Las campañas de los pueblos solo son débiles, cuando en ellas no se alista el corazón de la mujer

Jose Martí

Se encuentra usted aquí

EH Lagunak (pt)

A censura atacou os murais de Altsasu pela madrugada

ASEH-Lisboa - AZ, 10/15/2014 - 23:33
O ataque ocorreu esta madrugada e a localidade navarra acordou sem os seus murais – alguns deles «históricos», registados pela ASEH em mais do que uma ocasião. Para além de terem desaparecido murais a favor dos presos políticos bascos, foi também eliminado um Arrano Beltza que se encontrava na praça junto à inscrição «Independentzia-Sozialismoa». Habitantes da localidade disseram ao hitzondo.net que o trabalho foi feito por pessoas não identificadas e protegidas pela Polícia Foral.
Este novo «ataque à liberdade de expressão», como é apontado pelo portal do Vale de Sakana, ocorreu, segundo consta, com o pretexto de eliminar lemas que fizessem a «apologia do terrorismo». Alguns dos murais existiam há bastantes anos – embora meios de comunicação espanhóis tenham referido que a última edição do Ospa Eguna [Dia do Baza] é que esteve na origem de pintadas e murais.

A «façanha» de hoje vem juntar-se a vários episódios de repressão ocorridos em Sakana nas últimas semanas. O movimento popular anti-repressivo está alerta e em breve dará a conhecer novas iniciativas. / Ver: ahotsa.info e hitzondo.net

A Askapena repudia a presença em EH do golpista Luis Ugalde

ASEH-Lisboa - AZ, 10/15/2014 - 23:32
A organização internacionalista basca emitiu uma nota em que expressa o seu mais veemente repúdio pela presença em Euskal Herria, a convite da Fundação Sabino Arana, do sacerdote Luis Ugalde, «acérrimo anti-chavista» e elemento associado ao golpe de Estado de 2002. A Askapena denuncia a «cumplicidade» da referida fundação e do partido a que está ligada – o PNV – «com uma figura desta índole».

Luis Ugalde, jesuíta de origem basca e antigo reitor da Universidade Católica Andrés Bello (UCAB, irmanada com a Universidade de Deusto), dará amanhã, dia 16, uma conferência sobre «a situação política actual na Venezuela», no âmbito de uma iniciativa organizada pela Fundação Sabino Arana.

A Askapena refere que esta fundação ligada ao PNV promove o evento, no seu portal, fazendo o elogio do percurso profissional de Luis Ugalde, «mas omitindo elementos-chave para se entender realmente que figura está a convidar para reflectir sobre a situação na Venezuela».

«Com efeito, foi o sacerdote Luis Ugalde que em Março de 2002 mediou, dando-lhe também a sua bênção pública, o pacto entre empresários, donos de meios de comunicação, políticos e militares que viriam a perpetrar, um mês depois, o golpe de Estado», afirma a Askapena, considerando que se está na presença não só de um feroz opositor ao chavismo, «mas de um verdadeiro golpista, que não hesitou em apoiar o derrube de um Governo democraticamente eleito».

Assim, a Askapena repudia com veemência a sua presença em Euskal Herria e denuncia a cumplicidade da Fundação Sabino Arana e do PNV com tal personagem. / Ver: askapena.org

Atilio Borón: «Elecciones en Bolivia: ¿Por qué ganó Evo?»

ASEH-Lisboa - AZ, 10/15/2014 - 23:31
El PIB pasó de 9.525 millones de dólares en 2005 a 30.381 en 2013, y el PIB per Cápita saltó de 1.010 a 2.757 dólares entre esos mismos años. La clave de este crecimiento -¡y de esta distribución!- sin precedentes en la historia boliviana se encuentra en la nacionalización de los hidrocarburos. Si en el pasado el reparto de la renta gasífera y petrolera dejaba en manos de las transnacionales el 82 % de lo producido mientras que el Estado captaba apenas el 18 % restante, con Evo esa relación se invirtió y ahora la parte del león queda en manos del fisco. (boltxe.info)

«Sostener para profundizar, profundizar para sostener», de Katu ARKONADA (lahaine.org)
la única manera de sostener el proceso de cambio boliviano es profundizando y radicalizándolo

«Comunicado de Endavant ante la renuncia de CIU a realizar la consulta sobre la independencia de Catalunya», de Endavant Osan (boltxe.info)
La situación en la que nos encontramos demuestra que un movimiento de liberación nacional a día de hoy en Europa occidental, capitaneado políticamente por las clases dirigentes no tiene condiciones de triunfo porque estas clases dirigentes no están interesadas en una verdadera ruptura del status quo.

