Las campañas de los pueblos solo son débiles, cuando en ellas no se alista el corazón de la mujer

Jose Martí

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EH Lagunak (pt)

O Centro Social Ocupado La Traba, em Madrid, foi despejado e demolido

ASEH-Lisboa - OG, 08/21/2014 - 23:31
Uma escavadora derrubou, ontem de manhã, dia 20, o espaço em que o Centro Social Ocupado (CSO) La Traba (Madrid) desenvolvia a sua actividade há sete anos. Por volta das nove da manhã, várias furgonetas da Unidade de Intervenção Policial vedaram o acesso ao CSO para que pudessem passar os operários que, pouco depois, destruiriam o telhado do edifício.

Esta demolição foi efectuada sem uma notificação prévia, depois da tentativa falhada de despejo de dia 22 Julho. Na altura, cerca de 300 pessoas receberam a comissão judicial, que se limitou a tomar nota, lavrar acta e adiar o despejo. / Ver mais informação e entrevista de La Haine: BorrokaGaraiaDa

CSO La Traba, sete anos de ocupaçãoMais informação: «DesalojanLaTraba sin notificación previa. Llevan escombros a la Junta del Distrito» (lahaine.org)

Trabalhadores do BBVA reclamam a imediata libertação do colega Txente Askasibar

ASEH-Lisboa - AZ, 08/20/2014 - 23:35
Colegas de Txente, que tem 71 anos e se encontra encarcerado em Topas (Salamanca), concentraram-se, hoje, frente à sede do BBVA em Bilbo, e informaram os transeuntes sobre a sua situação.

Txente Askasibar, trabalhador reformado do BBVA, foi julgado e condenado a oito anos e meio de prisão pela sua militância política, no âmbito do bem conhecido processo 18/98, informa a secção sindical do LAB numa nota.

O sindicato sublinha que Txente foi «acusado exclusivamente pela sua militância política» e que está a cumprir a pena na íntegra, encontrando-se na cadeia há mais de sete anos. Ao ser-lhe aplicada a política de dispersão, também a sua mulher, os seus dois filhos, os seus amigos e demais familiares são castigados, tendo de fazer mais de 800 quilómetros para o visitar, todas as semanas.

A secção sindical do LAB considera que o Governo do PP, face às exigências para se fechar uma ferida, antes parece empenhado em mantê-la aberta. «O Txente e, como ele, muitas presas e presos doentes e/ou idosos, ou com mais de 3/4 da pena cumprida, já deviam estar na rua, bastando para tal que a legislação actual fosse aplicada», afirmam os companheiros do preso.

Os colegas de Txente no BBVA denunciam o seu encarceramento: «em primeiro lugar porque não devia ter ocorrido, em segundo, porque mantê-lo agora na cadeia é cruel e injusto; por isso, reclamamos a sua imediata libertação», afirmam. / Ver: LAB 1 e 2

A luta nos Hotéis Ercilla cresce na «Aste Nagusia»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/20/2014 - 23:34
O sindicato CNT iniciou uma semana de protestos «contra os abusos e a prepotência» nos Hoteles Ercilla, em Bilbo, coincidindo com o decorrer da Aste Nagusia [Semana Grande]. «Ao longo desta semana de festas, o Ercilla torna-se um dos locais mais frequentados da cidade, e nós queremos que todos saibam que, apesar da sua fachada simpática e moderna, este hotel pretende reduzir os direitos dos trabalhadores», afirmaram representantes sindicais.
Para tal, trabalhadoras e trabalhadores vão concentrar-se todas as tardes à entrada do hotel durante a Aste Nagusia. A primeira concentração, que se realizou na segunda-feira, 18, foi vigiada pela Ertzaintza, que procurou impedir o decorrer normal da mobilização, limitando a liberdade de acção sindical. «Mais uma vez, a Polícia age como piquete dos empresários», acusou a CNT.

Esta dinâmica de mobilizações surge na sequência de 13 meses de concentrações e protestos frente a este conhecido estabelecimento hoteleiro. O sindicato pediu à administração que se sente a negociar com os trabalhadores «antes de tomar medidas contrárias aos seus interesses», tendo afirmado que «não irá tolerar a prepotência do patronato, que age como se fôssemos propriedade sua».

