Could it be that the poor are poor because their hunger fed us and their nudity dress us up?

Eduardo Galeano

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EH Lagunak (pt)

Luta vai continuar no ensino público não universitário da CAB

ASEH-Lisboa - Thu, 01/11/2018 - 22:34
Numa conferência de imprensa que hoje deram na capital biscainha, representantes dos sindicatos LAB, ELA e Steilas anunciaram dois dias de greve para Março e um para Junho, além de uma semana de paralisações por sector a partir de Abril no ensino público não universitário da Comunidade Autónoma Basca (CAB). Para que este calendário não se concretize, o Governo de Gasteiz tem de negociar e responder afirmativamente às suas reivindicações, pelas quais lutam há muito.

Na conferência de imprensa, os representantes sindicais voltaram a lembrar as razões que fundamentam a luta dos trabalhadores do ensino público e traçaram o panorama que actualmente se vive no sector, com consequências para alunos, famílias e trabalhadores, resultante das «severas políticas de cortes» impostas na última década por PNV, PP e PSE.

«O direito à negociação colectiva foi atacado de modo flagrante», afirmaram, acrescentando que, mercê das políticas de austeridade, os quadros de pessoal foram reduzidos, aumentaram os horários e a precariedade, diminuíram os meios materiais e degradaram-se as infra-estruturas. Tudo isto conduziu à deterioração do serviço público prestado e, finalmente, à sua privatização - denunciaram.

Neste quadro e dando sequência à luta que têm vindo a manter pela satisfação das suas reivindicações, em prol de um ensino público de qualidade, os trabalhadores afirmam que não lhes resta outra opção senão continuar a lutar - até que o Governo de Lakua tome as medidas que se impõem. / Ver: LAB

«Lomustina 2018»

ASEH-Lisboa - Thu, 01/11/2018 - 22:33
[De António Santos] Desde a compra à Bristol-Myers Squib pela startup NextSource, em 2013, o preço da lomustina aumentou 1500 por cento, de 50 dólares por comprimido para os actuais 780 dólares por cápsula individual. [...] Traduzindo, no nicho de mercado dos tumores cerebrais é fácil extorquir 780 dólares por comprimido a alguém que dele precise para sobreviver. É isto o capitalismo no ano 2018.
[...]
Doações à parte, as desigualdades sociais no mundo atingiram o maior nível dos últimos cem anos. Só em 2017, os 500 milionários mais ricos aumentaram a sua fortuna em 23 por cento. (avante.pt)

«Aumentam as agressões a jornalistas palestinianos»

ASEH-Lisboa - Thu, 01/11/2018 - 22:32
O relatório do SJP relativo a 2017 inclui 909 agressões e violações de direitos, 740 das quais perpetradas por forças israelitas (81%) e 169 levadas a cabo pela Autoridade Palestiniana (19%), na Faixa de Gaza cercada e na Margem Ocidental ocupada.

No documento destaca-se que, comparativamente a 2016, os jornalistas foram alvo de um maior número de agressões no ano passado (mais 37%); em Jerusalém ocorreram 137 agressões, o que representa quase um quinto dos casos registados (18%), seguindo-se Hebron e Ramallah; em Dezembro, o SJP registou 147 agressões contra jornalistas, todas cometidas pelas forças de ocupação, o que representa 20% do total e um aumento de 406% relativamente ao mesmo mês de 2016.

No final do mês passado, o SJP já tinha alertado para o elevado número de «ataques» a jornalistas palestinianos, por parte das forças israelitas, na sequência do reconhecimento da administração norte-americana de Jerusalém como capital de Israel. (Abril)

Ver tb: «Palestina em destaque na Fundação José Saramago» (Abril)
Até ao fim deste mês, a Fundação José Saramago (FJS) promove na sua sede, em Lisboa, uma série de iniciativas sobre a Palestina, que incluem debates, uma exposição e a exibição de um filme. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

«Bolívia reduziu mortalidade infantil em 52%»

ASEH-Lisboa - Thu, 01/11/2018 - 22:31
Entre 2008 e 2016, aumentou a percentagem de mulheres grávidas atendidas por profissionais de saúde durante o parto e diminuiu a mortalidade entre as crianças com menos de um ano no país sul-americano: de 50 para 24 por cada mil nados vivos.