Terceira greve na Bizkaibus com adesão de 100 por cento

ASEH-Lisboa - AT, 10/14/2014 - 23:35
Ontem, 13, os trabalhadores da Bizkaibus – empresa de transporte rodoviário de passageiros – realizaram a terceira de várias greves convocadas para este mês por diversos sindicatos. Em causa está o cumprimento, por parte da Deputação Foral, do acordo firmado há um ano com vista à manutenção dos postos de trabalho e o respeito, por parte das empresas a quem o serviço foi concessionado, das condições de trabalho e dos acordos colectivos vigentes.

Ontem mesmo, enquanto os trabalhadores da Bizkaibus voltavam a aderir em massa à luta pelos seus direitos, os sindicatos reuniram-se com representantes da Deputação Foral da Bizkaia – revela o LAB numa nota –, no decorrer da qual deixaram claro que não vão desconvocar as greves se não houver um compromisso firme, da parte da deputação e das empresas, no sentido de respeitar os direitos dos trabalhadores e os seus postos de trabalho, consagrados no acordo de há um ano.

O LAB refere ainda que a deputação se comprometeu a estudar as propostas dos sindicatos, que ficam agora à espera para ver até onde é que a instituição foral está disposta a ir. Para o LAB, a luta irá prosseguir até que as concessionárias e a deputação assumam um compromisso real em defesa da melhoria dos serviços e do emprego na Bizkaibus.

Como ainda nada mudou, a convocatória das próximas greves mantém-se: dias 15, 17, 20, 21, 23 e 24; por tempo indeterminado a partir de dia 27. Na nota, o LAB, que felicita os trabalhadores pela adesão de 100% nas três greves realizadas em Outubro, faz um apelo à população para que não se deixe enganar pela Deputação Foral e se una aos trabalhadores na defesa da qualidade dos serviços e do emprego. / Ver: LAB Sindikatua e uriola.info

ACÇÃO CONTRA O ELEVADO DESEMPREGO EM EZKERRALDEA
Diversos colectivos sociais e sindicatos da região biscainha de Ezkerraldea ergueram um muro simbólico frente à agência do Lanbide (Serviço de Emprego) em Sestao, em protesto contra os cortes nas prestações sociais e a elevada taxa de desemprego. Os colectivos lembraram que na Margem Esquerda há 21 400 desempregados – taxa de 20% – e que 57% das pessoas sem emprego não recebem qualquer tipo de subsídio ou prestação. Criticaram ainda a política de cortes aplicada pelos municípios da região, bem como «as más práticas do Lanbide». / Ver: boltxe.info

25 multados e 11 acusados pela participação na concentração antifascista de Erronkari

ASEH-Lisboa - AT, 10/14/2014 - 23:34
Em Maio, o grupo Hispania Verde, ligado aos fascistas do MSR, foi até Erronkari numa atitude de clara provocação. Os habitantes desta região montanhosa de Nafarroa organizaram uma concentração de repúdio, com a qual quiseram deixar claro que não toleravam o fascismo. Agora, chega a informação de que 11 habitantes foram acusados e outros 25 multados por terem participado nessa concentração. No sábado, 18, haverá uma conferência de imprensa sobre esta situação.Ver: ahotsa.info e SareAntifaxista

O MP pede três anos para Aitzol Etxaburu Artetxe

ASEH-Lisboa - AT, 10/14/2014 - 23:33
A pedido do tribunal de excepção, o preso político natural de Ondarroa (Bizkaia) foi transferido no início do mês da cadeia de Fleury-Mérogis (Estado francês), onde se encontra a cumprir pena, para o Estado espanhol. Ontem, o Ministério Público pediu três anos de cadeia e uma multa de 86 mil euros para o ondarrutarra, acusando-o de ligação à ETA. Um grupo de Ondarroa foi até Madrid para mostrar a Aitzol que não estava sozinho.

