Podrán cortar todas las flores, pero no podrán detener la primavera...

Pablo Neruda

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Nekane Txapartegi foi detida na Suíça, revelou um ministério espanhol

ASEH-Lisboa - OG, 04/07/2016 - 22:33
Nekane Txapartegi foi presa pela Polícia suíça ontem, em Zurique, informou o Ministério espanhol do Interior, no âmbito de um mandato europeu emitido contra ela pela AN espanhola em 2012. A natural de Asteasu (Gipuzkoa) foi condenada no processo 18/98. Denunciou ter sido duramente torturada pela Guarda Civil.

Em 1999, Txapartegi foi presa pela Guarda Civil, na operação contra o Xaki. Afirmou ter sido duramente torturada e ter sido violada enquanto permaneceu incomunicável. Apresentou uma queixa nos tribunais, que foi arquivada em Junho de 2001.

Foi posteriormente incriminada e julgada no contexto do processo 18/98. Durante o julgamento, a asteasuarra contou na AN espanhola os tormentos padecidos. Na fase pericial, identificou o chefe dos guardas civis que depunham enquanto «peritos» como um dos seus torturadores. Em Dezembro de 2007, foi condenada pelo tribunal de excepção a seis anos e nove meses de prisão.

Na nota do ministério relativa à detenção de ontem, afirma-se que Txapartegi levava documentação falsa. A sua extradição já fora solicitada em Junho do ano passado. / Ver: naiz.eus

Ver tb: «O preso pamplonês Patxi Ruiz está hospitalizado há uma semana em Huelva» (naiz e ahotsa.info)
Patxi Ruiz, habitante do bairro pamplonês da Txantrea, tem uma pneumonia grave e encontra-se internado há uma semana. A família denuncia os obstáculos que está a ter para entrar em contacto com ele e inteirar-se do seu estado.

Festa e reivindicação em Baiona para travar a «opressão contra o euskara»

ASEH-Lisboa - OG, 04/07/2016 - 22:32
O Euskaraz Bizi Eguna [Dia de viver em basco] realiza-se, dia 16, em Baiona. Ontem, os promotores da iniciativa apresentaram o programa, vincando a ideia de que a festa e a reivindicação andarão de mãos dadas para fazer frente à «opressão contra a língua basca» e travar as «estratégias de assimilação».

Não faltarão a música, comes e bebes, jogos para os mais pequenos, informaram os organizadores, fazendo um convite à sociedade basca para que esteja presente, participe nas várias iniciativas do dia e «passe do estar a favor do euskara para o fazer em prol do euskara». / Ver: naiz

Pela primeira vez um jornalista no País Basco é multado com base na Lei da Mordaça

ASEH-Lisboa - AZ, 04/06/2016 - 22:34
Valendo-se da Lei da Mordaça, a Subdelegação do Governo espanhol em Gipuzkoa impõe a Axier López o pagamento de uma multa de 601 euros, argumentando que este publicou na sua conta de Twitter, «sem autorização», imagens de uma intervenção policial. O Argia sublinha que o jornalista é multado «por exercer a sua profissão».
As fotos que Axier López publicou na sua conta de Twitter dizem respeito ao momento da detenção de Naroa Ariznabarreta, em Eibar (Gipuzkoa), a 3 de Março último. A jovem, que tinha participado num corte de estrada em 2007 em protesto contra o processo judicial Jarrai-Haika-Segi, recusara-se a comparecer no tribunal para ser julgada.

Nas imagens, aparecem vários agentes, mas a única cara que se vê é a de Ariznabarreta. Apesar disso, a Subdelegação afirma que, «através das imagens referidas, é possível identificar os agentes actuantes, com o risco que para os funcionários pode resultar da sua identificação pública». Afirma ainda que o jornalista publicou as imagens «sem autorização».
Ameaças anteriores ao direito a informar
É a primeira vez que um jornalista é punido em Euskal Herria ao abrigo da Lei da Mordaça. Mas já em Novembro do ano passado o Ahotsa.info foi ameaçado, tendo recebido um documento da Polícia Nacional espanhola que sublinhava a presença de vários agentes seus numa notícia publicada nas festas de San Fermin. E a delegada do Governo espanhol em Nafarroa, Carmen Alba, enviou um aviso ao órgão digital lembrando-lhe as implicações de publicar dados ou imagens da Polícia sem a devida «autorização».

