Tomen la lucha y únanse en la larga batalla por la más noble de las causas: la liberación de la humanidad

Bob Dyle

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EH Lagunak (pt)

Iruñea não esqueceu os verdugos, 80 anos depois do golpe fascista

ASEH-Lisboa - AT, 07/19/2016 - 22:34
Centenas de pessoas juntaram-se, ontem à tarde, na Askatasunaren Plaza [Praça da Liberdade], em Iruñea [Pamplona], para recordar o genocídio e a barbárie que tiveram início com o golpe fascista de 1936 e «se prolongaram nos 40 anos de ditadura», referiram organizações ligadas à defesa da memória histórica.
Como homenagem às vítimas do franquismo, foram colocadas dezenas de sapatos e cravos vermelhos nas escadarias do monumento onde Mola e Sanjurjo [fascistas] continuam enterrados. / Mais info: ahotsa.info e iruindarra via SareAntifaxista

Adiado para 18 de Outubro julgamento de jovem por protestar contra a troika

ASEH-Lisboa - AT, 07/19/2016 - 22:33
Estava agendado para hoje, em Bilbo, o julgamento de um dos jovens incriminados por alegadamente participarem em acções de protesto contra a troika, no decorrer da cimeira que se realizou na capital biscainha a 3 de Março de 2014, mas o julgamento teve de ser adiado para 18 de Outubro.

De acordo com o topatu.eus, o jovem foi acusado de «desordens públicas» e «atentado à autoridade». O Ministério Público (MP) pede quatro anos de prisão e 78 000 euros de multa. O julgamento teve de ser cancelado porque um «instrutor da Ertzaintza não apareceu».

Neste momento, há seis jovens a aguardar julgamento. E já se sabe que o MP pede penas que vão dos dois aos quatro anos de cadeia (18 anos no total) e cerca de 300 000 euros de multas.

Inicialmente, foram presas e/ou incriminadas 13 pessoas. Cinco foram absolvidas ou viram os casos arquivados. Para dois menores, o MP pediu 100 horas de trabalho social e mil euros de multa.

A plataforma Eleak/Libre criticou todos estes processos e anunciou mobilizações para a próxima semana.

FRENTE À TROIKA, FIRMEZA
A 3 de Março de 2014, o Museu Guggenheim acolheu a cimeira Global Forum Spain, em que participaram o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional, juntamente com empresários e mandatários espanhóis e bascos. [«Não são bem-vindos», lê-se no cartaz, então muito divulgado.]

Antes de os trabalhos se iniciarem, durante a cimeira e após a sua conclusão, os protestos não pararam em Bilbo, «para denunciar a situação económica e recordar à troika que não era bem-vinda». Houve uma grande manifestação, com início no Arriaga, e registaram-se fortes incidentes, sobretudo na Kale Nagusia e na Alde Zaharra. / Ver: topatu.eus e aseh

Programa «La memoria»: «1936/2016. Uma impunidade de 80 anos»

ASEH-Lisboa - AT, 07/19/2016 - 22:32
A 18 de Julho, o «La Memoria» despede-se para umas merecidas férias de Verão e fá-lo com uma emissão que destaca o 80.º aniversário do golpe militar que tentou reverter, pelas armas, a vontade popular expressa a 14 de Abril de 1931 e concretizada no governo legítimo da II República. [A imagem é de Igor Meltxor.]

O fracasso relativo do levantamento militar abriria caminho ao confronto entre as forças golpistas e as republicanas, que se iria prolongar até Abril de 1939. Seguir-se-ia uma ditadura fascista, que duraria quarenta anos e que em não poucos traços de natureza ideológica e política se prolongou até aos nossos dias. De forma evidente, isto reflecte-se na impunidade que ainda ampara os crimes cometidos pelos golpistas e seus sequazes durante os quarenta anos de ditadura fascista.

