A mí solo me matarán… pero mañana volveré y seré millones

Bartolina Sisa

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Conferência sobre «Prisão e repressão» em Santurtzi

ASEH-Lisboa - L, 02/17/2018 - 22:34
Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Ezkerraldea e Meatzaldea (Bizkaia), tem lugar no próximo dia 10 de Março, às 19h00, uma conferência sobre «Prisão e repressão» na localidade biscainha de Santurtzi.

O encontro irá decorrer no Gaztetxe La Kelo e conta com intervenções de Pablo Hasél, Andeka Jurado e Carlos Hernández, Pote. Segue-se um concerto do rapper catalão. A entrada custa três euros.
 
Sobre os participantes
Pablo Hasél, rapper, comunista, foi julgado recentemente na Audiência Nacional espanhola e pode apanhar 12 anos de cadeia por defender a sua opinião tanto nas suas canções como nas redes sociais. Durante o julgamento, manteve-se firme perante os juízes e reafirmou a sua ideologia. Mostrou-se sempre solidário com o Movimento pró-Amnistia.

Andeka Jurado esteve preso por kale borroka durante três anos e meio. Quando da sua detenção, esteve incomunicável e foi torturado durante quatro dias pelos «cipaios», antes de ser entregue à AN espanhola. No âmbito da Operação Aranha, foi preso pela Guarda Civil e condenado a um ano e meio de prisão por se «despedir» de Iosu Uribetxeberria no Twitter.

Carlos Hernández, Pote, é membro do colectivo Salhaketa. Especialista em casos de repressão, irá falar sobre a utilização que o sistema faz da prisão e da lei, bem como dos direitos que temos em caso de detenção. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Intervenção militar no Rio de Janeiro: os reais interesses do Governo Temer»

ASEH-Lisboa - L, 02/17/2018 - 22:33
[Olhar Comunista] O discurso oficial do governo golpista é de que a intervenção tem como tarefa central combater a violência na cidade do Rio de Janeiro, a qual representaria grande ameaça à ordem pública. O curioso é que, nas estatísticas referentes a homicídios por 100 mil habitantes, medida de violência mais usada no mundo, segundo dados de 2015 do Atlas da violência do IPEA, o Rio tem uma taxa de 30,6 por homicídios por 100 mil habitantes. Só a título de comparação, Sergipe e Alagoas têm, respectivamente, taxa de 64,1 e 58,3 por 100 mil, ou seja, o dobro do Rio de Janeiro. Os números indicam ainda que não houve um crescimento da violência nesta época do ano em relação ao ano passado. Houve, sim, um alarmismo produzido pela mídia burguesa, com destaque para os jornais da Rede Globo, durante o carnaval. Com certeza para nublar a péssima cobertura do desfile das escolas de samba e, em especial, o desconforto causado na emissora pela crítica contundente da Paraíso do Tuiuti, que deixou os «comentaristas globais» sem saber o que dizer.

É óbvio que a violência no Rio de Janeiro é um problema grave, que atinge principalmente os trabalhadores e a população mais pobre, mas a verdadeira solução jamais virá por meio da militarização da cidade. Essa solução foi a mais aplicada nos últimos quinze anos, sem qualquer efeito que representasse uma mudança real na vida das pessoas comuns. (PCB)

«O Exército da UE»

ASEH-Lisboa - L, 02/17/2018 - 22:32
[De Will Podmore] O avanço da chamada Cooperação Estruturada Permanente (PESCO) da UE é mais um enorme passo no sentido da criação de um exército europeu.
E, como o autor observa, esse exército UE, mais do que um pilar do federalismo é um pilar de um único estado «europeu». (odiario.info)

«Auferstanden aus ruinen» (hino da RDA)

ASEH-Lisboa - L, 02/17/2018 - 22:31
Legendado em inglês. Uma oferta da Galiza, num dia em que apetece partilhar hinos belos assim...

Cronología del diálogo de paz en Venezuela

Pakito Arriaran (Venezuela) - L, 02/17/2018 - 01:33

A partir de la llegada del Comandante Chávez a la presidencia en 1999, en Venezuela surge un sector opositor, adversario del proyecto Bolivariano, proceso que hace 20 años comenzó a intentar sedimentar las bases de un nuevo Estado socialista. La derecha política de la Cuarta República y sus ideales, basados en el Pacto de Punto Fijo, no tardaron en pronunciarse a favor de la violencia y el caos para derrocar al Presidente Chávez y al Gobierno Revolucionario.