Em Março de 2015, Axier López foi um dos mais de 400 jornalistas bascos que deram a cara contra Lei da Mordaça, no contexto da campanha «O jornalismo não é crime». / Ver: argia e Berria

Leitura: «Nos quieren callados, pero nos tendrán en frente. Solidaridad con Axier López y Argia» (lahaine.org)

«A 20 anos da sabotagem de Itoiz» [reportagem]

ASEH-Lisboa - AZ, 04/06/2016 - 22:33
No dia 6 de Abril de 1996, Nafarroa acordava abalada pela notícia de uma grande acção de sabotagem contra uma das grandes infra-estruturas que estavam a ser construídas naquela altura, a barragem de Itoiz. Oito activistas cortaram os cabos que transportavam o cimento para toda a obra, provocando assim perdas materiais milionárias, bem como a paragem das obras durante mais de um ano.

Agora que passam 20 anos daquela «acção directa», o Ahotsa ouviu alguns dos seus protagonistas, para analisar as consequências da acção, de todos os anos de luta contra a barragem, e também as consequências que a obra teve para os vales e terras próximos, desde que a barragem se encheu, há dez anos.

Itoiz, 20 urte: a acção que parou Itoiz [Ahotsa]Ver: lahaine.org

Violências contra as mulheres terão resposta este sábado em Gasteiz

ASEH-Lisboa - AZ, 04/06/2016 - 22:32
O movimento feminista basco agendou para este sábado, 9, na capital alavesa, uma manifestação de denúncia contra as violências contra as mulheres. Com o lema «11 eraso, 12 erantzun, Feministok prest! Vuestras violencias tendran respuesta!» [11 ataques, 12 respostas, as feministas prontas], a iniciativa foi lançada no final de Fevereiro e obteve grande apoio.

A manifestação, às 13h00, é o elemento central de uma jornada de reivindicação e festa que arranca às 11h30 na Praça dos Foros e termina, já noite dentro, no Gaztetxe. De acordo com a plataforma Feministok prest!, a jornada centra-se em três objectivos: denunciar as «agressões sexistas»; denunciar a criminalização a que o movimento feminista está a ser sujeito; fomentar a reflexão e o debate social sobre a violência, as suas múltiplas expressões e a forma de as identificar.

Desde o lançamento da iniciativa, mais de 250 organizações locais, nacionais e internacionais expressaram apoio a esta jornada. / Ver: gasteizhoy.com e argia

Município denuncia «ocupação» de Leitza pelo Exército espanhol

ASEH-Lisboa - AZ, 04/06/2016 - 22:31
Ontem, dia 5, à hora em que as crianças iam para a escola, soldados do Exército espanhol tomaram o centro na localidade navarra, realizando manobras sem que a autarquia tivesse sido informada ou desse autorização.

O Município de Leitza repudiou por unanimidade a «presença e as manobras» dos militares, que, a pé, de camião e noutros veículos, andaram de cá para lá, «bem armados».

O presidente da Câmara, Mikel Zabaleta, exigiu ao Exército espanhol que se vá embora de Leitza e de Euskal Herria, acrescentando que ali não há lugar para «os seus jogos de guerra». Disse ainda que, no actual contexto político de Euskal Herria, a presença das forças militares não tem qualquer justificação. / Ver: Berria e euskalerriairratia.eus

Morreu Ángel Aldana, deportado basco na Venezuela

ASEH-Lisboa - AT, 04/05/2016 - 22:34
Ángel Aldana Barrena, refugiado e deportado basco que se encontrava há longos anos na Venezuela, faleceu no dia 3, na sequência de uma doença prolongada.

