I have two peoples to love and a word to fight for

Pakito Arriaran

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EH Lagunak (pt)

Guillermo Paniagua: «Sobre perros y collares»

ASEH-Lisboa - Fri, 03/14/2014 - 23:32
Y es que lo que ha ocurrido en Ucrania o lo que se busca en Venezuela (aunque en cada caso por razones y con intensidades diferentes) se inscribe innegablemente en una ofensiva imperialista mundial que no hace más que reactualizar y en algunos puntos perfeccionar su larga tradición intervencionista.
[...] el modus operandi del imperialismo parece apostar cada vez más por esta combinación donde lo civil y lo militar se confunden y al mismo tiempo nos confunden, movilizando una planta de actores que, tras su paso por el cuidadoso relato massmediático, consigue darle legitimidad político-ideológica sin perder eficacia político-militar al desarrollo de lo que quieren vender como una colorida revolución cuando de lo que se trata es de un oscuro golpe de Estado. [O autor é militante da organização internacionalista basca Askapena.] (BorrokaGaraiaDa)

«¿Acabar con la OTAN mediante elecciones europeas?», de Iñaki Gil de SAN VICENTE (lahaine.org)
Cualquier proyecto de acción político-parlamentaria en la UE que no tenga en cuenta esta creciente fuerza político-militar y este concentrado económico que es la OTAN, está condenado a la derrota honrosa porque se ha luchado y perdido, o a la derrota deshonrosa porque no se ha luchado al degenerar en el reformismo parlamentarista integrado en el sistema.
Conocemos demasiados casos de derrotas deshonrosas, asimilaciones dulces y adormiladas. La única forma de evitar desde ahora que se repitan en un futuro es multiplicar la crítica radical de la OTAN como puño de acero dentro del guante de seda de la «democracia occidental». Una crítica que si bien puede hacerse desde dentro de las instituciones sobre todo ha de practicarse en las fábricas, calles, escuelas, universidades, movimientos, sindicatos, colectivos de toda índole.

«Luta de massas e nada de aventuras», de Alberto PINZÓN SÁNCHEZ (odiario.info)
Uma análise sumária dos resultados das recentes eleições na Colômbia. Com uma taxa de abstenção próxima dos 60% e com os candidatos da União Patriótica obrigados a conduzir a sua campanha à margem do poder mediático dominante e sob a constante ameaça, repressão e agressão do poder militar e paramilitar.

Zea Mays - «Elektrizitatea»

ASEH-Lisboa - Fri, 03/14/2014 - 23:31
Tema do álbum homónimo (2000). O grupo é bilbaíno. [Hitzak / Letra]

Sentida homenagem do bairro de Donibane a Ángel Berrueta

ASEH-Lisboa - Thu, 03/13/2014 - 23:34
Centenas de pessoas participaram na homenagem que o bairro de Donibane tributou a Ángel Berrueta, padeiro iruindarra assassinado há dez anos por um polícia espanhol e o seu filho depois de se ter recusado a colocar na padaria um cartaz que responsabilizava a ETA pelos atentados ocorridos dias antes em Madrid.
A homenagem foi extensiva a Kontxi Sanchiz, que faleceu em Hernani (Gipuzkoa), na sequência de uma paragem cardíaca, durante uma carga da Ertzaintza contra uma manifestação de protesto contra o que acontecera na véspera em Iruñea.

O acto de homenagem contou a participação da Peña Donibane, da Donibane Kantuz, da Gurasoak e da plataforma Angel Gogoan; todos enfatizaram a importância da verdade para a família e do reconhecimento de Berrueta como vítima da violência política.
A plataforma Angel Gogoan lembrou que, nestes dez anos, Berrueta e Sanchiz foram votados ao «esquecimento e desprezo institucionais» e criticou os grupos municipais de UPN, PSN e PP por se terem recusado a subscrever uma moção em que se solicitava o reconhecimento de Ángel Berrueta como vítima política. Por seu lado, os familiares de Berrueta agradeceram o apoio que sempre receberam de todo o bairro.
No local, foi descerrada uma placa em memória do padeiro iruindarra. Há uns anos, tentou-se avançar com uma iniciativa semelhante, mas, dias depois da colocação da placa, Câmara Municipal mandou arrancá-la. Assim, a Plataforma pediu ao Município que respeite a memória de Berrueta e que não proceda da mesma forma. / Ver: naiz.info e ahotsa.info / Ver também: Berria / Fotos: Homenagem a Ángel Berrueta (ekinklik.org e ahotsa.info)