«Nos últimos 13 meses, conseguimos evitar que muitas destas propostas penalizadoras para os trabalhadores fossem aplicadas», enfatizaram os representantes sindicais da CNT, considerando imprescindível continuar a lutar para impedir que os empresários voltem a tentar aplicar medidas lesivas para os seus interesses. / Ver: herrikolore.org

Iñaki Gil de San Vicente: «Filosofía marxista»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/20/2014 - 23:33
el método marxista, la filosofía de la praxis para ser más precisos, es aplicable en todo el mundo en sus grandes ejes maestros que siempre deben ser adecuados concretamente a cada situación particular, nunca impuestos a la fuerza, como el lecho de Procusto, un bandido mitológico griego que invitaba a los viajeros a dormir en una cama de hierro que tenía en su casa: si eran más pequeños que la cama Procusto los descoyuntaba alargando su cuerpo hasta ocupar todo el jergón, y si eran más grandes les cortaba las extremidades y la cabeza para que cupiesen en ella. El dogma férreo es el lecho de Procusto: la realidad concreta ha se supeditarse a la teoría abstracta. Hay un dicho popular que indica lo mismo pero aplicado al dogmatismo: «si la realidad no coincide con la teoría, peor para la realidad». / Ver: BorrokaGaraiaDa

Navarros defendem a ikurriña, contra a imposição de símbolos estrangeiros

ASEH-Lisboa - AZ, 08/20/2014 - 23:32
Hoje, dezenas de pessoas participaram numa homenagem à ikurriña em Oteiza, depois de o autarca (PSN) ter decidido retirar a bandeira nacional de Euskal Herria do salão plenário e não a exibir na fachada da Câmara Municipal no dia do txupinazo, amparando-se na famigerada Lei dos Símbolos.

Num período de quase 40 anos, é a primeira vez que a ikurriña não está presente no varandim municipal desta localidade de Lizarraldea. Apesar de o grupo municipal do Bildu ter proposto várias alternativas no sentido de encontrar uma solução, o autarca, famoso por passadas recentes, não as aceitou. / Ver: ahotsa.info

A IMPOSIÇÃO DA ESPANHOLA ALASTRA AOS PIRINÉUS
Nos últimos meses, tem sido constante a tentativa de imposição da bandeira espanhola aos municípios da região dos Pirinéus navarros e, consequentemente, a revolta e as acções de protesto têm crescido. Depois das diversas situações ocorridas em Erroibar, Auritz e em várias localidades do Vale de Aezkoa, para o movimento popular é claro: «uma ampla maioria da população não sente essa bandeira como sua e a imposição só faz aumentar o seu sentimento de pertencer a Euskal Herria. [...] Podem colocar a bandeira espanhola, podem impô-la, mas não nos vão tornar espanhóis, não o conseguirão».

Perante esta situação [para quem entende euskara: vale a pena ler a nota de imprensa], faz-se um apelo às pessoas para que participem nas iniciativas populares de protesto e luta contra a imposição, entre as quais se conta a apresentação de moções nas Câmaras Municipais. / Ver: topatu.info / Vídeo: pelos nossos símbolos, em Aribe

Documentário: «Una mosca en una botella de Coca-Cola»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/20/2014 - 23:31
Uma mosca numa garrafa de Coca-Cola Producciones CMI e OMAL-Paz con Dignidad (2014). Sobre os meios de comunicação no Estado espanhol e na América Latina. / Ver: askapena.org

Dezenas de pessoas apoiaram os grevistas bilbaínos

ASEH-Lisboa - AT, 08/19/2014 - 23:34
Dezenas de pessoas participaram ontem, 18, na concentração solidária com os bilbaínos Jon Telleria e Urtzi Martínez, convocada pela plataforma Grebalariak aske! e que decorreu em frente às escadarias da Câmara Municipal da capital biscainha. Foi uma de muitas acções solidárias que têm sido organizadas com o propósito de divulgar a situação dos dois jovens, que estão há cerca de dois meses em risco de ser encarcerados pela sua participação num piquete de greve, a 29 Março de 2012.

