Países en desarrollo es el nombre con que los expertos designan a los países arrollados por el desarrollo ajeno

Eduardo Galeano

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EH Lagunak (pt)

O preso basco Sergio Lezkano foi libertado

ASEH-Lisboa - AT, 03/29/2016 - 22:32
O preso político donostiarra saiu hoje da cadeia de Castelló, depois de cumprir nove anos de pena.

Sergio Lezkano foi detido em Errenteria (Gipuzkoa) em 2007, no âmbito de uma operação levada a cabo pela Guarda Civil.

Acusado de pertencer à ETA, o donostiarra cumpriu nove anos de pena. Hoje, familiares e amigos esperavam-no à saída da cadeia. / Ver: Berria e naiz

«Obama em Cuba e na Argentina»

ASEH-Lisboa - AT, 03/29/2016 - 22:31
[Editores de odiario.info] As visitas de Barack Obama a Cuba e à Argentina inseriram-se no seu projeto imperial de dominação planetária.
Em Havana e Buenos Aires Obama deu continuidade à sua política de restauração da hegemonia americana sobre a América Latina, comprometida na última década pelos desafios da Venezuela Bolivariana e pela eleição de Evo Morales na Bolívia. (odiario.info)

«El seductor Obama», de Carlos FAZIO (BorrokaGaraiaDa)
No hay un Obama bueno y un Obama malo. El cuadragésimo cuarto mandatario de EEUU es un político racional y pragmático, que como los 10 anteriores inquilinos de la Casa Blanca no quiere un cambio de dirección en la política estadounidense hacia Cuba, sino un reposicionamiento táctico. Al igual que todos sus predecesores desde Dwight Eisenhower hasta George W. Bush, Obama, como ha dicho y repetido desde diciembre de 2014 −cuando se anunciaron las negociaciones para el restablecimiento de las relaciones diplomáticas−, y ratificó en La Habana, persigue un cambio de régimen por otras vías.

A I Semana Internacionalista de Arratia realiza-se em Igorre

ASEH-Lisboa - AL, 03/28/2016 - 22:34
A Arratieko I. Aste internazionalista, organizada pela Askapena com o apoio da Câmara Municipal de Igorre (Bizkaia), decorre de 4 a 10 de Abril. No programa constam iniciativas sobre a América Latina, o Médio Oriente e a Europa. Ao longo da «Semana», estará patente ao público uma exposição sobre a NATO na Herriko Taberna de Igorre.

Para dia 6 (19h30), na Herriko Taberna, foi programado um encontro sobre o movimento de camponeses do Brasil, tendo por base a experiência do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra.

No dia 7 (19h30), na Kultur Etxea/Casa da Cultura, Gabirel Ezkurdia irá falar sobre a guerras na Síria e no Médio Oriente.

Dia 8 (20h00), terá lugar a apresentação do documentário Donbass: gerra Europaren bihotzean [Donbass: a guerra no coração da Europa], com a presença do realizador, o jornalista Ibai Trebiño.

No dia 9, a Herriko Taberna acolhe um pequeno-almoço/tertúlia (12h00) em que estará presente um membro da Coordinadora Simón Bolívar e do Bairro 23 de Enero, em Caracas. Segue-se, às 13h30, um desfile e, depois, o almoço, no Gaztetxe. À tarde, haverá a actuação de um solista cubano.

Bilhetes para o almoço à venda em vários locais da comarca: Axular e Errugbi Taberna (Igorre); Jentil Zubi (Dima); Sagarna Taberna (Zeanuri). / Mais info: axular libre

Leitura:
«Tentsioa mendebaldeko Saharan» [Tensão no Saara Ocidental] (askapena.org)
Errefuxiatuen aferak, Kubara Obamak egindako bisitak zein Bruselasko atentatuek, Mendebaldeko Saharan azken egunotan ematen ari diren gertakariak estali badituzte ere, 1991an Marokok eta Frente Polisarioak bakea hitzartu zutenetik, izan diren tentsio eta ezjakintasun une handienak bizitzen ari dira azken egunotan.