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O preso Zigor Garro pôde despedir-se da mãe em Zokoa

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:34
A mãe do preso basco Zigor Garro Perez, que faleceu no dia 29 de Janeiro, foi homenageada ontem em Zokoa (Lapurdi) e Zigor pôde estar presente.

Paki Perez, mãe do preso basco Zigor Garro Perez, faleceu no final de Janeiro e foi enterrada em Orereta. Paki Perez residiu muitos anos em Ipar Euskal Herria [País Basco Norte] e, ontem, foi-lhe prestada uma homenagem de despedida em Zokoa (Lapurdi), onde o seu filho preso pôde estar presente.

O preso político basco Zigor Garro, que se encontra na cadeia de Saint Maur, a 680 quilómetros de Euskal Herria, foi levado até à pequena localidade do território de Lapurdi, onde foi apoiado por amigos e familiares. / Ver: oarsoaldea.hitza.eus e kazeta.eus

«Daesh: a história escondida»

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:33
[De José Goulão] Não restam hoje dúvidas de que a estrutura mercenária do Daesh funciona como um corpo clandestino do Pentágono, da própria NATO, no quadro da privatização crescente das operações militares nos campos de batalha.

A ideia, contudo, não é nova: tal como montou a estrutura clandestina e terrorista da Gládio, a NATO manipula agora um sucedâneo, o Daesh, adequado às condições e circunstâncias das regiões a dominar e policiar. (Abril)

«Milhares de trabalhadores dizem "basta" a Macri»

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:32
Os protestos contra a política económica do governo incluíram cortes de ruas e de vias de acesso à capital, a instalação de vários pontos onde foi fornecida comida a pessoas com mais necessidades e duas grandes manifestações: uma até à sede do Ministério do Trabalho, na Praça de Maio, e outra, em La Plata, até à sede do governo da província de Buenos Aires – na qual, de acordo com o Resumen Latinoamericano, participaram cerca de 40 mil pessoas.
[...]
A reintegração dos trabalhadores despedidos, tanto na Administração Pública como no sector privado, foi uma das principais reivindicações da jornada de luta. Os trabalhadores exigiram ainda o fim da reforma das pensões, aprovada em Dezembro último, e a implementação da lei de emergência alimentar. (Abril)

Leihotikan - «Nafarroa»

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:31
De Iruñea, Leihotikan. Tema do álbum Munduaren leihoa (2003). [Letra / tradução]

«Iker Gallastegi, una vida dedicada a enaltecer la lucha»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:34
[De Carlos Aznárez] Con el fallecimiento de Iker Gallastegi puede afirmarse sin lugar a dudas que se marcha un auténtico guerrero vasco. No por casualidad era uno de los hijos de Eli Gallastegi, al que apodaban «Gudari» (soldado o guerrillero), quien había liderado la fracción más rebelde del independentismo dentro del Partido Nacionalista Vasco (PNV) hasta que decidió romper con el mismo por sus posiciones claudicantes.
[...]
Gallastegi, acusado por varias ONGs derechistas de hacer «enaltecimiento al terrorismo», alegó que en el film se había limitado a explicar las opiniones de los militantes de ETA sobre su accionar armado, pero se negó a retractarse. «Yo no tengo que pedir perdón. A los vascos nunca les han pedido perdón por los 40 años de dictadura franquista en la que se mataron a miles de personas y se las enterró en cunetas y en tumbas colectivas, algo que se está aclarando ahora. A los vascos nunca les han pedido perdón por el GAL, nadie pide perdón en los conflictos armados», declaró antes que lo condenaran a un año y tres meses de cárcel, cuando ya había superado los 80 años de edad.

Puede afirmarse que se marchó como vivió, indoblegable y coherente, con su risa bonachona y las convicciones a flor de piel, pero seguramente también con la enorme pena de saber que la tan ansiada amnistía para los presos y presas, aún no ha podido concretarse. Y tampoco la patria independiente y socialista por la que tanto peleó. Sin embargo, ahora que está sembrado en las entrañas de su querida Euskal Herria, sus ideas, como las de «Gudari», Lander y otros tantos patriotas seguirán floreciendo e iluminarán futuras luchas. (BorrokaGaraiaDa)

