Take up the fight and join in the long battle for the noblest of causes, the Liberation of (Wo)Mankind

Bob Dyle

You are here

EH Lagunak (pt)

Iñaki Gil de San Vicente: «La guerra de 1936-1945, crisol del pueblo trabajador vasco»

ASEH-Lisboa - Fri, 07/22/2016 - 22:33
Existe un paradigma teórico franco-español de interpretación de la realidad que entre otras cosas se caracteriza por una visión estatato-nacional como encuadre ontológico, gnoseológico y axiológico de lo existente en su interior. Aplicado a la historia, este paradigma solucionaría todas las dudas desde dentro de la unidad material y conceptual del Estado. Un paradigma funcional a la continuidad de España y Francia como naciones únicas, aunque, en el caso español, según sus corrientes ideológicas internas, pudiera ser «nación de naciones», «nación política con nacionalidades culturales», «nación con regiones y culturas» o simplemente «nación española» a secas, por citar solo algunas. El jacobinismo francés es incluso más obtuso y cerrado.

Los pueblos oprimidos por dos Estados nos enfrentamos a dos «historias nacionales» diferentes en su forma -la francesa y la española- pero idénticas en su fondo de clase porque ambas asumen la defensa del capitalismo. Las «historias» que producen estos Estados llegan a ser incluso opuestas en las defensas de sus respectivos intereses estato-nacional burgueses, pero coinciden en la visión básica: las clases trabajadoras, los pueblos oprimidos, las mujeres explotadas, son sujetos secundarios y pasivos en el devenir. / Ler: BorrokaGaraiaDa

Beyond a massacre: France deliberately bombed Syrian civilians after Nice attack»

ASEH-Lisboa - Fri, 07/22/2016 - 22:32
Western coalition forces knew they were attacking an area inhabited by civilians and yet they carried out a bombing. How can 30 airstrikes be a mistake? How can they all be a mistake, political commentator Marwa Osman asked RT.

The Syrian Foreign Ministry has written to the UN blaming US and French warplanes for the deaths of more than 100 civilians near the city of Manbij.

The alleged French act of aggression claimed the lives of more than 120 civilians, most of them children, women and elderly. The fate of scores of other civilians still under the debris is unknown. The letter also mentioned the French air strikes came a day after US warplanes conducted a bombing raid, which Damascus claims killed 20 other civilians. (rt.com)

Soziedad Alkoholika - «Tiempos oscuros»

ASEH-Lisboa - Fri, 07/22/2016 - 22:31
Do álbum homónimo (2003). A banda é de Gasteiz (Adi! Hau Euskal Herria da. Ez Espainia, ez Frantzia!)

Familiares dos emboscados em Pasaia querem levar o caso para o TC

ASEH-Lisboa - Thu, 07/21/2016 - 22:34
Numa concentração que ontem teve lugar frente ao Tribunal de Donostia, os familiares dos emboscados em Pasaia (Gipuzkoa) disseram sentir-se «doridos e completamente excluídos». Para além de denunciarem o arquivamento do caso, anunciaram a intenção de levar o caso para o Tribunal Constitucional (TC) espanhol.

Os familiares crêem não existir vontade de esclarecer o caso, mas, mesmo assim, anunciaram que vão percorrer todas as instâncias judiciais. Se não obtiverem resultados positivos no TC, irão avançar para Estrasburgo.

Arantxa Isart, irmã de Pedro Mari Isart (um dos mortos pela Polícia na emboscada), disse ainda que em Janeiro deste ano solicitaram uma reunião do Governo de Gasteiz, mas que esta ainda não tem dia marcado.

Para além dos familiares, esteve presente na concentração, entre outros, o presidente da Câmara de Azpeitia (Gipuzkoa), Eneko Etxeberria. Este município está envolvido no caso desde 2001, como acusação particular. Etxeberria defendeu o direito a saber-se a verdade sobre o que se passou na Baía de Pasaia.

