Take up the fight and join in the long battle for the noblest of causes, the Liberation of (Wo)Mankind

Bob Dyle

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EH Lagunak (pt)

«Hemos mostrado nuestra disposición para que es@s kides no se queden sin cobertura política y asistencial»

ASEH-Lisboa - Mon, 06/20/2016 - 22:34
[Comunicado do Movimento pró-Amnistia] Estas últimas semanas hemos sabido que a algunos presos políticos vascos se les había retirado la cobertura política y jurídica. Ante esta situación, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere manifestar lo siguiente:
[...]
Nuestro Movimiento preveía este escenario y por ello adquirió el compromiso de no dejar por el camino a ningún luchador ni luchadora. Ante esta situación, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere anunciar a Euskal Herria que garantizará la cobertura política, humana y asistencial a estos compañeros. / Ver: amnistiAskatasuna (cas / eus)

Em Iruñea, recordou-se que a dispersão é um «castigo adicional»

ASEH-Lisboa - Mon, 06/20/2016 - 22:33
Sob o lema «Stop dispertsioa», realizou-se ontem, na capital navarra, uma manifestação contra a dispersão convocada pela organizações Sare e Etxerat. Os organizadores recordaram que esta política, para além de representar um «castigo adicional» para os familiares dos presos políticos bascos, infringe também a legislação europeia.

«É tempo de começar a mudar as políticas prisionais, e é isso mesmo que iremos pedir ao novo governo que sair das eleições espanholas», disse Aitor Etxeberria, da Sare. A este propósito, lembrou que os familiares são obrigados a fazer mais de mil quilómetros todas as semanas, pondo as suas vidas em risco.

«Sabemos que é hora de acabar com a dispersão. Não há desculpas. Novos tempos exigem novas fórmulas», reivindicou a Sare. Centenas de pessoas associaram-se a estas reivindicações em Iruñea. Antes da mobilização, várias pessoas conhecidas juntaram-se à convocatória das duas organizações, como o bertsolari Julio Soto e o pintor Xabier Morras. / Ver: Berria

Carlos Fazio: «La guerra del régimen mexicano contra el magisterio»

ASEH-Lisboa - Mon, 06/20/2016 - 22:32
En esos estados del sur-sureste mexicano, donde predomina la propiedad colectiva de la tierra y que han sido destinados a sufrir profundas reconfiguraciones territoriales, económicas y poblacionales vía el despojo neocolonial, el papel de las maestras y los maestros −como formadores de una identidad nacional e impulsores de una pedagogía comunitaria, autonómica, autogestionaria, solidaria y emancipadora− se ha convertido en un obstáculo; de allí la guerra contrainsurgente y mediática de Peña y Nuño contra la CNTE, incluida la criminalización de la protesta y la detención y persecución de sus dirigentes. (lahaine.org)

«Bases da NATO na Europa e a ameaça das armas nucleares», de Rui NAMORADO ROSA (odiario.info)
Num fundamentado texto como é sempre uso, Rui Namorado Rosa diz no texto que hoje publicamos por que razão «a NATO é argumento e instrumento para, primeiro, duas grandes potências nucleares, e depois, uma só delas, terem efectivamente decidido sobre a defesa e a segurança no continente Europeu»; e acrescenta que não foi com a integração na NATO que Estados Europeus «adquiriram parte activa na negociação e garantia de segurança e Paz na Europa. Antes por isso mesmo a perderam, e tornaram-se corresponsáveis pela militarização na Europa e pela escalada de conflitos dramáticos no continente e na bacia do Mediterrâneo, de que todos somos vítimas».

«Muitos países europeus foram capturados para a visão estratégica da NATO e como instrumentos de influência política e militar da NATO sobre o nosso continente e para além dele. A União Europeia tem facilitado o avanço de tal visão militarista e percurso guerreiro».

Che: «Algunas reflexiones sobre la transición socialista» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - Mon, 06/20/2016 - 22:31
Na edição n.º 158 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», procede-se ao estudo de um excerto de «Algunas reflexiones sobre la transición socialista (Carta a Fidel Castro, Abril de 1965)». Amílcar Figueroa dá uma ajuda.

«Algunas reflexiones sobre la transición socialista» (Che)O texto pode ser lido aqui.

