Después de escalar una montaña muy alta, descubrimos que hay muchas otras montañas por escalar

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A vontade de viver em euskara, nas ruas de Gasteiz

ASEH-Lisboa - AL, 04/07/2014 - 23:33
Organizada pela plataforma Euskal Herrian Euskaraz, decorreu este sábado, em Gasteiz, a edição de 2014 da jornada festiva-reivindicativa Euskaraz Bizi Eguna [dia de viver em euskara].

O bom ambiente foi a nota dominante, desde cedo, na capital de Araba, com palhaços, trikitilariak e dultzainariak [músicos] a animarem as ruas. Seguiu-se um almoço popular no Landatxo, com a participação de mais de 400 pessoas e, a partir das 18h00, a manifestação com o lema «Ez gara espaloitik jaitsiko! Euskaraz bizi» [não vamos sair do passeio! Viver em euskara], na qual se ouviram muitas palavras de ordem em defesa da língua basca e contra aqueles que a atacam.

Depois, o ambiente aqueceu ainda mais: primeiro, com o «akelarre» da Jare Dantza Taldea e a animação da Ttek Elektrotxaranga; depois, com as actuações dos Dantza Plaza, Gose e Tximeleta. / Mais informação: EHE / Fotos: Euskaraz Bizi Eguna 2014 (EHE / Berria)

Iñaki Gil de San Vicente: «Necesaria y urgente lucha contra el poder adulto»

ASEH-Lisboa - AL, 04/07/2014 - 23:32
Asistimos a una nueva oleada de luchas y movilizaciones de la juventud. Pero también asistimos a un endurecimiento del poder adulto, y lo que es un mal presagio, vemos cómo la izquierda revolucionaria apenas dedica esfuerzo alguno a su crítica radical, a su terrible eficacia en el control, vigilancia y represión de las ansias de libertad de la juventud en general y muy especialmente de la trabajadora. (boltxe.info)

«El final del ciclo de ilegalizaciones…», de Alberto MUÑOZ e Txarli GONZALEZ (BorrokaGaraiaDa)
La persistencia de la «Ley de Partidos» y sus consecuencias perversas [...] dibujan un panorama de no normalidad política y pervivencia de graves vulneraciones de los derechos civiles y políticos de miles de personas. El eterno choque entre mayoría social y política democrática vasca, y minoría legal, judicial y policial españolista, profundamente autoritaria.

Programa de rádio do Resumen Latinoamericano: Venezuela, Bolívia, Argentina, Peru, Brasil, Uruguai e mais

ASEH-Lisboa - AL, 04/07/2014 - 23:31
[Ouvir programa de 4/4/2014 - com notícias, análises, entrevistas, música - em Halabedi irratia]

Venezuela: Mientras el Presidente Maduro publica un llamamiento por la paz en el New York Times, prosiguen algunos ataques fascistas y la Conferencia Episcopal arremete contra el Gobierno.
Bolívia: Nuevo conflicto con los cooperativistas mineros, hay bloqueos y dos muertos.
Argentina: Casos de linchamiento a jóvenes sospechosos de robar, alertan a la sociedad. Análisis de Vicente Zito Lema.
Peru: Echan para atrás el juzgamiento al ex presidente Alan García, en una clara maniobra judicial que le permitiría participar en las próximas elecciones.
Brasil: Entrevista a Fábio Tomas, representante del Movimiento Sin Tierra. Logros y desafíos del Movimiento, en busca de la Reforma Agraria Popular. Mujeres del MST ocuparon una hacienda en solidaridad con ex empleados-as, que habían sido despedidos. A 50 años del inicio de la dictadura de Brasil, que duró 21 años, no existe justicia.
Uruguai: Entrevista a Eduardo Rubio, dirigente del Movimiento 26 de Marzo, habla sobre al actual situación en este país.
Mulheres e Resistências: La Organización social de mujeres La Casa del Encuentro convocó al Congreso de la Nación a acompañar un petitorio para que se cumpla la ley de la Trata de Personas. No más mujeres desaparecidas para la explotación sexual.

