Países en desarrollo es el nombre con que los expertos designan a los países arrollados por el desarrollo ajeno

Eduardo Galeano

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EH Lagunak (pt)

Marchas da Dignidade: centenas de milhares de pessoas manifestaram-se em Madrid

ASEH-Lisboa - IG, 03/23/2014 - 23:32
As Marchas da Dignidade conseguiram superar todas as expectativas. De acordo com os organizadores, cerca de dois milhões de pessoas encheram as ruas da capital espanhola, exigindo «Pão, trabalho e habitação», naquilo que foi uma festa da democracia e do povo.
 
Quase na conclusão da mobilização, ainda decorria o acto final, a Polícia começou a carregar sobre os manifestantes.

Repressão policial na grande mobilização de MadridRepressão policial e distúrbios em Madrid Mais informação, fotos, vídeos: boltxe.info, boltxe.info e lahaine.org

Comunicado do SAT: «Dos millones de personas demuestran la dignidad de un día histórico» (lahaine.org)

A Universidade Politécnica de Valência precisa de um Campus McDonald's?

ASEH-Lisboa - IG, 03/23/2014 - 23:31
Não perder a intervenção de um grupo de estudantes, que respondem à questão, no decorrer da sessão de apresentação do Campus McDonald’s na UPV.A intervenção dos estudantes ocorreu no passado dia 26 de Fevereiro, quando da apresentação, na Universitat Politècnica de València (UPV), do Campus McDonald's de Formação e Emprego Jovem, resultante do acordo celebrado entre a multinacional de fast food e o Ministério espanhol do Emprego e Segurança Social, em consonância com a sua «estratégia empreendorista».

A organização internacionalista basca Askapena afirma que esta é a primeira de várias «sessões de formação/divulgação de "pensamento-lixo"» da multinacional previstas para universidades no Estado espanhol. Espera que seja a última. / Ver: askapena.org

Os refugiados políticos bascos vão começar a regressar às suas terras

ASEH-Lisboa - L, 03/22/2014 - 23:33
O Colectivo de Refugiados Políticos Bascos compareceu publicamente em Arrangoitze (Lapurdi) para anunciar que, a partir de hoje, um número significativo de refugiados começará a regressar às suas terras. De acordo com os dados a que o naiz.info teve acesso, nos próximos dias e semanas devem voltar para casa cerca de 20% do número total de refugiados, que ronda os 500.

«Existem ainda muitas dificuldades para poder garantir o regresso a casa de todas as pessoas que integram este colectivo, mas decidimos começar a resolver os casos em que tal é possível. Assim, de hoje em diante começaremos a ocupar as ruas dos nossos locais de origem. A partir de hoje, podem ver-nos novamente nas praças das nossas terras», afirma-se na declaração que hoje foi lida, em euskara e francês, no recinto de Le Théâtre de la Nature, em Arrangoitze (Lapurdi, Ipar Euskal Herria / País Basco Norte), na presença de cerca de 80 refugiados e refugiadas.

Na ocasião, afirmou-se que o desejo do Colectivo é acabar com as situações de exílio e denunciar as dificuldades impostas pelos governos espanhol e francês. «Entre todos, devemos ser capazes de construir uma dinâmica sólida e permanente até que o último refugiado regresse a casa. O desenvolvimento do processo de solução passa, inevitavelmente, pelo regresso a casa de todos os presos e refugiados, de todas as presas e refugiadas».

O colectivo informa que, desde que apresentou a sua proposta em Biarritz, em Junho do ano passado, manteve encontros com vários agentes e recebeu um apoio importante. O acto de Arrangoitze tem lugar uma semana depois de um grupo de antigos refugiados ter pedido em Altsasu (Nafarroa) apoio popular para se acabar com o exílio de uma vez por todas. / Ver: naiz.info e kazeta.info

Euskal Iheslari Politikoen Kolektiboaren adierazpena (eus / fra / cas) [Declaração do Colectivo de Refugiados Políticos Bascos]

Estudantes navarros mobilizam-se por «um modelo educativo popular e um futuro digno»