Emboscada na baía
No dia 22 de Março de 1984, a Polícia espanhola matou, numa emboscada na Baía de Pasaia, quatro militantes dos Comandos Autónomos Anticapitalistas. Trata-se de Rafael Delas, Txapas (Iruñea, 1957), José Maria Izura, Pelu (Iruñea, 1958), Pedro Mari Isart, Pelitxo (Azpeitia, 1961) e Dioni Aizpuru, Kurro (Azpeitia, 1963). Os seus corpos apareceram crivados de balas: 113, mais precisamente. / Ver: Oarsoaldea hitza

CNT homenageou resistentes antifascistas e reafirmou compromisso com a luta

ASEH-Lisboa - Thu, 07/21/2016 - 22:33
O sindicato CNT recordou, na terça-feira, 19, todas as mulheres e homens que fizeram frente à ditadura franquista «do primeiro ao último dia». A homenagem decorreu frente à escultura «Hatz marka / La Huella», no monte Artxanda.

«Elas e eles mostraram-nos que a Revolução Social, dos de baixo e contra os de cima, era tão possível quanto necessária. Só fazia falta coragem, dignidade e compromisso», sublinhou.

Neste sentido, a CNT reivindicou a luta de todas e de todos os seus militantes «em prol de uma sociedade radicalmente livre e justa»: «o vosso caminho continua a ser o nosso», precisou a central anarquista, cujos militantes se destacaram na luta contra o fascismo.

Sobre a questão da impunidade para os criminosos franquistas, a organização sindical recordou que os vários governos surgidos depois da morte do ditador Franco funcionaram seus «garantes», e acrescentou: «também o foram os partidos que se diziam de esquerda e que na mal chamada transição optaram por trair os seus companheiros e companheiras, em troca de uma falsa paz social que não foi outra coisa senão esquecimento e impunidade.»

No final, a CNT reafirmou o seu compromisso com a luta por um outro modelo social: «Estamos nas ruas e nos locais de trabalho, defendendo os direitos da classe trabalhadora, sempre com uma meta e um objectivo muito claros: construir uma sociedade livre, sem escravos nem exploradores», declarou. / Ver: herrikolore.org

António Santos: «O que o plágio diz sobre o plagiado»

ASEH-Lisboa - Thu, 07/21/2016 - 22:32
As incríveis semelhanças entre as duas candidaturas conheceram, esta semana, um momento catártico, quando Melania Trump, esposa do respectivo, plagiou descaradamente o discurso de Michele Obama, esposa do respectivo. A comunicação social europeia celebrou o ensejo apontando, graciosa, a burrice da imigrante eslovena e do seu esposo xenófobo, mas o que importa do episódio é só isto: quando os radicais de extrema-direita coincidem tanto com os moderados que lhes copiam e repetem, palavra por palavra, os discursos importantes... então das duas uma… ou os moderados são mais radicais do que parecem ou os radicais são, no fundo, moderados disfarçados. (manifesto74)

«La burbuja de Lincoln y la dejación de armas de las FARC-EP», de Iñaki Gil de SAN VICENTE (pakitoarriaran.org)
La experiencia indica que tarde o temprano la dejación de armas, la indefensión material decisiva en los momentos decisivos, la ideología del pacifismo pasivo, van pudriendo el interior de la conciencia de pueblos que fueron conscientes de sí y para sí. La experiencia indica que la moral de lucha se debilita y desaparece si no de defiende el derecho a la rebelión, aunque no se practique por las razones que fueran. Esta es la gran e inquietante debilidad del artículo del querido compañero Gabriel Ángel, que no dice que defenderá el derecho a la revolución aunque no se practique. Nosotros sí defendemos y defenderemos el derecho de Colombia y Nuestra América a defenderse cuándo y cómo lo estime necesario.

