Las revoluciones se producen en los callejones sin salida

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EH Lagunak (pt)

O preso Zigor Garro pôde despedir-se da mãe em Zokoa

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:34
A mãe do preso basco Zigor Garro Perez, que faleceu no dia 29 de Janeiro, foi homenageada ontem em Zokoa (Lapurdi) e Zigor pôde estar presente.

Paki Perez, mãe do preso basco Zigor Garro Perez, faleceu no final de Janeiro e foi enterrada em Orereta. Paki Perez residiu muitos anos em Ipar Euskal Herria [País Basco Norte] e, ontem, foi-lhe prestada uma homenagem de despedida em Zokoa (Lapurdi), onde o seu filho preso pôde estar presente.

O preso político basco Zigor Garro, que se encontra na cadeia de Saint Maur, a 680 quilómetros de Euskal Herria, foi levado até à pequena localidade do território de Lapurdi, onde foi apoiado por amigos e familiares. / Ver: oarsoaldea.hitza.eus e kazeta.eus

«Daesh: a história escondida»

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:33
[De José Goulão] Não restam hoje dúvidas de que a estrutura mercenária do Daesh funciona como um corpo clandestino do Pentágono, da própria NATO, no quadro da privatização crescente das operações militares nos campos de batalha.

A ideia, contudo, não é nova: tal como montou a estrutura clandestina e terrorista da Gládio, a NATO manipula agora um sucedâneo, o Daesh, adequado às condições e circunstâncias das regiões a dominar e policiar. (Abril)

«Milhares de trabalhadores dizem "basta" a Macri»

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:32
Os protestos contra a política económica do governo incluíram cortes de ruas e de vias de acesso à capital, a instalação de vários pontos onde foi fornecida comida a pessoas com mais necessidades e duas grandes manifestações: uma até à sede do Ministério do Trabalho, na Praça de Maio, e outra, em La Plata, até à sede do governo da província de Buenos Aires – na qual, de acordo com o Resumen Latinoamericano, participaram cerca de 40 mil pessoas.
[...]
A reintegração dos trabalhadores despedidos, tanto na Administração Pública como no sector privado, foi uma das principais reivindicações da jornada de luta. Os trabalhadores exigiram ainda o fim da reforma das pensões, aprovada em Dezembro último, e a implementação da lei de emergência alimentar. (Abril)

Leihotikan - «Nafarroa»

ASEH-Lisboa - OT, 02/16/2018 - 22:31
De Iruñea, Leihotikan. Tema do álbum Munduaren leihoa (2003). [Letra / tradução]

«Iker Gallastegi, una vida dedicada a enaltecer la lucha»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:34
[De Carlos Aznárez] Con el fallecimiento de Iker Gallastegi puede afirmarse sin lugar a dudas que se marcha un auténtico guerrero vasco. No por casualidad era uno de los hijos de Eli Gallastegi, al que apodaban «Gudari» (soldado o guerrillero), quien había liderado la fracción más rebelde del independentismo dentro del Partido Nacionalista Vasco (PNV) hasta que decidió romper con el mismo por sus posiciones claudicantes.
[...]
Gallastegi, acusado por varias ONGs derechistas de hacer «enaltecimiento al terrorismo», alegó que en el film se había limitado a explicar las opiniones de los militantes de ETA sobre su accionar armado, pero se negó a retractarse. «Yo no tengo que pedir perdón. A los vascos nunca les han pedido perdón por los 40 años de dictadura franquista en la que se mataron a miles de personas y se las enterró en cunetas y en tumbas colectivas, algo que se está aclarando ahora. A los vascos nunca les han pedido perdón por el GAL, nadie pide perdón en los conflictos armados», declaró antes que lo condenaran a un año y tres meses de cárcel, cuando ya había superado los 80 años de edad.

