Tomen la lucha y únanse en la larga batalla por la más noble de las causas: la liberación de la humanidad

Bob Dyle

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EH Lagunak (pt)

Kortatu – «Hotel Monbar»

ASEH-Lisboa - IG, 09/25/2016 - 22:31


Há 31 anos, a 25 de Setembro de 1985, um grupo de homens pagos pelo Governo espanhol liderado por Felipe González entrou no Hotel Monbar, na Pannecau karrika, em Baiona (País Basco Norte, ocupado por França), e assassinou quatro independentistas bascos, refugiados em Iparralde: Agustin Irazustabarrena, Sabin Etxaide, José Maria Etxaniz e Iñaki Asteasuinzarra.

Não foi o primeiro nem seria o último dos atentados dos GAL e de forças parapoliciais espanholas com outras siglas.

Ver tb: «Hotel Monbar, 30 años de la mayor masacre de los GAL» (Gara; 24/09/2015)

Entrevista a Sendoa Jurado, porta-voz do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão

ASEH-Lisboa - L, 09/24/2016 - 22:34
[De Carlos Aznárez / em castelhano] La lucha por la Amnistía para los casi 400 presos y presas políticas vascas es algo que no cesa y sigue despertando sensibilidades en Euskal Herria. En ese sentido no hay una semana sin que se produzcan movilizaciones (pequeñas o grandes) en los pueblos, donde familiares y amigos de los presos y presas se concentran detrás de una pancarta, junto a las fotos de algunos de los detenidos de esa zona, y exigen su vuelta a casa, su liberación definitiva.
Una de las organizaciones que viene haciendo hincapié desde hace tiempo en solidarizarse con los presos y reivindicar su lucha es el Movimiento por la Amnistía y contra la Represión («Amnistia ta Askatasuna», en su sigla en euskera), de allí que resulte necesario saber qué piensan y en qué basan su actuación en las calles.
Recientemente estuvimos en el País Vasco y entrevistamos a uno de los portavoces del Movimiento, Sendoa Jurado, quien en su momento perteneció a Segi, una de las organizaciones ilegalizadas del movimiento juvenil vasco. Por su militancia, Sendoa fue detenido durante dos años y actualmente tiene a integrantes de su familia en prisión. / Ler: Resumen Latinoamericano

Manifestação em Tutera denunciou exercícios militares nas Bardenas

ASEH-Lisboa - L, 09/24/2016 - 22:33
Sob o lema «Bardenas para el pueblo! Bardea herriarentzat!», cerca de 250 pessoas manifestaram-se hoje pelas ruas de Tutera (Nafarroa) para denunciar as manobras militares que o Exército espanhol está a realizar na Reserva Natural da Biosfera.

Os exercícios militares, designados «Operação Tempestade», começaram esta semana e vão prolongar-se na semana que vem, com a aviação espanhola a utilizar fogo real. Para denunciar este facto e reivindicar que as Bardenas são do povo, cerca de 250 pessoas manifestaram-se hoje, ao meio-dia, na capital da Erribera navarra.

No final da mobilização, os seus promotores leram um comunicado em que criticaram de forma veemente o facto de as forças militares espanholas ali realizarem manobras com fogo real um ano após outro. Também pediram a organizações e instituições que se unam para que o contrato de utilização das Bardenas não seja prolongado. O que está em vigor termina em 2018.

Reivindicação recorrente
Não é a primeira vez que se solicita a não renovação do acordo de utilização. Em Setembro do ano passado, num contexto em que a NATO ia usar as Bardenas para realizar grandes operações militares, a Assembleia Anti-Campo de Tiro das Bardenas pediu que não fosse assinado mais nenhum acordo de concessão do espaço e que fossem tomadas medidas tendentes aos encerramento do campo de tiro.

Recentemente, o Parlamento de Nafarroa aprovou uma declaração institucional de repúdio pela realização das manobras militares com fogo real na reserva da biosfera e, em simultâneo, expressou a necessidade de que o Ministério espanhol da Defesa proceda ao desmantelamento das infra-estruturas militares nas Bardenas. A moção foi aprovada com os votos contra de UPN, PSOE e PP.