«Hainbat atxiloketa Euskal Herrian sare sozialetan aritzeagatik»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:33
[De MpA] Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimenduak jakin duenaren arabera, hainbat pertsona atxilotu ditu gaur Espainiako Poliziak Euskal Herrian, sare sozialetan 'terrorismoa goratzea' leporatuta.
[...]
Gaurko atxiloketei, ohikoa denaren kontra, ez zaio inolako bonbo informatiborik eman, izan ere jakina baita Euskal Herrian adierazpen askatasunaren aurkako era honetako erasoek ez dutela inolako babes sozialik. Operazio honen bitartez Espainiako Estatuak oso jende zehatza baldintzatu nahi du. Dena kontrolatu nahi horretan, kaleekin egin bezala, Espainiako lurralde eta kultur eredua zein eredu ekonomikoa internet bidez zalantzan jartzen duen edozein mezu saihestu nahi du. / Ler: amnistiAskatasuna

«Cresce a adesão à greve geral contra a reforma da Previdência»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:32
Em todo o Brasil, aumenta a adesão à jornada de luta, marcada para 19 de Fevereiro, contra a reforma que o governo golpista brasileiro quer fazer aprovar. A Frente Brasil Popular alerta que a medida penaliza os mais pobres e visa deixar a Segurança Social nas mãos do capital privado.
[...]
Numa nota acessível no portal da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a FBP lembra que o «governo golpista de Michel Temer e a sua base aliada ameaçam o povo brasileiro com o fim da aposentadoria [reforma]» desde o ano passado.

Afirmando que o povo e os trabalhadores brasileiros, organizados e mobilizados, podem derrotar a tentativa de imposição da medida, a FBP sublinha que, caso seja aprovada, esta implicará a destruição da segurança social e constituirá «um estímulo ao crescimento da previdência privada, deixando a sociedade refém dos bancos num pacto dos golpistas com o capital financeiro». (Abril)

«Un millón de razones: Indonesia 1965»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:31
[De Chema Sánchez] En plena Guerra Fría, EEUU se percata del «peligro» y teme por este crecimiento excesivo (para sus intereses) del movimiento comunista internacional en otra región tan habitada del globo terráqueo. El secretario de Estado norteamericano, John Foster Dulles, declaró que «el PKI se había convertido en el principal problema en Indonesia» y el embajador norteamericano explicaba que no era posible vencerles «recurriendo a los medios democráticos ordinarios». La intervención estaba asegurada.
[...]
Cuando el PKI se convirtió en una seria amenaza para los intereses de los poderosos, se produjo «inesperadamente» el asesinato de 6 generales nacionales por mandos intermedios del ejército (Movimiento 30 de septiembre). Fue la excusa perfecta para achacárselo sin pruebas al partido comunista como único culpable y, de paso, acusarlo de golpista. A partir de aquí, da comienzo el periodo denominado: «La masacre de 1965», llevado a cabo por una confluencia despiadada entre fuerzas armadas nacionales, los privilegiados líderes religiosos, las mafias callejeras y, cómo no, el «Tío Sam». (redroja.net)

«El caso Portu-Sarasola es paradigmático para mostrar cómo los poderes del estado se coordinan para cubrir a los torturadores y negar la tortura»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:34
[Entrevista a Xabier Makazaga no programa «Suelta la Olla», da rádio Hala Bedi] Xabier Makazaga, investigador sobre a tortura em Euskal Herria e autor de Manual del torturador español, publicou precisamente há três anos um livro, que está disponível em Internet, El caso Portu-Sarasola. Los encubridores de la tortura al desnudo.

Falámos hoje, dia contra a tortura [13 de Fevereiro], com Xabier Makazaga, dia também em que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou o Estado espanhol por considerar que Igor Portu e Mattin Sarasola sofreram um «tratamento desumano e degradante». / OUVIR: halabedi.eus

«Macron ameaça punir a Síria se atravessar a "linha vermelha"»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:33
A França, potência de largo passado colonial e com o neocolonialismo bem activo no presente – sob o comando de Sarkozy, Hollande ou Macron –, tem intensificado as ameaças contra a Síria. Esta terça-feira, o presidente francês voltou a abordar a questão das «armas químicas».
[...]
As declarações de Macron ocorreram no mesmo dia em que o Centro Russo para a Reconciliação na Síria alertou para a possibilidade de uma nova «provocação» no país árabe.

Em comunicado, o Centro afirma ter recebido informações de um habitante de Serakab, na província de Idlib, de acordo com as quais o grupo terrorista Frente al-Nusra transportou para a aldeia cerca de duas dezenas de bidões de ácido clorídrico, juntamente com material de protecção individual. (Abril)

Entrevista de Fidel Castro à extinta TV Manchete (1986)

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:32
[Sugestão e divulgação de Maurício Castro] Diz o Maurício que esta «entrevista-reportagem de 1986» a uma TV brasileira é uma «jóia» para quem tiver interesse em conhecer a figura humana/política de Fidel e a história da Revolução cubana. A entrevista, com cerca de duas horas de duração, está legendada em português.