Puede afirmarse que se marchó como vivió, indoblegable y coherente, con su risa bonachona y las convicciones a flor de piel, pero seguramente también con la enorme pena de saber que la tan ansiada amnistía para los presos y presas, aún no ha podido concretarse. Y tampoco la patria independiente y socialista por la que tanto peleó. Sin embargo, ahora que está sembrado en las entrañas de su querida Euskal Herria, sus ideas, como las de «Gudari», Lander y otros tantos patriotas seguirán floreciendo e iluminarán futuras luchas. (BorrokaGaraiaDa)

«Hainbat atxiloketa Euskal Herrian sare sozialetan aritzeagatik»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:33
[De MpA] Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimenduak jakin duenaren arabera, hainbat pertsona atxilotu ditu gaur Espainiako Poliziak Euskal Herrian, sare sozialetan 'terrorismoa goratzea' leporatuta.
[...]
Gaurko atxiloketei, ohikoa denaren kontra, ez zaio inolako bonbo informatiborik eman, izan ere jakina baita Euskal Herrian adierazpen askatasunaren aurkako era honetako erasoek ez dutela inolako babes sozialik. Operazio honen bitartez Espainiako Estatuak oso jende zehatza baldintzatu nahi du. Dena kontrolatu nahi horretan, kaleekin egin bezala, Espainiako lurralde eta kultur eredua zein eredu ekonomikoa internet bidez zalantzan jartzen duen edozein mezu saihestu nahi du. / Ler: amnistiAskatasuna

«Cresce a adesão à greve geral contra a reforma da Previdência»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:32
Em todo o Brasil, aumenta a adesão à jornada de luta, marcada para 19 de Fevereiro, contra a reforma que o governo golpista brasileiro quer fazer aprovar. A Frente Brasil Popular alerta que a medida penaliza os mais pobres e visa deixar a Segurança Social nas mãos do capital privado.
[...]
Numa nota acessível no portal da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a FBP lembra que o «governo golpista de Michel Temer e a sua base aliada ameaçam o povo brasileiro com o fim da aposentadoria [reforma]» desde o ano passado.

Afirmando que o povo e os trabalhadores brasileiros, organizados e mobilizados, podem derrotar a tentativa de imposição da medida, a FBP sublinha que, caso seja aprovada, esta implicará a destruição da segurança social e constituirá «um estímulo ao crescimento da previdência privada, deixando a sociedade refém dos bancos num pacto dos golpistas com o capital financeiro». (Abril)

«Un millón de razones: Indonesia 1965»

ASEH-Lisboa - OG, 02/15/2018 - 22:31
[De Chema Sánchez] En plena Guerra Fría, EEUU se percata del «peligro» y teme por este crecimiento excesivo (para sus intereses) del movimiento comunista internacional en otra región tan habitada del globo terráqueo. El secretario de Estado norteamericano, John Foster Dulles, declaró que «el PKI se había convertido en el principal problema en Indonesia» y el embajador norteamericano explicaba que no era posible vencerles «recurriendo a los medios democráticos ordinarios». La intervención estaba asegurada.
[...]
Cuando el PKI se convirtió en una seria amenaza para los intereses de los poderosos, se produjo «inesperadamente» el asesinato de 6 generales nacionales por mandos intermedios del ejército (Movimiento 30 de septiembre). Fue la excusa perfecta para achacárselo sin pruebas al partido comunista como único culpable y, de paso, acusarlo de golpista. A partir de aquí, da comienzo el periodo denominado: «La masacre de 1965», llevado a cabo por una confluencia despiadada entre fuerzas armadas nacionales, los privilegiados líderes religiosos, las mafias callejeras y, cómo no, el «Tío Sam». (redroja.net)

«El caso Portu-Sarasola es paradigmático para mostrar cómo los poderes del estado se coordinan para cubrir a los torturadores y negar la tortura»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:34
[Entrevista a Xabier Makazaga no programa «Suelta la Olla», da rádio Hala Bedi] Xabier Makazaga, investigador sobre a tortura em Euskal Herria e autor de Manual del torturador español, publicou precisamente há três anos um livro, que está disponível em Internet, El caso Portu-Sarasola. Los encubridores de la tortura al desnudo.

