Si al humanismo se le separa de la revolución, deja de ser verdadero humanismo, y si a la revolución se la separa del humanismo, deja de ser verdadera revolución

Boris Bialik

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EH Lagunak (pt)

Diversos sindicatos aderem à mobilização de sábado pelos direitos dos presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - AT, 05/14/2013 - 23:35
Hoje, os sindicatos LAB, EILAS, ESK, EHNE, Hiru, CNT e Solidari realizaram concentrações nas quatro capitais do País Basco Sul para denunciar «as medidas de excepção que são aplicadas aos presos políticos bascos», e fizeram um convite à participação na iniciativa «M-18 Plazara». [Na foto: concentração em Gasteiz.]
A iniciativa «M-18 Plazara» [18 de Maio para a Praça] tem estado a receber apoio e adesões todos os dias; hoje foi a vez de os sindicatos o expressarem. Em concentrações realizadas nas quatro capitais de Hego Euskal Herria, LAB, EHNE, ESK, EILAS, HIRU, CNT e Solidari aderiram à iniciativa que no próximo sábado irá encher cerca de 200 praças de todo o País Basco e que terá como lema «Giza eskubideak. Irtenbidea. Bakea. Euskal presoak Euskal Herrira» [Direitos humanos. Resolução. Paz. Euskal presoak Euskal Herrira»].
Nas concentrações de Bilbo e Iruñea representantes dos sindicatos efectuaram declarações à comunicação social. Na capital biscainha a secretária-geral do LAB, Ainhoa Etxaide, e o membro de ESK Josu Balmaseda pediram o fim da «violação constante dos direitos dos presos bascos e dos dos seus familiares». Encorajaram os «filiados» a participar nas mobilizações de dia 18 e disseram que «vão continuar a trabalhar para acabar com as medidas de excepção». / Fonte: Berria e naiz.info / Vídeo: Declarações em Iruñea (cas/eus) (ateakireki.com)
Sobre o MURO POPULAR em ONDARROA: Turrune!, naiz.info, Berria

Supremo absolve azpeitiarra condenado por reclamar repatriamento de preso político basco com uma foto

ASEH-Lisboa - AT, 05/14/2013 - 23:34
O Supremo Tribunal espanhol absolveu Aritz Arzallus do crime de «enaltecimento de terrorismo», pelo qual fora condenado pela Audiência Nacional espanhola a um ano de prisão e sete de inabilitação. O caso relaciona-se com a colocação de uma faixa num espaço das festas de Azpeitia (Gipuzkoa) em 2011 na qual aparecia a foto de um preso político e a inscrição «Etxera» [«Herrira», na versão do Berria].
Agora, este tribunal espanhol considera que os factos provados descritos na condenação «não fazem qualquer referência a essas finalidades de louvor, enaltecimento ou justificação da actividade terrorista»; são antes «expressão do desejo e da demanda de que os presos condenados por tais actividades (sic) sejam reagrupados, transferindo-os para centros penitenciários próximos dos seus domicílios de origem».
O PP de Getxo insiste O presidente do PP da Bizkaia, Antón Damborenea, apresentou ontem um documento à Procuradoria para denunciar o comportamento de dois vereadores do Bildu que a 30 de Abril, em sessão de Câmara, vestiram uma T-shirt com a imagem do preso Iñaki Gonzalo Casal, Kitxu, habitante da localidade de Erromo.
Esta imagem também aparecia em cartazes de algumas pessoas presentes na sessão. Nos cartazes, ao pé da imagem do rosto de Iñaki Gonzalo, lia-se a expressão «Bizi osorako zigorrik ez. Kitxu etxera orain» [não à pena perpétua. Kitxu para casa já].

Um porta-voz da Ernai processado no âmbito do encerramento do site O juiz da AN espanhola Eloy Velasco acusou Mikel Button, um dos porta-vozes da Ernai, da prática do crime de «enaltecimento do terrorismo», por ser alegadamente o autor de vários textos publicados no site da organização juvenil revolucionária, na sequência da morte do preso Xabier López Peña num hospital parisiense. Button terá de depor no Tribunal de Irun (Gipuzkoa).
A 26 de Abril último, o magistrado decretou o bloqueio imediato da página www.ernaiantolakundea.org e processou judicialmente Aitor Ortuondo; há cerca de uma semana, anulou esta última decisão, depois de verificar que Ortuondo não era responsável pela página, mas apenas um técnico. / Ver: Gara, Berria e topatu.info
Xabier Sagardoi, em casa, entre amigos e familiares O preso político basco Xabier Sagardoi (Barañain, Nafarroa) foi libertado anteontem. Detido em Agosto de 2008, foi torturado, esteve três anos na prisão de Aranjuez e foi julgado com outros navarros em Novembro de 2011. Esteve ainda na prisão de Ocaña-I (a 500 km de casa), de onde saiu agora, com a pena a que foi condenado cumprida na íntegra. No regresso a Barañain fez-se sentir bastante a presença da Guarda Civil, que não conseguiu impedir a recepção de boas-vindas a Xabier. / Fonte: ateakireki.com

