Tengo dos pueblos para amar y un mundo por el que luchar

Pakito Arriaran

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EH Lagunak (pt)

Com o novo ano lectivo, aquece a luta no ensino não universitário da CAB

ASEH-Lisboa - OT, 09/08/2017 - 22:34
Dando sequência às grandes mobilizações e greves realizadas no ano lectivo passado, para denunciar os cortes que no sector e a ausência de respostas por parte do Governo de Gasteiz, os sindicatos ELA, LAB e Steilas anunciaram diversas mobilizações e paralisações até Dezembro.

Com o início do novo ano lectivo, a luta volta a aquecer no ensino não universitário da Comunidade Autónoma Basca (CAB). Para dia 12 de Dezembro foi agendada uma greve; antes, a 28 de Outubro, haverá manifestações em Gasteiz, Donostia e Bilbo; para Novembro foram marcadas «semanas de luta», com paralisações sempre às quintas-feiras. Mas a luta começa já em este mês, com concentrações frente às delegações territoriais do Departamento de Educação [calendário de acções programadas aqui].

Principais reivindicações
Para Steilas, LAB e ELA, há medidas que se afiguram fundamentais para «encontrar uma saída para a actual situação». Entre outras: aumentar o investimento na Educação; contratar pelo menos mais 2000 pessoas; diminuir o nível de precariedade dos actuais 40% para 6%, tornando estáveis mais de 6000 postos de trabalho; reduzir o número de alunos por sala em 10%; permitir a recuperação do poder de compra dos trabalhadores no sector da Educação; realizar as substituições desde o primeiro dia; receber na íntegra as retribuições por baixa desde o primeiro dia.

Os sindicatos acusam o Governo de Gasteiz de não ter dado resposta as estas reivindicações, nem ter mostrado vontade de negociar. Defendem, para além disso, que é imprescindível alterar pela raiz a política educativa, incluindo os cortes que o Governo tem imposto nos últimos anos, e reverter a situação gerada no ensino público e nas haurreskolas [creches]. / Ver: ELA e argia

Manifestação a favor da amnistia, domingo, em Donostia

ASEH-Lisboa - OT, 09/08/2017 - 22:33
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou para a capital guipuscoana, no dia 10 de Setembro, segundo domingo das Estropadak [regatas], uma mobilização em defesa da amnistia, sob o lema «Presoak kalera, amnistia osoa» [Os presos para a rua, amnistia geral].

Tal como anunciado pelo MpA no passado dia 16 de Agosto, a manifestação parte às 13h00 do Boulevard donostiarra.

Entretanto, o MpA fez saber que, no dia da manifestação, um autocarro parte de Bilbo com destino a Donostia. A partida é às 10h30 na Praça Circular. Os interessados em marcar lugar devem escrever para amnistiaaskatasuna@gmail.com.

Ver tb.: «MpA apresentou manifestações a favor da amnistia em Donostia e Bilbo» (aseh)

«Ventos de guerra e luta pela paz»

ASEH-Lisboa - OT, 09/08/2017 - 22:32
[De Jorge Cadima] A guerra sempre foi intrínseca ao imperialismo. Hoje, como noutras fases de crise aguda, o ‘partido da guerra global’ ganha força. Mas a guerra não é inevitável. Está nas mãos dos povos afastar a catástrofe para onde o grande capital os conduz, erguendo-se para derrotar os senhores da guerra e da miséria.
É por isso que é tão importante a solidariedade com todos quantos resistem aos ditames do imperialismo – na Venezuela e na Síria, em África e no Extremo Oriente, e também nos países do centro imperialista. (avante.pt via odiario.info)

«Governos europeus investem no tráfico de refugiados»