Falámos hoje, dia contra a tortura [13 de Fevereiro], com Xabier Makazaga, dia também em que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou o Estado espanhol por considerar que Igor Portu e Mattin Sarasola sofreram um «tratamento desumano e degradante». / OUVIR: halabedi.eus

«Macron ameaça punir a Síria se atravessar a "linha vermelha"»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:33
A França, potência de largo passado colonial e com o neocolonialismo bem activo no presente – sob o comando de Sarkozy, Hollande ou Macron –, tem intensificado as ameaças contra a Síria. Esta terça-feira, o presidente francês voltou a abordar a questão das «armas químicas».
[...]
As declarações de Macron ocorreram no mesmo dia em que o Centro Russo para a Reconciliação na Síria alertou para a possibilidade de uma nova «provocação» no país árabe.

Em comunicado, o Centro afirma ter recebido informações de um habitante de Serakab, na província de Idlib, de acordo com as quais o grupo terrorista Frente al-Nusra transportou para a aldeia cerca de duas dezenas de bidões de ácido clorídrico, juntamente com material de protecção individual. (Abril)

Entrevista de Fidel Castro à extinta TV Manchete (1986)

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:32
[Sugestão e divulgação de Maurício Castro] Diz o Maurício que esta «entrevista-reportagem de 1986» a uma TV brasileira é uma «jóia» para quem tiver interesse em conhecer a figura humana/política de Fidel e a história da Revolução cubana. A entrevista, com cerca de duas horas de duração, está legendada em português.

Gibelurdinek - «Hartzaren Dantza»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/14/2018 - 22:31
Mais info (cas./eus.) sobre o tema (instrumental), em gibelurdinek.eu.

Dia contra a tortura em EH: a 37 anos do assassinato de Joxe Arregi

ASEH-Lisboa - AT, 02/13/2018 - 22:34
Hoje, 13 de Fevereiro, passam 37 anos sobre a morte por torturas de Joxe Arregi Izagirrre e assinala-se o Dia Internacional contra a Tortura em Euskal Herria. Neste contexto, foram agendadas para ontem, hoje e os próximos dias iniciativas em vários pontos do território basco para denunciar a tortura, exigir o fim desta prática e condenar a impunidade que a rodeia - o caso de Joxe Arregi, em 1981, é um de muitos exemplos.

Hoje mesmo, uma sentença do Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo condenou o Estado espanhol a indemnizar Igor Portu e Mattin Sarasola em 50 mil euros, por «danos morais», referentes aos maus-tratos que padeceram em poder da Guarda Civil em 2008.

A sentença diz-nos menos que aquilo que já sabemos há muito: que se tortura em Espanha; que o Estado espanhol encobre a tortura e quem a pratica. No entanto, a sentença ganha relevo precisamente porque contraria as várias versões oficiais-mediáticas então propaladas (os de cá também engoliram e deitaram a caca para fora, como é costume) e depois de quatro dos guardas civis torturadores, condenados em primeira instância pela Audiência de Gipuzkoa, terem sido absolvidos pelo Supremo Tribunal espanhol.

E, segundo refere a defesa de Portu e Sarasola, é a primeira vez que o alto tribunal europeu se refere especificamente à existência de «maus-tratos» provocados por servidores do Estado espanhol, quando até agora Estrasburgo havia condenado a falta de investigação dos casos de tortura denunciados.

Tudo isto tem a sua importância, o desagravo e o reconhecimento, mas, sabem-no os bascos consequentes melhor que nós, não é nenhum tribunal que faz o caminho da luta da libertação nacional e de classe que só ao povo basco cabe. Nenhum tribunal fará justiça ao povo basco, aos povos.