Na sessão de ontem, que começou por volta das 10h00 e durou cerca de uma hora e meia, puderam estar presentes na sala do tribunal de excepção espanhol quatro pessoas do grupo de apoio que partiu da localidade costeira biscainha para apoiar o preso. Segundo referiram, correu tudo «bem».

Recentemente, as coisas não correram tão bem quando os familiares de Aitzol Etxaburu Artetxe se deslocaram à prisão de Soto del Real para o visitar. À chegada, os funcionários disseram-lhes que tinham de lhes fazer uma «revista corporal integral» e, como os familiares do preso político se recusaram, ficaram sem a visita. «Não nos deixaram ver o Aitzol. Voltámos para Ondarroa», disseram.

O preso ondarrutarra deverá regressar à cadeia de Fleury-Mérogis amanhã, 15. / Ver: Lea-Artibai Hitza e Turrune!

Entrevista ao deputado Juan Contreras, substituto de Robert Serra

ASEH-Lisboa - AT, 10/14/2014 - 23:32
Na Casa de Encuentro Bolivariana Freddy Parra, no bairro 23 de Enero, em Caracas, Juan Contreras fala do seu trajecto de luta e dá a conhecer as suas ideias.Entrevista da Aporrea a Juan Contreras, director da rádio comunitária Al Son del 23, coordenador da Coordinadora Simón Bolívar e deputado à Assembleia Nacional venezuelana como substituto de Robert Serra, recentemente assassinado. / Ver: pakitoarriaran.org

KOP - «Sols el poble salva el poble»

ASEH-Lisboa - AT, 10/14/2014 - 23:31
Ao vivo na Sala Apolo, em Barcelona (9/1/2009).

Sindicatos do Osakidetza firmes na luta

ASEH-Lisboa - AL, 10/13/2014 - 23:34
Os sindicatos que representam os trabalhadores do serviço público de saúde da Comunidade Autónoma Basca decidiram, hoje, agendar cinco jornadas de greve para Novembro e Dezembro. Protestam contra a política de cortes e de desinvestimento no sector e denunciam a atitude manifestada pela administração na mesa negocial.

A primeira jornada de luta foi convocada para 6 de Novembro, com paralisações de quatro horas por turno nos três territórios da CAB. Seguir-se-ão greves de 24 horas em cada um dos herrialdes: nos dias 13 (Araba), 20 (Gipuzkoa) e 27 (Bizkaia). A última greve hoje convocada, também de 24 horas, terá lugar no dia 4 de Dezembro e abrange todos os territórios da CAB.

Elena de la Maza, do Satse, referiu hoje, em Bilbo, que os sindicatos não têm outra alternativa senão partir para a luta, confrontados que são com a falta de negociação séria da parte da administração do Osakidetza. Para os sindicatos, é necessário combater a precariedade e a degradação das condições de trabalho no sector e apostar na criação de emprego público de qualidade. Em seu entender, a proposta avançada pelo Conselheiro da Saúde, Jon Darpón, no sentido de contratar mais 300 funcionários é francamente insuficiente face às carências dos serviços e tendo em conta a política de destruição de emprego levada a cabo nos últimos anos.

Recorde-se que a situação de conflito neste sector já não é nova, com os trabalhadores a acusarem a administração de falta de seriedade na mesa de negociação. Depois de uma grande manifestação em Junho – na qual prometeram um «Outono quente» caso o Osakidetza mantivesse a mesma política –, no passado dia 4 os trabalhadores, em conjunto com associações de utentes, de pensionistas e de moradores, realizaram marchas em Donostia, Gasteiz e Bilbo em defesa de «um serviço público de saúde de qualidade». / Ver: Berria

Camas hospitalares enchem praça em Altsasu contra a incineração de resíduos

ASEH-Lisboa - AL, 10/13/2014 - 23:33
A plataforma anti-incineração 3Mugak Batera encheu o espaço junto ao Iortia Kultur Gunea com camas hospitalares, como forma de chamar a atenção para os riscos associados à incineração de resíduos na cimenteira Portland, em Olazti.

A Praça do Iortia, em Altsasu (Nafarroa), transformou-se num hospital gigante. Com esta acção, promovida pelo 3Mugak Batera, pretendeu-se denunciar as graves consequências da queima de resíduos na cimenteira em Olazti para os habitantes do Vale de Sakana e de Lizarraldea (Nafarroa), do Goierri (Gipuzkoa) e da Arabako Lautada (Araba).