«Comunicado do Comité Central do Partido Comunista (Turquia)»

ASEH-Lisboa - Thu, 07/21/2016 - 22:31
Ainda que os golpistas tenham ligações fora, isso não faz de Erdogan um patriota ou um anti-imperialista. Como político, Erdogan serviu os interesses dos Estados Unidos e dos monopólios internacionais. Agora, como político que perdeu favores entre as forças que o apoiaram durante anos, manobra para criar novas alianças num esforço para se salvar. O facto de Erdogan estar agora a aproximar-se deste ou daquele eixo internacional não muda o seu carácter de classe e as suas preferências ideológicas. Recp Tayip Erdogan é um politico burguês, é um inimigo da classe trabalhadora, é um contra-revolucionário não é diferente dos golpistas que queriam vencê-lo. (Diário Liberdade)

Ibon Iparragirre foi agredido por funcionários em Alcalá-Meco

ASEH-Lisboa - Wed, 07/20/2016 - 22:34
Na segunda-feira, funcionários da cadeia de Alcalá-Meco (Madrid, Espanha) agrediram o preso político, que se encontra gravemente doente: deram-lhe cinco bofetadas, ameaçaram amarrá-lo na cela e insultaram-no. Foi o preso natural de Ondarru (Bizkaia) que contou o sucedido à família; a situação foi divulgada pela plataforma Iparra Galdu Baik.

Ibon Iparragirre tem Sida e está «meio cego». A sua libertação já foi exigida muitas vezes, mas sem reposta positiva. A Iparra Galdu Baik trouxe a público a agressão desta segunda-feira, acrescentando que, nos últimos 30 meses, Iparragirre foi agredido fisicamente cinco vezes.

A plataforma Iparra Galdu Baik refere que, nos últimos meses, Iparragirre foi alvo de vários relatórios, «na sua maioria relativos a situações provocadas pelos próprios funcionários». Como consequência, Iparragirre deveria ser levado para a cela de castigo, mas os funcionários não o fazem: ou porque a lei o proíbe ou para evitar que o preso ondarrutarra se cruze com outros presos bascos que lá vão parar. Iparragirre está há dois anos em Alcalá-Meco, isolado dos demais presos políticos bascos.

A Iparra Galdu Baik exige a sua libertação imediata. / Ver: Berria

Associações protestam em Bilbo contra a Lei da Mordaça

ASEH-Lisboa - Wed, 07/20/2016 - 22:33
Realizou-se, esta manhã, frente ao Justizia Jauregia / Palácio da Justiça, em Bilbo, uma concentração de apoio às pessoas multadas por exercerem os seus direitos e por se mobilizarem contra a Lei da Mordaça.

Um conjunto de associações biscainhas levou a cabo, hoje, uma iniciativa contra a Lei da Mordaça, no decorrer da qual apresentaram um recurso contra a primeira multa passada em território biscainho ao abrigo da também chamada Lei da Segurança dos Cidadãos.

Os colectivos recordaram ainda que, no espaço de um ano, 1907 pessoas foram multadas na Bizkaia ao abrigo da Lei da Mordaça, segundo dados oficiais.

Recentemente, o Parlamento de Gasteiz fez um apelo à não aplicação desta lei e, também por isso, as colectividades biscainhas voltam a pedir ao Departamento de Segurança de Lakua a suspensão das quase 4000 sanções tramitadas pelo Governo de Gasteiz. Também denunciaram a hipocrisia dos que «em Madrid em fazem uma coisa e aqui outra». / Ver: SareAntifaxista e Berri-Otxoak

«El Movimiento Continental Bolivariano exige la libertad del preso palestino Bilal Kayed»

ASEH-Lisboa - Wed, 07/20/2016 - 22:32
[De Movimiento Continental Bolivariano (MCB)] El Movimiento Continental Bolivariano (MCB) expresa su solidaridad con el Camarada BILAL KAYED, Comandante del Frente Popular para la Liberación de Palestina (F.P.L.P.), quien terminó su condena injusta e ilegal de Quince (15) años y cuando se aprestaba a salir en libertad las fuerzas de Ocupación sionistas lo declararon como «detenido administrativo», considerándolo como «Amenaza y Peligro para la seguridad de Israel». El camarada Bilal Kayed , a raíz de ésta decisión brutal y fascista de los sionistas, entró en huelga de hambre indefinida, llevando más de Treinta y Cinco (35) días ingiriendo solo agua. (Resumen Latinoamericano) [Ver tb: «Eleven more Palestinian prisoners join hunger strike for Bilal Kayed’s freedom on 35th day of hunger strike»]