A Ahaztuak recorda Jose Luis Cano no 36.º aniversário da morte

ASEH-Lisboa - AT, 05/14/2013 - 23:33
Na sexta-feira à tarde, em Iruñea, a associação Ahaztuak homenageou José Luis Cano, que foi morto a tiro pela Polícia há 36 anos no âmbito de uma manifestação relacionada com a Semana pró-Amnistia. Várias dezenas de pessoas participaram na homenagem, que teve lugar junto ao local onde foi morto e onde, graças à iniciativa popular foi colocada uma placa - dali retirada em repetidas ocasiões pela Polícia Municipal e pela Polícia nacional.
Para além da concentração, estava agendada para ontem, na Zabaldi, a conferência «Kano, una víctima incómoda», com a participação de Fermin Ciaurriz, advogado da família; de Jacinto Martinez Alegria, vereador da Câmara Municipal de Iruñea em 1977; e de membros da Ahaztuak. / Fonte: boltxe.info

Entrevista a Atilio Borón (1/3): geopolítica e imperialismo

ASEH-Lisboa - AT, 05/14/2013 - 23:32
Entrevista ao popular politólogo e sociólogo Atilio Borón (2013).
(15:49) Fala do seu livro, América Latina en la geopolítica del imperialismo. / Fonte: askapena.org

(2/3): América Latina na vanguarda das lutas anti-imperialistas (8:56)

(3/3): O legado de Chávez (25:11)

Urtza Alkorta convidou a conselheira da Segurança a ir a Ondarroa, para conversar

ASEH-Lisboa - AL, 05/13/2013 - 23:37
Quarto dia de muro popular em Ondarroa para apoiar Urtza Alkorta. A noite foi de grande tensão, com a Ertzaintza a aparecer por três vezes em Ondarroa: à meia-noite, às 2h00 e às 4h00 da manhã. A resposta de quem se encontrava no local para proteger Urtza Alkorta foi rápida, bem como a daqueles que estavam a dormir em casa e correram para a Alameda.
Hoje de manhã, um grupo de pessoas reuniu-se na Alameda da localidade costeira biscainha, onde decorreu uma assembleia para preparar o programa do dia e organizar os turnos. Às 11h00, houve uma concentração com o lema «Kartzelak husteko garaia da, herri harresia eraiki» [é tempo de esvaziar as prisões, construir o muro popular].
Ao meio-dia, Alkorta deu a conhecer, em conferência de imprensa, o conteúdo de uma carta enviada à conselheira da Segurança do Governo de Lakua, Estefanía Beltrán de Heredia.
Urtza fez um convite «sincero» a Beltrán de Heredia para que fosse até Ondarroa falar da situação. Perguntou-lhe «quando» seria o «momento oportuno» para a prender - há alguns dias a conselheira afirmou que a detenção teria lugar quando a Ertzaintza achasse que o «momento era oportuno operacionalmente» -, e acrescentou que não há momentos oportunos para efectuar «detenções políticas».
Chamou ainda a atenção para o facto de, há não muito tempo, ter sido detida e torturada pela Ertzaintza, e perguntou: «Que papel há-de desempenhar a Ertzaintza neste novo ciclo político?». «O PNV terá de decidir: continuar ao lado de Espanha ou optar por Euskal Herria de uma vez», acrescentou.
Programa e sessão de Câmara A situação de Alkorta será debatida hoje, às 20h00, numa sessão de câmara em Ondarroa. Também foi apresentado o programa para a tarde: contador de histórias de histórias para crianças; os bertsolaris Igor Elortza e Arkaitz Estiballes; às 19h00, concertos com os Sen e os Su Ta Gar. / Ver: Berria / Ver também: naiz.info / Carta de Urtza Alkorta (eus)
Mais e mais gente, e o Urquijo falou Cada vez mais gente (de Ezkerraldea, Bilbo, Uribe Kosta, por exemplo) anuncia a sua ida para Ondarroa, para fortalecer o muro popular. Tivemos conhecimento, via Twitter do jornalista Ion Telleria (mais tarde via naiz.info), de que o vice-rei na colónia pôs as tropas de ocupação - Guarda Civil e Polícia Nacional espanhola - ao serviço do Governo de Lakua, pois «possuem toda a experiência necessária» [sim, é do conhecimento público que tais forçais têm um vasto currículo]. Descontente, o pepero vice-rei na colónia volta a lançar ameaças contra o Bildu. / Como sempre, muita informação, fotos, vídeos: Turrune!