ASEH-Lisboa - L, 03/22/2014 - 23:32
Ontem de manhã, cerca de 60 estudantes entraram num jardim de infância encerrado como consequência da política de cortes, no bairro de Arrosadia, em Iruñea. A iniciativa tinha como objectivo criar «um espaço educativo alternativo» e enquadra-se no contexto das acções relacionadas com a greve estudantil do próximo dia 27, segundo referiu o sindicato Ikasle Abertzaleak numa nota de imprensa.
Passados 30 minutos, a Polícia Municipal e a Polícia espanhola apareceram no local, de onde retiraram todos os ocupantes - «com maus modos» -, identificando-os um a um. Os polícias identificaram ainda alguns jornalistas presentes no local. Os estudantes navarros estão em estado de mobilização permanente até à greve de dia 27.
 

À tarde, os estudantes reuniram-se em assembleia e deram uma conferência de imprensa, na qual anunciaram que iriam permanecer em estado de mobilização permanente, no âmbito da dinâmica «Gaztiak planto!» (manifesto aqui). Depois, seguiram em manifestação em direcção ao Parlamento navarro, mas a Polícia espanhola apareceu no Passeio Sarasate, cortando-lhes a passagem, pelo que os jovens se sentaram no chão e, ali mesmo, realizaram uma assembleia com vista à preparação das mobilizações para os próximos dias.Um operador de câmara da ahotsa.info foi agredido por um polícia quando fazia a cobertura dos acontecimentos. / Ver: ahotsa.info, ahotsa.info e topatu.info

Passam hoje 30 anos sobre a «emboscada de Pasaia»

ASEH-Lisboa - L, 03/22/2014 - 23:31
Faz hoje 30 anos que a Polícia espanhola matou quatro militantes dos Comandos Autónomos Anticapitalistas. Três décadas sobre um facto que ficou gravado, na memória colectiva basca, como «a emboscada de Pasaia».

«Tres décadas después, la existencia de supervivientes hace que se conozca prácticamente todo sobre lo ocurrido la noche de aquel 22 de marzo en la bahía de Pasaia, donde fueron acribillados cuatro miembros de los Comandos Autónomos Anticapitalistas. Por contra, persiste la nebulosa sobre quién, cómo y por qué ordenó a la Policía española y la Guardia Civil actuar a sangre y fuego, mediante una emboscada perfectamente preparada, en la que hasta contaban con un cebo humano: la militante Rosa Jimeno, que había sido detenida días antes sin que sus compañeros lo supieran». / Ver: Gara via insurgente.org

Fotos: Homenagem aos quatro militantes dos Comandos Autónomos Anticapitalistas em Pasai Donibane (Berria)
Leitura: «22-03-84», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)

A plataforma GUNE exige medidas para acabar com a pobreza e a precariedade

ASEH-Lisboa - OT, 03/21/2014 - 23:34
Durante o mês de Março, realizaram-se em Euskal Herria diversas marchas contra a precariedade e a pobreza. A iniciativa terminou ontem, dia 20, com uma manifestação pelas ruas da capital navarra, que contou com a participação de Txiki Muñoz (secretário-geral do ELA) e de Ainhoa Etxaide (secretária-geral do LAB).Os organismos e sindicatos que integram a plataforma GUNE afirmaram que enfrentam uma dupla problemática: por um lado, é em Madrid que são tomadas as decisões sobre os modelos sociais e económicos que depois são impostos em Euskal Herria; por outro, os governos de Nafarroa e da CAB levam a cabo uma política neoliberal e, consequência disso, a precariedade alastra pelo mundo laboral e a pobreza pelas ruas. Para enfrentar estes problemas, a GUNE propõem dez medidas: [...] / Ver: ahotsa.info

Inaugurada a Praça Iñigo Cabacas no bairro Basozelai, em Basauri

ASEH-Lisboa - OT, 03/21/2014 - 23:33
A Associação de Moradores de Basozelai inaugurou ontem à tarde um novo parque neste bairro de Basauri: a Praça Iñigo Cabacas, em memória do jovem apoiante do Athletic que faleceu em 2012 depois de ser atingido por uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza. O seu pai pediu aos agentes que «rompam o pacto de silêncio».

Centenas de pessoas participaram na inauguração praça com o nome do hintxa do Athletic. A proposta partiu da Associação de Moradores do bairro e foi aprovada por unanimidade, em Dezembro, na Câmara Municipal de Basauri (Bizkaia).