Processo 35/02: terminou o julgamento contra o Batasuna

ASEH-Lisboa - Thu, 03/13/2014 - 23:33
Doze anos depois de Baltasar Garzón ter iniciado a investigação e cinco meses depois do início das sessões na Audiência Nacional espanhola, o macro-julgamento político contra o HB, o EH e o Batasuna, chegou ontem ao fim.

Os arguidos ficam agora a aguardar pela sentença. O ministério Público pede penas de quatro anos e meio de prisão para cinco deles (Rufi Etxeberria, Joseba Permach, Joseba Alvarez, Juan Kruz Aldasoro e Karmelo Landa), dois anos e seis meses para outros sete e dois anos e dois meses para os restantes, bem como o confisco dos bens de um centena de herriko tabernas e associações culturais. A defesa pede a absolvição de todos.

Declaração final de Floren Aoiz, em nome de todos arguidosVer: naiz.info via Sanduzelai_Leningrado

SINDICATOS BASCOS REPUDIAM JULGAMENTOS POLÍTICOS
Nota de CGT, CNT, EHNE, ELA, ESK, HIRU, LAB e STEE-EILAS sobre o processo 35/02
Exigem: o fim dos julgamentos políticos; o desaparecimento dos processos judiciais da aplicação do direito penal do inimigo; o respeito incondicional pelo pluralismo político e pelos direitos fundamentais de associação, liberdade ideológica e de expressão; a criação de bases sólidas para a convivência democrática. / Ver: lahaine.org

Asier González, libertado sob fiança, acusa Guarda Civil de interrogatórios ilegais

ASEH-Lisboa - Thu, 03/13/2014 - 23:32
Detido na terça-feira de madrugada no bairro bilbaíno de Santutxu, Asier González foi hoje presente ao juiz Pablo Ruz, da Audiência Nacional espanhola. O Ministério Público propôs ao magistrado que, para evitar a prisão, Asier tivesse de pagar uma fiança de 50 000 euros, e o juiz aceitou.

Depois de pagar a fiança, Asier foi libertado, por volta das 14h45. Fica sujeito a diversas medidas de coacção, não podendo sair do Estado espanhol e tendo de comparecer perante as autoridades todas as semanas.

O juiz acusa Asier González de colaboração com a ETA - diz ele que uma pen-drive alegadamente da ETA faz referência a uma quinta de Asier - mas este nega qualquer relação com a organização referida.

Ontem, o santutxuarra afirmou à sua advogada de confiança, Jone Goirizelaia, ter sido tratado de forma «correcta». Já em situação «comunicável», foi interrogado na sua presença. Hoje, fez saber que foi submetido a interrogatórios ilegais, antes e depois das declarações efectuadas na presença da advogada.

Asier foi detido anteontem de madrugada pela Guarda Civil no bairro bilbaíno de Santuxu. Nesse dia, ao final da tarde, centenas de pessoas participaram numa manifestação de protesto no bairro. / Ver: naiz.info e Berria

Dia 29, manifestação de apoio a 4 jovens independentistas em Gasteiz

ASEH-Lisboa - Thu, 03/13/2014 - 23:31
Acusados de pertencer à organização juvenil, revolucionária Segi, quatro jovens gazteitarras, para quem o Ministério Público pede 48 anos de prisão no total, começam a ser julgados na AN espanhola no dia 31 de Março. O Gasteizko Harresia convocou uma manifestação de apoio para dia 29.

A mobilização foi anunciada ontem numa conferência de imprensa na capital alavesa pelos arguidos - os jovens Xabier Fernandez de Gamarra, Federico Lomas, Koldo Moreno e Aitor Juarez - e pelo Muro Popular.

