You will kill me... but tomorrow I will return and be millions

Bartolina Sisa

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EH Lagunak (pt)

«Solidarity from Ireland / Solidaridad desde Irlanda»

ASEH-Lisboa - Sun, 08/28/2016 - 22:34
As Irish Republican ex-prisoners we wish to offer our wholehearted support and steadfast solidarity to all Basque political prisoners especially those prisoners who have been forced to embark on a hunger strike as a method of last resort. Thirty five years ago ten of our brave comrades died on hunger strike in Long Kesh in their pursuit to be recognised as political prisoners.

We also extend our support and solidarity to the prisoners’ families and to Amnistia, recently established to prioritise and secure the unconditional release of these prisoners.

Despite a prolonged cessation of armed actions these prisoners remain languishing in prisons throughout Spain, Franceand the Basque Country and continue to suffer intolerable, degrading and inhumane treatment.

We commend Amnistia for their fortitude in highlighting the prisoners’ plight and demanding their immediate unconditional release in the face of political repression, chicanery and subterfuge.

We call upon all right-thinking Basque people to throw their weight behind this campaign. 

In comradeship,
Liam Mc Cotter and Pádraic Mac Coitir

Como expresos republicanos irlandeses, queremos ofrecer de todo corazón nuestro apoyo y nuestra más firme solidaridad a todos los presos políticos vascos, especialmente a aquellos que han sido forzados a embarcarse en una huelga de hambre como método de último recurso. Hace 35 años, diez de nuestros valientes compañeros murieron tras una huelga de hambre en Long Kesh, en su persecución de ser reconocidos como presos políticos.

También extendemos nuestro apoyo y solidaridad a los familiares de los presos y al recientemente establecido Movimiento Pro Amnistía, por priorizar y asegurar la puesta en libertad inmediata y sin condiciones de estos presos.

A pesar del cese definitivo de la lucha armada, estos presos siguen languideciendo en cárceles del Estado español, Estado francés y Euskal Herria y continúan sufriendo un trato intolerable, degradante e inhumano.

Elogiamos al movimiento Pro Amnistía por su entereza en resaltar la situación de estos prisioneros y por exigir su inmediata e incondicional puesta en libertad, a pesar de la represión política, de las artimañas y de los pretextos.

Hacemos un llamamiento a todos los vascos honestos para que apoyen esta campaña. 

Como camaradas, 
Liam McCotter y Pádraic Mac Coitir / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Família Sagardia Goñi homenageada em Gaztelu

ASEH-Lisboa - Sun, 08/28/2016 - 22:33
Esta família desapareceu quase toda a 30 de Agosto de 1936, em Gaztelu (Nafarroa): Juana Josefa Goñi, que estava grávida, e seis dos seus sete filhos foram atirados para o interior de uma gruta em Legarrea. O escritor e editor navarro José Mari Esparza, que esteve na homenagem de ontem, já publicou uma obra sobre o caso, sublinhando o seu significado num ano e numa guerra repletos de horrores.

O ano passado, foi erigido um monumento junto à fenda por onde a família foi atirada; este ano, via-se uma ikurriña e vários ramos de flores. Na homenagem, que se realizou ontem, estiveram, entre outros, o escritor e editor José Mari Esparza, que tem dado grande destaque a este caso, por ser particularmente horrível entre os massacres cometidos em Nafarroa em 1936, e Isabel Elizalde, conselheira da Administração Local do Governo de Nafarroa.

Na homenagem do ano que vem, pretende-se que os corpos estejam sepultados de forma digna. A Sociedade de Ciências Aranzadi vai iniciar trabalhos de escavação na fenda. José Mari Esparza disse que esperam deparar com «descobertas tristes».

Juana Josefa Goñi, grávida, e seis dos seus sete filhos desapareceram a 30 de Agosto de 1936, em Gaztelu. Crê-se que foram atirados - alguns com vida - por uma fenda existente na terra na zona de Legarrea (Gaztelu).

