Las revoluciones se producen en los callejones sin salida

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EH Lagunak (pt)

«Dirigentes da UE ao serviço dos EUA actuam contra os interesses dos povos europeus»

ASEH-Lisboa - AT, 08/09/2016 - 22:31
[«– A guerra das sanções: novas baixas na União Europeia» / Pyotr Iskenderov] O Ministério do Desenvolvimento Económico russo publicou algumas estatísticas que muitos no ocidente preferem ignorar. Estas revelam que a União Europeia, EUA, Canadá, Noruega e Austrália perderam um mercado anual no valor de US$8,6 mil milhões devido às sanções que aprovaram contra a Rússia. Em tonelagem, as importações russas de alimentos daqueles países diminuíram 98,9% – de 4 331 milhões de toneladas para 46 500. (resistir.info)

«O Tribunal Internacional de Haia reconhece tardiamente a inocência de Milosevic» (Diário Liberdade)
Slobodan Milosevic foi vilipendiado de maneira sistemática por toda a imprensa ocidental e pelos políticos dos países da OTAN. Os meios de comunicação da época o qualificaram como «carniceiro» e o compararam com Hitler. Foi acusado de «genocida» e de ser «um monstro sedento de sangue», segundo apregoavam os grandes diários europeus e estadunidenses de então. Com a utilização desse clichê falsificado, tratou-se de justificar não só as sanções econômicas contra a Sérvia, mas também os bombardeios da OTAN, em 1999, sobre a Sérvia, assim como a encarniçada guerra de Kosovo.

Entrevista a Ainhoa Etxaide, secretária-geral do LAB

ASEH-Lisboa - AL, 08/08/2016 - 22:34
Com legendas em castelhano.Ainhoa Etxaide, secretária-geral do sindicato Langile Abertzaleen Batzordeak (LAB), é entrevistada por Fermin Etxegoien, no programa da ETB1 «Berandu baino lehen» (edição de 10 de Junho de 2016). / LAB Sindikatua

Madrid esconde informação à Suíça ao solicitar a entrega de Txapartegi

ASEH-Lisboa - AL, 08/08/2016 - 22:33
Nekane Txapartegi, presa na Suíça em Abril deste ano, espera pela audiência em que será analisado o pedido de extradição do Estado espanhol.

As autoridades espanholas esconderam informação às suíças no documento de alegações. Por exemplo, afirmam que os juízes ouviram os depoimentos dos guardas que a torturaram. E não foi assim. / Ler: Gara

José Goulão: «Líbia, uma obra-prima da NATO»

ASEH-Lisboa - AL, 08/08/2016 - 22:32
Na Líbia, o país maior produtor de terroristas islâmicos per capita, confrontam-se hoje vários governos, numerosas milícias e hordas de mercenários, dezenas de senhores da guerra e respectivos exércitos tribais. Isto é, poucas democracias serão tão ricas, multifacetadas e plurais como a que a NATO criou na Líbia. (abril)

«New Israeli task force set to ‘crush any boycott’ & deport foreign BDS activists» (RT)
Israel has formed a new joint ministerial task force to track down and deport Boycott, Divest and Sanctions (BDS) movement activists that, according to Jewish officials, delegitimize and destroy the country from within.

The BDS international activists work to end international support for what they believe is Israel’s «oppression of Palestinians». BDS calls for boycotts, sanctions, and divestment from Israel. Tel Aviv, however, views the movement as a threat to its national security.

Communist Party, Turkey: «Letter to the Peoples of the World»

ASEH-Lisboa - AL, 08/08/2016 - 22:31
Moderate Islam is a concept fabricated by the U.S. Freedom of belief and worship is a fundamental right. However, religion needs to be pushed out of all fields of politics and law. There is no moderate version of it. Any person or movement in Turkey doing politics in the name of religion or with religious references is committing a crime. The current situation in Turkey is an opportunity for appreciating the importance of secularism and understanding its vital meaning for the oppressed. This opportunity can be put to good use only by linking such prior gains of humanity with the struggle against capitalism, not by clearing the field for racist and xenophobic ideologies in Europe. (kp.org.tr)

Rejeição da política de dispersão mostrou-se nas praias bascas

ASEH-Lisboa - IG, 08/07/2016 - 22:34
A associação de familiares e amigos dos presos políticos bascos, Etxerat, promoveu concentrações e cordões humanos numa dezena de praias da Bizkaia e de Gipuzkoa para protestar contra a política de dispersão. [Fotos: Donostia, Ondarru e Zarautz]

Em declarações à comunicação social em Donostia, o porta-voz da Etxerat, Urtzi Errazkin, disse que a iniciativa pretendia «ser uma chamada de atenção para uma situação que ameaça prolongar-se indefinidamente».