Não às manobras militares nas Bardenas [Ahotsa]Ver: Berria e ahotsa.info

Os fascistas continuam a não ter vida fácil em Gasteiz

ASEH-Lisboa - L, 09/24/2016 - 22:32
Depois de há uma semana cerca de 200 antifascistas terem mostrado ao legalíssimo partido fascista Vox que não era bem vindo a Gasteiz, este fez questão de encerrar, ontem, a sua campanha para as eleições autonómicas bascas deste domingo no Centro Cívico de Judimendi, na capital alavesa. Mais uma vez, a Ertzaintza estava lá para os proteger e registaram-se confrontos.

O movimento antifascista de Gasteiz já tinha deixado claro que não ia tolerar o fascismo, o racismo, a xenofobia e a islamofobia nos bairros da cidade, e, depois dos incidentes ocorridos na semana passada, a decisão do partido de extrema de encerrar a campanha para as autonómicas em Gasteiz, no Centro Cívico de Judimendi, só pode ser entendida como uma provocação.

Ontem, o movimento antifascista voltou a mobilizar-se contra a presença e a provocação acrescida da extrema-direita. A Ertzaintza destacou um amplo dispositivo e, segundo refere a Hala Bedi, identificou várias pessoas e procedeu à detenção de um menor.

De acordo com agências, encapuzados viraram contentores nas ruas adjacentes ao centro cívico e atiraram pedras e garrafas aos ertzainas que protegiam os legalíssimos fachos. Os pasquins da comunicação social dominante tratam os antifascistas como «radicales»; não assim a Hala Bedi e a SareAntifaxista, naturalmente.

«Violência contra povos indígenas no Brasil permanece acentuada»

ASEH-Lisboa - L, 09/24/2016 - 22:31
[«Cimi lança relatório com "Dados 2015"»] O relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – Dados de 2015, publicado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), evidencia a permanência do quadro de omissão dos poderes públicos em relação aos direitos dos povos indígenas, especialmente em relação ao direito à terra, o que impacta drasticamente no direito de eles viverem de acordo com o seu modo tradicional, ambos reconhecidos e garantidos pela Constituição Federal.

Os dados evidenciam que, em 2015, também permaneceu a situação de constante invasão e devastação das terras demarcadas; assim como se manteve a realidade de agressões às pessoas que lutam por seus legítimos direitos, com casos de assassinatos, espancamentos e ameaças de morte, dentre outros; e permaneceu ainda um assustador número de morte de crianças até 5 anos, em muitos casos por doenças facilmente tratáveis. (PCB)

«Students Are Pulling a Kaepernick All Over America — and Being Threatened for It» (The Intercept)
Students are being threatened with punishment for not participating in rituals surrounding the national anthem or Pledge of Allegiance — and they are fighting back.

Since NFL 49ers quarterback Colin Kaepernick sat during the national anthem in August to protest oppression of people of color, many Americans, particularly professional athletes and students, have followed suit. But their constitutional right to engage in such gestures of dissent is not always being respected.

Gazteak Kalean: «Queremos que la gente se comprometa contra la represión»

ASEH-Lisboa - OT, 09/23/2016 - 22:34
[Os colectivos Insurgente, Kaos en la red e La Haine entrevistam Aitor, Ibai e Unai, três jovens membros da plataforma recém-criada em Tolosa «Gazteak Kalean» e imputados numa «nova montagem policial»]

El pasado martes se presentó en Tolosa (Gipuzkoa) la recién creada Plataforma «Gazteak Kalean», plataforma de carácter antirepresivo para dar apoyo a represaliados en varios casos represivos en la zona de Tolosaldea. Hablamos con Aitor, Ibai y Unai, tres jóvenes imputados en uno de estos casos, el cuál califican de montaje policial.