Sobre este caso ergueu-se um muro de silêncio - com quase 80 anos. A fenda, cheia de lixo, troncos e outras coisas mais, era quase impossível de ver, e aquilo que se passou naquela noite de Agosto de 1936 tornou-se um tabu na localidade. Esparza fez um grande esforço no sentido de esclarecer os factos, nomeadamente com a publicação da obra La sima. ¿Qué fue de la familia Sagardia? (Txalaparta). / Ver: Berria / Ver tb: redroja.net

«Buñuel, verano de 1936»
La media noche del 26 de agosto de 1936, cuarenta vecinos, en cuarenta minutos, cargaron en una camioneta que recorrió el pueblo de punta a punto a veintiséis inocentes para matarlos.

En unas horas, a tres los fusilaron en la pared del cementerio, a cuatro los abatieron dejándolos huir campo a través. Eran los que no cupieron en la camioneta. A siete los asesinaron en las paredes del cementerio de Frescano y al resto los mataron por los campos secos de Magallon.

Ayer, 80 años después, medio centenar de personas recorrieron las casas de los asesinados de la mano de Pedro Frances. Aunque había permiso para recorrer la calzada, algún vecino del pueblo, descendiente de los asesinos, casi atropella a la gente congregada. El histórico anarquista Lucio Uturbia sufrió un corte en la mano. Uno de los asesinos, homenajeado en el pueblo con su nombre en una plaza, fue luego nombrado maestro de Buñuel y fue el responsable de la educación de gran parte de la gente que se crio allí. (ekinklik.org via ahotsa.info)

Documentário: «Guernica '94 - la represión del Filtro» [Uruguai, 2014]

ASEH-Lisboa - Sun, 08/28/2016 - 22:32
«Liberar, liberar a los vascos por luchar»
Documentário da Plenaria Memoria y Justicia, com a duração 36 min., sobre o «massacre do Hospital Filtro», em Montevideu (Uruguai), em 1994. O documentário reúne imagens e testemunhos inéditos de diversas fontes. Nele, narra-se, de forma paralela, a história do «Guernica» e a luta do povo basco, e a repressão do Estado uruguaio sobre milhares de pessoas que defendiam o direito de asilo para três refugiados políticos bascos.

A 24 de Agosto de 1994, o líder do Governo uruguaio, Luis Alberto Lacalle, lançou uma operação repressiva sem precedentes em democracia, da qual resultaram dois mortos e centenas de feridos. Agora, a cada 24 de Agosto realiza-se em Montevideu uma marcha para recordar os factos e reclamar justiça. Muitos dos polícias responsáveis pelos factos foram promovidos, nos últimos anos, a postos de maior destaque na hierarquia do aparelho repressivo do Estado.

«Uruguay. El crimen de una democracia» (Resumen Latinoamericano)
Ayer (24) la marcha partió del Obelisco y transcurrió por Bulevar Artigas hasta llegar a las cercanías del Hospital Filtro, donde ahora hay un shopping pero en aquel momento estaban los talleres de Cutcsa, lugar donde Morroni fue baleado por la espalda cuando intentaba protegerse. Como todos los años, al arribar a esa zona, los organizadores de la marcha, que este año se hizo con la consigna «El crimen de una democracia, las balas de un policía – Filtro 22 años de impunidad», leyeron varias proclamas.
Norma Morroni, la madre de Fernando, leyó un saludo de familiares y allegados de presos, refugiados y deportados del País Vasco. «Muchas gracias, muchas gracias, porque sé que este año ha sido muy difícil. Tengo más miedo por ustedes que por mí. Yo ya estoy jugada, pero voy a seguir con el empuje, con la fuerza, con el cariño de ustedes, que siempre están cerca», dijo ayer Morroni. [Vídeo: «Marcha del Filtro 2016»]

Entrevista de João Pedro Stédile a «Il Manifesto», de Itália

ASEH-Lisboa - Sun, 08/28/2016 - 22:31
Na entrevista ao jornal italiano Il Manifesto, João Pedro Stédile, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), define como um golpe de Estado, promovido pelas forças mais reaccionárias do Brasil, o processo de impeachment [destituição] movido contra a presidente eleita Dilma Rousseff. (odiario.info)

