Si al humanismo se le separa de la revolución, deja de ser verdadero humanismo, y si a la revolución se la separa del humanismo, deja de ser verdadera revolución

Boris Bialik

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EH Lagunak (pt)

A Rede de Eleitos exige a imediata paralisação do TGV em Nafarroa

ASEH-Lisboa - AZ, 05/08/2013 - 23:34
A Rede de Eleitos de Nafarroa a favor do comboio e contra do TGV, que conta com mais de 300 membros de diversas forças e zonas do herrialde, manifestou ontem a sua satisfação com a decisão dos governos navarro e espanhol, que optaram pela rede multifuncional na maior parte do chamado «corredor navarro», adaptando a actual via à bitola internacional e abandonando o projecto de construir um novo traçado para o TGV. Lembraram que esta possibilidade foi recomendada por especialistas e apoiada por mais de 40 municípios.
No entanto, manifestaram-se contra a intenção de prosseguir com as obras do TGV entre Castejón e Tafalla, algo que consideram «totalmente despropositado».
«Estando demonstrado e sendo aceite que a sul e a norte deste ramal a solução do terceiro carril, válido para mercadorias e passageiros, é a melhor, prosseguir com as obras de uma via paralela à existente, onde a orografia é totalmente plana e praticamente sem curvas, é completamente inadmissível. É tirar dinheiro directamente do bolso dos contribuintes e é também insustentável do ponto de vista ambiental», sublinharam.
«Para piorar a situação, criar uma nova infra-estrutura de transporte implica aumentar as futuras despesas de manutenção. E hoje o Governo de Navarra admite em privado que não tem dinheiro para arranjar as estradas, que são as infra-estruturas que mais interessam aos municípios e que lhes dão serviço», acrescentaram.
Por isso, exigiram a imediata paralisação das obras do TGV e o cancelamento do acordo entre Iruñea e Madrid, «que foi assinado por Miguel Sanz, Álvaro Miranda e José Blanco, actualmente imputados nos tribunais».
A Rede de Eleitos convocou ainda uma manifestação para exigir a paralisação das obras do TGV para dia 25 em Tafalla, às 19h00. / Ver: Gara / Texto da conferência de imprensa (cas/eus): boltxe.info

Eina - «Deixalles»

ASEH-Lisboa - AZ, 05/08/2013 - 23:33

Tema do álbum L'Estat i la Revolució (2011), dos catalães Eina.

A Polícia francesa prendeu seis pessoas que relaciona com a ETA

ASEH-Lisboa - AT, 05/07/2013 - 23:35
O contributo dos estados para o chamado «processo de paz». Errepresio ez da bidea! A repressão não é o caminho! Atxilotuak askatu! Liberdade para os detidos! Atenção às mobilizações. Na foto, manifestação nas ruas de Zarautz (Gipuzkoa).
A Polícia francesa prendeu hoje de manhã seis pessoas que relaciona com a ETA numa operação policial levada a cabo em a colaboração com a Guarda Civil, segundo divulgou o Ministério espanhol do Interior. As detenções foram efectuadas na sequência de uma operação policial que decorreu em diversos pontos do Estado francês.
De acordo com os dados divulgados pelas agências espanholas, os detidos serão Raúl Aduna (Gasteiz), Andoni Goikoetxea (Tolosa), Igor Uriarte (Barrundia), Ekhiñe Eizagirre (Zarautz) e Julen Mendizabal e Kepa Arkauz (Arrasate).

De acordo com um comunicado do Ministério do Interior francês, duas pessoas foram presas na localidade de Blois, capital do departamento de Loir-et-Cher; outras duas na localidade occitana de Brive-la-Gaillarde, no departamento de Corrèze; e outras duas em Montpellier. / Fonte: naiz.info / Ver: Berria e kazeta.info

