Después de escalar una montaña muy alta, descubrimos que hay muchas otras montañas por escalar

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«Lectura sobre la represión de la última semana»

ASEH-Lisboa - IG, 11/05/2017 - 22:34
[De Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão] Detención de presuntos miembros de ETA en Alemania – 12 jóvenes en la AN – Represión contra Catalunya – Encarcelamiento de Erreharria y confirmación de condena a Berrirohemen

El mismo día que han encarcelado a Alfredo Remírez (@erreharria), Andeka Jurado (@berrirohemen) ha sabido que el Tribunal Supremo ha ratificado la condena de un año y seis meses que la Audiencia nacional le impuso.

En el caso de Alfredo, le han encarcelado para un año por mostrar en fiestas de Amurrio dos muñecos que representaban la foto de dos presos políticos. La solidaridad es delito para los fascistas. El Movimiento Pro Amnistía hace suya la reivindicación que Alfredo hizo a favor de los presos y quiere mostrarle su solidaridad y su apoyo.

Por otra parte, han condenado a Andeka por dedicar la frase ‘Agur eta ohore’ (Salud y honor) en las redes sociales al fallecido Iosu Uribetxeberria. Iosu falleció como consecuencia de una enfermedad contraída y mal tratada en prisión, a Iosu lo mató la cárcel. Este movimiento hace suyo el humilde homenaje que Andeka le brindó a Iosu y quiere destacar la actitud digna que mantuvo en el juicio / Ver: amnistiAskatasuna (euskaraz hemen)

Nove habitantes de Barañain depõem na AN por apoiar família de um preso

ASEH-Lisboa - IG, 11/05/2017 - 22:33
Os nove moradores de Barañain (nos arredores da capital navarra) foram intimados há dois meses pela Guarda Civil, porque participaram num acto de apoio à família do preso político basco Xabier Sagardoy. Esta semana, souberam que vão depor na Audiência Nacional espanhola a 8 de Novembro.

Há já dois meses que sabem que estão a braços com a Justiça espanhola, que os acusa do crime de «enaltecimento do terrorismo» por terem participado num brinde de apoio à família de Xabier Sagardoy, preso político basco que se encontra na cadeia de Soria.

O brinde teve lugar no início das festas de Barañain deste ano, e, com ele, pretendeu-se também denunciar a política de dispersão a que Sagardoy é submetido e as consequências daí decorrentes para os seus familiares.

Agora, foi-lhes comunicado que terão de se apresentar ao juiz Ismael Moreno, do tribunal de excepção espanhol, no próximo dia 8, às 11h30. Foi-lhes dada a possibilidade de depor por videoconferência no Palácio de Justiça de Navarra, em Iruñea. / Ver: plazaberri.info

O bilbaíno Sebas Prieto foi libertado
O preso político basco Sebas Prieto foi libertado ontem de manhã, depois de ter passado 23 anos na cadeia, informou a Etxerat. O bilbaíno saiu da prisão de Teixeiro (Corunha), onde o esperavam amigos e familiares.

Ao cabo de 23 anos longe da sua terra, em virtude da política de dispersão que lhe foi aplicada, o bilbaíno pôs-se a caminho de Euskal Herria e, à tarde, foi recebido por centenas de pessoas no popular bairro de Otxarkoaga.

«Catalunha: ou o Povo ou Nada!»

ASEH-Lisboa - IG, 11/05/2017 - 22:32
[De Ivo Rafael Silva] Rajoy e Luís Filipe de Bourbon, figuras de topo de duas instituições manchadas por actos criminosos, usam da moral que não têm e de um poder assente sobre estacas podres, para apontar o dedo da legalidade e da ética a quem traduz o sentimento de um povo. A vontade dos catalães em libertar-se das amarras de Espanha não se prende, como alguns ignorantemente propalam, apenas com questões de correspondência a valores históricos ou culturais; é também e sobretudo, a vontade de libertação das amarras de uma abjecta teia capitalista e corrupta instalada, de uma governação insuportável, de um domínio económico e financeiro cada vez mais agressivo, de um sistema de justiça em que cada vez menos se pode confiar.
[...]
Aqui, como noutras latitudes, no presente como no passado, a chave da solução reside no próprio povo. É pelo povo que deve passar a tarefa da verdadeira união, organização e luta, e não por acordos fictícios de partidos já comprometidos com outros interesses. É às ruas, aos locais de trabalho, aos homens e mulheres, aos estudantes e reformados, a todos, sem excepção, que compete fazer o que não se pode esperar de tecnocratas de bafio como Puigdemont. E não tenhamos dúvidas de que se a força da independência emanar do povo, ela por si só vencerá. (manifesto74)