Angelin nasceu em 1949 em Gorozika (Muxika, Bizkaia). No final dos anos 70, fugiu para o País Basco Norte (Iparralde). Em Fevereiro de 1981, foi detido Ziburu (Lapurdi) e em Outubro desse ano foi enviado para a Ilha de Yeu, juntamente com outros refugiados bascos, ficando impedido de sair dali.

Em 1984, foi novamente detido, a norte de Baiona, ficando, mais uma vez impedido de sair daquela região. Detido em Agosto de 1985, três meses mais tarde foi deportado para o Equador, onde permaneceu até Março de 1988 (dia e noite sob vigilância policial).

Em Janeiro de 1986, numa altura em que vivia com Alfonso Etxegarai, membros das forças de operações especiais equatorianas entraram em sua casa, raptaram-nos e deixaram-nos em poder da Polícia espanhola, que os torturou selvaticamente durante 24 horas.

Em Março de 1988, foi enviado para a República Dominicana e, um ano depois, para o Panamá. Em Dezembro desse ano, quando da invasão norte-americana, refugiou-se na sede do núncio apostólico, o pasaitarra Juan Sebastián Laboa, com os também deportados Juanjo Aristizabal, a sua mulher, Ione Idigoras, Koldo Saralegi e Juan Carlos Arriaran.

No seguimento de diligências efectuadas pelo núncio, foram todos enviados para a Venezuela em Fevereiro de 1990. Em 1996, o governo espanhol solicitou a extradição de Aldana; em 1999, foi preso e posteriormente libertado. / Ver: pakitoarriaran.org
«Comunicado del Colectivo de refugiad@s y deportad@s polític@s vasc@s en Venezuela» [eus. / cas.] (lahaine.org)
Semejante vida de lucha y de sufrimiento jamás te hizo perder la esperanza en la victoria, aquí en esta América Latina y también en Euskal Herria, y personas como tú nos dejan lo mejor de sí mismos y, al igual que Pakito Arriaran, muchos pueblos para amar.

O LAB mobilizou-se em defesa dos serviços públicos

ASEH-Lisboa - AT, 04/05/2016 - 22:33
Ontem, dia 4, o sindicato LAB realizou concentrações em Bilbo, Donostia e Iruñea contra a privatização dos serviços públicos.

As mobilizações enquadraram-se na jornada de luta mundial convocada pela União Internacional de Sindicatos de Serviços Públicos, da Federação Sindical Mundial, e na campanha que o LAB está a levar a cabo contra a precariedade no sector público, com o lema «No sector público, nem tudo o que luz é ouro».

O LAB afirma que são cada vez mais claros os objectivos subjacentes às privatizações: fazer lucro, deteriorando as condições laborais dos trabalhadores e a qualidade do serviço prestado.

Em Donostia, denunciou-se a política de subcontratação e precarização levadaa cabo pela Deputação Foral de Gipuzkoa; em Bilbo, reivindicou-se o carácter «100 por cento público» do novo Hospital de Urduliz; em Iruñea, criticou-se a privatização das cozinhas do complexo hospitalar. / Ver: Herrikolore [com nota de imprensa do LAB]

Começaram as jornadas internacionalistas de Arratia

ASEH-Lisboa - AT, 04/05/2016 - 22:32
A Arratieko 1. Aste Internazionalista [I Semana Internacionalista de Arratia], organizada pela Askapena com o apoio da Câmara Municipal de Igorre (Bizkaia), começou ontem, 4, e prolonga-se até dia 10. No programa constam iniciativas sobre a América Latina, o Médio Oriente e a Europa. Ao longo da «Semana», estará patente ao público uma exposição sobre a NATO na Herriko Taberna de Igorre.

No dia 6 (19h30), na Herriko Taberna, terá lugar um encontro sobre o movimento de camponeses do Brasil, tendo por base a experiência do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra.

