Antes morir de pie que vivir de rodillas

Dolores Ibarruri

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Marcha assinalou os 80 anos da vitória sobre os fascistas no quartel de Loiola

ASEH-Lisboa - hace Ordu 1 5 mins
Há 80 anos, donostiarras «de diversas ideologias (comunistas, socialistas, libertários, abertzales, republicanos…) juntaram-se para fazer frente ao fascismo e tomaram o quartel de Loiola, cujas instalações estavam em poder dos fascistas. Ontem, várias dezenas de pessoas recordaram esse feito e homenagearam os que caíram em defesa da liberdade.

Sindicatos, organizações sociais e forças políticas promoveram a marcha que ontem partiu do Parque de Cristina Enea em direcção aos quartéis de Loiola, em Donostia. Ali, assinalou-se a vitória sobre os fascistas, em 1936, e recordou-se aqueles que perderam a vida no combate pela liberdade.

Pese embora tratar-se de factos ocorridos há 80 anos, os promotores da iniciativa sublinharam a sua «actualidade», numa altura «em que o fascismo e o autoritarismo estão novamente a ganhar força». Actualidade maior no Estado espanhol, onde «os herdeiros políticos do franquismo não só estão no poder, como não deram qualquer passo com vista ao esclarecimento dos seus crimes», disseram.

A marcha foi apoiada pelos sindicatos ELA, CNT, LAB, UGT, Steilas e ESK; as associações Eleak-Libre, Ernai, EH-Donbass Komitea, Eusko Lurra, Euskal Memoriaren Plataforma, Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimendua, Fundación José Unanue das CCOO de Euskadi e GKK; e as forças políticas Eusko Ekintza, PCE-EPK, Podemos, Irabazi, Sortu, Ezker Anitza, EH Bildu, Askatasunaren Bidean e PCPE. / Ver: naiz e SareAntifaxista [com várias fotos]

Também nas praias se ouvirá o protesto contra a dispersão dos presos políticos

ASEH-Lisboa - hace Ordu 1 6 mins
Como acontece há muitos anos em período estival, a Etxerat promove concentrações contra a política de dispersão nas praias de Euskal Herria. As mobilizações terão lugar nas costas biscainha e guipuscoana no dia 7 de Agosto, com excepção da que se realiza em Gorliz-Plentzia, que é no dia 31 de Julho.

A associação de familiares e amigos de presos políticos bascos – Etxerat – volta a levar a exigência do fim da política de dispersão às praias do País Basco. Isso mesmo foi anunciado hoje numa conferência de imprensa em Donostia.

Na ocasião, os representantes da Etxerat afirmaram que a «dispersão é uma política de excepção, uma anomalia com quase três décadas», que não podem aceitar que seja encarada como um facto normal. Afirmaram ainda que «sobre centenas de famílias pesam as consequências da dispersão: sofrimento e dor».

Lutando contra o silenciamento desta realidade, a Etxerat volta às praias, tal como o fez em verões anteriores. Foram agendadas mobilizações para as costas da Bizkaia e de Gipuzkoa.

Em Gipuzkoa, os protestos terão lugar nas praias de Deba, Zarautz, Orio e Donostia, no dia 7 de Agosto, ao meio-dia.

Na Bizkaia, as mobilizações serão nas praias de Gorliz-Plentzia, a 31 de Julho (às 12h00), e nas de Laida, Lekeitio, Ondarroa, Bakio e Muskiz, a 7 de Agosto (às 12h00). Também neste dia, às 13h00, haverá concentrações nas praias de Laidatxu e Ea. / Ver: Berria

António Santos: «A nomeação de Dillary Crump»

ASEH-Lisboa - hace Ordu 1 7 mins
Mas se tão bem se dá a semente do fascismo é porque, semeada na sociedade estado-unidense, encontrou aconchego em leira para o efeito aberta por republicanos e democratas. Daí a aflitiva incapacidade de Clinton para responder a Trump: o governo de Clinton foi o governo da história dos EUA que mais imigrantes deportou; descreveu jovens negros como «super-predadores»; patrocinou golpes de Estado nas Honduras, no Paraguai, na Ucrânia e em outros tantos países; levou a guerra e a morte a 10 mil líbios; atirou a Síria para o caos, provocando meio milhão de mortos; promoveu uma política neoliberal de destruição de direitos dos trabalhadores… (manifesto74)