Na ocasião, recordaram que as acusações contra eles se baseiam em confissões arrancadas sob tortura, que foram detidos em 2007 e que as são acusados de delitos alegadamente ocorridos há já dez anos. Afirmaram ainda que, «este ano, mais 23 gasteiztarras passaram pela AN espanhola» e que outros tantos terão de fazer o mesmo nos próximos meses e anos».

Os membros do Gasteizko Harresia criticaram com veemência o facto de se utilizar como prova declarações efectuadas enquanto os detidos estão incomunicáveis; e realçaram o facto de, num tribunal de excepção como a Audiência Nacional, «não haver garantias de um processo justo».

Para defender os direitos civis e políticos (cujo exercício este processo põe em causa), consideram fundamental a pressão popular e, por isso, convocaram uma manifestação de apoio aos quatro jovens para dia 29; pediram também às pessoas que, dois dias depois, levem essa mesma mensagem a Madrid. / Ver: naiz.info e topatu.info / Áudio: Entrevista a Aitor Juarez sobre este processo (Info7 irratia)

Habitantes de Barañain apoiam Garbiñe Urra e Jon Ziriza e convocam mobilização para sexta-feira

ASEH-Lisboa - Wed, 03/12/2014 - 23:34
Dezenas de pessoas expressaram ontem o seu «apoio» a Jon Ziriza e Garbiñe Urra, jovens de Barañain (Nafarroa) recentemente julgados com mais 34 jovens independentistas na Audiência Nacional espanhola, no âmbito do processo 26/11, acusados de pertencerem à organização juvenil, revolucionária Segi.
Urra e Ziriza, que foram detidos e encarcerados em 2009, afirmaram ter sido torturados. A Procuradoria da AN espanhola pediu seis anos de cadeia para cada um. «É bem conhecido o trabalho realizado por estes dois jovens em Barañain, no movimento juvenil, na área da cultura ou na defesa dos direitos...», afirmaram os seus conterrâneos, que perguntam «de que forma é que meter mais gente na cadeia ajuda Barañain e o actual contexto político».

Por isso, pediram ao povo de Barañain e, em especial, às suas autoridades que não aceitem «que Garbiñe e Jon sejam novamente levados», bem como um «envolvimento firme nos casos dos/as habitantes imputados/as ou condenados/as pelo seu trabalho político». Afirmaram que «se vivem tempos de compromisso e resolução» e convocaram uma mobilização para sexta-feira, 14,
às 19h00, no decorrer da qual vão desenhar a palavra LIBRE na Praça do Município, e encorajaram a gente de Barañain a participar.

Em Barañain, existem actualmente dois presos políticos: Luis Goñi e Xabier Sagardoi, ambos na cadeia pela sua militância política. Os também barañaindarras Mikel Flamarike, Iñigo Gonzalez e Gorka Mayo estão em liberdade condicional e aguardam por julgamento. / Ver: ahotsa.info e topatu.info

Ver também: «Multa de 900 euros para quem convocou o cordão humano da Herri Harresia em Barañain» (ahotsa.info)
A pessoa que convocou o cordão humano solidário com Luis Goñi e Xabier Sagardoy, jovens de Barañain que tinham sido condenados a seis anos de prisão por pertencerem à Segi, foi multada em 900 euros, referiu o Herri Harresia [Muro Popular]. A mobilização reuniu 1600 pessoas. Pese embora a repressão económica, em Barañain sublinha-se a necessidade de prosseguir com a mobilização.

Documentário: «13M. Atocha, El Pozo, Santa Eugenia... Donibane» [Angel Berrueta, 10 anos]