No acto estiveram presentes muitos amigos e familiares de Iñigo Cabacas, incluindo os seus pais. O pai agradeceu a atitude dos grupos municipais e afirmou que vão continuar «a fazer barulho» para que a morte do seu filho seja esclarecida. Pediu aos ertzainas que «rompam o pacto de silêncio» à volta dos acontecimentos. / Ver: naiz.info

Apoio à Revolução Bolivariana e rejeição do «golpismo» em Bilbo, Donostia e Gasteiz

ASEH-Lisboa - OT, 03/21/2014 - 23:32
Em resposta à convocatória realizada por diversos partidos, sindicatos e agentes sociais bascos, várias pessoas participaram ontem, dia 20, nas concentrações que decorreram nas capitais dos herrialdes da Bizkaia, de Gipuzkoa e de Araba para apoiar o processo de transformações que a Venezuela está a levar a cabo e para repudiar a recente tentativa de golpe de Estado por parte das extrema-direita, com a ajuda dos EUA.

Face à situação actual, «em Euskal Herria fazemos um apelo a uma solidariedade activa e constante; solidariedade com o povo lutador da Venezuela, o seu movimento popular, o seu governo democraticamente eleito e, em especial, com a Revolução Bolivariana», afirma-se na notícia divulgada pela Askapena.

Solidariedade com a Revolução Bolivariana em Euskal Herria [Cubainformación]Ver: askapena.org

CSB: «A un año de tu siembra: el 23 de enero te rinde homenaje, Comandante»
La Coordinadora Simón Bolívar, junto a diversas organizaciones comprometidas con el proceso revolucionario, invita al público en general a asistir, este Sábado 22 de marzo de 2014, a partir de las 11:00 am, a una actividad, para rendirle Homenaje a nuestro Comandante Supremo, al conmemorarse un año de su siembra, y la cual se desarrollará de la siguiente manera: [...]
La actividad se realizará en la Parroquia del 23 de Enero, Sector La Cañada, entre los Bloques 18 y 19, a pocas cuadras de la Estación del Metro de Agua Salud, en la ciudad de Caracas. / Ver programa em: Coordinadora Simón Bolívar

Borroka Garaia: «El legado político de Azkuna»

ASEH-Lisboa - OT, 03/21/2014 - 23:31
Desde la cuna del capitalismo moderno le dieron el premio al mejor alcalde del mundo. Sabían lo que hacían. Genuflexo con la monarquía española, represor y censor del movimiento social, destructor de gaztetxes y casas ocupadas, odiaba el modelo festivo de una aste nagusia popular, defensor de la tauromaquia, declaraba la «guerra al navajero» mientras se codeaba y encontraba a gusto con los ladrones de guante blanco y los creadores de desigualdad social, rechazaba la violencia «venga de donde venga» pero no dudó un instante de posicionarse siempre con las fuerzas policiales y militares españolas incluida la ertzaintza y tampoco pestañeó de utilizar a la policía municipal para sus intereses, defensor de la bandera española reinstituida por Franco, de las grandes multinacionales en contra del pequeño comercio, amigo de las constructoras y cementeras. Discursos racistas y clasistas. (BorrokaGaraiaDa)  

 Gora Kukutza III Gaztetxea! Gora Bilboko Herri Mugimendua! [Gora Bilboko Branka!]

Estudantes manifestaram-se em Gasteiz contra atitude «fascista» da Ertzaintza e dos seguranças

ASEH-Lisboa - OG, 03/20/2014 - 23:34
Centenas de estudantes manifestaram-se hoje ao meio-dia no campus universitário da EHU/UPB em Gasteiz em solidariedade com os seis jovens que ontem foram detidos pela Polícia autonómica depois de terem participado, nesta universidade, numa concentração em defesa do direito dos presos a estudar.
Os estudantes de Gasteiz criticaram a atitude «fascista» dos seguranças e da Polícia, e afirmaram que «não querem quaisquer forças policiais na universidade».
Em resposta aos acontecimentos de ontem, o movimento estudantil afirmou que vai continuar a lutar com firmeza e convocou uma série de iniciativas para a próxima semana, que irão culminar na greve geral estudantil de 27 de Março. / Ver: naiz.info e HaraBa!