ASEH-Lisboa - OT, 09/08/2017 - 22:31
[De José Goulão] Em recente cimeira sobre os refugiados realizada no Eliseu, com presença de França, Alemanha, Espanha, Itália, Chade, Níger e o governo Al-Sarraj, o presidente francês não conteve o entusiasmo e desnudou a estratégia de Roma. «O que foi feito entre a Líbia e Itália», descaiu-se Macron, «é um exemplo perfeito do caminho que devemos tomar».
[...]
Governos europeus, faróis dos direitos humanos, financiam terrorismos com o dinheiro dos contribuintes e varrem o problema dos refugiados para debaixo do tapete, tratando-os como lixo. É a demonstração mais rasteira de xenofobia, de cruel discriminação, de agressão aos mais elementares direitos humanos. (Abril)

Nova detenção por «enaltecimento do terrorismo» nas redes sociais

ASEH-Lisboa - OG, 09/07/2017 - 22:34
Esta manhã, passava já das 10 e meia quando um jovem de Iruñea, colaborador do La Haine e Ahotsa.info, foi preso por quatro agentes à paisana da Guarda Civil na Alde Zaharra [Parte Velha] da capital navarra. Os agentes disseram-lhe que estava detido sob a acusação de «enaltecimento do terrorismo» nas redes sociais.

O jovem detido foi levado para o quartel da Guarda Civil em Iruñea [Pamplona], na Avenida da Galiza. Depois de aparecer a sua advogada, recusou-se a depor e foi posto em liberdade, com acusações, por voltas das 14h30.

No relatório policial, em que se faz um acompanhamento exaustivo das suas contas nas redes sociais e se incluem várias imagens dos seus murais de Facebook e Twitter, o jovem é acusado de um «crime continuado de enaltecimento do terrorismo entre os anos 2012-2017».

Entre as imagens, há a partilha de notícias de órgãos de comunicação como o La Haine, Naiz, Borroka Garaia Da, pelas quais é acusado do crime referido. Também são «provas» do crime ter partilhado cartazes de manifestações que, inclusive, estavam autorizadas pela delegação do governo, como a de Outubro do ano passado, em Iruñea, contra a presença das Forças de Segurança do Estado em Euskal Herria.

Esta detenção vem juntar-se às muitas ocorridas pelo mesmo motivo - expressar uma opinião nas redes sociais -, iniciadas com as famosas «operações aranha» há já mais de três anos. / Ver: lahaine.org

«Marcos» da Revolução de Outubro: «Demissão do czar» [K17]

ASEH-Lisboa - OG, 09/07/2017 - 22:33
La dimisión que acabó con la dinastía de los Romanov con más de 300 años y con la historia de la monarquía rusa sucedió el 2 de marzo.

En pocos días el zar perdió todo el apoyo que tenía, sobre todo porque no estuvo a la altura de los hechos y, porque en la práctica, durante los días de Febrero, casi todos los sectores de la opinión pública, también sus más fieles defensores, fueron convenciéndose de que la única salida era la abdicación. Y la pérdida de apoyo no fue solo hacia su persona, sino también hacia la dinastía y la idea de la monarquía. Si es verdad que los trabajadores de Petrogrado, sobre todo los que estuvieron en la huelga y manifestación del 23 al 27 de Febrero, profirieron gritos y peticiones antizaristas, hay que tener en cuenta que eran favorables a los partidos socialistas, es decir, sectores que estaban fuera del Estado ruso de entonces, sectores que en principio el zar no escuchaba y que no estaban en la base de su poder.

Por otro lado, también es cierto que el zar o el «Gobierno», al menos el Gobierno hasta entonces, eran impopulares para una masa importante, sobre todo para los soldados; quizá estos sectores no fueran capaces de comenzar por sus propios medios las acciones, pero si caía el Gobierno, recibirían el hecho con buenos ojos. Pero en enero de 1917, la mayoría de las personas de la estructura estatal, por no decir todas, no pensaban en la abdicación del zar (y en un Estado no-democrático, son ellos los que realmente deciden la popularidad o el destino de un mandatario, más que las masas). Pues bien, antes de abdicar, el zar también perdió el apoyo de ese último sector. / Ler mais: k17.eus (euskaraz hemen)

«Recomeçaram os desaparecimentos na Argentina»