Os dados, divulgados pelo Ministério da Saúde boliviano, foram destacados na edição desta quarta-feira do portal Brasil de Fato. No que se refere à percentagem de atendimento de mulheres grávidas durante o parto, o aumento registado foi de 18,8%, passando de 71,1% em 2008 para 89,9% em 2016. (Abril)

«La democracia burguesa es la forma externa de la dictadura del capital»

ASEH-Lisboa - Wed, 01/10/2018 - 22:34
[Iñaki Gil de San Vicente entrevistado por Carlos Aznárez, do Resumen Latinoamericano] Internacionalista lúcido, exponente del pensamiento crítico y hombre de respuestas sin cortapisas, Iñaki Gil de San Vicente analizó para Resumen Latinoamericano, diversos aspectos que atañen a la izquierda europea y en especial a lo que viene ocurriendo en ese campo en Euskal Herria y Catalunya. Crítico implacable con lo que considera «retrocesos» o «involuciones», no deja de ser optimista en cuanto a la posibilidad a futuro de un nuevo parto de la izquierda revolucionaria.

Columnista habitual de Telesur, Hispan TV y varios medios locales de Euskal Herria, las opiniones de Gil de San Vicente no solo pueden ser aplicadas a la Europa actual sino que abarcan muchos de los temas que hoy se debaten en Latinoamérica y el resto del Tercer Mundo.

«-En Euskal Herria hay un problema de fondo y es que como en otros muchos sitios ha concluido una fase general de la lucha de clases y el capitalismo se ha logrado desarrollar con más fuerza. Eso se dio en Irlanda con el IRA, en Colombia con las FARC o aquí con ETA. Aquella fase que se dio en los años 70 con la victoria del neoliberalismo, se vuelve a vivir ahora y es de una brutalidad impresionante en todas partes, en países comos Argentina y Brasil, en los Estados español y francés, en Estados Unidos y otros sitios. Este endurecimiento se da porque a pesar de todo, el neoliberalismo no ha conseguido derrotar la lucha de los pueblos. En Euskal Herria está costando, que ante la fase concluida comience a surgir una izquierda revolucionaria.» / Ler: Resumen Latinoamericano

«Movilizaciones por los presos y presas»

ASEH-Lisboa - Wed, 01/10/2018 - 22:33
[De Borroka Garaia] Esa lógica y sentido común desgraciadamente no existe en este mundo y nunca existirá. No al menos hasta que el capitalismo sea depuesto y con él todas las lógicas de opresión que lo presiden y sean sustituidas por otras diferentes donde ningún estado se vea con legitimidad para encadenar a ningún pueblo ni la humanidad sea dividida en clases.
[...]
En este mundo no existe nada sin vencedores ni vencidos, eso solo será posible en un mundo sin clases y de pueblos libres. Mientras tanto, la única opción que queda es la de lucha y vencer a la opresión nacional y social, o abandonar la lucha y ser derrotados. (BorrokaGaraiaDa)

«Quase 800 milhões passam fome no mundo»

ASEH-Lisboa - Wed, 01/10/2018 - 22:32
Apesar de o planeta produzir alimentos suficientes para os seus quase sete mil milhões de habitantes, cerca de 800 milhões «não têm o necessário para levar uma vida saudável e activa», destaca o Cubadebate na edição desta quarta-feira.

Resolver a situação das 795 milhões de pessoas ameaçadas de morte pela fome implicaria «verbas milionárias» – lê-se no periódico digital cubano –, mas estas seriam insignificantes quando comparadas com as despesas de milhares de milhões na «corrida ao armamento» ou os orçamentos militares no valor de centenas de milhares de milhões. (Abril)

Inadaptats - «Orgull de classe»

ASEH-Lisboa - Wed, 01/10/2018 - 22:31
Ao vivo em Vilafranca.

MpA promove debate em Sestao, concentração em Igorre e manifestação em Bilbo

ASEH-Lisboa - Tue, 01/09/2018 - 22:34
Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Ezkerraldea e Meatzaldea (Bizkaia), realiza-se no próximo dia 12, em Sestao, uma conferência dedicada às questões da deportação e do exílio.
O debate, com início previsto para as 18h00 na Biblioteca de Sestao (Ezkerraldea, Bizkaia), conta com os contributos de Emilio Marigorta, deportado em Cabo Verde, e de Fernando Gorospe, ex-refugiado político basco.
Concentração em Igorre
No mesmo dia, às 19h30, tem lugar em Igorre (Arratia, Bizkaia) uma concentração em defesa da amnistia, sob o lema «Duintasuna ez dago salgai. Amnistia eta askatasuna» [A dignidade não está à venda. Amnistia e liberdade].
Manifestação em Bilbo
No sábado, 13, realiza-se na capital biscainha uma manifestação a favor da amnistia. A mobilização, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), parte às 20h00 da Praça Irmãos Etxebarrieta.

