After climbing a very high mountain, we discover that there are many other mountains to climb

Nelson Mandela

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EH Lagunak (pt)

Reportagem: «Como os EUA exportam os seus golpes de Estado»

ASEH-Lisboa - Wed, 03/19/2014 - 23:31
No programa «RT investigaciones», Jelena Milincic revela o historial da ingerência dos Estados Unidos, incluindo o seu envolvimento em diversos «golpes de Estado», em vários países do mundo. / Ver: RT Investigaciones via boltxe.info

A UPN exclui o EH Bildu do txupinazo do San Fermin e prolonga a discriminação ideológica

ASEH-Lisboa - Tue, 03/18/2014 - 23:34
Para os vereadores da coligação abertzale, a decisão do autarca de Iruñea, Enrique Maya, de excluir o grupo municipal do Bildu do lançamento do txupin dos sanfermines responde ao «sectarismo antidemocrático da UPN».

Este ano, seguindo a rotatividade, cabia ao Bildu, quarta força política na Câmara Municipal de Iruñea, lançar o foguete do início das festas pamplonautas; contudo, Enrique Maya decidiu que será o presidente do comité local da Cruz Vermelha, Mikel Martínez, a exercer essa função, com o argumento de que a organização humanitária cumpre 150 anos.

O ano passado, o vereador do PSN Eduardo Vall lançou o foguete juntamente com um representante da ONCE, que fazia 75 anos. Este ano, Maya decidiu que essa fórmula não tinha cabimento.

Assim, a UPN prossegue com a política da discriminação ideológica, impedindo as forças da esquerda abertzale de assumir o protagonismo referido no início das festas. Em 2010, calhava a vez à EAE-ANV, mas foi a Comparsa de Gigantes e Cabezudos quem lançou o foguete; em 2000, era a vez do EH, mas quem o lançou foi o Osasuna.

«A UPN continua presa ao passado, empenhada em manter uma estratégia discriminatória na cidade. A UPN não está só a excluir um grupo municipal ou uma opção política legitimamente representada no Município; está a excluir, como é seu hábito, a parte da cidade, o sector que sempre excluiu», salientaram as vereadoras Eva Aranguren e Patricia Perales, que defenderam a necessidade de «construir um novo modelo de cidade». / Ver: naiz.info / Ver também: Berria e Sanduzelai_Leningrado

Concentração em Iruñea pelos direitos dos presos

ASEH-Lisboa - Tue, 03/18/2014 - 23:33
Ontem à tarde, como acontece às segundas-feiras, realizou-se uma concentração frente à sede do PP na capital navarra para reivindicar o direito dos presos políticos bascos a viverem em Euskal Herria.
Estiveram presentes 65 pessoas; nas faixas que exibiram podia ler-se: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira», «La dispersión mata» e «Epaiketa politikorik ez / No a los juicios políticos». / Ver: lahaine.org

Carlos Aznárez: «Contra la campaña de terrorismo mediático que sufre Venezuela»

ASEH-Lisboa - Tue, 03/18/2014 - 23:32
Frente a esta campaña de aliento al golpe de Estado contra el gobierno de Nicolás Maduro y el pueblo de Venezuela, se hace necesario y urgente que quienes nos definimos como trabajadores de prensa en el más amplio de los términos (incluyendo por supuesto a quienes laboran en medios comerciales), comunicadores sociales, periodistas de medios alternativos y de contrainformación, y todas y todos aquellos que rechazamos la ofensiva del terrorismo mediático contra los procesos revolucionarios y progresistas de nuestro continente, HAGAMOS OIR NUESTRAS VOCES DE PROTESTA Y REPUDIO al acoso que sufre hoy Venezuela Bolivariana. (Resumen Latinoamericano via lahaine.org)

«Romper la alambrada de espino», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Es inconcebible una etapa democrática en Euskal Herria donde la palabra de la sociedad vasca sea papel mojado y siga habiendo exiliados y presos. Hacer valer esa palabra y traer a los presos y exiliados a casa es por tanto la solución y eso pasa por acabar con la imposición.