Debate em Lisboa: «País Basco, a luta de um povo pela liberdade»

ASEH-Lisboa - IG, 04/06/2014 - 23:34
No âmbito da 8.ª Semana Internacional de Solidariedade com o País Basco, na próxima quinta-feira, 10, vamos conhecer a luta do povo basco pela sua independência e o actual processo de paz, contando para tal com a presença de uma representante da organização juvenil basca Ernai.

Esta sessão é também uma oportunidade para conhecer a actividade que os jovens bascos desenvolvem numa região em que partidos, organizações juvenis, jornais e rádios têm sido proibidos ao longo de décadas. Uma realidade única na Europa, em que milhares de jovens são detidos e encarcerados pela sua actividade política.
Não faltes!

Dia/hora: Quinta-feira, 10 de Abril, às 16h00  
Local: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Sala 1.1
ASEH

Cresce apoio à declaração de San Telmo, para criar «rede firme e eficaz» pelos direitos dos presos

ASEH-Lisboa - IG, 04/06/2014 - 23:33
Os promotores da declaração de San Telmo - entre os quais se contam a jornalista Teresa Toda, o antigo conselheiro da Justiça de Lakua Joseba Azkarraga e o músico Pello Reparaz - deram uma conferência este sábado em Bilbo para divulgar o apoio de mais personalidades.

Entre as pessoas que manifestaram o seu apoio à iniciativa, apresentada em Donostia em 15 de Março último e que tem por objectivo criar uma rede de cidadãos em defesa dos direitos dos presos, encontram-se Iñaki Aldekoa, Ikerne Altuna, Jone Artola, Oskar Bañuelos, Eloi Beato, Juanba Berasategi, Juan Ibarrondo, Maddalen Iriarte, Gorka Knorr, Sustrai Colina, Iñaki Lasagabaster, Miren Agur Meabe, Ane Muguruza, Amaia Nerekan, Mirentxu Purroy, Arantza Urkaregi, Jesús Viñaspre e Iñaki Zarraoa.

Segundo referiram, a declaração de San Telmo afirma que a privação de liberdade dos presos «não implica a privação de nenhum outro direito» e que os presos decidiram fazer uso da actual legislação penitenciária.

Os presos devem «cumprir as penas em prisões próximas do seu meio social e afectivo», de acordo com as normas previstas no actual regulamento penitenciário. Para além disso, na declaração considera-se imprescindível a libertação dos presos gravemente doentes, bem como a «revogação das leis de excepção que possibilitam penas para toda a vida».

Os apoiantes da declaração também consideram necessário dar passos para permitir o regresso dos refugiados e deportados, e que, se a actual legislação possibilita a existência de violações dos direitos humanos, há que mudar as leis.

Os promotores e apoiantes da declaração não entendem que os governos não dêem qualquer passo neste sentido, não entendem esta «falta de bom senso», e não querem ficar parados a olhar «enquanto a situação se arrasta». Por isso, convidam a sociedade basca a formar uma rede «firme e eficaz» em defesa dos direitos dos presos.

Neste sentido, e porque consideram necessário criar espaços de encontro, debate e troca de ideias, pediram «a todas as pessoas comprometidas com os direitos humanos, a resolução e a paz» que compareçam dia 12 de Abril nas jornadas que vão ter lugar na universidade HUHEZI, em Eskoriatza (Gipuzkoa). / Ver: naiz.info via leihotik.info

ODiario.info: «Vento de golpe na Venezuela»

ASEH-Lisboa - IG, 04/06/2014 - 23:32
O presidente Maduro está consciente dessa ameaça. O seu apelo à Casa Branca para que os EUA se abstenham de hostilizar a Revolução expressou bem o sentimento da maioria do povo venezuelano. Mas Washington não o ouviu. Outra atitude não seria de esperar de Obama. O presidente dos EUA está empenhado na destruição da Revolução bolivariana. (odiario.info)

«Esclarecer la verdad histórica del conflicto colombiano», de FARC-EP (boltxe.info)
Es un hecho incontrovertible, que si no se conoce la verdad del pasado, no se puede construir una paz estable y duradera. Debemos mirar entonces a los ojos de nuestra propia historia si queremos solucionar el conflicto y garantizar la no repetición del mismo.