Según nos cuenta Unai «la plataforma se ha creado ahora en septiembre, pero el planteamiento era anterior, venimos trabajando en ella todo el verano. Los objetivos que nos planteamos como plataforma era, por un parte, crear una presión social en la calle a favor de nuestra causa, y por otro lado queremos sacar provecho político a nuestro juicio, en cuanto a la activación social que puede traer el que estemos encausados ahora mismo, ya que somos personas no referentes pero si conocidas en el pueblo».
[...]
Los tres jóvenes cuentan como, el año pasado en carnavales, que son las fiestas más importantes de Tolosa, había mucha gente en la calle en ambiente festivo, se formó una pelea callejera en la calle mayor, cerca de la Herriko Taberna, al poco aparecieron unas 6 patrullas de la ertzaintza con más de 20 policías, el ambiente se empezó a tensar ante lo desproporcionado de la situación, y al final los ertzainas realizaron una carga. Al día siguiente los agentes detuvieron a Unai en su casa y un par de horas después a Ibai y Aitor, les acusaron de atentado a la autoridad y lesiones, con una petición fiscal de cinco años para Ibai y Aitor y cinco años y medio para Unai, además del pago de una multa de 38.000 euros. / Ler: lahaine.org

Inscreve-te na AEK: o euskara é «100% afectivo e divertido»

ASEH-Lisboa - OT, 09/23/2016 - 22:33
As matrículas para o ano lectivo 2016/17 nos euskaltegis da AEK (Coordenadora de Alfabetização e Euskaldunização) estão abertas até ao fim deste mês. A AEK tem como objectivo a recuperação do euskara e a reeuskaldunização do País Basco. Trata-se da organização mais importante no âmbito da euskaldunização e alfabetização de adultos, e a única que desenvolve a sua actividade em todo o território de Euskal Herria.

Para assinalar o início do ano lectivo e dar as boas-vindas a todas as pessoas que decidiram aprender euskara, a AEK deu uma festa em Iruñea. Em mais de cem euskaltegis, a AEK apresenta diversos cursos e modalidades de aprendizagem da língua basca. Quem já provou diz que se aprende e que é divertido. Izan euskaldun!

O euskara é divertido [ahotsa]Eman izena! / Matricula-te! / Ver: ahotsa.info / Mais info: AEK

Kukutza III Gaztetzea. Bilbo. Bizkaia. Euskal Herria

ASEH-Lisboa - OT, 09/23/2016 - 22:32
Bost urte Kukutzarik gabe / Cinco anos sem o KukutzaIkusi duzuena Kukutza III Gaztetxean mugitzen denaren zatitxo bat besterik ez da. 13 urteetan garatutako proiektu partehartzaile eta autogestionatua. // Lo que acabáis de ver no es más que un pedacito de todo lo que se mueve en Kukutza III Gaztetxea, un proyecto autogestionado y participativo que viene desarrollandose desde hace 13 años.

Leitura:
«A 5 años del atentado contra Kukutza» (BorrokaGaraiaDa)
[Ex-membros do Kukutza Gaztetxea / artigo publicado em 2012] La crueldad y brutalidad del derribo de Kukutza no fué solo un capricho de Azkuna. No fué solo un problema económico, urbanístico, ni de orden público. Era algo que llevaban preparando desde hace demasiado tiempo en oscuros despachos del Ministerio de Interior. Y algo que muchos perros llevaban años soñando: que les dejen sueltos y carta blanca con todos sus juguetes (tanquetas, furgonas, escopetas, explosivos, peloteros, porras, metralletas). Un gran campo de entrenamiento y desfogue durante días.

En estos 13 años, hemos perdido algunas batallas, ganado pequeñas victorias y miles de recuerdos. Que nos quiten lo bailao!. Quizás nos han partido la vida. Nos han robado todo. Han dejado a Bilbo sin barco, a Rekalde sin nada y a sus hijas un futuro incierto. Y casi les sale gratis!

