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Jose Martí

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EH Lagunak (pt)

Espanha condenada por não investigar a denúncia de torturas de Xabier Beortegi

ASEH-Lisboa - AT, 05/31/2016 - 22:34
É a oitava vez que o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) condena o Reino de Espanha por não investigar devidamente denúncias de tortura. Beortegi foi detido em Janeiro de 2011 pela Guarda Civil, em Nafarroa, sendo acusado de pertencer ao Ekin. Posteriormente, afirmou ter sido torturado durante quatro dias, enquanto estava incomunicável.

O TEDH considera que a denúncia de tortura apresentada por Xabier Beortegi não foi devidamente investigada no Estado espanhol, pelo que condena Madrid a indemnizar o jovem navarro em 20 000 euros por danos morais. Deverá ainda pagar 3500 euros por custas processuais.

O natural de Iruñea foi preso em Janeiro de 2011 pela Guarda Civil, no âmbito de uma operação contra o Ekin em Nafarroa. Em Maio desse ano, Beortegi apresentou uma queixa por torturas, mas a juíza do Tribunal de Iruñea que ouviu o iruindarra declarou o caso arquivado logo em Março de 2012, sem que tivessem sido realizadas as investigações solicitadas na queixa.

As críticas lançadas tanto pelo Behatokia como TAT [Grupo contra a Tortura], no sentido de que as investigações não haviam sido suficientes, não deram em nada.

Uma longa lista
A denúncia de torturas de Beortegi não é a primeira que Estrasburgo aceita e que resulta numa condenação a Espanha. Um outro caso é o de Patxi Arratibel. Preso na mesma operação que Beortegi, em Etxarri Aranatz (Nafarroa), por alegada pertença ao Ekin, Jon Patxi Arratibel ficou conhecido por ter assinado com o termo «aztnugal» – «laguntza» [ajuda], escrita ao contrário – um depoimento realizado durante o período em que esteve incomunicável em poder da Guarda Civil.

Arratibel viria também a fazer uma denúncia de torturas e, como os tribunais não lhe davam andamento, os seus advogados levaram o caso para Estrasburgo. Em Maio do ano passado, o TEDH deu-lhe razão e condenou Espanha. Então, como agora, o Reino espanhol foi acusado de violar o artigo 3.º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

Antes de Beortegi e Arratibel, houve mais seis casos de condenação por falta de investigação das denúncias de torturas – cinco deles relativos a cidadãos bascos: os donostiarras Mikel San Argimiro e Iker Beristain, o director do Egunkaria, Martxelo Otamendi, a bilbaína Beatriz Etxebarria e o zizurtarra Oihan Ataun.

Testemunho de tortura de Xabier Beortegi (01/2011)Ver: Berria / Ver também: «Nueva condena de Estrasburgo a España por no investigar la tortura» (ahotsa.info)

«Utzi bakean Venezuela! Euskal Herria con la revolución bolivariana» [eus / cas]

ASEH-Lisboa - AT, 05/31/2016 - 22:33
[De Askapena / «Deixem em paz a Venezuela! EH com a Revolução Bolivariana»] El imperialismo yanqui y el fascismo español, claros promotores de la agenda golpista venezolana, están decididos en poner fin a un proceso que ha osado levantar la bandera del socialismo y del internacionalismo, recuperar su soberanía política y energética, fomentar la participación de los sectores populares en la arena política y asegurar los derechos sociales y económicos de los mas humildes. En pocas palabras, el imperialismo quiere destruir una vez por todas el proceso que ha sido hasta ahora el motor de la agenda transformadora y antiimperialista latinoamericana a la vez que apropiarse de sus tan ansiadas y ingentes reservas de petroleo.

Ante esta situación, desde Askapena entendemos que, hoy mas que nunca, el pueblo trabajador vasco tiene que estar a la altura de este momento histórico y volcarse en la defensa del proceso bolivariano. En este sentido, nuestro deber internacionalista es el de denunciar la sistemática campaña política y mediática de agresión al gobierno venezolano impulsada por el imperialismo yanqui y, sobre todo, por la derecha política española y vasca. / Ver: askapena.org

Marchas às cadeias de Basauri e Zaballa pela libertação dos presos doentes

ASEH-Lisboa - AT, 05/31/2016 - 22:32
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão promove este sábado, dia 4, a realização de marchas às prisões de Basauri (Bizkaia) e Zaballa (Araba) em defesa da libertação dos presos bascos com doenças graves.
Em Basauri, a iniciativa tem lugar às 11h00; em Zaballa, às 13h00.