«La necesidad de recordar a Hugo Chávez en tiempos hostiles», de Carlos AZNÁREZ (Resumen Latinoamericano)
Hoy que recordamos el 62 aniversario de su nacimiento, la figura del Comandante eterno Hugo Chávez y el ejemplo que supo darnos, refuerzan la necesidad de redoblar la solidaridad con Venezuela Bolivariana, jaqueada por la guerra económica y en clima de golpe latente por parte de la oposición escuálida y la injerencia estadounidense. Hoy Chávez convoca otra vez a dar batalla, Maduro y el pueblo que no olvida ni perdona a sus enemigos de clase, están obligados a ser los ejecutores de una nueva gesta antiimperialista, en la que el continente se sigue jugando su futuro.

Ibai Trebiño: «Jihadismoa, terrorismoa eta elkartasun selektiboa»

ASEH-Lisboa - hace Ordu 1 8 mins
Albistea izango litzakeena da, Frantziar estatuaren eskuhartze zuzenak Sirian eraildako zibilen omenezko konzentrazio bat egitea eta bidez batez, arabiarrak eta europarrak maila berdinean jartzea behingoz. Denak biktimak diren arren, guztiak ez dira maila berdineko biktimak, maila ezberdineko «biktimistak» baizik.

Arabiar baten bizitzak ez duela ezer balio jakina da, izan ere arabiarrak azpigizakiak direla ematen du. Europako supergizakiok ondo dakigu hori eta arrazonamendu nazkagarri, iraingarri eta arrazista baten logikan murgilduta gaude aspaldi: Normandia bai, Alepo ez. Lehen eta bigarren mailako biktimak daude eta lehen eta bigarren lerroko biktimistak ere. Azken hauek, Eurozentrismo hinguingarri, krudel eta nazkagarriaren biktimak direla gainera. / LER: argia

A Ertzaintza dificultou a visita do preso político Unai Bilbao à família

ASEH-Lisboa - OG, 07/28/2016 - 22:34
Familiares do preso político basco Unai Bilbao, encarcerado a 860 quilómetros de casa, na cadeia de Albolote (Granada), informaram a Etxerat de que a Ertzaintza criou dificuldades à visita do preso à sua terra – Portugalete (Bizkaia) – no passado fim-de-semana.

Numa nota, associação de familiares e amigos dos presos políticos bascos – Etxerat – refere que a Polícia basca manteve o preso algemado durante toda a visita aos seus familiares e que o tratou de forma agressiva, tanto verbal como fisicamente. A família de Bilbao já anunciou que vai apresentar queixa, tal como o próprio preso.

A Etxerat sublinha que não é a primeira vez que Unai Bilbao e os seus «vêem violado o direito à vida familiar», e recorda que prisão de Granada atrasou mais de dois meses a autorização extraordinária que Bilbao havia solicitado para poder ver a mãe – que faleceu em Dezembro último sem poder ver o filho –, uma vez que a saúde a impedia de fazer os 1700 quilómetros das viagens.

Denunciando mais este exemplo da «actual política prisional», a Etxerat recorda ainda o caso recente de Mikel Izpura, preso político do bairro da Txantrea (Iruñea) encarcerado em Múrcia (a 830 km de casa) e que permaneceu algemado durante a visita ao irmão, com um cancro terminal. / Ver: etxerat.eus

Borroka Garaia: «Cuando el derecho a decidir no es igual a autodeterminación»

ASEH-Lisboa - OG, 07/28/2016 - 22:33
Es por ello que no existe ningún partido de relevancia y de ámbito estatal español que defienda el derecho de autodeterminación. Esto incluye a PP, PSOE, Podemos, IU y Ciudadanos. Ya que unos niegan a Catalunya o Euskal Herria el ser una nación y por tanto depositaria de derechos y la supuesta izquierda española supuestamente acepta el hecho nacional pero no el derecho de autodeterminación, ya que la Constitución española para ellos prevalece sobre el derecho de los pueblos.