Pero consiguieron que en sus últimos días la solidaridad y la dignidad resurjiera en miles de personas. Kuku no se merecía menos. Gracias a todas las que estuvisteis resistiendo y defendiendo Kukutza hasta su último anochecer.

José Goulão: «A Cimeira da Cacofonia»

ASEH-Lisboa - OT, 09/23/2016 - 22:31
Naturalmente a ideia dominante que passou foi a de a Europa continuar a barricar-se contra os refugiados, devendo a Alemanha proceder de igual modo, ao menos depois de preencher as suas necessidades demográficas de trabalho escravo – uma faca de dois gumes para a senhora Merkel, que começa a ver-se em palpos de aranha com o fascismo puro e duro, agora chamado «Alternativa para a Alemanha» e manipulado por velhos e novos interesses, para quem as benesses do império extorsionário do euro são sempre insuficientes.

No caminho da construção da barricada continental, os participantes na cimeira da Bratislava voltaram a entreter-se com a formação do exército comum europeu, ideia tão cara ao senhor Hollande, que se vitimizou perante os pares como o «único que defende a Europa». (Abril)

Marcha à cadeia de Valence no sábado para apoiar Aletxu e Ibon

ASEH-Lisboa - OG, 09/22/2016 - 22:34
No sábado, 24, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) organiza uma marcha até à cadeia francesa de Valence, onde os presos políticos bascos Aletxu Zobaran e Ibon Goieaskoetxea estão há 45 dias nas celas de castigo e em greve às comunicações. Quem quiser participar deverá escrever para o endereço amnistiaaskatasuna@gmail.com.

Aletxu e Ibon foram transferidos para Valence em Junho, um cárcere onde até então não havia qualquer preso político basco, o que mostra bem como o Estado francês está empenhado na política de dispersão: juntou mais uma cadeia às 23 pelas quais já dispersava os presos bascos.

A cadeia de Valence fica a mais de 800 quilómetros das casas de Aletxu e Ibon, e os transportes para lá chegar são insuficientes, situação que provoca desgaste físico, moral e económico às suas famílias. Para além disto, esta cadeia pôs em marcha um regime especial, experimental a nível europeu, que degradou bastante as condições de vida de ambos os prisioneiros bascos.

Para pôr fim a esta situação, Ibon e Aletxu estão a travar uma dura luta há já 45 dias. Daí a importância da marcha que o MpA organiza este sábado. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Ertzaintza executa acção de despejo em Basauri, deixando mulher e filha menor na rua

ASEH-Lisboa - OG, 09/22/2016 - 22:33
Uma mulher de 51 anos e a sua filha, menor de idade, foram hoje despejadas de sua casa, em Basauri (Bizkaia), na sequência de uma acção executada pela Polícia autonómica basca. Dezenas de pessoas concentraram-se para apoiar a família e tentar evitar o despejo.

Desde o início da manhã, dezenas de pessoas participaram numa concentração, convocada pela plataforma Baietz Basauri, sob o lema «No más desahucios», para tentar evitar o despejo de família na Kareaga Goikoa kalea, em Basauri, nos arredores de Bilbo.

Pouco depois de iniciada a concentração, em que participaram representantes sindicais e de alguns partidos, chegou o oficial da Justiça com a ordem de despejo, que a Polícia autonómica acabou por executar, pese embora toda a oposição.

Ontem, a plataforma Baietz Basauri pediu ao Município que «assuma as suas responsabilidades» e que procure um «lugar digno» para a mulher e a filha. De acordo com a plataforma, o despejo mostra a «realidade de um serviço de protecção social a todas luzes insuficiente e ineficaz».

A Baietz Basauri disse ainda que as explicações dadas pelo município sobre a situação desta mulher são «graves», na medida em que considerou suficientes os 5000 euros em ajudas que ela recebeu num período de dois anos. «Ninguém consegue viver com 250 euros por mês», sublinha a plataforma. / Ver: argia e naiz

Alarde de nacionalismo espanhol na homenagem ao trabalho da Guarda Civil em Nafarroa

ASEH-Lisboa - OG, 09/22/2016 - 22:32
O ministro do Interior espanhol homenageou, ontem, o trabalho repressivo da Guarda Civil em Nafarroa entregando-lhe uma bandeira espanhola.
O centro da capital navarra foi ocupado por dezenas de guardas civis e militares armados que protagonizaram uma cerimónia repleta de nacionalismo espanhol e de alarde militarista.