No decorrer da concentração, que começou por volta das 18h30, membros da plataforma deixaram claro que a sentença constitui um ataque a quem luta de forma comprometida por um outro modelo social e destacaram que encarcerar dois jovens por fazer pintadas é uma «profunda injustiça».

Recorde-se que os jovens, julgados a 11 de Setembro de 2013, foram condenados a 15 meses de cadeia, acusados de provocar desordens públicas no decorrer da jornada de luta referida. Contudo, a Procuradoria recorreu da decisão - «por agravante de disfarce» -, e a Audiência Provincial da Bizkaia agravou a pena, condenando-os a dois anos e meio de prisão (o que já implica cumprimento efectivo).

Na concentração, também houve espaço para recordar os casos de Carlos e Carmen, de Granada, e de Alfon, jovem madrileno que será julgado em Setembro e a quem também se quer impor uma «pena exemplar». / Ver: uriola.info, boltxe.info [com fotos] e aseh

Concentração: Urtzi ta Telle aske! [Grebalariak aske!]Em euskara e castelhano.
Kaskagorri: solidariedade com os grebalaris [Erre harria]Solidariedade com os grevistas bilbaínos Jon Telleria e Urtzi Martínez, ontem, no concerto dos 25 anos da Kaskagorri, a konpartsa do movimento juvenil. Gora Euskal Herria gorria!

Contra a dispersão, acção solidária com o preso Luis Goñi [vídeo]

ASEH-Lisboa - AT, 08/19/2014 - 23:33
O preso político basco Luis Goñi (Barañain, Nafarroa) foi transferido, há algumas semanas, da cadeia de Daroca para a de Almeria, encontrando-se agora a cerca de 1000 km de casa. Há poucos dias, em Barañain, um grupo de pessoas levou a cabo uma acção de protesto contra a política de dispersão e as suas implicações.Não se entende como, dez anos depois da morte de Karmele Solaguren num acidente rodoviário provocado pela política de dispersão, Luis Goñi (a 1000 km de casa) e Xabier Sagardoi (a 260) continuem a ser vítimas dessa mesma política.
Etxean nahi ditugu! Queremo-los em casa! / Ver: ahotsa.info

CONTRA A DISPERSÃO, FRENTE À SEDE DO PP
Como é habitual às segundas-feiras, realizou-se no dia 18 uma concentração frente à sede do PP na capital navarra para reivindicar o direito dos presos políticos bascos a viver em Euskal Herria.
Participaram na mobilização 41 pessoas, exibindo faixas em que se lia: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira», «La dispersión mata» e «Epaiketa politikorik ez / No a los juicios políticos». / Ver: euskalherria.info

Dick Emanuelsson: «Nunca se avançou tanto, com uma agenda e a terra como primeiro ponto»

ASEH-Lisboa - AT, 08/19/2014 - 23:32
[Entrevista de Ainara Lertxundi] Dick Emanuelsson tem feito, como correspondente para a América Latina, a cobertura do conflito na Colômbia no decurso de quase três décadas. Viveu de perto os processos de Casa Verde, San Vicente del Caguán e o que actualmente se desenvolve em Cuba. Em 2005 teve de deixar a sua casa de Bogotá devido a ameaças de morte. Os serviços secretos tinham uma pasta com 476 fólios sobre a sua pessoa. (odiario.info) [em castelhano: anncol.eu]

«América Latina: deuda y protesta social», de Luis BRITTO GARCÍA (lahaine.org)
Si se intenta de nuevo demoler a América Latina a través de la Deuda, la región podría responder una vez más.