No dia 7 (19h30), na Kultur Etxea/Casa da Cultura, Gabirel Ezkurdia irá falar sobre os conflitos na Síria e no Médio Oriente.

Dia 8 (20h00), a sala de cinema de Igorre será palco da apresentação do documentário Donbass: gerra Europaren bihotzean [Donbass: a guerra no coração da Europa], com a presença do realizador, o jornalista Ibai Trebiño.

No dia 9, a Herriko Taberna acolhe um pequeno-almoço/tertúlia (12h00). Segue-se um desfile (13h30) e, depois, o almoço, no Gaztetxe. À tarde, haverá a actuação de um solista cubano.

Bilhetes para o almoço à venda em vários locais da comarca: Axular e Errugbi Taberna (Igorre); Jentil Zubi (Dima); Sagarna Taberna (Zeanuri). / Ver: askapena.org e aseh

«Viva a Comuna!»

ASEH-Lisboa - AT, 04/05/2016 - 22:31
[De Georges Gastaud e J.-P. Hemmen] Evocar hoje a Comuna de Paris, cujo 145º aniversário do seu início se comemorou a 26 de Março, não é apenas o relembrar de um facto histórico passado do proletariado francês.
Comemorar o aniversário da Comuna é também, nos nossos dias, a reafirmação do ideal comunista e o reconhecimento de que «(…) uma luta sem tréguas das massas, mesmo por uma causa desesperada, é indispensável para a educação ulterior dessas próprias massas, para as preparar para a luta futura». (odiario.info)

«Uma guerra mundial começou – rompa o silêncio» (resistir.info)  
[De John Pilger] Em 1947, uma série de directivas do National Security Council descreveu o objectivo supremo da política externa americana como «um mundo feito substancialmente sobre a própria imagem [da América]». Esta ideologia era o americanismo messiânico. Éramos todos americanos. Se não, heréticos seriam convertidos, subvertidos, subornados, enlameados ou esmagados.
[…] Quando o dia da eleição presidencial estiver mais próximo, Clinton será louvada como a primeira mulher presidente, pouco importando os seus crimes e mentiras – assim como Barack foi louvado como o primeiro presidente negro e liberais engoliram suas tolices acerca da «esperança». E a verborreia prossegue. [em castelhano: redroja.net]

O Mugitu denuncia mais multas contra opositores ao TGV

ASEH-Lisboa - AL, 04/04/2016 - 22:34
No total, são 3200 euros para participantes em mobilizações em Iruñea e Gasteiz. Numa altura em que o questionamento social do TGV se nota mais, tenta-se silenciar os opositores «a golpe de multas e mordaça», afirma o Mugitu, que irá continuar a mobilizar-se «até parar definitivamente este absurdo comboio elitista, anti-social, ruinoso e destruidor», alheio às verdadeiras necessidades das populações.

Numa nota, o Mugitu!, movimento de desobediência civil contra o TGV, revela que, nas últimas semanas, os opositores a este projecto receberam várias multas: sete sanções administrativas (3200 euros no total), que lhes foram aplicadas ao abrigo da Lei de Segurança dos Cidadãos, tanto na versão antiga («Lei Corcuera») como na moderna, aprovada pelo PP (Lei da Mordaça).

Cinco destas multas foram recebidas por participantes na marcha ciclista contra o TGV realizada no Verão passado, na sequência da carga da Polícia Municipal, apoiada pela Ertzaintza, nas ruas de Gasteiz. As outras duas multas foram recebidas por pessoas que participaram no acorrentamento à varanda da Deputação de Nafarroa, em Novembro de 2013. Ambas tinham sido julgadas e absolvidas das acusações de resistência à autoridade e desobediência.

