Las campañas de los pueblos solo son débiles, cuando en ellas no se alista el corazón de la mujer

Jose Martí

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EH Lagunak (pt)

«Pela paz! Não à NATO!» - amanhã, concentrações em Lisboa e no Porto

ASEH-Lisboa - OG, 04/03/2014 - 23:31
Em 2014 assinalam-se 65 anos da criação da NATO, o maior bloco político-militar do Mundo e meio belicista fundamental através do qual os Estados Unidos da América e seus aliados procuram assegurar o domínio global.

A NATO, instrumento pelo qual foram protagonizadas várias agressões a povos e a Estados soberanos, que deixaram duradouros rastos de morte e destruição, de que são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão o Iraque e a Líbia, é também responsável pela chocante corrida aos armamentos que prossegue na actualidade. Os países membros deste bloco são responsáveis por cerca de 75% das despesas militares mundiais. No conceito estratégico desta aliança agressiva, permanece a possibilidade da utilização de armas nucleares num primeiro ataque e esta arroga-se o direito de actuar em qualquer parte do globo, sob qualquer pretexto. / Ler mais: cgtp.pt

Amanhã, 4 de Abril
Lisboa, 18h30: concentração junto aos Armazéns do Chiado e deslocação para o Largo do Camões.
Porto, 17h30: concentração na Praça da Liberdade, junto à igreja dos Congregados.

Caracóis coloridos denunciam «a loucura» do TGV

ASEH-Lisboa - AZ, 04/02/2014 - 23:34
No fim-de-semana passado, o Mugitu Mugimendua, movimento de desobediência civil contra o TGV, pintou dezenas de caracóis em protesto contra o TGV em várias localidades de Euskal Herria, como Iruñea, Altsasu, Etxarri, Donostia, Tolosa, Billabona, Arratia, Hego Uribe, Amara. «O andar lento dos caracóis simboliza o repúdio popular pelo TGV», esclarece.

Numa nota, o Mugitu sublinha que «vivemos na sociedade da alta velocidade e das pressas, do quanto mais rápido e mais longe, melhor», e que a velocidade se tornou «um valor importante em si mesmo, chegando até a ser considerada como símbolo de liberdade».

«Dizem que cada vez andamos mais depressa para "ganhar tempo", mas, paradoxalmente, cada vez investimos mais tempo da nossa vida em longas deslocações. O TGV é o melhor exemplo disto. A aceleração nas deslocações não nos proporciona mais tempo de vida, mas sim mais tempo para produzir e consumir», prossegue a nota.

O Mugitu! afirma que «esta necessidade de nos movermos cada vez mais depressa e de percorrermos distâncias cada vez maiores trouxe consigo uma série de consequências perversas», referindo, entre outras, uma ocupação crescente dos espaços naturais; o aumento exponencial do consumo energético e uma maior contaminação ambiental; o esbanjamento de recursos naturais e económicos, enquanto vastos sectores da população se vêem condenados à pobreza e à marginalização; a agudização dos processos de metropolização, que condenam as zonas rurais; a imposição da cultura da pressa, em que a falta de tempo é uma sensação constante, gerando stress, ansiedade, angústia e depressões.

Para o Mugitu!, o TGV «responde a este modelo social do "com mais pressa e mais longe", e, como tal, considera que é preciso parar «esta loucura». / Ver: ahotsa.info / Fotos: AHTren aurkako marraskiloak (Mugitu!)

O Movimento Popular apela à participação no Aberri Eguna

ASEH-Lisboa - AZ, 04/02/2014 - 23:33
Numa conferência de imprensa que teve como lema «Geurea Euskal Herria, nazioa gara» [Euskal Herria é nossa, somos uma nação], representantes do Movimento Popular reunidos na Gaztelu Plaza, em Iruñea, fizeram um apelo à participação nas celebrações do Aberri Eguna [Dia da Pátria] que a Rede Independentistak vai levar a cabo e pediram às pessoas que exibam a ikurriña nas varandas e janelas de suas casas.