«Cinquenta anos após o golpe de 1964», de PCB (resistir.info)
Superado o período ditatorial, 30 anos da chamada redemocratização da vida política nacional foram incapazes de alterar o quadro fundamental de uma sociedade marcada pela profunda desigualdade social, em que os governos de plantão tudo fazem para garantir os altos lucros das empresas, dos bancos e do latifúndio, plenamente integrados ao capitalismo internacional e retomando o aparato repressivo dos tempos de ditadura para conter, com todo o terror de Estado, a ameaça ao poder burguês identificada nas manifestações populares e na luta de classes.

At Versaris - «Volen» [Venezuela]

ASEH-Lisboa - IG, 04/06/2014 - 23:31
Os catalães At Versaris criaram este tema em 2009 em homenagem ao movimento popular surgido na Venezuela face à tentativa de golpe de Estado em 2002. (Via Causa Venezuela)

Em Iruñea, milhares de pessoas defendem o direito ao aborto

ASEH-Lisboa - L, 04/05/2014 - 23:34
Milhares de pessoas participaram na manifestação que hoje percorreu as ruas de Iruñea em defesa do direito ao aborto.

A marcha, convocada pelo Movimento Feminista de Euskal Herria, partiu às 17h30 dos cinemas Golem, seguindo uma faixa com o lema «Gure gorputza, gure erabakia». Durante o percurso, ouviram-se palavras de ordem contra a Igreja e em defesa do direito da mulher a decidir sobre o seu corpo; também se representou uma cena em que várias mulheres com roupa de hospital eram algemadas e detidas por abortar.

A manifestação terminou no Passeio de Sarasate, onde se procedeu à leitura de um comunicado que colocou no centro da reivindicação «o corpo livre e soberano das mulheres e os seus direitos sexuais e reprodutivos, o que compreende o direito a não ser mãe, ou a ser mãe, livremente».

Rejeitou-se o anteprojecto de lei que «penaliza» o direito ao aborto «com base nas posições da direita ultra-católica» e exigiram «sem qualquer demora ou desculpa que o aborto saia do Código Penal e seja considerado um direito das mulheres, que deve ser exercido por sua livre vontade e a seu pedido».

Depois de agradecerem a adesão de mais de cem colectivos sociais, sindicais e políticos, as porta-vozes do Euskal Herriko Mugimendu Feminista denunciaram «a escandalosa privatização» da interrupção voluntária da gravidez. Nas suas intervenções, pediram que as IVG sejam realizadas em centros de saúde públicos, e reclamaram «educação e orientação sexual em todos os níveis de ensino, bem como a generalização de meios contraceptivos». / Ver: naiz.info / Ver também: Berria

Início da manifestação e declarações de Oihana López [Ahotsa] FOTOS: pelo direito ao aborto (ekinklik.org / ahotsa.info)

No 2.º aniversário da morte de Iñigo Cabacas, exige-se o fim da impunidade

ASEH-Lisboa - L, 04/05/2014 - 23:33
Quando passam dois anos sobre a sua morte, familiares, amigos e a plataforma «Iñigo Gogoan» recordaram Iñigo Cabacas no beco onde foi mortalmente atingido por uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza. À tarde, centenas de pessoas manifestaram-se para reclamar o fim da «impunidade policial».