Ezkerraldea voltou a manifestar-se contra o desemprego e a exclusão social

ASEH-Lisboa - Sun, 06/19/2016 - 22:34
Centenas de pessoas participaram, ontem, na 23.ª Marcha de Ezkerraldea contra o desemprego, os cortes sociais e as despesas militares.
A mobilização, convocada por organizações sociais, sindicatos, a plataforma Berri-Otxoak e comissões de trabalhadores de muitas empresas da Margem Esquerda biscainha, visou denunciar a grave situação social e económica que afecta a comarca, e exigir medidas imediatas para combater a elevada taxa de desemprego e de exclusão social.

A marcha partiu ao meio-dia do Parque de Santurtzi e, depois de atravessar o município de Portugalete, terminou em Sestao, na Kasko plaza. Neste percurso por municípios da comarca de Ezkerraldea, os manifestantes denunciaram ainda as elevadas verbas destinadas às despesas militares, num contexto em que se reduz a atribuição de subsídios e prestações aos desempregados e às pessoas com graves carências. A corrupção e a precariedade laboral crescente foram outros alvos dos manifestantes. / Ver: herrikolore.org / Mais info e fotos: ecuador etxea

Em Oñati, voltou-se a pedir à Guarda Civil e às forças policiais espanholas que «bazem»

ASEH-Lisboa - Sun, 06/19/2016 - 22:33
A sexta edição do Fan Hemendik, dia de festa e reivindicação, celebrou-se ontem na localidade guiposcoana de Oñati, para reivindicar a «partida» da Guarda Civil e das forças policiais espanholas de Euskal Herria. [Na imagem vê-se uma faixa com um outro desamado em terras bascas: o delegado do Governo espanhol. O «Alde» é farpa lançada ao PP de Mariano, a propósito da campanha eleitoral e dos sentidos que o termo pode ter.]

Do programa faziam parte várias actividades e iniciativas. Ao meio-dia, a animação cresceu com o trikipoteo, um cortejo com paragens para copos em várias tabernas, ao som da trikitixa]. Seguiu-se o almoço, na Azoka Plaza, com muitos oñatiarras e gente vinda de fora. Umas 400 pessoas, no total.

Mais para o final da tarde, a manifestação, o acto principal e a peça de teatro – com dois «actores» vestidos de guardas civis – contaram também com um elevado nível de participação. «Apesar de termos esperança de que à sexta seja de vez, estamos preparados para continuar», afirmaram os organizadores.

Por certo animados por saberem que eram mais de 80 mil os que em Portugal se manifestavam em defesa da Escola Pública, os foliões ainda tiveram forças para roque&rol final.

A Guarda Civil tem um quartel em Oñati, e o desamor é antigo. Há muito que o povo oñatiarra denuncia as acções levadas a cabo pelo corpo militar espanhol em Debagoiena e lhe pede que desande, se faça ao caminho, baze da terra dos bascos. / Ver: Berria e goiena.eus / FOTOS: Fan hemendik, utzi bakean EH (goiena)

Nines Maestro: «No se presenta ninguna alternativa al capitalismo en estas elecciones»

ASEH-Lisboa - Sun, 06/19/2016 - 22:32
[Entrevista de cuartopoder.es a Ángeles Maestro, da Red Roja]
— Hasta ahora en Podemos se ha primado lo meramente electoral, el ganar las elecciones, para después, desde el Gobierno, impulsar cambios sociales. ¿Confía en esta teoría?

— No. Sin un pueblo organizado detrás dispuesto a la pelea un gobierno no se puede enfrentar a las mafias de las instituciones europeas, de la Troika. Para tener poder real hace falta un pueblo organizado y dispuesto a la pelea, y eso no se le está diciendo a la gente. A la gente se le está diciendo que votando se solucionarán los problemas. (cuartopoder.es via lahaine.org)

Jorge Cadima: «Provocadores NATOs»

ASEH-Lisboa - Sun, 06/19/2016 - 22:31
Se estão agora em curso as provocatórias manobras da NATO que «envolvem uma operação em tenaz, cercando o enclave russo de Kaliningrado», dentro de algumas semanas aquela aliança militar responsável por milhões e milhões de mortes irá comemorar o 75.º aniversário da invasão nazi da URSS com outra provocação: «blindados alemães irão atravessar [a polónia]de Oeste para Leste…». «É tempo de dizer basta a esta máquina de guerra, agressão e provocação». E também morte. (odiario.info)

«El papel desestabilizador de España en América Latina» (La Jornada)
[De Marcos Roitman Rosenmann] No es una acusación sin fundamentos, España juega un papel desestabilizador. Sus actos lo demuestran. Los insultos y la descalificación de los ex presidentes González, Aznar y ahora Rajoy en funciones, hacia Venezuela, dejan al descubierto el rol subordinado de España en su política exterior hacia América Latina, al asumir punto por punto la agenda de EEUU. A cambio reciben migajas: Obama vendrá a España a visitar a sus cipayos, verificar el estado del escudo antimisiles, comprobar la buena salud de las bases estadunidenses y la sumisión de sus subordinados.

