Podrán cortar todas las flores, pero no podrán detener la primavera...

Pablo Neruda

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Mobilizações pela liberdade de expressão no Estado espanhol

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:34
Promovidas pelas vítimas da actual ofensiva do Governo espanhol contra a liberdade de expressão, a liberdade de informação e a liberdade ideológica, várias mobilizações estão agendadas para amanhã, 13, e quarta-feira, 14, sobretudo em cidades do Estado espanhol, mas também nalgumas cidades europeias e do continente americano.
Os incriminados na Operação Aranha, a Plataforma de Solidariedade com Pablo Hasel, Valtonyc, La Insurgencia e muitos outros alvos da repressão estão a trabalhar de forma coordenada com diversas organizações com o propósito de levar por diante as concentrações. / Ler comunicado da iniciativa #KallaLaBoca em: lahaine.org

Apresentação do Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:33
O Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea [centro documental e arquivo Justo de la Cueva] (JCDAG) é um arquivo privado que contém a produção científica realizada ao longo de várias décadas por Justo de la Cueva e Margarita Ayestarán, além de uma biblioteca com cerca de 10 000 livros sobre diversa temática (franquismo, sociologia, marxismo e história recente de Euskal Herria). / Mais informação, euskaraz e em castelhano: BorrokaGaraiaDa e lahaine.org

Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunearen aurkezpena
Justo de la Cuevak eta Margarita Ayestaranek zenbait hamarkadetan burutu zuten lan zientifiko guztia biltzen du Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo guneak (JCDAG). Bertan badira ere 10 000 liburu inguru hainbat gai jorratzen dituztenak (frankismoa, soziologia, marxismoa eta Euskal Herriko historia berria), baita 1980 eta 2011 bitartean Euskal Herrian sortutako dokumentazio aunitz ere. Nortzuk izan ziren Justo eta Margari eta beren eginkizunak ezagutarazteko dokumental bat eta bikotearen bizitzaren kronologia gauzatu dira, azken hau interneten eskuragai dago.
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Presentación de Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea
El Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea (JCDAG) es un archivo privado que contiene la producción científica realizada durante varias décadas por Justo de la Cueva y Margarita Ayestarán, además de una biblioteca con alrededor de 10.000 libros sobre diversa temática (franquismo, sociología, marxismo e historia reciente de Euskal Herria). El JCDAG posee, asimismo, una ingente cantidad de documentación producida en Euskal Herria entre 1980 y 2011. Para presentar al público quiénes eran Justo y Margari, y qué trabajos científicos realizaron a lo largo de su vida profesional, hemos realizado una cronología vital, visible on-line, así como un documental.

«Justo de la Cueva: el archivo documental de un comunista» (ahotsa.info)Mais info aqui.

«Israel retém corpos de 19 palestinianos mortos»

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:32
Em declarações à rádio Voz da Palestina, Issam Arouri, director do Centro de Assistência Jurídica e Direitos Humanos de Jerusalém (JLAC, na sigla em inglês), disse que as forças israelitas continuam a reter os restos mortais de 260 palestinianos nos chamados «cemitérios de números» em Israel, para além de conservarem em morgues os corpos de 19 palestinianos que foram mortos pelos israelitas desde 2016, informa a agência Ma'an.
[...]
Israel tem desde há muito «cemitérios para os mortos inimigos», também conhecidos como «cemitérios de números», onde se encontram os restos mortais de membros da resistência palestiniana contra a ocupação sionista que foram mortos durante ataques contra israelitas. A Ma'an refere que as autoridades israelitas os enterram em túmulos sem nomes, apenas identificados por números. (Abril)

«Marx e o Mundo Ocidental» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - AL, 02/12/2018 - 22:31
Na edição n.º 154 do programa «Escuela de Cuadros», estuda-se o texto «Marx e o Mundo Ocidental», do filósofo soviético Evald Ilienkov, com a ajuda do intelectual e professor cubano Rubén Zardoya.

O texto está acessível em castelhano aqui. Mais informação sobre Evald Ilienkov, em português, aqui.

