Las campañas de los pueblos solo son débiles, cuando en ellas no se alista el corazón de la mujer

Jose Martí

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Cerca de mil pessoas reivindicaram a amnistia em Bilbo

ASEH-Lisboa - L, 08/27/2016 - 22:35
Cerca de mil pessoas participaram, esta tarde, na capital biscainha na manifestação convocada pelo Movimento pró-Amnistia e Contra a Repressão (MpA) em defesa da amnistia. [O número de manifestantes foi apontado pelo La Haine.]
A mobilização partiu da Praça Zabalburu. Ao longo do percurso, que seguiu por algumas vias do centro de Bilbo e terminou na Praça Moyua, ouviram-se palavras de ordem como «Amnistiarik gabe, bakerik ez» [sem amnistia não há paz], «Presoak borrokan, gu ere bai» [os presos em luta, nós também], «Borroka da bide bakarra» [a luta é o único caminho] e «Gudariak dira, ez terroristak» [são combatentes, não terroristas].
Durante a mobilização, o representante do MpA Sendoa Jurado recordou as greves de fome que alguns ex-presos bascos estão a realizar em Etxarri (Nafarroa) e que os presos bascos levam a cabo em Huelva, para exigir a libertação dos presos doentes. A este propósito, lembrou a situação de Aitzol Gogorza.
No final, procedeu-se à leitura de um manifesto e de uma carta de apoio de dois ex-presos políticos irlandeses, e foi recordada a luta que os presos políticos bascos estão a levar a cabo no presídio de Valence (França). Fez-se ainda um apelo à participação nas próximas mobilizações e a apoiar as várias lutas em curso. / Notícia com base do Twitter do La Haine / Ver também notícia de amnistiAskatasuna, com partes em euskara e outras em castelhano [que já não tivemos tempo de tratar]

FOTOS: manifestação pró-amnistia na Aste Nagusia bilbaína (boltxe.eus)

Leitura: «Sortu bidea / La vía Sortu», de José Manuel «Josefo» Ribero Marcos e Iñaki Egiluz Sagastizabal (lahaine.org)

O iruindarra Alex Belasko foi libertado

ASEH-Lisboa - L, 08/27/2016 - 22:34
Depois de passar oito anos na cadeia, o preso político basco Alex Belasko, do bairro de Iturrama (Iruñea), foi hoje libertado.

Acusado de pertencer ao Movimento pró-Amnistia (MpA), o navarro foi condenado, em 2008, a oito anos de prisão pela Audiência Nacional espanhola, no âmbito do processo contra o MpA.

A notícia da libertação foi divulgada pela associação Etxerat. Belasko cumpriu a pena na íntegra, primeiro em Valhadolide e depois em Picassent (Valência), de onde saiu hoje. / Ver: Berria

Entretien avec Petro Simonenko : le processus de « fascisation » et de « dé-communisation » de l’Ukraine (1ère partie)

ASEH-Lisboa - L, 08/27/2016 - 22:33
[Entrevista ao secretário-geral do Partido Comunista da Ucrânia, Petro Simonenko]
Novembre 2013 : suite à la décision du gouvernement ukrainien de ne pas signer l’accord d’association avec l’Union européenne, un coup de force succédant à une montée des violences , appuyé et incité par des partis et « ONG » en relation directe avec les puissances occidentales, éclate dans le pays. Les mouvements néo-fascistes semblent avoir joué un rôle de premier plan dans le coup, leur permettant d’occuper l’avant-scène des événements, rétablissant leur légitimité dans le nouvel ordre étatique en occupant des fonctions clefs dans l’appareil gouvernemental et ayant une incidence sur la restructuration des rapports de force internes. Parallèlement au réalignement de l’Ukraine avec les intérêts stratégiques de l’impérialisme (ouverture économique, association avec l’UE, association de facto avec l’OTAN, opposition à la Russie), l’on assiste au démarrage d’un processus de fascisation idéologique. Afin d’appréhender ce processus et décortiquer la réalité politique actuelle, Investig’Action s’est entretenue avec le Secrétaire Général du Parti communiste d’Ukraine, Petro Simonenko.

