Tengo dos pueblos para amar y un mundo por el que luchar

Pakito Arriaran

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Protesta en Bilbao contra manipulación informativa sobre Venezuela frente a sede de medios

Pakito Arriaran (Venezuela) - hace 43 mins 41 segs

El 10 de abril de 2014, en la ciudad vasca de Bilbao, frente a la sede donde se ubican medios de comunicación como la Radio Televisión pública vasca EITB, o las delegaciones del periódico El Mundo y las televisiones Antena 3 y La Sexta, un centenar de personas se concentró bajo el lema  "La historia se repite en Venezuela. No al golpe de Estado, no a la manipulación. Solidaridad con Venezuela!".

Manifestación en solidaridad con l@s pres@s politic@s vasc@s frente al Consulado Espanol en Buenos Aires

Pakito Arriaran (Venezuela) - hace 48 mins 52 segs

En el marco de la VIII Semana Internacional de Solidaridad con Euskal Herria, nuevamente se concentraron frente al Consulado español de Buenos Aires, los militantes del Capítulo Argentino de Euskal Herriaren Lagunak (Amig@s del Pueblo Vasco, EHL en su sigla en euskera).

25.000 personas exigen la independencia nacional de Euskal Herria en Iruña

Pakito Arriaran (Venezuela) - hace Ordu 1 11 mins

Encabezados por una gran ikurriña y una pancarta con el lema «Independentzia», los manifestantes han partido de los cines Golem de Pamplona coreando gritos en favor de la independencia. Según han manifestado desde el estrado en el acto político final, unas 25.000 personas han secundado la movilización.  

Milhares de pessoas reclamam a independência de Euskal Herria em Iruñea

ASEH-Lisboa - IG, 04/20/2014 - 23:32
Apesar da chuva e dos controlos de estrada da Guarda Civil, milhares de pessoas - 25 mil de acordo com a organização - reclamaram hoje em Iruñea [Pamplona] a independência de Euskal Herria, participando na manifestação do Aberri Eguna [Dia da Pátria] convocada pela rede Independentistak e apoiada pelos partidos Sortu, EA, Aralar, Alternatiba e Abertzaleen Batasuna.
Os manifestantes partiram dos cinemas Golem gritando palavras de ordem a favor da independência e seguindo atrás de uma enorme ikurriña e de uma faixa com o lema «Independentzia». Mesmo no início da marcha, Garbiñe Bueno, porta-voz da Independentistak, disse aos meios de comunicação que «a independência é a única alternativa real de futuro capaz de dar resposta aos anseios e necessidades dos cidadãos bascos».

Precedidos por um forte dispositivo policial, os manifestantes, que levavam ikurriñas e bandeiras catalãs e escocesas, percorreram as ruas do centro da cidade até ao Passeio Sarasate, onde foram recebidos pelo Hino de Navarra. No acto político que se seguiu, num estrado colocado junto ao Monumento aos Foros, saudaram-se os participantes da ANC catalã e do SNP escocês que participaram na manifestação.

Em nome da rede Independentistak, Txutxi Ariznabarreta disse que, de acordo com alguns sectores, a independência «irá gerar conflito, divisão e ruptura na sociedade basca, porque em Euskal Herria há uma grande diversidade de identidades, linguística e cultural», apresentando os estados como «garantes do respeito por essa diversidade».

Para Ariznabarreta, essa afirmação é um «grande disparate», pois os estados espanhol e francês «jamais respeitaram ou irão respeitar a diversidade, negam a identidade nacional basca e impõem única e exclusivamente a espanhola e a francesa, a sua língua e a sua cultura, desprezando e atacando todas as outras».

Para este porta-voz da plataforma, só a independência garante o respeito por essa diversidade e, por essa razão, fez um apelo a todos os cidadãos bascos para que participem, «para lá das suas sensibilidades políticas e sentimentos concretos, na construção do Estado basco, por ser a melhor alternativa para todas e todos».