Leitura:
«Represión: Un sueño imposible», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Los estados buscan la victoria aunque no han conseguido la presión suficiente para conseguirla. Entre otras cosas por su fracaso parcial en los objetivos represivos y por su incapacidad para derrotar a ETA. De esta manera, no pueden escenificar una victoria negociando o dialogando con el supuesto perdedor ya que esto en su opinión alienta la creencia de la eficacia de la lucha del MLNV.
O Tribunal de Westminster aprovou a extradição do bilbaíno RAÚL FUENTES O Tribunal de Westmisnter aprovou hoje a extradição do bilbaíno Raúl Fuentes. Desde que foi detido, em Novembro do ano passado, Raúl encontra-se numa prisão de Londres, em condições duras, e foi dali que hoje depôs, por vídeo-conferência, respondendo às questões do juiz Nicholas Evans e afirmando ter sido torturado em 1991, quando foi preso pela Polícia espanhola. Depois de ter conhecimento da decisão judicial, o advogado de defesa anunciou que iria apresentar um recurso. Raúl Fuentes foi preso em 16 de Novembro de 2012 pela Polícia britânica em Liverpool, sendo depois encarcerado. Ontem à tarde, realizou-se uma concentração no bairro de Indautxu para pedir o fim do processo de extradição. / Fonte: BilboBranka
EIDER ZURIARRAIN e EURI ALBIZU, libertados sob fiança Foram ambos julgados em Fevereiro deste ano; e em Abril, foram ambos condenados a sete anos e meio de cadeia, acusados de ajudar a ETA. Eider (Bilbo) foi presa na sexta-feira passada pela Ertzaintza em Sondika, quando saía do trabalho e Euri (Segura, Gipuzkoa) entregou-se hoje no tribunal de excepção espanhol, que decidiu que ambos podiam aguardar em liberdade a decisão do Supremo sobre os recursos interpostos pela defesa contra as condenações. Têm de pagar uma fiança de 20 000 euros. Ontem, 100 pessoas manifestaram-se em Deustu para exigir a sua libertação e para exigir aos estados o fim da «estratégia de guerra». / Ver: Berria e BilboBranka

Pedem a absolvição de quatro jovens grevistas de Bilbo

ASEH-Lisboa - AT, 05/07/2013 - 23:34
Um grupo de pessoas de Bilbo criou a plataforma «Grebalariak aske!» para pedir a absolvição de quatro jovens imputados na sequência de incidentes ocorridos na Greve Geral de 29 de Março 2012. A Procuradoria pede cerca de 14 anos de prisão para Urtzi Martinez, Jon Telletxea e Aitor Fernandez. Para Irantzu Yaldebere, que era menor quando foi detida, pede 18 meses de trabalho social. Acusam-nos de ter ferido dois ertzainas.
Para os membros da plataforma, o processo movido contra os quatro jovens baseia-se numa «montagem» policial. Acrescentaram que os jovens foram presos pelo trabalho que realizam ao nível do movimento social nos seus bairros; afirmaram que a Procuradoria se baseia apenas na versão da Ertzaintza, sem apresentar qualquer prova que confirme a participação dos jovens nos incidentes. Entretanto, a plataforma deu início a uma campanha de recolha de assinaturas e de apoio a um manifesto hoje apresentado.
Penas pedidas: Aitor Fernandez: 14 anos e 5 meses de prisão / Urtzi Martinez: 13 anos e 11 meses prisão / Jon Telletxea: 13 anos e 11 meses de prisão / Irantzu Yaldebere: 18 meses de trabalho social / Fonte: topatu.info / Mais informação e vídeo: BilboBranka
Sindicatos e colectivos sociais registam em Nafarroa a convocatória de greve geral para 30 de Maio Uma delegação dos sindicatos e dos colectivos sociais que convocam a Greve Geral de 30 de Maio registou hoje a convocatória de greve no Departamento de Trabalho de Nafarroa. Em declarações à comunicação social, Mitxel Lakuntza (ELA) e Igor Arroyo (LAB) enfatizaram a necessidade da greve para promover a mudança social em Nafarroa, face a um modelo corrupto e anti-social. Por outro lado, pediram aos sindicatos UGT e CCOO que ouçam a mudança pedida pela maioria social e que adiram também à Greve Geral. / Ver: LAB

Iñaki Gil de San Vicente: «Construyendo ahora el poder popular»