ASEH-Lisboa - OG, 09/07/2017 - 22:32
[De Carlos Aznárez] Foi em 1 de agosto passado que Santiago Maldonado desapareceu quando participava solidário com o povo Mapuche numa manifestação de reivindicação das suas terras ocupadas pela Benetton.
Um grande movimento de solidariedade para com povo Mapuche, de indignação e de preservação da memória vem crescendo contra o terrorismo de Estado na Argentina. (odiario.info)

«Asco de UPV»

ASEH-Lisboa - AZ, 09/06/2017 - 22:34
[De Borroka Garaia] La universidad del país vasco no tiene suficiente con llenar de control social y policías la maquinaria de parados y trabajadoras precarias que se han convertido sus campus para reírse de la juventud vasca mientras hacen negocio a costa de ella. Ahora también permiten de profesores a militares del ejército español.
[...]
Cinco militares españoles que fueron a hacer la guerra imperialista patrocinados por el gobierno español y defensa con el permiso de la UPV tienen la cara dura de estar dando estos días clases sobre «seguridad» en los cursos de verano de la universidad, llegando a afirmar que «la fuerza militar es necesaria para defender nuestros intereses internacionales» o que «ante el peligro que sufre la UE de desintegración son necesarios retos estructurales». Solo les ha faltado añadir que vayáis sacando la vaselina de marca troika y que hay que ser gilipollas para permitir en la universidad supuestamente de los vascos y vascas a un ejército de ocupación e institución militar que simboliza todos los valores contrarios a la filosofía de lo que una universidad de verdad supondría, y que los que aquí estamos sentados dando clase tenemos como misión militar como reza la constitución diseñada por el franquismo que el pueblo vasco nunca sea libre para autodeterminarse. Claro que hay cosas que se sobreentienden. (BorrokaGaraiaDa)

«Oleadas»

ASEH-Lisboa - AZ, 09/06/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] la tercera oleada patriótica vasca de conseguirse lo más probable es que esté íntimamente relacionada con el corte final del cordón umbilical hacia el PNV de partes del progresismo vasco, y el consiguiente destierro definitivo de la «la vía maltzaga», la reconfiguración del movimiento revolucionario abertzale que sepa leer la crisis capitalista y que en vez de ofrecer, teja directamente una alternativa popular y socialista, y de un nuevo y renovado movimiento popular vasco que recoja las tradiciones más rebeldes y radicales junto a las enseñanzas que está dejando la lucha de clases y de los pueblos en todos los rincones del planeta. Eso y alguna casualidad, que siempre ocurren si se está mirando en la dirección adecuada. (BorrokaGaraiaDa)

«Paramilitarismo colombiano: el ejército invasor de Donald Trump»

ASEH-Lisboa - AZ, 09/06/2017 - 22:32
La reciente agresión de Los Rastrojos en el estado Táchira, fronterizo con Colombia, se suma a una serie de acciones contra Venezuela que plantean un conflicto a partir de grupos irregulares en este país vecino después de que el vicepresidente de Estados Unidos, Mike Pence, lo visitara unos días atrás y el jefe de la CIA, Mike Pompeo, hablara de un trabajo en conjunto en pos de una «transición pacífica» en Venezuela. (Misión Verdad)

«O pensamento de Lénine» [vídeo]

ASEH-Lisboa - AZ, 09/06/2017 - 22:31
Na edição n.º 204 do programa «Escuela de Cuadros», Néstor Kohan apresenta o pensamento revolucionário de Lénine a partir do seu livro Lenin, la pregunta del viento.
«El pensamiento de Lenin» [com Néstor Kohan]
O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e @ escuela_cuadros.

A precariedade continua a dominar o mercado de trabalho no País Basco Sul

ASEH-Lisboa - AT, 09/05/2017 - 22:34
No final de Agosto, 169 161 pessoas estavam registadas nos serviços públicos de emprego distribuídos por Hego Euskal Herria, 56,7% das quais são mulheres e 43,3% homens. Por trás destes dados, encontra-se uma precariedade crescente, sublinha o sindicato LAB, sendo que 94,4% dos contratos assinados em Agosto foram temporários.