Na ocasião, estiveram presentes representantes das organizações Askapena, Bai Euskal Herriari, Bilgune Feminista, Elkartzen, Ernai, Esait, Euskal Herrian Euskaraz e Ikasle Abertzaleak. Num texto lido por Naroa Geresta, denunciaram os ataques lançados pelos estados espanhol e francês contra Euskal Herria. No que respeita ao euskara, referiram-se às medidas contra as ikastolas no Estado francês ou à «caça às bruxas de Madrid contra os euskaldunes» em Nafarroa. Também mencionaram a Lei do Aborto, a LOMCE ou as ameaças feitas por Urquijo contra a Udalbiltza.

«Nestes tempos de dura crise, o futuro da classe trabalhadora basca continua a ser decidido em Madrid e Paris, a vontade da Troika tornou os cortes e as violações de direitos no pão de cada dia. Sob a bandeira da austeridade, a violação de direitos sociais não tem fim, enquanto se estende o tapete vermelho à próxima tempestade que vier da Europa» [Europatik datorren ekaitzari alfonbra gorria zabaltzen dioten bitartean], realçaram.

«Atacam de forma constante o direito que nós, povo basco, temos a decidir o nosso futuro, e, com todos esses ataques, procuram semear a resignação e promover o caminho da assimilação, mas não o conseguirão. Geurea da Euskal Herria!», acrescentaram. / Ver: naiz.info / Mais informação: naiz.info

ENTREVISTA a GARBIÑE BUENO, da Rede Independentistak
Garbiñe Bueno Zabalza, membro da Rede Independentistak, fala do próximo Aberri Eguna [Dia da Pátria Basca], que se celebra a 20 de Abril em Iruñea. [No programa «Suelta la Olla», da Eguzki irratia]

Faleceu na prisão de Zuera a presa comunista Isabel Aparicio

ASEH-Lisboa - AZ, 04/02/2014 - 23:32
A organização Socorro Vermelho Internacional divulgou a morte na cadeia de Zuera (Saragoça) da presa Isabel Aparicio Sánchez, de 60 anos, militante do PCE(r) que se encontrava gravemente doente.

Isabel Aparicio Sánchez tinha feito 60 anos no dia 2 de Fevereiro. Estava presa desde 2007, depois de já ter passado quatro anos na cadeia nos anos 1980. Madrilena, militante histórica do PCE(r) desde a sua fundação, em 1975, tinha inúmeros problemas de saúde que não receberam assistência desde que foi parar à prisão, denunciou o Socorro Vermelho. Foi o seu companheiro sentimental, o também preso Manuel Arango Riego, que revelou seu falecimento numa chamada telefónica, sem poder dar maiores detalhes.

Isabel Aparicio sofria de várias doenças, como «artrose degenerativa generalizada, osteoporose, problemas respiratórios e sinusite grave e crónica, deslocação das vértebras lombares e hérnia discal», que, de acordo com o Socorro Vermelho, «nunca foram tratadas [na prisão], nem encaminhadas para os hospitais, pelo que se agravavam a cada dia que passava, até provocarem a sua morte». / Ver: naiz.info / Excerto da Biografia Política: boltxe.info

Iñaki Gil de San Vicente: «Gaztetxe de Gasteiz y poder adulto»

ASEH-Lisboa - AZ, 04/02/2014 - 23:31
Desde antiguo y mucho más desde que la crítica teórica izquierdista integra partes del psicoanálisis, de la psicología y de la psiquiatría, se sabe que suelen existir tendencias autoritarias y dependencias psicológicas hacia el poder más o menos desarrolladas entre las fuerzas represivas. Es tal la brutalidad creciente de las múltiples policías en todo el mundo para contener los efectos sociales de la desestructuración del capitalismo mundial, que sus departamentos de propaganda e imagen gastan sumas inmensas en campañas mentirosas, especialmente en la televisión. (boltxe.info)

«Tres días en Errenteria», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
El conflicto político ha causado y causa mucho sufrimiento. Euskal Herria tiene derecho a la libertad y acabar de una vez con el sufrimiento. Y mientras la opresión nacional y social exista, verdaderos orígenes del conflicto y violencia estructural, serán intereses irreconciliables con la paz y la justicia. Acabar con esa opresión es el único camino.