«Kurdistán, Palestina y Euskal Herria hermanados en Buenos Aires» (Resumen Latinoamericano)
En un muy interesante encuentro celebrado el viernes en la Taberna Internacionalista Vasca, co-organizado por Resumen Latinoamericano, Sudestada y la editora A formar filas, en el marco de Cátedras Bolivarianas, fue presentado el libro de los periodistas Leandro Albani y Alejadro Haddad, «Kurdistán, crónicas insurgentes». Previo a la charla, fue exhibido el documental «Av! Si! Mai!», producido por Haddad, sobre la lucha del pueblo kurdo en el plano medio ambiental. El acto sirvió no sólo para escuchar las voces de la gesta revolucionaria kurda, sino también para homenajear a la Resistencia Palestina y enterarse de primera mano por dónde camina actualmente la lucha del independentismo vasco.

Hitza hats: dia 30 há festa do euskara em Hazparne

ASEH-Lisboa - AT, 08/19/2014 - 23:31
«A organização desta jornada em prol do euskara é algo de muito importante para nós: por um lado, para reforçar o euskara na nossa terra; por outro, para reunir novamente os euskalduns no Verão», afirmaram os organizadores do Hitza hats.

Esta é a segunda edição da jornada festiva a favor do euskara em Hazparne (Lapurdi), e inclui dança, um jogo de pelota basca, jogos infantis e concertos; os organizadores querem ainda reunir as famílias em torno dos bertsos.

Azpeitia, convidada especial
Hazparne é geminada com a localidade guipuscoana Azpeitia, que foi convidada a participar no Hitza hats deste ano. «Pedimos-lhes que viessem e dessem uma ajuda ao nível da organização, e ficaram bastante contentes», disseram os organizadores. Assim, no dia 30 também estarão em Hazparne bertsolaris, dantzaris e pelotaris de Azpeitia. / Ver: argia.com

Trabalhadores dos Correos defendem emprego e qualidade do serviço público

ASEH-Lisboa - AL, 08/18/2014 - 23:34
Em Euskal Herria, os trabalhadores dos Correos estão a mobilizar-se face à destruição de emprego levada a cabo pela administração da empresa, que implica atrasos na distribuição e a deterioração do serviço público e universal que, por lei, tem de prestar. Na Bizkaia, houve mobilizações na semana passada em Portugalete, Barakaldo, Bilbo e Basauri e está agendada uma concentração para dia 20, às 11h00, frente à sede, em Bilbo. Em Nafarroa, LAB e CGT também alertaram para os mesmos problemas.

Num comunicado intitulado «Não à destruição do emprego nos Correos», subscrito por diversas organizações sindicais e divulgado pelo LAB, afirma-se que a empresa está a proceder a uma redução drástica de funcionários. Nos centros de distribuição, estão a ser destruídos postos de trabalho (os trabalhadores que saem não são substituídos) e, como consequência, os funcionários que ficam estão sujeitos a uma enorme sobrecarga laboral, vendo-se impossibilitados de manter a correspondência «em dia» [em Portugal os txakurras do patronato dizem que a culpa é das greves ou dos absentistas!].

Para os sindicatos, ao proceder desta forma, a administração está a violar o direito dos cidadãos a receber a correspondência sem atrasos e a incumprir a sua obrigação de prestar o serviço postal público. A situação piora no Verão, afirmam, uma vez que só são substituídos os trabalhadores em férias com contrato fixo.

Face à situação de atrasos na distribuição, os sindicatos pedem às pessoas que apresentem queixa, por via telefónica ou presencialmente. / Mais informação: LAB 1 e 2

Em Nafarroa, LAB e CGT denunciam situação nos CorreosEm conferência de imprensa, os dois sindicatos denunciaram a não admissão de pessoal, as precárias condições de trabalho e a deterioração na qualidade do serviço público que os Correos prestam. Vão solicitar uma audiência no Parlamento navarro para explicar a situação. / Ver: ahotsa.info

António Santos: «Mike Brown, ou qualquer outro nome»

ASEH-Lisboa - AL, 08/18/2014 - 23:33
O Missouri arde porque sempre que mais um jovem afro-americano é assassinado por este sistema desumano e estruturalmente racista, os media encarregam-se de criminalizar a imagem da vítima. Os EUA ardem porque, escreveu-o Martin Luther King Jr. semanas antes de ser ele próprio assassinado, «a revolta é a linguagem dos que não têm voz». Está embargada de lágrimas, de tanta injustiça e tão velha opressão. (Diário Liberdade)