Desfile nacionalista espanhol em honra da Guarda Civil em Iruñea [Ahotsa]Ver: ahotsa.info

«Esquerda e pós-modernidade: cidadania, pobreza e empreendedorismo»

ASEH-Lisboa - OG, 09/22/2016 - 22:31
[De Maurício Castro] Muito se esforça a ideologia ainda dominante em explicar-nos que se trata de umha crise episódica, mesmo subjetiva ou de «estado de ánimo». Essa era a mensagem –lembrades?– daquela campanha de 2010 no Estado espanhol: «Esto lo arreglamos entre todos». Financiada por 18 das maiores grandes empresas espanholas e através de umha série de caras amáveis do mundo do espetáculo, o seu objetivo declarado era «contagiar confiança e fomentar as atitudes positivas» como melhor via para deixar atrás a crise.

Apesar do forte financiamento de Telefónica, Repsol, BBVA e El Corte Inglés, entre outras, a propaganda ideológica tem os seus limites. Aquela campanha ajudou a difundir o «cidadanismo» e a amortecer as luitas de classes, o que nom é pouco, mas ficou longe do seu falso objetivo inicial: deixar atrás umha crise que, como já era evidente na altura, nom respondia a nengum problema de confiança ou autoestima, e sim aos limites históricos do próprio sistema, que continuam aí, diante dos nossos olhos. (Diário Liberdade)

Grande adesão à greve no primeiro de cinco dias de paralisação no Lanbide

ASEH-Lisboa - AZ, 09/21/2016 - 22:34
Os sindicatos ELA e LAB sublinharam que a greve de hoje no Lanbide - Serviço Basco de Emprego estava a ter «grande adesão». É o primeiro de cinco dias de greve convocados para denunciar «a situação de imobilismo» e a «má gestão» neste organismo público, onde cerca de 190 funcionários da orientação profissional correm o risco de ser despedidos.

LAB e ELA, que marcaram greves para hoje, amanhã e para os dias 3, 4 e 5 de Outubro, realizaram uma concentração junto aos serviços centrais do Lanbide, em Gasteiz, sob o lema «Lanbide hankaz gora. Kalitatezko zerbitzua bermatu».

Uma delegada sindical do LAB, Leire Trigueros, referiu que, mesmo sem ter todos os dados à sua disposição, podia afirmar que se registava uma grande adesão à greve e que quatro instalações do Lanbide nem sequer tinham aberto, porque todo os funcionários tinham feito greve: em Beasain, Amurrio, Gernika e Portugalete.

Leire Trigueros denunciou a falta de pessoal, baixas com mais de seis meses que não são cobertas, problemas de organização e cargas horárias abusivas. A isto há a juntar o eventual despedimento de mais de 190 orientadores profissionais.

Serviço de orientação em risco
A orientação profissional - um serviço que a administração diz ser um dos pilares do Lanbide - é um serviço fortemente externalizado e afectado pela falta de pessoal, critica o LAB, acrescentando que a situação se traduz na degradação do serviço público prestado.

Neste momento, 195 trabalhadores têm o seu posto de trabalho em risco, o que representa 30% de todo o quadro. O LAB explica que, se o Governo de Gasteiz avançar com os despedimentos, haverá prejuízo para esses funcionários, para o funcionamento de todo o organismo e para o público, que tem direito a ser bem servido pelo Lanbide.