Felipe de Bourbon vaiado na visita-relâmpago a Donostia

ASEH-Lisboa - Sat, 06/18/2016 - 22:34
O rei de Espanha e a mulher foram ontem a Donostia participar na inauguração da exposição «Tratados de Paz. 1516-2016», integrada na Donostia 2016, Capital Europeia da Cultura. No interior do Museu de San Telmo prevaleceu o tom formal e institucional, mas na Praça de Zuloaga cerca de 200 pessoas tornaram o repúdio ao monarca bem visível, com vaias, dedos do meio erguidos e palavras de ordem como «Esta não é a nossa paz», «Isto é um tratado de guerra».

No museu, que fica em frente à belíssima igreja gótica de San Bizente, Felipe de Bourbon e Letizia Ortiz foram acompanhados por um amplo leque de figuras institucionais - tratadas como morroiak [servos, criados] por quem se concentrou no lado de fora: o lehendakari, Iñigo Urkullu, a presidente do Parlamento de Gasteiz, Bakartxo Tejeria, o deputado geral de Gipuzkoa, Markel Olano, a presidente das Juntas Gerais de Gipuzkoa, Eider Mendoza, o presidente da Câmara, Eneko Goia, o delegado do Governo espanhol na CAB, Carlos Urquijo, o ministro espanhol da Cultura em funções, Iñigo Méndez de Vigo, o director-geral da Donostia 2016, Pablo Berástegui, e a responsável do museu, Susana Soto.

A animação, do lado de fora
No lado de fora, havia muito mais cor e animação - viam-se ikurriñas, bandeiras de Nafarroa, bandeiras republicanas espanholas, uma estelada (da Catalunha), bandeirolas a favor da amnistia e do repatriamento dos presos políticos bascos - e o ambiente era bem menos cinzento e... amarelo.

As cerca de 200 pessoas que ali se juntaram para dar as «boas-vindas» às figuras reais espanholas também não pouparam mimos aos acompanhantes, especialmente aos do PNV, a quem chamaram «criados dos espanhóis» e «servo do rei» (referindo-se ao presidente da Câmara), nem à «capital da cultura», que dizem ser a «cultura do capital».

À chegada e à ida, o Bourbon e a companheira, rodeados de comitiva militar, foram vaiados, por entre palavras de ordem contra a monarquia e a exigir que se fossem embora de Euskal Herria, a favor da independência do País Basco e da República espanhola, e também dos presos políticos bascos.

Na concentração estiveram, entre outros, a coordenadora geral da Ezker Anitza-IU, Isabel Salud, e diversos representantes da coligação EH Bildu e do sindicato LAB. Os primeiros exibiram uma faixa com o lema «Errepublikaren alde [pela República]. Proceso constituyente»; o EH Bildu exigiu «respeito pela palavra do povo» e na do LAB lia-se «Borboiak kanpora, independentzia» [fora com os Bourbons, independência]. / Ver: Berria, naiz e SareAntifaxista

LAB denuncia falta de pessoal e sobrecarga de serviço nos Correios de Araba

ASEH-Lisboa - Sat, 06/18/2016 - 22:33
A Secção Sindical do LAB dos Correos em Araba denuncia, em comunicado, a falta de trabalhadores e as jornadas de trabalho excessivas a que o pessoal é submetido diariamente. Para o sindicato, a situação deve-se sobretudo à não contratação de novos trabalhadores.

O LAB informa que a «sobrecarga laboral» se agravou com o voto por correspondência para as Eleições Gerais espanholas, tendo-se verificado nalgumas agências a ocorrência de longas filas, especialmente no turno da tarde.

Prevê-se que, nos próximos dias, os trabalhadores continuem sujeitos a «sobrecarga de serviço», com o prejuízo daí decorrente para eles e para os utentes em geral, caso não sejam tomadas medidas oportunas, revela o LAB, que acusa os sindicatos CCOO, UGT e CSIF de serem responsáveis por esta situação, na medida em que chegaram a um acordo com os Correos que «dá à empresa via livre para não contratar».