ASEH-Lisboa - Wed, 03/12/2014 - 23:33
A mentira do PP e a manipulação dos meios de comunicação social sobre a autoria dos atentados de 11 de Março de 2004 em Madrid provocaram duas vítimas mortais em Euskal Herria: Ángel Berrueta, em Donibane (Iruñea), e Kontzi Sanchiz, em Hernani (Gipzukoa). [Autoria: habitantes de Donibane + Eguzki Bideoak e MpA; Ano: 2007; Duração: 67 min.]Via: Angel Gogoan / «No dia 13 de Março de 2004, num clima de acosso permanente à esquerda abertzale após os atentados ocorridos dois dias antes em Madrid, um polícia nacional, acompanhado pelo seu filho, matou a tiro Ángel Berrueta - habitante do bairro de Donibane, em Iruñea, padeiro e membro da Gurasoak.
Foram dias de violência mediática e policial. Nas horas que se seguiram ao assassinato de Berrueta, a Polícia carregou no tanatório e nas concentrações de protesto. Dez anos volvidos, continua aberta a ferida da reparação e o reconhecimento de Ángel Berrueta como vítima. A plataforma «Angel gogoan» e os familiares de Ángel exigem-no».
(Texto com base num publicado em naiz.info)

F. Pianski: «El 11-M y los "riesgos probables" de la guerra imperialista»

ASEH-Lisboa - Wed, 03/12/2014 - 23:32
Es necesario recordar en que fregados andamos metidos para comprender que, en cualquier momento, la guerra puede llegar a casa, tal y como ocurrió aquél fatídico 11 de Marzo de 2004 en Madrid. [...] Nuestros enemigos están en casa, nuestras batallas están aquí. La clase obrera solo tiene una guerra que pelear, la guerra contra esta banda de criminales que nos llevan, como corderos al matadero, de crisis en crisis, de guerra en guerra, de una muerte a otra. (boltxe.info)

«Un año sin Chávez», de Atilio BORÓN (lahaine.org)
El objetivo inmediato, acuciante debido al deterioro de la posición de Estados Unidos en el gran tablero de la geopolítica internacional, es apoderarse de Venezuela y su petróleo, con la complicidad de las clases y sectores sociales que usufructuaron del despojo de la renta petrolera practicado por las grandes transnacionales durante casi todo el siglo veinte. Gente que jamás le perdonará a Chávez y al chavismo haber devuelto esa riqueza al pueblo venezolano

«Chávez», de Luís CARAPINHA (odiario.info)
Num momento em que a Revolução Bolivariana se encontra de novo confrontada com uma ofensiva da reacção interna orquestrada pelo imperialismo, é necessário compreender e valorizar a importância do legado de Hugo Chávez, vivo na memória popular e um poderoso incentivo para a resistência e o avanço revolucionário.

«Agujero negro», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
La apertura de un nuevo ciclo revolucionario rupturista, corrigiendo los múltiples errores producidos los últimos tiempos e intentado conservar los beneficios será lo único que pueda insuflar una revitalización del organismo popular a su nivel mas vital, esto es, el pueblo y el barrio.

Kuraia: «Luze eta iluna»

ASEH-Lisboa - Wed, 03/12/2014 - 23:31
Do álbum Iluntasunari barre (2003). [Hitzak / Letra]

Entrevista a Iera Abadiano, companheira de Andoni Zengotitabengoa, preso em Portugal

ASEH-Lisboa - Tue, 03/11/2014 - 23:34
Iera Abadiano, de Atxondo (Bizkaia), é a companheira de Andoni Zengotitabengoa. Andoni, habitante de Elorrio (Bizkaia), foi detido em 2010 em Lisboa, Portugal. Desde então, encontra-se na prisão de alta segurança de Monsanto. Os seus direitos são violados de forma sistemática e, como os presos em Guantánamo, é obrigado a vestir um macaco castanho, com a humilhação que isso significa.
Fevereiro foi um mês especialmente duro para todos. Arkaitz Bellón era um bom amigo. Arkaitz e Andoni foram mesmo arguidos no mesmo processo. A notícia que abalou a Elorrio e Euskal Herria também afectou, directamente, esta família.

A entrevista a Iera (em castelhano; pp. 19-23) é o «Tema do Mês» do Relatório Especial publicado pela Etxerat relativo aos meses de Janeiro e Fevereiro de 2014.
Para além da situação de Andoni Zengotitabengoa na prisão de Monsanto, assumem também destaque neste número a morte de Arkaitz Bellón e a tareia a Raúl Aduna no Palácio da Justiça de Paris. / Fonte: etxerat.info (cas / eus)

Com base na entrevista divulgada pela Etxerat, o Gara publicou a reportagem: «Un abrazo una vez al año en la cárcel de Monsanto» [Não é de livre acesso]
Andoni Zengotitabengoa es el único preso vasco en Portugal. Este es el relato de su pareja, Iera Abadiano, sobre las condiciones en Monsanto y un régimen de visitas que corta los lazos entre las dos hijas y su padre, difundido por Etxerat.