ASEH-Lisboa - AT, 05/07/2013 - 23:33
El movimiento popular es una de las formas de intervención del pueblo trabajador, siendo las otras dos fundamentales, el movimiento obrero y el movimiento social. Por fundamentales entendemos las que afectan a la estructura elemental de reproducción de la propiedad burguesa y franco-española en Euskal Herria, habiendo otras también importantes pero de impacto menor, en las que no podemos extendernos ahora. La distinción entre estas tres formas fundamentales de lucha -langile mungimendua, herri mugimendua eta gizarte mugimendua- surge tanto de las opresiones a las que se enfrentan como de los grados de conciencia sociopolítica nacional de clase que por lo general existen en esas formas de lucha. (boltxe.info)
«Carta abierta de Pili Zabala, hermana de Joxean Zabala, al parlamento vasco», de Pili ZABALA (lahaine.org) El día en que se publicó la inédita noticia de la supuesta identificación de unos restos óseos cruelmente torturados y custodiados durante diez años en la cámara del depósito de cadáveres del cementerio de Alicante, por deseo único y exclusivo del médico forense Antonio Brú, saltaron todas las alarmas y los políticos vascos y españoles comenzaron a restar importancia al crimen «no perfecto» pero sí más cruel, atroz y brutal cometido durante la transición española.
«La miseria moral del periodismo guay», de Manuel NAVARRETE (insurgente.org) En tiempos en que la crisis destroza la vida de cada vez más gente y en que, en consecuencia, la hegemonía cultural de la sociedad va cambiando, surgen estos personajes «de la ceja» para tratar de domesticar la inevitable reacción popular, cumpliendo el rol histórico de quien intenta evitar que las masas rompan los cauces institucionales impuestos por sus opresores.

Colectivos sociais concentraram-se em Gasteiz e pediram ao PP que respeite os direitos dos presos

ASEH-Lisboa - AT, 05/07/2013 - 23:32
Uma vasta representação do tecido associativo concentrou-se ontem frente à Subdelegação do Governo espanhol em Gasteiz para denunciar a situação dos presos políticos bascos. Durante a concentração, em que se juntou gente de cerca trinta colectivos sociais - como EHE, Askapena, Bai Euskal Herriari, Behatokia, TAT, Esait, Euskal Herriko Kristau Elkarteak ou Eleak mugimendua - foi entregue um relatório aos representantes de Madrid. Um amplo dossier em que se incluem as violações dos direitos dos presos.
Em declarações à comunicação social, Begoña Olega (Salhaketa) lembrou que os grupos ali presentes, que expressaram o seu apoio à convocatória do Herrira para o próximo dia 18 de Maio, não pedem que sejam atribuídos benefícios «excepcionais» aos presos. «Pede-se o cumprimento da lei vigente, da sua lei. O Governo tem de cumprir a lei», disse.
Neste sentido, lembrou que nas prisões espanholas e francesas há pessoas gravemente doentes que deviam ser postas em liberdade, tal como dita a lei; e disse que muitas outras continuam na prisão apesar de terem cumprido três quartos da pena. Referiu-se ainda às condições de vida dos presos, que pioraram por causa da actual crise.
Em relação à atitude do Governo espanhol, Oleaga, que falou à comunicação social acompanhada por Erlantz Anda (Gasteizko Txosnak), sublinhou que o PP tem de tomar nota da vontade maioritária da sociedade basca. «O seu imobilismo é indefensável, e persistir na sua teimosia não fará mais que aumentar o sofrimento e, consequentemente, o repúdio por estas políticas», disse. / Ion SALGADO (Gara)
Concentração frente à sede do PP em Iruñea Como todas as segundas-feiras, ontem à tarde houve concentração na capital navarra, frente à sede do PP, em defesa do direito dos presos a viver livres em Euskal Herria. Estiveram presentes 53 pessoas, e nas faixas que seguravam lia-se: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira» e «La dispersión mata». / Fonte: lahaine.org

Na sequência da estratégia das ilegalizações, perto de 70 navarros enfrentam julgamentos políticos

ASEH-Lisboa - AL, 05/06/2013 - 23:37
Numa conferência de imprensa que decorreu frente ao Tribunal de Iruñea, o movimento Eleak manifestou hoje o seu apoio aos navarros que estão à espera de julgamento, «na sequência da estratégia das ilegalizações». Tanto os indiciados como o movimento de defesa dos direitos civis e políticos pediram aos cidadãos que construam um «muro popular» por forma a parar os julgamentos «e para que mais ninguém vá parar à prisão».
Se em Nafarroa há 70 pessoas à espera de julgamento, em toda Euskal Herria rondam as 200, segundo afirmaram. Também disseram que dentro em breve serão conhecidas as sentenças de dois jovens de Burlata e de cinco outros de Iruñerria.
Elogiaram o trabalho feito no Aske Gunea, em Donostia, pediram à sociedade que continue a mobilizar-se e convidaram os cidadãos a participar na assembleia que terá lugar no dia 23 no bairro da Txantrea, na capital navarra, para ali debater a forma de organização do muro popular.