«No se puede resolver en los juzgados lo que no se ha resuelto en las calles»

ASEH-Lisboa - Tue, 01/09/2018 - 22:33
[De Juan Manuel Olarieta] Por primera vez en la historia, una jueza de Bergara, en Gipuzkoa, abrió una causa para investigar los crímenes cometidos por los franquistas tras la guerra. Ahora ha llegado otro juez y le ha dado el carpetazo, sin más ni más, no vaya a ser que nos enteremos de algo que no debamos saber. Hay crímenes que tienen que quedar impunes porque los comete el propio Estado que los debe juzgar.
[...]
La guerra civil sigue y seguirá martirizando la conciencia de todos y cada uno de los que tienen un mínimo de ella porque ni se ha resuelto ni se va a resolver jamás por las vías que algunos pretenden: sacando los cadáveres de las cunetas y dándoles una «cristiana sepultura» en otro lugar.

Tampoco se va a resolver en ningún juzgado porque para eso habría que cambiar los juzgados, cambiar los jueces, cambiar los fiscales, cambiar las leyes, cambiar la constitución y cambiar la jurisprudencia o, en otras palabras: derrotar al fascismo, hacer una revolución. (diario-octubre.com)

«El adiós de la "Legión Georgiana"»

ASEH-Lisboa - Tue, 01/09/2018 - 22:32
En 2014, con la necesidad de legitimar su intervención militar en Donbass y de aceptar toda ayuda militar y política posible, Ucrania dio especial relevancia a sus apoyos internacionales. Además del incondicional apoyo de Estados Unidos, Kiev disfrutó también del favor de varios países de la antigua Unión Soviética. Entre ellos destaca el de Georgia, que desde el inicio de la guerra destacó el paralelismo de ambos países en su lucha contra la «agresión rusa».
[...]
La «Legión Georgiana» ha vuelto a la actualidad estos días. Después de sufrir bajas en la última ofensiva ucraniana antes de la tregua navideña, la Legión ha anunciado su retirada de la 54ª Brigada, en la que se había integrado. Con escasos detalles de la actual ruptura, que aparentemente se debe a un problema interno, la Legión amenaza con dar a conocer la realidad dentro de la Brigada. Sin gran interés por dar explicaciones por un enfrentamiento dentro de una de sus unidades en la primera línea del frente, el Ejército Ucraniano se ha limitado a negar la existencia de la «Legión Georgiana» como grupo. Ante las desavenencias y amortizado ya el valor propagandístico del grupo -al que la prensa ucraniana ha dedicado una cobertura informativa en forma de fotografías, artículos y reportajes muy superior a su relevancia real en el frente- lo más sencillo para las autoridades es culparles de los problemas y dejar que desaparezcan. En la guerra, la línea entre ser un aliado útil y un estorbo sin ningún valor es difusa y puede cambiar rápidamente. (slavyangrad.es)

«A Coluna Prestes e a história oficial: a falsificação da história»

ASEH-Lisboa - Tue, 01/09/2018 - 22:31
[De Anita Leocadia Prestes] Ao considerarmos que vivemos numa sociedade dividida em classes antagônicas, na qual a burguesia detém o poder de Estado e controla os principais meios de comunicação, somos obrigados a reconhecer que a história oficial – aquela que é ensinada nas escolas e difundida pelos principais veículos de divulgação – expressa os interesses dos setores dominantes nesse Estado burguês.
[...]
Na medida em que Prestes aderiu ao comunismo e, a partir dos anos trinta, tornou-se a liderança comunista mais destacada no Brasil, as classes dominantes do país e seus intelectuais orgânicos desenvolveram – e continuam a desenvolver – esforços para apagar seu protagonismo na história do século XX e produzir uma história oficial em que tanto a Coluna Invicta quanto outros episódios desse período são deliberadamente distorcidos e falsificados. (PCB)

Mais famílias despejadas em Araba em 2017

ASEH-Lisboa - Mon, 01/08/2018 - 22:34
2017 foi um ano bastante negativo para o território de Araba no que aos despejos diz respeito. Na Comunidade Autónoma Basca (CAB), onde se integra, aumentaram 34,6% no último trimestre do ano por comparação com 2016.

No total, as famílias que sofreram acções de despejo em 2017 nos territórios que integram a CAB - Araba, Bizkaia e Gipuzkoa - foram 877; em Araba foram 197.

Não existem números e exactos para o ano de 2016, mas fica claro que houve um aumento. Tendo por base os dados - conhecidos - do último trimestre de 2016, o aumento dos despejos de famílias em 2017 foi de 34,6% na CAB.