A Guarda Civil prendeu em Bilbo uma pessoa acusada de «colaboração»

ASEH-Lisboa - Tue, 03/11/2014 - 23:33
A Guarda Civil prendeu esta madrugada, em Bilbo, Asier González Soreasu, que acusa de «colaborar com a ETA» em 2007 e 2008. A detenção ocorreu numa casa do bairro de Santutxu. Homens armados efectuaram buscas na herriko taberna do bairro e numa quinta de Dima (Bizkaia), na presença do detido, que deixou de estar incomunicável esta tarde. Será assistido amanhã pela sua advogada em instalações policiais.
Após a detenção, por volta das 2 das manhã, os militares efectuaram buscas na casa do detido aproximadamente durante quatro horas e também inspeccionaram uma garagem, na qual terão apreendido um carro, segundo divulgaram as agências espanholas.

De acordo com a informação divulgada pelo portal uriola.info, por volta das 7h00 González foi levado para a herriko taberna da Rua Iturriaga, no bairro de Santutxu, onde a Guarda Civil realizou buscas até às 12h30. Depois, levaram González algemado e retiraram algumas caixas do local. Enquanto duraram as buscas, a rua esteve cortada e a Ertzaintza vigiou o cordão policial instalado.

O portal referido afirma que a Ertzaintza não deixou passar o irmão do detido, que tentava levar-lhe os medicamentos de que necessita.

Cerca de meia centena de pessoas juntou-se no local para exigir a liberdade de González, gritando «Asier askatu», «Utzi bakean, alde hemendik» e palavras de apoio a Asier quando a Guarda Civil o levou.

Quando os responsáveis da herriko puderam aceder ao interior do espaço, depararam com os armários e as arcas frigoríficas abertas e as caixas de dinheiro vazias.

À tarde a Guarda Civil levou o detido para uma quinta localizada num monte próximo de Dima (Bizkaia), onde as buscas se prolongaram durante três horas. No final, Asier González foi levado para o Serviço de Patologia Forense de Bilbo, para que lhe fosse feito um exame médico. Espera-se que seja transferido para Madrid nas próximas horas.

Manifestações de protesto
 Habitantes do bairro de Santutxu, que hoje expressaram a sua solidariedade a Asier e protestaram contra a sua detenção numa conferência altamente participada, na Praça Karmelo, convocaram uma manifestação para hoje (20h00, Praça Egunkaria) e outra para a próxima sexta-feira (20h00, Praça Karmelo). Ambas terão como lema «Asier askatu. Konponbideari erasorik ez». / Ver: naiz.info / Reacção do Sortu / Vídeo: Conferência de imprensa massiva em Santutxu (Bilboko Uriola)

A Ahaztuak homenageou as mulheres antifascistas presas na cadeia de Saturraran

ASEH-Lisboa - Tue, 03/11/2014 - 23:32
Convocado pela associação Ahaztuak 1936-1977, realizou-se este domingo, 9 de Março, junto à praia de Saturraran (Mutriku, Gipuzkoa), um acto de homenagem às mulheres antifascistas que estiveram presas na cadeia que ali existiu.

No acto, pediu-se justiça para as vítimas do fascismo e recordaram-se as crianças e mulheres que morreram naquele presídio cruel, localizado entre Mutriku (Gipuzkoa) e Ondarroa (Bizkaia).
Em Saturraran, estiveram as mulheres que pagaram o preço da sua militância antifascista, por lutarem contra o franquismo, pela justiça social, pelo socialismo, por uma sociedade laica e pelos direitos das mulheres. [Os seus sonhos e esperanças, por que lutaram, foram punidas, perderam a vida, são também os nossos!]