A representação sindical do LAB nos Correos de Araba informa que já solicitou uma reunião com carácter de urgência às diversas chefias e à Comissão de Seguimento do Centro Directivo para analisar a situação e as concretizar soluções. / Ver: LAB

Cartas dos EHL para os presos políticos bascos em Algorta

ASEH-Lisboa - Sat, 06/18/2016 - 22:32
Todas as sextas-feiras tem lugar em Algorta (Getxo, Bizkaia) uma concentração para exigir o regresso a casa dos presos políticos bascos. Membros dos Euskal Herriaren Lagunak (EHL; Amigos do País Basco) estiveram presentes na desta semana.
No local, os representantes dos EHL entregaram a membros da associação Etxerat as cartas que os amigos do País Basco escreveram aos presos, no âmbito da campanha «Preso bat, gutun bat» [um preso, uma carta].
Para além disso, procedeu-se à leitura de duas cartas: uma escrita pelos EHL e outra por um preso político, como resposta. No final, alguns «solidários» apareceram com tochas. / VÍDEOS da iniciativa: askapena.org

Marat: «Anticomunismo y prefascismo»

ASEH-Lisboa - Sat, 06/18/2016 - 22:31
Hoy la pantalla, el vídeo de youtube o la última simpleza viralizada en twitter, son el soma desde el que se trata a la audiencia, no como público, ni siquiera como personas, sino como epsilones cuya función excluye el pensar y se centra en repetir como reflejos condicionados los eslóganes de una absurda campaña plagada de elipsis, ocultaciones y mentiras y en aplaudir a unos líderes mezquinos a la altura de un tiempo mediocre.

Es en ese contexto de desmemoria, vacío de contenidos, disimulos, engaños, cinismo y reideologización reaccionaria, donde todos corren para situarse más y más a la derecha, las 4 candidaturas principales de esta campaña vomitan su anticomunismo más repulsivo. Unos (PP, PSOE, Ciudadanos) acusando a los otros de comunistas, bolivarianos, «extremistas». Los otros (Unidos Podemos) girando, ante cada acusación de radicales por sus tres competidores, otros 30 grados a la derecha y añadiendo una ristra de nuevos insultos a los comunistas para tranquilizar a los sectores más reaccionarios (amplios) de sus potenciales votantes y al capital, que ya le ve como su caballo de refresco (lahaine.org)

«Alfon: um ano depois, continua preso porque lutou contra as políticas anti-sociais e anti-trabalhadores» (manifesto74)
[De Lúcia Gomes] Ontem, 17 de Junho, conta-se um ano sobre a prisão de um jovem trabalhador, do Estado Espanhol, de Vallecas. Um ano de uma prisão injusta, sem quaisquer garantias processuais, com alterações de provas e acusações falsas.

Na passagem dos seis meses, deixei aqui ficar um texto que conta as manobras de culpabilização e de mentira da justiça espanhola para prender trabalhadores, activistas, sindicalistas. E convém relembrar que normalmente, não leva muito tempo a que as mesmas práticas se repitam do lado de cá. Por isso mesmo, deixo de novo o texto. Um jovem, já terá 25 anos, encarcerado porque lutou contra as políticas anti-sociais e contra os trabalhadores. E, essa notícia, não chega cá. Como sempre.

Sindicatos apontam «falta de prevenção» como razão para acidentes laborais

ASEH-Lisboa - Thu, 06/16/2016 - 22:34
Um trabalhador de 47 anos morreu ontem em Abanto (Bizkaia), ao rebentar a bomba hidráulica com que lidava. Trata-se do 24.º acidente de trabalho mortal ocorrido em Euskal Herria este ano. Os sindicatos ELA, LAB, ESK, EHNE, Steilas e Hiru realizaram, hoje, uma concentração de protesto junto à empresa Emica Bombas.

O trabalhador, de Zalla (Bizkaia), era filiado no sindicato ELA, que, numa nota, expressou o seu apoio à família do sinistrado e criticou um modelo laboral em que «falham as medidas de prevenção», valorizando-se antes «a produção», num contexto de «precarização crescente das condições de trabalho».

Para o sindicato, é fundamental que as empresas e as instituições tomem medidas no sentido de «melhorar a segurança e a saúde no trabalho», cumprindo com as normas estipuladas nesta matéria.

Paralisações e concentração
Em protesto contra o acidente e em sinal de luto, os trabalhadores da empresa estão a realizar paralisações, que vão prolongar-se até amanhã.