Declarações à imprensa de Itxaso Torregrosa (imputada) e de Oihan Atauna (membro do Eleak). / Fonte: ateakireki.com e naiz.info

[Áudio] Primeira jornada do curso de formação ideológica da Askapena, em Arrasate

ASEH-Lisboa - AL, 05/06/2013 - 23:36
No sábado passado, 4 de Maio, realizou-se em Arrasate (Gipuzkoa) a primeira jornada do «II Formazio Mintegia» da Askapena, que contou com a participação de Iñaki Gil de San Vicente, representantes da Bilgune Feminista, Manuel Navarrete e Martxelo Díaz como oradores.
70 pessoas participaram nesta primeira jornada do curso de formação ideológica organizado pela Askapena, bem como no debate proposto pela Bilgune Feminista, que permitiu que os presentes participassem directamente na teorização conjunta do feminismo e do internacionalismo.
Áudio: Exposição de Iñaki Gil de Vicente (cas)
Áudio: Exposição de Manuel Navarrete (cas)
Áudio: Conferência de Martxelo Díaz (eus)
No próximo sábado, 11 de Maio, terá lugar a segunda jornada do curso de formação ideológica, com a participação de Santi Ramirez («Europa en crisis»), Susana González («Desafíos de la izquierda revolucionaria»), Luismi Uharte («Euskal inperialismo») e Nekane Jurado («Alternatiba sozioekonomikoak eraikitzen»).
Para assistir às conferências, é preciso enviar uma mensagem com os elementos do ou da interessada para o endereço formaziomintegia@askapena.org / Fonte: askapena.org / Fotos: Curso de formação ideológica (Askapena)

AHT Gelditu: «Nafarroa terá a linha de TGV mais curta e absurda»

ASEH-Lisboa - AL, 05/06/2013 - 23:35
Numa conferência de imprensa na terça-feira em Iruñea, a plataforma AHT Gelditu criticou as intenções do Governo navarro em relação ao TGV, uma vez que parece teimar em construir uma nova linha entre Castejón e Arrizabalaga, mesmo depois de Madrid ter abandonado os planos para efectuar as ligações com Saragoça (Aragão) e o «Y basco».
«Quer construir a linha de TGV mais curta e absurda do mundo, uma cicatriz de cimento em Navarra com 60 quilómetros, uma ilha entre Saragoça e a CAB», disseram. / Martxelo DÍAZ / Ver: Gara / Mais informação: ateakireki.com e boltxe.info

Vaz de Carvalho: «Capitalismo: Um sistema esgotado e sem soluções»

ASEH-Lisboa - AL, 05/06/2013 - 23:34
A austeridade está a fazer na Europa do ponto de vista económico e social o equivalente: impõem-se estratégias de há mais de um século no mundo financeirizado e globalizado de hoje. Austeridade que consiste na espoliação das camadas trabalhadoras para que o grande capital tenha a liberdade de agir segundo os seus exclusivos interesses, ou seja, «estabelecer o egoísmo universal como requisito de racionalidade (o que) é claramente absurdo» (1). / Qualquer que seja o eufemismo: «reduzir a despesa» - que se traduz em mais impostos indiretos e desemprego - ou substituir o «Estado Social» pela «Economia Social de Mercado», o que quer que isto queira dizer, não passa de um oximoro: aceitando as regras do mercado, ou antes, «dos mercados», o social resume-se a «espremer a classe trabalhadora e dar alguma coisa aos mais pobres» (2). (ODiario.info)
«Factor de sostenibilidad: el gran saqueo de las pensiones», de Ainhoa ETXAIDE* (Gara) Pero parece que toda esta carnaza en la que nos quieren convertir no es suficiente para saciar el apetito del capital y de quienes lo protegen políticamente. El Gobierno español nos anuncia una nueva medida: el factor de sostenibilidad. Y para que nadie se asuste con la palabreja, lo diremos de otra manera: la nueva fórmula para recortar permanentemente las pensiones. [*secretária-geral do sindicato LAB]
«Precursores de la izquierda abertzale: ANV», de Eduardo RENOBALES (BorrokaGaraiaDa) Siguiendo la serie de artículos sobre precursores del nacionalismo vasco progresista que se está difundiendo en Borroka garaia da!, quiero detallar la aportación de la formación, que a mi entender, desarrolla una línea ideológica que rompe totalmente con el aranismo jelkide de los primeros años para alcanzar estrategias de liberación nacional y social modernas. / Se trata como sabréis de EAE-ANV (Eusko Abertzale Ekintza-Acción Nacionalista Vasca)