Tal como fora anunciado, o acto de homenagem contou com a presença de Angeles Florez Peón, mulher de 95 anos que ali esteve presa. Para além de familiares de outras presas, estiveram no acto as sobrinhas-netas de Etelvina e Lucrecia Martínez Sálas, irmãs naturais de Campiellos (Sobrescobiu, Astúrias), que faleceram nesta prisão e foram enterradas no cemitério de Mutriku.

Saturrarango kartzelako emakumeei omenaldia [Koska Irratia]Ver: Turrune! e boltxe.info [Na imagem, cartaz da convocatória; no Turrune! há algumas fotos da homenagem.]

Apresentada em Bilbo a plataforma antifascista «Inoiz gehiago ez!»

ASEH-Lisboa - Tue, 03/11/2014 - 23:31
Diversos agentes sociais, sindicais e políticos juntaram-se na plataforma «Inoiz gehiago ez!», apresentada esta segunda-feira em Bilbo, para trabalhar de forma conjunta contra o «crescimento da extrema-direita». Já agendaram várias iniciativas no seu calendário.

A plataforma «Inoiz gehiago ez!» foi apresentada como uma ferramenta para coordenar uma resposta unitária «contra o fascismo, a xenofobia, o racismo, o sexismo e a LGBTfobia».

A «Inoiz gehiago ez!» é composta por forças políticas como Sortu, Aralar, Alternatiba, Eusko Ekintza, Ezker Anitza, EPK-PCE; a fundação José Unanue (CCOO) e outras organizações, como Ernai, Sare Antifaxista, Gorripidea, Gazte Abertzaleak, Gazte Komunistak, Basauriko Asanblada Antifaxista ou Boltxe Kolektiboa. Outros agentes sociais foram convidados a aderir à plataforma.

Segundo afirmaram na conferência de imprensa, decidiram reunir-se para trabalhar, em Euskal Herria, contra a «realidade» do «crescimento da extrema-direita» na Europa. Na mesma ocasião, deram também a conhecer as primeiras actividades que programaram.

Nos dias 14 e 15 de Março, haverá em Bilbo e Gasteiz, respectivamente, conferências sobre «o crescimento da extrema-direita numa Europa em crise». Participarão Arkaitz Iza, membro da CUP e militante antifascista do Vendrell; o jornalista e politólogo Bertran Cazorla; e David Karvala, militante de En Lluita e membro da Unitat contra el Feixisme i el Racisme.

Para dia 22, coincidindo com uma jornada internacional de acções contra o fascismo e o racismo, haverá uma manifestação nas ruas da capital biscainha (18h00, a partir da Praça Elíptica). / Ver: naiz.info / Áudio: HalaBedi Irratia

A AN espanhola deu ordens ao portal topatu.info para apagar vários vídeos

ASEH-Lisboa - Mon, 03/10/2014 - 23:34
A Audiência Nacional exigiu ao portal noticioso topatu.info que apagasse quatro vídeos da iniciativa Gazte Danbada, que se celebrou em Março e Abril de 2013 em Urduña (Bizkaia).

Em concreto, no resumo do acto principal da Gazte Danbada, solicita a eliminação das intervenções de Gotzon Elizburu e Irati Sienra (membros da organização juvenil abertzale de esquerda Ernai) e de Periko Solabarria.

A ameaça foi clara: caso os responsáveis não cumprissem a ordem, o portal seria encerrado num curto espaço de tempo. Assim, os membros do Topatu decidiram eliminar esses conteúdos, não sem denunciar o ataque que a decisão da AN representa contra este projecto e contra a liberdade de expressão. / Ver: topatu.info [Adi! Atenção!]

Rapper comunista Pablo Hasél defende a liberdade de expressão na AN espanhola

ASEH-Lisboa - Mon, 03/10/2014 - 23:33
Pablo Rivadulla, conhecido como Pablo Hasél, defendeu a liberdade de expressão no decorrer do julgamento que se realiza na Audiência Nacional espanhola, no qual o rapper é acusado de «enaltecer o terrorismo» através das suas canções.

Pablo Hasél, de 25 anos e que se encontra em liberdade provisória desde 5 de Outubro de 2011 - o dia seguinte à sua detenção, quando saía de casa, em Lleida (Catalunha) -, reconheceu ser o autor das canções que estão na base da acusação de «enaltecimento do terrorismo».