Hoje, os sindicatos ELA, LAB, ESK, EHNE, Steilas e Hiru promoveram uma concentração à entrada das instalações da empresa e exigiram o rápido apuramento de responsabilidades. / Ver: argia e ELA

Ospa denunciou convite às escolas para as «portas abertas» da Guarda Civil

ASEH-Lisboa - Thu, 06/16/2016 - 22:33
A Guarda Civil realizou ontem, 15, uma jornada de «portas abertas» nos Capuchinhos de Altsasu (Nafarroa), onde exibiu material diverso da corporação. O Movimento Ospa [Baza] mobilizou-se, exigiu a desmilitarização de Euskal Herria e criticou a iniciativa dos militares como «antipedagógica».

A Guarda Civil convidou para a exposição das «portas abertas» todas as escolas de Altsasu, no âmbito do Plano de Convivência Escolar e de Maior Segurança. Para o Ospa, por muito que os organizadores alardeiem os valores da «convivência e da paz», a iniciativa é antipedagógica. Quanto às «portas abertas», são todos a favor, mas para que a Guarda Civil «saia por elas e se vá embora».

Diversas pessoas foram até aos Capuchinhos para denunciar a iniciativa, mas foram dali corridas pela Polícia, que alegou que o espaço era privado. O Ospa afirma que, apesar das tentativas de a esconderem, a repressão das forças de ocupação é bem visível no vale de Sakana e que jamais irão aceitar que estas forças tentem doutrinar as crianças à entrada das escolas. / Ver: topatu.eus, hitzondo.net e guaixe.eus

Santurtzi recordou os filhos da terra mortos pela repressão do Estado espanhol

ASEH-Lisboa - Thu, 06/16/2016 - 22:32
Roke Xabier Mendez Villada, Poeta (morto a tiro pela Polícia em Hondarribia – Gipuzkoa –, em 1974)
Normi Mentxaka (morta a tiro por «ultras» numa manifestação pró-amnistia, em 1976)

Joxe Marí Maruri (morto num acidente, em 1998, quando ia visitar o filho na cadeia)

Igor Angulo (morto na prisão de Cuenca, em 2006)
Endika Iztueta Barandica (morto no exílio, em Cabo Verde, em 2008)

Mais fotos: ttipi ttapa santurtzi

«El tratamiento mediático del movimiento social: incontrolados y secuestros»

ASEH-Lisboa - Thu, 06/16/2016 - 22:31
[De Saïd Bouamama] El movimiento de protesta contra la Ley [de reforma laboral] El Khomri es portada en los principales medios de comunicación [franceses] desde hace varias semanas. La inscripción en la duración le confiere una dimensión de analizador de estos medios de comunicación que parecen cumplir más que nunca una función social precisa, la que Serge Halimi denominó la de los «nuevos perros guardianes» parafraseando a Paul Nizan, el cual atribuía esta función a los «filósofos» al servicio de las clases dominantes. Sin ser exhaustivo, el análisis de tres leitmotivs mediáticos permite cuestionar la producción cotidiana de una visión dominante que a pesar de su pátina de objetividad participa en las actuales luchas sociales. (boltxe.eus)

«América, crise do capitalismo, crise do progressismo» (odiario.info via Diário Liberdade)
[De Partido Comunista do México] O desassombrado documento que hoje publicamos é um sereno exercício de crítica revolucionária sobre a preocupante situação de regressão existente na América Latina e no Caribe.

Esta análise debruça-se, sem subterfúgios nem subentendidos e com inusual frontalidade, sobre as derrotas que se avizinham para os povos daquela região, e daí se parte para a conclusão que «o PCM deve manter a sua política de contra-ataque, de ruptura radical com o capitalismo e a luta pelo poder operário»; e se prevê o advento de uma crise política e ideológica que «pode apresentar semelhanças com a crise política e ideológica dos anos 90 que se seguiu ao triunfo da contra-revolução na URSS». [em castelhano: lahaine.org]

CCOO e UGT já não são maioria sindical em Nafarroa

ASEH-Lisboa - Wed, 06/15/2016 - 22:34
Os últimos dados oficiais emitidos pelo Departamento de Desenvolvimento Económico revelam um elemento histórico: UGT e CCOO já não são maioria sindical em Nafarroa. Juntos, os dois sindicatos representam 49,71% dos trabalhadores.
O LAB refere que, desde 2009, tem vindo a ocorrer uma mudança lenta mas contínua na correlação de forças entre o bloco da «concertação» (UGT-CCOO) e o do «sindicalismo combativo» (LAB e ELA).