«Latinoamérica: la larga marcha por la independencia», de Atilio BORON (lahaine.org)
Las versiones edulcoradas de las guerras de la independencia, que ocultan su carácter de luchas de liberación nacional y las reducen a una disputa intestina entre distintas clases y grupos sociales de la colonia, han reaparecido en estos últimos años en ocasión de la celebración del Bicentenario de las revoluciones de la independencia. No puede haber equívocos en este punto: salvo en el caso puntual de Haití las luchas de los patriotas no eran contra el ejército napoleónico que a la sazón prevalecía en España sino en contra de los realistas, es decir, las fuerzas armadas del imperio español asentada en suelo americano.

A 15 anos do assassínio de Carlo Giuliani

ASEH-Lisboa - Wed, 07/20/2016 - 22:31
No dia 20 de Julho de 2001, o activista Carlo Giuliani foi atropelado e morto a tiro pelos Carabinieri.

A sua morte foi o momento mais trágico das mobilizações contra a Cimeira do G8, em Génova, que ficaram marcadas pela violência policial.

As mais de 200 queixas apresentadas por violência policial no contexto da cimeira foram arquivadas, por não se identificar os carabinieri agressores.

Carlo Giuliani - 2001-2016
Ver: diagonalperiodico.net / Mais info: diagonalperiodico.net e llibertat.cat

Iruñea não esqueceu os verdugos, 80 anos depois do golpe fascista

ASEH-Lisboa - Tue, 07/19/2016 - 22:34
Centenas de pessoas juntaram-se, ontem à tarde, na Askatasunaren Plaza [Praça da Liberdade], em Iruñea [Pamplona], para recordar o genocídio e a barbárie que tiveram início com o golpe fascista de 1936 e «se prolongaram nos 40 anos de ditadura», referiram organizações ligadas à defesa da memória histórica.
Como homenagem às vítimas do franquismo, foram colocadas dezenas de sapatos e cravos vermelhos nas escadarias do monumento onde Mola e Sanjurjo [fascistas] continuam enterrados. / Mais info: ahotsa.info e iruindarra via SareAntifaxista

Adiado para 18 de Outubro julgamento de jovem por protestar contra a troika

ASEH-Lisboa - Tue, 07/19/2016 - 22:33
Estava agendado para hoje, em Bilbo, o julgamento de um dos jovens incriminados por alegadamente participarem em acções de protesto contra a troika, no decorrer da cimeira que se realizou na capital biscainha a 3 de Março de 2014, mas o julgamento teve de ser adiado para 18 de Outubro.

De acordo com o topatu.eus, o jovem foi acusado de «desordens públicas» e «atentado à autoridade». O Ministério Público (MP) pede quatro anos de prisão e 78 000 euros de multa. O julgamento teve de ser cancelado porque um «instrutor da Ertzaintza não apareceu».

Neste momento, há seis jovens a aguardar julgamento. E já se sabe que o MP pede penas que vão dos dois aos quatro anos de cadeia (18 anos no total) e cerca de 300 000 euros de multas.

Inicialmente, foram presas e/ou incriminadas 13 pessoas. Cinco foram absolvidas ou viram os casos arquivados. Para dois menores, o MP pediu 100 horas de trabalho social e mil euros de multa.

A plataforma Eleak/Libre criticou todos estes processos e anunciou mobilizações para a próxima semana.