Acção do Mugitu em Iruñea (Novembro de 2013)Ver: ahotsa.info e lahaine.org

Carmen Alba volta a proibir uma homenagem antifascista

ASEH-Lisboa - AL, 04/04/2016 - 22:33
A delegada do Governo espanhol em Nafarroa não concedeu a autorização para o acto de homenagem a Jokin Artajo e Alberto Asurmendi, membros do EGI-Batasuna mortos a 6 de Abril de 1969, quando preparavam uma acção armada contra a ditadura franquista. Desde 2009 que a Delegação do Governo em Nafarroa nega a autorização para o acto de homenagem a estes lutadores antifranquistas.

Artajo e Asurmendi são considerados militantes da organização política EGI (Euzko Gaztedi Indarra), próxima ao Partido Nacionalista Basco, então ilegal. De acordo com um informe da Polícia Nacional espanhola, a homenagem poderia constituir um crime de «enaltecimento ou apologia do terrorismo».

A associação Ahaztuak 1936-1977 critica esta identificação da luta antifranquista com «comportamentos criminosos» e que se chame «terroristas» a quem se opunha ao regime ditatorial franquista. «Os guardiães do “modelo espanhol de impunidade” decidem quem pode e quem não pode ser recordado, quem é um democrata de sempre e quem não o é», afirma a associação.

Para a Ahaztuak, a proibição da concentração agendada para dia 6 constitui um ataque à liberdade de expressão por parte de quem faz a «apologia do franquismo». Insiste a associação que prestar homenagem a Artajo e Asurmendi é «um dever», um claro sinal de «enaltecimento e apologia da resistência antifascista». «O crime imperdoável seria esquecermo-nos deles», afirma. / Ver: ahotsa.info

«Las Gestoras tras la ley de amnistía del 77»

ASEH-Lisboa - AL, 04/04/2016 - 22:32
[De Transición y ruptura] La dinámica de acción-reacción-acción sirvió a la izquierda abertzale, y en gran parte a las Gestoras pro Amnistía para llevar a cabo una movilización casi permanente. El gran número de detenciones, y atentados realizados por las fuerzas parapoliciales fue respondido por las Gestoras, y en muchas ocasiones esta respuesta también fue reprimida.

El decantamiento de las Gestoras hacia el sector de la izquierda abertzale articulado en torno a KAS respondió a la táctica de este sector de rechazar la legitimidad del marco constitucional y estatutario, lo que les permitía mantener la idea de que los presos lo eran por razones políticas, ya que luchaban contra una situación injusta.

La división entre los dos sectores de la izquierda abertzale no es fruto de una casualidad o una decisión puntual, es la constatación de la elección de dos caminos distintos ante la reforma política, que irá bifurcando los caminos de ambos sectores. HB y las organizaciones de su entorno apostarán por la ruptura, negarán la legitimidad, al sistema, y despreciarán la vía institucional en contraposición a la lucha popular. Por su parte EE ira aceptando poco a poco la reforma y entrando en el sistema, primando la lucha institucional y dejando abandonadas otras luchas, esto será el detonante para que la dirección de ETA (p-m) decida el abandono de la lucha armada. / Ver: BorrokaGaraiaDa

«Xuban Nafarrate: el preludio del asesinato de Iñigo Cabacas»

ASEH-Lisboa - AL, 04/04/2016 - 22:31
[De Igor Meltxor] El joven Xuban Nafarrate resultó herido en la cabeza como consecuencia de un pelotazo disparado por la Ertzaintza durante una carga policial en Gasteiz el 29 de marzo de 2012, jornada en la que estaba convocada una huelga general. Estuvo ingresado durante seis días en el hospital y en los primeros momentos se temió mucho por su salud.

Una semana después la Ertzaintza acabaría con la vida del seguidor del Athletic, Iñigo Cabacas. (periodistacanalla.net)

«¡Esto no se graba!» (periodistacanalla.net)
En una entrevista realizada por la cadena australiana SBS EN 2008 con el secretario de Estado para la Seguridad, Antonio Camacho, el mandatario español exigió al periodista David O’Shea que apagase la cámara al ser preguntado sobre los casos de torturas contra ciudadan@s vasc@s.