«Comunicado de Pablo Hasél», de Pablo HASÉL (boltxe.info)
En resumidas cuentas, las preguntas de la fiscal giraron entorno a posicionarme o no a favor de la lucha armada. Me preguntó una y otra vez que si seguía pensando lo mismo que en aquellas viejas canciones, si seguía celebrando las acciones contra los capitalistas, que por qué decía que el camarada Arenas es un héroe, etc. Le respondí que no tienen que decirme a quien debo admirar o no y que puedo celebrar lo que quiera

Kantu Jira: «Euskal kantak» pelas ruas de Donostia

ASEH-Lisboa - Tue, 03/18/2014 - 23:31
Muita cantoria (e alguma dança) tradicional nas ruas da capital guipuscoana, no sábado passado, Dia do Compromisso / Konpromiso Eguna. [Eskunabarrak]

Mais um despejo em Barakaldo, com intervenção dura da Ertzaintza

ASEH-Lisboa - Mon, 03/17/2014 - 23:34
Tal como o Movimento Popular de Barakaldo (Ezkerraldea, Bizkaia) tem vindo a denunciar, em vez de diminuir, os despejos continuam a aumentar no município. O mais recente ocorreu esta manhã no bairro de Bagatza. A Ertzaintza bateu em várias pessoas que compareceram no local em solidariedade com o visado, um homem que foi expulso de uma casa arrendada através da Alokabide (sociedade pública do Governo de Gasteiz que gere a habitação social).

A PAH Bizkaia tinha enviado à sociedade pública Alokabide vários pedidos para que retirasse as ordens de despejo «contra inquilinos que não podem pagar a renda, mas que são devedores de boa-fé», mas o Governo de Gasteiz não atendeu a tais solicitações.
No caso do homem hoje expulso de sua casa, a dívida abrangia um ano, até Agosto de 2013, altura em que, em virtude da sua situação profissional, pôde voltar a pagar renda novamente. Contudo, a Alokabide e a pessoa em causa não chegaram a acordo quanto ao pagamento, e o caso acabou por se revolver da pior maneira.

Há cinco meses este despejo tinha sido travado, mas hoje cinco viaturas da Ertzaintza apareceram no local para garantir a sua concretização, na presença da Comissão Judicial. Para tentar impedir a acção, hoje cerca de 40 pessoas responderam ao apelo feito pela PAH Bizkaia Kaleratzerik Ez!. Este colectivo afirmou que a Polícia autonómica utilizou bastões extensíveis, que bateu em várias pessoas e que uma delas ficou ferida depois de ser empurrada pelos agentes e bater com a cabeça no bordo do passeio (mas os ferimentos não são graves).

O colectivo afirmou também que este caso vem desmentir as palavras da vice-conselheira da Habitação, Covadonga Solaguren, que numa nota emitida em Fevereiro afirmara que a Alokabide «não despeja ninguém por carecer de recursos económicos exclusivamente». / Ver: herrikolore.org e naiz.info

Os presos políticos bascos Iñigo Otazua, Oihana San Vicente e Andoni Sarasola foram libertados

ASEH-Lisboa - Mon, 03/17/2014 - 23:33
O preso político basco Iñigo Otazua (Algorta, Getxo) saiu hoje de manhã da cadeia de Topas (Salamanca), depois de cumprir 20 anos de pena. Oihana San Vicente (Agurain, Araba) e Andoni Sarasola (Lesaka, Nafarroa) também foram libertados.

O preso de algortarra Iñigo Otazua, Oti, era esperado à saída da cadeia de Topas por familiares e amigos, que foram identificados pela Guarda Civil num controlo frente ao presídio.

O algortarra foi detido em 1994 em Areeta (Getxo), juntamente com Iñaki Gonzalo Casal, Kitxu (libertado em Novembro do ano passado), Andoni Muñoz de Vivar e Angel Figueroa, que faleceu há um ano, a 14 de Março de 2013, quando cumpria pena em casa.

O ex-preso já se encontra a caminho de Euskal Herria, devendo chegar a Algorta esta tarde. Oti passou pelas prisões de Carabanchel, Alcalá, Cuenca, Basauri e Topas, onde esteve nos últimos 14 anos, a 489 quilómetros de Algorta.