Cette interview a été réalisé en langue russe. Traduction et transcription pour Investig’Action par Philippe Stroot. / Ler: Investig’Action

«O marxismo-leninismo e a combinação conjunta de todas as formas de luta»

ASEH-Lisboa - L, 08/27/2016 - 22:32
Julio Cota, director do órgão central do PC do México, lembra neste artigo que a crise estrutural do capitalismo torna cada vez mais necessário para os comunistas o debate sobre uma questão fulcral: pode o sistema capitalista ser reformado através de medidas neokeynesianas promovidas por governos social-democratas progressistas ou terá de ser derrubado e destruído? Obviamente, algumas formas de luta utilizadas na América Latina para se atingir esse objectivo não são no momento viáveis em países da Comunidade Europeia. / Ler: Diário Liberdade

Kuraia - «Piztu da piztia»

ASEH-Lisboa - L, 08/27/2016 - 22:31
«Piztu da piztia», tema do álbum homónino dos Kuraia (2005) [letra / tradução]

Cerca de 5000 pessoas reclamaram em Bilbo o repatriamento dos presos

ASEH-Lisboa - OT, 08/26/2016 - 22:34
A manifestação, convocada por ex-presos políticos bascos, percorreu as ruas do centro de Bilbo no dia grande da Aste Nagusia [festas] para reclamar o regresso a casa dos presos e refugiados bascos.

Cerca de 5000 pessoas manifestaram-se hoje em Bilbo pelo repatriamento dos presos [o número é do Sortu, citado pelo Berria; a EITB diz que foram menos].

A mobilização partiu às 12h30 da Praça Moyua e terminou junto à Câmara Municipal. Ali, os ex-presos Oihana Garmendia e Liher Aretxabaleta leram um comunicado, em que acusaram os estados espanhol e francês de agir «com vingança» contra os presos bascos e em que recordaram o «exemplo» do processo de paz da Colômbia.

À frente da mobilização seguiram ex-presos. A principal reivindicação ao longo do percurso foi «Euskal presoak etxera» [os presos bascos para casa], mas também se cantou o «zain dago ama, zain aita» nos últimos metros da manifestação.

Menção especial mereceram os presos doentes, e houve uma grande salva de palmas para o refugiado Gaizka Sopelana - que se encontra internado no Hospital de Gurutzeta.

Também em Bilbo, amanhã terá lugar uma manifestação em defesa da amnistia, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e Contra a Repressão (MpA). Parte às 19h00 de Zabalburu. Um juiz do tribunal de excepção deu ordem para vigiar a mobilização. [Borrokak ez du etenik!] / Ver: Berria e eitb.eus

Asier Genua: «Eztabaida terminologikoa baino askoz gehiago»

ASEH-Lisboa - OT, 08/26/2016 - 22:33
«Bi manifestazio leku eta ordu berean, gauza berbera eskatzen»: amnistia, alegia. Ba ez, ez da berdina eskatzen dena, hala balitz ez ginen egoera honetan aurkituko eta.

Amnistia jende gehienak presoak kartzeletatik ateratzea dela ulertzen du, baina ez da hori soilik. Hori amnistia zentzu juridikoan soilik ulertzea da, etsaiaren logikaren baitan. Guretzat, amnistia, bere zentzu politiko osoan, presoen baldintzarik gabeko irtetea, iheslarien buelta, eta espetxera edota deserrira eraman zituzten arrazoien gainditzea da. Hau da, presoen ateratzea eta arrazoi horiengatik preso gehiago egongo ez direla bermatzea. Garaipena, finean. Euskal Herri Langilearen kasuan, garaipen hori Euskal Herri Sozialista litzateke. (BorrokaGaraiaDa)

John Pilger: «Provoking nuclear war by media»

ASEH-Lisboa - OT, 08/26/2016 - 22:32
Milosevic was the victim of war propaganda that today runs like a torrent across our screens and newspapers and beckons great danger for us all. He was the prototype demon, vilified by the western media as the «butcher of the Balkans» who was responsible for «genocide», especially in the secessionist Yugoslav province of Kosovo. Prime Minister Tony Blair said so, invoked the Holocaust and demanded action against «this new Hitler».
[...]
This was the model for Washington’s subsequent invasions of Afghanistan, Iraq, Libya and, by stealth, Syria. All qualify as «paramount crimes» under the Nuremberg standard; all depended on media propaganda. While tabloid journalism played its traditional part, it was serious, credible, often liberal journalism that was the most effective – the evangelical promotion of Blair and his wars by the Guardian, the incessant lies about Saddam Hussein’s non-existent weapons of mass destruction in the Observer and the New York Times, and the unerring drumbeat of government propaganda by the BBC in the silence of its omissions. (counterpunch.org)