«Tragédia de Mariana: Crime completa dois anos neste 5 de novembro»

ASEH-Lisboa - IG, 11/05/2017 - 22:31
Há dois anos, o dia 5 de novembro marcaria a vida de milhares de pessoas que vivem ao longo da Bacia do Rio Doce. No primeiro momento, a avalanche de lama destruiu as comunidades de Mariana e Barra Longa – em Minas Gerais –, tirou a vida de 19 pessoas e seguiu um curso de contaminação de mais de 650 quilômetros até o Espírito Santo.
[…]
Hoje, os atingidos de Mariana seguem sem indenização definitiva, lutando pelo reconhecimento de direitos emergenciais. Vivem, continuamente, o rompimento da barragem. Na prática, estão aprendendo a ser atingidos – um saber indesejado e necessário. Brigam na Justiça para que sejam indenizados dentro de diretrizes determinadas por seus modos de vida, compatível ao sofrimento e às perdas que somente eles sabem medir. Em meio à dor, lutam para que a lama da rompida barragem de Fundão não arraste no tempo a vida secular de suas comunidade. (brasildefato.com.br)

Ver tb: «Dossiê Mariana: a infâmia global das corporações» (PCB)

Amurrio despediu-se de Alfredo Remírez, primeiro preso político da Operação Aranha

ASEH-Lisboa - L, 11/04/2017 - 22:34
As ruas da localidade alavesa encheram-se de solidariedade, esta sexta-feira. A população quis dizer um «até logo» a Alfredo, que hoje entrou na prisão, na sequência da conhecida Operação Aranha contra a liberdade de expressão.

Centenas de pessoas vieram ontem para as ruas de Amurrio, terra natal de Alfredo Remírez, para se despedir do seu conterrâneo, que tem um ano de cadeia pela frente. Alfredo é a primeira pessoa a ter de cumprir pena como consequência das operações policiais conhecidas como «Operação Aranha», dirigidas contra usuários das redes sociais por causa das suas ideias políticas.

Note-se que Alfredo já possuía antecedentes penais por ter mostrado, nas festas de Amurrio, um boneco de cartão a representar um preso, denunciando assim a política de dispersão. Esta pena estava suspensa, mas, ao ser condenado no âmbito da Operação Aranha, Alfredo Remírez vai ter de a cumprir.

A manifestação, muito participada, partiu às 19h30 da Praça de Amurrio, sob o lema «Azken izan dadila» (que seja o último). Ao longo do percurso ouviram-se palavras de ordem como «Erre Harria, libre nahi dugu!», «Alfredo, maite zaitugu» ou «Adierazpen askatasuna».
No final, teve lugar um acto político, em que participaram muitos amigos, colegas e familiares de Alfredo. Este foi o último a intervir. «Não me calarei; como me vou calar quando há presos como Ibon Iparragirre que estão a morrer na cadeia e o ministro diz que só o libertará quando lhe restarem dois meses de vida?», disse.

Alfredo Remírez agradeceu todas as expressões solidariedade e lembrou que isto não é um adeus, é um «até logo». / Ver: lahaine.org / VÍDEO aqui

Milhares manifestaram-se em Bilbo para apoiar a Catalunha

ASEH-Lisboa - L, 11/04/2017 - 22:33
Apesar da chuva, mais de 40 mil pessoas mobilizaram-se esta tarde na capital biscainha em solidariedade com a Catalunha, para denunciar a aplicação do artigo 155.º da Constituição espanhola e defender o direito dos povos a decidir o seu futuro.
Na manifestação, que decorreu sob intensa chuva e foi convocada pela coligação EH Bildu, pelos sindicatos ELA, LAB, ESK, Steilas, CNT, Etxalde e EHNE, e pela plataforma Gure Esku Dago, denunciou-se o autoritarismo do Estado espanhol e criticou-se o tridente formado pelo PP, o PSOE e o Ciudadanos.