Errazkin referiu que «não nos podemos habituar a violações de direitos, nem permitir que se perpetue o sofrimento. Achamos que esta chamada de atenção é, este ano, mais necessária que nunca».
Na segunda-feira passada, o lehendakari, Iñigo Urkullu, recusou, pela primeira vez, receber o relatório da Etxerat sobre as consequências da política de dispersão, este ano centradas «num sector da sociedade basca mais vulnerável, o das crianças e menores de idade», recordou o porta-voz.
Errazkin considerou lamentável tal «falta de interesse» do lehendakari por uma política de excepção que afecta cerca de mil crianças e menores de idade, mas mostrou-se convicto de que «a sociedade basca conseguirá desactivar a política de dispersão». / Ver: naiz

«Zentsura Kutxin - Censura en la Kutxi»

ASEH-Lisboa - IG, 08/07/2016 - 22:33
[Amigos do preso político basco Oier Gómez] Los que firmamos este documento queremos denunciar la actitud censora de quienes han ordenado este tipo de veto. No comprendemos que se prohiban carteles de ningún movimiento popular, como sucede con el Movimiento Pro-amnistía, pero mucho menos algo que ha sido organizado única y exclusivamente por los amigos de un preso militante del EPPK; amigos entre los que se encuentran militantes del movimiento popular fuera y dentro de la izquierda abertzale oficial, y preso al que nunca nadie le ha dicho absolutamente nada por vestir esa camiseta.

No pretendemos en ningún modo crear un nuevo foco de tensión, ya que no ayudaría en nada ni a nadie, y menos aún al acto que se ha organizado para el 10 de septiembre. Sin embargo, no permitiremos ni nos quedaremos callados ante la censura y prohibición a la que quieren someter a un preso político. Denunciamos el ataque directo a la diginidad del preso político y amigo nuestro Oier. (BorrokaGaraiaDa) [Amnistia ta Askatasuna!]

João Pedro Stedile: «O governo golpista do Brasil quer impor um plano neoliberal»

ASEH-Lisboa - IG, 08/07/2016 - 22:32
João Pedro Stedile informa no jornal Brasil de Fato que o MST promoverá na semana anterior à votação do impeachment de Dilma Rousseff mobilizações e acampamentos em todo o Brasil. Afirma também que os senadores são maioritariamente corruptos e estão envolvidos no escândalo do Lava Jato. / Ler: odiario.info

«Que comecem os Jogos» (Mídia Ninja)
A abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro reflete a instabilidade do país nos últimos anos. Milhares de pessoas foram as ruas pedir a saída do presidente interino Michel Temer, e também dentro do estádio do Maracanã, local da festa que abre o evento internacional.

Na Praia de Copacabana, cartão postal da cidade olímpica, cerca de 30 mil pessoas participaram do protesto exigindo a saída imediata do peemedebista, Michel Temer. A manifestação foi resultado da união das três maiores frentes de resistência ao golpe, a Frente Povo Sem Medo, a Frente Brasil Popular e a Frente Esquerda Socialista.

«"Calamidade Olímpica" é tema de ato que une três frentes de esquerda, em Copacabana» (Brasil de Fato)
No mesmo dia em que ocorre a cerimônia de abertura das Olimpíadas, diversas organizações da esquerda brasileira realizam um protesto no Rio de Janeiro. Convocado por três frentes: Brasil Popular, Povo sem Medo e de Esquerda Socialista.

O ato foi iniciado às 11h desta sexta-feira (5), em frente ao Copacabana Palace, e, no início da tarde, mais de 30 mil pessoas participavam do protesto, segundo os organizadores. A PM não informou estimativas.

A manifestação critica três questões: o governo Temer, o processo de retirada de direitos e a «Calamidade Olímpica».

Kortatu - «Esto no es el oeste, pero aquí también hay tiros (A Billy the Kid)»

ASEH-Lisboa - IG, 08/07/2016 - 22:31
De Irun, Gipuzkoa, EH. O álbum é El estado de las cosas (1986).

CGT criticada por atacar o sindicato LAB no País Basco Norte

ASEH-Lisboa - L, 08/06/2016 - 22:34
A Confederação Geral do Trabalho (CGT) lançou um processo contra o LAB no País Basco Norte, por forma a impedir o sindicato abertzale de participar nas eleições para as micro-empresas do próximo Outono. No dia 4, um tribunal de Bordéus deu provimento à acção da CGT, que acusou o LAB de não respeitar os valores republicanos e a língua francesa. Agora, a CGT está debaixo de fogo.