«Los otros 113 muertos de la era Suárez», de Ramón SOLA (Gara)
La recogida de firmas para que la estación de autobuses de Gasteiz reconozca a las víctimas del 3 de Marzo pone el foco en la violencia policial y parapolicial tan frecuente en aquellos años y tan obviada en los panegíricos que han seguido a la muerte de Suárez. Pero los datos son muy elocuentes. La fundación Euskal Memoria ha documentado en su investigación sobre «las otras víctimas» hasta 113 fallecidos desde el 3 de julio de 1976 hasta el 29 de enero de 1981; es decir, en los cuatro años y medio en que dirigió el Gobierno español.

Pablo Hasél condenado a 2 anos de cadeia pela Audiência Nacional espanhola

ASEH-Lisboa - AT, 04/01/2014 - 23:35
O rapper comunista, acusado de «enaltecimento do terrorismo» através das suas canções e julgado no dia 10 de Março no tribunal de excepção espanhol, foi hoje condenado a dois anos de cadeia.

Na sentença, os magistrados Alfonso Guevara, Guillermo Ruiz Polanco e Antonio Díaz Delgado destacam como principal prova de acusação o depoimento «incriminatório», na medida em que o próprio rapper reconheceu ser o autor das suas canções e defendeu-se dizendo que tinha exercido «a sua liberdade de expressão e de criação como artista».

Os magistrados consideram que as mensagens divulgadas pelas canções que lançou no YouTube não se enquadram na «liberdade de expressão» e defendem que nelas «late de forma patente o discurso do ódio».

Em declarações ao La Haine, Pablo Hasél afirmou que vai recorrer da sentença. Não vai para a prisão agora, mas fica com antecedentes e, como enfrenta outros processos, se voltar a ser condenado, já terá de cumprir pena efectiva.

Sobre a sentença e a questão dos dois pesos e duas medidas da «liberdade de expressão» no Estado espanhol, Pablo Hasél disse ao La Haine que «neste Estado espanhol fascista só a direita tem liberdade para dizer o que lhe der na gana, e nós, se pisarmos terrenos incómodos, depois somos acusados de apologia do terrorismo». / Ver: naiz.info e lahaine.org

A Martxoak 3 diz que Adolfo Suárez não merece nenhuma homenagem em Gasteiz

ASEH-Lisboa - AT, 04/01/2014 - 23:34
Num comunicado, a Martxoak 3, Associação de Vítimas do 3 de Março, criticou duramente a decisão do autarca de Gasteiz (EH), Javier Maroto, de baptizar a nova estação de autocarros com o nome do recentemente falecido Adolfo Suárez, «um membro do governo que mandou massacrar a classe trabalhadora desta cidade».

A associação considera que a decisão de Maroto ocorre «num momento-chave da luta contra a impunidade de uma ditadura da qual o recentemente falecido fez parte». Depois de abordar o processo judicial aberto na Argentina contra o franquismo, a Martxoak 3 reco
rda que também foi pedida a incriminação de um dos responsáveis dos acontecimentos de Gasteiz de 1976, Rodolfo Martín Villa, então ministro das Relações Sindicais.

Adolfo Suárez também era «membro desse Governo como ministro secretário-geral do movimento» e a «responsabilidade no seu caso é dupla, pois no momento do crime ocupava de forma interina a pasta da Governação [Interior] pelo facto de Fraga Iribarne estar fora de Espanha», afirma-se no comunicado.

«Embora de forma temporária, [Suárez] era o máximo responsável político à frente da Polícia», e «a única razão» pela qual a Associação de Vítimas do 3 Março não pediu à juíza argentina a sua incriminação é porque morreu, «tal como Manuel Fraga Iribarne e tantos outros ministros da ditadura que se foram sem serem julgados».