Carlos Fazio: «Colômbia: as FARC e a paz próxima»

ASEH-Lisboa - OT, 08/26/2016 - 22:31
Ivan Márquez, chefe negociador das FARC, advertiu que o salto para a legalidade no marco de um Estado terrorista e de uma oligarquia e uma classe politica cheia de truques e perversa como a colombiana, traz o perigo iminente de uma nova guerra suja contra os guerrilheiros que se desmobilizam. Aludiu à rebelião contra uma ordem social injusta como um direito universal inalienável e declarou que o Estado colombiano tem sido o responsável directo da guerra de mais de meio século, com ênfase na contra-insurreição, a doutrina militar do inimigo interno e a segurança nacional de cunho norte-americano e o paramilitarismo. (odiario.info) [Ver tb: «FARC e governo: acordo final em Havana» (odiario.info)]

«La paz en Colombia, algo aún a conquistar», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Para las FARC-EP su interés reside ahora en poder fintar esas intenciones de la burguesía colombiana (algo que históricamente muchas organizaciones armadas revolucionarias tienen dificultad en superar), saber fundirse con el movimiento popular y campesino mientras no rebaja el alcance estratégico de su propuesta política y asegura que las «cesiones» de la burguesía colombiana en los acuerdos se llevan a término y que los vacíos puedan rellenarse con una ofensiva con no menor determinación que las llevadas hasta ahora por esta heroica organización hasta alcanzar la conquista de la aún negada democracia, soberanía, y la búsqueda de la verdad para llegar finalmente a la Paz con Justicia Social en un país donde asesinan militantes sociales a diario.

Solidariedade em Arratia com os que estão em greve de fome em Huelva e Etxarri

ASEH-Lisboa - OG, 08/25/2016 - 22:34
Algumas pessoas levaram hoje a cabo uma iniciativa, na região de Arratia (Bizkaia), com o objectivo de expressarem a sua solidariedade com os que estão em greve de fome no cárcere de Huelva (Espanha) e na ikastola velha de Etxarri (Nafarroa).

Na cadeia de Huelva, os presos políticos bascos deram início a uma greve de fome rotativa para exigir a libertação dos presos doentes. Depois de Iker Olabarrieta ter estado sete dias em jejum, o testemunho passou para Xabi Garcia Gaztelu.

Em Etxarri, por seu lado, os ex-presos Joxean Kortadi e Fernando Lizeaga estão há 11 dias em greve de fome, também para reivindicar a libertação dos presos doentes. Hoje, juntou-se-lhes um outro ex-presos, Angel Erdozia, que estará em jejum até domingo à noite.

Para dar força as estas iniciativas e exigir a libertação dos presos doentes, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou para dia 3, às 19h00, uma manifestação em Etxarri. [Etxarriko plazan hasiko da.]

Na cadeia de Valence
Os presos políticos bascos Aletxu Zobaran e Ibon Goieaskoetxea estão no mitard [castigo] e em greve às comunicações desde o dia 8 de Agosto, no presídio de Valence (França). Com esta luta, pretendem denunciar a dispersão e o afastamento.

No Estado francês, os presos políticos bascos estão dispersos por 26 cadeias. Até agora, não havia presos bascos no presídio de Valence, que fica a 900 km de Euskal Herria. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Organização-satélite processa Mekauen por dar a rua o nome de Pakito Arriaran

ASEH-Lisboa - OG, 08/25/2016 - 22:33
Na terça-feira, durante as festas de Bilbo, várias placas toponímicas da cidade foram cobertas com nomes de figuras bem conhecidas no âmbito da «luta internacionalista», incluindo o de Arriaran, militante da ETA e combatente em El Salvador. É um dos símbolos mais conhecidos e queridos da luta internacionalista basca em todo o mundo.

Arriaran, nascido em Arrasate em 1955, teve de fugir em 1978, primeiro para França e depois para a Venezuela – onde o grupo fascista BVE o tentou matar. Nos anos 80, integrou-se na guerrilha salvadorenha, fazendo jus ao ideário internacionalista. Num combate, foi atingido a tiro numa perna, sem gravidade; a ferida gangrenou e a perna teve de se ser amputada. Foi morto pelo Exército em Setembro de 1984.