Disto nos fala Jose María Pedreño, membro do Foro Estatal de Federaciones de la Memoria, que será acompanhado pelo escritor mexicano Paco Ignacio Taibo II, que esteve na Semana Negra de Gijón (Astúrias) para apresentar o seu último livro, Que sean fuego las estrellas, sobre os «anos de chumbo» do anarquismo barcelonês - 1917-1923 -, prólogo distante mas familiar, por ser parte da mesma luta de classes, que cerca de uma década e meia depois se espalharia de forma cruel por toda a geografia do Estado espanhol. / Ouvir: Info7 irratia

«Nápoles: Poder popular e anti-máfia social»

ASEH-Lisboa - AT, 07/19/2016 - 22:31
[De Davide Angelilli] Os napolitanos estão a viver uma experiência de controlo popular sobre os órgãos de administração local da sua cidade. Do trabalho destas Brigadas de Controlo Popular já resultou a eleição, em 19 de Junho passado, de Luigi De Magistris.
«A ideia nasceu de uma dupla necessidade. A primeira, e talvez a mais óbvia para quem vê de fora, foi a necessidade de controlar o processo eleitoral para evitar e denunciar fraudes. Especialmente no Sul de Itália, e sobretudo para a eleição das administrações locais, há mecanismos sujos, compra-e-venda de votos, clientelismo… A nossa função foi a de impedir tudo isso e, parcialmente, conseguimo-lo. A segunda ideia foi construir um papel de protagonista para o povo. O processo eleitoral é o que, entre todas as actividades políticas, mais fomenta a delegação do poder. Isto é, de quatro em quatro anos, preenches um papelote e tudo acaba aí. Nós pensamos de forma diferente. Pensamos que o povo tem de ser protagonista da política». (odiario.info)

«As nove vidas de Erdogan e o golpe de Gulen», de M. K. BHADRAKUMAR (Diário Liberdade)
«Agora, a tentativa de golpe na Turquia ocorre na sequência da reaproximação turco-russa e de sinais nascentes de uma mudança nas políticas intervencionistas de Erdogan na Síria. Naturalmente, a Turquia é um “estado chave” nas estratégias regionais dos EUA e a reaproximação turco-russa chega no momento mais inoportuno para Washington».
Por outro lado, «Gulen obteve a permissão de residência nos EUA («green card»), aparentemente por recomendação de altos responsáveis da CIA. Desde então tem vivido isolado na Pensilvânia e nunca saiu dos EUA em visita ao exterior».

Um jovem será julgado amanhã por protestar contra a troika

ASEH-Lisboa - AL, 07/18/2016 - 22:34
O Ministério Público (MP) pede para seis jovens 18 anos de cadeia e 300 000 euros de multas. Treze pessoas foram detidas nos incidentes relacionados com a cimeira da troika em Bilbo a 3 de Março de 2014.

Neste momento, há seis jovens a aguardar julgamento. E já se sabe que o MP pede penas entre dois e quatro anos de cadeia (18 anos no total) e cerca de 300 000 euros de multas. O primeiro irá a julgamento amanhã, em Bilbo, podendo apanhar quatro anos de prisão e ser multado em 78 000 euros.

Outro tem julgamento marcado para 6 de Outubro, enfrentando dois anos de cadeia e 35 000 euros de multas. Inicialmente, foram presas e/ou incriminadas 13 pessoas. Cinco foram absolvidos ou viram os casos arquivados. Para dois menores, o MP pediu 100 horas de trabalho social e mil euros de multa.

A plataforma Eleak/Libre criticou todos estes processos e anunciou mobilizações para a próxima semana.

FRENTE À TROIKA, FIRMEZA
A 3 de Março de 2014, o Museu Guggenheim acolheu a cimeira Global Forum Spain, em que participaram o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional, juntamente com empresários, mandatários espanhóis e bascos.