En abril de 2015, el aita y ama de Iñigo Cabacas le recriminaban a Joseba Egibar que no era lo mismo restringir el uso de las pelotas de goma que prohibirlas. El dirigente jeltzale exigía que no se grabara la discusión en un recinto público, ayudado por el parlamentario jeltzale, Luke Uribe-Etxeberria que trató de impedir que la cámara de ETB hiciera su trabajo.

Dos ejemplos…dos objetivos. ¡Silenciar la verdad!

Cerca de 2000 pessoas manifestaram-se a favor da amnistia em Bilbo

ASEH-Lisboa - IG, 04/03/2016 - 22:34
A mobilização, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), percorreu as ruas de Errekalde ontem ao fim da tarde. Foi o elemento principal do Amnistia Eguna, um dia repleto de iniciativas no bairro bilbaíno, sobretudo no Etxarri gaztetxea.
Seguindo uma faixa em que se lia «Amnistia», os manifestantes gritaram várias palavras de ordem a favor da amnistia e afirmaram uma e outra vez que «a luta é o único caminho» [borroka da bide bakarra]. No acto político que se seguiu à mobilização [ver conteúdo em baixo], representantes do MpA afirmaram que não aceitam «a paz falsa dos que vieram para fazer a guerra» e que «não haverá paz até que todos os perseguidos políticos estejam livres na rua e o povo basco tenha todos os direitos que lhe assiste».

O delegado do Governo espanhol, Carlos Urquijo, afirmou ter enviado um ofício à AN espanhola em que solicitava a proibição de diversas actividades programadas para o Amnistia Eguna, mas a Procuradoria disse não ter recebido tal ofício. Tendo isso em conta, bem como o facto de recentemente seis membros do MpA terem sido intimados a depor na AN espanhola, os representantes do MpA fizeram questão de sublinhar que essas medidas não «os irão calar». Três patrulhas da Ertzaintza apareceram na rotunda de Ametzola, mas não intervieram.
Apesar das proibições da Câmara Municipal de Bilbo, previa-se que as bandas Vomitando Desperdizios, Habemus Papam e Pablo Hasél actuassem ontem à noite no Etxarri gaztetxea. / Ver: Berria

Ver: «2000 pessoas a favor da Amnistia em Errekalde (comunicado e fotos)» [eus. e cas.] (amnistiaskatasuna)

Batera pede aos eleitos que «agarrem oportunidade histórica» para o País Basco Norte

ASEH-Lisboa - IG, 04/03/2016 - 22:33
Cerca de cem pessoas participaram ontem, 2, na concentração que a plataforma Batera realizou em Ziburu (Lapurdi) para pedir aos eleitos que votem a favor da criação de uma comunidade única para Ipar Euskal Herria [País Basco Norte]. Também ontem, com o mesmo objectivo, realizaram-se concentrações em Baiona, Uztaritze (Lapurdi) e no alto de Oxkaxe (Nafarroa Beherea).

Até final de Maio, os municípios do País Basco Norte vão votar a proposta de criação da Comunidade única Pays Basque. Muitos já o fizeram, tendo votado favoravelmente, como aconteceu em Hendaia, Senpere, Hiriburu, Sara, Behorlegi, Baiona, Maule, Zuraide, Gabadi, Uztaritze e Ezpeleta.

Na consulta do último Outono, em Ziburu, a maioria dos vereadores mostrou-se contrária à criação desta elkargoa [comunidade]. Daí que o porto desta última localidade tenha sido escolhido para uma das concentrações.

Sebastien Castet, membro da plataforma Batera, incentivou as pessoas a enviar postais com o «sim» aos eleitos ziburutarras, para que, na votação, se inclinem para essa opção. Castet agradeceu ainda a todos os que, nos últimos três meses, têm participado nas iniciativas de esclarecimento da Batera, organizando debates e assembleias.