«Preso gaixoak kalera! Espetxeetara martxak»
Os presos doentes para a rua! Marchas às cadeiasVer: amnistiAskatasuna

Ángeles Maestro: «El electoralismo sin máscaras en el 28 M»

ASEH-Lisboa - AT, 05/31/2016 - 22:31
Ya lo vivimos en la Transición. Entonces, de la mano de «dirigentes de la izquierda» vitoreados como «hombres de Estado» se inmoló el potente movimiento obrero y popular – construido sobre ríos de dolor y de muerte – en el altar del programa neoliberal del capital internacional que dejó intactas las estructuras de poder de la Dictadura. (redroja.net)

«A vitória sobre Israel em 2000 é um exemplo para luta de hoje» (odiario.info)
[Hassan Nasrallah] Comemorando a libertação do Sul do país em 25 de Maio de 2000, o «Dia da Vitória», em que as tropas israelitas foram obrigadas a abandonar o Sul do Líbano, o secretário-geral do Hezbollah, Sayed Hassan Nasrallah, pronunciou um importante discurso, de que publicamos os principais pontos.
A ideia de que Israel é o inimigo principal e que é a luta «a única via para recuperar os [nossos] territórios e garantir a estabilidade e a segurança do país» atravessa todo o discurso.

Milhares disseram «não» à incineradora de Zubieta

ASEH-Lisboa - AL, 05/30/2016 - 22:34
Milhares de pessoas, de todo o território guipuscoano, juntaram-se ontem em Donostia para formar um cordão humano e exigir que o projecto da incineradora de Zubieta não avance.

Para ligar a Oncologia donostiarra à Deputação de Gipuzkoa seriam necessárias umas 5000 pessoas, mas esse número foi largamente ultrapassado.

No final, na Gipuzkoa Plaza, foram lidas mensagens em defesa da saúde pública e do ambiente, e de apelo a que se mude de rumo e se faça uma outra gestão dos resíduos. / Ver: argia e Gara

Reportagem fotográfica: Cordão humano contra a incineradora (argia)

Quatro otxandiarras são julgados dia 2 na AN espanhola

ASEH-Lisboa - AL, 05/30/2016 - 22:33
Na quinta-feira, 2 de Junho, são julgados no tribunal de excepção espanhol os habitantes de Otxandio (Bizkaia) Miren Soloeta, Amaiur Lopez de la Calle, Aitor Uribe e Asier Duran. Acusados de organizar um acto em memória da militante basca Lucia Urigoitia, Lutxi, sua conterrânea, podem apanhar dois anos e meio de prisão, nove anos de inabilitação e 7200 euros de multa. O Ministério Público acusa-os de «enaltecimento do terrorismo».

Lucia Urigoitia, militante da ETA, foi assassinada pela Guarda Civil a 22 de Julho de 1987, em Trintxerpe (Pasaia, Gipuzkoa), com um disparo na cabeça à queima-roupa. Apesar dos esforços realizados para «fazer justiça», os factos continuam por esclarecer e, assim, os seus responsáveis nunca foram julgados.

O caso de Lucia Urigoitia figura num relatório elaborado pelo Governo de Gasteiz e enviado a todos os municípios da Comunidade Autónoma Basca. De acordo com esse informe, o juiz do Tribunal de Instrução número 2 de Donostia considerou que a bala que lhe atravessou a cabeça foi disparada com uma arma cujo canhão estava praticamente encostado à pele. Lembra, ainda, que houve acusações por falsificação de provas e uma intervenção extrajudicial na casa do juiz para substituir um casquilho de bala.