O LAB diz ainda que os sindicatos estão a negociar e a tentar desbloquear a situação há oito meses, mas que as propostas recebidas são «insuficientes» e revelam «uma clara falta de vontade» da administração. / Ver: LAB, naiz e Berria

Placa em memória dos fuzilados de 36 em Iruñea pintada com a bandeira espanhola

ASEH-Lisboa - AZ, 09/21/2016 - 22:33
A placa que evoca, na Vuelta del Castillo de Iruñea, os fuziladas após o golpe militar de 1936 foi alvo de um ataque, tendo aparecido pintada com as cores da bandeira espanhola.

Este ataque fascista vem juntar-se a outros que têm vindo a registrar-se na capital navarra nas últimas semanas, depois de a Câmara Municipal ter anunciado que ia exumar os restos mortais dos fascistas Mola e Sanjurjo do Monumento aos Caídos.

Mais concretamente, foram feitas pintadas ofensivas contra o presidente da Câmara da capital, Joseba Asiron, e foram atacados o monumento evocativo a Germán Rodríguez e determinadas locais conotados com a esquerda abertzale (bares e associações) e a sede da SOS Racismo.

A placa agora atacada também foi colocada pelo município iruindarra e nela se lê: «O Município e a cidade de Pamplona, como homenagem aos habitantes fuzilados em 1936 por defender a liberdade e a justiça social». / Ver: SareAntifaxista

Cinco anos sem Kukutza, mas com muita repressão e resistência

ASEH-Lisboa - AZ, 09/21/2016 - 22:32
Há cinco anos, na madrugada de 21 de Setembro, teve início a operação de despejo e demolição do Kukutza III Gaztetxea, o emblemático centro cultural, juvenil que ocupava um espaço abandonado no popular bairro bilbaíno de Errekalde.

O processo de despejo e de demolição foi violento. Azkuna (PNV) mentiu. Ares (PSOE) mentiu. E os jovens que, dignos, se mantiveram até à última hora firmes na defesa de um espaço com características únicas não só em Bilbo mas no País Basco foram alvo de perseguição mediática e judicial. Como eles, muitos dos que, nas ruas, protestaram contra a bárbara decisão.

Onde então havia um edifício com alegria, solidariedade, cooperação, cores e vida, hoje há um buraco. Como diz um amigo basco, para toda a vergonha do que então se passou não há nem haverá um único dia de perdão.

Crónica de três dias de ocupação de um bairroKukutza aurrera! Ikutu bez! / Sobre processos, condenações, absolvições, ver: aseh

Filipe Diniz: «Sanções e dominação»

ASEH-Lisboa - AZ, 09/21/2016 - 22:31
A política de sanções económicas é um instrumento privilegiado da UE. Construída de forma a estabelecer uma estrutura de economias dominantes e de países subordinados, a UE dos monopólios utiliza as sanções para assegurar que não há recalcitrantes. E conta, naturalmente, com a cumplicidade do grande capital interno e seus porta-vozes. (odiario.info)

«Here Are Eight Policies That Can Prevent Police Killings» (The Intercept)
[De Alice Speri] With 788 people killed by police this year alone, death at the hands of law enforcement has become so routine in this country that it risks becoming expected and predictable, as if it were inevitable. Every time a new video emerges, anger soars, as do calls to end police violence. Then invariably, within days or sometimes mere hours, police somewhere else kill again.

This week was no exception. Last night, the now familiar scene of angry protests met with tear gas unfolded again, this time in Charlotte, North Carolina, after a police officer shot and killed Keith L. Scott, a 43-year-old black father who had been sitting in his car waiting to pick up a child from school.

ELA e LAB manifestaram-se contra a atitude do PNV e o patronato

ASEH-Lisboa - AT, 09/20/2016 - 22:34
Em dia de chuva, mais de 3000 delegados sindicais do ELA e do LAB manifestaram-se hoje em Gasteiz para exigir respeito pela maioria sindical basca e a aposta num quadro basco de relações laborais, com fortes críticas ao PNV de Urkullu.

Ainhoa Etxaide, secretária-geral do LAB, lançou duras críticas ao Governo de Urkullu pelo acordo que firmou, em Julho último, com o patronato basco, a CCOO e a UGT (sindicatos minoritários na Comunidade Autónoma Basca), deixando de lado a maioria sindical basca e a maioria dos trabalhadores bascos.