Cerca de mil pessoas reivindicaram a amnistia em Bilbo

ASEH-Lisboa - Sat, 08/27/2016 - 22:35
Cerca de mil pessoas participaram, esta tarde, na capital biscainha na manifestação convocada pelo Movimento pró-Amnistia e Contra a Repressão (MpA) em defesa da amnistia. [O número de manifestantes foi apontado pelo La Haine.]
A mobilização partiu da Praça Zabalburu. Ao longo do percurso, que seguiu por algumas vias do centro de Bilbo e terminou na Praça Moyua, ouviram-se palavras de ordem como «Amnistiarik gabe, bakerik ez» [sem amnistia não há paz], «Presoak borrokan, gu ere bai» [os presos em luta, nós também], «Borroka da bide bakarra» [a luta é o único caminho] e «Gudariak dira, ez terroristak» [são combatentes, não terroristas].
Durante a mobilização, o representante do MpA Sendoa Jurado recordou as greves de fome que alguns ex-presos bascos estão a realizar em Etxarri (Nafarroa) e que os presos bascos levam a cabo em Huelva, para exigir a libertação dos presos doentes. A este propósito, lembrou a situação de Aitzol Gogorza.
No final, procedeu-se à leitura de um manifesto e de uma carta de apoio de dois ex-presos políticos irlandeses, e foi recordada a luta que os presos políticos bascos estão a levar a cabo no presídio de Valence (França). Fez-se ainda um apelo à participação nas próximas mobilizações e a apoiar as várias lutas em curso. / Notícia com base do Twitter do La Haine / Ver também notícia de amnistiAskatasuna, com partes em euskara e outras em castelhano [que já não tivemos tempo de tratar]

FOTOS: manifestação pró-amnistia na Aste Nagusia bilbaína (boltxe.eus)

Leitura: «Sortu bidea / La vía Sortu», de José Manuel «Josefo» Ribero Marcos e Iñaki Egiluz Sagastizabal (lahaine.org)

O iruindarra Alex Belasko foi libertado

ASEH-Lisboa - Sat, 08/27/2016 - 22:34
Depois de passar oito anos na cadeia, o preso político basco Alex Belasko, do bairro de Iturrama (Iruñea), foi hoje libertado.

Acusado de pertencer ao Movimento pró-Amnistia (MpA), o navarro foi condenado, em 2008, a oito anos de prisão pela Audiência Nacional espanhola, no âmbito do processo contra o MpA.

A notícia da libertação foi divulgada pela associação Etxerat. Belasko cumpriu a pena na íntegra, primeiro em Valhadolide e depois em Picassent (Valência), de onde saiu hoje. / Ver: Berria

Entretien avec Petro Simonenko : le processus de « fascisation » et de « dé-communisation » de l’Ukraine (1ère partie)

ASEH-Lisboa - Sat, 08/27/2016 - 22:33
[Entrevista ao secretário-geral do Partido Comunista da Ucrânia, Petro Simonenko]
Novembre 2013 : suite à la décision du gouvernement ukrainien de ne pas signer l’accord d’association avec l’Union européenne, un coup de force succédant à une montée des violences , appuyé et incité par des partis et « ONG » en relation directe avec les puissances occidentales, éclate dans le pays. Les mouvements néo-fascistes semblent avoir joué un rôle de premier plan dans le coup, leur permettant d’occuper l’avant-scène des événements, rétablissant leur légitimité dans le nouvel ordre étatique en occupant des fonctions clefs dans l’appareil gouvernemental et ayant une incidence sur la restructuration des rapports de force internes. Parallèlement au réalignement de l’Ukraine avec les intérêts stratégiques de l’impérialisme (ouverture économique, association avec l’UE, association de facto avec l’OTAN, opposition à la Russie), l’on assiste au démarrage d’un processus de fascisation idéologique. Afin d’appréhender ce processus et décortiquer la réalité politique actuelle, Investig’Action s’est entretenue avec le Secrétaire Général du Parti communiste d’Ukraine, Petro Simonenko.