«Evocar Lucia Urigoitia e denunciar o facto de o seu caso continuar por esclarecer e sem julgamento foi, precisamente, o que fizeram estes quatro habitantes de Otxandio», afirma a plataforma Libre Otxandio, acrescentando que o julgamento em causa evidencia, mais uma vez, que a violência exercida pelo Estado goza de total impunidade. / Ver: BorrokaGaraiaDa

Ver também: «Urigoitia recibió un tiro en la nuca a bocajarro» (periodistacanalla.net)

Festa e reivindicação no 25.º aniversário da UEMA

ASEH-Lisboa - AL, 05/30/2016 - 22:32
Celebrou-se no sábado, em Leitza (Nafarroa), o Dia dos Municípios Bascófonos/ Euskalduns. Foram muitos os que decidiram aparecer nesta localidade vizinha de Gipuzkoa, onde houve grande festa.

A Mancomunidade de Municípios Bascófonos [Udalerri Euskaldunen Mankomunitatea – UEMA] nasceu em Maio de 1991. Na altura, era composta por 19 municípios; hoje, são 76.

Integram a UEMA municípios onde pelo menos 70 por cento dos habitantes sabem euskara. Em Nafarroa são 13: Araitz, Arantza, Arbizu, Areso, Basaburua, Baztan, Bera, Etxalar, Etxarri Aranatz, Goizueta, Igantzi, Larraun e Leitza.

De manhã, cerca de cem vereadores e presidentes de municípios da UEMA realizaram uma assembleia-geral. Depois, a festa espalhou-se por Leitza: houve música, dança, desportos tradicionais bascos, palhaços e um almoço popular. / Ver: Euskalerria irratia via argia

Gilberto López y Rivas: «La ofensiva contra Venezuela»

ASEH-Lisboa - AL, 05/30/2016 - 22:31
En la orquestada campaña del terrorismo mediático planetario han proliferado cientos de notas informativas y editoriales que destacan el carácter dictatorial y represivo del régimen de Maduro, y que coinciden plenamente con las recomendaciones del almirante Tidd de «mantener la campaña ofensiva en el terreno propagandístico, fomentando un clima de desconfianza, incitando temores, haciendo ingobernable la situación… reforzando la matriz mediática…» [TV, prensa, redes, circuitos radiales], y donde afirma que «en las actuales circunstancias, posicionar que Venezuela entra en una etapa de CRISIS HUMANITARIA [en mayúsculas en el original] por falta de alimentos, agua y medicamentos, hay que continuar con el manejo del escenario donde Venezuela está cerca del ‘colapso y de implosionar’ [sic], demandando de la comunidad internacional una intervención humanitaria para mantener la paz y salvar vidas.» (La Jornada via lahaine.org)

«¿Por qué podemos hace más daño a la revolución bolivariana que el Partido Popular?» (Canarias Semanal via lahaine.org)
[Cristobal García] En realidad, las declaraciones de [Alberto] Rodríguez, en las que cuestiona la legitimidad democrática del gobierno bolivariano, no han sido muy diferentes a las de sus compañeros de partido. Hay, en cualquier caso, quienes podrían considerarlas incluso más rechazables que las de éstos, por la trayectoria política del «diputado de las rastas».

Milhares manifestaram-se em Bilbo contra a precariedade laboral

ASEH-Lisboa - IG, 05/29/2016 - 22:34
Milhares de pessoas, vindas de todo o País Basco, manifestaram-se ontem, 28, nas ruas de Bilbo contra a precariedade laboral. O sindicato LAB, que convocou a mobilização, anunciou que pretende «abrir uma nova fase de confronto com o patronato, dentro e fora das empresas», e fazer «da precariedade e da pobreza questões de primeiro plano» na luta.

A mobilização partiu de quatro pontos distintos, com cada coluna de manifestantes a chamar a atenção para questões diversas: discriminação salarial; saúde e segurança no trabalho; direito ao trabalho e a pensões dignas; um quadro laboral próprio. Defendeu-se, para além disso, a semana laboral de 35 horas, a distribuição do trabalho e da riqueza, a subida do ordenado mínimo para os 1200 euros, o direito a trabalhar em euskara.

Todas as colunas, animadas, ruidosas e com palavras de ordem constantes contra a precariedade, confluíram na Praça Moyua, de onde seguiram até à Praça Euskadi.

Etxaide: precariedade alastra para aumentar o lucro dos patrões
Em declarações à comunicação social, a secretária-geral do LAB afirmou que a actual «fase de crescimento económico assenta nas reformas laborais e sociais dos últimos anos» e isso, para os trabalhadores, significa exploração: «trabalhar muito para ganhar muito pouco». Ainhoa Etxaide sublinhou que, para o LAB, a precariedade vai ser «a grande prioridade» da luta.