A plataforma organizadora da iniciativa lembrou que os governos autónomos, responsáveis pela gestão dos resíduos, estão a pôr de lado as incineradoras como forma de lidar com os resíduos, mas ponderam a hipótese de os enviar para as cimenteiras, que poderão vir a queimar milhares de toneladas.

Para a plataforma, levar este plano por diante era um escândalo, o mesmo que estar a enganar as populações, e pede aos governos que não «brinquem com questões tão sérias». / Ver: ahotsa.info e hitzondo.net

Surgiu em Lizarraldea o movimento «Pikutara!» para mandar embora as forças de ocupação

ASEH-Lisboa - AL, 10/13/2014 - 23:32
O movimento «Pikutara!» nasceu na região navarra de Lizarraldea para «denunciar o acosso geral das forças policiais e para promover uma atitude favorável à desmilitarização» do território.

Os promotores do movimento escolheram o 12 de Outubro, dia da hispanidade e das forças armadas espanholas – «um feriado estranho e imposto aos povos que o Estado espanhol oprime» –, para se darem a conhecer, através de uma nota de imprensa. Para além disso, aproveitaram o dia para fazer colagens pelas ruas de Lizarra, usando uma figura e dizeres que caricaturam a atitude da Guarda Civil.

Numa nota de imprensa em que, sem recurso a palavras mansas, faz uma análise bastante «realista» daquilo que é a função dos «pikoletos» em Euskal Herria – instrumento de opressão, repressão e desgaste ao serviço do imobilismo do Estado –, o Pikutara! Mugimendua afirma que o país jamais será livre «enquanto estas forças armadas nele permanecerem».

Neste sentido, lembram os múltiplos ataques a que as populações são submetidas pela Guarda Civil e por outras forças policiais – identificações, revistas, ameaças, controlos, milhares de euros em multas, seguimentos, detenções, torturas. O movimento Pikutara! nasce neste contexto, considerando que o caminho a seguir é «a luta e a activação» popular. / Ver: ahotsa.info e topatu.info

Red Roja: «Ante el ataque de los fascistas de Svoboda a la Facultad Ciencias Políticas de la UCM»

ASEH-Lisboa - AL, 10/13/2014 - 23:31
Como ha quedado demostrado, el fascismo actúa agresivamente con toda impunidad haciéndose más evidente en los tiempos de profunda crisis como la que vivimos, cuando se agudizan radicalmente las contradicciones de clase y los brotes fascistas y autoritarios se multiplican. A la clase obrera, al estudiantado y al pueblo trabajador nos corresponde organizar la resistencia y, entendiendo las razones compartidas de la lucha antifascista de las Milicias Populares del Donbass, desplegar toda nuestra Solidaridad Internacionalista. (lahaine.org)

SOLIDARIEDADE COM O DONBASS EM EUSKAL HERRIA
São inúmeras as iniciativas solidárias com o povo trabalhador do Donbass em Euskal Herria: no Kabia Kultur Elkartea, em Bilbo, está patente ao público uma exposição, inaugurada dia 8, sobre a resistência antifascista; também no Kabia, dia 10 teve lugar uma conferência de activistas bascos que estiveram presentes naquele território. No dia 9, realizou-se em Gasteiz um festival solidário, que incluiu conferências na Universidade do País Basco e concertos no gaztetxe local.

Para dia 18, está agendada uma conferência no Kilika Gaztetxea, em Azkaine (Lapurdi), sobre o imperialismo na Ucrânia e a resistência popular no Donbass. Para o final do mês (dias 28, 30 e 1 de Novembro), foram agendadas várias iniciativas solidárias com a Ucrânia antifascista e com as Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk na região biscainha de Ezkerraldea (em Sestao e Portugalete), em que se incluem a exibição de um documentário, uma conferência e actuações musicais. O dinheiro que se juntar será enviado para o povo trabalhador do Donbass. / Ver: SareAntifaxista e topatu.info

Milhares reivindicam a independência e a República Basca nas ruas de Bilbo

ASEH-Lisboa - IG, 10/12/2014 - 23:33
No dia da hispanidade, 12 de Outubro, milhares de pessoas reclamaram a independência de Euskal Herria e denunciaram a «negação e a imposição» do Estado espanhol.

