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Mais de 3000 pessoas manifestaram-se em Donostia contra o projecto do Metro

ASEH-Lisboa - AT, 11/21/2017 - 22:34
Por iniciativa da associação de moradores Satorralaia, mais de 3000 pessoas manifestaram-se na capital guipuscoana, no sábado passado, 18, contra o início das obras do Metro de Donostia, anunciado pelo Governo de Gasteiz, e exigir a paralisação de um projecto que desperta ampla oposição social.

Em seguida, excerto da nota da Satorralaia:«Insistimos una vez más: el Gobierno Vasco no puede imponer la pasante de Metro a la fuerza y el proyecto debe paralizarse inmediatamente para abrir un proceso de debate y participación social sobre la mejor solución de transporte público en Donostia. La mayoría de la población se muestra contraria a la construcción de un Metro en Donostia por ser una obra innecesaria, impuesta y un derroche. Donostia dispone de una red de transporte público relativamente buena y existen soluciones más eficaces y racionales para mejorar la movilidad: el bus es hoy la mejor opción en movilidad urbana y la clave radica en coordinar el Topo y las principales líneas de Dbus, creando pequeños centros de transbordo (Topo-Bus) para facilitar a los/as usuarios/as comarcales del Topo acceder a las distintas zonas y lugares de trabajo de la ciudad en autobuses con buenas frecuencias. En cuanto a la red de EuskoTren, una duplicación de la vía donde sea necesario y una mejora de la integración urbana del Topo en zonas como Pasaia o el Paseo de Errondo son mucho más interesantes que derrochar 200 millones de euros en la construcción de un metro hasta el Paseo de la Concha, que es absolutamente innecesario.

Asimismo, denunciamos nuevamente la manipulación con la que el Gobierno Vasco pretende lanzar una cortina de humo sobre esta imposición inaceptable, puesto que ha cambiado el nombre del proyecto de Metro para hablar de “variante del Topo” a sabiendas de que la pasante de metro cosecha suspensos en la opinión de gipuzkoanos y donostiarras. La pasante que pretende construir en Donostia es un Metro, ¡que no te engañen!» / Ver: lahaine.org

«O mui ferido orgulho nacional»

ASEH-Lisboa - AT, 11/21/2017 - 22:33
[De António Santos] Portugueses de tão delicada sensibilidade nacional: soubésseis vós o que se come na Escola Pública e daríeis de barato os banquetes do Panteão; vísseis como está o vosso governo há trinta anos prostrado aos pés da Alemanha e da França e não haveria Europeus nem Ronaldos bastantes para vos salvar do opróbrio; experimentásseis as humilhações e as injúrias que a Nação permite aos seus trabalhadores e mandaríeis para a puta que os pariu as virgens ofendidas dos símbolos da Nação. Porque essas lágrimas fáceis, que chorais com os símbolos e não emprestais à luta na forma de suor, não são lágrimas. São crocodilo, quase tudo, e cloreto de sódio.

Bem sei que hoje em dia o Panteão, a Bandeira e a Selecção são mais Nacionais do que o Salário Mínimo Nacional, o Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública Nacional. E eu cá, no entanto, preferia poder orgulhar-me dos últimos. (manifesto74)

«Bloqueio saudita deixa 5 cidades sem água no Iémen»

ASEH-Lisboa - AT, 11/21/2017 - 22:32
Com o bloqueio imposto, o Iémen deixou de importar combustível, necessário ao funcionamento das redes de abastecimento de água e saneamento, bem como material necessário ao tratamento da água.
[...]
Neste momento cerca de 2,5 milhões de iemenitas estão sem acesso a água potável, refere o CICV, sublinhando que a população fica assim sujeita a um novo grande surto epidémico, num momento em que o país parecia recuperar do surto de cólera que, desde Abril deste ano, infectou mais de 940 mil pessoas e provocou a morte a mais de 2200.

O alerta lançado hoje segue-se ao que foi dado, na passada sexta-feira, por Alexandre Faite, chefe da delegação do CICV no Iémen. Então, Faite chamou também a atenção para as consequências do bloqueio ao nível das estruturas sanitárias, que, «tendo estado a funcionar no limite durante meses, correm agora o risco de colapsar por completo». (Abril)

«"Sin miedo", película imperdible sobre los 45.000 desaparecidos en Guatemala»

ASEH-Lisboa - AT, 11/21/2017 - 22:31
[De Marcelo Colussi] Acaba de presentarse en Guatemala la película Sin miedo, del realizador ítalo-español Claudio Zulian.