Cette interview a été réalisé en langue russe. Traduction et transcription pour Investig’Action par Philippe Stroot. / Ler: Investig’Action

«O marxismo-leninismo e a combinação conjunta de todas as formas de luta»

ASEH-Lisboa - Sat, 08/27/2016 - 22:32
Julio Cota, director do órgão central do PC do México, lembra neste artigo que a crise estrutural do capitalismo torna cada vez mais necessário para os comunistas o debate sobre uma questão fulcral: pode o sistema capitalista ser reformado através de medidas neokeynesianas promovidas por governos social-democratas progressistas ou terá de ser derrubado e destruído? Obviamente, algumas formas de luta utilizadas na América Latina para se atingir esse objectivo não são no momento viáveis em países da Comunidade Europeia. / Ler: Diário Liberdade

Kuraia - «Piztu da piztia»

ASEH-Lisboa - Sat, 08/27/2016 - 22:31
«Piztu da piztia», tema do álbum homónino dos Kuraia (2005) [letra / tradução]

Cerca de 5000 pessoas reclamaram em Bilbo o repatriamento dos presos

ASEH-Lisboa - Fri, 08/26/2016 - 22:34
A manifestação, convocada por ex-presos políticos bascos, percorreu as ruas do centro de Bilbo no dia grande da Aste Nagusia [festas] para reclamar o regresso a casa dos presos e refugiados bascos.

Cerca de 5000 pessoas manifestaram-se hoje em Bilbo pelo repatriamento dos presos [o número é do Sortu, citado pelo Berria; a EITB diz que foram menos].

A mobilização partiu às 12h30 da Praça Moyua e terminou junto à Câmara Municipal. Ali, os ex-presos Oihana Garmendia e Liher Aretxabaleta leram um comunicado, em que acusaram os estados espanhol e francês de agir «com vingança» contra os presos bascos e em que recordaram o «exemplo» do processo de paz da Colômbia.

À frente da mobilização seguiram ex-presos. A principal reivindicação ao longo do percurso foi «Euskal presoak etxera» [os presos bascos para casa], mas também se cantou o «zain dago ama, zain aita» nos últimos metros da manifestação.

Menção especial mereceram os presos doentes, e houve uma grande salva de palmas para o refugiado Gaizka Sopelana - que se encontra internado no Hospital de Gurutzeta.

Também em Bilbo, amanhã terá lugar uma manifestação em defesa da amnistia, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e Contra a Repressão (MpA). Parte às 19h00 de Zabalburu. Um juiz do tribunal de excepção deu ordem para vigiar a mobilização. [Borrokak ez du etenik!] / Ver: Berria e eitb.eus

Asier Genua: «Eztabaida terminologikoa baino askoz gehiago»

ASEH-Lisboa - Fri, 08/26/2016 - 22:33
«Bi manifestazio leku eta ordu berean, gauza berbera eskatzen»: amnistia, alegia. Ba ez, ez da berdina eskatzen dena, hala balitz ez ginen egoera honetan aurkituko eta.

Amnistia jende gehienak presoak kartzeletatik ateratzea dela ulertzen du, baina ez da hori soilik. Hori amnistia zentzu juridikoan soilik ulertzea da, etsaiaren logikaren baitan. Guretzat, amnistia, bere zentzu politiko osoan, presoen baldintzarik gabeko irtetea, iheslarien buelta, eta espetxera edota deserrira eraman zituzten arrazoien gainditzea da. Hau da, presoen ateratzea eta arrazoi horiengatik preso gehiago egongo ez direla bermatzea. Garaipena, finean. Euskal Herri Langilearen kasuan, garaipen hori Euskal Herri Sozialista litzateke. (BorrokaGaraiaDa)

John Pilger: «Provoking nuclear war by media»