De acordo com a Hala Bedi, este aumento «explosivo» de despejos deve-se à aplicação da Lei do Arrendamento Urbano (LAU), por «falta de pagamento de aluguer e rescisão de contratos».

Por seu lado, a plataforma contra os despejos Kaleratzeak Stop Araba entende que, entre as razões principais para esta situação, estão o aumento da especulação e da pobreza e os baixos salários. / Ler mais: halabedi.eus // Sobre o Estado espanhol, ver aqui.

«Los Bancos de Alimentos son uno de los grandes negocios de la Iglesia católica»

ASEH-Lisboa - Mon, 01/08/2018 - 22:33
La práctica totalidad de los alimentos está siendo enviado a organizaciones religiosas entre las que encontramos parroquias, conventos, monasterios, organizaciones antiabortistas como Provida o la Fundación Vida, el seminario del Camino Neocatecumenal, residencias de los Legionarios de Cristo o centros relacionados con el Opus Dei.

En su origen está la creación del primer Banco de Alimentos en Barcelona en 1987 con la participación de Josep Miró i Ardèvol, expolítico de Convergencia creador también de e-cristians, del portal conservador «Forum Libertas» y luchador incansable contra el divorcio, el aborto y «la aceptación pública de la homosexualidad» (sic). La aparición de nuevos Bancos en otras localidades llevó a la creación de la Fundación de Bancos de Alimentos de España (FBAE) en 1993 de la mano del sacerdote de la prelatura del Opus Dei, Jose María Sanabria.

A partir de aquí el apoyo de determinadas instituciones y figuras políticas reaccionarias es constante. Significativo el nombramiento como presidenta de honor de la señora Ana Botella, cuya aparición en los medios como presidenta de la Fundación se debió a la decisión tomada entonces de hacer participar a la misma con una donación en una SICAV —Sociedades de Inversión de Capital Variable— llamada Gescartera.

Han ido recibiendo donaciones de bancos y cajas, grandes empresarios y hasta un camión de 9 toneladas procedente de la Fundación Reina Sofía, por poner algún ejemplo. (movimiento político de resistencia)

«Greece: new nationwide strike to the antipeople policy of SYRIZA government»

ASEH-Lisboa - Mon, 01/08/2018 - 22:32
The last memorandum with its new prerequisites leads to a new round of attack against the life of the working-people families, as over the next few months the government is to complete a massive amount of anti-peoples’ measures so as to declare the supposed «end of the memorandums». Measures already agreed with the EU-IMF-ECB and which are demanded by the industrialists, ship-owners, the bankers etc, since they serve their competitiveness and profits.

The «end of the memorandums» described by the government, is based on the countless antiworkers laws of the previous years that have come to stay, as well as on the continuous measures that the SYRIZA-ANEL government carries out every three months. The «end of the memorandums» which the government declares in its fiestas across Greece are empty words, with only purpose to put the workers to sleep. (In defense of communism)

«El magnicidio de Gaitán: por qué la OEA nació en un reguero de sangre y mentiras»

ASEH-Lisboa - Mon, 01/08/2018 - 22:31
[De Juan Manuel Olarieta] En el proyecto de la OEA había dos concepciones concurrentes. Los países latinoamericanos querían que, lo mismo que la ONU, la OEA formara parte del movimiento descolonizador que concediera la independencia a Puerto Rico y devolviera el Canal de Panamá y las Islas Malvinas.

Gaitán formaba parte de esta corriente. Nunca se cansó de repetir que mientras Estados Unidos le daba a Europa un Plan Marshall lucrativo, lo único que América Latina podía esperar del Norte era su oposición a los movimientos reivindicativos de las masas populares.
[...]
Pero Estados Unidos tenía otros planes. La OEA debía consolidar Latinoamérica como su «patio trasero», un baluarte del cerco trabado en la posguerra contra la URSS y, en consecuencia, abandonar cualquier atisbo descolonizador. (movimiento político de resistencia)

«Marxismo y opresión de género – respuesta a Jule Goikoetxea y Teresa Larruzea»