LAB: «Rodeia o Capital, promove a Mudança Social»

ASEH-Lisboa - AL, 05/13/2013 - 23:36
Em Fevereiro deste ano, centenas de pessoas rodearam o Parlamento navarro durante a sessão plenária sobre o emprego, desobedecendo à proibição da Delegação do Governo, para exigir a distribuição do trabalho e da riqueza. Agora, os sindicatos e agentes sociais convocantes da Greve Geral de 30 de Maio organizaram mais três «rodeias», com o lema «Rodeia o Capital, promove a Mudança Social».
A primeira acção é amanhã, 14 de Maio, às 11h00: os manifestantes vão rodear o edifício da Segurança Social na Conde Olivetto (Iruñea) em protesto contra os novos cortes nas pensões aplicados pelo Governo espanhol e para reivindicar um sistema público de pensões próprio que garanta uma pensão digna a todos os homens e mulheres. A segunda «rodeia» é no dia 21 de Maio, à volta da sede do Patronato, em protesto contra a reforma laboral; no dia 28, ir-se-á rodear as cozinhas hospitalares, em protesto contra as privatizações e para exigir serviços públicos de qualidade. / Fonte: LAB
Jogo da Glória, em Iruñea, para denunciar a política de cortes e do desperdício Decorreu este sábado na Praça do Castelo, em Iruñea, uma iniciativa lúdica contra a política de cortes e desperdício nas obras públicas de duvidoso benefício social. Nesta particular versão do Jogo da Glória, intitulada «De sobre a sobre, ¿aguantas a quien te robe?» [De envelope em envelope, aguentas quem te rouba?], participaram Yolanda Barcina e membros dos colectivos que integram o Martes al Sol, antigas trabalhadoras das cozinhas dos hospitais e do Mugitu, movimento de desobediência contra o TGV. / Fonte: ateakireki.com / Ler texto da iniciativa em boltxe.info / Fotos: mugitu mugimendua

Herri Urrats: milhares de pessoas juntaram-se em Senpere na festa das ikastolas do País Basco Norte

ASEH-Lisboa - AL, 05/13/2013 - 23:35
Milhares de pessoas juntaram-se ontem nas margens do lago de Senpere (Lapurdi), na Herri Urrats, a festa das ikastolas de Ipar Euskal Herria. A edição deste ano tinha como principal objectivo juntar fundos para financiar o projecto de renovação colégio Xalbador, em Kanbo (Lapurdi).
Na cerimónia de abertura estiveram presentes diversos representantes institucionais, como o presidente do Euskararen Erakunde Publiko, Frantxua Maitia, a conselheira da Educação de Lakua, Cristina Garmendia, o presidente da Ikastolen Elkartea, Koldo Tellitu ou a lehendakari da Udalbiltza, Mertxe Aizpurua, entre outros.
Frantxua Maitia pediu aos eleitos de Ipar Euskal Herria que apoiem o ensino do euskara. Uriarte, por seu lado, salientou a importância das ikastolas da Seaska para a promoção e a utilização do euskara. [Seaska: federação das ikastolas em Iparralde.]
Já Paxkal Indo, o lehendakari da Seaska, destacou a grave situação em que se encontram as ikastolas de Ipar Euskal Herria e pediu às instituições e aos responsáveis políticos que cumpram os compromissos que assumiram.
Segundo disse, o Governo de Patxi López não cumpriu os acordos estabelecidos na legislatura anterior. / Ver: Berria e naiz.info / Também: kazeta.info / Vídeo: Herri Urrats 2013 / Fotos: Herri Urrats 2013

O Bildu exige que sejam apagadas de imediato as inscrições fascistas que apareceram em Iruñea

ASEH-Lisboa - AL, 05/13/2013 - 23:34
Diversas inscrições e pintadas fascistas apareceram na Gurutze plaza, junto ao ikastetxe, na madrugada de sábado para domingo. Mais concretamente, suásticas, bandeiras espanholas, símbolos franquistas e expressões como «Arriba España» ou «Stop latinos».
Na sequência disto, o grupo municipal do Bildu questionou a Câmara sobre o caso e exigiu que as pinturas fossem apagadas de imediato, considerando que o Município não pode fazer vista grossa a «símbolos de conteúdo xenófobo e fascista». Os responsáveis municipais afirmaram que não houve qualquer queixa relacionada com o caso e que não tinham conhecimento dele; e que iriam apagar as pinturas de acordo com o procedimento habitual. / Ver: naiz.info e Berria / Fotos: Berria

CGTP-IN: «Austeridade força emigração»

ASEH-Lisboa - AL, 05/13/2013 - 23:33
Política de austeridade aumenta desemprego e força muitos milhares a emigrar / O desemprego voltou a aumentar nos primeiros três meses do ano, abrangendo mais de 952 mil pessoas em sentido estrito e uma taxa de desemprego de 17,7%. Mas na realidade o desemprego e o subemprego atingem já 1 milhão e 500 mil pessoas se tivermos em conta os inactivos disponíveis e indisponíveis e o subemprego dos trabalhadores a tempo parcial. (CGTP-IN)
«Otra mentira más de Rodolfo Ares», de Xabier MAKAZAGA [investigador do terrorismo de Estado] (boltxe.info)
Ahora que la Ertzaintza intenta volver a detener a Urtza Alkorta en Ondarroa, habrá que recordar a quienes tanto defienden a ese cuerpo policial lo que sucedió cuando la detuvieron hace tres años. Y de paso volver a dejar en evidencia cuán mentirosos son el entonces Consejero de Interior Rodolfo Ares y compañía, y cuán burdas suelen ser sus mentiras. Unas mentiras que, como en los casos de Iñigo Cabacas y Xuban Nafarrete, caen por su propio peso.