«Sin miedo» [trailer]
"Sin Miedo", una película de Claudio Zulian - Trailer from Alebrije Producciones on Vimeo.

La idea es que todo el mundo conozca de una verdad bastante, o muy silenciada: Guatemala sufrió una terrible guerra interna de 36 años de duración entre 1960 y 1996. Producto de ello murieron 200.000 personas, y 45.000 fueron desaparecidas por el Estado. El 82% de esas víctimas fue población maya. Terminada la guerra, más allá del silencio de las armas, nada cambió en la estructura básica de la sociedad, pues continúa siendo uno de los países del mundo donde la distancia entre los acaudalados y los desposeídos es de las más abrumadoras. De hecho, con un 60% de su población bajo el límite de la pobreza (2 dólares diarios de ingreso, según la ONU), Guatemala, siendo territorio productor neto de alimentos, presenta una de las tasas de desnutrición más altas del globo. (lahaine.org)

Recuerdan a Josu Muguruza y Santi Brouard en el aniversario de sus asesinatos

Pakito Arriaran (Venezuela) - AT, 11/21/2017 - 02:33

La izquierda abertzale ha recordado hoy a los militantes Santi Broaurd y Josu Muguruza, abatidos por balas mercenarias hace 28 y 33 años en su consulta de pediatría de Bilbo y en el Hotel Alcalá de Madrid respectivamente.

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Santi e Josu na memória

ASEH-Lisboa - AL, 11/20/2017 - 22:34
Faz hoje 33 e 28 anos, respectivamente, que Santi Brouard e Josu Muguruza, militantes e dirigentes do Herri Batasuna, foram mortos a tiro pelos fascistas espanhóis, o primeiro no seu consultório de pediatria, em Bilbo, e o segundo no Hotel Alcalá, em Madrid.

Em 1984 e 1989, os fascistas espanhóis, por via dos GAL, fizeram questão de assinalar o aniversário da morte de Francisco Franco assassinando dois destacados dirigentes abertzales e independentistas bascos.

SANTI BROUARD, natural de Lekeitio (Bizkaia), tinha de 65 anos e era médico pediatra, presidente do partido comunista HASI, membro da Mesa Nacional do Herri Batasuna e deputado eleito pela Bizkaia ao Parlamento de Gasteiz.

JOSU MUGURUZA, natural de Bilbo, tinha 41 anos, era jornalista, membro da Mesa Nacional do Herri Batasuna e deputado eleito pela Bizkaia no Congresso espanhol.

«Santi Brouard killed by the Spanish State»Honras fúnebres e reacção popular ao assassinato de Santi Brouard.

«Zohardia» (documentário)
Zohardia from Fite Zinema on Vimeo. Documentário sobre Josu Muguruza, 25 anos depois do seu assassinato, «para recuperar a sua figura e dá-la a conhecer».

«Nola isilarazi jendea sare sozialetan?»

ASEH-Lisboa - AL, 11/20/2017 - 22:33
[De Lander Arbelaitz] Laster hilabete Alfredo Remirez Erreharria espetxean daukatela. Twitterren iritzia emateagatik Espainiako Estatuan espetxeratu duten lehena da amurriarra.

Logika ez da berria. Guttembergek inprenta 1448an asmatu zuenetik, liburu eta ideien hedatzea ez zuen begi onez ikusi Espainiako Inkisizioak, eta azkenean, 1551n Index Librorum Prohibitorum argitaratu zuen. Ezin badituzu ideiak garaitu, debeka itzazu; eta bide batez, mezulariak sutara. (argia)

«Líbano e resistência palestiniana criticam Liga Árabe por decisão sobre Hezbollah»

ASEH-Lisboa - AL, 11/20/2017 - 22:32
O governo libanês e várias facções da resistência palestiniana condenaram a Liga Árabe por ter decidido classificar como «terrorista» o movimento de resistência xiita libanês, numa reunião de emergência realizada este domingo no Cairo.
[...]
Grupos da resistência palestiniana também denunciaram a decisão, sublinhando que serve os interesses de Israel e dos EUA, e que visa satisfazer a Casa de Saud. Num comunicado divulgado hoje, a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) afirma que a designação do Hezbollah como organização terrorista «reflecte a hegemonia do Reino da Arábia Saudita sobre as decisões e políticas adoptadas no seio da Liga Árabe», bem como a «submissão» deste organismo «aos ditames do imperialismo norte-americano e do sionismo».