Para além da história dos valores republicanos e do francês (uma caca cagada pelos jacobinos há muito), a CGT diz que o LAB não se dedica exclusivamente à defesa dos direitos dos trabalhadores - argumento que a central francesa partilha com o patronato basco quando exigiu a ilegalização do LAB e do ELA.

O dirigente do LAB em Iparralde, Eñaut Aramendi, denunciou o ataque frontal à «liberdade sindical» por parte daqueles que dizem defender os valores republicanos. Aramendi criticou ainda a CGT por, «em vez de defender os seus trabalhadores, defender a sua estrutura sindical», no contexto de uma estratégia em procura ganhar terreno à custa de outras forças. Recorde-se que a CGT também atacou o sindicato STC, ligado aos independentistas da Córsega.

O LAB deixa claro que «é óbvio» que usa o euskara, mas sublinhando que também trabalha com normalidade em francês nas suas comunicações internas e externas. Sobre a acusação de «fazerem política», Aramendi lembrou à CGT que «pediu o voto para François Hollande» nas últimas eleições presidenciais. O LAB vai recorrer da decisão judicial na Corte de Cassação de Paris.

Filiados na CGT chocados
Desde que foi conhecida a intenção da CGT de atacar o LAB, este sindicato recebeu apoio de diversas frentes - do EH Bai e do PNB, do sindicato ELA, e até de uma senadora socialista em Paris. Para além disso, tem sido especialmente significativo o apoio de muitos militantes de base da CGT.

A alguns ainda lhes custa a crer que a confederação tenha feito o que fez e o tribunal tenha decido a seu favor. No seio dos activistas sindicais da CGT no País Basco Norte reina o mal-estar. Alguns trabalhadores entregaram o cartão e abandonaram a central, tal como confirmou ao mediabask um responsável sindical no Hospital de Baiona.

Os trabalhadores mostram-se agastados pelo facto de a direcção da CGT não ter consultado as bases no País Basco e sublinham o ridículo da acusação: «Acusam o LAB de fazer política. Se há sindicato que faz política é a CGT.» / Ver: mediabask, argia, eldiario.es

Protesto contra a dispersão regressa amanhã às praias bascas

ASEH-Lisboa - L, 08/06/2016 - 22:33
Depois de, no dia 31 de Julho, Gorliz-Plentzia (Bizkaia) ter sido palco da primeira mobilização contra a política de dispersão nas praias bascas, seguem-se amanhã, 7, mais mobilizações, promovidas pela associação Etxerat, na costa guipuscoana e biscainha.

Há vários anos que a Etxerat – associação de familiares e amigos de presos políticos bascos – organiza no período estival concentrações contra a política de dispersão nas praias de Euskal Herria. E este ano não é excepção, como foi anunciado no dia 29 em Donostia.

Então, representantes da Etxerat afirmaram que a «dispersão é uma política de excepção, uma anomalia com quase três décadas», que não podem aceitar que seja encarada como um facto normal. Afirmaram ainda que «sobre centenas de famílias pesam as consequências da dispersão: sofrimento e dor».

Lutando contra o silenciamento desta realidade, a Etxerat agendou mobilizações para as costas de Gipuzkoa - praias de Deba, Zarautz, Orio e Donostia, ao meio-dia, e Mutriku, às 13h00 - e da Bizkaia: na praia de Gorliz-Plentzia, o protesto teve lugar dia 31 de Julho; amanhã, é nas de Laida, Lekeitio, Ondarroa, Bakio e Muskiz (às 12h00) e nas de Laidatxu e Ea (às 13h00). / Ver: aseh

«Venezuelanos realizam manifestação massiva em apoio à Revolução Bolivariana»

ASEH-Lisboa - L, 08/06/2016 - 22:32
Nesta quinta-feira (4), militantes e simpatizantes chavistas lotaram a Plaza de Toros, na cidade de Carabobo, para uma manifestação em apoio à Revolução Bolivariana e em repúdio às insistentes tentativas desestabilizadoras que o governo de Nicolás Maduro vem sofrendo.
[...]
Cabello [vice-presidente do PSUV] se dirigiu à multidão de mais de 20 mil pessoas e afirmou: «A cada passo de desestabilização que a direita dê, nós temos que aprofundar a Revolução Bolivariana socialista e chavista. Sem medo, sem chantagens. Não devemos ter medo de ninguém. Não viemos aqui trair o povo, viemos fazer uma revolução junto a Chávez, junto a Maduro e junto ao povo.» (Diário Liberdade)