«La batalla del relato», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Se puede hablar de que se han levantado barricadas y se han apedreado sucursales, pero los activistas que lo han realizado no podrán contar su relato. Se podrá hablar de las acciones de ETA pero a ETA se le prohibirá estar en una mesa para que comparta su relato a no ser que coincida con el de la clase política, en ese caso se podrá hacer entrevistas hasta en El Mundo. Con mucha suerte, quizás se hable de partes de la represión pero el que ha puesto la bolsa estará comiendo pipas en su casa y nadie le llamará.

O primeiro Euskararen Eguna de Alesbes é a 6 de Setembro

ASEH-Lisboa - AL, 08/18/2014 - 23:32
Foi esta a data escolhida pela organização da primeira edição do Dia da Língua Basca em Alesbes/Villafranca, na região de Erribera (Sul de Nafarroa), onde o euskara não é oficial. Há muito que os habitantes da localidade andam a preparar o evento.

Para aprender euskara, os mais jovens da localidade fazem-no na escola local, através do modelo A, ou inscrevem-se nas ikastolas de Tutera e Lodosa; os mais velhos estudam na AEK.

A organização quer o Euskararen Eguna seja um dia bem passado, que sirva para promover a cultura e a língua, e dar informação a quem visitar Alesbes sobre a forma de aprender euskara na localidade ou na Erribera. Para isso, haverá vários pontos informativos e um posto da ikastola de Zangoza, que será a próxima organizadora do Nafarroa Oinez [a festa das ikastolas privadas de Nafarroa; também há uma festa anual para as outras; toda esta divisão decorre da zonificação linguística imposta ao território].

Euskararen Eguna - Alesbes A organização destaca a importância de comparecer em encontros desta natureza e de cada qual colaborar como puder. Foi aberta uma conta (na Euskadiko Kutxa), para quem quiser colaborar dessa forma: 3035 0077 35 0770009713 / Mais informação sobre o programa: ahotsa.info

«Aupa Maurizia!»

ASEH-Lisboa - AL, 08/18/2014 - 23:31
A Maurizia Aldeiturriaga, a Arratie/Arratia, ao povo da Bizkaia.

Ver: «Maurizia Aldeiturriaga, grande tocadora e cantora biscainha. "Aupa Maurizia!"» (aseh)
Quem ouviu Maurizia Aldeiturriaga (Zeberio, Bizkaia, 1904-1988) jamais a esquecerá. De pandeireta nas mãos, o dia todo, tocando e tocando sem parar. E a cantar, no seu estilo especial, único. Viveu a pandeireta e o canto, e renovou-os.

Apesar da repressão, movimento juvenil de Mendillorri insiste em projecto comunitário

ASEH-Lisboa - IG, 08/17/2014 - 23:34
Nos dias 8 e 9, agentes da Polícia Municipal e da Polícia Nacional espanhola apareceram no bairro iruindarra e quase destruíram um projecto, levado a cabo por jovens, que visa suprir as carências sociais dos habitantes: uma horta popular. Não se deixaram intimidar e, com o apoio da população, vão defender as alfaces e os pepinos de que o autarca de Iruñea não gosta.

Com base na análise dos problemas que o bairro enfrenta - situações de carência e exclusão de um número considerável de famílias, e falta de recursos e iniciativas para a juventude (40% da população do bairro) -, o Mendilloriko Gazte Mugimendua [movimento juvenil de Mendillorri] decidiu pôr mão à obra, criou diversos grupos de trabalho, que por sua vez avançaram com a ideia de criar uma Herri Baratza [horta popular].

A 6 de Agosto, nascia a obra, num espaço público e abandonado pela Câmara Municipal de Iruñea [Pamplona]; e, nos dois dias que se seguiram, apareceu cada vez mais gente a querer participar no projecto: com mão-de-obra, sementes ou ferramentas.

O município respondeu com repressão: primeiro, os munipas, acompanhados por guaus de ocupação, tentaram identificar os responsáveis pela horta (tal não se verificou devido à pressão popular); depois, mandou para o local um enorme dispositivo, que arrasou com a horta quase toda.