«Este ataque» revela as «verdadeiras intenções dos regimes árabes reaccionários quanto aos movimentos de resistência e forças populares que rejeitam o sionismo e o domínio norte-americano na região», salienta a FPLP, acrescentando que não é possível reconhecer legitimidade às decisões emanadas da Liga Árabe, que «expulsa a Síria, justifica os crimes de guerra no Iémen, ameaça o Líbano e permanece silenciosa sobre o bloqueio a Gaza». (Abril)

Centenas defenderam a amnistia e denunciaram situação dos presos doentes em Bilbo

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:34
Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), centenas de pessoas manifestaram-se este sábado, na capital biscainha, em defesa da amnistia, sob o lema «Borrokaz eta Antolakuntzaz, Amnistia» [com a luta e a organização, amnistia]. A situação dos presos doentes foi especialmente denunciada.
Depois de percorrer algumas das principais ruas no centro de Bilbo, os manifestantes dirigiram-se para a Praça do Arriaga, onde terminou a mobilização e onde teve lugar a leitura do texto final.

Nele, mereceram especial destaque o refugiado político basco Javier Pérez de Nanclares Apaolaza, que ontem faleceu no México, e a presa política Belén González, que faleceu esta semana, depois de ter entregado «a maior parte da sua vida à luta pela liberdade de Euskal Herria».

Também foi alvo de especial atenção a situação dos presos políticos doentes - de que é exemplo o caso de Ibon Iparragirre, com Sida, «praticamente sem defesas e que pode morrer a qualquer momento» -, assim como a política que a motiva: aproveitar a doença para chantagear.
Neste sentido, o MpA sublinhou a necessidade de «apoiar e fortalecer a luta a favor da amnistia». Enquanto «durar a luta pela liberdade, o inimigo continuará a fazer novos presos e presas políticas, e não há mais do que duas maneiras de esvaziar as prisões: ganhar ou ceder», salientou. / Ler comunicado lido na íntegra em euskara e ver mais fotos: amnistiAskatasuna // Tradução para castelhano aqui

«La estupidez de la "soberanía compartida"»

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] La soberanía compartida que con tanta energía defendió Ibarretxe, Imaz o ahora Urkullu parte de una premisa que es de sentido común que la hace imposible. No se puede compartir algo que no se tiene. Y para tenerla solo existe una vía , precisamente la que con tanto esmero ha tratado el PNV por bloquear y asimilar: la de la autodeterminación.

Es por ello que cuando el PNV habla de una vía vasca y de soberanía compartida lo único que está diciendo es estatuto de autonomía con aplauso popular. Por eso cuando dicen «derecho a decidir», «consulta», «estatus» y «soberanía compartida» lo que no quieren decir precisamente es derecho de autodeterminación, referéndum e independencia. Y no lo dicen sencillamente porque no quieren. De la misma forma dicen «vía vasca» por lo mismo que el nacionalismo burgués reaccionario de cualquier lugar utiliza la patria del pueblo, para ocultarse tras de ella y hacer negocio. (BorrokaGaraiaDa)

«El escape de Antonio Ledezma: otra ficha en su prontuario»

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:32
[De Misión Verdad] En 2015 el presidente Nicolás Maduro denunció un plan de magnicidio en su contra, que involucraba, entre otras personalidades de la oposición, a Antonio Ledezma. Por ello, fue imputado por los delitos de conspiración y asociación para delinquir, y en ese mismo año se le otorgó casa por cárcel como «medida humanitaria».

El plan de magnicidio, llamado Operación Jericó, se trataba de un bombardeo al Palacio de Miraflores y la sede de TeleSUR en Caracas, desde un avión Tucano. Ledezma estuvo implicado en ello, así lo confirmaron pruebas administradas por la justicia.