Txepetxa: «El exiliado, realidad invisible que existe»

ASEH-Lisboa - OG, 03/20/2014 - 23:33
Ahora en que llegamos al momento en que se hace público la determinación de los exiliados sin causas pendientes de regresar al pueblo que dejaron años atrás, es también hora de recordar que muchos aún siguen en condiciones muy duras, sin apenas tener a quien contar las penurias que viven en el día a día. Es hora de tener presente que mientras no haya una solución global que posibilite el fin de la persecución a los represaliados vascos, seguirá habiendo ciudadanos vascos escondidos en muchas partes del mundo... esperando el fin de la persecución y el día de incorporarse a la lucha política por una Euskal Herria libre y socialista desde sus barrios o pueblos que un día abandonaron precipitadamente! (BorrokaGaraiaDa)

«El manual Sharp y los "golpes suaves" en América Latina», de Juan Manuel KARG (lahaine.org)
[...] cinco pasos para provocar golpes suaves: ablandamiento; deslegitimación; calentamiento de calle; combinación de formas de lucha y fractura institucional. ¿Cómo se dan estas etapas frente a los gobiernos posneoliberales de nuestro continente? ¿Qué similitud tienen con lo ocurrido durante el último mes en Venezuela?

«O golpe esquecido», de John PILGNER (odiario.info)
O papel de Washington no putsch fascista contra um governo eleito na Ucrânia surpreenderá apenas aqueles que vêem os noticiários e ignoram o registo histórico. Desde 1945 dúzias de governos, muitos deles democracias, tiveram um destino semelhante, habitualmente com banhos de sangue.

[Vídeo] Conferência em Bilbo: «Faxismoa: ascenso de la extrema derecha ante una Europa en crisis»

ASEH-Lisboa - OG, 03/20/2014 - 23:32
No fim-de-semana passado, a plataforma antifascista basca «Inoiz Gehiago Ez!» levou a cabo os seus primeiros actos públicos. Tratou-se da conferência-debate «Faxismoa: ascenso de la extrema derecha ante una Europa en crisis», que teve lugar em Bilbo no dia 14 (no Zirika! herri gunea; a foto da «casa cheia» é de lá) e em Gasteiz no dia 15 (no gaztetxe local).

Participaram, em ambos os casos, Bertran Cazorla (jornalista e politólogo catalão especializado na extrema-direita), David Karvala (militante da En lluita e membro da Unitat contra el Feixisme i el Racisme) e Arkaitz Iza Pérez (militante antifascista e membro da CUP). Tanto em Bilbo como em Gasteiz, houve um intenso debate sobre o que é o fascismo, bem como sobre a possibilidade de se trabalhar de uma forma unitária contra ele.

Conferência em Bilbo [AlternativaTB]Ver debate aqui.

A Plataforma «Inoiz Gehiago Ez!» é composta por diversas forças políticas, sindicatos e colectivos sociais, como Sortu, Aralar, Alternatiba, Eusko Ekintza, EPK-PCE, Ezker Anitza, Gorripidea, Ernai, Gazte Komunistak, Gazte Abertzaleak, Ikasle Ekintza, Boltxe Kolektiboa, Sare Antifaxista, SOS Arrazakeria, Basauriko Asanblada Antifaxista, Eusko Lurra Fundazioa, Zirikatzen, CCOO (Unanue Fundazioa), CNT Sindikatua ou Antolaketan Salto. / Ver: SareAntifaxista e SareAntifaxista

Matxura + Oreka TX: «Beranduegi (remix)»

ASEH-Lisboa - OG, 03/20/2014 - 23:31
Remix do tema «Beranduegi», incluído no primeiro álbum dos Matxura (Matxura, 2011), com a colaboração dos Oreka TX.

Ertzaintza detém seis jovens e fere vários no «campus» de Gasteiz em concentração de apoio aos presos

ASEH-Lisboa - AZ, 03/19/2014 - 23:34
A Ertzainta deteve seis jovens e feriu mais uns quantos na sequência de uma intervenção violenta contra uma mobilização em defesa dos direito dos presos políticos bascos a estudar, realizada hoje ao meio-dia no interior do espaço da Universidade do País Basco em Gasteiz.