Enquanto CCOO e, sobretudo, a UGT perdem representatividade, o LAB é o sindicato cuja representação mais sobe - quase 20%. Em número de representantes, UGT e CCOO perderam 803 relativamente a 2009, o ELA perdeu 42 e LAB teve mais 50.

O LAB assinala que, apesar da «promoção» empresarial de que gozaram, UGT e CCOO, os sindicatos que durante 20 anos protagonizaram a concertação social com o patronato e a UPN, perderam a maioria sindical.

Neste contexto, afirma que é incompreensível que o Governo de Nafarroa mantenha o Conselho de Concertação Social, considerando-o «ainda mais deslegitimado que antes», pelo que solicita ao Governo a sua dissolução. Mostra-se também disponível para participar na definição e formação de um Quadro Próprio de Relações Laborais. / Ver: LAB e ahotsa.info

Um tribunal britânico autoriza a extradição de Antton Troitiño

ASEH-Lisboa - Wed, 06/15/2016 - 22:33
O juiz Howard Riddle, do Tribunal de Magistrados de Westminster, autorizou novamente a extradição de Antton Troitiño, reclamada pelo Estado espanhol. A defesa conta com sete dias para recorrer da decisão, no Tribunal Superior de Londres.

O magistrado considera que «não existem impedimentos» para que o donostiarra seja entregue às autoridades espanholas, que exigem a sua extradição acusando-o de «pertencer a organização terrorista e falsificação de documentos». Num processo anterior, o juiz já tinha rejeitado a acusação de «falsificação».

O Tribunal de Westminster iniciou em Fevereiro último o quarto processo de extradição contra Troitiño, que se apresentou voluntariamente no tribunal e ficou em liberdade condicional. Entre 2013 e 2015, os britânicos rejeitaram por três vezes os pedidos de extradição realizados pela AN espanhola.

Perseguição ad hoc constante
Trotiño saiu da cadeia em 2011, depois de cumprir 24 anos de pena; contudo, o regime espanhol aplicou-lhe a chamada «doutrina Parot», prolongando-lhe a pena até 2017. Quando o Tribunal de Estrasburgo decretou a nulidade da doutrina Parot, o tribunal especial espanhol acusou-o de «ter entrado novamente na ETA». / Ver: Berria e naiz

Festa em Errigoiti e Gernika com o regresso de Jone Amezaga

ASEH-Lisboa - Wed, 06/15/2016 - 22:32
A jovem biscainha saiu no sábado de manhã da cadeia de Brieva (Ávila, Espanha), onde era esperada por familiares e amigos, depois de ter cumprido os 18 meses de pena a que foi condenada pelo tribunal de excepção espanhol.

Por volta das 14h00, chegou a Errigoiti (Bizkaia), onde os seus conterrâneos a receberam com um ongi etorri cheio de emoção e festa. Não faltaram os beijos e os abraços, os talos [comida] e um aurresku.

Ao fim da tarde, a festa mudou-se para Gernika. Muita gente fez questão de aparecer junto à Arrano taberna, e Amezaga foi recebida com uma grande salva de palmas. A ex-presa foi ainda brindada com os bertsos do seu pai, Xabier Arriaga, Txiplas, e de Onintza Enbeita.

Depois de receber um ramo de flores e dizer algumas palavras aos presentes, teve ainda oportunidade de retirar a sua foto pendurada numa das paredes da taberna.

Ongi etorri, Jone! [Jone Libre]Ver: Busturialdea Hitza / FOTOS: ongi etorri a Amezaga em Gernika (BH)

Borroka Garaia: «¿Está pasado de moda ser abertzale?»

ASEH-Lisboa - Wed, 06/15/2016 - 22:31
Cuando surgió el concepto de pueblo trabajador vasco desde el nacionalismo de izquierda, se estaba pensando con ello cómo estructurar a la clase trabajadora vasca no desde un nacionalismo o patriotismo cualquiera sino en uno inclusivo y abierto en el sentido de una comunidad humana dialéctica y basada en la libertad y la emancipación de los y las de abajo. No en ningún tipo de chouvinismo. Tampoco sobre la superioridad o la inferioridad y teniendo además un fuerte arraigo internacionalista. Tras las décadas pasadas desde entonces no cabe más que reafirmarse en esa concepción de la nación o comunidad vasca propuesta por el nacionalismo revolucionario vasco (BorrokaGaraiaDa)

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