Para Etxaide, que exigiu respeito pelas representações sindicais eleitas pelos trabalhadores, o que se passa é um «escândalo»: «Deixar que se seja o patronato a escolher os sindicatos com quem se senta à mesa é o último passo para criar um sistema à sua medida e serviço, sem nenhum tipo de "disfunção", como dizem eles».

Na mesma linha, o secretário-geral do ELA, Adolfo Muñoz, criticou o candidato a lehendakari pelo PNV, Iñigo Urkullu, por ter «tentado destruir as regras democráticas no âmbito sindical». E exigiu-lhe que retroceda.

Acusando o PNV de «tatcherismo com marca basca», Muñoz disse: «Nós trabalhamos por uma Euskal Herria justa e soberana, e defendemos uma classe trabalhadora viva e combativa.» / Ver: naiz e eldiario.es

No Consulado da Suíça em Bilbo, reclamou-se asilo político para Txapartegi

ASEH-Lisboa - AT, 09/20/2016 - 22:33
No âmbito das iniciativas anunciadas, dia 15, pela plataforma Nekane libre! contra a extradição da refugiada basca Nekane Txapartegi, cerca de 30 pessoas concentraram-se hoje frente ao Consulado da Suíça em Bilbo. No final, deixaram uma carta no consulado contra o processo de extradição e a reivindicar o direito de asilo político.

Nekane Txapartegi, natural de Asteasu (Gipuzkoa), foi presa em 1999 e condenada no âmbito do macro processo 18/98. Torturada e violada, foi obrigada a fugir. Vivia na Suíça com a sua filha, mas em Abril deste ano foi detida em Zurique, numa operação conjunta da Polícia helvética e da espanhola. Agora, encontra-se na cadeia de Dielsdorf, onde enfrenta duras condições de encarceramento.

Os membros da Nekane libre! explicaram que o processo de extradição movido pelo Estado espanhol «está em curso» e que a Justiça suíça deve tomar uma decisão ainda este mês, que é passível de recurso. A decisão final deverá ser tomada dentro de alguns meses.

Indícios claros de tortura
Tendo em conta a legislação suíça, este país devia rejeitar a extradição de Nekane, na medida em que os indícios de tortura são mais que claros. «A única prova que a incrimina é o depoimento que fez na presença da Polícia [depois de ser torturada]; basta que as autoridades suíças atendam aos resultados das investigações realizadas pela equipa de Paco Etxeberria; às investigações psiquiátricas realizadas na Suíça; aos resultados do Protocolo de Istambul, aplicado a Mikel Egibar, que foi detido juntamente com Txapartegi; ou à denúncia do caso de Txapartegi feita pela Organização Mundial Contra a Tortura (OMCT)», esclareceram.

Para repudiar o processo de extradição de Nekane Txapartegi e reivindicar a sua liberdade, foram agendadas diversas iniciativas, em que se integrou a concentração de hoje e em que se inclui a manifestação de dia 24 em Berna, capital da Suíça. / Mais info: aseh

26 anos depois, Mikel Castillo não foi esquecido

ASEH-Lisboa - AT, 09/20/2016 - 22:32
No domingo, 18, fez 26 anos que o iruindarra Mikel Castillo foi morto a tiro por um polícia espanhol, quando fugia. Ainda que de forma singela e muito silenciada nos meios de comunicação social, Castillo foi lembrado na sua cidade.

Mikel Castillo era militante da ETA e, a 18 de Setembro de 1990, foi surpreendido por polícias espanhóis quando preparava uma acção com outros militantes bascos.

De acordo com testemunhas, o pamplonês foi morto a tiro pelas costas quando fugia desarmado. O agente que o matou - Jesús García Villoslada - não só não foi condenado, como foi condecorado pelo delegado do Governo espanhol em Nafarroa.

«Aitortza, egia eta justizia! Agur eta ohore!»

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