ASEH-Lisboa - Fri, 08/26/2016 - 22:32
Milosevic was the victim of war propaganda that today runs like a torrent across our screens and newspapers and beckons great danger for us all. He was the prototype demon, vilified by the western media as the «butcher of the Balkans» who was responsible for «genocide», especially in the secessionist Yugoslav province of Kosovo. Prime Minister Tony Blair said so, invoked the Holocaust and demanded action against «this new Hitler».
[...]
This was the model for Washington’s subsequent invasions of Afghanistan, Iraq, Libya and, by stealth, Syria. All qualify as «paramount crimes» under the Nuremberg standard; all depended on media propaganda. While tabloid journalism played its traditional part, it was serious, credible, often liberal journalism that was the most effective – the evangelical promotion of Blair and his wars by the Guardian, the incessant lies about Saddam Hussein’s non-existent weapons of mass destruction in the Observer and the New York Times, and the unerring drumbeat of government propaganda by the BBC in the silence of its omissions. (counterpunch.org)

Carlos Fazio: «Colômbia: as FARC e a paz próxima»

ASEH-Lisboa - Fri, 08/26/2016 - 22:31
Ivan Márquez, chefe negociador das FARC, advertiu que o salto para a legalidade no marco de um Estado terrorista e de uma oligarquia e uma classe politica cheia de truques e perversa como a colombiana, traz o perigo iminente de uma nova guerra suja contra os guerrilheiros que se desmobilizam. Aludiu à rebelião contra uma ordem social injusta como um direito universal inalienável e declarou que o Estado colombiano tem sido o responsável directo da guerra de mais de meio século, com ênfase na contra-insurreição, a doutrina militar do inimigo interno e a segurança nacional de cunho norte-americano e o paramilitarismo. (odiario.info) [Ver tb: «FARC e governo: acordo final em Havana» (odiario.info)]

«La paz en Colombia, algo aún a conquistar», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Para las FARC-EP su interés reside ahora en poder fintar esas intenciones de la burguesía colombiana (algo que históricamente muchas organizaciones armadas revolucionarias tienen dificultad en superar), saber fundirse con el movimiento popular y campesino mientras no rebaja el alcance estratégico de su propuesta política y asegura que las «cesiones» de la burguesía colombiana en los acuerdos se llevan a término y que los vacíos puedan rellenarse con una ofensiva con no menor determinación que las llevadas hasta ahora por esta heroica organización hasta alcanzar la conquista de la aún negada democracia, soberanía, y la búsqueda de la verdad para llegar finalmente a la Paz con Justicia Social en un país donde asesinan militantes sociales a diario.

Solidariedade em Arratia com os que estão em greve de fome em Huelva e Etxarri

ASEH-Lisboa - Thu, 08/25/2016 - 22:34
Algumas pessoas levaram hoje a cabo uma iniciativa, na região de Arratia (Bizkaia), com o objectivo de expressarem a sua solidariedade com os que estão em greve de fome no cárcere de Huelva (Espanha) e na ikastola velha de Etxarri (Nafarroa).

Na cadeia de Huelva, os presos políticos bascos deram início a uma greve de fome rotativa para exigir a libertação dos presos doentes. Depois de Iker Olabarrieta ter estado sete dias em jejum, o testemunho passou para Xabi Garcia Gaztelu.

Em Etxarri, por seu lado, os ex-presos Joxean Kortadi e Fernando Lizeaga estão há 11 dias em greve de fome, também para reivindicar a libertação dos presos doentes. Hoje, juntou-se-lhes um outro ex-presos, Angel Erdozia, que estará em jejum até domingo à noite.

Para dar força as estas iniciativas e exigir a libertação dos presos doentes, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou para dia 3, às 19h00, uma manifestação em Etxarri. [Etxarriko plazan hasiko da.]

Na cadeia de Valence
Os presos políticos bascos Aletxu Zobaran e Ibon Goieaskoetxea estão no mitard [castigo] e em greve às comunicações desde o dia 8 de Agosto, no presídio de Valence (França). Com esta luta, pretendem denunciar a dispersão e o afastamento.