A Batera é uma plataforma que engloba múltiplas associações, sindicatos, organizações e cidadãos do País Basco Norte. Surgiu em 2002, tendo como objectivos fundamentais a co-oficialização da língua basca, a criação de um departamento País Basco, de uma associação agrícola basca e de uma universidade. / Ver: naiz, kazeta.eus e batera.info

Monte acima, pelo repatriamento dos presos

ASEH-Lisboa - IG, 04/03/2016 - 22:32
Centenas de pessoas participaram, hoje, nas marchas de montanha promovidas pela organização Sare para exigir o fim da dispersão.

Com as botas de montanha calçadas e as mochilas às costas, em Gipuzkoa os participantes partiram de Larraitz e caminharam até ao cimo do monte Txindoki; em Araba, foram desde Murua até ao alto do Gorbeia; na Bizkaia, subiram de Urkiola até ao Anboto; e em Nafarroa saíram de Arbizu com destino ao topo do Beriain.

Com esta iniciativa, a organização referida pretende chamar a atenção para a questão dos «direitos dos presos políticos bascos», exigindo o fim da dispersão e que sejam repatriados. / Ver: Berria e naiz

Eduardo Corrales: «Pongamos que hablamos de Hungría»

ASEH-Lisboa - IG, 04/03/2016 - 22:31
A ustedes puede no parecerles importante. ¿A qué hablar de la Hungría de 1956 en el pleno del Ayuntamiento de Madrid? —se preguntarán—. Pero lo es.
[...] En cuestiones de principio, como lo es defender la verdad, no vale más táctica que la de no callarse. El voto de apoyo y la presencia de los concejales de Ahora Madrid en el pleno del Ayuntamiento en la moción del PP sobre Hungría es infame. Pero la ausencia y el silencio de quien, no estando de acuerdo —se presupone— con lo que se iba a aprobar, no son tampoco dignos de ningún elogio. Porque quien calla otorga, y en esta ocasión lo que se otorga es un homenaje al fascismo y la reacción. En una situación así, un comunista de verdad no se calla, y dice la verdad: que la única revolución en Hungría fue la socialista, y que la defensa de las libertades y los derechos humanos vino del Este, y no del lejano Oeste del pistolero Reagan. (lahaine.org)

«Agravou-se a desigualdade na repartição do rendimento em Portugal» (odiario.info)
[De Eugénio Rosa] Seja qual o ângulo por que se analise a situação presente da classe trabalhadora em Portugal, a conclusão só pode ser a de que se agrava o risco de pobreza e exclusão, como nos demonstra Eugénio Rosa no estudo que hoje publicamos.

LAB considera «escandalosos» os despedimentos anunciados pelo Santander

ASEH-Lisboa - L, 04/02/2016 - 22:34
«O Banco Santander, que no ano passado lucrou 5966 milhões de euros, mais três por cento do que no ano anterior, anuncia que vai despedir uma parte dos seus funcionários e reduzir os seus Serviços Centrais, tudo isso para fazer frente à "crise", por causa do contexto económico e do aumento de custos», afirma o LAB numa nota. Para o sindicato abertzale, é escandaloso que aqueles que provocaram a crise - que levou milhares ao desemprego, à pobreza e aos despejos - queiram valer-se dessa crise para despedir ainda mais.

O LAB sublinha que, no Banco Santander, os lucros permanecem no patamar dos milhares de milhões ano após ano e que a sua presidente, Ana Botín, «meteu ao bolso» nada menos que 9,8 milhões de euros em 2015 (mais dez por cento que em 2014). Porque «apenas pensam nos lucros», prosseguem com a política de destruição de emprego e de castigo dos clientes, afirma o sindicato, que qualifica as medidas de reestruturação anunciadas no maior grupo financeiro do Estado espanhol como uma «agressão aos trabalhadores».

O LAB exige soberania para Euskal Herria, para que ali se decidida, e considera necessário criar um quadro próprio de relações laborais que impossibilite actuações deste tipo e em que a banca, os grandes empresários e os ricos sejam obrigados a contribuir como lhes corresponde, no contexto de uma política de distribuição da riqueza mais justa. / Ver: lab.eus

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