Entretanto, os jovens deram uma conferência de imprensa no bairro, na qual perguntaram ao autarca porque teme a plantação de pepinos e lhe pediram que reflicta, para assim deixar de implicar com o seu «pepinar herritik herriarentzat» [do povo para o povo]. O projecto faz bem ao bairro: à juventude que nele se envolve e às famílias em situação de exclusão. / Ver: Mendillorriko_Gazte_Mugimendua e ahotsa.info

Petri Rekabarren: «La verdad siempre es revolucionaria» [cas/eus]

ASEH-Lisboa - IG, 08/17/2014 - 23:33
¿Por qué la verdad es un problema? Porque nos descubre sin tapujos, crudamente, lo radical de las cosas. Lenin dijo una vez que hay que ser tan radical como radical es la realidad. O dicho de otro modo, para superar la explotación hay que conocerla, o sin teoría revolucionaria no hay práctica revolucionaria. El concepto de verdad es crucial tanto en su faceta de necesidad de la verdad, como en la de la verdad como praxis revolucionaria.

Contra esta teoría de la verdad, la marxista, se oponen las múltiples corrientes de la ideología burguesa que aquí podemos dividir en dos grandes bloques: uno, el más reaccionario, que no vamos a desarrollar ahora; y, otro, el «progresista». De una u otra forma, ambos suprimen o niegan el criterio básico de que la verdad puede conocer y transformar lo real. (lahaine.org)

«Munilla y la añoranza del nacional-catolicismo», de Igor MELTXOR (boltxe.info)
El 21 de noviembre de 2009 se hacía público el nombramiento de Jose Ignacio Munilla al frente de la Diócesis de Donostia. Desde este momento, las declaraciones y actitudes del obispo no han pasado desapercibidas. Muchos son los que le calificaban como un nostálgico del nacional-catolicismo más rancio.

«Uma estória com buracos», de Correia da FONSECA (odiario.info)
Se o papel dos media que temos fosse informar, a situação seria bem diferente. Porque basta mostrar com verdade um facto para desmontar horas de propaganda.

Chegou a Marijaia, há festa em Bilbo

ASEH-Lisboa - IG, 08/17/2014 - 23:32
Milhares de pessoas encheram a Praça do Arriaga, ontem à tarde, 16, para receber a Marijaia e participar no início da Aste Nagusia bilbaína. Não faltou a solidariedade com os presos políticos bascos e com a Palestina.
Depois da alocução do pregoeiro, Asier García, que defendeu umas «festas inclusivas», umas «festas populares para todos e para todas», a txupinera Loreto Errasti acendeu a mecha ao foguete que soltou a festa.

Bilboko Aste Nagusia 2014 - Txupinazo [Uriola]Outro vídeo do txupinazo [J. M. Martínez]

Montagem das txonas: Bilboko KonpartsakMais informação: uriola.info

Programa das konpartsak / Konpartsen egitaraua 2014 (Bilboko Konpartsak)

Liberdade para Alfon! ¡Alfon libertad!

ASEH-Lisboa - IG, 08/17/2014 - 23:31
Agradecemos vuestra solidaridad y quedamos a la espera de vuestra respuesta. ¡Alfon Libertad! ¡Por la libertad y retirada de cargos de todas las personas acusadas y/o presas luchar! ¡VIVA LA LUCHA DE LA CLASE OBRERA!Desde la Plataforma por la Libertad de Alfon hacemos este llamamiento para solicitaros que os unáis a la campaña que estamos realizando, exigiendo su libertad.
El próximo día 18 de septiembre se celebrará el juicio contra nuestro familiar, vecino, amigo y compañero Alfon pidiéndole 5 años y medio de cárcel. Alfon es un joven de 22 años, vecino del barrio obrero Vallecas situado en Madrid, que fue detenido al salir de su casa cuando se dirigía al piquete unitario de su barrio por la huelga general europea del 14 de noviembre 2012 para reivindicar: no más paro, no a la reforma laboral, no a los recortes sociales, no a la privatización de la sanidad, la enseñanza… / Continuar a ler: lahaine.org