Elkartzen: «Pongamos límite a la pobreza - Umbral de la Pobreza 2016»

ASEH-Lisboa - AL, 03/28/2016 - 22:33
Según el criterio marcado por la agencia Eurostat (60% de la mediana nacional de la renta disponible equivalente) y al finalizar 2014 en la Unión Europea, 121,95 millones de personas estaban en pobreza y riesgo de exclusión, de las cuales 13,4 millones eran del Estado español (casi un 29% del total de la población). El Estado español rescatado «de facto» en mayo de 2011 ha llevado a la máxima pauperización a más de un tercio de su población para cumplir los «programas de ajustes» exigidos por la troyka. Por otra parte, indicar que este enorme crecimiento de la pobreza y exclusión es puramente formal y se refiere a los datos oficiales. El empobrecimiento general de la población ha sido mucho más acusado que el mostrado por los datos estadísticos.

Este proceso también tiene su reflejo en Euskal Herria a través de un amplio recorte de derechos sociales y laborales llevado a cabo a golpe de Ley. El objetivo es aumentar la acumulación de beneficios, y esto solo es posible si cada vez se saca más beneficio de la mano de obra (pagando menos y empeorando las condiciones laborales), de las materias primas (explotando los recursos de otros pueblos) y expoliando más ferozmente la naturaleza. / Ler mais: elkartzen.org

Fidel Castro: «O irmão Obama»

ASEH-Lisboa - AL, 03/28/2016 - 22:32
Ninguém acalente a ilusão de que o povo deste nobre e abnegado país renunciará à glória e os direitos e à riqueza espiritual que ganhou com o desenvolvimento da educação, a ciência e a cultura.

Advirto, ademais, que somos capazes de produzir os alimentos e as riquezas espirituais de que precisamos com o esforço e a inteligência de nosso povo. Não necessitamos que o império nos entregue de presente nada. (brasildefato.com.br) [em castelhano: cubadebate.cu]

«Guerra contra a democracia na América Latina»: entrevista a John Pilger

ASEH-Lisboa - AL, 03/28/2016 - 22:31
[De Edu Montesanti] Nesta entrevista exclusiva, o jornalista, escritor e cineasta John Pilger fala sobre a guerra dos EUA contra a democracia na América Latina. «O imperialismo da era moderna é uma guerra contra a democracia. A verdadeira democracia é uma ameaça ao poder ilimitado, e não pode ser tolerada», diz ele.

Pilger produziu The War on Democracy na América Latina e nos EUA em 2006, quando ele viajou por toda a Venezuela com o então presidente Hugo Chávez. Ele conta o que o motivou para produzir esse documentário, ganhador do prêmio One World Media Awards, em 2008. O filme mostra como a escalada intervencionista dos EUA, aberta e encoberta, derrubou uma série de governos legítimos na América Latina desde a década de 1950.

Evidenciando o caráter democrático com profundas transformações sociais na Venezuela, John Pilger conta sobre suas experiências no berço da Revolução Bolivariana. «As crianças estavam aprendendo sobre a história e as artes, pela primeira vez; programa de alfabetização da Venezuela era o mais ousado do mundo.»

Ele também fala de suas experiências com o então presidente Chávez, entrevistado pelo cineasta. «Viajei com Hugo Chávez por a Venezuela. Nunca conheci um líder nacional tão respeitado e tratado com tanto carinho quanto Chávez. Ele era um homem extraordinário que parecia nunca dormir, consumido pelas idéias. (...) Ele foi também, incorruptível e resistente - resistente no sentido de que ele era corajoso». / Ler: Pravda via Diário Liberdade

Milhares reclamam a independência do País Basco em Iruñea

ASEH-Lisboa - IG, 03/27/2016 - 22:34
Milhares celebram hoje nas ruas de Iruñea [Pamplona] o Aberri Eguna [Dia da Pátria]. O vasto programa de festa e reivindicação preparado pela rede Independentistak arrancou com a manifestação entre os cinemas Golem e o Passeio Sarasate, que, com o lema «Independentziari bai / Sí a la independencia», reuniu entre 11 mil e 15 mil pessoas (contagem do Gara e dos organizadores, respectivamente).

No final da marcha, que foi guiada por uma enorme ikurriña, o porta-voz da Independentistak, Txutxi Ariznabarreta, disse que os bascos entraram em tempos de decidir e que a mensagem deste dia assenta na palavra «bai», porque o povo basco «diz "sim" à democracia, à justiça social, ao euskara, ao Estado basco e à independência». Ariznabarreta disse ainda que «o imaginário colectivo está muito colonizado» e, por isso, defendeu a «descolonização». O «centro de gravidade» das «propostas políticas, culturais e linguísticas» tem de estar em Euskal Herria», insistiu.