Antes de os trabalhos se iniciarem, durante a cimeira e após a sua conclusão, os protestos não pararam em Bilbo, «para denunciar a situação económica e recordar à troika que não era bem-vinda».

Houve uma grande manifestação, com início no Arriaga, e registaram-se fortes incidentes, sobretudo na Kale Nagusia e na Alde Zaharra. / Ver: topatu.eus

Rejeitado o recurso contra o arquivamento do caso da emboscada de Pasaia

ASEH-Lisboa - AL, 07/18/2016 - 22:33
A Audiência Provincial de Gipuzkoa rejeitou o pedido dos familiares dos emboscados e da Câmara Municipal de Azpeitia (Gipuzkoa). Na quarta-feira, realiza-se uma concentração em Donostia.

A 3 de Fevereiro último, os familiares dos caídos na emboscada de Pasaia souberam que um tribunal donostiarra tinha arquivado o caso e recorreram da decisão, juntamente com o município de Azpeitia, de onde eram naturais dois dos combatentes abatidos pela Polícia.

Precisamente em Azpeitia, cerca de um mês depois de conhecida a decisão, a 4 de Março, dezenas de pessoas participaram numa concentração para solicitar o esclarecimento e o não arquivamento do caso. E tanto familiares como a Câmara de Azpeitia, que aprovou por unanimidade uma moção apresentada pelas famílias, interpuseram um recurso contra a decisão judicial.

Agora, soube-se que o tribunal rejeitou o recurso. Para quarta-feira, às 11h30, foi agendada uma concentração frente à Audiência donostiarra, para voltar a exigir o não arquivamento do caso.

Emboscada de Pasaia
A 22 de Março de 1984, a Polícia espanhola matou, numa emboscada na Baía de Pasaia (Gipuzkoa), quatro militantes dos Comandos Autónomos Anticapitalistas. Trata-se de Rafael Delas, Txapas (Iruñea, 1957), José Maria Izura, Pelu (Iruñea, 1958), Pedro Mari Isart, Pelitxo (Azpeitia, 1961) e Dioni Aizpuru, Kurro (Azpeitia, 1963). Os seus corpos apareceram crivados de balas: 113, mais precisamente.

Yuri Agirre e Xabier Otamendi, das Oinatzak Produkzioak, estão a preparar um documentário sobre o caso, que poderá, porventura, iluminar as obtusas mentes dos magistrados que amparam a impunidade da chamada «transição». / Ver: Berria e aseh

Carlo Frabetti: «El papa y Superman»

ASEH-Lisboa - AL, 07/18/2016 - 22:32
Hay que ser muy tonto para no ver la burda maniobra de lavado de cara que supone, después de una oleada de clamorosos escándalos sexuales y financieros, la apresurada elección de un papa campechano que adopta el nombre del más humilde de los santos; y más tonto todavía para no darse cuenta de que la banda de pederastas, misóginos y ladrones que controla la Iglesia sigue intocada e intocable, pese al castigo mediático de un par de chivos expiatorios.

Como sugiere su nombre de hortera ítalo-argentino, Jorge Mario es un casposo galán de telenovela basura cuya función es seguir idiotizando a los millones de seguidores del culebrón eclesiástico, que han perdido, tras un lavado de cerebro milenario, toda capacidad crítica. Francisco I forma parte de la reciente hornada de «caras nuevas» con las que, a distintos niveles y en distintos lugares, los poderes establecidos intentan cambiar de imagen para que nada cambie: Obama, Rivera, Sánchez, Iglesias… (lahaine.org)

«O pacto de ferro entre a Otan e a União Europeia», de Manlio DINUCCI (resistencia.cc)
«Em face dos desafios sem precedentes provenientes do Leste e do Sul, chegou a hora de dar um novo alento e uma nova substância à parceria estratégica Otan-UE»: começa assim a Declaração conjunta assinada na última sexta-feira (8) na Cúpula da Otan de Varsóvia, pelo secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Junker.