De esta manera, Podemos e ICV-EUiA ayer votaron en contra de que el pueblo catalán pueda gobernarse así mismo y aplicar el derecho de autodeterminación, posicionándose no solo en contra del Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos y la Declaración Universal de los Derechos Humanos, sino también junto a la oligarquía y perjudicialmente contra la clase trabajadora catalana y la relación de fuerzas más favorable que se desprende. / Ler: BorrokaGaraiaDa / Mais info: llibertat.cat

Haiti: «A partir de hoje somos todos negros»

ASEH-Lisboa - OG, 07/28/2016 - 22:32
[De Eduardo Grüner] Os haitianos ainda hoje pagam caro o atrevimento de em 1804 terem aprovado a mais radical e igualitária das Constituições do século XIX. Eduardo Grüner ensina-nos que os haitianos não se limitaram a construir a 1.ª República independente negra do mundo, mas descobriram também que eles estavam excluídos da «totalidade» da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que haviam recebido com alvoroçada e vã esperança.

E, para isso, logo no seu artº 14.º a Constituição haitiana de 1804 define a totalidade, agora a partir da parte que havia sido excluída (eles), e prescreve: «Todas as distinções de cor necessariamente desaparecerão entre os filhos de uma e a mesma família, onde o Chefe de Estado é o pai; todos os cidadãos haitianos, de aqui em diante, serão conhecidos pela denominação genérica de negros», denominação que não excluía brancos nem mulheres… (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

«En Bolivia existen dos opciones: la restauración conservadora o la profundización del cambio»

ASEH-Lisboa - OG, 07/28/2016 - 22:31
[Entrevista de Katu Arkonada a Juan Ramón Quintana, ministro da Presidência da Bolívia] Después de este proceso de cambio hay solamente dos opciones, una que es esta suerte de rearticulación conservadora, retrograda, antinacional, que podría terminar peor que en la Argentina, y que significaría un desmantelamiento estructural de todas las conquistas del proceso de cambio y por lo tanto una hipoteca del país y de sus recursos naturales; y la otra opción es la continuidad del proceso de cambio, profundizando las transformaciones políticas y económicas, una aceleración de los grandes proyectos estructurales que permitan al Estado Plurinacional llegar a 2025 sin deudas históricas. / Ler: Telesur

Hace 62 años nació un líder que marcó la historia, el revolucionario Hugo Chávez (+Fotos)

Pakito Arriaran (Venezuela) - OG, 07/28/2016 - 14:41

Este 28 de julio, el pueblo venezolano conmemora 62 años del nacimiento del líder de la Revolución Bolivariana, Hugo Rafael Chávez Frías, hombre ilustre que con su visión política y social abrió el camino para la transformación de la patria al trazar la ruta del Socialismo Bolivariano.

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ELA e LAB classificam concertação social como «teatro» que dá cobertura ao patronato

ASEH-Lisboa - AZ, 07/27/2016 - 22:34
ELA e LAB criticaram hoje, em Donostia, o acordo firmado, dia 22, pelo Governo de Gasteiz, a Confebask e os sindicatos CCOO e UGT, no âmbito da chamada concertação social. Para os sindicatos abertzales, esse acordo - sobre negociação colectiva e sobre a necessidade de institucionalizar o «diálogo social» na próxima legislatura - despreza a maioria sindical e não respeita a vontade dos trabalhadores.

Na conferência de imprensa, em que participaram Adolfo Muñoz, Txiki, e Joseba Villarreal (ELA), e Garbiñe Aranburu e Xabier Ugartemendia (LAB), sublinhou-se que estas estruturas sindicais não irão apoiar um «acordo que não limita a estratégia estatalizadora, representa um ataque consciente ao âmbito basco de decisão e uma clara violação do direito à negociação colectiva e à liberdade sindical».

Para os responsáveis de ELA e LAB, o acordo «dá legitimidade ao patronato para que continue a desregular as relações laborais e aumente a precariedade». Também criticam o Governo de Gasteiz por se pôr do lado do patronato e contribuir para a «destruição do Quadro Basco de Relações Laborais e Protecção Social».