«Marx y el mundo occidental (Iliénkov)»Na Venezuela, o programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com.

Uma praça em Iruñea evoca Maravillas Lamberto, morta pelos fascistas

ASEH-Lisboa - IG, 02/11/2018 - 22:34
Foi inaugurada este sábado, 10, no bairro iruindarra de Lezkairu, a Praça Maravillas Lamberto, em memória da menina de 14 anos que os fascistas violaram e mataram em Larraga (Nafarroa), em 1936. A sua irmã, Josefina Lamberto, esteve presente na inauguração, tendo agradecido este acto de reconhecimento, depois de tantos anos de esquecimento, às associações que defendem a memória histórica e ao presidente da Câmara, Joseba Asiron.

No acto de inauguração da praça que homenageia a sua irmã, Josefina Lamberto lembrou os «82 anos de muito sofrimento» e afirmou que este reconhecimento «traz um pouco de paz aos nossos corações», mas sublinhando que não é capaz de «perdoar e esquecer».

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Iruñea [Pamplona], Joseba Asiron, disse que «a morte de Maravillas simboliza a barbárie da violência fascista que abalou as nossas terras e ruas naqueles primeiros» tempos do levantamento franquista.

A parte musical da cerimónia esteve a cargo do Coro Paz de Ciganda, que estreou a adaptação coral para quatro vozes mistas da obra «Maravillas», composta por Fermin Balentzia, com arranjos de Imanol Erkizia.

Maravillas Lamberto Yoldi
Maravillas Lamberto Yoldi nasceu em 1922, em Larraga (Nafarroa). Em 1936, quando o seu pai, Vicente Lamberto, militante da UGT, foi preso, ela quis acompanhá-lo. De acordo com o Fundo Documental de Memória Histórica da Universidade Pública de Navarra (UPNA), a menina, então com 14 anos, foi violada várias vezes pelos fascistas que tinham detido o seu pai. Acabaria por ser assassinada juntamente com ele. Hoje, é conhecida como a «florzinha de Larraga». / Ver: ahotsa.info e Noticias de Navarra

«La desbandá (1): "Los aviones franquistas nos ametrallaban, éramos niños, mujeres y viejos"»

ASEH-Lisboa - IG, 02/11/2018 - 22:33
Eran entonces niños o adolescentes. Hace once años dejaron su testimonio vital en el documental Febrero 1937. Memoria de una Huida, producido por Sur. En el 81 aniversario de aquel éxodo ocurrido durante la Guerra Civil, recuperamos sus vivencias.

Consuelo Torres. Huyó con 10 años. «Los aviones nos ametrallaban. Éramos niños, mujeres y viejos». (movimiento político de resistencia)

«La desbandá (2): "Lloraba: ¡Mamá, mamá! Mi hermana no podía consolarme"»
Carmen Ruiz. Huyó con 5 años. «Lloraba: ¡Mamá, mamá! Mi hermana no podía consolarme».

El recorrido: La madre de Carmen, Concepción García, decide subir a sus hijos en un autobús escolar hacia Almería. A Carmen le acompañan sus hermanos Teresa (14 años); Juan (12); Conchi (4 años) y Rafael (18 meses). Su otro hermano, Pepe, (16 años) permanece en Málaga con su madre. Su padre, José Ruiz Jurado, tras conocer la decisión de la madre, decide marchar también hacia Almería para buscarlos. Se reencontrará con ellos en Valencia. (movimiento político de resistencia)

«Pacote de privatizações: velho discurso em favor de antigos interesses»

ASEH-Lisboa - IG, 02/11/2018 - 22:32
[De Cristovam Thiago e Eduardo Grandi] Fica claro que o amoldamento petista aos ditames do grande capital vai de vento em popa, e não se pode mais atribuí-lo a um pequeno grupo deste ou daquele Estado, neste ou naquele caso específico. Mesmo após a cassação de Dilma e a condenação de Lula, o PT não arreda pé da velha política de conciliação de classes (que, no discurso, pretende governar ao mesmo tempo pro povo e pro grande capital), trabalhando no desmonte do patrimônio público, operando na lógica dos interesses do capital no seu caráter mais perverso, via privatização de escolas, saúde e segurança pública. (PCB)