As comparsas bilbaínas Mekauen e Askapeña todos os anos celebram o Dia Internacionalista com a colagem nas placas das ruas de vários nomes de pessoas que tomaram parte nas lutas internacionais. Na placa onde colaram o nome de Pakito Arriaran também afixaram o de Begoña Garcia, que, como ele, também foi morta em El Salvador. Outros nomes dados, na terça-feira, à toponímia foram Berta Cáceres, Angela Davis, Che Guevara, Doris Benegas, etc.

A organização da banda direita - que ficava bem enfiada numa moldura de quadro velho, juntamente com os delegados do Governo espanhol na CAB e em Nafarroa - anunciou que vai processar judicialmente a Mekauen, «para evitar a impunidade com que os terroristas são homenageados nas ruas», «sendo tratados como heróis». / Ver: argia

Luís Carapinha: «Mercosul na contra-maré»

ASEH-Lisboa - OG, 08/25/2016 - 22:32
Inegavelmente, está-se em presença de um acto arbitrário e ilegal que conforma uma tentativa de golpe institucional na organização fundada em 1991, da qual a Venezuela é membro de pleno direito desde 2012. Um acto que vem no seguimento da poderosa campanha contra a revolução bolivariana animada, nomeadamente, pelo secretário-geral da OEA, Almagro, que se repete em acusações de «falta de democracia e ausência de Estado de direito» na Venezuela e tem clamado, sem sucesso, pela aplicação da famigerada Carta Democrática Interamericana contra Caracas. (avante.pt)

«A pedofilia como arma de guerra», de José GOULÃO (Abril)
Resta notar que o caso de Omron é usado como propaganda de guerra a propósito da situação em Alepo, a segunda mais importante cidade síria, onde os mercenários invasores, ditos «rebeldes», sentem estar a perder o poder devido ao longo cerco imposto pelas tropas sírias, com apoio aéreo russo.

O episódio Omron coincide com um «aviso» lançado pelo Pentágono de que poderá atacar aviões russos se puserem em causa o seu pessoal no terreno – afinal há tropas norte-americanas na Síria – e depois de ter fracassado a armadilha da abertura de supostos «corredores humanitários» mediante os quais a «coligação ocidental» pretendia romper o cerco de Alepo e dar fuga aos terroristas.

António Santos: «5 razões para ir à Festa do Avante!»

ASEH-Lisboa - OG, 08/25/2016 - 22:31
Para quem nunca foi à Festa do Avante! aqui ficam cinco boas razões para o fazer este ano pela primeira vez:
[...]
A isto, acrescentemos outros 100 concertos distribuídos por uma dezena de palcos, uma feira do livro fértil de conversas e apresentações, um espaço dedicado à ciência com experiências, debates e exposições, um espaço dedicado a todos os desportos por onde passarão 15 mil atletas de 300 colectividades, clubes e associações. Some-se a dança, o parque infantil mais bonito do mundo, um teatro com 10 espectáculos; um cinema com 20 filmes portugueses; uma bienal de artes plásticas e tanto, tanto mais, que o melhor é mesmo consultar o programa aqui. (manifesto74)

Guggenheim culpado e instituições responsáveis por situação precária dos educadores

ASEH-Lisboa - AZ, 08/24/2016 - 22:34
Os educadores do Museu Guggenheim, em Bilbo, realizaram ontem o sexto dia de greve para lutar contra a precariedade e exigir estabilidade nos postos de trabalho.

Ao meio-dia, os trabalhadores realizaram uma concentração frente ao museu, que contou com o apoio da secretária-geral do LAB, Ainhoa Etxaide, e distribuíram panfletos a quem passava sobre as condições de trabalho que enfrentam.

Os 18 trabalhadores, subcontratados à empresa Manpower, voltaram a denunciar a atitude de bloqueio por parte do museu e das instituições no que respeita à busca de uma solução para a sua solução, e explicaram que não foram contactados desde o dia 3 de Agosto, quando ocorreu a última reunião.