Familiares e amigos de Iñigo Cabacas, juntamente com a plataforma «Iñigo gogoan», realizaram hoje, ao meio-dia, um acto em memória do jovem, no beco onde foi mortalmente atingido por uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza, a 5 de Abril de 2012, depois do encontro disputado entre o Athletic e o Schalke 04 em San Mamés. Na ocasião, a família exigiu que sejam apuradas as responsabilidades políticas e criminais.

O acto começou com um silêncio emotivo, apenas quebrado pelo sim da txalaparta; houve ainda uma oferenda floral, actuação de dantzaris e leitura de versos de Joseba Sarrionandia e Eduardo Galeano. Manu Cabacas, pai do jovem morto pela Ertzaintza, tomou a palavra e pediu ao actual Governo de Lakua que se envolva na investigação dos acontecimentos, tal como o fez no caso do desaparecimento de Hodei Egiluz [jovem basco desaparecido em Antuérpia]. Estiveram presentes no acto dezenas de pessoas, incluindo os representantes do EH Bildu, Laura Mintegi e Julen Arzuaga.

Manifestação à tarde
Ao final da tardem várias centenas de pessoas manifestaram-se nas ruas de Bilbo «contra a impunidade policial e contra a violência», e para exigir «justiça». No início da mobilização, Koldo Gutiérrez, membro da plataforma Iñigo Gogoan, exigiu o esclarecimento dos factos e criticou a lentidão do processo judicial.
O acto que se seguiu ao final da manifestação contou com actuação de vários artistas, de Fermin Muguruza e bandas Zea Mays, Jare e Esne Beltza . / Ver: naiz.info e Berria

Reportagem: «Dos años sin "Pitu": Solidaridad y ansia de justicia frente a la desidia institucional» (naiz.info)
Hoy se cumplen dos años desde que Iñigo Cabacas resultara herido mortalmente a causa del impacto de una pelota de goma lanzada por la Ertzaintza en Bilbo. Desde entonces, el anhelo de justicia que mueve a sus allegados y a quienes se han solidarizado con esta causa ha tenido como triste contrapunto el olvido buscado desde las instituciones. Naiz ha recogido el testimonio de Manuel Cabacas y Fina Liceranzu, padres de «Pitu», y de su abogada, Jone Goirizelaia.

Concentração em Iruñea depois da libertação do assassino de Berrueta

ASEH-Lisboa - L, 04/05/2014 - 23:32
«A justiça não é igual para todos», denunciaram. Na passada quinta-feira, dezenas de pessoas participaram numa concentração frente à Câmara Municipal de Iruñea, convocada pela Plataforma Angel Gogoan para exigir «verdade, reconhecimento e reparação» para Ángel Berrueta. A plataforma criticou o Município por não respeitar todas as vítimas, algo que ficou patente quando mandou retirar a placa em memória de Ángel Berrueta, assassinado há dez anos por um agente da Polícia espanhola e o seu filho, que foi agora libertado. / Ver: ahotsa.info via boltxe.info

Kortatu - «Nicaragua sandinista»

ASEH-Lisboa - L, 04/05/2014 - 23:31
Ao vivo em Iruñea. O álbum é Azken guda dantza (1988).

O preso político basco Germán Rubenach foi libertado

ASEH-Lisboa - OT, 04/04/2014 - 23:34
Depois de passar 24 anos na cadeia, o preso iruindarra [pamplonês] Germán Rubenach Roiz saiu hoje da prisão Puerto III (Cádis, Andaluzia), segundo revelou a associação Etxerat.

Germán Rubenach devia ter saído da cadeia em Setembro do ano passado, mas, ao ser-lhe aplicada a sentença 197/2006 ou Doutrina Parot, viu a pena ser-lhe prolongada até 2020. Contudo, em Outubro de 2013 o Tribunal de Estrasburgo confirmou a anulação da referida doutrina (depois de o Governo espanhol ter recorrido contra a sentença de Julho de 2012).