Milhares de pessoas participaram hoje, na capital biscainha, na mobilização convocada pela Rede Independentistak para reivindicar a independência de Euskal Herria e protestar contra «a contínua política de negação e imposição» por parte do Estado espanhol. Uma faixa com o lema «Gora Euskal Errepublika!» [viva a República Basca] seguiu à frente da manifestação, que partiu da Praça Circular e terminou na Elíptica, ao longo da Kale Nagusia/Gran Vía.

Os organizadores queriam que a mobilização assumisse um carácter «dinâmico e participativo», e assim ocorreu. Logo de manhã, a água de várias fontes apareceu tingida de verde. Já na marcha, estiveram presentes as reivindicações de diversos sectores, que exibiram faixas, cartazes ou levaram a cabo iniciativas próprias. Notou-se a presença, por exemplo, do movimento feminista, do euskara, de mensagens contra a LOMCE. Para além disso, enquanto os outros põem Colombo nos píncaros, aqui foi Símon Bolívar que assumiu destaque na manifestação: um grande boneco/marioneta recordava a sua figura e homenageava os povos latino-americanos que conquistaram a sua independência do Estado espanhol.

Txutxi Ariznabarreta tomou a palavra no final da marcha, para defender o direito à independência. Face aos que querem impor a «celebração do dia da hispanidade, nós defendemos, neste 12 de Outubro, o direito à liberdade de Euskal Herria e de todos os povos do mundo», disse. Lembrando que a independência não é algo abstracto, mas significa coisas como «democracia, justiça social, âmbito basco de relações laborais ou soberania alimentar», Ariznabarreta sublinhou que Euskal Herria «não pode ficar a olhar para Madrid e Paris», deixando que os estados «marquem a agenda política» basca; «temos de ser nós aqui, em Euskal Herria, a traçar o caminho, a decidir os passos e marcar os ritmos». / Ver: Berria / Fotos: manifestação pela independência de EH no dia da hispanidade (Berria)
Leitura: «12 de Octubre, día de la resistencia al invasor», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
12 de octubre, nada que celebrar, mas que la resistencia al invasor y a sus sucios intereses.

Milhares manifestam-se contra a LOMCE nas capitais bascas

ASEH-Lisboa - IG, 10/12/2014 - 23:32
Milhares de pessoas vieram ontem, 9, para as ruas das quatro capitais bascas expressar o seu repúdio pela LOMCE (Ley Orgánica para la Mejora de la Calidad Educativa) e reivindicar a construção de um sistema educativo próprio: aberto, participativo e euskaldun.Nas mobilizações, convocadas por sindicatos e plataformas ligadas à área da Educação - Ikasle Abertzaleak, Sortzen, Udako Euskal Unibertsitatea, Hezkuntza Plataformen topagunea, ELA, STEE-EILAS e LAB -, os manifestantes vincaram a sua oposição à LOMCE, que, denunciaram, já está a ser aplicada em Euskal Herria. «Não aceitamos uma Lei Wert negociada ou imposta nas nossas salas de aula e vamos continuar a lutar pela construção de um sistema educativo próprio», afirmaram.

Em Iruñea, Antxon Barberia, do sindicato estudantil Ikasle Abertzaleak, revelou que foi desenvolvido um documento com diversas ferramentas que podem ser implementadas em cada escola com o intuito de impedir a aplicação da LOMCE. Este trabalho, desenvolvido por vários sindicatos e associações, é fundamental para lutar contra a ofensiva ideológica de direita e espanhola já em curso.
Disso são exemplo os acordos alcançados pela conselheira da Educação na CAB ou o rumo tomado em Nafarroa pelo conselheiro Iribas, que mandou retirar 22 livros que reflectiam a realidade nacional de Euskal Herria do Ensino, disse Antxon. / Ver: ahotsa.info / Fotos: EHan gure hezkuntza eraiki! (ekinklik)

John Pilger: «De Pol Pot ao ISIS: "Qualquer coisa que voe sobre tudo o que se mova"»

ASEH-Lisboa - IG, 10/12/2014 - 23:31
Há mais de 40 anos, o bombardeamento de Nixon-Kissinger do Camboja desencadeou uma torrente de sofrimentos dos quais aquele país nunca recuperou, e abriu caminho a Pol Pot e ao Kmer Rouge. O mesmo é verdadeiro em relação ao crime de Blair-Bush no Iraque e à incessante ofensiva imperialista no Médio Oriente, abrindo caminho à selvajaria dos mesmos grupos de bandidos a que recorrem para desestabilizar os Estados que querem destruir. (resistir.info via odiario.info)

«Elkarri – Lokarri, gracias por nada», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Lokarri abandona cumpliendo su objetivo principal. Que ETA abandonara la lucha armada y que partes de la izquierda abertzale adoptaran ciertos paradigmas ideológicos ya defendidos por Elkarri hace dos décadas. A veces se junta el hambre con las ganas de comer y luego se escenifica.