O artista, para quem o advogado de defesa pediu a absolvição, apelando à liberdade de expressão, afirmou ter divulgado as suas canções na Internet não para louvar o terrorismo, mas para partilhar a sua obra «como qualquer artista», e alegou ter direito a expressar as suas ideias comunistas.

Pablo Hasél considera que, se for condenado, também deviam ser julgados, por exemplo, realizadores de cinema que gravaram filmes sobre Che Guevara, autores de livros sobre Marx e «quem celebra o assassinato de imigrantes».

De acordo com a Procuradoria, Hasél lançou no portal de Internet YouTube uma dezena de arquivos de áudio e vídeo com canções de sua autoria com «expressões alusivas a grupos terroristas e a alguns dos seus membros, apoiando os mesmos, como o dirigente dos Grapo Manuel Pérez Martínez, Camarada Arenas, com comentários depreciativos para vítimas de atentados».

Ao ser questionado sobre estas canções, o réu insistiu: «Se amanhã me apunhalarem, você pode brindar e eu não vou pedir que a metam na prisão por isso», e afirmou ser «livre de pensar que os membros dos Grapo não são terroristas».

«Ninguém tem de me dizer quem devo admirar ou quem considero herói», disse, ao ser interrogado sobre o Camarada Arenas; em relação a este último, disse que nas suas canções o que fazia era pedir a liberdade de um preso.

O advogado de defesa pediu a absolvição do réu, considerando que não se está perante um crime que desvirtue o direito à liberdade de expressar ideias e opiniões; a evidência disso é o facto de, no processo judicial, não existir uma acusação particular, uma parte que se diga injuriada ou insultada.
O advogado considerou que «relacionar as letras das canções de Hasél com grupos terroristas concretos é um exercício de interpretação da magistrada». / Ver: naiz.info

Pablo Hasél - «Comunista» Pablo Hasél - «Libertad Presos Políticos»

Nafarroa: trabalhadores denunciam a privatização encoberta da limpeza hospitalar

ASEH-Lisboa - Mon, 03/10/2014 - 23:32
As trabalhadoras e os trabalhadores da limpeza hospitalar denunciam a privatização encoberta deste serviço público, apesar de o Tribunal de Contas de Nafarroa ter considerado que a gestão pública é mais barata que a privada. Os trabalhadores não aceitam a perda de postos de trabalho no Osasunbidea [Serviço Navarro de Saúde] e exigem que seja revertido o processo de adjudicação do que já foi privatizado.Os trabalhadores afirmam que a conselheira de Saúde do Executivo navarro, Marta Vera, está a preparar a privatização progressiva do serviço de limpeza do Complexo Hospitalar de Nafarroa (CHN) sem ter apresentado qualquer relatório a motivar tal decisão.

No seu comunicado, os trabalhadores recordam ainda que a limpeza do CHN já foi privada, mas que se tornou pública precisamente por uma questão de poupança; mais tarde, em 2004, um relatório do Tribunal de Contas evidenciava que, no Osasunbidea, a limpeza pública era mais barata que a privada.

Assim, para os trabalhadores a decisão «privatizadora» da conselheira da Saúde e da administração do CHN tem uma motivação «política e ideológica». «A mesma que conduziu à privatização do serviço das cozinhas, com o mau resultado que todas/os conhecemos», afirmam. / Ver: LAB e ahotsa.info

Manifestantes exigiram a libertação de Ibon Iparragirre em Ondarroa

ASEH-Lisboa - Mon, 03/10/2014 - 23:31
Cerca de cem pessoas participaram, ontem ao meio-dia, numa manifestação silenciosa pelas ruas da localidade biscainha de Ondarroa, entre a Alameda e a Zubi Barri, com o lema «Ibon askatu». Desta forma, os manifestantes protestaram contra a detenção e o encarceramento de Ibon Iparragirre, na sexta-feira passada, por ordem da Audiência Nacional espanhola, e exigiram a sua libertação.