Gibelurdinek - «Hartzaren Dantza»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:31
Mais info (cas./eus.) sobre o tema (instrumental), em gibelurdinek.eu.

Tribunal Europeo de Derechos Humanos confirma maltratos y condena al Estado español

Pakito Arriaran (Venezuela) - AZ, 02/14/2018 - 00:51

El Tribunal Europeo de Derechos Humanos considera que Igor Portu y Mattin Sarasola fueron víctimas de un «tratamiento inhumano y degradante» durante su detención y condena al Estado español ha indemnizarlos con 30.000 y 20.000 euros, respectivamente. El voto particular de tres magistrados va más allá y afirma que los hechos deben ser considerados como «tortura», y no de «trato inhumano».

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Roy Chaderton "Sin darnos cuenta actuamos como si no estuviéramos a punto de ser invadidos militarmente"

Pakito Arriaran (Venezuela) - AZ, 02/14/2018 - 00:34

El exembajador de Venezuela ante la OEA, Roy Chaderton Matos, afirmó la noche de este lunes que las venezolanas y los venezolanos actúan como si no fuera cierto que el país está a punto de ser invadido por potencias militares.

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Dia contra a tortura em EH: a 37 anos do assassinato de Joxe Arregi

ASEH-Lisboa - AT, 02/13/2018 - 22:34
Hoje, 13 de Fevereiro, passam 37 anos sobre a morte por torturas de Joxe Arregi Izagirrre e assinala-se o Dia Internacional contra a Tortura em Euskal Herria. Neste contexto, foram agendadas para ontem, hoje e os próximos dias iniciativas em vários pontos do território basco para denunciar a tortura, exigir o fim desta prática e condenar a impunidade que a rodeia - o caso de Joxe Arregi, em 1981, é um de muitos exemplos.

Hoje mesmo, uma sentença do Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo condenou o Estado espanhol a indemnizar Igor Portu e Mattin Sarasola em 50 mil euros, por «danos morais», referentes aos maus-tratos que padeceram em poder da Guarda Civil em 2008.

A sentença diz-nos menos que aquilo que já sabemos há muito: que se tortura em Espanha; que o Estado espanhol encobre a tortura e quem a pratica. No entanto, a sentença ganha relevo precisamente porque contraria as várias versões oficiais-mediáticas então propaladas (os de cá também engoliram e deitaram a caca para fora, como é costume) e depois de quatro dos guardas civis torturadores, condenados em primeira instância pela Audiência de Gipuzkoa, terem sido absolvidos pelo Supremo Tribunal espanhol.

E, segundo refere a defesa de Portu e Sarasola, é a primeira vez que o alto tribunal europeu se refere especificamente à existência de «maus-tratos» provocados por servidores do Estado espanhol, quando até agora Estrasburgo havia condenado a falta de investigação dos casos de tortura denunciados.

Tudo isto tem a sua importância, o desagravo e o reconhecimento, mas, sabem-no os bascos consequentes melhor que nós, não é nenhum tribunal que faz o caminho da luta da libertação nacional e de classe que só ao povo basco cabe. Nenhum tribunal fará justiça ao povo basco, aos povos.

13 de Fevereiro é, no País Basco, o Dia Internacional contra a Tortura. A data passou a ser assinalada após a morte por torturas de Joxe Arregi (Zizurkil, Gipuzkoa), em 1981. O militante da ETA foi capturado a 4 de Fevereiro daquele ano e, incomunicável, foi sujeito a torturas brutais durante nove dias, vindo a falecer no Hospital Prisional de Carabanchel, em Madrid, a 13 de Fevereiro.
«Oso latza izan da» [foi muito duro], disse, pouco antes de morrer, a companheiros revolucionários que se encontravam no hospital.

Ao seu assassinato seguiu-se, em Euskal Herria, uma greve geral com ampla adesão, bem como manifestações, fortemente reprimidas pela Polícia espanhola. Estima-se que umas 10 mil pessoas tenham participado no funeral de Arregi, em Zizurkil.

Milhares de bascos foram torturados - durante o franquismo, a mal chamada «transição» e a dita «democracia espanhola». Uma investigação coordenada pelo médico forense Paco Etxeberria, recentemente publicada, documentou 4113 casos de tortura entre 1960 e 2014. Os casos dizem todos respeito a pessoas nascidas ou residentes na Comunidade Autónoma Basca (ficando de fora Nafarroa e Iparralde).

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