«Tlatlaya, Ayotzinapa: el asesino es el sistema y su gobierno», de Guillermo ALMEYRA (La Jornada)
La brutalidad de la represión demuestra por otra parte que ha llegado el momento de comprender cuál es el objetivo estratégico de la lucha y el real enemigo y, por consiguiente, de introducir claridad en las ideas y las protestas. Es muy importante pero no basta con que los normalistas aparezcan con vida si después todo sigue igual y, por lo tanto, habrán otros asesinatos de Estado impunes.

Grande apoio popular aos grevistas Urtzi e Telle, hoje presos

ASEH-Lisboa - L, 10/11/2014 - 23:34
Centenas e centenas de pessoas juntaram-se na Done Petri plaza, no bairro bilbaíno de Deustu, para apoiar os jovens grevistas Urtzi Martínez e Jon Telletxea, condenados a dois anos e meio de cadeia por fazerem umas pintadas numa greve geral em 2012. Foram hoje presos pela Ertzaintza.

Pouco antes das 14h00, Urtzi e Telle apareceram na praça, e subiram de imediato para o telhado do coreto, no meio de aplausos e palavras de incentivo como «Herria zuekin» [o povo está com vocês] e «Maite zaituztegu» [gostamos de vocês]. De seguida, o coreto foi rodeado por centenas de pessoas. A Ertzaintza, que tinha seguido de perto os actos realizados na praça ao longo da manhã, não demorou a agir. Apareceram 26 furgões com agentes, que cercaram a praça e cortaram a avenida adjacente.

Viveram-se então momentos de tensão, à vista do enorme dispositivo do capital. As pessoas que rodeavam o coreto viraram as costas aos polícias e cantaram «A Internacional». Para além disso, foram constantes as palavras de apoio aos dois jovens grevistas («Grebalariak aurrera!»).

Por duas vezes, os ertzainas tentaram aceder ao coreto para prender os grevistas sem o conseguir, uma vez que a multidão, compacta, lhes impedia a passagem. Quando os polícias pediram aos presentes que abrissem um corredor, estes responderam «denok gara grebalariak» [somos todos grevistas]; viveram-se novamente momentos de tensão, com empurrões à mistura.

À terceira tentativa, com mais empurrões, alguns confrontos e duas detenções de permeio, os ertzainas conseguiram chegar ao coreto e encostar-lhe uma escada; um deles subiu e chegou à fala com Urtzi e Telle, que desceram do telhado e foram presos pouco depois - mais uma vez, no meio de muitas manifestações de apoio.

No final, um membro da plataforma Grebalariak Aske! tomou a palavra e agradeceu a todos os que se juntaram na Praça Done Petri. Para concluir a iniciativa, os presentes decidiram cantar «A Internacional» e o «Eusko Gudariak». / Ver, com muitas fotos: uriola.info 1 e 2 / topatu.info

Ampla mobilização em Elgoibar pela libertação dos presos no «caso Bateragune»

ASEH-Lisboa - L, 10/11/2014 - 23:33
Nas ruas de Elgoibar (Gipuzkoa), milhares de pessoas exigiram a libertação dos cinco condenados no âmbito do caso Bateragune - Arnaldo Otegi, Sonia Jacinto, Arkaitz Rodríguez, Miren Zabaleta e Rafa Díez.

A pedir a libertação dos cinco presos políticos, já encarcerados há cinco anos, estiveram presentes representantes de sindicatos e de partidos políticos bascos, catalães, galegos e de paragens mais remotas.

No dia 13, passam cinco anos sobre a operação policial, decretada pelo juiz Garzón, que levou à detenção de dez militantes e dirigentes da esquerda abertzale. Desses, sete seriam incriminados e cinco condenados pela Justiça espanhola: Otegi e Díez a seis anos e meio de cadeia e a dez de inabilitação; Zabaleta, Jacinto e Rodríguez a seis anos de prisão e a oito de inabilitação.