À manifestação e ao acto político, seguiu-se a chamada «Indefesta», que incluiu um almoço popular no pavilhão Anaitasuna e actuações musicais na Alde Zaharra [Parte Velha] da cidade. / Ver: naiz.info / Mais informação, entrevistas, fotos e vídeos: lahaine.org

Manifestação do Aberri Eguna 2014 [ahotsa.info]Fotos: Aberri Eguna em Iruñea (naiz.info)

Terminaram, em Altsasu, os encontros juvenis Burutakzio

ASEH-Lisboa - IG, 04/20/2014 - 23:31
Cerca de 1200 jovens participaram nos encontros Burutakzio, que decorreram em Altsasu (Nafarroa) desde sexta-feira até hoje - estreitando relações, apresentando ao colectivo trabalhos e contribuições de peso sobre diversas temáticas (como micropolítica, projecção externa, «desnormalização», criatividade ou guerrilha da comunicação).

Os membros das organizações juvenis Aitzina e Ernai felicitaram os jovens por terem levado a cabo os encontros, pese embora os obstáculos colocados, e afirmaram que, com imaginação e criação, vão prosseguir com a construção do país. Fizeram também um apelo à participação na manifestação nacional marcada para dia 3 de Maio em Bilbo. / Ver: topatu.info

A procissão do Santo Cristo dos Cortes Sociais saiu à rua

ASEH-Lisboa - L, 04/19/2014 - 23:34
As procissões da Semana Santa há vários dias que dão ambiente às ruas do país. Primeiro, houve a procissão do «Santísimo Coño de los Orgasmos» (pelo direito ao aborto); depois, o «Calvario de la Y vasca» (contra o TGV); na terça-feira foi a vez de os confrades e penitentes levarem o «Paso del Santo Cristo de los recortes sociales». A procissão partiu da Praça Bizkaia, onde ficam os escritórios dos responsáveis políticos do Serviço Basco de Emprego-Lanbide, e dirigiu-se para a Delegação do Governo de Lakua em Bilbo, para assim protestar contra as «políticas de cortes» no Lanbide.

Os colectivos convocantes denunciam, entre outras coisas:- a supressão da atribuição do RSI às pessoas que têm empregos precários com salários baixos; - a manutenção do corte de 7% nas verbas das prestações sociais; - as continuas campanhas de criminalização contra os beneficiários.

Participaram na mobilização membros de colectivos sociais da Bizkaia: Argilan, Asamblea Abierta en Defensa de las Prestaciones Sociales, Berri-Otxoak, Danok Lan, Elkartzen, Mujeres del Mundo, Posada de los Abrazos, R.B.U. Taldea (Renta Básica Universal) e SOS Racismo. / Ver: herrikolore.org

JORNADA DE GREVE NA CAPRABO CONTRA O TRABALHO AOS DOMINGOS E FERIADOS
No dia 20 de Março, a empresa Caprabo [em Iruñea] convocou a Comissão de Trabalhadores (CT) para lhe apresentar uma série de modificações. Com a desculpa da crise e da necessidade de competitividade, volta a tentar roubar direitos aos trabalhadores.

A empresa propôs alterações substanciais nas condições de trabalho e, face à recusa dos sindicatos em aceitá-las (porque não respeitam o estipulado no acordo colectivo de Comércio e Alimentação de Navarra), a empresa insistiu, impondo aos trabalhadores que passem a trabalhar de forma obrigatória (e não voluntariamente, como antes) nas tardes das festas de San Fermin ou nos domingos e feriados. Depois de vários plenários com o pessoal, a CT decidiu partir para a greve. / Sobre o historial de «pegas» da empresa e sobre as reivindicações dos trabalhadores, ver: ahotsa.info

Eustakio Mendizabal «Txikia» foi morto há 41 anos

ASEH-Lisboa - L, 04/19/2014 - 23:33
O mítico militante da ETA, poeta e euskaltzale Eustakio Mendizabal, Txikia, foi morto pela Polícia espanhola em Algorta (Getxo, Bizkaia) no dia 19 de Abril de 1973; faz hoje 41 anos.

Em homenagem ao natural de Itsasondo (Gipuzkoa), Telesforo Monzon escreveu a canção «Txikia zuen guda izena» [Txikia era o seu nome de guerra], divulgada na clandestinidade e da qual existem hoje várias versões.

Em Maio de 1980, a Câmara Municipal de Getxo decidiu chamar «Txikia plaza» ao local onde Eustakio Mendizabal foi morto pelos polícias. No entanto, há cinco anos o PP e os «socialistas» conseguiram retirar o nome à praça. No município vizinho de Leioa, a Avenida Txikia também deixou de o ser. Há poucos anos, algumas iniciativas em sua homenagem foram proibidas com o argumento de que se tratava de um militante da ETA.