Germán Rubenach, que saiu da cadeia de Puerto III, encontrava-se preso desde 1990. Foi detido na foz do Irunberri (Nafarroa), gravemente ferido. Na ocasião viriam a falecer os membros da ETA Susana Arregi e Jon Lizarralde e o guarda civil Jose Luis Hervás; mas ainda hoje persistem muitas incógnitas sobre o que se passou na foz do Irunberri. / Ver: naiz.info / Ver: «La foz de Irunberri y la Guardia Civil guardan un secreto de 20 años» (Gara)

PRESOS RUBÉN GELBENTZU E JON LIZARRIBAR LIBERTADOS
Os presos políticos Rubén Gelbentzu (Andoain, Gipuzkoa) e Jon Lizarribar (Urnieta, Gipuzkoa) foram hoje posto em liberdade. Saíram da prisão de Jaén II (Andaluzia) e devem chegar a Euskal Herria amanhã, segundo refere o portal Aiurri.
Foram ambos detidos em Junho do ano passado pela Guarda Civil, acusados de pertencer à ETA e de participar em quatro atentados. Afirmaram ter sido submetidos pelos militares a interrogatórios ilegais, sem assistência de advogado, sendo «ameaçados e agredidos». / Ver: Berria e naiz.info

HERRIRA APOIA ESNAL, TXISTOR E IRMÃOS PAROT
Jakes Esnal, Fréderic Haranburu Txistor e os irmãos Ion Kepa e Unai Parot foram presos há 24 anos nos estados francês e espanhol. Para apoiar estes presos e exigir a sua libertação, o Herrira agendou duas iniciativas para este fim-de-semana em Lapurdi: uma concentração em Donibane Lohizune e um almoço em Senpere [lekuak erreserbatzeko senpereko.herrira@gmail.com helbidera idatzi behar da edo 0665586057 zenbakira deitu]. / Mais informação sobre a convocatória: kazeta.info

Delegação do Governo em Nafarroa proíbe homenagem a dois lutadores antifranquistas

ASEH-Lisboa - OT, 04/04/2014 - 23:33
A Ahaztuak 1936-1977 denunciou a censura ao acto de homenagem a Jokin Artajo e Alberto Asurmendi - membros da organização EGI-Batasuna (Euzko Gaztedi Indarra), próxima do Partido Nacionalista Basco, então ilegal -, que faleceram em 1969, quando preparavam uma acção armada contra a ditadura franquista. [Na foto: homenagem em 2011]

A Ahaztuak 1936-1977 queria homenagear ambos os lutadores antifascistas no aniversário das suas mortes, organizando uma concentração «para recordar a luta de todos os antifranquistas bascos e reivindicar a sua memória democrática e antifascista», mas o Governo do PP, por via da sua delegada em Nafarroa, Carmen Alba, proibiu a realização da cerimónia. A Ahaztuak considera que, com esta decisão, o PP qualifica a luta antifranquista como «terrorismo». / Ver: ahotsa.info / Leitura: Ahaztuak 1936-1977: «Apología de la resistencia antifascista»

Bilbau, 10 de Abril: «Não ao golpe de Estado, não à manipulação! Solidariedade com a Venezuela!»

ASEH-Lisboa - OT, 04/04/2014 - 23:32
Concentração em Bilbo, dia 10 de Abril: «La historia se repite en Venezuela. No al golpe de Estado, no a la manipulación. Solidaridad con Venezuela!», às 19h00, nos Capuchinos de Basurto, junto a San Mamés, frente à sede da EITB, Antena 3, La Sexta e El Mundo.

Apoiam: Arbol Euskal Herria, Alternatiba, Aralar, Askapena, Bachue (Colectivo de Refugiados-as Colombianos-as), Círculo Bolivariano «La Puebla», ESK, Ernai, Euskadi-Cuba, Eusko Alkartasuna, Ezker Anitza, Gazte Komunistak, Gazte Komunisten Batasuna (GKB), Ikasle Abertzaleak, Ikasle Ekintza, Komite Internazionalistak, LAB, Marcha Patriótica (Colômbia), PCE-EPK, Plataforma No más bases, Resumen Latinoamericano, Sare Antifaxista, Sortu.