No Estado francês, os presos políticos bascos estão dispersos por 26 cadeias. Até agora, não havia presos bascos no presídio de Valence, que fica a 900 km de Euskal Herria. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Organização-satélite processa Mekauen por dar a rua o nome de Pakito Arriaran

ASEH-Lisboa - Thu, 08/25/2016 - 22:33
Na terça-feira, durante as festas de Bilbo, várias placas toponímicas da cidade foram cobertas com nomes de figuras bem conhecidas no âmbito da «luta internacionalista», incluindo o de Arriaran, militante da ETA e combatente em El Salvador. É um dos símbolos mais conhecidos e queridos da luta internacionalista basca em todo o mundo.

Arriaran, nascido em Arrasate em 1955, teve de fugir em 1978, primeiro para França e depois para a Venezuela – onde o grupo fascista BVE o tentou matar. Nos anos 80, integrou-se na guerrilha salvadorenha, fazendo jus ao ideário internacionalista. Num combate, foi atingido a tiro numa perna, sem gravidade; a ferida gangrenou e a perna teve de se ser amputada. Foi morto pelo Exército em Setembro de 1984.

As comparsas bilbaínas Mekauen e Askapeña todos os anos celebram o Dia Internacionalista com a colagem nas placas das ruas de vários nomes de pessoas que tomaram parte nas lutas internacionais. Na placa onde colaram o nome de Pakito Arriaran também afixaram o de Begoña Garcia, que, como ele, também foi morta em El Salvador. Outros nomes dados, na terça-feira, à toponímia foram Berta Cáceres, Angela Davis, Che Guevara, Doris Benegas, etc.

A organização da banda direita - que ficava bem enfiada numa moldura de quadro velho, juntamente com os delegados do Governo espanhol na CAB e em Nafarroa - anunciou que vai processar judicialmente a Mekauen, «para evitar a impunidade com que os terroristas são homenageados nas ruas», «sendo tratados como heróis». / Ver: argia

Luís Carapinha: «Mercosul na contra-maré»

ASEH-Lisboa - Thu, 08/25/2016 - 22:32
Inegavelmente, está-se em presença de um acto arbitrário e ilegal que conforma uma tentativa de golpe institucional na organização fundada em 1991, da qual a Venezuela é membro de pleno direito desde 2012. Um acto que vem no seguimento da poderosa campanha contra a revolução bolivariana animada, nomeadamente, pelo secretário-geral da OEA, Almagro, que se repete em acusações de «falta de democracia e ausência de Estado de direito» na Venezuela e tem clamado, sem sucesso, pela aplicação da famigerada Carta Democrática Interamericana contra Caracas. (avante.pt)

«A pedofilia como arma de guerra», de José GOULÃO (Abril)
Resta notar que o caso de Omron é usado como propaganda de guerra a propósito da situação em Alepo, a segunda mais importante cidade síria, onde os mercenários invasores, ditos «rebeldes», sentem estar a perder o poder devido ao longo cerco imposto pelas tropas sírias, com apoio aéreo russo.

O episódio Omron coincide com um «aviso» lançado pelo Pentágono de que poderá atacar aviões russos se puserem em causa o seu pessoal no terreno – afinal há tropas norte-americanas na Síria – e depois de ter fracassado a armadilha da abertura de supostos «corredores humanitários» mediante os quais a «coligação ocidental» pretendia romper o cerco de Alepo e dar fuga aos terroristas.

António Santos: «5 razões para ir à Festa do Avante!»

ASEH-Lisboa - Thu, 08/25/2016 - 22:31
Para quem nunca foi à Festa do Avante! aqui ficam cinco boas razões para o fazer este ano pela primeira vez:
[...]
A isto, acrescentemos outros 100 concertos distribuídos por uma dezena de palcos, uma feira do livro fértil de conversas e apresentações, um espaço dedicado à ciência com experiências, debates e exposições, um espaço dedicado a todos os desportos por onde passarão 15 mil atletas de 300 colectividades, clubes e associações. Some-se a dança, o parque infantil mais bonito do mundo, um teatro com 10 espectáculos; um cinema com 20 filmes portugueses; uma bienal de artes plásticas e tanto, tanto mais, que o melhor é mesmo consultar o programa aqui. (manifesto74)

Guggenheim culpado e instituições responsáveis por situação precária dos educadores

ASEH-Lisboa - Wed, 08/24/2016 - 22:34
Os educadores do Museu Guggenheim, em Bilbo, realizaram ontem o sexto dia de greve para lutar contra a precariedade e exigir estabilidade nos postos de trabalho.