De acordo com a informação divulgada pela Etxerat, foram também hoje libertados a presa política aguraindarra Oihana San Vicente e o lesakarra Andoni Sarasola. Foram ambos detidos no Estado francês em 2009. A primeira na Bretanha, em Outubro, e o segundo nos Alpes, em Agosto. / Ver: naiz.info e ukberri.net

Solidariedade com a Revolução Bolivariana em Gasteiz

ASEH-Lisboa - Mon, 03/17/2014 - 23:32
A Revolução Bolivariana já foi alvo de vários ataques por parte da oligarquia e da direita local e estrangeira. Agora, face a mais uma tentativa de «golpe de Estado» empreendida pela «extrema-direita venezuelana, com o apoio militar e mediático dos EUA», a organização internacionalista basca Askapena faz questão de transmitir «toda a solidariedade» ao processo bolivariano.
Assim, organizou um conjunto de iniciativas solidárias com a República Bolivariana da Venezuela, que irão decorrer em Gasteiz nos próximos dias.

Dia 20 de Março
19h00: concentração nos Correios
«Contra el golpe de Estado solidaridad con la Revolución en Venezuela»
20h00, na Sorginak taberna: documentário
«Fuegos bajo el agua: geografías de la política»

Dia 26 de Março
19h00, no m3moria gunea: conferência de Luismi Uharte
«Herri boterea iraultza bolivartarrean» [o poder popular na revolução bolivariana]. / Ver: gazteiraultza.info

Entrevista de Ida Garberi ao comandante Jesús Santrich (FARC-EP)

ASEH-Lisboa - Mon, 03/17/2014 - 23:31
«Comandante Jesús Santrich de las FARC-EP: basta la luz del alma para ver en las tinieblas»

«Yo tuve que hacerme guerrillero en gran medida por sensibilidad social, mi país tiene muchos problemas de orden político y económico, sobre todo de miseria y segregación política respecto a la mayoría, pero también es una determinación que se deriva de esta misma situación de exclusión, carencia de libertad, la falta de espacios abiertos para la participación política. Esta ausencia de democracia obliga a buscar caminos que permitan adelantar una lucha para lograr los cambios, que en este caso son cambios profundos y estructurales de nuestra patria, Colombia». / Ver: lahaine.org

[Ida Garberi é jornalista do Cubadebate; Jesús Santrich faz parte do Estado-Maior Central das FARC-EP e é membro da Delegação de Paz desta organização nas conversações de Havana]

O Mugitu! ocupa o Museu Ferroviário de Castejón em protesto contra o TGV

ASEH-Lisboa - Sun, 03/16/2014 - 23:33
Na acção, os membros do Mugitu! criticaram o facto de a maior parte dos investimentos ferroviários se destinarem ao TGV, pelo que as actuais vias ferroviárias serão prejudicadas.

Numa nova acção contra o TGV levada a cabo no Museu Ferroviário da localidade navarra de Castejón, o Mugitu! afirmou que esta infra-estrutura irá representar «uma importante eliminação dos serviços ferroviários actuais», na medida em que a maior parte dos investimentos neste sector serão destinados à construção e manutenção do TGV.

Cerca de trinta pessoas provenientes da Ribera, Zona Média e Iruñerria ocuparam o museu referido de forma simbólica. Depois de acederem à açoteia do edifício, abriram uma faixa de grandes dimensões e fizeram soar sirenes para chamar a atenção dos habitantes da localidade.

Durante a acção de protesto, os participantes gritaram palavras de ordem contra o TGV e distribuíram folhetos informativos nas imediações do museu, localizado na Praça de Castejón. Para além disso, os participantes na acção doaram ao museu uma urna transparente com uma tarte de merengue no interior, para
que «de agora em diante» esteja exposta no museu «como símbolo da luta contra esta infra-estrutura». Ao mesmo tempo, retiraram do museu um TGV em miniatura integrado na maqueta da estação de Castejón.

Os participantes na acção abandonaram o museu minutos antes da hora de encerramento (14h00). Pouco tempo depois, apareceram a toda velocidade várias patrulhas da Polícia Foral, da Guarda Civil e da Polícia Nacional. Os primeiros identificaram dois fotógrafos que faziam a cobertura noticiosa no exterior do edifício; para além disso, dez pessoas foram identificadas, revistadas e retidas durante uma hora em diversos controlos efectuados por a localidade. / Ver: ahotsa.info / Ver também: lahaine.org / Fotos: Ocupação do Museu Ferroviário (ekinklik.org)

Centenas de pessoas manifestaram-se em defesa da ikurriña e das liberdades em Iruñea

ASEH-Lisboa - Sun, 03/16/2014 - 23:32
Respondendo à convocatória da Iruñea Askatasunez, centenas de pessoas manifestaram-se nas ruas da capital navarra para protestar contra a sentença que condenou vários jovens pelos incidentes ocorridos no txupinazo festas de San Fermin de 2010, em que diversas pessoas tentaram meter uma ikurriña gigante na Praça do Município.