Concentração em Bilbau, 10 de Abril [CubainformaciónTV]Abril de 2014. Se cumplen 12 años del intento de Golpe de Estado en Venezuela contra el presidente electo Hugo Chávez.

Hoy la Historia se Repite con los mismos actores:
[...]
Pero, como en 2002, olvidan el protagonista principal: el pueblo venezolano, que entonces rescató a su presidente Chávez, y que hoy sigue respaldando mayoritariamente a la Revolución bolivariana. / Ler texto completo: boltxe.info

Borroka Garaia: «Tres desafíos para el poder español»

ASEH-Lisboa - OT, 04/04/2014 - 23:31
Los tres desafíos son: el proceso de independencia de Catalunya, el ascenso de la protesta social y el eterno «conflicto vasco». Estos son los tres ejes prioritarios que necesitan estabilizar. Que no quepa duda que tienen medios para hacerlo si alguien no se opone y dice lo contrario. (BorrokaGaraiaDa)

«Isabel Aparicio, memoria y honor para otra víctima del Estado», de Red Roja (lahaine.org)
Es significativo que, justo el mismo día que ha fallecido Isabel, la Audiencia Nacional, fiel heredera del fascismo, condene al rapero Pablo Hasel a dos años de prisión por hacer canciones denunciando precisamente situaciones como las de Isabel. La misma represión que destruyó a Isabel se ceba ya con una nueva generación de jóvenes revolucionarios. Desde Red Roja queremos honrar la memoria de Isabel, porque con ella no pudieron y siguió siendo comunista y revolucionaria hasta el último día.

«Visca la Terra!: Espanha, prisão de povos?», de António SANTOS (diarioliberdade.org)
 A peregrina decisão de anular juridicamente uma declaração eminentemente política não traz surpresas - já sabíamos do que o Estado espanhol é feito - mas captura a essência da sua fotografia política: um estado em acelerada decadência nacional, histórica, económica e política, que, como o rei Pélias da mitologia grega, vive no medo constante de perder o que injustamente arrebatou.

«5 mitos sobre a NATO (no dia do seu 65º aniversário)», de Rui SILVA (manifesto74)
Nunca foi uma aliança defensiva. Depois de 1991 e em particular com o seu «novo conceito estratégico», a NATO alargou o seu âmbito de actuação a cenários de guerra que nada têm a ver com os países membros nem de forma alguma se relacionam com a defesa da sua soberania. Jugoslávia e Líbia são gritantes exemplos do mito que é a ideia de uma «aliança defensiva».

Operação policial contra o movimento juvenil: 6 detidos em Iruñea e 3 em Bilbo

ASEH-Lisboa - OG, 04/03/2014 - 23:33
Esta quinta-feira, a Polícia espanhola levou a cabo uma operação em Iruñerria [Comarca de Pamplona] contra o movimento estudantil, que se saldou com a detenção de seis estudantes acusados de participar nos incidentes ocorridos na capital navarra quando da greve estudantil de 27 de Março. Em Bilbo, a Polícia regionalista deteve três jovens acusados de participar nos incidentes de 3 Março contra a Troika.
Seis detenções em Iruñerria
Uma semana depois da grande greve jornada de greve, em que milhares de estudantes bascos vieram para as ruas em protesto contra a LOMCE e exigiram um sistema educativo próprio, a Polícia espanhola procedeu à detenção de seis estudantes - três dos quais menores -, acusados de participar nos incidentes que tiveram lugar em Iruñea, segundo revelou o portal ahotsa.info.

De acordo com a mesma fonte, os jovens são acusados de «desordens públicas» e «atentado contra agente da autoridade», e foram levados para uma esquadra, antes de serem presentes a um juiz. Com as detenções de hoje, sobe para quinze o número de estudantes detidos e acusados de participar nos incidentes de 27 de Março; oito são menores de idade. Para as 18h00 foi convocada uma concentração frente à esquadra.