Miguel Urbano Rodrigues: «Uma guerra esquecida: a derrota dos EUA no Laos»

ASEH-Lisboa - L, 08/06/2016 - 22:31
Os historiadores norte-americanos, com poucas excepções, sustentam que os EUA somente perderam uma guerra: a do Vietname. Mentem. Perderam a guerra contra a Inglaterra em l812/1814 (odiario.info, 25.07.16) e foram também derrotados no Laos.

Essa é uma guerra esquecida de que se não fala. É portanto natural que tenha chamado a minha atenção um livro que encontrei em Havana num alfarrabista: La derrota del Imperialismo yanqui en Lao.

O autor, Luis M. Arce, é um jornalista cubano que teve a oportunidade de acompanhar, como correspondente do Granma, o desfecho do conflito armado, quando o pessoal diplomático americano, os agentes da CIA e os funcionários da USAID abandonavam Vientiane, a capital do Laos, em debandada caótica (caos que se repetiria em Saigão em l975). (odiario.info)

Reivindicação da amnistia nas festas de Erromo, de Gasteiz, em Arratia e mais

ASEH-Lisboa - OT, 08/05/2016 - 22:34
Em Erromo/Itzubaltzeta (Getxo, Bizkaia), cerca de 100 pessoas participaram, ontem, em plenas festas locais, na marcha organizada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA).
A reivindicação da amnistia esteve também muito presente, ontem, no início das festas da Branca, em Gasteiz. Para além disso, o clamor da amnistia sente-se no alto do Gorbeia, em Armintza, em Sodupe, em Galdakao, na comarca de Arratia - tudo no território da Bizkaia.
Recorde-se que o MpA convocou manifestações nas Semanas Grandes [Aste Nagusiak] de Donostia (dia 13, Boulevard, 19h30) e Bilbo (dia 27, Zabalburu, 19h00). / Mais info: MpA e MpA

ELENA BELOKI LIBERTADA
A presa política basca natural de Laudio (Araba) e residente em Hernani (Gipuzkoa) foi libertada esta manhã. Saiu da cadeia de Villena (Alicante), onde era esperada por cerca de 20 familiares e amigos.
Beloki foi detida em Dezembro de 2007 e, julgada no âmbito do processo 18/98, na parte relativa ao Xaki, foi condenada a 13 anos de prisão pela Audiência Nacional espanhola. Depois, o Supremo espanhol reduziu-lhe a pena para oito anos e meio, que cumpriu. Em 2008, Beloki foi libertada, tendo sido novamente encarcerada em 2009. / Ver: Berria e naiz

«Brigada internacionalista vasca llega a la Venezuela Bolivariana: dejando una semilla»

ASEH-Lisboa - OT, 08/05/2016 - 22:33
Durante 17 años, los mismos que va cumpliendo el Proceso Bolivariano, las Brigadas Internacionalistas de Askapena nos han visitado en esta tierra que vio nacer y luchar a Bolívar, padre (e hijo) de Nuestra América, hijo también de Euskal Herria (País Vasco). Ayer 3 de agosto, en horas de la tarde, llegó a Caracas una brigada de siete jóvenes vascxs que se proponen aprender y aportar a la Revolución.

«Que si la lucha por la libertad se dispersa no habrá victoria popular en el combate.» - Alí Primera

«El ejercicio del internacionalismo proletario no es sólo un deber de los pueblos que luchan por conseguir un futuro mejor: además, es una necesidad insoslayable.» - Che Guevara

Ver: pakitoarriaran.org

Novo filme de John Pilger: «A guerra que está para vir entre a China e a América»

ASEH-Lisboa - OT, 08/05/2016 - 22:32
[John Pilger entrevistado por Maki Sunagawa e Daniel Broudy] Está agora em vias de terminar o vosso último projecto, cujo título, parece, arrisca-se a desencadear sentimentos de medo considerável. A guerra que está para vir é uma expressão pesada. Pode descrever o que o levou a ter este olhar particular sobre os acontecimentos mundiais, especialmente a maneira como os vê desenrolarem-se na Ásia oriental? (resistir.info)

«Reflexiones sobre la situación actual del proceso soberanista» (cas/cat), de Endavant (lahaine.org)
A cuatro años del inicio del proceso soberanista y a diez meses del límite para materializar el mandato del 27S, creemos interesante compartir una serie de reflexiones sobre lo que ha sido, es y debería ser el proceso soberanista y la acción política de la izquierda independentista.