Desportistas bascos apoiam a Lasterbidean, corrida popular contra a dispersão e o exílio

ASEH-Lisboa - IG, 05/05/2013 - 23:36
Numa conferência de imprensa que deram esta quinta-feira na Foruen Plaza de Gasteiz, desportistas de diversas modalidades manifestaram o seu apoio público à corrida popular solidária que terá lugar no dia 2 de Junho em Oiartzun (Gipuzkoa). Desta forma, aderem ao trabalho que tem por objectivo garantir os direitos fundamentais das pessoas que são obrigadas a viver longe de casa - em virtude da dispersão ou do exílio.
Segundo afirmaram, a iniciativa referida - Lasterbidean - é constituída por um grupo de cidadãos que apoiam os objectivos da associação de familiares e amigos de presos políticos Etxerat; no seu caso, querem contribuir para a iniciativa - em clave solidária e procurando soluções - a partir da área que lhes diz respeito, o mundo do desporto.
Assim, futebolistas, jogadores de pelota basca, de andebol, entre outros desportistas bascos, manifestaram o seu apoio à corrida popular solidária e convidaram todos os cidadãos a estarem presentes no dia 2 de Junho em Oiartzun. / Ver: naiz.info / Ler texto da conferência de imprensa: boltxe.info

Marchas solidárias de Ondarroa e Erromo até às prisões de Puerto I e Valhadolide No passado dia 20 de Abril, realizou-se em Ondarroa (Bizkaia) uma corrente humana entre a Zubi Barri e a Alameda para pedir a derrogação da doutrina 197/2006; a iniciativa enquadrou-se na campanha «8+18+10=36 urte! Nahikure! Mamarru etxea!».
Na sexta-feira passada, dia 3 de Maio, no âmbito da mesma campanha, cerca de vinte pessoas partiram da localidade costeira biscainha com destino à prisão de Puerto I (Cádis), onde se encontra o seu conterrâneo Isidro Garalde, Mamarru. Recorde-se que Garalde cumpriu na íntegra pena a que foi condenado em Fevereiro de 2010 e que integra também a lista de presos políticos bascos com doenças graves.
Foi o segundo ano em que o comité popular Ein Daigun Bidi organizou a marcha e a campanha, e ambas se irão manter «até que a doutrina 197/2006 seja derrogada e o ondarrutarra Isidro Garalde, Mamarru, esteja em casa». / Fontes: turrune, turrune e aseh
Até Valhadolide, «no dia em que Kitxu devia estar connosco» Ontem de manhã, partiu de Erromo (Getxo, Bizkaia) um autocarro cheio de habitantes do bairro com destino à prisão de Valhadolide, onde está encarcerado Iñaki Gonzalo Casal, Kitxu, preso político do bairro getxoztarra que devia ter sido libertado precisamente ontem, dia 4 de Maio.
No entanto, e tal como aconteceu a tantos outros presos políticos bascos, foi-lhe aplicada a chamada «doutrina Parot», não se sabendo agora qual será a nova data de saída. Corre o risco de que lhe prolongue a pena em mais 12 anos. Em relação à marcha de ontem, de acordo com as informações que chegaram à aseh, Kitxu terá conseguido ouvir os habitantes do bairro que se deslocaram a Valhadolide.

A Audiência Nacional proibiu o Bizkargi Eguna e Larrabetzu respondeu com uma festa

ASEH-Lisboa - IG, 05/05/2013 - 23:35
Baseando-se numa frase da convocatória para a subida ao monte Bizkargi - «Hemos nacido para la lucha» -, a Audiência Nacional espanhola proibiu o Bizkargi Eguna, acto tradicional que se celebra na localidade biscainha de Larrabetzu e no qual são homenageados os gudaris bascos que na Guerra de 36 defenderam com heroísmo e muito sangue a República e a soberania basca das hordas fascistas espanholas.
Depois, a Polícia autonómica - que recebeu instruções para tal do tribunal de excepção espanhol - fez questão de garantir as leis espanholas eram cumpridas e que o acto político não se realizaria, enviando um par de furgões para o local.
Como subir o monte ainda não é proibido nesta «democracia», cada vez mais espanhola e menos democrática, dezenas de pessoas fizeram-se ao monte e, como é hábito, subiram até ao cume do Bizkargi, onde os fascistas assassinaram dezenas de gudaris. Estes defendiam a democracia daqueles anos face à agressão fascista espanhola, que, como é sabido, acabou por instaurar um regime assassino.
Num dia tão bonito como o de hoje - e não estando ainda proibidas também as festas -, centenas de pessoas viveram depois uma jornada de confraternização e alegria na praça de Larrabetzu - que por certo soube bem melhor do que a vitória dos amargos censuradores de sempre. A diversão e o bom ambiente foram as notas dominantes.
O povo em grande versus o fascismo espanhol e seus aliados. / Fonte: boltxe.info