Ao longo da mobilização ouviram-se gritos de «independência», «Catalunya aurrera» e exigiu-se a liberdade dos Jordis e dos membros do governo catalão, que receberam ordem de prisão do tribunal de excepção espanhol, da juíza-estrela do momento.

Criticou-se ainda as medidas no âmbito do artigo 155.º da Constituição espanhola como um ataque à democracia e ao direito dos povos a decidir.
A manifestação terminou junto à Câmara Municipal de Bilbo. A ela aderiram partidos e organizações como Podemos, Ezker Anitza-IU, Ernai, Independentistak, Eguzki, Berri Otxoak, Bilgune Feminista, Getariako Txikota Elkarte Soziala, Komite Internazionalistak, Hitz eta Hitz, Emakumeen Munduko Martxa, Bizkaiko Emakume Asanblada, Erabakizaleak, Brujas y Diversas e Askapena. / Ver: eitb.eus

«A ignorada revolta haitiana»

ASEH-Lisboa - L, 11/04/2017 - 22:32
[De António Santos] Entretanto, por todo o Haiti, o povo desafia nas ruas a proibição de manifestações contra o regime cleptocrata de Jovenel Moïse. O movimento que começou, em Setembro, quando foi apresentado o Orçamento do Estado, como um protesto contra o aumento dos impostos e taxas sobre o trabalho, transformou-se em mobilização nacional contra a doutrina neoliberal, clamor pela soberania e exigência de demissão do governo de Moïse.

No poder há um ano, Jovenel Moïse, partido Tèt Kale, é apenas o último nome na longa lista de serventuários do imperialismo dos EUA que, desde o golpe de Estado com o selo CIA contra o governo democraticamente eleito de Jean-Bertrand Aristide, em 2011, se sucedem num caótico turbilhão de violência, miséria e privatizações. (avante.pt)

«Os heróis morrem de pé»

ASEH-Lisboa - L, 11/04/2017 - 22:31
[De Bruno Carvalho / texto de Novembro de 2011] Os experientes guerrilheiros esperaram, escondidos, pela chegada da noite. Infelizmente, ela não foi suficiente para os proteger do tamanho inferno que as forças armadas colombianas lançaram naquela zona. Foi ali que morreu Alfonso Cano e foi dessa forma que o Estado colombiano respondeu aos apelos à paz e à negociação formulados pelo líder guerrilheiro um mês antes. À morte do comunista, do intelectual e do guerrilheiro, as FARC-EP responderam como respondem os revolucionários. «Não será esta a primeira vez que os oprimidos e os explorados da Colômbia choram um dos seus grandes dirigentes. Nem tampouco a primeira em que tomarão o seu lugar com a coragem e a convicção absoluta na vitória. A única coisa que a caída em combate do camarada Alfonso Cano simboliza é a resistência imortal do povo colombiano que prefere morrer do que viver de joelhos mendigando». (5dias.net)

Os presos políticos em Sevilha II em luta pela libertação de Ibon Iparragirre

ASEH-Lisboa - OT, 11/03/2017 - 22:34
Os 11 presos políticos bascos que se encontram na cadeia de Sevilha II deram início, na segunda-feira passada, a uma luta para exigir a libertação de Ibon Iparragirre, que está gravemente doentes.

Num processo rotativo, cada um deles realiza um jejum de 24 horas. Quando o último dos 11 presos jejuar, a vez passa novamente ao que jejuou em primeiro lugar, e a ordem mantém-se até que se solucione a situação de Ibon. É essa a determinação dos presos.

Numa nota, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) expressa o seu apoio a esta dinâmica, bem como a qualquer outra que, no futuro, os presos políticos decidam empreender pela liberdade dos seus camaradas doentes.