«Marrocos quer excluir o Saara Ocidental da União Africana»

ASEH-Lisboa - IG, 02/11/2018 - 22:31
A diplomacia marroquina, que está a reforçar a sua representação em Adis Abeba, sede da União Africana (UA), vai apresentar uma moção destinada a excluir a República Árabe Saarauí Democrática (RASD) da organização, indica a revista Jeune Afrique.

De acordo com a informação veiculada na quinta-feira no portal da Jeune Afrique, nos corredores da UA, os diplomatas marroquinos na capital etíope não têm feito um mistério da sua firme intenção de apresentar a moção contra a RASD.
[...]
Em simultâneo, Rabat destacou para Adis Abeba a sua mais importante representação diplomática em África. Num imóvel de sete andares ainda em construção perto do aeroporto de Bole, serão instalados a Embaixada de Marrocos na Etiópia, sob o comando da embaixadora Nezha Alaoui M'Hamdi, e os escritórios do representante permanente junto da UA, Mohamed Arrouchi.

O edifício irá albergar ainda representantes de vários ministérios marroquinos (Justiça, Agricultura, Economia e Ambiente), bem como uma célula dos serviços secretos (DGED). (Abril)

«13 de febrero, día contra la tortura en Euskal Herria»

ASEH-Lisboa - L, 02/10/2018 - 22:34
[De MpA] Durante décadas la tortura ha sido, junto a la cárcel y el asesinato, el principal instrumento utilizado por el Estado español para hacer frente a la militancia más comprometida de Euskal Herria. La tortura la han utilizado de manera constante la Policía Española y la Guardia Civil, pero también esa Ertzaintza que conocemos como cipayos.

Tres son los objetivos que han querido conseguir el PSOE, el PP y el PNV (con el apoyo de Eusko Alkartasuna) con la tortura: el primero castigar a lxs detenidxs, el segundo robar información y autoinculpaciones, así como las inculpaciones de otras personas, y el tercero extender el miedo entre la población vasca.

La tortura en las comisarías no es, por tanto, una actividad casual llevada a cabo por algunos funcionarios que se encontraban fuera de sí, sino el resultado de toda una maquinaria creada por el Estado español para castigar a la disidencia. Son parte de esa maquinaria los policías, pero también lo son los jueces, los fiscales, los médicos forenses de los juzgados, los abogados de oficio que se amilanan ante los policías, los políticos que garantizan toda esta maquinaria y, cómo no, esos medios de comunicación de grandes empresarios que son imprescindibles para crear corrientes de opinión favorables a la tortura.

Así lo demuestra el informe sobre la tortura encargado por el Gobierno Vascongado al equipo de Paco Etxeberria (basado en el Protocolo de Estambul), y así lo demuestra el veto impuesto por el Gobierno Español al de Nafarroa Garaia para encargar esa misma investigación.

Queda probado que han utilizado la tortura de forma sistemática contra quienes militan a favor de la libertad. Queda probado, igualmente, que los responsables políticos de esta salvajada no tienen ninguna intención de acalarar sus responsabilidades. El PNV y Eusko Alkartasuna quieren minimizar la que tienen sobre las torturas de la Ertzaintza; el PSOE y el PP quieren seguir escondiendo el polvo bajo la alfombra.

La tortura contra la disidencia está parada, de momento, en las comisarías, sí al menos mientras esa disidencia se mantenga con baja intensidad. Los estados, sin embargo, mantienen en vigor todos los mecanismos para seguir torturando, manteniendo su negativa a anular la ley que permite seguir incomunicando a lxs detenidxs.