Para a associação, a decisão do autarca de atribuir à estação rodoviária de Gasteiz o nome de «um dos responsáveis do governo que mandou massacrar a classe trabalhadora desta cidade» constitui uma «provocação». «Adolfo Suárez não merece nenhuma homenagem em Gasteiz»; ao invés, o que a Câmara Municipal e o seu presidente deviam fazer era «liderar a luta contra a impunidade do maior crime perpetrado contra os cidadãos da capital alavesa na história recente», acrescentam. / Ver: naiz.info e boltxe.info

Testemunho do jornalista do La Haine agredido e detido pela Polícia no sábado

ASEH-Lisboa - AT, 04/01/2014 - 23:33
No sábado passado, um grupo de jornalistas que faziam a cobertura da mobilização «Jaque a la monarquía» [xeque à monarquia], em Madrid, foram agredidos pela Polícia. Ao tentar defender-se das cargas, um membro do Colectivo Editorial do La Haine foi detido. Seria presente a um juiz e libertado no dia seguinte, sendo acusado de «atentado à autoridade». / Relato do jornalista em boltxe.info.

Sete jornalistas feridos ao fotografar uma detenção [Jaime Alekos]Repressão em Madrid a 29 de Março de 2014. / Mais informação: lahaine.org

Grupo de mulheres exibe faixa pelo direito ao aborto frente à clínica da Opus em Iruñea

ASEH-Lisboa - AT, 04/01/2014 - 23:32
Esta tarde, um grupo de mulheres abriu uma faixa gigante no Hospital Virgen del Camino, frente à Clínica da Opus em Iruñea (Nafarroa, EH), para reivindicar o direito ao aborto e fazer um apelo à participação na manifestação do próximo sábado.

Na faixa lia-se «Abortu eskubidea», bem como o lema da manifestação convocada para este sábado - «Gure gorputza, gure erabakia» [o nosso corpo, a nossa decisão] -, que parte às 17h30 dos cinemas Golem.

Com esta mobilização, o Movimento Feminista de Euskal Herria, bem como os mais de 60 colectivos que se lhe juntaram, pretendem expressar o seu repúdio pelas modificações legislativas promovidas pelo ministro espanhol da Justiça, Alberto Ruiz-Gallardón, e defender o direito da mulher a abortar. No caso de Nafarroa, reivindica-se também que a IVG seja realizada no sistema público de saúde. / Ver: naiz.info

Mikel Laboa - «Herria eta hizkuntza»

ASEH-Lisboa - AT, 04/01/2014 - 23:31
Canção de Mikel a partir dos bertsos de Xalbador. [Hitza / Letra] / Ver tb: Berria
Irabaziko dugu! Gora Euskal Herria askatuta!

MP pede 2 anos de prisão e 8 de inabilitação para gestor da página BurlataHerria

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:34
O Ministério Público pediu dois anos de cadeia e oito de inabilitação absoluta para o gestor da BurlataHerria, que acusa de «enaltecimento do terrorismo», além do encerramento definitivo da página. Seguir-se-á o julgamento na AN espanhola.

A BurlataHerria considera que o Ministério Público pretende encerrar a página pelo facto de dar informação sobre os presos políticos bascos: manifestações, actos de boas-vindas ou actos políticos. Baseando-se em relatórios policiais, a Procuradoria chega a usar como prova incriminatória o facto de a BurlataHerria utilizar as designações «presos políticos» ou «julgamentos políticos».

Da parte do BurlataHerria, afirma-se que não existiu qualquer tipo de enaltecimento e que a página era «uma ferramenta de comunicação popular e comunitária», e que este processo «põe em causa o direito a informar e a liberdade de expressão».

O julgamento ainda não tem data marcada. Para se estar a par do que se passa em Burlata (Iruñerria, Nafarroa), sobretudo no que respeita à violação de direitos e à liberdade de expressão, consulta o blog BurlataHerria-Askatasunez. / Ver: ahotsa.info

Iñaki Uriarte: «Gure esku bidea»

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:33
Una cadena humana, Gure esku bide, que atravesará a lo largo de 123.000 metros una parte de Euskal Herria el domingo 8 de junio proclamará el universal derecho a decidir de nuestro país. [...] Caminado, enlazando personas, procedentes de toda Euskal Herria en un trayecto rodeado de una sobrecogedora belleza natural (herrikolore.org)

«Gure esku bidea» - cordão humano pelo direito a decidir
Dia 8 de Junho, entre Durango e Iruñea. [Euskaraz hemen.]
«Gure esku dago / Está nas nossas mãos» (videoclip)

Pintadas fascistas em Lemoa em painéis informativos sobre a Guerra de 1936

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:32
Desconhecidos desenharam suásticas sobre os textos que explicam o que aconteceu nas trincheiras existentes na localidade biscainha.