«Txikiak bizirik dirau» / Txikia está vivoUm vídeo histórico.
Oliba Gorriak - «Txikia zuen guda izena»[Hitzak / Letra]
Contra os que querem apagar o seu nome e a sua memória, deixamos uma passagem escrita pelo próprio Txikia: «Ikastol eta eliz askotan / Atea didate itxi; / Atzerritarrak eta seme askok / Lapur bat antzo ezetsi / Nere izena apaldu arte / Iñoiz ezin dute etsi... / Zer egin diet etsai bezala / Ainbat nazaten gaitzetsi?» / Ver: etengabe e ukberri.net

Borroka Garaia: «No cojas su fusil»

ASEH-Lisboa - L, 04/19/2014 - 23:32
No les basta a la cacicada opusiana con pervertir a los niños metiendoles catolicismo apostólico y romano por vena, sino que además se encargan de hacerles tragar la violencia de estado como algo divertido y natural.
[...]
Ese es su proyecto. Un proyecto de violencia e imposición repugnante que intenta manipular a niños en la puerta del colegio. Los aitas y las amas ya no solo dirán a los niños que no cojan caramelos de extraños a la puerta del colegio sino que no cojan fusiles de la guardia civil. (BorrokaGaraiaDa)

Notícia relacionada: «La Guardia Civil ofrece una bochornosa exhibición en un colegio público de Cintruénigo» (boltxe.info)

Inti-Illimani e Quilapayún - «El aparecido»

ASEH-Lisboa - L, 04/19/2014 - 23:31
Ao vivo em Santiago do Chile, em 2004.