O porta-voz afirmou que «o esquema de negociação bilateral com o Estado espanhol» está «ultrapassado, é passado, uma quimera» e sublinhou que os bascos «não estão dispostos a esperar pela democratização do Estado espanhol». Desse modo, destacou, «a única alternativa» é «seguir pela via unilateral». Isto representa uma «mudança de estratégia» e «exige um povo em marcha, um movimento social independentista muito importante», que deve abranger todas as pessoas que querem «partilhar um mesmo futuro assente na democracia, na justiça social e na liberdade», sublinhou. / Ver: naiz

Aberri Eguna em Iruñea [Ahotsa]Vídeo: intervenção de Ariznabarreta [eus e cas]

Centenas de trabalhadores da Arcelor Zumarraga mobilizaram-se frente à Deputação Foral

ASEH-Lisboa - IG, 03/27/2016 - 22:33
Dando sequência às mobilizações contra o encerramento da fábrica da Arcelor Mittal em Zumarraga e a recolocação de trabalhadores noutras fábricas do grupo, ontem à tarde centenas de trabalhadores concentraram-se frente à Deputação Foral de Gipuzkoa, em Donostia, sob o lema «Por una política industrial real, Arcelor Mittal ez itxi».
Os operários, com os uniformes do trabalho vestidos, gritaram palavras de ordem como «Urkullu, despierta, el paro está en la puerta», «Jo, ta, ke, irabazi arte», «El pueblo, unido, jamás será vencido», «Administración, implicación» e, para fazer notar bem a sua presença em defesa do emprego e contra o encerramento anunciado pela multinacional, fizeram soar apitos e buzinas.

Em declarações à comunicação social, o dirigente sindical Leo Bote disse que, desde o anúncio do encerramento parcial da actividade da Arcelor Mittal em Zumarraga (Gipuzkoa), os representantes dos trabalhadores nunca mais tiveram notícias da administração.

Agora, foram notificados para comparecer numa reunião na próxima terça-feira, mas não há acordo quanto ao local, uma vez que a representação sindical quer reunir-se na fábrica de Zumarraga e a administração pretende fazê-lo noutro local.

Os trabalhadores sabem que a empresa os quer colocar noutras fábricas do grupo - fala-se nas Astúrias e mesmo na Alemanha -, mas não estão dispostos a aceitar essa via e vão continuar a mobilizar-se. / Notícia com base na da Europa Press

James Connolly: «Socialismo e nacionalismo irlandês»

ASEH-Lisboa - IG, 03/27/2016 - 22:31
Quando se comemoram os 100 anos da Revolta da Páscoa [Easter Rising], na Irlanda, apresentamos um texto plenamente actual de James Connolly, publicado em 1897. / Ler na íntegra em primeiralinha.org. Em catalão: endavant.org.

«Mas, embora evitemos basear a nossa acçom política numha hostilidade nacional herdada e desejemos antes a camaradagem com os trabalhadores ingleses do que olhá-los com ódio, e queiramos, com os nossos precursores, os Irlandeses Unidos de 1798, que os nossos ressentimentos fiquem enterrados com os ossos dos nossos predecessores, há que dizer que nom há partido na Irlanda que acentue mais, como princípio essencial da sua fé política, a necessidade de separar a Irlanda de Inglaterra e de a tornar absolutamente independente. A olhos dos ignorantes e dos insensatos, tal pode parecer inconsistente, mas tenho certeza que os nossos irmaos socialistas de França reconhecerám logo a justiça do raciocínio sobre o qual essa política assenta.

1. Achamos que "a emancipaçom económica do trabalhador requer a conversom dos meios de produçom em propriedade comum da sociedade". Traduzido para a linguagem comum e para a prática da política actual, isto ensina-nos que o necessário caminho a percorrermos para o estabelecimento do socialismo requer a passagem dos meios de produçom das maos dos proprietários privados para as das organizaçons públicas directamente responsáveis polo conjunto da comunidade.

2. O socialismo tenciona, pois, em interesse da democracia, fortalecer a acçom popular em todas as organizaçons públicas.

3. As organizaçons representativas na Irlanda expressarám mais directamente a vontade do povo irlandês do que se essas organizaçons residirem em Inglaterra.»

Sobre a Easter Rising, mais info: Norte de Irlanda

Activistas mobilizaram-se em Bilbo em defesa da água pública

ASEH-Lisboa - L, 03/26/2016 - 22:34
Na terça-feira passada, 22, Dia Mundial da Água, a plataforma Ur Publikoaren Defentsan [Em defesa da água pública] levou a cabo uma concentração na Praça Circular da capital biscainha para exigir que a água seja considerada um bem público de primeira necessidade e um direito.