A Câmara Municipal de Lemoa e a comissão popular Lemoatx 1937 denunciaram o facto. No sábado de manhã, o painel informativo sobre as trincheiras que existiram naquele local durante a Guerra de 1936 apareceu com pintadas nazis.

As trincheiras foram restauradas por grupos de trabalho organizados conjuntamente pelo Município arratiarra, a comissão popular Lemoatx 1937 e o Executivo de Lakua. / Ver: naiz.info e SareAntifaxista

O BOMBARDEAMENTO DE DURANGO FOI HÁ 77 ANOS
Foi às 8h00 da manhã do dia 31 de Março de 1937 que a Aviação Legionária italiana, às ordens de Franco, começou a bombardear a localidade biscainha de Durango.
De acordo com algumas fontes, morreram mais de 300 pessoas, que hoje voltaram a ser homenageadas junto ao monumento que fica no cemitério. (Ver: naiz.info)

Andoni Baserrigorri: «Periodismo fascista, periodismo popular…»

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:31
La realidad es que la lucha de clases, tal y como afirmó Lenin, es también una forma de guerra. Por lo tanto es lógico que los medios de comunicación al servicio del poder hagan exactamente lo mismo que hacen en las guerras imperialistas: mentir y tergiversar, además de criminalizar a los pueblos y justificar la barbarie fascista. (BorrokaGaraiaDa)

«[Gal/Cast] Campanha mediático-policial para criminalizar o independentismo galego», de Diário Liberdade (lahaine.org)
Manipulaçons que soam ridículas, e seriam mesmo engraçadas, se nom fosse porque o seu objetivo político é criarem um estado de opiniom favorável à repressom contra o independentismo, mesmo a possíveis ilegalizaçons de múltiplas organizaçons, associaçons ou ao fecho de meios de comunicaçom

«A un año de la partida del comandante Chávez: Venezuela en la encrucijada», de Luismi UHARTE (lahaine.org)
La batalla clave no parece que se vaya a desarrollar ni en UNASUR -a pesar de la importancia que sigue teniendo el frente regional- ni en ningún salón del Palacio de gobierno (Miraflores), sino en la encrucijada donde el Ejecutivo tendrá que tomar decisiones de carácter histórico: en la dirección de un futuro pacto termidoriano (nunca descartable para un grupúsculo de la nomenclatura chavista) o en dirección hacia el Estado Comunal, lo que exige saltos cualitativos y urgentes en el estratégico campo del control de los medios de producción y reproducción.

Dia 5 de Abril, manifestação de protesto contra a nova Lei do Aborto em Iruñea

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:34
O Movimento Feminista de Euskal Herria, juntamente com mais de meia centena de colectivos, convocou uma manifestação para dia 5 de Abril, em Iruñea, com o lema «O nosso corpo, a nossa decisão», na qual irão reafirmar a sua «completa rejeição» do anteprojecto de lei contra «o direito ao aborto».

A convocatória da manifestação foi divulgada numa conferência na capital navarra, em que Elena Lakabe e Oihana López, do Movimento Feminista de Euskal Herria, questionaram a política de educação sexual levada a cabo no Estado espanhol e apresentaram vários dados sobre o aborto nos quatro territórios do País Basco Sul.

Entre esses dados, destacaram o facto de 42% dos abortos serem realizados por mulheres imigrantes oriundas dos países do Sul, o que evidencia a dificuldade de acesso a métodos contraceptivos seguros por parte dos «sectores mais fragilizados da sociedade e com mais dificuldades para se mover nos itinerários da assistência sanitária e social».

Sublinharam ainda que 96% dos abortos são realizados em centros privados - 100% no caso de Nafarroa -, o que representa «uma privatização absoluta do serviço, sem que haja uma qualquer justificação sanitária e muito menos económica para tal».