«La cultura "Light"», de Luis BRITTO GARCIA (pakitoarriaran.org) Arte, amor, política, conocimiento, revolución, muerte: todos esos temas que murieron de tanto ser evadidos por temor a sus consecuencias, desaparecen dejando en su descomposición un vapor, una ventosidad: lo light.
«¿Va a haber guerra?», de Andoni BASERRIGORRI (boltxe.info) La pregunta no por inquietante, deja de ser cierta. ¿Va a haber guerra? Y cuando hablamos de guerra, estamos hablando de una guerra de proporciones enormes y con varios frentes abiertos en diferentes puntos del planeta. / La impresión es que si los pueblos no se conciencian de que esa realidad puede darse, esta se va a dar.

Ondarroa, em alerta, pede o reforço do muro popular

ASEH-Lisboa - IG, 05/12/2013 - 23:36
Prossegue em Ondarroa (Bizkaia) o muro popular organizado para impedir a detenção de Urtza Alkorta. Hoje ao meio-dia realizou-se uma conferência de imprensa para pedir directamente ao PNV que não cumpra a ordem de detenção e não mande a Ertzaintza. «O PNV terá que escolher entre estar do lado daqueles que querem dificultar o processo de resolução ou juntar-se aos que querem a paz em Euskal Herria», afirmaram.
Fez-se também um apelo aos cidadãos e diversos agentes para que apoiem a iniciativa e passem a noite na Alameda, pois acredita-se que a Polícia autonómica tentará efectuar a detenção esta noite.
Ao início da tarde chegou mesmo a ser dado o alerta: testemunhas viram sair vários furgões da esquadra de Iurreta (junto a Durango); então, o muro popular começou a organizar-se e, para avisar o povo, foram lançados três foguetes.

Ontem, a conselheira da Segurança de Lakua, Estefanía Beltrán de Heredia, afirmou que a Ertzaintza iria cumprir as ordens decretadas pelos tribunais espanhóis e que efectuaria a detenção quando achasse oportuno. Por esta razão, no Aske Gunea de Ondarroa afirmou-se que a detenção de Alkorta foi evitada até ao momento graças à solidariedade de todos os que se juntaram ao muro popular.
Na conferência de imprensa, disse-se ainda que a condenação da ondarrutarra se baseia em depoimentos incriminatórios arrancados sob tortura; e pediram ao PNV que adira ao muro popular. Dessa forma, sem criados, o Governo de Madrid ver-se-ia obrigado a mandar as forças de ocupação - Guarda Civil ou Polícia espanhola.

Tal como nas jornadas anteriores, o Aske Gunea [espaço livre] organizou múltiplas actividades para este domingo na Alameda de Ondarroa. Às 21h00, grande surpresa: DZ, Solano e Inés Osinaga a tocarem ao vivo no Espaço Livre de Ondarru.
Já ontem, Dia da Anchova em Ondarru (a terra estava à pinha e os boinas vermelhas não se atreveram a passar pelo meio daquele gentio!), alguns grupos transferiram a sua programação para o espaço solidário e resistente. / Ver: naiz.info / Muitas informação e fotos: Turrune!
Ontem, jornada de defesa dos direitos civis e políticos em Iruñea A manifestação que percorreu as ruas da cidade entre o Palácio da Justiça e a sede do PP pôs um ponto final à jornada de defesa dos direitos civis e políticos que o Eleak organizou ontem em Iruñea. Durante o percurso ouviram-se palavras como «Hay que cerrar la Audiencia Nacional» ou «Euskal gazteria aurrera». À frente da marcha seguia uma faixa em que se lia «Juicios políticos no. Eraiki dezagun herri harresia». [Não aos julgamentos políticos. Vamos construir o muro popular]
Ibai Iriarte, porta-voz do Eleak, disse que a jornada de ontem tinha como propósito «mostrar a realidade que vivem mais de 70 jovens navarros, que foram condenados pela sua militância política, tendo como base acusações arrancadas sob tortura». Oihan Ataun, membro do Eleak, disse que vão «continuar a mobilizar-se porque não podem permitir que mais gente vá para a prisão só pela sua participação em actividades políticas». Aritz Azkona, por seu lado, sublinhou que «neste momento, em vez de encher cada mais as prisões, é preciso esvaziá-las», e denunciou a atitude que os estados espanhol e francês mantêm face ao novo ciclo político criado em Euskal Herria. / Martxelo DÍAZ / Ver: Gara