Disse ainda que o LAB defende a criação de «uma maioria» que «abra uma nova fase de confronto com o patronato dentro e fora das empresas». Trata-se de discutir «quem vai dirigir o futuro laboral deste país - acrescentou -; ou o patronato, essa elite económica, ou a grande maioria social trabalhadora».

Manifestação contra a precariedade [LAB]Ver: eitb.eus

Os presos políticos bascos em Fresnes puseram fim à greve de fome

ASEH-Lisboa - IG, 05/29/2016 - 22:33
A Etxerat anunciou ontem à noite que, ao cabo de 19 dias em greve de fome, os presos políticos bascos - homens - na cadeia de Fresnes puseram fim a essa forma de luta. A decisão foi tomada depois de a direcção do estabelecimento ter garantido que Itziar Moreno vai ser transferida para outra cadeia e, assim, sair da situação de isolamento por tempo indeterminado em que se encontra desde 2 de Maio.

A direcção garantiu ainda que a presa bilbaína, castigada por participar, no final de Abril, num protesto pela melhoria das condições na cadeia, será enviada para um presídio onde estão mais presas políticas bascas.

A Etxerat fez saber também que Itziar Moreno só sairá do «mitard» (cela de castigo) quando a transferência for concretizada. Ainda assim, tal como os homens, tanto ela como Ekhiñe Izagirre e Iratxe Sorzabal decidiram acabar com os protestos que estavam a realizar: greve de fome, no caso das duas primeiras, e rejeição de refeições, no caso da última. / Ver: etxerat.eus 1 e 2

Em Bergara, o exemplo de Cuba na luta contra o ébola em África

ASEH-Lisboa - IG, 05/29/2016 - 22:32
A obra Zona Roja. La experiencia cubana del ébola, do jornalista cubano Enrique Zubieta Gómez, será apresentada na próxima terça-feira, 31, às 19h00, no Palácio Irizar, em Bergara (Gipuzkoa). A iniciativa é promovida pela associação Euskadi-Cuba, a Askapena, o Komite Internazionalistak, a Cubainformación TV e ainda pelos grupos políticos locais EH Bildu e Irabazi-Ganemos.


A cooperação médica de Cuba contra o ébola na África Ocidental
Em Setembro de 2014, face à epidemia de ébola na Serra Leoa, Libéria e Guiné Conakry, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, lançou um apelo à comunidade internacional. E ligou a cinco dirigentes mundiais, para lhes pedir colaboração urgente. Quatro deles eram presidentes de potências económicas (EUA, França, Reino Unido e o Conselho Europeu). O quinto – algo surpreendente –, era o presidente de um pequeno país do Terceiro Mundo: Cuba. Esta nação foi a primeira a enviar cooperantes – 256, pertencentes à brigada médica cubana «Henry Reeve», especializada em situações de desastres e epidemias –, e fê-lo em coordenação com a directora-geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan.

O livro reúne as experiências de solidariedade destas pessoas. Duas delas faleceram durante a missão (Reinaldo Villafranca e Jorge Juan Guerra). Outra, o médico Félix Báez, contraiu o ébola, mas foi curado em Genebra e regressou a África para concluir a sua missão. / Mais info: askapena.org e cubainformacion.tv

«Especial Chile: En Santiago gran despliegue y represión policial para impedir marcha estudiantil»

ASEH-Lisboa - IG, 05/29/2016 - 22:31
Una serie de incidentes en distintos puntos de Santiago y Providencia se registraron durante la mañana de este jueves debido a la intención de marchar de los estudiantes secundarios, pese a no contar con la autorización de la Intendencia Metropolitana. Los jóvenes se reunieron en plaza Baquedano con la finalidad de trasladarse por la Alameda para llegar a Los Héroes.
Hasta el centro de reunión llegó personal de Fuerzas Especiales de Carabineros para enfrentar (con gases, agua y golpes) a los manifestantes, provocando múltiples corridas. (Resumen Latinoamericano)

«El lado oscuro de la periodista española Salud Hernández Mora» (Resumen Latinoamericano)
[De Dick Emanuelsson] Ya está en libertad la periodista española Salud Hernández Mora. Sin precedentes fue movilizado el Estado Colombiano para su liberación. La policía puso 100 millones de pesos en la mesa para aquella persona que facilitara su liberación.
El Ejército puso los mejores soldados de élite en un «cerco humano» y todo el inmenso aparato de inteligencia militar se puso a trabajar sin descanso. El «trato» se distingue años solares al trato a los colegas colombianos.