Ao longo da marcha, à frente da qual seguiam uma ikurriña e uma bandeira navarra, os manifestantes fizeram ouvir palavras de ordem contra a UPN. Na intervenção final, os promotores da iniciativa recordaram os casos de corrupção desse partido e o processo aberto contra o chefe da Polícia Municipal, tendo-se ainda referido à placa em memória de Ángel Berrueta, descerrada na quinta-feira passada, no décimo aniversário do seu assassinato, e retirada pela Polícia poucas horas depois.

Afirmaram ainda que a UPN faz da ikurriña um caso «para esconder os seus problemas» e defenderam que a cidade precisa de «uma mudança urgente».

Em defesa da ikurriña e das liberdades [ahotsa]Ver: naiz.info e ahotsa.info / Fotos: guztion Iruñea askatasunean (ekinklik.org)

Luis Britto García: «Chávez y la cultura»

ASEH-Lisboa - Sun, 03/16/2014 - 23:31
La cultura es el ser de una sociedad. El ser es ante todo conciencia, y conciencia de sí. Las sociedades existen desde que adquieren conciencia de sí mismas. La cultura es a la vez la inmortalidad personal y la del colectivo. El hombre y las comunidades siguen existiendo en las obras y las ideas perdurables. La cultura, como el trabajo, surge del esfuerzo conjunto de la colectividad. (boltxe.info)

«Venezuela: De nuevo el garrote yanqui», de Ángel GUERRA CABRERA (lahaine.org)
El fascismo surge, en esencia, cuando los burgueses deciden usar la violencia basada en el racismo y el odio a los pobres para derrocar al régimen constitucional, disolver sus instituciones y cazar luego a sus partidarios porque ya la democracia burguesa no les permite seguir controlando a las mayorías.

«Um escândalo silenciado: O Programa dos Estados Unidos para a deserção de cooperantes médicos cubanos», de José MANZANEDA (odiario.info)
A solidariedade cubana prestada a outros países através da deslocação de dezenas de milhares de médicos e outros profissionais de saúde constitui um dos mais notáveis exemplos de internacionalismo do nosso tempo. A essa incomparável acção humanitária o imperialismo responde com os mais rasteiros métodos mafiosos.

Centenas de pessoas mobilizaram-se pelo emprego e contra o empobrecimento em Ezkerraldea

ASEH-Lisboa - Sat, 03/15/2014 - 23:34
Cerca de 600 pessoas participaram ontem de manhã numa «Marcha por Ezkerraldea», parando em frente a várias instituições para denunciar as situações de desemprego, precariedade, pobreza e os cortes nas prestações sociais que afectam milhares de pessoas e famílias na comarca biscainha.

A marcha terminou na Kasko Plaza, em Sestao, e foi composta por duas colunas, uma proveniente de Santurtzi e outra de Bilbo (os participantes nesta última apanharam o comboio até Barakaldo, e só daqui marcharam até Sestao).

Desemprego, precariedade, empobrecimento
De acordo com os dados da Berri-Otxoak, Plataforma contra a Exclusão Social e de defesa dos Direitos Sociais, na comarca de Ezkerraldea há 22 525 desempregados, 56% dos quais não recebem qualquer tipo de prestação; 40 mil pessoas trabalham com um contrato precário e 1800 trabalham em grandes superfícies comerciais auferindo salários inferiores a 500 euros por mês; 50 mil famílias são atingidas pela pobreza e têm sérias dificuldades para chegar ao fim do mês; cerca de 6000 pessoas recorrem ao Banco Alimentar ou aos refeitórios da Cáritas. Nos últimos dois anos, 1200 famílias foram despejadas das suas habitações.
Marchas da Dignidade
Convocadas pela plataforma GUNE, que inclui a maioria dos sindicatos bascos e cerca de meia centena de colectivos sociais, diversas marchas andam a percorrer o território basco, no âmbito da campanha contra a pobreza que tem como lema «Nos arrastran la empobrecimiento y la precariedad. Euskal Herriak bere bidea». As marchas começaram no dia 11 deste mê e prolongam-se até dia 20, em Iruñea, onde terá lugar uma manifestação e o acto final da iniciativa. No dia 22, a GUNE também na «Duintasunaren Martxa / Marcha de la Dignidad» que terá lugar em Madrid. / Ver: herrikolore.org e berri-otxoak via boltxe.info