Solidariedade com os presos e os familiares: a música e o desporto encontram-se a 1 e 2 de Junho

ASEH-Lisboa - IG, 05/12/2013 - 23:35
O Hatortxurock e a Lasterbidean uniram esforços e organizaram o Elkartasun Asteburua [fim-de-semana da solidariedade]. Nos dias 1 e 2 de Junho, em Atarrabia (Nafarroa) e Oiartzun (Gipuzkoa), vão realizar-se iniciativas em defesa dos direitos dos presos políticos bascos e de apoio dos seus familiares. Em Atarrabia, a iniciativa está ligada à cultura e à música; em Oiartzun, a proposta vem do mundo do desporto. Mais informação: hatortxurock.org e lasterbidean.com.
Declarações de Iker (Hatortxurock) e Kantsau (Lasterbidean) - em castelhano - e de Izaskun (Etxerat) - em euskara. / Fonte: ateakireki.com

Xabier Sagardoy foi libertado
A associação Etxerat fez saber que o preso Xabier Sagardoy foi libertado hoje de manhã. O jovem de Barañain (Nafarroa) cumpriu os cinco anos de prisão a que foi condenado, tendo saído da cadeia de Ocaña I (Toledo, Espanha). Sagardoy foi preso em Agosto 2008, no âmbito de uma operação contra militantes do Ekin e da Segi (logo, na lógica do Estado espanhol, militantes de «grupo terrorista»). Como muitos outros detidos naquela operação, afirmou ter sido brutalmente torturado pela Guarda Civil; em 2011 foi julgado, juntamente com outros jovens navarros. Enquanto esteve preso, conheceu a dispersão nos cárceres de Aranjuez e Ocaña I. / Informações recolhidas em naiz.info, Gara e ateakireki.com

Dia 15 de Junho, manifestação nacional: «Tolerância zero à impunidade do franquismo»

ASEH-Lisboa - IG, 05/12/2013 - 23:34
Manifestação nacional, dia 15 de Junho, 18h00, a partir da Praça Elíptica, em Bilbo, com o lema: «Frankismoaren inpunitateari tolerantziarik ez!».
Convoca: Frankismoaren Aurkako Kereilaren Euskal Plataforma / Plataforma Vasca para la Querella contra el Franquismo: Asociación Altafaylla Kultur Taldea, Durango 1936 Kultur Elkartea, ELA, EPK-PCE, Garraxika Taldea, Gernika Batzordea, Goldatu Elkartea, Intxorta 1937 Kultur Elkartea, Lau Haizetara Gogoan Elkartea, Víctimas del Genocidio de Donostia, Martxoak 3 Elkartea, Oroituz Andoain 1936, Sanfermines 78 Gogoan, Egiari Zor Fundazioa, Euskal Memoria Fundazioa, Eusko Lurra Fundazioa, CNT Euskal Herria eta Sare Antifaxista. / Fonte: SareAntifaxista

Etxarri Aranatz convoca uma consulta popular sobre a independência

ASEH-Lisboa - IG, 05/12/2013 - 23:33
A Câmara Municipal de Etxarri Aranatz decidiu convocar uma consulta popular sobre a independência, com os votos a favor do Bildu e da NaBai e contra do PP.
A proposta foi aprovada na sessão de câmara de sexta-feira à noite, com os seis votos do Bildu - que governa a autarquia - e os três da NaBai; o vereador do PP opôs-se, de acordo com a informação divulgada num comunicado pelos promotores da iniciativa.
A questão que querem colocar aos cidadãos de Etxarri é a seguinte: «Concorda que Etxarri Aranatz, enquanto município de Euskal Herria, faça parte de um novo estado independente na Europa?» / Fonte: lahaine.org / Mais info: etxarri2012
Eus/Cas: «Ados al zaude Etxarri Aranatz, Euskal Herriko udalerria izanda, Europako estatu independente berri baten parte izatearekin? / ¿Usted está de acuerdo con que Etxarri Aranatz como municipio de Euskal Herria forme parte de un nuevo estado independiente en Europa?».

As pinturas e gravuras rupestres da gruta de Askondo datam de há 23 800 anos

ASEH-Lisboa - IG, 05/12/2013 - 23:32
As pinturas e gravuras rupestres localizadas na gruta de Askondo, Mañaria (Bizkaia), foram pintadas há cerca de 23 800 anos, segundo revelou a Deputação Foral. Poderá ser o terceiro conjunto artístico mais importante do paleolítico na Bizkaia.
A gruta situa-se numa zona rural, debaixo de uma pedreira. A sua existência era conhecida, e nos anos 70, depois de se ter revelado que nela haviam sido descobertos restos ósseos, foi alvo de várias sabotagens com grafitis e de pilhagens.
Como consequência destes danos e dos que foram provocados pela actividade da pedreira, em 1982 a gruta foi catalogada como «jazida destruída para efeitos arqueológicos».
Em 2011, uma equipa de cientistas voltou a estudar e a documentar as grutas biscainhas, na qual identificaram diversas pinturas e gravuras: 38 figuras, na sua maioria pintadas - todas a vermelho -, destacando-se uma dezena de cavalos e uma mão humana. / Mais informação: naiz.info
Ver também: «Duela 23.000 urtekoak dira Askondoko koban aurkitutako zaldi irudiak», de Iñigo ASTIZ (Berria)