O MpA recorda que, no próximo dia 11, promove uma marcha até à cadeia de Alcalá-Meco, onde Ibon se encontra, e lembra a leitura que realizou há dias, em Bilbo, sobre a situação de Ibon e dos demais presos doentes (ver aseh). / Ver: amnistiAskatasuna (euskaraz hemen)

«El capitalismo europeo no salvará a nadie»

ASEH-Lisboa - OT, 11/03/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] Que el estado español no es una democracia no es un misterio. Que niega mediante la violencia el derecho de autodeterminación de las naciones tampoco. Que roba y explota legalmente a la clase trabajadora tampoco lo es. La pregunta sería entonces ¿lo es acaso Europa? Y en este caso Europa como Unión Europea. ¿Es la Unión Europea un faro democrático donde poder agarrarse que pueda poner límites al fascismo español?

Esta pregunta es importante porque tanto en Catalunya como en Euskal Herria existe una corriente de opinión que se deriva en una estrategia fundamentalmente abrazada por la socialdemocracia en la que en el caso de Catalunya piensa que la UE será la que ponga fin a los desmanes españoles y en el caso de Euskal Herria la que piensa que articulando mayorías democráticas es posible la emergencia de nuevos Estados. (BorrokaGaraiaDa)

«Exército sírio libertou a cidade de Deir ez-Zor»

ASEH-Lisboa - OT, 11/03/2017 - 22:32
A libertação total da cidade, hoje anunciada, culmina uma ofensiva lançada pelas forças de Damasco, com o apoio da aviação russa, há dois meses, depois de o EAS e de os seus aliados terem conseguido pôr fim ao cerco de quase três anos imposto pelo Daesh à cidade.

O Comando Geral das Forças Armadas sírias atribuiu grande significado à libertação de Deir ez-Zor, na medida em que se trata da capital da província homónima, rica em petróleo e gás, e com uma importante localização estratégica, no Leste do país, junto à fronteira com o Iraque. (Abril)

«O pensamento de Lénine» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - OT, 11/03/2017 - 22:31
Na edição n.º 204 do programa «Escuela de Cuadros», Néstor Kohan apresenta o pensamento revolucionário de Lénine a partir do seu livro Lenin, la pregunta del viento.

«El pensamiento de Lenin» [com Néstor Kohan]O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e @ escuela_cuadros.

«Carta a Alfredo Remírez, @erreharria»

ASEH-Lisboa - OG, 11/02/2017 - 22:34
[De Boro LH] Alfredo, compa y amigo, aunque ya esperábamos la mala noticia hacia semanas, ayer al conocer la fecha de tu entrada en prisión, una mezcla de rabia y asco se apoderó de mí. Sensación de impotencia ante tanta injusticia, pero también de gran preocupación al ver el cariz que están tomando las cosas. Te ha tocado a ti la lotería, compañero, de ser el primero que vas a pasar por prisión como consecuencia de opinar en las redes sociales, lo cual crea un precedente muy tétrico y abre la puerta a la barra libre a la represión y al encarcelamiento de personas por sus opiniones.

Ya es oficial, hombres de verde se pueden presentar en casa de cualquiera que haya dicho algo que no sea del agrado del gobierno, detenerle y hasta encarcelarle por ello. / Ver: lahaine.org

«Prémios»

ASEH-Lisboa - OG, 11/02/2017 - 22:33
[De Filipe Diniz] Quanto ao prémio Sakharov, a coisa é significativamente mais desequilibrada. E até arriscada. Com uma manifesta obsessão de premiar «dissidentes» recentes (só Cuba já foi brindada por três vezes), arrisca-se a premiar alguma gente a contas com a Justiça por razões que nada têm a ver com «democracia» ou «direitos humanos». Ou trastes políticos cujo valor democrático a vida se encarrega de esclarecer, como sucede com Robert Ménard, cabeça da premiada ONG Repórteres Sem Fronteiras, maire pelo Front National, fascista e racista. António Tajani não gostou de ouvir risos no PE. Apesar da vida dura a que a conspiração imperialista o sujeita, o último a rir será o povo venezuelano. (avante.pt)

«Trabalhadoras da Bershka em Pontevedra vão continuar em greve»

ASEH-Lisboa - OG, 11/02/2017 - 22:32
Num plenário ontem realizado na sede da Confederação Intersindical Galega (CIG) em Vigo, as 65 trabalhadoras que laboram nas lojas da Bershka na província de Pontevedra decidiram manter-se em greve, considerando insuficiente a proposta da empresa, que se nega a equiparar, a nível salarial, as trabalhadoras de Pontevedra e as da Corunha, informa o Avantar.