En Argentina se recordó el Día Internacional de l@s Prisioner@s Político@s

Lagunak Argentina - L, 04/19/2014 - 05:03
El combate que no cesa “Recordar es fácil para el que tiene memoria. Olvidarse es difícil para quien tiene corazón.” Gabriel García Márquez A pesar del ajuste antipopular y las políticas del oficialismo por contener policial y jurídicamente el creciente descontento social, como gesta en medio del otoño precipitado de Buenos Aires, el jueves 17 de abril y en la calle, en Callao y Corrientes, se conmemoró en Día Internacional del Prisionero Político. La solidaridad reunida en una de las ciudades más cosmopolitas de Latinoamérica tuvo como caso y reclamo inmediato la liberación del periodista peruano avencindado en Argentina, Osvaldo Quispe, en arbitrario cautiverio en la cárcel de Ezeiza desde hace más de cuatro meses ante una petición de extradición del gobierno de Ollanta Humala (http://www.rebelion.org/noticia.php?id=183273&titular=%93si-el-gobierno-y-la-justicia-argentina-me-extraditan-en-per%FA-me-desaparecen%94-), el pedido de absolución para los trabajadores petroleros de Las Heras (provincia de Santa Cruz), la libertad de los presos de Corral de Bustos, provincia de Córdoba y de los dos dirigentes del Movimiento Quebracho, Boli Lezcano y Fernando Esteche, detenidos en el penal de Ezeiza. El encuentro popular solidario comenzó con canciones representativas de los pueblos en lucha. Un trovador argentino, recordó a su colega peruano Walter Humala, recientemente detenido en su país, entonando su tema "Rosas Rojas". Luego, la cantante tunecina Mariam Labbidi, ligada a la lucha por los presos y presas palestinas, cantó en árabe un tema reivindicativo. Un trovador chileno, recordó al inolvidable Víctor Jara, entonando su tema "El aparecido", y por último, María Torrellas, de Amig@s del Pueblo Vasco, entonó en euskera "Txoria txori" (Pájaro, pájarito), dedicada a los presos y presas vascas. La continuidad del acto coordinado por el internacionalista argentino Carlos Aznárez, director de la Revista Resumen Latinoamericano, dio paso a los jóvenes paraguayos del Movimiento 138 que reivindicaron como consecuencia de la Masacre de Curuguaty a “las 12 personas detenidas injustamente, a los 60 imputados, a un presidente constitucional desplazado, y a la violación de los derechos básicos de los acusados”. Inmediatamente dieron lectura a una misiva enviada especialmente para la ocasión por los 6 campesinos prisioneros desde hace casi 8 años en las celdas de Tacumbú y cuya extradición fue lamentablemente facilitada por la mandataria argentina en ejercicio. En su carta, los campesinos paraguayos enfatizaron que “está en manos del pueblo organizado nuestra libertad y la libertad de todos los presos políticos”. Por su parte, el representante la República del Sahara Occidental en el país de origen de Ernesto Guevara de la Serna, el diplomático Salem Bachir, acusó la infamia del Estado monárquico de Marruecos, “el muro de la vergüenza” –la prisión a cielo abierto más grande del planeta- fuertemente militarizado por la soldadera de ocupación y la millares de minas antipersonales en el desierto extenso y vacío que mantiene encerrado a todo un pueblo por décadas, pese a la voluntad internacional y la épica resistencia saharaui. “Del millón de seres humanos que forman mi pueblo, 750 personas han sido detenidas desaparecidas”, informó a la concurrida asistencia Salem Bachir y añadió que “un numeroso grupo de jóvenes luchadores del Sahara Occidental está condenados a cadena perpetua y penas añosas por los tribunales militares marroquíes”. Bachir denunció la ironía amarga de que, como nunca en la historia, una Misión de Paz de la ONU constituida por 34 países ha verificado las violaciones de los Derechos Humanos contra la humanidad saharaui, “pero carece de competencia en la materia y, por tanto, hasta el momento resulta funcional a los intereses espurios del colonialismo marroquí”. La representante del Movimiento Político y Social Marcha Patriótica de Colombia denunció la existencia de 9.500 prisioneros políticos en uno de los territorios del mundo más golpeados por el imperialismo norteamericano y la oligarquía nativa y afirmó que “La terrible noche de violencia sociopolítica , de terrorismo de Estado disfrazado de democracia ‘santista’, llegará a su fin bajo la bandera de la unidad de los movimientos sociales; llegará a su fin mediante la paz con justicia social como mandato constitucional del pueblo mediante una Asamblea Nacional Constituyente”. PALESTINA, GEORGES IBRAHIM ABDALAH Y EUSKAL HERRIA Tilda Rabi, legendaria militante de la causa Palestina, evidenció que “Cada año la Israel sionista arresta a miles de palestinos en un intento de reprimir cualquier resistencia, pacífica o armada, a la ocupación y la colonización sistemática e ilegítima, encarcelando a alrededor de 800 mil personas desde 1967”. Asimismo apuntó que sólo desde el 2013 “han muerto 12 palestinos durante las operaciones de captura por las fuerzas de ocupación israelíes, mientras que otros tres han fallecido como resultado de la ausencia de atención médica y de la tortura”. Particular mención hizo Rabi al héroe prisionero Georges Ibrahim Abdalah encarcelado en Francia desde 1984, “habiendo cumplido su pena en 1999”. De los actuales 5.224 prisioneros por el sionismo, “210 son niños, 183 detenidos administrativos, y 11 miembros del Consejo Legislativo Palestino, entre ellos, el secretario general del Frente Popular para la Liberación de Palestina, Ahmed Saadat”. No es posible en estas pocas líneas realizar el recuento de los crímenes y los negocios antisociales de uno de los Estados más y mejor armados de la Tierra contra un pueblo de campesinos y pastores. María, la representante de Euskal Herriaren Lagunak (Amig@s del Pueblo Vasco) visiblemente emocionada, señaló que “pese a que hace más de tres años la organización armada ETA abandonó esa forma de lucha para privilegiar la batalla estrictamente política, todavía en España y Francia hay aproximadamente 500 presos, víctimas del ensañamiento y de condenas infinitas. Hasta ahora los jóvenes luchadores pacíficos por la independencia y la libertad de Euskal Herria son detenidos”, y terminó con el mensaje de “¡Presos y presas vascas a casa! ¡Amnistía y viva Euskal Herria libre!”