Iparragirre tem uma doença grave e encontrava-se em casa desde Outubro de 2011, a cumprir pena em regime de prisão atenuada. Foi detido na sexta-feira pela Ertzaintza depois de o Supremo Tribunal espanhol ter confirmado as penas de prisão impostas a Iparragirre e a Asier Badiola.

Contudo, esta decisão é de difícil entendimento, quando, como enfatizou a Etxerat, a condição clínica de Iparragirre se mantém; por isso mesmo, essa associação pediu às autoridades espanholas que o artigo 92.º seja aplicado ao ondarroarra, bem como a todos os outros presos políticos com doenças graves. / Ver: naiz.info e lea-artibai

[Fotos] Em Ondarroa, grande jornada solidária com o preso Eneko Etxaburu

ASEH-Lisboa - Sun, 03/09/2014 - 23:34
Eneko Etxaburu (Ondarroa, Bizkaia) foi detido pela Polícia espanhola em Janeiro de 2008, com mais sete jovens da comarca de Lea-Artibai (Bizkaia), numa operação decretada pelo juiz Fernando Grande-Marlaska, que acusou os jovens de pertencer à organização revolucionária Segi.
Dos quatro jovens condenados a seis anos de cadeia (por entre graves denúncias de torturas durante o período em que permaneceram incomunicáveis em poder dos polícias), três foram libertados em Janeiro último; só Eneko continua na cadeia, em Logroño.
Nos últimos tempos, têm sido levadas a cabo várias iniciativas solidárias com o jovem ondarrutarra, para denunciar o facto de continuar preso «pelo seu trabalho político» e exigir a sua libertação. Dando seguimento a estas iniciativas, ontem realizou-se em Ondarroa uma jornada solidária com o filho da terra.
Entre outras actividades, o Elkartasun Egune incluiu uma sessão de envio de postais para Eneko - com óptima adesão, segundo refere o portal Turrune!. Seguiu-se um trikipoteo (música e copos) e um bertso bazkaria (almoço com bertsos, de que se vêm várias fotos). À noite, houve ainda animação musical. / Ver: aseh e Turrune!

Enekori idatzi / Escreve ao Eneko:
ENEKO ETXABURU MARKUERKIAGA
Centro Penitenciario LOGROÑO
calle vieja 200, 26006 (La Rioja)

Ontem como hoje: Não à NATO! Sim a Euskal Herria!

ASEH-Lisboa - Sun, 03/09/2014 - 23:33
A 12 de Março de 1986, Euskal Herria disse não à NATO. Para assinalar este facto, a Askapena convocou para quarta-feira concentrações em Gasteiz e Iruñea, bem como um vasto conjunto de iniciativas noutras localidades.

Há 28 anos, no referendo celebrado a 12 de Março de 1986 sobre a permanência do Estado espanhol na NATO (a que pertencia desde 1982), o povo basco mostrou-se a favor da soberania nacional e social de Euskal Herria, reivindicando o seu estatuto anti-imperialista, a sua liberdade e soberania. Com o não à NATO, o povo basco manifestou também o seu posicionamento contrário aos processos políticos, económicos e militares que ofendem a liberdade e a soberania dos povos do mundo.

No próximo dia 12 - «porque não podemos ignorar a nossa memória colectiva» - a Askapena fará suas novamente as ideias e os projectos de ontem e, tal como o povo basco o fez há 28 anos, dirá não à NATO, ao imperialismo e, acima tudo, reivindicará a soberania de Euskal Herria.

Assim, a organização internacionalista basca convocou uma concentração para a próxima quarta-feira de manhã frente ao Parlamento de Gasteiz e outra, à tarde, frente à Delegação do Governo espanhol em Iruñea, pedindo às instituições bascas e espa
nholas que respeitem o clamor de há 28 anos em Hego Euskal Herria.

Para além disso, a Askapena organizou um vasto conjunto de iniciativas em diversas localidades de Euskal Herria para explicar o que é a NATO e para recordar e divulgar a luta levada a cabo no País Basco contra a organização referida.

Declarações em castelhano e em euskaraAtzo eta gaur NATOri ez EUSKAL HERRIARI bai! / Ver convocatórias agendadas: askapena.org

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