No final da concentração, que teve como lema «Ikasle presoak klasera», alguns estudantes começaram a pintar um mural; apareceram então seguranças com uma atitude violenta, e, em seguida, dois polícias à paisana detiveram um jovem que saía do campus, deitando-o no chão. Em solidariedade com o seu colega, os outros estudantes sentaram-se no meio da estrada.

Apareceram então um furgão e sete carros da Ertzaintza, que carregou com violência sobre os jovens, ferindo vários e abrindo a cabeça a um deles. Seis foram detidos e levados para a esquadra de Lakua.
Os estudantes disseram que a Polícia atacou quem lhe apareceu pela frente; para além disso, os agentes tiraram os telemóveis aos jovens, gozaram com eles e - acrescentaram - lançaram insultos com conteúdo sexista contra as mulheres.
Mobilizações contra a violência policial
Para hoje (18h00) foi convocada uma concentração de protesto na Praça da Virgem Branca; para amanhã (meio-dia), foi convocada uma manifestação a partir do edifício das aulas do campus universitário de Gasteiz. / Ver: topatu.info, Berria e gazteiraultza.info [com mais fotos]

Gora Iruñea e outros colectivos exigem à UPN o fim da perseguição ao movimento popular

ASEH-Lisboa - AZ, 03/19/2014 - 23:33
A plataforma Gora Iruñea e dezenas de colectivos culturais de Iruñea afirmaram ontem que a capital navarra é «uma cidade dinâmica e participativa no domínio cultural», e que a UPN «quer acabar com tudo isso, quer desfigurar a sua identidade». Nesse sentido, recordaram todos os cortes e entraves impostos ao movimento popular pelo partido regionalista.A Gora Iruñea e os colectivos apresentaram a campanha #KulturaEztanda e criaram o manifesto «Iruñea Biziz», no qual se afirma que Iruñea é «uma cidade com uma cultura muito plural e extensa», e que a possibilidade de desfrutar dela «constitui um direito fundamental dos cidadãos», que deve ser garantido pelo Município.

Por isso, instaram a UPN a incrementar o apoio aos grupos culturais, invertendo aquilo que tem sido a tendência dos últimos anos: cortes cada vez maiores no apoio à cultura, até conduzir os colectivos a uma situação de asfixia. Reivindicaram ainda «um plano cultural eficaz» e «o fim dos entraves colocados uma e outra vez ao movimento popular, cujo trabalho é reconhecido na cidade», afirmaram. / Ver: ahotsa.info

Dia 21, o Newroz celebra-se em Bilbo

ASEH-Lisboa - AZ, 03/19/2014 - 23:32
Numa nota, o Komite Internazionalistak anuncia que, «com a desculpa da celebração do Newroz», «se irá aproximar mais uma vez» da realidade do povo curdo, organizando, conjuntamente com a Bilbo Zaharreko Jai Batzordea e a Goizalde Kultur elkartea, uma mesa-redonda e uma festa. É já esta sexta-feira, dia 21, em Bilbo.

«Com a chegada da Primavera, tem lugar uma celebração singular, o Newroz, festa nacional do maior povo sem Estado do mundo, símbolo da resistência curda e do nascimento de um novo dia de liberdade para o povo do Curdistão», afirma-se na nota.

Esta «festa mágica, com as suas próprias lendas, repleta de danças, cor e fogo» é também «uma jornada de luta e reivindicação de um povo oprimido e perseguido por quatro estados».

Tendo em conta esta realidade, as organizações acima referidas agendaram para dia 21, em Bilbo, duas iniciativas: uma mesa-redonda (Zirika! herri gunea - Ronda kalea, 12 -, às 19h30) com a participação de Urtzi Urrutikoetxea, jornalista e escritor, e do galego Sechú Sende, autor da obra Viagem ao Curdistám para apanhar estrelas. Às 21h30, tem início a festa curda, na Praça de Bilbao La Vieja. / Ver: Komite Internazionalistak

Reportagem: «Como os EUA exportam os seus golpes de Estado»

ASEH-Lisboa - AZ, 03/19/2014 - 23:31
No programa «RT investigaciones», Jelena Milincic revela o historial da ingerência dos Estados Unidos, incluindo o seu envolvimento em diversos «golpes de Estado», em vários países do mundo. / Ver: RT Investigaciones via boltxe.info

A UPN exclui o EH Bildu do txupinazo do San Fermin e prolonga a discriminação ideológica

ASEH-Lisboa - AT, 03/18/2014 - 23:34
Para os vereadores da coligação abertzale, a decisão do autarca de Iruñea, Enrique Maya, de excluir o grupo municipal do Bildu do lançamento do txupin dos sanfermines responde ao «sectarismo antidemocrático da UPN».