Em Ondarroa, a voz é para manter o muro firme

ASEH-Lisboa - L, 05/11/2013 - 23:35
Os participantes no muro popular construído em Ondarroa (Bizkaia) fizeram um apelo à população para que esteja atenta e para que compareça na Alameda nos momentos em que a Ertzaintza possa tentar prender Urtza Alkorta. Por outro lado, uma grande manifestação de apoio a Alkorta, convocada pelos signatários do Acordo de Gernika, percorreu as ruas da localidade hoje ao princípio da tarde.
Apesar da satisfação com a resposta dada pelas pessoas, na assembleia realizada hoje à tarde pediu-se aos cidadãos que não «desleixem o seu empenho» no Aske Gunea de Ondarroa.
A conselheira do Departamento de Segurança de Lakua disse que a Ertzaintza iria prender Urtza Alkorta no momento mais oportuno; tomando em consideração essas palavras, as pessoas reunidas na Alameda de Ondarroa apontam sobretudo para domingo e segunda à noite - e por isso pedem aos cidadãos que não deixem de estar presentes nesses momentos.
Acusada de prestar ajuda à ETA, Urtza foi condenada a cinco anos de cadeia em Fevereiro; em Abril, recebeu ordens para se apresentar na prisão, coisa que se recusou a fazer. Então, a Ertzaintza tentou prendê-la por duas vezes, mas sem a encontrar em casa.
Na sexta-feira, por volta das 13h00, Urtza apareceu no Aske Gunea de Ondarroa, tendo afirmado que é tempo de esvaziar as prisões e não de as encher. À tarde, realizou-se uma manifestação, e depois cerca de 150 pessoas passaram a noite na Alameda.
Hoje de manhã, o deputado do EH Bildu Julen Arzuaga deu uma conferência, a que se seguiu, por volta das 13h00, uma grande manifestação de apoio a Alkorta, convocada pelo Acordo de Gernika. Nessa altura, um helicóptero da Ertzaintza andava lá em cima e nas redes sociais corria a voz de que na esquadra havia mais polícias do que é habitual.
Depois do almoço, houve sessão de acrobacias, concertos e outras actividades. Também se está a preparar um programa para os próximos dias, para promover a participação de pessoas da comarca e da localidade. / Fonte: naiz.info / Ver também: Berria
Muita informação, fotos e links para notícias: Turrune!

O Acordo de Gernika pede a Madrid e Paris que dêem «passos definitivos» na via da resolução

ASEH-Lisboa - L, 05/11/2013 - 23:34
Os signatários do Acordo de Gernika concentraram-se hoje ao meio-dia em várias localidades bascas em protesto contra as acções levadas a cabo pelos estados nos últimos, como as detenções, «que não ajudam a cimentar o cenário de paz que, segundo cremos, é o que a sociedade basca no seu todo exige».
Na mobilização que se realizou em Iruñea participaram, entre outros, os deputados do Bildu e do Aralar-NaBai, Bakartxo Ruiz e Asun Fernández de Garaialde, respectivamente, bem como o secretário-geral do ELA, Adolfo Muñoz, Txiki. Em representação dos convocantes da mobilização, Bakartxo Ruiz disse aos jornalistas que, com esta proposta, os signatários do Acordo de Gernika querem «voltar a reafirmar o compromisso da sociedade basca com uma resolução definitiva do conflito».

Ruiz pediu ainda aos estados espanhol e francês que «dêem passos definitivos e mostrem vontade política», algo que «neste momento a sociedade basca não vê».
Bakartxo Ruiz disse que vão continuar realizar iniciativas em defesa da resolução do conflito, como a que terá lugar dia 18 de Maio «em todas as praças de Euskal Herria» para reclamar alterações na política penitenciária e o respeito pelos direitos dos presos. / Ver: naiz.info e Berria
O EH Bildu denuncia graves chantagens exercidas sobre a presa política Olga Sanz Quando questionava o lehendakari sobre a sua proposta de política penitenciária, Julen Arzuaga deu a conhecer ao Parlamento de Gasteiz as chantagens exercidas sobre uma presa de Sopela (Bizkaia) que está prestes a dar à luz e a quem foi dito que, se não se assinasse um documento a afastar-se do Colectivo de Presos, seria separada do bebé.
Arzuaga disse que «os presos bascos Olga Sanz e Xabier Moreno são um casal, sempre estiveram na mesma prisão: Alcalá, Soto, Zuera, Picassent e, por último, em Villabona, nas Astúrias. Olga está quase a ser mãe. O juiz de Vigilância Penitenciária informou de que iria dar à luz no Hospital de Oviedo e que depois seria transferida para um outro centro, pois em Villabona não existe um módulo de mães. Também lhe disse que estaria com o seu filho e com o seu companheiro, Xabier». No entanto, e estando ainda grávida, o deputado fez saber que Olga foi ameaçada por funcionários das prisões, que lhe disseram que iriam reter o bebé em Villabona e que ela seria transferida para outra prisão. Foi alvo de chantagens: seria separada do seu filho e do seu companheiro, a menos que assinasse um documento a distanciar-se do Colectivo de Presos Políticos Bascos». / Ver: arabakoHerrira / Mais informação: algortaHerrira [Na foto, mobilização pelos presos em Sopela, Uribe Kosta, Bizkaia.]