Um cheque em branco para a guerra, que os representantes da União Europeia deram aos Estados Unidos. Efetivamente, são os Estados Unidos que detêm o comando da Otan – da qual fazem parte 22 dos 28 países da União Europeia (21 entre 27 quando o Reino Unido sair da UE) – e imprimem sua estratégia. [em castelhano: lahaine.org]

«80 años: ¿Guerra Civil Española o Guerra Revolucionaria? (III) // Las heroicas Brigadas Internacionales»

ASEH-Lisboa - AL, 07/18/2016 - 22:31
Las Brigadas Internacionales fueron unidades militares compuestas por voluntarios extranjeros de 54 países que participaron en la Guerra Civil Española junto al ejército democrático de la II República, enfrentando a los sublevados o bando nacional dirigido por Francisco Franco, que recibió ayuda de la Alemania nazi y de la Italia fascista.

Según los datos manejados por los estudios realizados en Estados Unidos por la Brigada Lincoln y por el historiador Andreu Castell, llegaron a participar en total 59.380 brigadistas extranjeros, de los cuales murieron más de 15.000; al mismo tiempo los internacionales no sobrepasaron más el número de 20.000 hombres presentes en los frentes en cada periodo de la guerra. / LER: Resumen Latinoamericano

CHRISTY MOORE – «VIVA LA QUINTA BRIGADA»Ao vivo em Barrowland (Glasgow, Escócia).

Protesto junto ao Comando Naval de Donostia: «Bazem de Euskal Herria!»

ASEH-Lisboa - IG, 07/17/2016 - 22:34
Apareceu hoje, junto ao molhe donostiarra e a pouca distância do Comando Naval de Donostia - um edifício que costumava ser facilmente reconhecível pelas camadas de tinta vermelha e amarela atiradas contra as suas paredes - uma faixa a caracterizar as forças militares de ocupação (também em função de acontecimentos recentes, como a violação de uma rapariga por um agente em Iruñea) e a exigir-lhes que «bazem do País Basco».

Na faixa, vê-se figurado um «txakurra» [«cão» - modo como são comummente referidos os polícias e militares no País Basco], que é apelidado de «violador», «corrupto», «torturador», «fascista» e «ocupante».

Pede-se-lhe que «baze de Euskal Herria», junto a um desenho que os visados não terão dificuldade em perceber, de tal forma se encontra disseminado na «Zona Especial Norte».

«80 años: ¿Guerra Civil Española o Guerra Revolucionaria? (II)»: entrevista a Iñaki Gil de San Vicente

ASEH-Lisboa - IG, 07/17/2016 - 22:33
[«Euskal Herria: Análisis de una lucha heroica y de la claudicación de la burguesía» - entrevista de María Torrellas (Resumen Latinoamericano) ao pensador marxista e militante independentista basco Iñaki Gil de San Vicente.]
Ochenta años después de aquel mes de julio 1936 donde los pueblos del Estado Español intentaron hacer la Revolución y profundizar la lucha de clases y terminaron enfrentándose con el dictador Francisco Franco y toda la brutal derecha que él representaba, es importante invocar a la memoria para desentrañar qué es lo que realmente ocurrió. Es por ello que entrevistamos al luchador independentista vasco Iñaki Gil de San Vicente para que nos ayude a recomponer el cuadro de situación de aquella época que tanto marcó a la presente. / Ler: Resumen Latinoamericano

Carlos Lopes Pereira: «Uma ilha africana»

ASEH-Lisboa - IG, 07/17/2016 - 22:32
A solidariedade internacionalista do povo cubano foi um exemplo único que superou toda e qualquer proporcionalidade que se queira encontrar. Por isso, «as forças progressistas e os povos da África jamais esquecerão o contributo da Revolução Cubana para a libertação do continente e o sangue derramado pelos cubanos, muitos deles descendentes de escravos africanos levados à força, séculos antes, para o Caribe».

