Tomen la lucha y únanse en la larga batalla por la más noble de las causas: la liberación de la humanidad

Bob Dyle

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EH Lagunak (pt)

Na Aste Nagusia bilbaína também se exigiu a liberdade dos jovens de Altsasu

ASEH-Lisboa - AZ, 08/23/2017 - 22:34
Nas festas bascas deste Verão não têm sido esquecidos os jovens de Altsasu (Nafarroa) que foram criminalizados, processados e encarcerados na sequência de uma zaragata com dois pikolos, num bar da localidade navarra, em meados de Outubro último.

Em Iruñea, Gasteiz, Donostia e Bilbo - as quatro capitais do Sul do território basco - as mobilizações para reclamar o fim das «montagens policiais» e exigir a liberdade dos jovens reuniram muitas centenas de pessoas.

Sob o «Altsasukoak aske!» [os Altsasu livres], muitas centenas de pessoas juntaram-se na Gaztelu enparantza de Iruñea, a 14 de Julho, para reivindicar o fim do processo movido contra 11 jovens pelo tribunal de excepção espanhol, três dos quais - Adur, Oihan e Jokin - continuam na cadeia.

Seguiu-se outra grande mobilização na Andre Maria Zuriaren plaza, em plenas festas de Gasteiz. No passado dia 19, foi a vez de Donostia acolher a reivindicação pela liberdade dos de Altsasu, no espaço La Flamenka, no último dia da Aste Nagusia; na segunda-feira, mobilizaram-se os bilbaínos, na sua Semana Grande, frente à Câmara Municipal. / Mais info: EntzunAltsasu

«Barcelona: culpados e responsáveis»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/23/2017 - 22:33
[De Marcos Roitman Rosenmann] «Estes atentados vieram para ficar. A sua origem espúria encontra-se nas ações das chamadas tropas aliadas do Ocidente, encabeçadas pelos Estados Unidos, que invadiram países como o Afeganistão, o Iraque, a Líbia, fomentaram guerras na Síria e desestabilizaram governos considerados inimigos. (…) Barcelona deve fazer-nos reflectir e evitar as declarações pomposas e propagandísticas que falam do triunfo do Ocidente. A guerra não é religiosa, mas geopolítica, pelo controlo das matérias-primas e da dominação imperialista. (odiario.info) [mais info aqui e aqui]

«¿Quién está trasladando a los yihadistas del Califato Islámico hasta Afganistán?» (Movimiento Político de Resistencia)
Zhajarova se refería a sólo 50 terroristas que habían sido trasladados en helicóptero a la vista de todo el mundo a las grutas de Tora-Bora. Ha habido varios traslados más que fuentes locales han denunciado en repetidas ocasiones: no teníamos bastante con los talibanes y ahora llegan los del Califato Islámico...

El diputado provincial Zahir Kadyr fue más explícito que la rusa y da la respuesta que sospechábamos: han sido los gringos. Naturalmente: en Afganistán el espacio aéreo lo controla la OTAN. No se mueve una mosca sin que ellos dirijan el vuelo.

«Uma multidão em Buenos Aires contra as políticas de Macri»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/23/2017 - 22:32
Na capital argentina, centenas de milhares de trabalhadores mobilizaram-se, esta terça-feira, 22, em defesa do emprego e contra as políticas económicas e sociais implementadas pelo governo de Macri. Também se exigiu o aparecimento com vida de Santiago Maldonado, desaparecido há 23 dias. (Abril)

Oliba Gorriak – «Txikia»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/23/2017 - 22:31
Tema do álbum Ogi gogorrari hagin zorrotza! (2005). A banda é de Markina-Xemein (Bizkaia). [Letra / tradução]

Nas festas de Ibarra, «amnistia» presente

ASEH-Lisboa - AT, 08/22/2017 - 22:34
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Tolosaldea (Gipuzkoa) tem uma txosna [barraca] nas festas de Ibarra, que começam amanhã, 23, e se prolongam até domingo, 27. Dia 25 é Amnistia Eguna.

A txosna do Movimento pró-Amnistia (MpA), onde é possível adquirir material, fica na Herriko Plaza e está aberta todos os dias a partir do meio-dia.

Sexta-feira, 25, é Amnistia Eguna, dia grande para os defensores da amnistia, que às 18h00 vão realizar uma concentração. Segue-se um concerto com os Garalaitz.

No dia seguinte, 26, o espaço do MpA acolhe um nome grande: Pablo Hasél, rapper catalão conhecido pela sua militância comunista e pela sua solidariedade com o povo trabalhador basco e com aqueles que deram tudo pela sua libertação social e nacional.