. ARGENTINA, PERÚ, OSVALDO QUISPE Y LOS DEMÁS Resulta imposible en la prisión periodística de un número de caracteres determinados extender a los lectores una crónica más pormenorizada de una acción política desafiante ante el recrudecimiento de la represión social y política de los poderes del Estado argentino contra el disenso. Manotazos duros contra un pueblo que multiplica su protesta frente al empeoramiento objetivo de sus condiciones de vida. Casi está de más recordar que cuando los motivos de la movilización social son genuinos, no existen las cárceles ni las fuerzas del orden capitalista que sean capaces de detener su curso. Por el contrario: el castigo de los pocos que mandan contra las mayorías activas y en creciente toma de conciencia sólo agudiza el combate social y reanima la memoria insurrecta de los oprimidos. Durante la manifestación conmemorativa y dolorosamente actual, participaron e intervinieron los miembros del Movimiento por Amnistía y Derechos Fundamentales de Perú (MOVADEF),quienes exigieron la libertad de los 28 militantes de esa organización recientemente detenidos en Perú y denunciaron la política represiva del gobierno de Ollanta Humala. El representante por Chile denunció la grave situación que atraviesa el pueblo mapuche y enfatizó sobre la lucha de sus presos políticos en huelga de hambre. También se hicieron presentes los militantes del Comité Argentino por la Libertad de los 5 Héroes Cubanos en cautiverio imperialista, quienes apuntaron la necesidad de redoblar la lucha para liberar, junto con el pueblo cubano, a los tres luchadores que aún permanecen en prisiones gringas. También, hubo un recuerdo para el prisionero puertorriqueño Oscar López Rivera, que hace más de tres décadas está en cárceles de Estados Unidos, lo mismo que el militante de las Panteras Negras, Mumia Abu-Jamal, que acaba de cumplir 60 años y ya lleva 32 años condenado a pena de muerte, o el dirigente del Movimiento Indio Americano, Leonard Peltier, que ya ha pasado 38 años en prisión. Se leyeron mensajes de apoyo al acto llegados desde el País Vasco (de la Organización Askapena), de Palestina (de la Asociación de Apoyo a los Presos Políticos) y de Galicia (ver comunicado abajo). Desde la cárcel de Ezeiza en Buenos Aires, el comunicador social peruano Osvaldo Quispe envió unas palabras expresamente destacadas para el encuentro efectuado el 17 de abril. Esas palabras dicen que “Los espíritus nobles, elevados y sinceros perciben y respetan la solidaridad histórica de sus esfuerzos y de sus obras. Sólo los mezquinos sin horizonte, las mentalidades dogmáticas que buscan petrificar la vida a través de fórmulas rígidas quedan atrás de la historia”. El acto concluyó con la lectura de un documento consensuado por las organizaciones convocantes del acto que fue leído por el dirigente de las Organizaciones Libres del Pueblo, Roberto Perdía (ver texto abajo), mientras se reiteraron los gritos de "Libertad, libertad a los presos por luchar". Texto del documento leído en el acto: 17 DE ABRIL – DÍA INTERNACIONAL DEL PRISIONERO POLÌTICO “…Los pueblos y naciones oprimidos no deben, en modo alguno, confiar su liberación a la “sensatez” del imperialismo y sus lacayos. Sólo podrán lograr la victoria fortaleciendo su unidad y perseverando en su lucha… Este nuevo 17 de abril, es un día de homenaje a los miles de hombres y mujeres del mundo que se encuentran tras las rejas simplemente porque desde los intereses del proletariado, del pueblo o de la nación libraron justas luchas contra la nefasta acción del imperialismo y de sus grandes burguesías opresoras y explotadoras que hoy pretenden resolver la gravísima crisis general de su sistema a costa de los de abajo. A todos y cada uno les extendemos nuestro más cálido abrazo solidario y ferviente deseo de pronta libertad; entre ellos a los compañeros argentinos, catalanes, italianos, irlandeses, alemanes, saharauis, kurdos, libios, irakíes, palestinos, vascos, peruanos, egipcios, tunecinos, hindúes, mapuches, paraguayos, colombianos, chilenos, patriotas cubanos detenidos en EEUU, mexicanos, puertorriqueños, estadounidenses, a los rehenes de Guantánamo, y de otros países y de tantos otros pueblos que no se resignaron a la hegemonía imperialista, ¡Sus libertades es un derecho! Por acuerdo de nuestras organizaciones solidarias con la defensa de los presos y perseguidos políticos de distintos lugares del mundo, se decidió llevar a cabo una jornada internacional que ponga de relieve la situación de miles y miles de luchadores que son tomados como rehenes por pelear por transformar sus diversas realidades. En la Argentina, diversas organizaciones políticas, sociales, estudiantiles y de derechos humanos asumiendo aquel acuerdo internacional, convocamos a que se exprese la solidaridad permanente con los compañeros presos y perseguidos del mundo. Asimismo, representantes de varios países hermanos dan evidencias mediantes sus intervenciones de cómo están las persecuciones en muchas partes del mundo contra los pueblos en lucha. Nos solidarizamos con las y los prisioneros politicos de todo el mundo, a fin de lograr su libertad inmediata. Por las y los prisioneros vascos que luchan desde hace décadas por la independencia y el socialismo; por las y los palestinos que llevan más de 60 años batallando por sacudirse el yugo sionista encarnado por Israel; por los paraguayos que vivieron reprimidos por la dictadura stroessnerista y hoy son encarcelados y condenados por el gobierno actual; por los chilenos y mapuches que desafiaron diariamente las políticas injustas de los gobiernos de la Concertación, del gobieno de Piñera y actualmente de la administración Bachelet; por las y los prisioneros políticos del Perú, que padecen en las cárceles del régimen de Ollanta Humala en condiciones infrahumanas y donde recientemente han sido detenido otros 28 luchadores sociales y políticos; por las y los miles de militantes populares y combatientes colombianos que en el marco del conflicto social y armado son prisioneros del gobierno de Santos, por los 5 patriotas cubanos y los prisioneros puertorriqueños que permanecen aislados en las cárceles de Estados Unidos. Todos ellos son solo algunos ejemplos, porque sabemos que hay muchos más pueblos que sufren la represión, las matanzas y el encierro de sus luchadores. Si la masacre de Trelew nos mostró de lo que es capaz el terrorismo de estado, el “Devotazo” nos enseñó que a los presos políticos hay que arrancarlos de la cárcel con nuestra lucha y en ese camino nos encontramos. Para todos ellos exigimos su libertad y nos comprometemos a redoblar las acciones solidarias para concretarlo SIrviendo a la unificación de sus luchas como expresión de la lucha del proletariado y el pueblo contra el imperialismo, la opresión y explotación. Este año el panorama argentino es el de un país con presos políticos, por un Gobierno que se dice defensor de los Derechos Humanos y que ha impulsado la condena a cadena perpetua a los trabajadores petroleros de Las Heras en la Patagonia, y que mantiene criminalizados y procesados a mas de cinco mil ciudadanos por hechos de reclamos políticos, sindicales o sociales. No admitimos que haya presos políticos en Argentina como los compañeros de Cooral de Bustos (Córdoba) condenados a severas penas, los dos dirigentes Fernando Esteche y Raul Lescano injustamente perseguidos y encarcelados Exigimos que el Gobierno Argentino ponga fin a la persecución política y extradición de luchadores latinoamericanos en su territorio y cese las persecuciones a los compañeros peruanos, Rolando Echarri y libere al compañero Oswaldo Quispe. Además de compañeros son perseguidos y procesados por resistirse a las políticas de hambre y saqueo, que incluyen judicializar la protesta y perseguir a la militancia política y social que no se resigna a la explotación y la indignidad a las que son sometidos millones de argentinos.
Kategoriak: EH Lagunak (cast)