«Evidenciando os laços históricos que unem os povos de Cuba e África, Amílcar Cabral disse um dia que a terra de Fidel "é uma ilha africana perdida no Mar do Caribe". Sentimento partilhado pelo revolucionário cubano, para quem Cuba "é um país latino-africano"». (avante.pt via odiario.info)

«Na América Latina, só Cuba atingiu as metas educativas marcadas pela Unesco para o período 2000-2015» (Diário Liberdade)
A Unesco voltou a atribuir a Cuba o primeiro lugar no grau de compromisso com os seis objetivos marcados na região América Latina e Caribe para o período 2000-2015, na iniciativa Educação para Todos, promovida por esse organismo internacional em Dakar há 15 anos.

De fato, Cuba tem sido nesses anos o único país da área a cumprir completo os seis objetivos de integração educativa marcados pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura.

Escuela de Cuadros: «O fetichismo da mercadoria e o seu segredo» [vídeo]

ASEH-Lisboa - IG, 07/17/2016 - 22:31
Com a ajuda do filósofo marxista Néstor Kohan, no programa n.º 166 da Escuela de Cuadros estuda-se «O fetichismo da mercadoria e o seu segredo» (secção 4 do cap. I de O Capital, de Karl Marx).

Néstor Kohan: «El fetichismo de la mercancía y su secreto»O «Escuela de Cuadros» é um programa de formação marxista.

Em Barakaldo lembrou-se que a «precariedade mata»

ASEH-Lisboa - L, 07/16/2016 - 22:34
Diversas associações e sindicatos promoveram uma concentração, na passada quarta-feira, em Barakaldo (Bizkaia) para denunciar «a precariedade e as mortes no local de trabalho».
Sob o lema «La precariedad laboral mata! Lan istripurik ez!», a iniciativa surgiu na sequência da morte de um trabalhador de 48 anos da localidade biscainha, na segunda-feira, no seu posto de trabalho, na empresa Lointek, em Urduliz (Bizkaia).

Para além de manifestarem o seu «apoio e solidariedade» aos familiares e amigos do sinistrado, os promotores da acção recordam, em comunicado, que este ano já morreram 17 trabalhadores em acidentes laborais na Bizkaia e que esta é a segunda morte de um operário de Barakaldo (em Janeiro, M.L.C., de 55 anos, morador no bairro barakaldarra de Zuazo, morreu depois de ter caído do andaime em que trabalhava, num quinto andar).

Em simultâneo, os promotores da mobilização fizeram questão de sublinhar que «a subcontratação, a precariedade, a falta de medidas ao nível da prevenção ou o nulo investimento em medidas de segurança», na maior parte dos casos, contribuem para pôr as vidas dos trabalhadores em risco. Estes factores, conjuntamente com os elevados ritmos de trabalho e as situações de stress, estão quase sempre ligados à ocorrência de acidentes no trabalho, muitos dos quais com consequências fatais, sublinharam.

Entre os promotores da concentração estavam as associações Asamblea Parad@s, Barakaldoko Gazte Asanblada, Berri-Otxoak, Centro Asesor Mujer, «Argitan» e os sindicatos ELA, LAB, ESK, STEILAS e CNT. / Ver: Berri-Otxoak e LAB

«La impunidad franquista»

ASEH-Lisboa - L, 07/16/2016 - 22:33
Álvaro Hilario (Bilbo) entrevista a Luis Fuentes, del Grupo de memoria histórica de CNT: «La denominada amnistía de 1977 es la gran garante de la impunidad de los crímenes franquistas»

Se acerca el 80 aniversario del golpe militar del 17 y 18 de julio de 1936, golpe fallido que desencadenó una guerra de casi cuatro años que, a su vez, dio paso a la dictadura de Francisco Franco. Ochenta años durante los cuales los crímenes del franquismo han quedado impunes. Luis Fuentes, miembro del Grupo de memoria histórica de CNT, nos cuenta cuál es la situación del trabajo en pos de verdad, justicia y reparación; nos habla de la querella argentina.