Sartaguda recorda os fuzilados pelo franquismo e reivindica «verdade, justiça e reconhecimento»

ASEH-Lisboa - IG, 05/05/2013 - 23:34
Cerca de 200 pessoas participaram em Sartaguda - «a terra das viúvas» - no primeiro «Dia da Memória histórica de Navarra», ontem, dia do quinto aniversário do Parque da Memória da localidade da Erribera.
A Asociación Pueblo de las Viudas, a Affna (Associação de Familiares de Fuzilados de Nafarroa) e os treze colectivos que integram o Autocarro da Memória juntaram cerca de duas centenas de pessoas numa cerimónia emotiva, na qual se rendeu homenagem aos fuzilados e perseguidos pelo franquismo e se pediu às instituições que intervenham.
O porta-voz da Affna, Joseba Ezeolaza, destacou as três reivindicações que orientam a sua acção, «verdade, justiça e reconhecimento», e as organizações promotoras do acto afirmaram que a prioridade é recordar a razão pela qual foram fuziladas 3500 pessoas - que ainda não foram devidamente reconhecidas, criticaram.
Homenagem a José María Jimeno
No acto principal, foi homenageado o historiador José María Jimeno Jurio, cujas investigações permitiram localizar numerosas valas comuns e valetas com restos mortais de fuzilados. Depois, os presentes participaram num almoço popular, que decorreu em ambiente de festa nas piscinas da localidade. / Fonte: naiz.info
Ver também: «Erakundeen "utzikeria" salatu dute 1936ko gerran hildakoen omenaldian», de Urtzi URKIZU (Berria)

Zeca Afonso - «De não saber o que me espera»

ASEH-Lisboa - IG, 05/05/2013 - 23:33

Do álbum Fura Fura (1979). [Letra]

Desafio: criar redes desobedientes e de apoio solidário a nível local contra as condenações políticas

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:38
Diversos colectivos de Euskal Herria, reunidos em torno do movimento Eleak, deram ontem uma conferência em Iruñea, na qual fizeram um apelo para que sejam criadas em cada bairro redes locais de apoio e solidariedade, que funcionem como forma de protecção e defesa a quem é perseguido por leis injustas.
Na conferência de imprensa, com o Eleak estavam representantes de colectivos que viveram na primeira pessoa experiências desse género, como a Gasteizko Ekaitz Etxean Ekimena, a Bilboko EZPAM! Ekimena, a Oreretako Gure Etxeko Ateak Zabalik Dituzue Ekimena ou o Donostiako Aske Gunea.

Todos eles defenderam que, depois do que se passou no Boulevard donostiarra, é preciso que a sociedade se comprometa e se organize de forma autónoma de maneira a preservar os direitos civis e políticos das pessoas face a agressões e perseguições.
«Trata-se de um desafio ao compromisso e à auto-organização», para fazer frente ao desafio com que a sociedade se viu confrontada depois do que se passou no Aske Gunea. «Apesar das coisas importantes que se conseguiram, isso não basta», referiram.
Através destas iniciativas a nível local, o movimento de defesa dos direitos civis e políticos quer mostrar à sociedade as injustiças que se estão a ser cometidas contra habitantes de toda Euskal Herria. / Ver: naiz.info
O próximo desafio: criar redes de apoio solidário [Em euskara e castelhano.] Ler texto da conferência de imprensa (eus / cas): eleakmugimendua.info