Desde entonces Ledezma estuvo privado de libertad hasta que la noticia de este viernes 17 de noviembre por la mañana lo tuvo de protagonista: el líder de Alianza Bravo Pueblo escapó (no hay detalles sobre el cómo) de su arresto domiciliario y cruzó la frontera hacia Colombia y llegó hasta Cúcuta [e daí já viajou para Espanha, cujo governo reaccionário está sempre disposto a acolher criminosos da oposição ao legímito governo da Venezuela Bolivariana]. (misionverdad.com)

«Os enigmas da purga monstruosa na Arábia Saudita»

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:31
[De José Goulão] A demissão forçada e possível sequestro do primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, e a humilhação a que o presidente francês, Emmanuel Macron, foi submetido em visita relâmpago a Riade são episódios colaterais, embora importantes, da enorme purga político-religiosa em curso na Arábia Saudita desde a noite de 4 para 5 de Novembro.

Os acontecimentos em Riade, com supervisão em directo do presidente norte-americano, Donald Trump, pelo menos na fase mais crítica do arranque do golpe palaciano conduzido pelo príncipe herdeiro, Mohammed Ben Salman, poderão ter repercussões profundas no regime da mais poderosa petroditadura do Golfo, principal aliada das potências ocidentais sobretudo quando se trata de manipular a arma do terrorismo dito «fundamentalista islâmico», não apenas no Médio Oriente mas em qualquer lugar do mundo onde lhes seja conveniente. Repercussões essas que, se consolidadas, poderão ter um impacto regional e internacional dentro de um cenário com apreciável margem de imprevisibilidade. (Abril)

Supremo Tribunal espanhol confirma condenação de Andeka Jurado

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:34
O Supremo Tribunal espanhol confirmou a condenação de Andeka Jurado (Barakaldo, Bizkaia) a um e meio de prisão. Para a Justiça espanhola, não é necessário ser o autor de uma mensagem para «enaltecer o terrorismo», basta retweeteá-la, divulgá-la.

Andeka foi preso numa das operações Aranha contra usuários das redes sociais e condenado na Audiência Nacional espanhola por divulgar no Twitter um vídeo que o tribunal de excepção considera «enaltecedor do terrorismo» e retweetear uma foto de Josu Uribetxerria, preso da ETA que faleceu após doença prolongada.

Andeka recorreu da sentença para o Supremo Tribunal espanhol, alegando não ser ele o autor de das mensagens ou do vídeo em causa, uma vez que já existiam. Mas o tribunal confirmou a condenação, alegando que não é preciso ser-se o autor de um tweet para «enaltecer o terrorismo», bastando apenas difundi-lo. / Ver: herrikolore.org

A imagem é alusiva à liberdade de expressão na «Espanha, país de fachos». Borrokak aurrera darrai!

«Rússia vetou resolução "distorcida" sobre armas químicas na Síria»

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:33
A Rússia tem criticado reiteradamente a investigação «enviesada» do Mecanismo Conjunto da OPAQ na Síria. Há uma semana, o representante russo neste organismo, Aleksandr Shulgin, disse à RT que, relativamente ao ataque ocorrido em Abril deste ano em Khan Shaykhun, as investigações visam culpar o governo de al-Assad, não cumprem «regras básicas» e põem de lado informação que nega o envolvimento de Damasco.

A 4 de Abril de 2017, dezenas de pessoas foram mortas na sequência de um ataque com armas químicas na cidade síria de Khan Shaykhun, na província de Idlib. Sem qualquer prova, a coligação internacional liderada pelos EUA acusou de imediato o governo sírio de ser responsável e, três dias depois, lançou um ataque com mísseis contra a base de Shayrat, alegando que o ataque químico partira dali.

A Rússia tem questionado os métodos de investigação da OPAQ, acusando-a de se centrar em testemunhas anónimas em vez de investigar no terreno, e alertou, desde o início, para a possibilidade de o incidente em Khan Shaykhun ser resultado de uma explosão de um armazém com armas químicas – numa região controlada pelos chamados «rebeldes» – ou uma operação de falsa bandeira levada a cabo precisamente por esses rebeldes. (Abril)

«"Bread, Education, Liberty": 44 years later, the legacy of the Polytechnic Uprising lives on»

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:32
Like every year, on November 17th, rallies have been scheduled for today in Athens and other Greek cities in order to commemorate and honour the 43rd anniversary of the students and workers uprising in Athens, which is historically known as the Polytechnic Uprising.