No podemos olvidarnos de la tortura crónica que aplican en la cárcel a lxs presxs políticxs, como por ejemplo el chantaje que utilizan contra lxs presxs enfermxs. Si no se arrepienten les dejarán morir en prisión. El aislamiento, la política de dispersión que pone en peligro las vidas de lxs familiares de lxs presxs, los abusos de los carceleros y un largo etcétera también forman parte de dicha tortura crónica.

El Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere hacer un llamamiento a Euskal Herria para seguir en la lucha por desenmascarar a los responsables de la tortura y hacer desaparecer de una vez esta asquerosa práctica, siendo esta lucha y tanto la de la amnistía como la dela libertad de nuestro pueblo y su clase trabajadora, una misma. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Trailers de París a Madrid»

ASEH-Lisboa - L, 02/10/2018 - 22:33
[De Borroka Garaia] Siempre ha existido cierta tendencia a considerar al estado francés como mero colaborador pasivo del estado español en relación al conflicto político en Euskal Herria. Desde París esa ha sido la imagen que han tratado de vender en numerosas ocasiones como si fueran meros gestores de una situación que no les incumbe. De un «problema español». Pero lo cierto es que Ipar Euskal Herria no está bajo mandato español sino francés y tanto para el estado español como para el francés no existe ninguna otra nación que la española y la francesa, por lo que la autodeterminación e independencia de Euskal Herria es un problema de primer orden también para el estado francés.
[...]
No, para nada ha sido ni es para el estado francés el conflicto en Euskal Herria «un problema español», sino también su propio problema. Tanto un estado como otro comparten el mismo objetivo: afincar el capitalismo en tierra vasca de lo cual sacar réditos para su burguesía (incluida en ella la interna a los territorios que ocupan). De esta manera, los dos estados buscan la integración política, territorial y nacional vasca en sus respectivos mercado-estado y de esta forma, pese a que las tácticas de asimilación puedan variar entre ellos, su estrategia es compartida. (BorrokaGaraiaDa)

«"Nueva" imagen para una vieja idea»

ASEH-Lisboa - L, 02/10/2018 - 22:32
[De Denis Seleznev] La realidad ucraniana ha creado un nuevo espectáculo: varios cientos de hombres jóvenes en edad militar marcharon por las calles del centro de Kiev. Prácticamente todos vestían chaquetas de uniforme, decoradas con un estiloso camuflaje y muchos de ellos, con las caras cubiertas, llevaban a la espalda la inscripción «Milicia Nacional». Finalizado el acto se lanzaron unos modestos fuegos artificiales con un pretendido juramento a lo que denominaron «orden ucraniano». Esta imitación literal, aunque un tanto pobre, de las marchas de la Alemania de los años 30 no fracasó en su intento de recuperar el interés por los asuntos ucranianos.

«Son nazis, banderistas, ya os lo dijimos» fue la respuesta típica de los comentaristas del imaginario «anti-Maidan», contentos por el regalo. Sugiero pensar un poco más en lo que fue en realidad. (slavyangrad.es)

«Cuba y Síria aumentan la cooperación en educación e investigación científica»

ASEH-Lisboa - L, 02/10/2018 - 22:31
La Isla Irredenta y el país árabe han sostenido un encuentro a través del encargado de Negocios de la Embajada de Cuba en Siria, Carlos Moya, y el ministro de Educación Superior sirio, Atef al-Naddaf, para examinar las relaciones de intercambio en el área de la educación.
[...]
Recordemos que el pueblo cubano y el sirio siempre mantenido muy buenas relaciones. En 2016, por ejemplo, Cuba envió a Siria un cargamento con vacunas y productos médicos en muestra de solidaridad ante el asedio de potencias extranjeras y grupos terroristas. (insurgente.org)

«Iruzur autonomiko berririk ez! Euskal Herriak askatasuna!»