FRENTE À TROIKA, FIRMEZA
A 3 de Março de 2014, o Museu Guggenheim acolheu a cimeira Global Forum Spain, em que participaram o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional, juntamente com empresários e mandatários espanhóis e bascos. [«Não são bem-vindos», lê-se no cartaz, então muito divulgado.]

Antes de os trabalhos se iniciarem, durante a cimeira e após a sua conclusão, os protestos não pararam em Bilbo, «para denunciar a situação económica e recordar à troika que não era bem-vinda». Houve uma grande manifestação, com início no Arriaga, e registaram-se fortes incidentes, sobretudo na Kale Nagusia e na Alde Zaharra. / Ver: topatu.eus e aseh

Programa «La memoria»: «1936/2016. Uma impunidade de 80 anos»

ASEH-Lisboa - Tue, 07/19/2016 - 22:32
A 18 de Julho, o «La Memoria» despede-se para umas merecidas férias de Verão e fá-lo com uma emissão que destaca o 80.º aniversário do golpe militar que tentou reverter, pelas armas, a vontade popular expressa a 14 de Abril de 1931 e concretizada no governo legítimo da II República. [A imagem é de Igor Meltxor.]

O fracasso relativo do levantamento militar abriria caminho ao confronto entre as forças golpistas e as republicanas, que se iria prolongar até Abril de 1939. Seguir-se-ia uma ditadura fascista, que duraria quarenta anos e que em não poucos traços de natureza ideológica e política se prolongou até aos nossos dias. De forma evidente, isto reflecte-se na impunidade que ainda ampara os crimes cometidos pelos golpistas e seus sequazes durante os quarenta anos de ditadura fascista.

Disto nos fala Jose María Pedreño, membro do Foro Estatal de Federaciones de la Memoria, que será acompanhado pelo escritor mexicano Paco Ignacio Taibo II, que esteve na Semana Negra de Gijón (Astúrias) para apresentar o seu último livro, Que sean fuego las estrellas, sobre os «anos de chumbo» do anarquismo barcelonês - 1917-1923 -, prólogo distante mas familiar, por ser parte da mesma luta de classes, que cerca de uma década e meia depois se espalharia de forma cruel por toda a geografia do Estado espanhol. / Ouvir: Info7 irratia

«Nápoles: Poder popular e anti-máfia social»

ASEH-Lisboa - Tue, 07/19/2016 - 22:31
[De Davide Angelilli] Os napolitanos estão a viver uma experiência de controlo popular sobre os órgãos de administração local da sua cidade. Do trabalho destas Brigadas de Controlo Popular já resultou a eleição, em 19 de Junho passado, de Luigi De Magistris.
«A ideia nasceu de uma dupla necessidade. A primeira, e talvez a mais óbvia para quem vê de fora, foi a necessidade de controlar o processo eleitoral para evitar e denunciar fraudes. Especialmente no Sul de Itália, e sobretudo para a eleição das administrações locais, há mecanismos sujos, compra-e-venda de votos, clientelismo… A nossa função foi a de impedir tudo isso e, parcialmente, conseguimo-lo. A segunda ideia foi construir um papel de protagonista para o povo. O processo eleitoral é o que, entre todas as actividades políticas, mais fomenta a delegação do poder. Isto é, de quatro em quatro anos, preenches um papelote e tudo acaba aí. Nós pensamos de forma diferente. Pensamos que o povo tem de ser protagonista da política». (odiario.info)

«As nove vidas de Erdogan e o golpe de Gulen», de M. K. BHADRAKUMAR (Diário Liberdade)
«Agora, a tentativa de golpe na Turquia ocorre na sequência da reaproximação turco-russa e de sinais nascentes de uma mudança nas políticas intervencionistas de Erdogan na Síria. Naturalmente, a Turquia é um “estado chave” nas estratégias regionais dos EUA e a reaproximação turco-russa chega no momento mais inoportuno para Washington».
Por outro lado, «Gulen obteve a permissão de residência nos EUA («green card»), aparentemente por recomendação de altos responsáveis da CIA. Desde então tem vivido isolado na Pensilvânia e nunca saiu dos EUA em visita ao exterior».