Antigos refugiados pedem apoio popular para que os refugiados bascos regressem a casa

ASEH-Lisboa - Sat, 03/15/2014 - 23:33
Mais de uma de centena de antigos refugiados políticos bascos de diferentes gerações compareceram hoje publicamente na sala Iortia, em Altsasu (Nafarroa). Em nome de todos, Xabier Zubizarreta e Aitziber Plazaola leram uma declaração em que se pede ao povo que apoie o processo de regresso a casa dos refugiados, de acordo com a linha apresentada em Junho de 2013 pelo Colectivo de Refugiados Políticos Bascos em Biarritz (Lapurdi).
Os ex-perseguidos políticos sublinharam que «está na hora de ultrapassar, de uma vez por todas, a ameaça do desterro e da perseguição política».

Na declaração, afirmam «não ter medo de olhar para tudo o que aconteceu e assumir responsabilidades». Não querem, contudo, ficar presos ao passado, pois o seu «compromisso é a construção de uma Euskal Herria livre» para os seus descendentes».

Sublinharam ainda que, «para se alcançar uma solução definitiva, é preciso contar ao povo toda a verdade sobre o que se passou nos últimos 50 anos», tendo recordado a «guerra suja», a tortura ou a falta de defesa jurídica associada à deportação.

Para estes antigos refugiados, só «o povo poderá garantir que o regresso dos seus compatriotas seja uma realidade, ultrapassando todas as dificuldades». / Ver: naiz.info

Ver também: «Ex-presos doentes apoiam a decisão do EPPK» (naiz.info)
Ex-presos bascos que padeceram doenças graves na cadeia expressaram o seu apoio à decisão do Colectivo de Presos Políticos Bascos de pedir a transferência para prisões bascas e a libertação dos presos doentes e com mais de 70 anos.

Centenas de pessoas apoiam os arguidos nos julgamentos políticos em Donostia

ASEH-Lisboa - Sat, 03/15/2014 - 23:32
Pintar o Boulevard donostiarra de laranja era um dos objectivos traçados para a jornada solidária de hoje com os arguidos nos macro-processos judiciais contra o Batasuna (35/02) e a juventude independentista (26/11). E tal foi conseguido, com centenas de pessoas, usando T-Shirts e/ou levando balões dessa cor, a associarem-se a uma iniciativa que visava denunciar tanto os julgamentos políticos que agora terminaram como os que aí vêm.
No acto principal, que teve lugar precisamente no Boulevard, enfatizou-se a necessidade da «resistência popular e da desobediência civil» e pediu-se o «envolvimento» de todos para acabar «com este ciclo interminável de julgamentos e encarceramentos».
Recorde-se que o julgamento político contra a esquerda abertzale terminou na quarta-feira e que o dos jovens acabou no início de Fevereiro. Todos aguardam por sentença. Nove dos arguidos são donostiarras e cinco herrikos da cidade podem ser fechadas. / Ver: naiz.info e Berria

BARAÑAIN APOIA GARBIÑE URRA E JON ZIRIZA
Um grupo de habitantes de Barañain (Nafarroa) participou ontem na composição de um grande mosaico humano, formando a palavra «LIBRE» frente à Câmara Municipal.
Com esta iniciativa, quiseram apoiar os jovens independentistas Garbiñe Urra e Jon Ziriza, que foram recentemente julgados na AN espanhola, acusados de pertencer à organização juvenil, revolucionária Segi, e que correm o risco de apanhar seis anos de cadeia. / Ver: naiz.info

Acção de protesto frente à Junta de accionistas do BBVA, em Bilbo

ASEH-Lisboa - Sat, 03/15/2014 - 23:31
Um grupo de activistas da Plataforma contra o BBVA manifestou-se frente ao Palácio Euskalduna, em Bilbo, onde está a decorrer a Junta de Accionistas do BBVA.Fonte: Sanduzelai_Leningrado