Assim, estes funcionários anunciaram que vão prosseguir a luta, mantendo agendadas as paralisações para os dias 26 e 30 de Agosto e 1 de Setembro. Se não houver avanços neste processo - melhores salários e condições de trabalho, fim da precariedade -, os trabalhadores não excluem a hipótese de iniciarem uma greve por tempo indeterminado. No «museu da excelência, contrata-se low cost». / Ver: uriola.eus / Mais info: aseh

Junta Eleitoral de Gipuzkoa considera que Arnaldo Otegi não pode ser candidato

ASEH-Lisboa - AZ, 08/24/2016 - 22:33
A Junta Eleitoral guipuscoana pronunciou-se hoje sobre a candidatura de Arnaldo Otegi (EH Bildu) a lehendakari. Tal como a Procuradoria da AN espanhola, a Junta considera que Otegi não pode ser candidato.

A Junta Eleitoral Territorial de Gipuzkoa comunicou à representação legal do EH Bildu, o advogado Mikel Arreseigor, que o seu candidato a lehendakari, Arnaldo Otegi, «não pode ser eleito», na medida em que existe uma sentença firme da Audiência Nacional espanhola que o condena à pena de inabilitação para o exercício do direito ao sufrágio passivo e para o cargo público - de 4/09/2014 (cinco anos depois de Otegi ser encarcerado) a 28/02/2021.

A Procuradoria do tribunal de excepção espanhol tinha decidido, recentemente, que o dirigente independentista basco não podia ser candidato à Lehendakaritza ou Presidência do Governo da Comunidade Autónoma Basca, e o que a Junta Eleitoral guipuscoana hoje fez foi acatar a decisão espanhola.

O EH Bildu tem agora dois dias para recorrer da decisão da Junta, que na segunda-feira apresentará as listas definitivas para as eleições autonómicas de 25 de Setembro. A coligação soberanista pode ainda apelar para o Tribunal Constitucional espanhol, que terá de tomar uma decisão antes do início da campanha eleitoral, a 9 de Setembro.

Os fascistas espanhóis celebraram a decisão. / Ver: diagonalperiodico.net

Askapena e Etxerat: «Aniversario de la masacre del Filtro»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/24/2016 - 22:32
Homenaje a Norma, a Norma como ejemplo para todos y todas. Ejemplo imprescindible que ha mostrado y sigue mostrándonos día a día a toda la militancia internacionalista lo que es un verdadero y el más digno homenaje: el rechazo consecuente de una falsa indemnización sin justicia y sin verdad; la resistencia día a día por mantener la dignidad de aquellas personas que ya no pueden luchar, pero hoy estarían aquí, como su hijo; la solidaridad con todas las personas y organizaciones que siguen resistiéndose al fascismo, explícito o escondido tras cualquiera de sus sucios disfraces; el trabajo cotidiano por la verdad, contra la impunidad y por la construcción de un mundo mejor, la lucha por la libertad de quienes están presos por luchar... (BorrokagaraiaDa e askapena.org)

Sobre o «Massacre do Filtro», que teve lugar em Montevideu (Uruguai), a 24 de Agosto de 1994, mais informação aqui.

Sendoa Jurado Garcia: «Gabeziak / Carencias» (eus/cas)

ASEH-Lisboa - AZ, 08/24/2016 - 22:31
Pero todo esto, es decir, que un preso enfermo tenga que empezar una huelga de hambre, que en las cárceles tomen los compromisos que deberíamos tomar fuera y que después de pasar tantos años en prisión sean unos ex presos los que realicen un gesto de solidaridad tan duro, es algo que debería darnos para reflexionar y hacer autocrítica a tod@s. Esta oleada de dignidad que nos llega desde dentro de la cárcel es el reflejo de las carencias del movimiento popular y en general de todo un pueblo para poner en marcha dinámicas efectivas. Los movimientos de la calle han tomado un ritmo demasiado suave y esto nos lleva a la normalización de la injusticia, dejando indefenso al eslabón más débil de la cadena. A medida que el conflicto se ha ido enfriando nos hemos ido acomodando hasta parecer que no tenemos ni sangre en las venas, y eso nos puede acarrear graves consecuencias. (lahaine.org)

«El expediente del banquero que pide una "invasión militar a Venezuela"» (Misión Verdad)
[De Franco Vielma] Oscar García Mendoza, presidente del Banco Venezolano de Crédito (BVC) y máximo accionista de esa institución financiera, comentó recientemente por su cuenta personal Twitter: «Sólo la intervención de una fuerza militar extranjera será capaz de comenzar a poner orden en Venezuela».

Adornó más todavía su comentario agregando: «Para los 'políticamente correctos': Por enésima vez. Hasta q (sic) no tengamos una intervención militar extranjera Venezuela no comenzará a cambiar».