13 de Fevereiro é, no País Basco, o Dia Internacional contra a Tortura. A data passou a ser assinalada após a morte por torturas de Joxe Arregi (Zizurkil, Gipuzkoa), em 1981. O militante da ETA foi capturado a 4 de Fevereiro daquele ano e, incomunicável, foi sujeito a torturas brutais durante nove dias, vindo a falecer no Hospital Prisional de Carabanchel, em Madrid, a 13 de Fevereiro.
«Oso latza izan da» [foi muito duro], disse, pouco antes de morrer, a companheiros revolucionários que se encontravam no hospital.

Ao seu assassinato seguiu-se, em Euskal Herria, uma greve geral com ampla adesão, bem como manifestações, fortemente reprimidas pela Polícia espanhola. Estima-se que umas 10 mil pessoas tenham participado no funeral de Arregi, em Zizurkil.

Milhares de bascos foram torturados - durante o franquismo, a mal chamada «transição» e a dita «democracia espanhola». Uma investigação coordenada pelo médico forense Paco Etxeberria, recentemente publicada, documentou 4113 casos de tortura entre 1960 e 2014. Os casos dizem todos respeito a pessoas nascidas ou residentes na Comunidade Autónoma Basca (ficando de fora Nafarroa e Iparralde).

«Julen Ibarrolaren espetxeratzearen aurrean»

ASEH-Lisboa - AT, 02/13/2018 - 22:33
[De MpA] Espainiako Estatuak pertsona ugari epaitu eta kondenatu ditu azken urtean zehar haien iritzia modu publikoan emateagatik, den denak ezkertiarrak, eta dagoeneko bi euskal herritar espetxeratu ditu. Harrigarria eman dezakeen jokaera errepresibo hau, ordea, guztiz logikoa da frankismo zaharrari mozorro berria janzten dion espainola bezalako estatu neo-faxista batean: kapitalismoa langileriaren baldintzak gero eta okerragoak bihurtzen ari denean, borrokaren bitartez herriak irabazitako lorpen guztiak birrinduak izaten ari direnean, inperialismoa herrien zanpaketan indartsuen sentitzen den honetan, Euskal Herriaren asimilazio kulturala 2006tik hona errealitate bihurtzen ari den prozesua abian (esate baterako euskararen erabilera), Espainiako faxismoa eroso sentitzen da herriak eta langileak jipoitzen jarraitzeko. / Ver: amnistiAskatasuna

Néstor Kohan: «El Che era un gran leninista»

ASEH-Lisboa - AT, 02/13/2018 - 22:32
[Entrevista a Néstor Kohan sobre o seu livro Lenin. La pregunta del viento, editado recentemente na Venezuela. Foi publicada no n.º 149 da revista Sudestada] «Indomesticable. Indigerible. Hueso duro de roer. La sola mención de su nombre hace temblar a empresarios, banqueros, policías, militares, agentes de inteligencia… Con Lenin jamás pudieron. Les sigue generando pánico, desesperación y horror». Con esa sentencia elige Néstor Kohan iniciar su libro Lenin. La pregunta del viento, editado recientemente en Venezuela. A la hora de perseguir vínculos, de dibujar continuidades y diálogos entre leninismo y guevarismo, la opinión de Kohan cobra autoridad: no sólo estudió la acción y la teoría de los dos revolucionarios, sino que se ocupó con particular atención de batallar contra varios ejércitos de manipuladores y distorsionadores de su mensaje durante muchas décadas. (lahaine.org)

«A reestruturação violenta do mercado de trabalho em Portugal»

ASEH-Lisboa - AT, 02/13/2018 - 22:31
[De Eugénio Rosa] Embora possa ter passada despercebida a sua dimensão, o certo é que no nosso país, com a crise e com a «troika», se registou uma reestruturação violenta e rápida do mercado de trabalho, que determinou a expulsão maciça de trabalhadores com o ensino básico, em escala muito superior ao emprego destruído. Associado a isso aumentou a proletarização e a precariedade, e os baixos salários tornaram-se cada vez mais dominantes. (odiario.info)