A Ertzaintza expulsou do Hospital de Basurto os trabalhadores em luta pelos serviços públicos

ASEH-Lisboa - L, 05/11/2013 - 23:33
Na quinta-feira passada, por volta do meio-dia, a Ertzaintza procedeu ao despejo de trabalhadores do Hospital Universitário de Basurto (Bilbo), que de manhã ali se tinham encerrado em protesto contra a política de cortes do Governo de Gasteiz e em defesa do sector público.
De acordo com informações da comissão de trabalhadores, a partir das 12h30 numerosos efectivos da Ertzaintza retiraram «um a um» a meia centena de trabalhadores que estavam sentados no interior do hospital, identificando-os depois e acusando-os de «desobediência».
O despejo ocorreu apesar de os manifestantes terem desmontado a tenda que tinham montado no vestíbulo do centro hospitalar, depois de terem chegado a acordo com a direcção do hospital. Ver: Gara / Ver também: boltxe.info [com várias fotos]
O LAB protestou em Bilbo contra o «roubo das pensões» Bea Martxueta, secretária de Política Social do LAB, esteve ontem à frente do protesto que decorreu junto à sede da Segurança Social em Bilbo e que contou com a presença de reformados e pensionistas do sindicato. Numa faixa, lia-se «Madrid rouba-nos as nossas pensões».
Bea Martxueta disse ao Gara que «todas as reformas e cortes neoliberais que estão a ser aplicados ao sistema de pensões têm um só objectivo: esvaziar e arruinar o sistema público de pensões».
A sindicalista afirmou que o «lobby financeiro» quer ficar «com o controlo das pensões», mas o sistema público «impede ainda essa transferência de enormes verbas para o sistema financeiro privado». Neste sentido, Martxueta disse que diz «ainda porque a reforma que está a ser preparada em Madrid, que se centra no factor de sustentabilidade, vai alterar completamente este sistema. A partir dessa altura, sabemos quais são as nossas contribuições, mas não aquilo que iremos receber no futuro». / Ver: Gara / Ver também: boltxe.info

Amparo Lasheras: «Inmovilismo y mucho humo»

ASEH-Lisboa - L, 05/11/2013 - 23:32
[...] proceso de «asimilación al sistema» de aquellos que lo combaten. La posibilidad, aunque sea lejana, de que esto suceda existe, pero creo que también es posible construir caminos que lo impidan, si al pueblo se le ofrecen instrumentos y se ahonda en la ilusión y la conciencia de convertirse en el sujeto de la respuesta activa, desobediente y organizada que se merece un inmovilismo y un populismo tan irracional, tras el cual se esconden dos estados y un sistema viejo que arremeten contra ETA cuando necesitan mucho humo para difuminar sus miserias económicas. (boltxe.info)
«A Ángel Figueroa Fernandez. Como oro en paño», de Andoni ELKANO PEREZ (lahaine.org) Recuerdo cada consejo que me dabas en una época que acabaría por marcarme, en la que yo ya había dividido al mundo en dos, los que luchan y los que no. Y en ese escalafón, tú ocupabas uno de los puestos más altos. Guardo como oro en paño cada vez que hablamos, cada palabra escrita dirigida a mí, cada recuerdo, como una tarde del verano pasado en el puerto viejo con tu amiga...
«Carta de Assata Shakur», de Assata SHAKUR (lahaine.org) La designación de una luchadora Negra por la libertad, Assata Shakur, como la «terrorista mas buscada» por el régimen colonialista de Estados Unidos, es un ataque no solo a la historia y sentido del Movimiento de Liberación Negra en los Estados Unidos sino además, por extensión, un ataque al movimiento transnacional a través de las «Américas». Para los protectores de la hegemonía capitalista y la supremacía Blanca cualquier movimiento de Resistencia por la liberación y auto determinación por parte de los Africanos es visto como una amenaza y en el caso de Assata Shakur, un crimen que debe ser castigado con la muerte. Pero con este ataque contra Assata, la opresión tiene una piedra en el zapato cuando ellos deciden perseguir a nuestras líderes Negras.