LAB e ELA consideram que o «Governo impõe um subsistema do espanhol, apoiando a minoria sindical, com o objectivo de implementar políticas públicas ao serviço do patronato». Tal atitude tem a ver com duas razões fundamentais: «partilha a visão e os interesses do patronato - Confebask - e renuncia a qualquer conflito com o Estado para alterar o actual status quo».

ELA e LAB reafirmaram a defesa de Quadro Basco de Relações Laborais, tendo afirmado que «a negociação colectiva é um pilar fundamental» neste contexto; por isso defendem a «necessidade de blindar o âmbito basco de negociação colectiva frente à sua estatalização».

Reafirmaram também a necessidade de desbloquear a negociação colectiva: uma negociação com conteúdos e não a funcionar como mais um instrumento para que os patrões continuem a melhorar a sua situação. Neste sentido, defenderam que deve servir para combater a precariedade, recuperar o poder de compra dos salários e blindar dos efeitos da reforma laboral. / Ver: ELA sindikatua / Documento conjunto de LAB e ELA: eus / cas

Associações denunciam as missas de exaltação franquista em Iruñea

ASEH-Lisboa - AZ, 07/27/2016 - 22:33
Mais uma vez, a cripta em que se encontra a tumba de Mola, na capital navarra, foi palco de uma missa em memória de um dos máximos representantes do golpe de Estado que deu sequência aos 40 anos da ditadura franquista - e ao que se lhe seguiu. A Coordinadora Navarra de Pueblos por la Memoria e o Autobús de la Memoria denunciam o facto de, «passados 80 anos, continuarem as missas de exaltação franquista» e referem que a «responsabilidade directa é do Arcebispado de Pamplona».

Na sexta-feira, veio a público que uma missa foi celebrada na cripta onde está a tumba de Mola, organizada pela Hermandad de los Caballeros Voluntarios de la Cruz, que foi fundada, dizem, pela «elite da extrema-direita navarra»; o recinto é administrado pelo Arcebispado de Iruñea.

O porta-voz da instituição eclesiástica disse não estar a par de tal celebração e que a missa seria «um acto privado». Mas é o Arcebispado que tem o usufruto da cripta onde se encontra a tumba do general fascista Emilio Mola.

Associações ligadas à Memória Histórica denunciam estas celebrações, que consideram «uma obscena exaltação do franquismo e do terror da repressão» dos fascistas, «incumprindo uma série de leis». Acrescentam que se trata de «uma ofensa para as mais de 3400 pessoas assassinadas a sangue frio em Nafarroa e seus familiares».

Também pedem à Câmara Municipal de Iruñea que «torne real» a vontade manifestada de retirar da cripta referida os corpos dos fascistas Mola e de Sanjurjo. O autarca, Joseba Asiron, disse em diversas ocasiões que a sua intenção é acabar com este mausoléu do horror, e que já se pôs em contacto com as famílias para que venham buscar as ossadas. / Ver: ahotsa.info

James Petras: «EEUU: La polarización y el polvorín»

ASEH-Lisboa - AZ, 07/27/2016 - 22:32
La división de la sociedad estadounidense es mucho mayor que lo que marcan las ‘opiniones’ recogidas en sondeos y mediciones. La polarización ha encontrado la forma de expresarse en las manifestaciones masivas en la calle, los votos de rechazo y los ataques violentos. Todos ellos, ¿están marchando hacia un levantamiento de ámbito nacional? Los funcionarios públicos describen la situación como «un polvorín a punto de estallar». (lahaine.org)

«Venezuela, entre cifras y difamaciones» (Telesur)
La prensa y partidos políticos de derecha nacionales e internacionales utilizan informaciones extraoficiales, imprecisas y contradictorias para desdibujar la realidad de Venezuela.

El Gobierno de Venezuela presentó el miércoles los logros de la Revolución Bolivariana al Comité de Derechos Económicos, Sociales y Culturales de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), en Nueva York, Estados Unidos. Desde entonces los medios de comunicación han publicado informaciones extraoficiales, imprecisas y contradictorias tratando de desmentir las cifras que han sido ratificadas por instituciones y organismos de todo el mundo.