Concentrações em Gasteiz e Iruñea recordam o «não» de Euskal Herria à NATO

ASEH-Lisboa - Fri, 03/14/2014 - 23:34
Na quarta-feira, dia 12, a Askapena realizou concentrações frente ao Parlamento de Gasteiz e à Delegação do Governo espanhol em Iruñea para dizer não à NATO e pedir às instituições que respeitem a decisão tomada pelo povo basco há 28 anos. Recorde-se que, no referendo realizado a 12 de Março de 1986 (ao nível do Estado espanhol), o País Basco Sul disse um «rotundo não» à NATO. / Ver: topatu.info e askapena.org

ENTREVISTA: «Amparo Lasheras e Jesús Valencia recordam a campanha anti-NATO de 1986 em Euskal Herria» (Info7 irratia)

Ver também: «O Sortu denuncia as manobras militares "para a guerra" em território navarro» (naiz.info)

Acção solidária em Burlata com os condenados do txupinazo de 2010

ASEH-Lisboa - Fri, 03/14/2014 - 23:33
Ontem, desconhecidos pintaram uma ikurriña gigante no depósito da água de Burlata (Nafarroa), numa acção solidária com os seis jovens condenados pelos incidentes do txupinazo das festas de San Fermin de 2010 e em protesto contra a perseguição movida às pessoas que defendem a ikurriña no herrialde.

Para denunciar a sentença condenatória da Audiência Provincial de Nafarroa, a plataforma Iruñea Askatasunez convocou uma manifestação para amanhã, com o lema «Ya basta de condenas. Iruñea askatasunean». A mobilização popular parte às 17h30 da antiga estação de autocarros.Ver: ahotsa.info e Sanduzelai_Leningrado [Gora gu ta gutarrak! Gora gure ikurrak!]

Guillermo Paniagua: «Sobre perros y collares»

ASEH-Lisboa - Fri, 03/14/2014 - 23:32
Y es que lo que ha ocurrido en Ucrania o lo que se busca en Venezuela (aunque en cada caso por razones y con intensidades diferentes) se inscribe innegablemente en una ofensiva imperialista mundial que no hace más que reactualizar y en algunos puntos perfeccionar su larga tradición intervencionista.
[...] el modus operandi del imperialismo parece apostar cada vez más por esta combinación donde lo civil y lo militar se confunden y al mismo tiempo nos confunden, movilizando una planta de actores que, tras su paso por el cuidadoso relato massmediático, consigue darle legitimidad político-ideológica sin perder eficacia político-militar al desarrollo de lo que quieren vender como una colorida revolución cuando de lo que se trata es de un oscuro golpe de Estado. [O autor é militante da organização internacionalista basca Askapena.] (BorrokaGaraiaDa)

«¿Acabar con la OTAN mediante elecciones europeas?», de Iñaki Gil de SAN VICENTE (lahaine.org)
Cualquier proyecto de acción político-parlamentaria en la UE que no tenga en cuenta esta creciente fuerza político-militar y este concentrado económico que es la OTAN, está condenado a la derrota honrosa porque se ha luchado y perdido, o a la derrota deshonrosa porque no se ha luchado al degenerar en el reformismo parlamentarista integrado en el sistema.
Conocemos demasiados casos de derrotas deshonrosas, asimilaciones dulces y adormiladas. La única forma de evitar desde ahora que se repitan en un futuro es multiplicar la crítica radical de la OTAN como puño de acero dentro del guante de seda de la «democracia occidental». Una crítica que si bien puede hacerse desde dentro de las instituciones sobre todo ha de practicarse en las fábricas, calles, escuelas, universidades, movimientos, sindicatos, colectivos de toda índole.

«Luta de massas e nada de aventuras», de Alberto PINZÓN SÁNCHEZ (odiario.info)
Uma análise sumária dos resultados das recentes eleições na Colômbia. Com uma taxa de abstenção próxima dos 60% e com os candidatos da União Patriótica obrigados a conduzir a sua campanha à margem do poder mediático dominante e sob a constante ameaça, repressão e agressão do poder militar e paramilitar.

Zea Mays - «Elektrizitatea»

ASEH-Lisboa - Fri, 03/14/2014 - 23:31
Tema do álbum homónimo (2000). O grupo é bilbaíno. [Hitzak / Letra]

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