No decorrer da concentração, Mikel, representante da Ur Publikoaren Defentsan, e Ruth Pérez, em nome da plataforma contra a exclusão social Berri Otxoak, prestaram declarações à comunicação social, tendo sublinhado que, em quase dois anos, o Consorcio de Aguas Bilbao Bizkaia - entidade com 60 por cento de capitais privados - cortou o abastecimento a 1130 famílias - as mais pobres e sem recursos.

Neste sentido, defenderam uma gestão pública da água, que deve ser encarada com um bem de primeira necessidade e um direito humano fundamental, e não como uma mercadoria ao serviço de interesses particulares.

Na ocasião, fez-se especial menção a Berta Cáceres, líder indígena hondurenha assassinada a 3 de Março último. Defensora do meio ambiente, opôs-se a dezenas de projectos hidroeléctricos e dezenas de projectos mineiros em território indígena, lutando pela sua devolução à população. / Ver: Berri-Otxoak e Herrikolore / Reportagens: Herrikolore e TeleBilbao

«Donbass: a guerra no coração da Europa» na Semana Internacionalista de Arratia

ASEH-Lisboa - L, 03/26/2016 - 22:33
A 1.ª Semana Internacionalista de Arratia (Bizkaia) realiza-se de 4 a 10 de Abril, e é neste contexto que, dia 8, a sala de cinema de Igorre (Iurre, como por lá se diz) acolhe a exibição do documentário Donbass: gerra Europaren bihotzean [Donbass: a guerra no coração da Europa].

A sessão conta com a presença do realizador, Ibai Trebiño. Gasteiztarra de 33 anos, Trebiño é um jornalista com créditos firmados, tendo estado diversas vezes no Donbass e realizado várias reportagens para os periódicos Argia e Berria. A iniciativa é organizada pela Askapena e conta com o apoio da Câmara Municipal de Igorre.

Donbass: gerra Europaren bihotzean [trailer]

«Manuel Marulanda Vélez, a ocho años de la siembra del héroe insurgente»

ASEH-Lisboa - L, 03/26/2016 - 22:32
[De Carlos Casanueva] Este 26 Marzo se cumplen 8 años de la siembra, en las montañas de la Colombia, del insurgente de Bolívar, el guerrillero heroico y comandante del ejército guerrillero comunista más antiguo de nuestra América, miembro de la Presidencia, desde su fundación, del Movimiento Continental bolivariano (MCB).

Como dijera el revolucionario e internacionalista de Puerto Rico Salvador Tío, en un homenaje a Manuel en Caracas en septiembre del 2008: «Manuel Marulanda Vélez, nunca le conocí pero por sus actos les conoceremos y él ha dado cátedras de valor, de maestría, de inteligencia táctica y estratégica de amor por su pueblo… Manuel Marulanda si no hubiera existido hubiéramos tenido que inventarlo». No fue necesario, Manuel nunca pudo ser derrotado, murió como vivió: libre y luchando junto a su pueblo, reconocido y admirado por sus convicciones, por la firmeza de sus principios y su coherencia política. (ABP)

«Candidatos estadounidenses se centran en el conflicto palestino-israelí durante la conferencia de AIPAC» (Resumen Medio Oriente)
[De Marta Feirra] Hillary Clinton, la favorita Demócrata en la carrera por la presidencia prometió llevar los lazos entre los EE.UU. e Israel al «siguiente nivel». Dijo que Estados Unidos «nunca puede ser neutral cuando se trata de la seguridad o la supervivencia de Israel».
Clinton condenó la violencia palestina y sugirió que el Movimiento Boicot, Desinversión y Sanciones era «antisemita», mientras que no se refirió en ningún momento sobre las políticas israelíes en los territorios palestinos ocupados.