En opinión de Luis Fuentes, miembro del Grupo de memoria histórica de CNT, uno de los mayores problemas con los que se encuentran las personas y asociaciones que buscan verdad, justicia y reparación para las víctimas del franquismo es que «los que dieron el golpe del 18 de julio, ganaron la guerra y, además, siguen gobernando», razón por la cual gozan de impunidad: «No solamente ganaron la guerra, siguen ganando. Los franquistas, con la no-ruptura política, lo que denominan la transición española, han conseguido vivir hoy en día gozando de la misma impunidad que tuvieron durante la dictadura. Más allá de las desapariciones forzadas, ver cómo los del PP siguen robando hoy, la desvergüenza con la que se emplean, constata esa impunidad: ‘¿Si no nos juzgaron por matar, cómo van a hacerlo por robar que es un delito menos grave?’, piensan. La realidad es que el 90% de quienes forman el PP son herederos ideológicos del franquismo y, de ellos, un número muy importante son herederos de sangre, entre ellos, la mayoría de quienes componen la dirección del PP. Ha habido una evolución en la derecha española en tanto en cuanto son. La denominada amnistía de 1977 es la gran garante de su impunidad». / Ler: BorrokaGaraiaDa

Comunnist Party (Turkey): «There is no alternative but the people»

ASEH-Lisboa - L, 07/16/2016 - 22:32
The tension and the rivalries between different groups within the state and the armed forces that have been known to exist for a while have turned into armed conflict. While the tension between these forces is real, it is a lie that any of the sides in this conflict represent the interests of the people. Following this, searching for the solution against AKP's rule in a military coup is as wrong as lending any support to AKP under the guise of taking a position against military coups for whatever reason. The last thing that should be done in the name of supporting freedom and human rights in Turkey is to lend support to AKP which has proven over and over that it is an enemy of humanity. (kp.org.tr)

«A libertação está em nossas próprias mãos», de Partido Comunista (Turquia) (resistencia.cc)
Sabe-se que a tensão e as rivalidades entre diferentes grupos dentro do Estado e as forças armadas existem há tempos e se transformaram em conflitos armados. Sendo real a tensão entre estas forças, é uma mentira que qualquer um dos lados neste conflito representa os interesses do povo. Procurar a solução contra o governo do AKP por meio de um golpe militar é tão errado quanto prestar todo o apoio ao AKP sob o disfarce de uma tomada de posição contra golpes militares por qualquer motivo. A última coisa que deve ser feita em nome de apoiar a liberdade e os direitos humanos na Turquia é apoiar o AKP, que já provou repetidas vezes ser um inimigo da humanidade.

Grup Yorum - «Gündoğdu - Kızıldere»

ASEH-Lisboa - L, 07/16/2016 - 22:31
Aos nossos camaradas e amigos.Ao vivo no Estádio İnönü, em Istambul, a 12 de Junho de 2010, no concerto do 25.º aniversário da banda.

A Ertzaintza passou cerca de 61 multas por semana com base na Lei da Mordaça

ASEH-Lisboa - OT, 07/15/2016 - 22:34
Entre Abril de 2015 [mas a lei só entrou em vigor a 1 de Julho] e Março de 2016, a Ertzaintza aplicou a Lei da Mordaça 3959 vezes na Comunidade Autónoma Basca: 2719 vezes em 2015 e 1240 vezes em 2016. Neste período, a Polícia espanhola passou 735 multas no mesmo território.

Por herrialdes, 1907 multas foram aplicadas na Bizkaia; 1613 em Araba e 439 em Gipuzkoa. Sobre a gravidade das multas: em 986 casos oscilaram entre os 100 e os 600 euros e em 2973 casos variaram entre os 601 e os 30 000 euros. A maior parte das sanções estão relacionadas com consumo de drogas ilegais; segue-se o «insulto ou falta de respeito» às forças de segurança.