Juanjo Basterra: «Empresarios desalmados»

ASEH-Lisboa - AT, 08/23/2016 - 22:34
-Horas extraordinarias: Según la Encuesta de Población Activa (EPA) en el segundo trimestre de 2016 los aumentos de jornada no pagadas por las empresas representaron un 53,7% frente al 39,6% de 2008.

-Salarios: La variación salarial media pactada en convenio hasta julio se sitúa en el 1,11%, casi tres veces menos de lo que crece la economía por ahora. BBVA señala que “se espera que el crecimiento alcance el 3,1% en promedio este año y el 2,3% el siguiente” en Estado español.

-Contratos: El 50% de los contratos que se hacen en Hego Euskal Heria no dura más de un mes y que el 40% son a tiempo parcial. De estos, casi uno de cada tres son contratos por menos de 10 horas.

Además, los contratos indefinidos a tiempo parcial representan el 32% y los temporales a tiempo parcial suponen el 38%.

La realidad del mercado laboral vasco indica que hasta julio se realizaron 181.585 contratos más que en el mismo periodo de 2008, un 33,49% más, pero fueron 5.770 los contratos fijos menos, un 11% menos. El 93,32% de los contratos entre enero y julio de este año en Hego Euskal Herria son temporales/precarios. Es un porcentaje casi similar a lo que pasaba en 2008, el problema más importante se encuentra en que se ha destruido empleo de forma fácil y barata y se está sustituyendo por empleo precario y con salarios reducidos. (lahaine.org)

«Forças israelitas torturam menores palestinianos nos interrogatórios»

ASEH-Lisboa - AT, 08/23/2016 - 22:33
Adolescentes palestinianos em prisões e centros de detenção israelitas afirmam ter sido pontapeados e esbofeteados, submetidos a tortura e a abusos verbais pelas forças israelitas durante a detenção e os interrogatórios.

Estas revelações foram feitas por Hiba Masalha, um advogado do Comité Palestiniano dos Assuntos dos Presos que visitou recentemente vários jovens palestinianos sob custódia israelita. O conjunto de testemunhos que reuniu constitui o relatório mais recente dos vários que, ao longo dos anos, recolhem casos bem documentados de abusos e maus-tratos a crianças e adolescentes palestinianos por forças israelitas, noticia a agência Ma'an. (Abril)

«Bolívia inaugurou Escola militar anti-imperialista, junto com Venezuela e Nicarágua» (PCB)
A instituição funcionará na localidade de Santa Rosa de Paquío, onde antes existia um centro de treinamento para as missões de paz da ONU e levará o nome do ex-presidente militar Juan José Torres (1970-1971), que expulsou o Corpo de Paz dos Estados Unidos e foi próximo dos movimentos de esquerda bolivianos.

A iniciativa de criar a escola foi lançada em 2015 pelo presidente Evo Morales, que lembrou que antes existia a Escola das Américas, uma instituição militar operada pelos Estados Unidos, onde os militares latino-americanos eram ideologizados.
Nas palavras do mandatário boliviano, a escola anti-imperialista será um centro para revisar a história de como os países da América Latina e do mundo têm sido submetidos. «É nossa obrigação criar esta escola que recupere ideologicamente nossa identidade».

«Fidel Castro: 90 anos de vida e luta em registros inesquecíveis»

ASEH-Lisboa - AT, 08/23/2016 - 22:32
Fidel Castro é protagonista de momentos marcantes da história mundial; veja galeria de imagens dos 90 anos de vida e luta do líder da Revolução Cubana

Nascido em Birán, pequena localidade no leste de Cuba, em 13 de agosto de 1926, Fidel Castro completa 90 anos neste sábado. Protagonista de momentos marcantes da história mundial, Fidel figura em imagens inesquecíveis, que registram a entrada em Havana após a vitória da Revolução Cubana, em 8 de janeiro de 1959, ou o encontro com o ativista norte-americano Malcolm X em um hotel no Harlem, em Nova York, em 11 de setembro de 1960.

Em celebração aos 90 anos do líder da Revolução Cubana, Opera Mundi traz alguns destes registros em uma galeria de imagens da vida e da luta de Fidel Castro, dentro e fora de Cuba. Veja as imagens a seguir: / VER: Opera Mundi

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