LAB: «La implicación de la clase trabajadora es indispensable para abordar nuestros retos como nación»

ASEH-Lisboa - OT, 04/18/2014 - 23:33
[LAB se suma a la manifestación y los actos organizados por Independentistak Sarea y llama a la clase trabajadora vasca a acudir a Iruñea.]
En dicho contexto, LAB llama a participar en las movilizaciones del Aberri Eguna. Hacemos nuestro el llamamiento para la movilización que se realizará en Iruñea, organizada por la Red Independentistak. (boltxe.info)

Começaram em Altsasu os encontros juvenis Burutakzio

ASEH-Lisboa - OT, 04/18/2014 - 23:32
Desde as primeiras horas da manhã, chegaram a Altsasu (Nafarroa) centenas de jovens para ali participarem nos encontros Burutakzio [buru(a) = cabeça + akzio(a) = acção], organizados pelos colectivos juvenis bascos Ernai e Aitzina. A iniciativa começou com um dia de atraso, em virtude dos entraves colocados pelo Governo de Nafarroa.
Apesar dos entraves dos cavernosos, hoje juntaram-se em Altsasu cerca de 1200 jovens, para «porem a cabeça a funcionar e saltarem para a acção», aprendendo uns com os outros e pondo os trabalhos teóricos em prática. Até domingo.

Chegaram, montaram as tendas e, por volta do meio-dia, foram até ao frontão da ikastola Iñigo Aritza, onde Maialen Etxeberria, porta-voz da Ernai, e Koldo Etxegarai, da Aitzina, lhes deram as boas-vindas.
«A soberania não pode ficar vazia; sejamos o motor da revolução, o eixo da imaginação e vamos em frente!», disse-lhes Etxeberria.