«El ataque fascista contra el monumento "La huella"»

ASEH-Lisboa - AT, 08/22/2017 - 22:33
[De Eusko Lurra Fundazioa e Herritar Oroimen Historikoa] Este año en la Aste Nagusia en Bilbo está siendo especialmente visible la presencia de grupos ultraderechistas. A destacar la provocación durante el chupinazo y en Begoña al colgar una bandera española de grandes dimensiones. El grupo «Falange Vasco-Navarra» reivindicó la provocación. Este mismo grupo ha amenazado a la comparsa libertaria «Hontzak» por sus críticas a la Iglesia Católica. Lo último ha sido el ataque en el monte Artxanda al monumento en memoria de los gudaris y milicianos que defendieron Bilbo en el 37 y que la asociación Aterpe colocó hace 10 años. (BorrokaGaraiaDa)

«Consensualização jornalística da retórica política»

ASEH-Lisboa - AT, 08/22/2017 - 22:32
[De Alfredo Maia] Não deixa de ser sintomático que entre os numerosos «acordos» aprovados neste ano não conste nenhum – rigorosamente nenhum – a condenar a recente ameaça expressa do presidente norte-americano, de recorrer à «opção militar» contra a Venezuela, ou sequer a decisão da administração dos EUA de aplicar o seu «poder económico e diplomático» contra o país.

Dos «acordos» e das abundantes e inflamadas «notícias» disponibilizadas pelo portal do Parlamento – na verdade transformado em activíssima plataforma de propaganda da direita contra Maduro e a Revolução Bolivariana –, não sobressai uma frase, uma palavra, uma sílaba sequer de salvaguarda patriótica.
[...]
Assumida em inúmeros órgãos de informação, a afirmação de que a Assembleia Constituinte «dissolveu» o Parlamento, aliás na linha da narrativa que vinha das vésperas e do dia da eleição da ANC segundo a qual esta «terá poderes para dissolver a actual Assembleia Nacional», faz o caminho de outras construções ideológicas de que os media são instrumentos cúmplices.

Não é nada inocente, por exemplo, o recurso recorrente dos media a expressões e conceitos como «o regime de Maduro», ou «ditadura», atribuídos pelos próprios sem necessidade de citação e correspondestes aspas inocentadoras, numa arriscada muleta de consensualização jornalística do discurso e de posições próprias do campo político e resvalando para a instrumentalização, por vezes descarada. (Abril)

«Lénine, estratégia e teoria do poder» [vídeo]

ASEH-Lisboa - AT, 08/22/2017 - 22:31
«Lenin, estrategia y teoría del poder»
O marxismo não tem uma teoria do poder, da política e do Estado? Em que consiste a actualidade de Lénine e do marxismo, a 100 anos da Revolução Bolchevique?
¿El marxismo no tiene una teoría del poder, la política y el Estado? ¿En qué consiste la actualidad de Lenin y el marxismo, a 100 años de la revolución bolchevique?

Estratégia, hegemonia e revolução (Néstor Kohan)Ver: amauta.lahaine.org

41 trabalhadores mortos em acidentes laborais em Euskal Herria

ASEH-Lisboa - AL, 08/21/2017 - 22:34
Representantes de vários sindicatos e trabalhadores das Fundições Fumbarri, em Durango (Bizkaia), concentraram-se hoje, ao meio-dia, frente às instalações da empresa para denunciar a morte de um colega num acidente laboral ocorrido sexta-feira passada.

Numa nota de imprensa, o sindicato LAB afirma que anda há anos a alertar para as condições que os cerca de 100 trabalhadores da Fumbarri ali enfrentam, nomeadamente ao nível da saúde laboral e da falta de prevenção.

O sindicato lembra que, há dois anos, um trabalhador sofreu queimaduras graves e outro ficou totalmente incapacitado devido à inalação de gases tóxicos. Há, para além disso, inúmeros casos de silicose. Em virtude destas situações, há dois processos a decorrer em tribunal contra a Fumbarri por «crime contra os direitos dos trabalhadores.

Com a morte do operário na Fumbarri subiu para 40 o número de trabalhadores mortos em acidentes laborais, este ano, no País Basco. Entretanto, já hoje soube-se que um motorista de camião morreu em Karrantza (Bizkaia), enquanto trabalhava. / Ver: LAB

«Presoen argazkiak aurrekari»

ASEH-Lisboa - AL, 08/21/2017 - 22:33
Bilboko 3. Instrukzio Auzitegiaren aginduz, Hontzak konpartsako txosnako hainbat eduki kendu ditu Ertzaintzak, Bilboko Gotzaitegiak «biraotzat» jo eta gero. Aurrez ere izana da Ertzaintza txosna gunean, ordea. Batez ere, euskal presoen argazkiak izan ditu jomugan.