ASEH-Lisboa - OT, 02/09/2018 - 22:34
[De Euskal Herriak Askatasuna plataforma] Euskal Herriak pairatzen duen marko juridiko-politikoa zapalkuntza mantenduz erreformatzea planteatuta dago testuinguru politikoan. Horren adibide esanguratsuena EAEko autonomi estatutua berritzeko eztabaida da, non eragile desberdinak haien posizioa agertzen ari diren. Gasteizko sasi-legebiltzarreko indar guztiak proposamenak aurkezten dabiltza eta denen edukia berdina ez bada ere, guztiek zilegiztatzen dute egungo markoa eta guztiak daude kokatuta erreforma estatutarioaren eskeman.

Horren aurrean azpimarratu beharra dago marko hori gure herriaren nazio ukapenean eta frantziar eta espainiar estatuen okupazioan oinarritzen dela. Gure herrian ez da posible «demokrazian sakontzeko» prozesurik, gure herriak ez duelako marko demokratikorik. Ez «kalitate eskasekorik» eta ez «kalitatezkorik». Gure herria zapalduta dago.
[...]
Esan bezala duela 40 urte euskal langile eta sektore herrikoiok ez genuen iruzur autonomikoa onartu. Gure oposizioa agertu eta nazio askapenaren alde jarraitu genuen. Gaur, erabateko asimilazioan erori nahi ez badugu, funtsezkoa da tinkotasun berdina agertzea. Estatutismo baskongadoaren lerroetara igaro berri direnek gauzak «pixkanaka» lortzen direla salduko dute, ez dagoela beste biderik… EAJk bere garaian bezala. Eta «pixkanaka» Euskal Herriak pairatzen duena, zapalkuntza beharrean, demokrazia eta elkarbizitza dela sinestaraziko dute.

Horregatik hain zuzen garrantzia handikoa da, hemen eta orain, neo-estatutismoaren aurkako herri oposizioa agertzea. Gure isiltasun eta pasibitateak ondorio larriak lituzke eta zapalkuntzaren normalizazioa elikatuko luke. Une zail eta gogorretan da inoiz baino beharrezkoagoa konpromiso abertzalea. (BorrokaGaraiaDa)

«Colômbia: se 2017 acabou mal, 2018 não apresenta melhorias»

ASEH-Lisboa - OT, 02/09/2018 - 22:33
A Contagio Radio revelou, esta quarta-feira, os primeiros dois casos conhecidos em Fevereiro de dirigentes sociais assassinados na Colômbia. Seguem-se às duas dezenas que foram mortos em Janeiro e aos 170 que o Indepaz registou no ano passado.
[...]
De acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Paz (Indepaz), só em Janeiro foram assassinados 22 dirigentes sociais – designação genérica para gente que defende os interesses das camadas mais desfavorecidas da população, reclama o direito à terra, promove a substituição de cultivos ilícitos, denuncia a actividade mineira ilegal e a contaminação ambiental ou que representa comunidades cujas terras se atravessam à frente do agronegócio. (Abril)

«Polónia: vítimas, cúmplices e manipuladores»

ASEH-Lisboa - OT, 02/09/2018 - 22:32
[De Manuel Loff] Na Polónia, hoje governada pela extrema-direita, a reescrita da história inclui a proibição – em nome do «bom-nome da Polónia» – da menção aos campos de extermínio que os nazis ali instalaram, ou à cumplicidade com o ocupante nazi-fascista no massacre anticomunista e anti-semita por parte de colaboracionistas e fascistas polacos. (odiario.info)

Kortatu - «Tolosa inauteriak»

ASEH-Lisboa - OT, 02/09/2018 - 22:31
Maurizia eta Leon, Zeberioko bizkaieraz: «Gizonak behar badau bere deskantsue, Andrea kuiau daila zarra ta antzue, ai ia zarra ta antzue gizonak behar badau bere deskantsueee, aire!» [Aupa Maurizia! Aupa Arratia! Eta... aupa Tolosa, noski! Milesker.]