Um jovem será julgado amanhã por protestar contra a troika

ASEH-Lisboa - Mon, 07/18/2016 - 22:34
O Ministério Público (MP) pede para seis jovens 18 anos de cadeia e 300 000 euros de multas. Treze pessoas foram detidas nos incidentes relacionados com a cimeira da troika em Bilbo a 3 de Março de 2014.

Neste momento, há seis jovens a aguardar julgamento. E já se sabe que o MP pede penas entre dois e quatro anos de cadeia (18 anos no total) e cerca de 300 000 euros de multas. O primeiro irá a julgamento amanhã, em Bilbo, podendo apanhar quatro anos de prisão e ser multado em 78 000 euros.

Outro tem julgamento marcado para 6 de Outubro, enfrentando dois anos de cadeia e 35 000 euros de multas. Inicialmente, foram presas e/ou incriminadas 13 pessoas. Cinco foram absolvidos ou viram os casos arquivados. Para dois menores, o MP pediu 100 horas de trabalho social e mil euros de multa.

A plataforma Eleak/Libre criticou todos estes processos e anunciou mobilizações para a próxima semana.

FRENTE À TROIKA, FIRMEZA
A 3 de Março de 2014, o Museu Guggenheim acolheu a cimeira Global Forum Spain, em que participaram o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional, juntamente com empresários, mandatários espanhóis e bascos.

Antes de os trabalhos se iniciarem, durante a cimeira e após a sua conclusão, os protestos não pararam em Bilbo, «para denunciar a situação económica e recordar à troika que não era bem-vinda».

Houve uma grande manifestação, com início no Arriaga, e registaram-se fortes incidentes, sobretudo na Kale Nagusia e na Alde Zaharra. / Ver: topatu.eus

Rejeitado o recurso contra o arquivamento do caso da emboscada de Pasaia

ASEH-Lisboa - Mon, 07/18/2016 - 22:33
A Audiência Provincial de Gipuzkoa rejeitou o pedido dos familiares dos emboscados e da Câmara Municipal de Azpeitia (Gipuzkoa). Na quarta-feira, realiza-se uma concentração em Donostia.

A 3 de Fevereiro último, os familiares dos caídos na emboscada de Pasaia souberam que um tribunal donostiarra tinha arquivado o caso e recorreram da decisão, juntamente com o município de Azpeitia, de onde eram naturais dois dos combatentes abatidos pela Polícia.

Precisamente em Azpeitia, cerca de um mês depois de conhecida a decisão, a 4 de Março, dezenas de pessoas participaram numa concentração para solicitar o esclarecimento e o não arquivamento do caso. E tanto familiares como a Câmara de Azpeitia, que aprovou por unanimidade uma moção apresentada pelas famílias, interpuseram um recurso contra a decisão judicial.

Agora, soube-se que o tribunal rejeitou o recurso. Para quarta-feira, às 11h30, foi agendada uma concentração frente à Audiência donostiarra, para voltar a exigir o não arquivamento do caso.

Emboscada de Pasaia
A 22 de Março de 1984, a Polícia espanhola matou, numa emboscada na Baía de Pasaia (Gipuzkoa), quatro militantes dos Comandos Autónomos Anticapitalistas. Trata-se de Rafael Delas, Txapas (Iruñea, 1957), José Maria Izura, Pelu (Iruñea, 1958), Pedro Mari Isart, Pelitxo (Azpeitia, 1961) e Dioni Aizpuru, Kurro (Azpeitia, 1963). Os seus corpos apareceram crivados de balas: 113, mais precisamente.