PSEk Eusko Jaurlaritzako lehendakaritzara iristean egin zuen, batez ere, presoen argazkien aurka. 2009an, gobernura iritsi berritan, Rodolfo Ares Herrizaingo sailburu ohiaren ekimenez hasi ziren herriz herri presoen argazkiak erretiratzen, eta beste horrenbeste egin zuen Ertzaintzak 2009ko Aste Nagusian, Bilbon. Indarrez sartu zen txosna gunean, eta kendu egin zituen Txori Barrote, Kaskagorri, Kobetamendi eta Altxaporrue konpartsek zituzten argazkiak.

Harago joan zen Bilboko Udala. 2009ko operazio hori oinarri hartuta, udalak debekatu egin zien Txori Barrote eta Kaskagorri konpartsari 2010eko eta 2011ko Aste Nagusietan txosnak jartzea. Gerora, Bilboko Administrazio Auzitegiko 4. Epaitegiak ebatzi zuen debekua ez zela zilegi.

Harrezkero, begiradapean izan dituzte Txori Barrote eta Kaskagorri. 2013an, esaterako, bi konpartsek antolatutako ekialdiak grabatzeko agindu zuen Espainiako Auzitegi Nazionalak.

Lehenagotik ere sartu izan da Ertzaintza jaigunera, hala ere. 2006an, Etxerat elkarteak Areatzan eginiko elkarretaratzera joan zen, eta Polizia berriz jaigunera ez sartzeko eskatu zuten Bilboko konpartsek. / Ver: Berria

Assad: «A Síria frustrou os planos do Ocidente»

ASEH-Lisboa - AL, 08/21/2017 - 22:32
Bashar al-Assad afirmou, este domingo, que o seu país está a pagar um elevado preço na luta contra o terrorismo, mas conseguiu frustrar «os planos do Ocidente», graças ao esforço do Exército Árabe Sírio e das forças aliadas.
[…]
Apesar de «ser verdade que o país perdeu a sua juventude e infra-estrutura», «o preço da resistência é bem inferior ao da rendição», afirmou o presidente sírio, que, perspectivando a guerra de agressão num contexto mais amplo, aludiu a um discurso que proferiu há 12 anos, reafirmando o que então disse.

Em 2005, falava-se na «árvore e na tempestade», e dizia-se que bastava à árvore dobrar-se quando a tempestade passasse para, no final, continuar de pé. No entanto, recordou Assad, quando o problema não fosse uma tempestade mas um bulldozer, «dobrar-se já não bastaria». «A única solução é ter raízes sólidas» para poder enfrentar o bulldozer.

Doze anos volvidos, «há quem não tenha aprendido a lição», disse o presidente sírio, frisando que, hoje, há «uma guilhotina sobre as cabeças de toda a gente na região», que «já tirou a vida a milhões» e que «vergar-se não serve de nada». A única solução é «destruir as guilhotinas», enfatizou. (Abril)

«O calendário e a marcha dos acontecimentos: Notas sobre a conjuntura brasileira»

ASEH-Lisboa - AL, 08/21/2017 - 22:31
[De Mauro Iasi] A situação brasileira resultante do golpe que colocou Temer na presidência permanece indefinida em muitos aspectos. Sectores sociais em presença – dominantes e dominados – hesitam.
A burguesia e a pequena burguesia política esperam a salvação orando ao calendário e à marcha dos acontecimentos, enquanto os trabalhadores querem rasgá-lo criando novos factos que sejam capazes de libertar o tempo. (odiario.info)

«Orígenes del Movimiento Obrero Vasco Iª Parte»

ASEH-Lisboa - IG, 08/20/2017 - 22:34
[De Jon Kerejeta] «Formación económico social» es la combinación peculiar de modos de producción y relaciones sociales en un ámbito espacio-temporal más o menos amplio. El concepto fue utilizado originalmente por Karl Marx en El Capital, fué desarrollado por Lenin en el análisis de la Rusia prerrevolucionaria. Más tarde fue recuperado por historiadores de orientación marxista de mediados del siglo XX, conscientes de la imposibilidad de aplicar a la realidad histórica el funcionamiento ideal y puro de los principales modos de producción definidos conceptualmente como esclavismo, feudalismo, capitalismo, comunismo. Todo esto conlleva iniciar el análisis del hecho histórico sobre la base objetiva del modo de producción (capitalismo hoy) condicionado por el desarrollo de las fuerzas productivas y que mantiene una tensión bidireccional con los condicionantes políticos-ideológicos-culturales (pasado y presente) que condicionan su funcionamiento; es decir su marco específico de «lucha de clases».