Prossegue, desta forma, a paralisação por tempo indeterminado que as trabalhadoras das cinco lojas da Bershka na província de Pontevedra iniciaram há oito dias, com uma adesão de 100%. Para esta sexta-feira, está prevista uma nova mobilização em Arteixo frente à sede da Inditex, grupo têxtil a que a Bershka pertence. (Abril)

Etsaiak - «Etorkizuna»

ASEH-Lisboa - OG, 11/02/2017 - 22:31
Tema incluído no álbum Presoak SOS (1994). A banda é de Leikeitio (Bizkaia).

Morreu um trabalhador de Barakaldo na Cementos Lemona

ASEH-Lisboa - AZ, 11/01/2017 - 22:34
Um habitante de Barakaldo (Bizkaia) de 53 anos de idade morreu ontem, na sequência de acidente laboral ocorrido ao meio-dia, na empresa Cementos Lemona, ao cair num silo de uma altura de 20 metros. Trata-se do 50.º trabalhador a perder a vida em acidentes laborais no País Basco Sul este ano.

Colectivos sociais e organizações sindicais convocaram para amanhã, dia 2, uma concentração, às 19h30, na Praça Bide Onera, em Barakaldo, sob o lema «La precariedad laboral mata. Lan Istripurik Ez!».

Desta forma, os promotores da concentração querem manifestar o seu apoio aos familiares e amigos do trabalhador falecido, bem como denunciar que «a subcontratação, a precariedade, a falta de medidas de prevenção ou a total falta de investimento em medidas de segurança estão na origem dos acidentes de trabalho», incluindo os mortais. (Barakaldo Digital)

«Más sobre beneficios penitenciarios y peajes políticos»

ASEH-Lisboa - AZ, 11/01/2017 - 22:33
[De Jon Iurrebaso Atutxa] Se plantea aceptar la vía política del enemigo con el objeto de acompañar y contribuir en el camino hacia la independencia. Pero no se dice lo que ello supone. Y si no se dice premeditadamente, eso quiere decir que se oculta.

Es decir, hay quienes pretenden hacernos creer que han descubierto la panacea para solucionar los problemas de Euskal Herria. Y este cuento consiste en desarrollar líneas de intervención «efectivas» y unilaterales. Pretenden meternos en la sangre que lo efectivo es no luchar. Y los más incautos saben que sin lucha no hay otra cosa que la sumisión. Admitir lo que el enemigo nos exige para poder respirar, no más. Y lo unilateral tiene que ver con la rendición. Efectivamente, unilateralmente tomo la iniciativa de rendirme. (lahaine.org)

«Breve história da NATO de 1991 aos nossos dias (III, IV)»

ASEH-Lisboa - AZ, 11/01/2017 - 22:32
[De Manlio Dinucci] Continuamos a publicação deste importante estudo de Manlio Dinucci.
Trata-se agora do «novo conceito estratégico» com que a NATO se atribui o direito de operar em qualquer parte do mundo, e do avanço da Aliança até às fronteiras da Rússia. (odiario.info)

«Os invisíveis»

ASEH-Lisboa - AZ, 11/01/2017 - 22:31
[De Bruno Carvalho] No cemitério de silêncio em que a imprensa enterra os acontecimentos que não encaixam naquilo que considera ser prioritário o 24.º Encontro Nacional de Pessoas com Deficiência passou absolutamente despercebido.
[...]
Em Portugal, apesar dos avanços na legislação e na Constituição da República Portuguesa, ter uma deficiência congénita ou adquirida é um passaporte para a exclusão social. Esses direitos, conquistados através da luta e que praticamente resgataram a população com deficiência da marginalidade, têm de ser efectivados. As pessoas com deficiência e as suas associações reivindicaram a inclusão como cidadãos de pleno direito na abordagem ao Orçamento do Estado para 2018. (Abril)

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