600 cadeiras vazias pelos direitos dos presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:37
O Herrira fez hoje um apelo à participação na iniciativa que convocou para dia 18 de Maio: encher as praças das mais diversas localidades. Hoje, o referido movimento colocou 600 cadeiras vazias na Praça do Município de Iruñea, para recordar os presos.
O movimento Herrira pediu hoje às pessoas que no dia 18 de Maio encham as praças em defesa dos direitos dos presos políticos bascos. Numa conferência de imprensa realizada em Iruñea, Elena Lakabe e Nestor Esteban disseram que «é tempo de dizer basta e de respeitar os direitos humanos de todas as pessoas». Pediram o «fim das medidas de excepção e do sofrimento».
A conferência do Herrira teve lugar na Praça do Município, onde foram colocadas 600 cadeiras vazias para recordar os presos políticos bascos que se encontram nos cárceres. «Continuam dispersos, a ver os seus direitos humanos violados e são vítimas de uma política prisional que dificulta o caminho para a paz», afirmaram.
«Tendo em vista a atitude dos governos», consideraram «fundamental» a participação dos cidadãos nos protestos, por forma a ultrapassar a actual situação. / Fonte: Berria / Vídeo: ateakireki.com
Juan Mari Maizkurrena e Xabier Atristain foram presos pela Ertzaintza Juan Mari Mariezkurrena e Xabier Atristain foram presos hoje à tarde pela Polícia autonómica. Foram ambos julgados em Fevereiro no tribunal de excepção espanhol, juntamente com Ibai Beobide, Euri Albizu, Eider Zuriarrain, Miren Josune Balda, Jose Agustin Camacho, Adur Aristegi e Jon Rosales.
No dia 16 do mês passado, Maizkurrena foi condenado 7 anos e meio de cadeia por «ajuda à ETA» e Atristain foi condenado a 17 anos, acusado de ser um «etakide». Hoje, Juan Mari Maizkurrena foi preso em Hernani (Gipuzkoa), e o donostiarra Xabier Atristain entregou-se numa esquadra.
Também condenada no mesmo processo (acusada de «ajuda à ETA»), Eider Zuriarrain foi ontem presa pela Ertzaintza em Sondika (Bizkaia). Ao fim da tarde, 200 pessoas manifestaram-se em Larrabetzu (Bizkaia) contra a detenção. Mais logo, haverá uma manifestação de protesto em Donostia (Konstituzio plaza, 19h30) contra as detenções. / Ver: Berria e larrabetzutik.org

A família de Iñigo Cabacas teme um «pacto de silêncio» na Polícia autonómica

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:36
Manuel e Josefina, pais de Iñigo Cabacas, o jovem apoiante do Athletic que morreu em Abril de 2012 depois de ser atingido por uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza, compareceram ontem, acompanhados pelas suas advogadas, na Comissão de Segurança e Justiça do Parlamento de Gasteiz para exigir o esclarecimento dos factos e da carga policial que esteve na origem na morte do seu filho.
O pai de Iñigo Cabacas criticou duramente a atitude do antigo conselheiro do Interior do Governo de Lakua, Rodolfo Ares, tendo referido que esta figura os «enganou desde o primeiro dia» e lhes «mentiu vilmente» sobre a morte do seu filho. Os pais do jovem pediram que seja constituída uma comissão de investigação no Parlamento de Gasteiz, com o apoio de todos os grupos, para esclarecer os factos e proceder às mudanças necessárias para que uma situação como esta não se repita.
Manuel Cabacas manifestou-se ainda preocupado pela possibilidade de no seio da Polícia Autonómica basca existir um «pacto de silêncio», que poderia até incluir a conselheira da Segurança, Estefanía Beltrán de Heredia.
Lembrou que, depois de as gravações das conversas entre os agentes na noite em que Iñigo foi atingido terem vindo a público e de o Departamento do Interior ter dado a entender que iria afastar alguns agentes, alguns meios de comunicação noticiaram o mal-estar no seio dos polícias, bem como ameaças de greve e exigências de que não os «abandonassem».
A mãe de Iñigo, Fina Liceranzu, disse que, tendo em conta o que foi revelado pelas testemunhas presenciais, aquilo que se passou com o seu filho podia ter acontecido a mais gente, pois os polícias dispararam balas de borracha contra a multidão.
A Polícia continua a usar balas de borracha assassinas como as que mataram Iñigo. O primeiro passo para que tal não se repita é deixar de utilizar este tipo de armamento. / Ver: boltxe.info e naiz.info

Rafael Narbona: «La tortura en Euskal Herria»