Carlos Mejía Godoy - «Nicaragua, Nicaraguita»

ASEH-Lisboa - AZ, 07/27/2016 - 22:31
Ao vivo em Manágua, capital da Nicarágua, no Concerto pela Paz na América Central (1983), cujos temas foram reunidos no álbum Abril en Managua.
No dia 19 de Julho, assinalou-se o 37.º aniversário da vitória da Revolução Sandinista sobre Anastasio Somosa.

Um tribunal de Donostia proibiu um almoço a favor dos presos em Mutriku

ASEH-Lisboa - AT, 07/26/2016 - 22:34
A decisão foi tomada a pedido do Carlos Urkijo (PP). O delegado do Governo espanhol na Comunidade Autónoma Basca (CAB) também solicitou a proibição de duas iniciativas nas festas de Oiartzun (Gipuzkoa).
Não se ouvia falar do senhor há tempos, andando porventura enfiado numa caixa com os do seu partido, nestas alturas em que muito se falou dos 80 anos do golpe do bando fascista, da guerra, dos anos de ditadura que se seguiram e do que chegou até aos dias de hoje - Urkijo dá um belo exemplo disto.

Agora, o representante dos herdeiros do bando ressuscitou para o que resta da época de Verão e, depois de ver proibido um almoço a favor dos presos nas festas de Mutriku (Gipuzkoa), o representante do Governo espanhol na Bizkaia, em Gipuzkoa e Araba veio comunicar que apresentou mais dois recursos: contra o brinde a 2 de Agosto e o almoço a 4 de Agosto nas festas de Oiartzun.

Qual coelho que saltasse da cartola para a glória, Urkijo veio pedir aos autarcas que estas festas «não sejam usadas para enaltecer os terroristas e humilhar as vítimas» [referir-se-á às dos GAL, às do tio Pepe-que-rico-anda-en-Venezuela, às desaparecidas com a ajuda da França, às torturadas pela GZ e pelos demais, às dos Garzons e Grandes-Marlaskas?].

Não contente com esta intervenção, Urkijo colocou ao mesmo nível os presos políticos bascos e os membros do EI - mas isto havia de acontecer mais tarde ou mais cedo na cabeça do senhor, que é facho, limitado, e tem dificuldades a lidar com o nível de histeria mass merdosa que anda por aí; na imprensa da CAB também.

E ainda fez menção às vítimas de Paris, Nice e Bruxelas - nas notícias, não há registos de que tenha aludido a iraquianos, afegãos, curdos, líbios, aos bombardeados pelo Ocidente in the name of, ou às centenas de sírios que a aviação francesa matou nos últimos dias em território nacional da Síria. / Ver: Berria [Jaiak bai, borroka ere bai! Festas sim, luta também!]

Santiago González Arias: «La ley de víctimas, el estado y el movimiento popular»

ASEH-Lisboa - AT, 07/26/2016 - 22:33
[Advogado, membro de Egia, Justizia eta Oroitzapena] Desde su nombre definitivo, «Ley de reconocimiento y reparación de víctimas de vulneraciones de Derechos Humanos en el contexto de la violencia de motivación política en la Comunidad Autónoma del País Vasco entre 1978 y 1999» ya observamos su tendencia a analizar el conflicto de la misma manera que el estado, cómo el resultado de una mera irrupción injustificada de la violencia de respuesta que es la única objeto de definición genérica y que ocasiona, en todo caso, episodios puntuales de vulneración de Derechos Humanos por parte del estado, algo claramente inadmisible desde una perspectiva abertzale, o simplemente de ciudadanos de este país conocedores de que la Represión del estado es una categoría perfectamente necesaria para explicar estos hechos de violencia estatal contra el Pueblo Vasco y sus mili tantes revolucionarios.
[...]
no podemos dejar atrás un solo compañero, haya fallecido en las circunstancias en las que haya fallecido, ni tampoco a los torturados, que son la verdad cotidiana, la imagen en negativo de la foto de la democracia española, exigimos, simplemente, la verdad, justicia y memoria, y hay que mojarse y confrontar / Ler: BorrokaGaraiaDa

Mauro Iasi: «Guerra do Iraque: a boa fé e a fé imperfeita»