No próximo dia 5, a manifestação convocada irá defender que o aborto «saia do código penal», seja considerado um direito das mulheres, seja realizado no serviço público e implique o «respeito pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres».
A marcha defenderá o oposto da reforma que o Governo espanhol prepara; será festiva mas veementemente reivindicativa, «afirmando os nossos direitos, desafiando a onda retrógrada de nacional-catolicismo e do Governo do PP», afirmaram.

Conferência de imprensa e declarações de Oihana López (eus) Mais informação e vídeos: ahotsa.info e BorrokaGaraiaDa

Centenas de pessoas manifestaram-se em Gasteiz para apoiar quatro jovens independentistas

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:33
Realizou-se ontem ao fim da tarde, em Gasteiz, uma grande manifestação para apoiar os quatro jovens independentistas que começam a ser julgados amanhã na Audiência Nacional espanhola, no âmbito de um processo que baseia a acusação nos depoimentos efectuados pelos jovens enquanto estavam incomunicáveis em poder da Polícia espanhola. Todos afirmaram ter sido torturados.
«Zapa, Fede, Xabi eta Zika libre. Epaiketak eten» foi o lema da grande mobilização, convocada pelo Gasteizko Harresia [Muro Popular de Gasteiz], que ontem percorreu as ruas da capital alavesa em solidariedade com Koldo Moreno, Xabier Fernández de Gamarra, Federico Lomas e Aitor Juarez, e com os seus familiares.

O Ministério Público pede 48 anos de cadeia para os quatro jovens, acusando-os a todos de pertencer à organização juvenil, revolucionária Segi; acusa ainda um deles de acções de «kale borroka» e outro de «desordem pública».

Recentemente, o Gasteizko Harresia sublinhou que os crimes de que os jovens são acusados datam de há oito, nove, dez anos. Na mesma ocasião, realçou o facto de este ano 23 gasteiztarras já terem passado pela AN espanhola e de outros tantos o irem fazer nos próximos meses e anos [em todo o País Basco, há 200 pessoas na lista de espera dos julgamentos políticos]. Defendeu ainda que ninguém deve ser julgado com base em depoimentos realizados enquanto esteve incomunicável em poder da Polícia. / Ver: naiz.info e boltxe.info

Iñaki Egaña: «Javier Batarrita, La primera víctima»

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:32
Ni José Pardines y Txabi Etxebarrieta (1968), como se ha pensado mucho tiempo, ni la niña Begoña Urroz (1960), como insiste en sostener una falsa versión oficial. La primera víctima del conflicto tras el nacimiento de ETA se llamaba Javier Batarrita Elexpuru y murió hace 53 años en Bilbo, ametrallado por la Policía franquista «por error». En realidad querían acabar con militantes de aquella nueva organización. Esta es la historia. (boltxe.info)

«Crimea vs Kosovo», de Ibai TREBIÑO (naiz.info)
El derecho de autodeterminación no es un derecho universal en el actual marco político-económico y militar europeo. Esa es la triste realidad, y nosotros no podemos permanecer al margen del análisis en el diseño de una estrategia soberanista que aspire a englobar mayorias en pos de la soberanía vasca. La independencia fuera de la Unión Europea es la única vía posible.

«Por un referente cultural de izquierdas», de Carlo FRABETTI (lahaine.org)
Hace tiempo que varias personas vinculadas al mundo de la cultura y la comunicación venimos hablando de la necesidad de configurar un referente cultural de izquierdas, e incluso hemos dado algunos pasos en este sentido.
Por una parte, se trataría de hacer visible una alternativa al falso referente creado a partir de la supuesta «transición democrática» bajo los auspicios del PSOE y de grupos mediático-culturales como Prisa (1), y, por otra, de colaborar en la articulación un discurso contrario al hegemónico.

Su Ta Gar - «Nazka»

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:31
Grande tema da banda de Eibar. [Hitzak / Letra]

Vários refugiados regressaram a casa na «última sexta-feira» do mês

ASEH-Lisboa - L, 03/29/2014 - 23:34
Alguns refugiados políticos bascos aproveitaram as concentrações que se realizaram em muitas localidades de Euskal Herria na última sexta-feira do mês, em defesa dos direitos dos presos e dos refugiados bascos, para regressarem às suas terras, às suas casas.