Dias 13 e 14, mobilizações pela liberdade de expressão no Estado espanhol

ASEH-Lisboa - OG, 02/08/2018 - 22:34
Promovidas pelas vítimas da actual ofensiva do Governo espanhol contra a liberdade de expressão, a liberdade de informação e a liberdade ideológica, várias mobilizações estão agendadas para os próximos dias 13 e 14, em diversas cidades do Estado espanhol, da Europa e da América.
Os incriminados na Operação Aranha, a Plataforma de Solidariedade com Pablo Hasel, Valtonyc, La Insurgencia e muitos outros alvos da repressão estão a trabalhar de forma coordenada com diversas organizações com o propósito de levar por diante as concentrações. / Ler comunicado da iniciativa #KallaLaBoka em: lahaine.org

«Internazionalismotik Euskal Herria eraikitzen! Construyendo Euskal Herria desde el internacionalismo!»

ASEH-Lisboa - OG, 02/08/2018 - 22:33
[De Askapena (eus./cas.)] Munduko hainbat txokotara brigadak antolatu ditu Askapenak aurten ere, baina ahaztu gabe Euskal Herria dugula helburu. Izan ere, internazionalismoak gure herriaren askapen nazional eta sozialean daukan garrantzia jarri nahi dugu mahai gainean. Gure hastapenetik, brigadak izan dira horretarako tresnarik garrantzitsuenetako bat, izan ere, gainontzeko herri langileen borrokak ezagutu eta gureak irakaspen horietaz elikatu dituzte ehundaka euskal brigadistek, gure herriko esperientziak gainontzeko herrietara zabaltzearekin batera. Horregatik diogu «Internazionalismotik Euskal Herria eraikitzen» ari garela.
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Sin olvidar que nuestro principal objetivo es Euskal Herria, un año más, desde Askapena, hemos organizado brigadas a varios puntos del mundo. De hecho, queremos poner encima de la mesa la importancia del internacionalismo en la liberación nacional y social de nuestro pueblo. Desde nuestros inicios, las brigadas han sido una de las herramientas más importantes para ello, ya que han sido cientos los y las brigadistas que se han nutrido de las experiencias de otros pueblos trabajadores en lucha y que a su vez han enriquecido nuestras luchas con ellas, además de dar a conocer las experiencias de nuestro pueblo. Por eso decimos que estamos «Construyendo Euskal Herria desde el internacionalismo». / Ler: askapena.org

Coligação internacional atacou forças governamentais sírias

ASEH-Lisboa - OG, 02/08/2018 - 22:32
Ataques da coligação internacional liderada pelos EUA provocaram dezenas de mortos nas fileiras de milícias populares sírias pró-governamentais, quando estas combatiam o Daesh e as FDS a norte do rio Eufrates, denunciou esta quinta-feira a imprensa síria.

De acordo com a agência Sana e a televisão estatal, as forças da coligação internacional bombardearam, na quarta-feira, destacamentos populares que apoiam o Exército Árabe Sírio, quando estes combatiam os terroristas do chamado Estado Islâmico e as Forças Democráticas Sírias (FDS), curdas na sua maioria e apoiadas pelos Estados Unidos.

Fontes no terreno precisaram que os ataques das tropas lideradas por Washington ocorreram entre as aldeias de Khasham e al-Tabyia, a nordeste do rio Eufrates, na província de Deir ez-Zor, indica a Prensa Latina. (Abril)

Oposição venezuelana boicota assinatura do acordo de convivência

ASEH-Lisboa - OG, 02/08/2018 - 22:31
Ao cabo de meses de negociações, em Caracas e na República Dominicana, e já com o documento pronto, a oposição venezuelana decidiu não o assinar. Jorge Rodríguez, líder da delegação governamental, afirmou que tal se deve a «pressões do Secretário de Estado norte-americano».
[...]
O líder da delegação governamental nas negociações, Jorge Rodríguez, disse esta terça-feira à imprensa, em Santo Domingo, que a recusa da oposição em assinar o acordo de convivência democrática se ficou a dever às «pressões exercidas pelo Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson» – cujas afirmações de carácter intervencionista contra a Venezuela, nos últimos dias, num périplo por vários países latino-americanos, também mereceram o repúdio do dirigente político venezuelano. (Abril)

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