Yuri Agirre e Xabier Otamendi, das Oinatzak Produkzioak, estão a preparar um documentário sobre o caso, que poderá, porventura, iluminar as obtusas mentes dos magistrados que amparam a impunidade da chamada «transição». / Ver: Berria e aseh

Carlo Frabetti: «El papa y Superman»

ASEH-Lisboa - Mon, 07/18/2016 - 22:32
Hay que ser muy tonto para no ver la burda maniobra de lavado de cara que supone, después de una oleada de clamorosos escándalos sexuales y financieros, la apresurada elección de un papa campechano que adopta el nombre del más humilde de los santos; y más tonto todavía para no darse cuenta de que la banda de pederastas, misóginos y ladrones que controla la Iglesia sigue intocada e intocable, pese al castigo mediático de un par de chivos expiatorios.

Como sugiere su nombre de hortera ítalo-argentino, Jorge Mario es un casposo galán de telenovela basura cuya función es seguir idiotizando a los millones de seguidores del culebrón eclesiástico, que han perdido, tras un lavado de cerebro milenario, toda capacidad crítica. Francisco I forma parte de la reciente hornada de «caras nuevas» con las que, a distintos niveles y en distintos lugares, los poderes establecidos intentan cambiar de imagen para que nada cambie: Obama, Rivera, Sánchez, Iglesias… (lahaine.org)

«O pacto de ferro entre a Otan e a União Europeia», de Manlio DINUCCI (resistencia.cc)
«Em face dos desafios sem precedentes provenientes do Leste e do Sul, chegou a hora de dar um novo alento e uma nova substância à parceria estratégica Otan-UE»: começa assim a Declaração conjunta assinada na última sexta-feira (8) na Cúpula da Otan de Varsóvia, pelo secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Junker.

Um cheque em branco para a guerra, que os representantes da União Europeia deram aos Estados Unidos. Efetivamente, são os Estados Unidos que detêm o comando da Otan – da qual fazem parte 22 dos 28 países da União Europeia (21 entre 27 quando o Reino Unido sair da UE) – e imprimem sua estratégia. [em castelhano: lahaine.org]

«80 años: ¿Guerra Civil Española o Guerra Revolucionaria? (III) // Las heroicas Brigadas Internacionales»

ASEH-Lisboa - Mon, 07/18/2016 - 22:31
Las Brigadas Internacionales fueron unidades militares compuestas por voluntarios extranjeros de 54 países que participaron en la Guerra Civil Española junto al ejército democrático de la II República, enfrentando a los sublevados o bando nacional dirigido por Francisco Franco, que recibió ayuda de la Alemania nazi y de la Italia fascista.

Según los datos manejados por los estudios realizados en Estados Unidos por la Brigada Lincoln y por el historiador Andreu Castell, llegaron a participar en total 59.380 brigadistas extranjeros, de los cuales murieron más de 15.000; al mismo tiempo los internacionales no sobrepasaron más el número de 20.000 hombres presentes en los frentes en cada periodo de la guerra. / LER: Resumen Latinoamericano

CHRISTY MOORE – «VIVA LA QUINTA BRIGADA»Ao vivo em Barrowland (Glasgow, Escócia).

Protesto junto ao Comando Naval de Donostia: «Bazem de Euskal Herria!»

ASEH-Lisboa - Sun, 07/17/2016 - 22:34
Apareceu hoje, junto ao molhe donostiarra e a pouca distância do Comando Naval de Donostia - um edifício que costumava ser facilmente reconhecível pelas camadas de tinta vermelha e amarela atiradas contra as suas paredes - uma faixa a caracterizar as forças militares de ocupação (também em função de acontecimentos recentes, como a violação de uma rapariga por um agente em Iruñea) e a exigir-lhes que «bazem do País Basco».

Na faixa, vê-se figurado um «txakurra» [«cão» - modo como são comummente referidos os polícias e militares no País Basco], que é apelidado de «violador», «corrupto», «torturador», «fascista» e «ocupante».

Pede-se-lhe que «baze de Euskal Herria», junto a um desenho que os visados não terão dificuldade em perceber, de tal forma se encontra disseminado na «Zona Especial Norte».

Pages

Subscribe to Askapena aggregator - EH Lagunak (pt)
randomness