En base a esta fundamentación iniciamos la aproximación histórica del movimiento comunista vasco desde finales del XIX hasta nuestros dias intentando navegar a través de sus tendencias y debates que pasan a través de ciertas coyunturas hasta el pretendido inicio de un «marxismo vasco». (lahaine.org)

Atacado monumento aos gudaris e milicianos que defenderam Bilbo do fascismo

ASEH-Lisboa - IG, 08/20/2017 - 22:33
A Sare Antifaxista denunciou, hoje, o ataque ao monumento «Hatz-marka / La Huella», que, no miradouro de Artxanda, homenageia os gudaris e milicianos que defenderam a capital biscainha do fascismo. Este ano passam 80 anos sobre a queda de Bilbo.

De acordo com a informação disponível no portal da Sare Antifaxista, o ataque ocorreu na noite passada, tendo elementos desconhecidos realizado várias pintadas no monumento. Nelas, surgem identificados símbolos da extrema-direita espanhola e o nome da «Falange».

Este mês, ocorreram «mais ataques e acções fascistas» na Grande Bilbo, nomeadamente em Galdakao, Basauri e no bairro bilbaíno de Santutxu.

Ontem, no início da Aste Nagusia bilbaína [Semana Grande das festas] apareceu uma grande espanhola desfraldada nos elevadores de Begoña - acção que, de acordo com a Sare Antifaxista, foi levada a cabo por elementos falangistas. O movimento antifascista basco desfez o acto de provocação. / Ver: SareAntifaxista 1 e 2

«Barcelona, culpables y responsables: más alla del terrorismo»

ASEH-Lisboa - IG, 08/20/2017 - 22:32
[De Marcos Roitman Rosenmann] Sabemos quiénes son los culpables, aquellos que cometen el delito, pero los responsables residen en la Casa Blanca, el Pentágono, el 10 de Downing Street, el Palacio del Elíseo, [La Moncloa] o la sede de la Organización del Tratado del Atlántico Norte en Bruselas, por citar algunas. No hay que extrañarse: la Unión Europea y EEUU han sido los causantes del nuevo terrorismo que asola sus ciudades. El resto es tirar balones fuera. (La Jornada via lahaine.org)

«En relación al ataque contra el pueblo de Catalunya en Barcelona y Cambrils» (boltxe.eus)  
[Boltxe kolektiboa] De nuevo somos los pueblos trabajadores los que sufrimos los ataques del fascismo, ya sea en Barcelona, Londres, Paris, Niza, Aleppo, Mosul, en Malaysia… Estos ataques posibilitan acrecentar el militarismo imperialista de la OTAN, ante el terror de un supuesto islamismo en guerra contra occidente, disciplinando sus sociedades, haciéndolas sumisas y obedientes, impidiendo el pensamiento crítico y la organización, utilizando para ello todo el poder del Estado, aumentando el control y la represión de la población, sobre todo de las clases trabajadoras.

Las trabajadoras y trabajadores tenemos que denunciar al imperialismo como origen de estos ataques a causa de su política imperialista y de tierra quemada que lleva a cabo en todo el mundo, tenemos que solidarizarnos con los pueblos que luchan contra el imperialismo y seguir trabajando para acabar con él.

«Venezuela: Un brote de lo nuevo»

ASEH-Lisboa - IG, 08/20/2017 - 22:31
[De Chris Gilbert] Aquí es donde Venezuela y su nueva Asamblea Constituyente vienen a colación. Con este paso se ha levantado el espectro de una forma de democracia que no es del todo inofensiva y «segura» desde el punto de vista de los lineamientos del 'establishment', una forma de democracia que podría cuestionar unos cuantos de sus dogmas. Es por eso que temen esta iniciativa mucho más que una dictadura -forma de gobierno en la que, a decir verdad, suelen encontrar algunos de sus mejores aliados-, e insisten en confundir la una con la otra. (lahaine.org)

MpA apresentou manifestações a favor da amnistia em Donostia e Bilbo

ASEH-Lisboa - OT, 08/18/2017 - 22:34
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão apresentou, esta quarta-feira, na capital guipuscoana, as mobilizações a favor da amnistia que agendou para as Regatas de Donostia, a 10 de Setembro, e para a Semana Grande das festas bilbaínas [Aste Nagusia], a 26 de Agosto.