«40è aniversari de la manifestacions per l’amnistia de 1976» [e uma foto para a história]

ASEH-Lisboa - L, 03/26/2016 - 22:31
Fa 40 anys de les manifestacions per l’amnistia del dia 1 i 8 de febrer de 1976 que provocaren que per primer cop diversos ajuntaments i entitats es posicionaren en favor de l'amnistia.
Les manifestacions per l'amnistia del febrer de 1976 van ser dues marxes que van tenir lloc el dia 1 i 8 de febrer de 1976 a Barcelona. La primera exigia l'amnistia per als sis-cents presos polítics que restaven a les presons espanyoles, i la segona, encoratjats per la resposta ciutadana de la primera, duia com a lema "Llibertat, amnistia i Estatut d'Autonomia". Ambdues manifestacions foren les primeres grans manifestacions després de la mort del dictador espanyol Francisco Franco i ambdues foren prohibides pel Govern Civil. / Ler mais: llibertat.cat

Ver também: «Petita història De la gran foto de la Transició a Barcelona» (arabalears.cat)

Foto: Càrrega policial al passeig de Sant Joan de Barcelona durant da manifestació per l'Amnistia de l'1 de febrer de 1976. (Manel Armengol)

Aberri Eguna 2016 Dia da Pátria

ASEH-Lisboa - OT, 03/25/2016 - 22:34
«Hemos entrado en la fase de la decisión y el Aberri Eguna de este año debe marcar el punto de inflexión de ese salto» (independentistak.eus)
La palabra «bai» será la clave del mensaje de la red Independentistak en el Aberri Eguna. Hemos entrado en una nueva fase: en la fase de la decisión. Ha llegado la hora de decidir. Y vamos a tomar esas decisiones diciendo «bai» a la democracia, a la justicia social, al euskara, al futuro, al Estado Vasco soberano, a la República Vasca... a la independencia!
«Casi 60 tabernas y varias peñas se han sumado como colaboradoras al Aberri Eguna» (independentistak.eus)
La red Independentistak llama a celebrar el Aberri Eguna en Iruñea uniendo la reivindicación con la celebración A las 12 del mediodía partirá la MANIFESTACIÓN desde los cines Golem ya su finalización tendrá lugar el ACTO POLÍTICO en el Paseo Sarasate. A continuación se dará paso al ambiente festivo en las calles de Iruñea con con una amplia programación, como por ejemplo: [consulta o programa]
«El Sindicato LAB ante el Aberri Eguna» (lab.eus)
Miramos al futuro desde la perspectiva de la independencia. Cuando en el estudio recién publicado por la Fundación Ipar Hegoa y el grupo de investigación Parte Hartuz sobre las actitudes y opiniones sobre el Estado Vasco se pregunta a la gente sobre el derecho a decidir, una amplia mayoría, concretamente el 66,8%, responde de forma afirmativa y el 40,7% de las y los encuestados estaría a favor del Estado Vasco. Y no sólo eso, la mayor parte de las personas encuestadas cree que en un Estado Vasco viviría mejor.

[As fotos são nossas, da ASEH; horregatik zuenak dira.]

LAB levou procissão ao Decathlon Berriozar em protesto contra abertura aos feriados

ASEH-Lisboa - OT, 03/25/2016 - 22:33
A «Virgen del 0», acompanhada de personagens da Semana Santa, andou em procissão pelos corredores da loja da Decathlon em Berriozar (Iruñerria / Comarca de Pamplona) para reclamar à empresa que não abra aos domingos e feriados, e reconheça aos seus funcionários o direito ao descanso nesses dias.

Com esta acção, os activistas do sindicato LAB quiseram sublinhar o direito dos trabalhadores ao descanso e a estarem com a família aos domingos e feriados. Tal não acontece na Decathlon Berriozar e noutras superfícies comerciais, que se mantêm abertas nesses dias e obrigam os funcionários a trabalhar.

Por isso, o LAB decidiu levar a cabo diversas visitas a estes locais durante a Semana Santa, tal como o Santa Close o fez no Natal. Nas acções de sensibilização também são visados os consumidores, esclarecendo-os sobre as razões do protesto e pedindo-lhes que não comprem aos domingos e feriados.

Procissão da Virgem do 0 no Decathlon de Berriozar [LAB]Ver: naiz e LAB Sindikatua

«Brasil engolido pela corrupção e por perigosa subversão da Democracia»

ASEH-Lisboa - OT, 03/25/2016 - 22:32
[De Glenn Greenwald, Andrew Fishman e David Miranda] A narrativa de só o PT ser corrupto, quando os partidos mais à direita estão tão ou mais atolados na corrupção, a par da ideia de as movimentações de massas que se têm verificado corresponderem a uma luta popular contra um regime corrupto, não corresponde à realidade.
«Essa narrativa é, no mínimo, uma simplificação radical do que está acontecendo e, mais provavelmente, uma propaganda feita para minar um partido de esquerda há muito mal visto pelas elites políticas dos EUA. A caracterização dos protestos ignora o contexto histórico da política no Brasil e, mais importante, uma série de questões críticas: quem está por trás dos protestos, quão representativos eles são em relação à população brasileira e quais são seus verdadeiros interesses?» (odiario.info)