Além disso, no que respeita à protecção no desemprego, menos de um terço das pessoas oficialmente consideradas desempregadas recebem qualquer tipo de prestação. A este respeito, o LAB afirma que quanto maior é a vulnerabilidade dos desempregados e mais se prolonga a sua situação de exclusão, tanto maior é a falta de protecção no desemprego.

Depois de seis meses consecutivos de redução, o número de desempregados voltou a subir, concretamente 1,3% relativamente ao mês anterior. Nos territórios de Gipuzkoa e Araba, o aumento foi especialmente negativo - de 2,9% e 2,5%, respectivamente. Apenas em Nafarroa desceu meio ponto percentual, indica o LAB numa nota.

Por comparação com o mesmo período do ano passado, há menos 12 852 desempregados registados. Já no que respeita às inscrições na Segurança Social, em Agosto 11 959 pessoas deixaram de estar inscritas no conjunto dos quatro territórios. / Ver: LAB

«30 urte borrokak uztartzen, Herriok burujabe!» (eus/cas)

ASEH-Lisboa - AT, 09/05/2017 - 22:33
[De Askapena] Hace ya 30 años que la organización internacionalista de Euskal Herria, Askapena, fue fundada. Así, son muchas las dinámicas, campañas, muestras de solidaridad y cómo no, procesos de liberación que hemos apoyado durante todos estos años. Siempre desde el movimiento popular, nuestro mayor objetivo ha sido y es impregnar las calles de Euskal Herria de internacionalismo. En la construcción de una Euskal Herria socialista, feminista e internacionalista, no solo trabajamos la solidaridad hacia los diferentes procesos de liberación de otros pueblos del mundo, sino que también hemos querido hacer una aportación al proceso de liberación nacional y social de nuestro pueblo, basándonos así en la solidaridad de ida y vuelta.

Con el objetivo de dar continuidad al largo camino ya recorrido, y aprovechando la celebración de nuestro 30 aniversario, desde Askapena queremos presentaros la jornada del próximo día 7 de octubre llevaremos a cabo aquí mismo, en Berriozar. (askapena.org)

«A Autoeuropa e o fervor anti-sindical»

ASEH-Lisboa - AT, 09/05/2017 - 22:32
[De Alfredo Maia] Foi uma greve tão histórica que pelo menos dois jornais1 guindaram a «figura da semana», não o líder sindical ou a organização sindical que conduziu a importante jornada de luta, mas, de forma exaltante, nada menos que a pessoa – o antigo coordenador da Comissão de Trabalhadores – que mais se destacou no ataque ostensivo e ofensivo aos sindicatos e aos próprios trabalhadores que massivamente votaram e cumpriram a greve.

Com o fervor anti-sindical dos editocratas e para gáudio dos patrões, que vêem reflorescer o divisionismo entre os trabalhadores, os media, que abandonaram há quase três décadas a «rotina» informativa sobre trabalho e sindicalismo, mostraram sem pudor o lado obscuro da captura do campo jornalístico pelos interesses do capital. (Abril)

«The Syrian Arab Army breaks ISIS siege on Deir Ezzor city»

ASEH-Lisboa - AT, 09/05/2017 - 22:31
The Syrian Arab Army on Tuesday broke the over three-year siege imposed by ISIS on the city of Deir Ezzor after the advancing forces have arrived at Regiment 137. / Ver: Sana
Primeiros momentos após quebra do cerco [Sana]

«El ejército sirio derrota al Estado Islámico en Deir Ezzor» (larepublica.es)
Las fuerzas del Gobierno sirio y sus aliados pusieron fin al asedio que mantenían los terroristas del Estado Islámico (Daesh) sobre la ciudad de Deir Ezzor desde hace tres años.

«El Ejército sirio y sus aliados rompieron el cerco del Daesh que duró más de tres años, como resultado del avance de una unidad a través de un pequeño corredor en el suroeste para reunirse con las fuerzas que se encuentran en el territorio de la Brigada Mecanizada 137 (del Ejército sirio) en el oeste de la ciudad», dijo a Sputnik una fuente cercana al movimiento libanés Hezbolá.
«Nationwide map of Syria (September 5, 2017), Deir Ezzor siege lifted» (Al-Masdar News)
The month of September has started off well for the Syrian Arab Army (SAA) and other forces aligned to it in the war against the Islamic State terrorist group. Today, the Syrian Army officially lifted the siege on pro-government forces and civilians inside the strategic city of Deir Ezzor after three years of them being isolated far behind ISIS lines.