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:35
No se trata de un suceso ocasional, sino de una práctica habitual que -según los observadores internacionales (Amnistía Internacional, Comité contra la Tortura de Naciones Unidas, Consejo de Europa, Human Rights Watch)- ha afectado a casi 10.000 personas en los últimos quince años. / Algunos casos son particularmente conocidos: Unai Romano, Martxelo Otamendi, Igor Portu y Martín Sarasola. (boltxe.info)
«Informe del Comite de Prevención de la Tortura sobre el estado español», de Behatokia (lahaine.org) Desde TAT y Behatokia, para quienes este informe viene a ser un espaldarazo al trabajo que realizamos diariamente, queremos denunciar la falta de voluntad evidente que tiene el Estado español de modificar su actitud en cuestión de tortura por encima de la legislación y recomendaciones internacionales
«Por una salida obrera y antipatriarcal ante la brutal crisis capitalista», de Red Roja (boltxe.info) Estamos sufriendo una utilización descarada del Estado para trasvasar miles de millones de las rentas populares hacia banqueros y grandes empresarios y para pagar fabulosos intereses a unos prestamistas internacionales que hacen de la deuda su negocio imperialista bajo la engañifa de las «obligaciones europeas». En eso consiste la política de «recortes sociales».

«Back home in Derry»

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:34

Canção escrita por Bobby Sands (interpretada por The Davitts, se não estamos em erro). Faz amanhã 32 anos que o militante do IRA faleceu, ao cabo de 66 dias em greve de fome em Long Kesh. Tinha 27 anos. Era um preso político irlandês.

Lasterbidean, uma corrida popular contra a dispersão dos presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - OT, 05/03/2013 - 23:35
Realiza-se no próximo dia 2 de Junho, em Oiartzun (Gipuzkoa), a primeira edição da Lasterbidean, uma corrida popular que irá unir o desporto e a denúncia da política de dispersão dos presos políticos bascos.
Na apresentação da iniciativa, que teve lugar em Março último em Donostia, os seus promotores afirmaram que é seu propósito reunir 1500 participantes, que terão à disposição dois circuitos: um pequeno, com 4250 metros, e um grande, com 8130 metros. Terminada a prova, terá lugar um acto público da Etxerat e ainda um almoço popular no pavilhão desportivo Elorsoro.

A informação sobre a iniciativa, bem como os dados relativos à inscrição, encontra-se na página lasterbidean.com; outra possibilidade é ligar para os números de telefone: 688-62-96-27 ou 688-82-37-37.

A Lasterbidean surgiu na sequência da manifestação a favor dos presos políticos bascos que teve lugar no passado dia 12 de Janeiro em Bilbo e a ideia é que se realize todos os anos, sempre numa localidade diferente. / Ver: Gara e boltxe.info

Siroka + Eñaut Elorrieta + Jon Martin - «Lasterbidean»
«Bidea laster egiteko / lasterbidea sortzen ari gara»

A Ertzaintza prendeu a bilbaína Eider Zuriarrain
A Ertzaintza prendeu Eider Zuriarrain hoje à tarde, em Sondika (Bizkaia), à saída da ikastola onde trabalha e levou-a para a esquadra de Erandio. Em Fevereiro deste ano, foi julgada com mais oito pessoas no tribunal de excepção espanhol, que no dia 16 de Abril a condenou a 7 anos e meio de prisão por prestar ajuda à ETA.
Eider foi detida pela primeira vez a 10 de Março de 2011, em Urruña (Lapurdi), na sequência da aprovação de um mandado europeu contra ela. Apesar de fazer uma vida pública em Ipar Euskal Herria e trabalhar na ikastola de Baiona, foi apresentada pela maioria dos meios de comunicação espanhóis como uma «etakide em fuga».

Alguns meses mais tarde, foi extraditada para o Estado espanhol, onde lhe deram ordem de prisão; mas em 14 de Outubro de 2011 foi libertada, depois de pagar uma fiança de 10 000 euros. Em Abril, foi então condenada a 7 anos e meio de prisão, por ajudar Ibai Beobide (é acusada de o esconder em casa e de o ajudar a passar para França).

Em protesto contra o julgamento, cerca de 200 pessoas participaram numa manifestação no bairro de Deustu em 19 de Abril. / Fonte: BilboBranka [De acordo com o naiz.info, foram convocadas manifestações para hoje às 20h00 em Larrabetzu (Bizkaia), onde Eider vivia, e para segunda-feira, às 19h30, no bairro bilbaíno de Deustu.]
Cerimónia de boas-vindas a Itxaso Legorburu, em Gasteiz Fonte: arabakoHerrira / Mais informação: aseh [Ongi etorri!]

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