Três detenções em Bilbo
De acordo com a página Uriola.info, as detenções de hoje, efectuadas pela Polícia regionalista em Bilbo, estão relacionadas com os incidentes de dia 3 de Março, quando da realização do Global Forum Spain na capital biscainha; um dos detidos é menor. Há cerca de uma semana, outras duas pessoas foram detidas no âmbito do mesmo processo - uma em Getxo e outra em Donostia -, estando ambas em liberdade.

Em solidariedade com os detidos, foi convocada uma mobilização para as 19h00, na Praça Zabalburu. Para amanhã, o sindicato Ikasle Abertzaleak convocou uma jornada de mobilização geral, para exigir a libertação dos detidos e o fim da criminalização dos estudantes. / Ver: argia, ahotsa.info e topatu.info

Greve Geral dos estudantes em Iruñea [Ahotsa] Mobilizações contra a Troika em Bilbo [Topatu]

Terminou, na AN, o julgamento de quatro jovens independentistas de Gasteiz

ASEH-Lisboa - OG, 04/03/2014 - 23:32
Terminou ontem, no tribunal de excepção espanhol, em Madrid, o julgamento dos gasteiztarras Koldo Moreno, Xabier Fernández de Gamarra, Federico Lomas e Aitor Juárez, acusados de pertencer à organização juvenil, revolucionária Segi. Um deles era também acusado de «desordem pública» e outro de «kale borroka». No total, o Ministério Público pedia 48 de cadeia para todos. Os jovens afirmaram ter sido torturados enquanto permaneceram incomunicáveis em poder da Polícia espanhola, sendo que a acusação se baseia em depoimentos arrancados sob tortura.

No final do julgamento, o magistrado não só não baixou a pena pedida como solicitou mais cinco meses de pena para dois acusados, por «desordens» públicas.

Manifestação de apoio a Zapa, Fede, Zika e Xabi (29/03)Nos últimos tempos, desenvolveu-se um amplo movimento solidário com os jovens e os seus familiares na capital alavesa. / Ver: gazteiraultza.info e naiz.info

«Pela paz! Não à NATO!» - amanhã, concentrações em Lisboa e no Porto

ASEH-Lisboa - OG, 04/03/2014 - 23:31
Em 2014 assinalam-se 65 anos da criação da NATO, o maior bloco político-militar do Mundo e meio belicista fundamental através do qual os Estados Unidos da América e seus aliados procuram assegurar o domínio global.

A NATO, instrumento pelo qual foram protagonizadas várias agressões a povos e a Estados soberanos, que deixaram duradouros rastos de morte e destruição, de que são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão o Iraque e a Líbia, é também responsável pela chocante corrida aos armamentos que prossegue na actualidade. Os países membros deste bloco são responsáveis por cerca de 75% das despesas militares mundiais. No conceito estratégico desta aliança agressiva, permanece a possibilidade da utilização de armas nucleares num primeiro ataque e esta arroga-se o direito de actuar em qualquer parte do globo, sob qualquer pretexto. / Ler mais: cgtp.pt

Amanhã, 4 de Abril
Lisboa, 18h30: concentração junto aos Armazéns do Chiado e deslocação para o Largo do Camões.
Porto, 17h30: concentração na Praça da Liberdade, junto à igreja dos Congregados.

Caracóis coloridos denunciam «a loucura» do TGV

ASEH-Lisboa - AZ, 04/02/2014 - 23:34
No fim-de-semana passado, o Mugitu Mugimendua, movimento de desobediência civil contra o TGV, pintou dezenas de caracóis em protesto contra o TGV em várias localidades de Euskal Herria, como Iruñea, Altsasu, Etxarri, Donostia, Tolosa, Billabona, Arratia, Hego Uribe, Amara. «O andar lento dos caracóis simboliza o repúdio popular pelo TGV», esclarece.