Em Ondarroa, o muro popular segue pela noite fora

ASEH-Lisboa - OT, 05/10/2013 - 23:35
Depois do apelo feito esta semana por Urtza Alkorta, hoje ao fim da manhã começaram a aparecer pessoas na Alameda da localidade costeira biscainha, onde se realizou uma assembleia para explicar como iria funcionar o muro popular. Ali, encontravam-se vários representantes da esquerda abertzale e também Txerra Bolinaga, porta-voz do Eleak, que defendeu que é tempo de esvaziar as prisões e não de as encher e que «a sociedade já disse basta».
Por volta das 13h00, apareceu Urtza Alkorta, no meio de abraços e aplausos. Alkorta disse que todo este apoio era um balão de oxigénio e que, «apesar da dureza da prisão, iria fortalecida».

Maribi Ugarteburu, membro do Sortu e deputada no Parlamento de Gasteiz, disse que «os estados francês e espanhol insistem em manter a situação de bloqueio». «Continuam a levar gente de forma injusta, e, perante essa situação, só nos resta responder como povo».

À tarde, foi anunciada uma manifestação silenciosa para amanhã, às 13h00, a partir da Alameda de Ondarroa, convocada pelos signatários do Acordo de Gernika. Ao fim da tarde, realizou-se uma manifestação pelas ruas de Ondarroa, com o lema «Kartzelak hustutzeko garaia da» [é tempo de esvaziar as prisões].

Por outro lado foi feito um apelo para que as pessoas tragam tendas, sacos-cama e colchões e passem a noite na Alameda. Também foi apresentado o programa variado tanto para o resto dia de hoje (há chicharro para a janta; é Ondarru!) como para amanhã. / Ver: Berria e naiz.info / Fotos: Urtza Alkortari babesa Ondarroan (Berria / naiz.info)

Muro popular em Ondarroa (Lea-Artibai eta Mutriku Hitza)
Muitas fotos, informação e links para várias notícias: Turrune!

Depois das detenções, o Acordo de Gernika insiste na resolução e convoca concentrações para amanhã

ASEH-Lisboa - OT, 05/10/2013 - 23:34
Na sequência das detenções recentes de seis cidadãos bascos no Estado francês, signatários do Acordo de Gernika - Ikasle Abertzaleak, ESAIT, Herrira, ESK, LAB, Gorripidea, Sortu, Bilgune Feminista, Eusko Alkartasuna, Stee-Eilas, Etxerat, Aralar e Alternatiba - deram ontem uma conferência de imprensa em Donostia, no decorrer da qual apresentaram uma convocatória para este sábado: concentrações, às 12h00, frente às Câmaras Municipais do País Basco, com o lema «Euskal Herriak bakea behar du» [o País Basco precisa de paz].
Os signatários do Acordo de Gernika afirmaram ontem que os governos espanhol e francês não vão conseguir acabar com as esperanças de paz da sociedade basca. «Nós, agentes políticos, sindicais e sociais, não o iremos permitir», salientaram Gorka Berasategi (LAB) e Itziar Arratibel (Esait).

Na conferência de imprensa em Donostia, Berasategi e Arratibel, que estiveram acompanhados por Pernando Barrena (Sortu) e Nagore García (Herrira), entre outros representantes dos colectivos signatários, criticaram a detenção de Andoni Goikoetxea, Raúl Aduna, Kepa Arkauz, Ekhiñe Eizagirre, Julen Mendizabal e Igor Uriarte. Os seis cidadãos bascos foram presos na terça-feira pela Polícia francesa em Bois, Montpellier e Brive-la-Gaillarde (Occitânia).

Em seu entender, os executivos de Madrid e Paris ignoram os acordos alcançados pela sociedade basca a favor da resolução do conflito e, em vez de caminhar para a paz, decidiram «responder com as receitas do passado à nova situação política». Lembraram que nos últimos meses os gabinetes de Mariano Rajoy e François Hollande não deram «um único passo» em direcção à paz e à normalização.
Por outro lado, os dois porta-vozes do Acordo de Gernika reiteraram o compromisso dos signatários com a paz e reafirmaram a sua intenção de continuar a promover «um processo de resolução integral do conflito basco para que não se perca esta oportunidade histórica».
Assim, decidiram convocar concentrações para amanhã ao meio-dia em frente às Câmaras Municipais de todo o País Basco. As mobilizações terão como lema «Euskal Herriak bakea behar du» [o País Basco precisa de paz].
Ontem, teve lugar uma concentração de protesto na Praça da Virgem Branca, em Gasteiz. A mobilização, convocada por LAB, STEE-EILAS, ESK, Herrira, Bilgune Feminista, Herrria 2000 Eliza, Ernai, Etxerat, Ikasle Abertzaleak, Sortu, Aralar, Eusko Alkartasuna e Alternatiba, foi secundada por uma centena de pessoas e tinha como lema «Por la solución, no más detenciones. Stop a la represión». / Ver: Gara / Ver também: Berria

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