Chico Buarque - «Apesar de você»

ASEH-Lisboa - OT, 08/05/2016 - 22:31
Tema de 1970, trazido para a actualidade, com actualidade.

Borroka Garaia: «Zabala»

ASEH-Lisboa - OG, 08/04/2016 - 22:34
Claro que aquí es donde entra la mentira política. Pili Zabala nos habla del derecho a decidir pero Podemos en Catalunya, muy recientemente además, ya ha demostrado qué significa el derecho a decidir para Podemos. El derecho a decidir lo que decida la constitución española votando negativamente para que el pueblo catalán decida sin injerencias. Pili Zabala nos habla de la violencia pero en Podemos se dan vivas a la guardia civil, militares del ejército van en listas, se defiende la permanencia en la OTAN y a la «democracia española» que precisamente es la que niega con las armas a Euskal Herria su libertad para decidir.

De todo ello se desprende que el proyecto de Podemos en la Euskal Herria occidental se basa en la consolidación de la paz y de la convivencia en un pueblo oprimido, bajo represión y en unas condiciones sociales cada día más crueles. La famosa pax romana. ¿Esto acaso no es la asimilación de Euskal Herria en una democracia que no es tal? Porque desde luego si hablamos de cambio social de momento el PNV y Podemos coinciden en extender el interclasismo ideológico y quedarse mirando los mapas. Es decir, los problemas «se pueden solucionar» entre todos y en las instituciones. Empresarios, trabajadores y parados en alegre biribilketa.

De esta manera, se intenta evitar procesos de confrontación que traigan soluciones en beneficio de la clase trabajadora para instalar la «paz social» mientras una por una se aplican medidas contrarias a los intereses de la clase trabajadora y se intenta ahogar la respuesta social. Clase social desaparece como factor diluyéndose en lenguaje vacuo democraticista que hace igual a todos los políticos. Y al final tanto PP y PSOE como Podemos y PNV defienden los mismos intereses de clase (profesional acomodada, como todos sus perfiles) y necesitan a una clase trabajadora detrás de espectadora para reír las gracias de los shows televisivos. / Ler: BorrokaGaraiaDa

Tribunal de excepção espanhol persegue rapper comunista Pablo Hasél

ASEH-Lisboa - OG, 08/04/2016 - 22:33
O comunista catalão volta a estar na mira dos fascistas espanhóis, que se mostram sempre muito melindrados com a clareza do discurso de Hasél.
A Procuradoria da Audiência Nazional espanhola voltou a instaurar um processo a Hasél, informa o portal insurgente.org.

Pablo Hasél e Pipe Díaz - «¡Jódete burgués!»JO TA KE!

Carlos Aznárez: «Kerry trae recados y espejitos de colores para Macri y Temer»

ASEH-Lisboa - OG, 08/04/2016 - 22:32
John Kerry, el Secretario de Estado norteamericano cargado de medallas por haber participado como militar en las acciones genocidas contra el pueblo vietnamita viene a abrazarse con Mauricio Macri y el brasileño Temer. Kerry, el hombre que conspiró y conspira contra todos los gobiernos que han osado hablarle de igual a los Estados Unidos, el que incentivó las sanciones contra Venezuela Bolivariana y hoy mismo se codea con la oposición interna de ese país alentando la violencia y la guerra económica. Es el mismo funcionario USA al que Hugo Chávez mandó varias veces al carajo cuando el insolente Secretario proclamaba a los cuatro vientos que el jefe revolucionario era un dictador. (Resumen Latinoamericano)

«Resolução sobre a questão dos refugiados» (PCB)
Durante o 29.º Festival Pancipriota da Juventude e dos Estudantes, a EDON (Organização Unida da Juventude Democrática) promoveu um Seminário Internacional sob o slogan «O papel da OTAN e da EU na questão dos refugiados», com a participação de 14 organizações internacionais.

Expressamos nossas condolências ao sofrimento dos refugiados e expressamos nossa indignação com a maneira pela qual a crise dos refugiados está sendo conduzida, crise esta criada pelas políticas imperialistas no Oriente Médio. O exemplo mais óbvio é a desestabilização de todo o Oriente Médio causada pela intervenção direta ou indireta dos Estados Unidos, OTAN e da União Europeia, bem como de outros países como Turquia, Arábia Saudita, Catar e Israel.

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