ASEH-Lisboa - Sun, 01/07/2018 - 22:34
[Resposta de Kolitza ao artigo publicado no diário Berria, «O Capital de Marx no patriarcado actual» (aqui em castelhano)] Ayer en el periódico Berria Jule Goikoetxea y Teresa Larruzea publicaron un artículo («Marxen kapitala egungo patriarkatuan») con el objetivo de «hacer una crítica feminista de ‘El Capital’ de Marx».
[...]
Sin embargo, al leer ayer el artículo de Jule y Teresa, quedé muy desilusionado. No sólo no podía leerse en el escrito una crítica revolucionaria constructiva dirigida realmente al libro de Marx, sino que como viene siendo costumbre, se criticaba la caricatura, y junto con ella, al programa político (lucha de clases y comunismo revolucionario) del cual había surgido el aparato teórico (marxismo). Para postular un patriarcado, hay que reducir y falsear primero el potente concepto de Capital de la crítica de la economía política, que en potencia tiene claves poderosas para explicar la opresión de género y la subordinación de la mujer trabajadora. Cabe destacar que tanto la lucha de clases y el comunismo revolucionario, como la expresión teórica más acabada de ellas, el marxismo, han sido productos del proceso histórico que tanto hombres como mujeres proletarias han desarrollado en los últimos siglos. La obra de Marx, en la medida en que representa la más acabada expresión científica del comunismo revolucionario, recoge la aportación conceptual y político-histórica de todas esas luchas y esas reflexiones de hombres y mujeres de su generación y las anteriores. / Ler: BorrokaGaraiaDa

«El último caso de tortura en el País Vasco que acabó en condena firme se remonta a 1992»

ASEH-Lisboa - Sun, 01/07/2018 - 22:33
[De Ramón Sola] El informe oficial sobre la tortura elaborado por el equipo de Paco Etxeberria certifica la impunidad con que se ha practicado en Euskal Herria. Apenas existen 20 condenas firmes que reconocen a 31 víctimas, para un total censado de 4.113 casos. Atañen, además, a hechos de entre 1979 y 1992; desde entonces, ni una condena en el Estado.
[...]
Destaca en paralelo el dato de que no hay una sola condena por hechos posteriores a 1992. La última fue la relativa a Kepa Urra, detenido en Bizkaia, un caso que fue sentenciado finalmente en el Supremo en 1998 y por el que se condenó a tres guardias civiles. Este caso ha sido noticia reciente dado que uno de los militares juzgados entonces, Diego Pérez de los Cobos –que quedó absuelto–, fue nombrado en setiembre coordinador del operativo policial contra el referéndum del 1 de octubre en Catalunya. Por cierto, aquellos tres condenados serían indultados en 1999 por el Gobierno de José María Aznar. Kepa Urra, por contra, pasó en prisión 22 años, hasta 2014. (lahaine.org)

«Ricos e pobres»

ASEH-Lisboa - Sun, 01/07/2018 - 22:32
[De Jorge Cadima] A natureza cada vez mais exploradora e parasitária do capitalismo actual merece reparo de Martin Wolf, economista chefe no Financial Times (20.12.17). Referindo números de desigualdades crescentes, escreve que esta tendência é má «não apenas para a paz social, mas até para a sobrevivência das democracias estáveis» dos países mais ricos.
[...]
Agora Wolf quer deixar-nos a opção entre aceitar a pilhagem ou perecer num holocausto: «A implicação parece ser que, na ausência de algum acontecimento catastrófico, estamos de regresso às desigualdades sempre crescentes. A guerra termo-nuclear seria igualizadora. Mas a catástrofe não é uma [opção] política».

Separando o trigo do joio confusionista, o artigo de Wolf revela a verdade. Longe de ser uma ‘catástrofe’, a revolução é a única solução para quebrar a espiral de exploração e pilhagem sem fim dos povos. O capitalismo apenas traz a miséria e a guerra. Não é reformável. (avante.pt)

«Comunistas vencem as eleições gerais no Nepal»

ASEH-Lisboa - Sun, 01/07/2018 - 22:31
[Em artigo no periódico Sem Permissão, de 29/12/2017, com tradução livre pelo Olhar Comunista, Vijay Prashad analisa as razões da vitória e as perspectivas do novo governo comunista nepalês.] Os comunistas venceram as eleições parlamentares e provinciais no Nepal. No Parlamento, a aliança comunista terá uma maioria de quase dois terços. O governo eleito terá cinco anos de mandato e, com essa maioria parlamentar, poderá reformar a Constituição de 2015 e aplicar seu programa político.

Os resultados parlamentares e provinciais mostram que os comunistas ganharam em todo o país, tanto no campo como nas cidades. Em suas primeiras declarações, o provável primeiro ministro KP Oli se mostrou cauteloso: «Vimos no passado que a vitória tende a tornar os partidos arrogantes. Existe o temor de que o Estado seja opressivo. Os ganhadores tendem a ser indiferentes às suas responsabilidades. Mas isso não vai acontecer com um governo comunista», disse Oli. (Diário Liberdade)

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