The Communist Party of Greece (KKE) and the Communist Youth (KNE), as well as numerous labour organisations, students unions and women's associations, have issued statements calling for mass participation in the march for the Polytechnic.

A large rally has been scheduled to take place today (Friday) evening in downtown Athens, starting from the Polytechnic building and ending at the U.S. Embassy.

Similar rallies will take place in major Greek cities, including Thessaloniki, Patras, Heraklion, Larisa, Ioannina, etc. This year's anniversary is important for an additional reason which is the deeper involvement of Greece in the imperialist plans of USA-NATO, under the responsibility of the SYRIZA-ANEL government.

Mass and militant rally of the KKE and KNE for the Polytechnic Uprising anniversary in AthensVer: in defense of communism

«Muitos milhares pela valorização do trabalho e dos trabalhadores»

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:31
A Avenida da Liberdade encheu-se e foi pequena para a grande manifestação da CGTP-IN pela valorização do trabalho e dos trabalhadores.

É preciso uma reposição mais consistente de rendimentos e direitos e a implementação de medidas que rompam com décadas de política de direita. Se a reposição de direitos e salários é de elementar justiça e contribui para o crescimento económico, então há que prosseguir e alargar esse caminho, exigindo um aumento maior dos salários.

Vamos alargar e intensificar a acção e a luta reivindicativa nos locais de trabalho, empresas e serviços, porque a luta vale a pena, como a vida prova todos os dias.

Tomemos nas nossas mãos o nosso futuro, com a força dos trabalhadores, mobilizados na sua organização de classe, com a confiança que a história nos ensina e a determinação dada pela justeza dos nossos objectivos, unidos, esclarecidos e mobilizados - Vamos à luta! / Ver: cgtp.pt

FARC pide a ONU intervenir por incumplimiento del gobierno a la paz

Pakito Arriaran (Venezuela) - L, 11/18/2017 - 02:14

Timochenko expresó en una carta al secretario general de la ONU su preocupación "por la forma como el Estado colombiano actúa en materia de implementación de los acuerdos". 

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«La política penitenciaria es estrategia de estado»

ASEH-Lisboa - OT, 11/17/2017 - 22:34
[De Borroka Garaia] Que los represaliados y represaliadas sean «una carga» para el estado, que tenga un coste ascendente cualquier dinámica represiva dentro o fuera de las cárceles, o que cualquier consecuencia tenga un precio es la condición base para que la balanza se incline a favor y eso está relacionado también con una estrategia política de confrontación contra el estado. En su ausencia no hay nada que poner en la balanza.

Y es que no se conoce ningún arreglo duradero para los y las prisioneras de ninguna guerra o conflicto político que no pase por una solución política, entendida mucho más allá de lo que se suele entender por ésta, que no caen del cielo sino que son arrancadas, conseguidas. Y no lo son por abogados, políticos y humanistas sino por el pueblo en lucha. Es por ello por lo que solo la amnistía como referente ineludible puede dar cuerpo político a una estrategia que suponga una carga para el estado y que será proporcional a la fortaleza del proceso de liberación nacional y social. (BorrokaGaraiaDa)

«Os comunistas ante o buraco negro do nacionalismo espanhol»

ASEH-Lisboa - OT, 11/17/2017 - 22:33
[De Ángeles Maestro] No confronto suscitado pela situação na Catalunha tem-se verificado um chocante alinhamento público entre dirigentes e ex-dirigentes da IU e do PCE e o nacionalismo espanhol herdado do franquismo. Do ponto de vista político e ideológico e do ponto de vista de classe constitui uma capitulação que prolonga a verificada no processo da Transição dos anos 70.

O que a oligarquia do Estado espanhol mais teme é que a classe operária volte a descobrir que os representantes políticos de quem lhe destroça diariamente a vida são os mesmos que, disfarçados de patriotas, esmagam os direitos nacionais dos povos. Eles, plenamente conscientes dos seus interesses de classe no conflito de Catalunha, estão a usar a fundo nos meios de comunicação ao seu serviço personagens da esquerda espanhola para tentar impedir que consciência de classe e o direito de autodeterminação se unam, como fizeram na luta contra a Ditadura. (odiario.info)

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