As organizações juvenis prepararam um programa intenso para estes encontros, em que se incluem conferências, workshops ou concertos. À tarde, os jovens dividiram-se em quatro grupos, debateram diversas questões e participaram em vários workshops. / Com muitas fotos: topatu.info e naiz.info

Negu Gorriak - «Ez dut ezer esan nahi»

ASEH-Lisboa - OT, 04/18/2014 - 23:31
Ao vivo no Velódromo de Anoeta (Donostia, EH), em 2001. O tema aparece nos álbuns Salam, Agur (1996) e 1990-2001 (2005). [Letra e tradução: negugorriak.net]

Dia 26, em Lisboa: «Solidariedade com os presos políticos bascos. Andoni askatu!»

ASEH-Lisboa - OG, 04/17/2014 - 23:34
No actual momento político, em que não há qualquer actividade armada por parte do povo basco e se procura encetar caminhos para um processo de paz negociado que traga o direito à autodeterminação, faz ainda menos sentido que os Estados mantenham encarcerados centenas de independentistas.

No dia 26 de Abril, deslocam-se dezenas de bascos a Lisboa para exigir melhores condições prisionais para o independentista Andoni, encarcerado em Monsanto, e para exigir o regresso de todos os presos políticos bascos a suas casas.

Junta-te a nós e vamos acompanhá-los!
[clica nas imagens para aumentares o seu tamanho / klik egin irudiak handitzeko]

Para já, é este o programa de actividades:
11h00 - Praça do Rossio [Lisboa]: concentração com bascos e portugueses
17h00 - Academia Recreativa de Linda-a-Velha [Oeiras]: concertos com grupos bascos e portugueses

3000 pessoas participaram no festival organizado pela Sortzen em Oibar

ASEH-Lisboa - OG, 04/17/2014 - 23:33
Cerca de 3000 pessoas foram até Oibar, no domingo passado, dia 13, para participar no quinto festival organizado pela associação Sortzen Ikasbatuaz, no qual se reivindicou a Escola Pública basca, o direito a aprender e a viver em euskara, e se chamou a atenção para as dificuldades que a Ley del Vascuence cria a quem por tal anseia.

Os organizadores fizeram um balanço muito positivo da festa, considerando que é cada vez maior e mais disseminado o clamor contra a divisão do território navarro em zonas linguísticas e em defesa do direito a aprender em euskara em toda Nafarroa. / Ver: ahotsa.info e naiz.info

Rafael Narbona: «Boro, periodista de La Haine: una nueva agresión policial»

ASEH-Lisboa - OG, 04/17/2014 - 23:32
la prensa desobediente, alternativa e independiente es tan necesaria como un rayo de luz en mitad de la oscuridad. Sin ella, la ciudanía se hallaría mucho más indefensa y tendría que conformarse con las versiones oficiales (boltxe.info)

«La Audiencia Nacional y los delitos de opinión», de La Haine (lahaine.org)
En las últimas semanas vemos como la tendencia de la Audiencia Nacional está siendo la de la represión y la venganza judicial contra el derecho de la libertad de expresión. Si bien no es nada nuevo, se están generalizando las condenas.

«Ave Okupina Purisima!» [cas/eus], de Gasteizko Gaztetxea (lahaine.org)
Ya han pasado muchos años desde que se dio vida a la sede principal del movimiento popular y okupa de la humilde villa de Gasteiz. […] Para finalizar, queremos mandar un fuerte beso a nuestro compañero Ekaitz Samaniego , las y los presos políticos encarcelados y también a todas esas personas que están a espera de juicio.

«El Despertar de los Pueblos», de Coordinadora Simón Bolívar (BorrokaGaraiaDa)
Es por ello que debemos estar atentos ante el ataque cultural burgués; y permanecer unidos, fortalecer nuestros valores, reafirmar nuestras convicciones ideológicas, y defender y avanzar en el proceso revolucionario que se construye en Venezuela, el cual es la punta de lanza para la unidad latinoamericana.

