usada no mundo, segundo dados de 2015 do Atlas da violência do IPEA, o Rio tem uma taxa de 30,6 por homicídios por 100 mil habitantes. Só a título de comparação, Sergipe e Alagoas têm, respectivamente, taxa de 64,1 e 58,3 por 100 mil, ou seja, o dobro do Rio de Janeiro. Os números indicam ainda que não houve um crescimento da violência nesta época do ano em relação ao ano passado. Houve, sim, um alarmismo produzido pela mídia burguesa, com destaque para os jornais da Rede Globo, durante o carnaval. Com certeza para nublar a péssima cobertura do desfile das escolas de samba e, em especial, o desconforto causado na emissora pela crítica contundente da Paraíso do Tuiuti, que deixou os «comentaristas globais» sem saber o que dizer.

É óbvio que a violência no Rio de Janeiro é um problema grave, que atinge principalmente os trabalhadores e a população mais pobre, mas a verdadeira solução jamais virá por meio da militarização da cidade. Essa solução foi a mais aplicada nos últimos quinze anos, sem qualquer efeito que representasse uma mudança real na vida das pessoas comuns. (PCB)

«O Exército da UE»

ASEH-Lisboa - Sat, 02/17/2018 - 22:32
[De Will Podmore] O avanço da chamada Cooperação Estruturada Permanente (PESCO) da UE é mais um enorme passo no sentido da criação de um exército europeu.
E, como o autor observa, esse exército UE, mais do que um pilar do federalismo é um pilar de um único estado «europeu». (odiario.info)

«Auferstanden aus ruinen» (hino da RDA)

ASEH-Lisboa - Sat, 02/17/2018 - 22:31
Legendado em inglês. Uma oferta da Galiza, num dia em que apetece partilhar hinos belos assim...

O preso Zigor Garro pôde despedir-se da mãe em Zokoa

ASEH-Lisboa - Fri, 02/16/2018 - 22:34
A mãe do preso basco Zigor Garro Perez, que faleceu no dia 29 de Janeiro, foi homenageada ontem em Zokoa (Lapurdi) e Zigor pôde estar presente.

Paki Perez, mãe do preso basco Zigor Garro Perez, faleceu no final de Janeiro e foi enterrada em Orereta. Paki Perez residiu muitos anos em Ipar Euskal Herria [País Basco Norte] e, ontem, foi-lhe prestada uma homenagem de despedida em Zokoa (Lapurdi), onde o seu filho preso pôde estar presente.

O preso político basco Zigor Garro, que se encontra na cadeia de Saint Maur, a 680 quilómetros de Euskal Herria, foi levado até à pequena localidade do território de Lapurdi, onde foi apoiado por amigos e familiares. / Ver: oarsoaldea.hitza.eus e kazeta.eus

«Daesh: a história escondida»

ASEH-Lisboa - Fri, 02/16/2018 - 22:33
[De José Goulão] Não restam hoje dúvidas de que a estrutura mercenária do Daesh funciona como um corpo clandestino do Pentágono, da própria NATO, no quadro da privatização crescente das operações militares nos campos de batalha.

A ideia, contudo, não é nova: tal como montou a estrutura clandestina e terrorista da Gládio, a NATO manipula agora um sucedâneo, o Daesh, adequado às condições e circunstâncias das regiões a dominar e policiar. (Abril)

«Milhares de trabalhadores dizem "basta" a Macri»

ASEH-Lisboa - Fri, 02/16/2018 - 22:32
Os protestos contra a política económica do governo incluíram cortes de ruas e de vias de acesso à capital, a instalação de vários pontos onde foi fornecida comida a pessoas com mais necessidades e duas grandes manifestações: uma até à sede do Ministério do Trabalho, na Praça de Maio, e outra, em La Plata, até à sede do governo da província de Buenos Aires – na qual, de acordo com o Resumen Latinoamericano, participaram cerca de 40 mil pessoas.
[...]
A reintegração dos trabalhadores despedidos, tanto na Administração Pública como no sector privado, foi uma das principais reivindicações da jornada de luta. Os trabalhadores exigiram ainda o fim da reforma das pensões, aprovada em Dezembro último, e a implementação da lei de emergência alimentar. (Abril)

Leihotikan - «Nafarroa»

ASEH-Lisboa - Fri, 02/16/2018 - 22:31
De Iruñea, Leihotikan. Tema do álbum Munduaren leihoa (2003). [Letra / tradução]

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