Todos estes dados e outros mais podem ser vistos na infografia preparada pelo Argia com base nos elementos divulgados pelo Departamento do Interior do Governo de Gasteiz e pelo Ministério do Interior de um dos países ocupantes, a Espanha. / Ver: argia

LAB denuncia semanas laborais de 74 horas nas obras da cobertura de San Mamés

ASEH-Lisboa - OT, 07/15/2016 - 22:33
Sindicalistas do LAB concentraram-se hoje frente ao Estádio de San Mamés, em Bilbo, para a exploração e a precariedade laboral.

De acordo com o sindicato, nas obras da cobertura do estádio do Athletic Club, os trabalhadores estão a realizar jornadas laborais de 11 horas de segunda a sábado e ainda fazem mais oito horas ao domingo.

São estas as «condições de trabalho» que têm de ser aceites por quem ali quer laborar. E os trabalhadores estão a fazer semanas de 74 horas. Com um horário semanal destes é impossível garantir a segurança e a saúde no trabalho, sendo evidente a relação que existe entre longos períodos de trabalho e os acidentes laborais, sublinha o LAB. / Ver: LAB

«Del BDS a la CGT: crónica de una criminalización a través de la política del miedo»

ASEH-Lisboa - OT, 07/15/2016 - 22:32
[De Saïd Bouamama] La campaña política y mediática de criminalización de la CGT [siglas en francés de Confederación General del Trabajo] y el intento de prohibir una manifestación sindical son unas características importantes de este periodo. La lógica que hay detrás de ello no es nueva. Tanto en el pasado como en el presente se utilizó ampliamente contra los militantes y organizaciones que apoyan la lucha del pueblo palestino o contra los militantes y organizaciones surgidos de la inmigración. En ambos casos se trata de producir política y mediáticamente un «enemigo público» que autoriza unas medidas de excepción duraderas con el pretexto de proteger a la sociedad y sus «valores republicanos». (investigaction.net)

«La farsa de mujeres "hambrientas" comprando en Colombia» (misionverdad.com)
Desde hace varios días resuena con estruendo en medios internacionales un evento que tuvo lugar en la frontera colombo-venezolana. Se trataba del paso, violando puestos militares, de cientos de mujeres venezolanas rumbo a Colombia a comprar alimentos. Pero hay cosas que sencillamente no cuadran, lo que exhibe este caso como lo que es: un montaje.

Ataviadas de blanco, rodeadas de medios de comunicación, en medio de una parafernalia característica de la oposición venezolana que hacía lucir la situación como un acto político, caminaron bajo la consigna «nos morimos de hambre, estamos desesperadas».

Ángeles Maestro: «La voz a tí debida»

ASEH-Lisboa - OT, 07/15/2016 - 22:31
Cuando se analizan las reacciones de los pueblos, su capacidad para rebelarse ante la opresión o su aptitud organizativa, muchas veces se olvida el enorme impacto en la memoria colectiva de la lucha y de los centenares de miles de muertos de la Guerra y de la Posguerra. Aún no hay cifras definitivas porque se destruyeron las fuentes - los registros civiles y registros de la propiedad fueron arrasados - y porque de la matanza masiva, pueblo a pueblo, no queda en muchos casos más rastro que el recuerdo aterrorizado de familiares y personas queridas. El General Yagüe respondía así a la pregunta de un periodista norteamericano sobre la matanza de Badajoz: «Naturalmente que los hemos matado- me dijo-, ¿qué suponía Vd.? ¿Iba a llevar 4.000 prisioneros rojos en mi columna, teniendo que avanzar contra reloj? ¿O iba a dejarlos a mi retaguardia para que Badajoz fuera rojo otra vez?». (lahaine.org)

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