Centenas reclamam em Donostia o fim dos julgamentos políticos e a liberdade dos 28

ASEH-Lisboa - OT, 08/15/2014 - 23:34
Cerca de mil pessoas participaram, ontem, 14, na manifestação convocada pela Ernai para reivindicar o fim dos julgamentos políticos e reclamar a liberdade dos 28 jovens independentistas que, acusados de pertencer à organização juvenil e revolucionária Segi, começam a ser julgados a 22 de Setembro na Audiência Nacional espanhola. Alguns deles estiveram presentes na mobilização, em Donostia, e, no final, agradeceram o apoio de todos.

A manifestação partiu já depois das seis da tarde do Boulevard, seguindo atrás de uma faixa em que se lia «Gazte borrokaz aske, epaiketa politikorik ez. 28ak libre» [com a luta dos jovens, livres; não aos julgamentos políticos. Liberdade para os 28]. Durante o percurso, houve duas grandes salvas de palmas: uma para uma faixa em que se lia «Israel genozida. Palestina askatu» e outra para a taberna que fica na Ikatz kalea - que é uma das herrikos atacadas pela AN espanhola, no âmbito do processo contra a esquerda abertzale.

A mobilização terminou frente à basílica de Santa Maria, na Parte Zaharra. Ali, os organizadores afirmaram que o processo movido a estes 28 jovens é «político». Pela alegada pertença à Segi, os jovens são acusados de integrar uma «organização terrorista», e incorrem numa pena de seis anos de cadeia. «Somos jovens, não terroristas», afirmaram os militantes da Ernai de Donostia.

No local também estavam presentes alguns dos arguidos, como os donostiarras Jazint Ramírez e Xalba Ramírez, Julen Zuaznabar e Beñat Lizeaga. Jazint Ramírez falou em nome de todos para agradecer o apoio e a solidariedade que receberam ao longo destes anos. Recorde-se que a maioria dos arguidos foi detida em Outubro e Dezembro de 2010, no âmbito de uma operação policial, e que quase todos afirmaram ter sido torturados pela Polícia Nacional espanhola ou pela Guarda Civil. Oito jovens conseguiram escapar às garras dos captores e, depois de passarem quatro meses escondidos, foram detidos pela Polícia francesa em Iparralde, na sequência de um acto que teve lugar em Izpura (Nafarroa Beherea).

Jazint Ramírez recordou a ajuda de todos naqueles dias e no tempo passado na prisão, bem como a dos que, neste Verão, têm estado a trabalhar para divulgar a sua situação e denunciar o julgamento. / Ver: Berria / Vídeos: mani / acto final [Ernai Donostia]

Mikel Itulain: «El papel de los "progresistas" occidentales en la recolonización de África (Partes I y II)»

ASEH-Lisboa - OT, 08/15/2014 - 23:33
Y no olvidemos que incluso la OTAN, los neocons y todo el poder corporativo también hablan del pueblo, de la gente, de la democracia, de los derechos humanos… Ya saben, palabras vacías. Es fácil hacerlo y encima quedas bien, aunque todo sea una gran falsedad. Sin embargo, arremeten contra los gobernantes de países que mantienen cierta independencia económica y política, a los que denigran como dictadores y sanguinarios, sin aportar ninguna evidencia realmente contrastada (boltxe.info)

«Acto Político Cultural en Homenaje al Camarada y Mártir Revolucionario Baltasar Ojeda Negretti», de Coordinadora Simón Bolívar (CSB)
Reciban todos esta nuestra invitación solidaria, cordial y revolucionaria, para que asistan, el día sábado 06 de Septiembre de 2014, a partir de las 3:00pm, al Acto Político Cultural que organizamos en Homenaje a nuestro Camarada y Mártir Revolucionario, Baltasar Ojeda Negretti, «Comandante Elías», en el cual develaremos un busto en los espacios de Boulevard «Simón Bolívar», ubicado en la Parroquia 23 de Enero, entre los Bloques 18 y 19.

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