Numa nota, o Mugitu sublinha que «vivemos na sociedade da alta velocidade e das pressas, do quanto mais rápido e mais longe, melhor», e que a velocidade se tornou «um valor importante em si mesmo, chegando até a ser considerada como símbolo de liberdade».

«Dizem que cada vez andamos mais depressa para "ganhar tempo", mas, paradoxalmente, cada vez investimos mais tempo da nossa vida em longas deslocações. O TGV é o melhor exemplo disto. A aceleração nas deslocações não nos proporciona mais tempo de vida, mas sim mais tempo para produzir e consumir», prossegue a nota.

O Mugitu! afirma que «esta necessidade de nos movermos cada vez mais depressa e de percorrermos distâncias cada vez maiores trouxe consigo uma série de consequências perversas», referindo, entre outras, uma ocupação crescente dos espaços naturais; o aumento exponencial do consumo energético e uma maior contaminação ambiental; o esbanjamento de recursos naturais e económicos, enquanto vastos sectores da população se vêem condenados à pobreza e à marginalização; a agudização dos processos de metropolização, que condenam as zonas rurais; a imposição da cultura da pressa, em que a falta de tempo é uma sensação constante, gerando stress, ansiedade, angústia e depressões.

Para o Mugitu!, o TGV «responde a este modelo social do "com mais pressa e mais longe", e, como tal, considera que é preciso parar «esta loucura». / Ver: ahotsa.info / Fotos: AHTren aurkako marraskiloak (Mugitu!)

O Movimento Popular apela à participação no Aberri Eguna

ASEH-Lisboa - AZ, 04/02/2014 - 23:33
Numa conferência de imprensa que teve como lema «Geurea Euskal Herria, nazioa gara» [Euskal Herria é nossa, somos uma nação], representantes do Movimento Popular reunidos na Gaztelu Plaza, em Iruñea, fizeram um apelo à participação nas celebrações do Aberri Eguna [Dia da Pátria] que a Rede Independentistak vai levar a cabo e pediram às pessoas que exibam a ikurriña nas varandas e janelas de suas casas.

Na ocasião, estiveram presentes representantes das organizações Askapena, Bai Euskal Herriari, Bilgune Feminista, Elkartzen, Ernai, Esait, Euskal Herrian Euskaraz e Ikasle Abertzaleak. Num texto lido por Naroa Geresta, denunciaram os ataques lançados pelos estados espanhol e francês contra Euskal Herria. No que respeita ao euskara, referiram-se às medidas contra as ikastolas no Estado francês ou à «caça às bruxas de Madrid contra os euskaldunes» em Nafarroa. Também mencionaram a Lei do Aborto, a LOMCE ou as ameaças feitas por Urquijo contra a Udalbiltza.

«Nestes tempos de dura crise, o futuro da classe trabalhadora basca continua a ser decidido em Madrid e Paris, a vontade da Troika tornou os cortes e as violações de direitos no pão de cada dia. Sob a bandeira da austeridade, a violação de direitos sociais não tem fim, enquanto se estende o tapete vermelho à próxima tempestade que vier da Europa» [Europatik datorren ekaitzari alfonbra gorria zabaltzen dioten bitartean], realçaram.

«Atacam de forma constante o direito que nós, povo basco, temos a decidir o nosso futuro, e, com todos esses ataques, procuram semear a resignação e promover o caminho da assimilação, mas não o conseguirão. Geurea da Euskal Herria!», acrescentaram. / Ver: naiz.info / Mais informação: naiz.info

ENTREVISTA a GARBIÑE BUENO, da Rede Independentistak
Garbiñe Bueno Zabalza, membro da Rede Independentistak, fala do próximo Aberri Eguna [Dia da Pátria Basca], que se celebra a 20 de Abril em Iruñea. [No programa «Suelta la Olla», da Eguzki irratia]

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