ASEH-Lisboa - AT, 07/26/2016 - 22:32
O que nos chama a atenção é que como a noticia do relatório Chilcot foi trabalhada. O caso nos fornece um rico material para que possamos entender como a ideologia opera. Sabemos que as palavras não são neutras, não são apenas significantes que carregam significados precisos, mas formam um série que constitui um determinado «real». Ou melhor, uma visão sobre o real. Comecemos pelo mais evidente. Os dados nos quais foi baseada a decisão de guerra eram «imperfeitos», a forma como foi conduzida a invasão era «inadequada» e as circunstâncias não eram «satisfatórias».
Uma breve inversão e a barbárie da guerra e seus efeitos poderiam ser compreendidas como uma ação baseada «perfeitamente» em dados precisos da inteligência, levada à cabo de maneira «adequada» em circunstâncias «satisfatórias». Trata-se, portanto, da definição de qual a maneira e as circunstâncias em que se torna compreensível e justificado o assassinato de mais de quatrocentas mil pessoas e a destruição completa de um país. (odiario.info)

Crónica: «BNG e independentistas manifestárom-se nas ruas da capital galega no Dia da Pátria»

ASEH-Lisboa - AT, 07/26/2016 - 22:31
A «Galiza Viva» que reivindicou a principal organizaçom política do nacionalismo galego voltou a ter umha adesom muito superior ao ato político de Anova, cuja presença institucional vai muito além da sua implantaçom social e, sobretodo, mobilizadora. Coletivos sociais diversos participárom na principal convocatória da jornada. / Ler: Diário Liberdade [com galerias fotográficas] / Ver também: directa.cat

Con Chávez y su ejemplo seguiremos perseverando en el camino al socialismo

Pakito Arriaran (Venezuela) - AT, 07/26/2016 - 18:12

Perseverar en el camino socialista con el ejemplo de vida del líder Hugo Chávez y de mártires revolucionarios como Jorge Rodríguez padre, Fabricio Ojeda, Livia Gouverneur y Víctor Soto Rojas fue el llamado que hizo al pueblo este lunes el presidente de la República, Nicolás Maduro, tras participar en un acto en homenaje a Jorge Rodríguez padre, a 40 años de su muerte a manos del puntofijismo neoliberal.

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Guardas civis ameaçaram jovem donostiarra para que colaborasse com eles

ASEH-Lisboa - AL, 07/25/2016 - 22:34
A organização juvenil Ernai e o Sortu do bairro de Antigua (Donostia) denunciaram, hoje, as ameaças da Guarda Civil, na sexta-feira passada, a um jovem do bairro, exigindo-lhe que colaborasse com eles - fosse um bufo. [Foto de arquivo]

Dois guardas civis pararam um jovem na rua, quando se dirigia para o trabalho, e interrogaram-no sobre uma acção de protesto levada a cabo em Antigua, em Maio último, em solidariedade com dois presos políticos bascos que estavam em greve de fome na cadeia de Fresnes (Paris, França).

Numa nota, o Sortu refere que os dois homens se apresentaram como agentes da Guarda Civil e que ameaçaram o jovem, procurando coagi-lo a colaborar com eles, nomeadamente identificando os nomes de quem tinha participado na acção de protesto.

Caso se recusasse a identificar os participantes na iniciativa, ele próprio seria acusado, ameaçaram-no os txakurras, de acordo com a informação divulgada pelo Sortu e também pela Ernai.

Disseram-lhe ainda que iriam estar à espera dele à saída do trabalho. Contudo, várias pessoas foram ter com o jovem ao local de trabalho, para o apoiar, e os militares já não voltaram a ser vistos. O jovem já apresentou queixa. Ver: topatu.eus e naiz

A Brigada da Askapena na Palestina, com Kefah Mansour

ASEH-Lisboa - AL, 07/25/2016 - 22:33
A Brigada da Askapena que este ano se deslocou à Palestina ouviu Kefah Mansour, para conhecer melhor a luta que se trava em Bil'in, na Cisjordânia.Uma luta que dura há 11 anos, desde que o Exército sionista apareceu na localidade com bulldozers e começou a roubar a terra aos palestinianos. / Ver: askapena.org

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