Mobilizações pela liberdade de expressão no Estado espanhol

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:34
Promovidas pelas vítimas da actual ofensiva do Governo espanhol contra a liberdade de expressão, a liberdade de informação e a liberdade ideológica, várias mobilizações estão agendadas para amanhã, 13, e quarta-feira, 14, sobretudo em cidades do Estado espanhol, mas também nalgumas cidades europeias e do continente americano.
Os incriminados na Operação Aranha, a Plataforma de Solidariedade com Pablo Hasel, Valtonyc, La Insurgencia e muitos outros alvos da repressão estão a trabalhar de forma coordenada com diversas organizações com o propósito de levar por diante as concentrações. / Ler comunicado da iniciativa #KallaLaBoca em: lahaine.org

Apresentação do Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:33
O Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea [centro documental e arquivo Justo de la Cueva] (JCDAG) é um arquivo privado que contém a produção científica realizada ao longo de várias décadas por Justo de la Cueva e Margarita Ayestarán, além de uma biblioteca com cerca de 10 000 livros sobre diversa temática (franquismo, sociologia, marxismo e história recente de Euskal Herria). / Mais informação, euskaraz e em castelhano: BorrokaGaraiaDa e lahaine.org

Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunearen aurkezpena
Justo de la Cuevak eta Margarita Ayestaranek zenbait hamarkadetan burutu zuten lan zientifiko guztia biltzen du Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo guneak (JCDAG). Bertan badira ere 10 000 liburu inguru hainbat gai jorratzen dituztenak (frankismoa, soziologia, marxismoa eta Euskal Herriko historia berria), baita 1980 eta 2011 bitartean Euskal Herrian sortutako dokumentazio aunitz ere. Nortzuk izan ziren Justo eta Margari eta beren eginkizunak ezagutarazteko dokumental bat eta bikotearen bizitzaren kronologia gauzatu dira, azken hau interneten eskuragai dago.
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Presentación de Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea
El Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea (JCDAG) es un archivo privado que contiene la producción científica realizada durante varias décadas por Justo de la Cueva y Margarita Ayestarán, además de una biblioteca con alrededor de 10.000 libros sobre diversa temática (franquismo, sociología, marxismo e historia reciente de Euskal Herria). El JCDAG posee, asimismo, una ingente cantidad de documentación producida en Euskal Herria entre 1980 y 2011. Para presentar al público quiénes eran Justo y Margari, y qué trabajos científicos realizaron a lo largo de su vida profesional, hemos realizado una cronología vital, visible on-line, así como un documental.

«Justo de la Cueva: el archivo documental de un comunista» (ahotsa.info)Mais info aqui.

«Israel retém corpos de 19 palestinianos mortos»

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:32
Em declarações à rádio Voz da Palestina, Issam Arouri, director do Centro de Assistência Jurídica e Direitos Humanos de Jerusalém (JLAC, na sigla em inglês), disse que as forças israelitas continuam a reter os restos mortais de 260 palestinianos nos chamados «cemitérios de números» em Israel, para além de conservarem em morgues os corpos de 19 palestinianos que foram mortos pelos israelitas desde 2016, informa a agência Ma'an.
[...]
Israel tem desde há muito «cemitérios para os mortos inimigos», também conhecidos como «cemitérios de números», onde se encontram os restos mortais de membros da resistência palestiniana contra a ocupação sionista que foram mortos durante ataques contra israelitas. A Ma'an refere que as autoridades israelitas os enterram em túmulos sem nomes, apenas identificados por números. (Abril)

«Marx e o Mundo Ocidental» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:31
Na edição n.º 154 do programa «Escuela de Cuadros», estuda-se o texto «Marx e o Mundo Ocidental», do filósofo soviético Evald Ilienkov, com a ajuda do intelectual e professor cubano Rubén Zardoya.

O texto está acessível em castelhano aqui. Mais informação sobre Evald Ilienkov, em português, aqui.

«Marx y el mundo occidental (Iliénkov)»Na Venezuela, o programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com.

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