No passado dia 15, mais de uma centena de antigos refugiados políticos bascos reclamou publicamente, em Altsasu (Nafarroa), o apoio popular para o regresso a casa das pessoas que hoje ainda vivem no exílio. Alguns dias mais tarde, num acto realizado em Arrangoitze (Lapurdi), o Colectivo de Refugiados Políticos Bascos (EIPK) anunciava o regresso de alguns deles, de forma paulatina. E esse regresso tem estado a acontecer nos últimos dias.

Ontem, vários cidadãos bascos fizeram o caminho de regresso, aproveitando a concentração da últimas sexta-feira do mês em defesa dos perseguidos políticos. Em terras como Zarautz, Zestoa, Zegama ou Arrasate (Gipuzkoa) viveram-se momentos emocionantes.

Gurutze Arrondo regressou a Zegama (Goierri, Gipuzkoa) depois de 23 anos de exílio; Zestoa (Urola Kosta, Gipuzkoa) recebeu Kontxi Lopetegi. Em Zarautz (Urola Kosta, Gipuzkoa) foram recebidos Xabi Makazaga, José Ángel Mutiozabal, Ros González e Mila Mitxelena. Xabier Arin, por seu lado, regressou a Ataun (Goierri, Gipuzkoa).

Aitor Mokoroa e Pello Aranzabal voltaram ao bairro donostiarra de Amara (na foto do meio), enquanto Jesús Mari Lejartza regressou a Galdakao (Bizkaia). Em Arrasate (Debagoiena, Gipuzkoa), estiveram Lore Zeziaga, Oxel Azkarate e Kepa Ruiz de Larrinaga. Em Ondarroa (Lea-Artibai, Bizkaia), esteve Loren Aldarondo (que recebeu um ongi etorri «à Ondarru»; na foto de cima).

Também se festejou o regresso de refugiados em Hernani, Bergara (Gipuzkoa) e Santurtzi (Bizkaia; na foto de baixo). / Ver: naiz.info, Berria e Turrune!

Recepção calorosa a quatro ex-refugiados em ZarautzFOTOS: regresso a casa de refugiados (naiz.info)

Jornadas em Gasteiz sobre reformas legais contra os direitos e a resistência popular

ASEH-Lisboa - L, 03/29/2014 - 23:33
Organizadas pela Salhaketa-Araba, o Eleak (movimento de defesa dos direitos civis e políticos) e a Coordenadora para a Prevenção e Denúncia da Tortura, têm lugar em Gasteiz, nos próximos dias 3, 4, 7 e 8 de Abril, as jornadas de «denúncia, mobilização e auto-organização» sobre «Reformas legais contra os direitos e resistência popular». A decorre na Casa de la Cultura Ignacio Aldecoa Gizarte Etxea, sempre das 19h00 às 21h00.

A 3 de Abril: Daniel Jimenez (doutor em Sociologia do Direito na Universidade de Saragoça) e César Manzanos (professor de Sociologia na Universidade do País Basco e membro da Salhaketa-Araba) debatem as «Reformas legales y políticas de excepción: asesinato del estado social y construcción del estado-guerra».

A 4 de Abril: Jaume Asens (advogado) e Paz Francés (professora na Faculdade de Direito da Universidade de Navarra e membro da Salhaketa-Nafarroa) abordam as «Reformas futuras hacia un estado punitivo: Código Penal, Ley de Seguridad Ciudadana y Ley de Seguridad Privada».

A 7 de Abril: Ane Ituiño (advogada de presos políticos bascos) e Laia Serra (advogada penalista) debatem a «Criminalización de la abogacía y del activismo (listas negras)».

A 8 de Abril: Sara Lopez (do Grupo Acción Comunitaria de Madrid), Txerra Bolinaga (membro do Eleak Gasteiz) e Carlos Hernandez (Coordinadora Estatal para la Prevención y Denuncia de la Tortura e membro da Salhaketa-Bizkaia) discutem a «Resistencia frente a la represión gubernamental: Acción política colectiva y respuestas psicosociales». / Mais informação: salhaketa.org

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