MARCHA À CADEIA DE ZABALLA
Um grupo de Basauri (Bizkaia) deslocou-se esta manhã até à cadeia de Zaballa, em Araba, para exigir a libertação do seu conterrâneo Txus Martin, que é um dos presos políticos bascos com doenças graves e incuráveis. / Fontes: periódicos

Acção sindical contra o TTIP em Iruñea

ASEH-Lisboa - L, 10/11/2014 - 23:32
Para os promotores da acção, o TTIP constitui um ataque às populações e está ao serviço das multinacionaisOs sindicatos LAB, ELA, ESK, STEE-EILAS levaram a cabo uma acção contra a Parceria Transantlântica de Comércio e Investimento (TTIP na sigla em inglês), por considerar que serve apenas para proteger os interesses das multinacionais e que irá prejudicar os trabalhadores e as populações em geral. / Ver: ahotsa.info

Nines Maestro: «A la enfermera afectada por el Ébola se le quiere culpabilizar de su situación»

ASEH-Lisboa - L, 10/11/2014 - 23:31
[Entrevista de Enric Llopis a Nines Maestro]
Califica como «indignante» lo que está ocurriendo con la «crisis del Ébola» en el estado español. El crédito de los profesionales lo cuestionan «políticos que hablan desde los despachos»; A la sanitaria infectada por el virus, Teresa Romero -una mujer enferma, debilitada y con mucho miedo-, «se le trata de hacer culpable de su infección»; a ello se agregan los recortes y el progresivo deterioro de la sanidad pública, que se concreta en el desmantelamiento de la sexta planta del hospital Carlos III. Y a la desoladora situación que se vive en el África occidental por el virus del Ébola, Estados Unidos responde con el envío de 3.000 soldados. Son algunos de los puntos que aborda en la siguiente entrevista la médica, técnica superior en Salud Pública, especialista en Medicina Preventiva y miembro de la Coordinadora Antiprivatización de la Sanidad (CAS), Nines Maestro. (Rebelión via lahaine.org)

Entrevista à médica e militante Nines Maestro na Ràdio Klara
Nines Maestro, médica, membro da Coordenadora Anti-Privatização da Saúde (CAS) de Madrid e militante da Red Roja, fala sobre a chamada «crise do Ébola» no Estado espanhol.Entrevista ao «acció directa», programa da CGT País Valencià na Ràdio Klara (8/10/2014). (insurgente.org)

Protesto em Bilbo contra a criminalização da pobreza e das mobilizações que a denunciam

ASEH-Lisboa - OT, 10/10/2014 - 23:34
Colectivos sociais da Bizkaia concentraram-se ontem de manhã, 9, frente ao tribunal de Barroeta, em Bilbo, onde decorria o julgamento de pessoas que ocuparam uma agência do Lanbide/Serviço Basco de Emprego em Maio de 2012. A acusação pediu uma multa de mil euros para os organizadores da ocupação simbólica.
Numa nota de imprensa, os colectivos biscainhos Argilan, Asamblea Abierta en Defensa de las Prestaciones Sociales, Brujas y Diversas, Berri-Otxoak, Danok Lan, Elkartzen, Mujeres del Mundo, Posada de los Abrazos e SOS Racismo afirmam que o protesto visou denunciar a perseguição e a repressão sobre as mobilizações que criticam a política de cortes nas prestações sociais. Para estes colectivos, o Governo de Gasteiz aposta na via repressiva sobre as mobilizações em vez de procurar solucionar os problemas que as motivam: desemprego, precariedade, pobreza.

Acusam ainda o Executivo de Lakua de prosseguir uma política de restrição de acesso às prestações sociais e de aplicação de cortes nesta área. Quando as pessoas desempregadas, com empregos precários e com pensões mínimas recorrem ao Lanbide, enfrentam cada vez maiores restrições e limitações, vendo como os seus direitos não são respeitados; no caso dos beneficiários, são constantes as campanhas de criminalização, denunciam. / Ver nota de imprensa: Herrikolore / Ver também: boltxe.info

Páginas

Suscribirse a Askapena agregador: EH Lagunak (pt)
randomness