17 de Abril: Dia Internacional dos Presos Políticos

ASEH-Lisboa - OG, 04/17/2014 - 23:31
Ume gaiztuak - «Tipi tapa»Amnistia e liberdade! Presos políticos do mundo para casa!
Amnistia eta askatusuna! Munduko preso politikoak etxera!
Comunicado da Askapena: «Munduko preso politikoak kalera» [eus/cas] (askapena.org)

A Rede Independentistak vai comemorar o Aberri Eguna em Iruñea

ASEH-Lisboa - AZ, 04/16/2014 - 23:34
Pelo terceiro ano consecutivo, a Rede Independentistak vai comemorar, no próximo dia 20, o Aberri Eguna/Dia da Pátria em Iruñea [Pamplona]. As comemorações, nas quais se irá afirmar que «a independência é a melhor alternativa para todos os bascos e bascas», incluem uma manifestação (cinemas Golem, 12h00), um acto político (no Passeio de Sarasate, finda a marcha) e várias actividades ao longo do dia, como um almoço popular e actuações musicais.

Os detalhes relativos às comemorações do Aberri Eguna deste ano na capital de Euskal Herria, sob o lema «Gehiengoaren nahia, independentzia», foram apresentados há alguns dias numa conferência de imprensa por Esti Mujika e Maria Luisa Mangado, da Rede Independentistak, que esperam que as comemorações sejam «massivas e para lá das siglas partidárias».

«Queremos que seja um Aberri Eguna aberto e participativo, um dia em que todos os independentistas, juntos, possam unir a festa à reivindicação», disse Mangado, que incentivou todos os independentistas a aparecer em Iruñea, para ali «dizerem todos juntos»: «queremos decidir o futuro do nosso país, precisamos da independência e somos a maioria».

Os membros da Rede Independentistak consideram que «se estão a viver tempos decisivos para o futuro de Euskal Herria» e que «os cidadãos bascos já se deram conta da importância do momento». Neste sentido, defenderam que são «maioria» aqueles que «reivindicam o direito a decidir, um direito democrático dos povos», aqueles que «querem construir o nosso futuro económico e social» e aqueles que «querem que desapareça a corrupção, a violência e a discriminação».

Mangado sublinhou ainda que a maioria «quer uma Euskal Herria euskaldun de cidadãos plurilingues, onde se possa viver em euskara». «Queremos apresentar-nos a todo o mundo com nossa própria identidade, como bascas e bascos», afirmou.

Para a Rede Independentistak, «a única alternativa que responde na globalidade às necessidades, reivindicações e desejos de todas estas maiorias é a independência», sendo já hora de «pôr em marcha a construção do Estado basco». / Ver: boltxe.info

Mediapost: ameaça de mais despedimentos

ASEH-Lisboa - AZ, 04/16/2014 - 23:33
O sindicato CNT chamou a atenção para a grave situação que as trabalhadoras e os trabalhadores da multinacional Mediapost atravessam, acusando a empresa de manter uma política de «acosso permanente» contra o pessoal. «Não contentes com o facto de terem despedido mais de quinze pessoas desde Junho último, agora ameaçam pôr mais gente na rua», denunciou a central anarco-sindicalista.

Na concentração realizada esta terça-feira frente à sede da empresa em Mungia (Bizkaia), este sindicato sublinhou que, «depois da última onda de despedimentos, a Mediapost – uma das principais empresas de distribuição publicitária no Estado espanhol - quer meter medo ao resto dos trabalhadores, ameaçando despedir mais gente». «O patronato quer-nos impedir de continuar a lutar pelos nossos direitos, mas não vai conseguir», salientou a CNT.

«Parece que não lhes bastou embaratecer os custos de produção e recorrer a subcontratações para pagar salários mais baixos. Agora voltam a alegar perdas para descarregarem em cima dos trabalhadores, quando na realidade têm lucros», referiu o sindicato. [A estratégia é conhecida do patronato em Portugal.]

«Apesar da imagem simpática que tenta vender, a Mediapost é, na verdade uma empresa que fomenta a exploração e reprime as trabalhadoras e os trabalhadores», precisou o sindicato. / Ver: lahaine.org

Ver também: «O LAB denuncia a existência de 20 camas vazias numa residência pública» (ahotsa.info)
Os delegados e delegadas do LAB afirmaram que, enquanto isto se passa na residência de Santo Domingo (Lizarra, Nafarroa), existem listas de espera em residências privadas da zona. Trata-se «da política premeditada do Governo de desmantelamento do serviço público para o entregar à gestão privada», sublinha o sindicato.

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