Esta foi a leitura realizada na ocasião: En las regatas del año pasado, tras varios años, sacamos de nuevo la reivindicación de la amnistía a las calles de Donostia. Así, remarcamos la actualidad de esta reivindicación histórica de los trabajadores vascos, pues la amnistía, en su sentido político, es imprescindible para la liberación del proletariado vasco.

La amnistía tiene un sentido político muy fuerte. La amnistía, además de la libertad incondicional de las presas y huidas políticas, es también la superación de las razones que les llevaron a luchar. No se puede hablar de «paz» mientras cientos de militantes revolucionarios vascos siguen en prisión o huidos. No se puede hablar de «convivencia» mientras la juventud combativa vasca sigue entrando a la cárcel por una manifestación o un montaje policial, por lo que los estados denominan «terrorismo».

Y, sobre todo, no puede haber paz, convivencia ni reconciliación entre el proletariado vasco y las burguesías vasca, española o francesa, pues tenemos intereses de clase antagónicos, y por lo tanto irreconciliables. La burguesía utiliza estos términos de manera interesada como si estos intereses se pudieran conciliar, buscando en el nombre de la paz una pacificación. Mientras el proletariado vasco siga oprimido, no conoceremos la paz, pues esa paz que nos venden no es sino la paz del enemigo, y porque la paz del enemigo supone la opresión de las trabajadoras vascas.

Por todo esto, reivindicaremos la AMNISTÍA el segundo domingo de las regatas, el 10 de septiembre, empezando a la 13:00 por el Boulevard de Donostia. También hacemos un llamamiento a acudir a la manifestación por la amnistía que se celebrará en Bilbo el 26 de agosto, que saldrá a las 20:30 desde la plaza Moyúa. Reivindicamos la organización y la lucha, pues será la lucha la que traiga la libertad al proletariado vasco, en una Euskal Herria libre y socialista. / Em euskara aqui

«Hil da Koldo Larrañaga, euskaltzale handia»

ASEH-Lisboa - OT, 08/18/2017 - 22:33
Koldo Larrañaga apaiza eta euskaltzale handia zendu da, 94 urte zituela. Añanan euskara berreskuratzen eta euskal zinemagintzan lan handia egin du Larrañagak.

Azken hirurogei urte eman ditu Koldo Larrañaga apaizak (Azkoitia, 1923) Lantarongo Caicedo-Yuso herrian, bere nagusiek bertara 'erbesteratu' zutenetik hain zuzen, Legutioko nekazarien alde jarri zelako soroak ureztatzeko eskubideei buruzko gatazka batean. Hasiera batean, Añanan, ez zuten ondo hartu «apaiz gorria», baina gerora herritarren esker ona irabazi zuen. / Ver: argia

«Uma farsa assassina»

ASEH-Lisboa - OT, 08/18/2017 - 22:32
[De José Goulão] Em pouco mais de duas palavras: os familiares dos inocentes de Manchester, Londres, Paris e Nice deveriam antes pedir responsabilidades aos governos dos seus países por fomentarem o terrorismo que os vitimou.
[…]
Outros atentados se seguirão – falta saber quando, como e onde – e então ouviremos palavas indignadas e definitivas dos mesmos ou de outros dirigentes políticos geminados, seremos inundados pela repetitiva verborreia de uma comunidade mediática vampiresca, ficaremos reféns de mais sentenciamentos de medidas arbitrárias que nos confiscarão e militarizarão direitos cidadãos – para que seja possível eliminar o terrorismo. (Abril)

«¿Cómo se originó, cómo se mantiene y para qué se mantiene el ISIS?» (EsPosibleLaPaz)
[De Mikel Itulain] ¿Se han preguntado alguna vez con un poco de rigor y seriedad de dónde ha surgido esa organización que se llama ISIS (DAESH según acrónimo en árabe) o Estado Islámico? [...] La respuesta no es complicada, aunque los medios de comunicación occidentales hacen todo lo posible por ocultarla. Se trata sencillamente y trágicamente de ejércitos de mercenarios entrenados, pagados y armados por poderosos hombres de negocios y políticos que dirigen nuestras sociedades occidentales.

«Anti-workers rage by SYRIZA's newspaper "Avgi" challenges the right to strike!»

ASEH-Lisboa - OT, 08/18/2017 - 22:31
Using the arguments of the capitalists and big employers, the newspaper of SYRIZA tries to fuel «social automatism» (turning labor sectors against each other) and undermine class solidarity. In order to do this, the paper attacks the strikers for «keeping society hostage» and blames the workers-peoples' mobilizations for being «harmful» for the «national interests»! (In Defense of Communism)

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