Solidariedade em Madrid com os «4 de Orereta»

ASEH-Lisboa - AL, 09/04/2017 - 22:34
No dia 11 de Setembro, passam seis meses sobre a detenção de quatro jovens de Orereta (Gipuzkoa), depois de terem participado numa manifestação contra a repressão na capital navarra, Iruñea. São todos acusados do crime de «terrorismo» e três continuam em prisão preventiva. No dia 10, a Coordinadora Estatal de Lucha Social promove uma concentração, em Madrid, para exigir a sua liberdade.

Ao longo destes seis meses, a exigência de liberdade para os jovens e a denúncia do processo em que estão envolvidos têm-se feito ouvir em vários pontos do País Basco e do Estado espanhol - de Granada a Barcelona. No domingo, 10, o protesto é em Madrid, na Plaza de Callao, às 19h00.

Numa nota, os promotores afirmam que não vão parar até que Endika, Petri e Rubén estejam em liberdade e lembram que, nestes «seis duros meses», os jovens «não claudicaram».

«Aqueles que o Estado capitalista reprime pela sua luta política são os que dão força à causa mais justa de todas, o fim deste sistema que explora a maioria [...] e os condena à miséria», sublinham. / Ver: lahaine.org

«La sombra de ‘Falange y tradición’ vuelve a Euskal Herria»

ASEH-Lisboa - AL, 09/04/2017 - 22:33
[La Haine] Desde hace aproximadamente un mes, han sido varias las acciones y atentados fascistas llevados a cabo en distintos puntos de Euskal Herria, con un ‘modus operandi’ que recuerda al del grupo ‘Falange y tradición’, que fue desarticulado en octubre de 2009 tras una cadena de ataques y amenazas a personas, locales y monumentos durante los años 2008 y 2009. (lahaine.org)

Ver tb.: «Aparecen pintadas fascistas en la escultura de Otsoportillo (Urbasa)» (Diario de Noticias)

«Espiral agressiva»

ASEH-Lisboa - AL, 09/04/2017 - 22:32
[De Luís Carapinha] No pano de fundo da crise do capitalismo, a escalada de tensões na cena internacional não pode deixar de ser levada a sério. A temperatura continua perigosamente a subir, com os EUA apostados em cavalgar crescentes contradições e impasses internos, vertendo mais gasolina na fogueira da desestabilização e desordem mundial em prol de uma hegemonia que se vai esgotando. Não é por acaso que o peso dos generais do Pentágono se reforçou consideravelmente na Casa Branca, que há uns meses remeteu ao Congresso uma proposta de orçamento que contempla um brutal aumento das despesas militares. (avante.pt)

«Exército Árabe Sírio está às portas de Deir ez-Zor»

ASEH-Lisboa - AL, 09/04/2017 - 22:31
Imagens divulgadas esta segunda-feira pelo Ministério sírio da Defesa mostram unidades do EAS, apoiadas por helicópteros russos, a atacar posições do Daesh, a cerca de cinco quilómetros de Deir ez-Zor. Informações mais recentes da Al-Masdar News dão conta de que as forças governamentais estarão a cerca de três quilómetros da cidade.
[...]
Os fortes combates a pouca distância da cidade sitiada levaram a que alguns dos seus habitantes viessem para as ruas, ontem à noite, celebrar a quebra eminente do cerco e dar vivas a Bashar al-Assad.

Num texto hoje divulgado pela Sana, o governador da província dá conta desse facto e destaca as tremendas provações que os habitantes de Deir ez-Zor padeceram nestes três anos, como «a falta de comida e os ataques diários dos terroristas, com morteiros», sem se esquecer daqueles que, «sendo da cidade, perderam a vida a defender a pátria». (Abril)

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