Este ano, seguindo a rotatividade, cabia ao Bildu, quarta força política na Câmara Municipal de Iruñea, lançar o foguete do início das festas pamplonautas; contudo, Enrique Maya decidiu que será o presidente do comité local da Cruz Vermelha, Mikel Martínez, a exercer essa função, com o argumento de que a organização humanitária cumpre 150 anos.

O ano passado, o vereador do PSN Eduardo Vall lançou o foguete juntamente com um representante da ONCE, que fazia 75 anos. Este ano, Maya decidiu que essa fórmula não tinha cabimento.

Assim, a UPN prossegue com a política da discriminação ideológica, impedindo as forças da esquerda abertzale de assumir o protagonismo referido no início das festas. Em 2010, calhava a vez à EAE-ANV, mas foi a Comparsa de Gigantes e Cabezudos quem lançou o foguete; em 2000, era a vez do EH, mas quem o lançou foi o Osasuna.

«A UPN continua presa ao passado, empenhada em manter uma estratégia discriminatória na cidade. A UPN não está só a excluir um grupo municipal ou uma opção política legitimamente representada no Município; está a excluir, como é seu hábito, a parte da cidade, o sector que sempre excluiu», salientaram as vereadoras Eva Aranguren e Patricia Perales, que defenderam a necessidade de «construir um novo modelo de cidade». / Ver: naiz.info / Ver também: Berria e Sanduzelai_Leningrado

Concentração em Iruñea pelos direitos dos presos

ASEH-Lisboa - AT, 03/18/2014 - 23:33
Ontem à tarde, como acontece às segundas-feiras, realizou-se uma concentração frente à sede do PP na capital navarra para reivindicar o direito dos presos políticos bascos a viverem em Euskal Herria.
Estiveram presentes 65 pessoas; nas faixas que exibiram podia ler-se: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira», «La dispersión mata» e «Epaiketa politikorik ez / No a los juicios políticos». / Ver: lahaine.org

Carlos Aznárez: «Contra la campaña de terrorismo mediático que sufre Venezuela»

ASEH-Lisboa - AT, 03/18/2014 - 23:32
Frente a esta campaña de aliento al golpe de Estado contra el gobierno de Nicolás Maduro y el pueblo de Venezuela, se hace necesario y urgente que quienes nos definimos como trabajadores de prensa en el más amplio de los términos (incluyendo por supuesto a quienes laboran en medios comerciales), comunicadores sociales, periodistas de medios alternativos y de contrainformación, y todas y todos aquellos que rechazamos la ofensiva del terrorismo mediático contra los procesos revolucionarios y progresistas de nuestro continente, HAGAMOS OIR NUESTRAS VOCES DE PROTESTA Y REPUDIO al acoso que sufre hoy Venezuela Bolivariana. (Resumen Latinoamericano via lahaine.org)

«Romper la alambrada de espino», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Es inconcebible una etapa democrática en Euskal Herria donde la palabra de la sociedad vasca sea papel mojado y siga habiendo exiliados y presos. Hacer valer esa palabra y traer a los presos y exiliados a casa es por tanto la solución y eso pasa por acabar con la imposición.

«Comunicado de Pablo Hasél», de Pablo HASÉL (boltxe.info)
En resumidas cuentas, las preguntas de la fiscal giraron entorno a posicionarme o no a favor de la lucha armada. Me preguntó una y otra vez que si seguía pensando lo mismo que en aquellas viejas canciones, si seguía celebrando las acciones contra los capitalistas, que por qué decía que el camarada Arenas es un héroe, etc. Le respondí que no tienen que decirme a quien debo admirar o no y que puedo celebrar lo que quiera

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