«Cientos de miles de argentinos recordaron a los 30 mil, repudiando a Obama e al gobierno derechista de Macri» (Resumen Latinoamericano)
Hay dias, compañera, que más allá de mezquindades insignificantes todos y todas nos ponemos de acuerdo en marchar juntos, repudiando al mandatario injerencista, terrorista de Estado, organizador de genocidios en Medio Oriente. No nos convence su sonrisa falsa y sus gestos de tipo simpático. No le creemos porque es uno de los engranajes principales de una política dedicada a hambrear pueblos y a reprimir rebeldías. Es, para colmo, el gran amigo del Virrey Mauricio Macri, quien despide a miles de trabajadores y genera propuestas económicas ligadas a lo peor del capitalismo salvaje.

«Atentados de Bruselas: ¡no, señor primer ministro!» (redroja.net)
[De Michel Collon] Así que, cuando vi que nuestro primer ministro Charles Michel declaraba en conferencia de prensa que los belgas tenían que unirse y esquivaba con cautela la cuestión esencial: «¿Cómo hemos llegado a esto, quiénes son los responsables?», me enfurecí con ese hombre hipócrita que nos propone solo seguir como antes, cuando la pregunta que se hace la gente es precisamente «¿Cómo evitar que esto vuelva a suceder? ¿Qué políticas aplicar para poner fin a este engranaje infernal?».
[...] En suma, los atentados no son una fatalidad, son resultado de una política. Aplicada en Washington. Luego en Londres y París. Bruselas les siguió servilmente. Señores dirigentes, son, por lo tanto, corresponsables. ¿Tenemos derecho a debatir sobre ello -en «democracia»- o van a presionar de nuevo para que los medios de comunicación se callen?

Pablo Hasél - «Amnistia total»

ASEH-Lisboa - OT, 03/25/2016 - 22:31


Ler texto sobre a amnistia aqui.
Dia 2 de Abril, Amnistia Eguna em Bilbo
(manifestação às 18h30, a partir da Praça de Errekalde).

O Parlamento navarro homenageará os eleitos fuzilados pelo franquismo

ASEH-Lisboa - OG, 03/24/2016 - 22:34
Com a abstenção da UPN, a Mesa do Parlamento foral decidiu comemorar o 80.º aniversário da repressão em Nafarroa, na sequência do levantamento militar, e para tal irá levar a cabo uma sessão de homenagem aos eleitos fuzilados pelo franquismo.

A sessão realizar-se-á no dia 16 de Abril. Nesse dia, será recolocada num lugar de destaque do átrio do Parlamento a placa que aos supracitados foi dedicada e que o ano passado se afixou nas escadaria de acesso ao andar 0, um local de passagem e a descer, o que «impede» as pessoas de pararem e nela repararem.

Além disso, serão gravados na placa os nomes de eleitos, igualmente fuzilados, que foram descobertos após o descerramento, no ano passado. A homenagem de dia 16, para a qual serão convidados familiares dos fuzilados, não é o único acto relacionado com os 80 anos do levantamento.

Assim, foi decidido emitir o documentário «Neskatoak», levar a cabo uma jornada sobre o trabalho realizado no Fundo Documental da Memória Histórica e instalar uma exposição da associação El Autobús de la Memoria, de 5 a 20 de Abril.

A jornada a cargo do Fundo Documental foi programada para 14 de Abril, com carácter aberto, e tem por título «La represión en Navarra (1936-1939): Una perspectiva actual». Nela, especialistas irão explicar diversos aspectos dos trabalhos realizados. / Ver: naiz via Sanduzelai Leningrado

Borroka Garaia: «Bruselas, o la condena como forma de mirar a otro lado»

ASEH-Lisboa - OG, 03/24/2016 - 22:33
La burguesía vasca hace caja con el sufrimiento a escala internacional y nos dice que salgamos a la calle para condenar unos atentados contra la clase trabajadora de Bruselas mientras esa misma burguesía cuenta con organizaciónes armadas policiales para atacar a la clase trabajadora vasca a la que cada día roba más. Lo que no nos dicen es nada de la UE ni de EEUU ni de la OTAN y no por casualidad. No lo dicen porque son cómplices de la guerra tanto la que hace sangrar en Bruselas como en Oriente medio. (BorrokaGaraiaDa)

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