Ao meio-dia, os trabalhadores realizaram uma concentração frente ao museu, que contou com o apoio da secretária-geral do LAB, Ainhoa Etxaide, e distribuíram panfletos a quem passava sobre as condições de trabalho que enfrentam.

Os 18 trabalhadores, subcontratados à empresa Manpower, voltaram a denunciar a atitude de bloqueio por parte do museu e das instituições no que respeita à busca de uma solução para a sua solução, e explicaram que não foram contactados desde o dia 3 de Agosto, quando ocorreu a última reunião.

Assim, estes funcionários anunciaram que vão prosseguir a luta, mantendo agendadas as paralisações para os dias 26 e 30 de Agosto e 1 de Setembro. Se não houver avanços neste processo - melhores salários e condições de trabalho, fim da precariedade -, os trabalhadores não excluem a hipótese de iniciarem uma greve por tempo indeterminado. No «museu da excelência, contrata-se low cost». / Ver: uriola.eus / Mais info: aseh

Junta Eleitoral de Gipuzkoa considera que Arnaldo Otegi não pode ser candidato

ASEH-Lisboa - Wed, 08/24/2016 - 22:33
A Junta Eleitoral guipuscoana pronunciou-se hoje sobre a candidatura de Arnaldo Otegi (EH Bildu) a lehendakari. Tal como a Procuradoria da AN espanhola, a Junta considera que Otegi não pode ser candidato.

A Junta Eleitoral Territorial de Gipuzkoa comunicou à representação legal do EH Bildu, o advogado Mikel Arreseigor, que o seu candidato a lehendakari, Arnaldo Otegi, «não pode ser eleito», na medida em que existe uma sentença firme da Audiência Nacional espanhola que o condena à pena de inabilitação para o exercício do direito ao sufrágio passivo e para o cargo público - de 4/09/2014 (cinco anos depois de Otegi ser encarcerado) a 28/02/2021.

A Procuradoria do tribunal de excepção espanhol tinha decidido, recentemente, que o dirigente independentista basco não podia ser candidato à Lehendakaritza ou Presidência do Governo da Comunidade Autónoma Basca, e o que a Junta Eleitoral guipuscoana hoje fez foi acatar a decisão espanhola.

O EH Bildu tem agora dois dias para recorrer da decisão da Junta, que na segunda-feira apresentará as listas definitivas para as eleições autonómicas de 25 de Setembro. A coligação soberanista pode ainda apelar para o Tribunal Constitucional espanhol, que terá de tomar uma decisão antes do início da campanha eleitoral, a 9 de Setembro.

Os fascistas espanhóis celebraram a decisão. / Ver: diagonalperiodico.net

Askapena e Etxerat: «Aniversario de la masacre del Filtro»

ASEH-Lisboa - Wed, 08/24/2016 - 22:32
Homenaje a Norma, a Norma como ejemplo para todos y todas. Ejemplo imprescindible que ha mostrado y sigue mostrándonos día a día a toda la militancia internacionalista lo que es un verdadero y el más digno homenaje: el rechazo consecuente de una falsa indemnización sin justicia y sin verdad; la resistencia día a día por mantener la dignidad de aquellas personas que ya no pueden luchar, pero hoy estarían aquí, como su hijo; la solidaridad con todas las personas y organizaciones que siguen resistiéndose al fascismo, explícito o escondido tras cualquiera de sus sucios disfraces; el trabajo cotidiano por la verdad, contra la impunidad y por la construcción de un mundo mejor, la lucha por la libertad de quienes están presos por luchar... (BorrokagaraiaDa e askapena.org)

Sobre o «Massacre do Filtro», que teve lugar em Montevideu (Uruguai), a 24 de Agosto de 1994, mais informação aqui.

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