Pero ¿quién es la señora que es «acariciada» por un Estado acusado por terrorismo y crímenes de guerra durante décadas? ¿Quién es ella que el año pasado caracterizaba a los campesinos como «ratas humanas»? ¿Qué promovía campañas electorales del partido neo franquista Popular? ¿Qué decía que el asesinado ministro del Estado sueco, Olof Palme, era un simple terrorista al servicio de la ETA?

En los siguientes tres artículos podemos ver el otro lado oscuro de esta señora que pocos medios con peso iluminan.

Os presos bascos em Fresnes estão em greve de fome há 19 dias

ASEH-Lisboa - L, 05/28/2016 - 22:34
Para denunciar a política prisional «criminosa» e manifestar solidariedade aos presos em luta, realizou-se hoje uma marcha à cadeia parisiense. Promovida pelo Sortu, a marcha partiu de diversos pontos do País Basco e enfrentou o primeiro controlo logo em Behobia, onde a Polícia francesa identificou todos os «viajantes».

A marcha partiu bem cedo de Euskal Herria com destino à cadeia de Fresnes (Paris), para denunciar o isolamento e as políticas de excepção e apoiar os presos que ali estão em luta. Os autocarros chegaram à prisão a meio da manhã, onde se juntaram a quem tinha vindo de Paris. A Polícia também lá estava à espera.

No entanto, a iniciativa decorreu sem problemas e os participantes entregaram um monte de cartas ao director da prisão, exigindo-lhe que ponha fim à situação de isolamento de Itziar Moreno. Lá dentro, os presos continuam em greve de fome.

A presa basca Itziar Moreno foi castigada a 2 de Maio por participar num protesto por melhores condições no presídio de Fresnes. Para denunciar a situação, os presos bascos na cadeia de homens - Ugaitz Errazkin, Saul Curto, Xabier Goienetxe, Oier Ibarguren e Enrique Lopez - começaram uma greve de fome por tempo indeterminado. Entretanto, nas cadeias de Île de Ré, Osny e Meaux os presos políticos bascos também deram início a protestos para denunciar o que se passa em Fresnes.

MpA promove concentrações
Também com o propósito de denunciar a política prisional e manifestar apoio aos presos políticos em luta em Fresnes, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão marcou concentrações para esta tarde em Donostia e Tolosa (Gipuzkoa). / Ver: Berria

Presa uma pessoa que fazia um mural contra a tortura em Atarrabia

ASEH-Lisboa - L, 05/28/2016 - 22:33
O mural, com a inscrição «Aztnugal» [«Laguntza» - ajuda - ao contrário], tinha sido autorizado pela Câmara Municipal. A Polícia espanhola identificou várias pessoas que participavam na sua realização, entre elas Iñaki Villanueva, vereador do EH Bildu, e Pedro Gastearena, antigo presidente da Câmara. Agentes da Polícia de Intervenção acabaram por prender uma pessoa, que foi levada para a esquadra e foi já libertada, depois de se recusar a prestar declarações.

Apesar de estar autorizada pelo município navarro, a realização do mural foi controlada desde o início pela Polícia espanhola. Quando as cerca de 30 pessoas que participaram na iniciativa estavam a almoçar, apareceram no local dois furgões da Polícia de Intervenção e os agentes pediram a várias pessoas que se identificassem.

Depois, os polícias chegaram a pôr em risco a integridade física de uma das pessoas que faziam o mural, mexendo nos andaimes que estavam a ser usados, e ameaçaram fazer queixa do vereador Iñaki Villanueva, «por ameaças», quando este lhes disse que o assunto ia acabar na sessão de Câmara.

Viveram-se momentos de tensão e a Polícia acabou por prender um jovem, que levaram para a esquadra. Habitantes de Atarrabia deslocaram-se até ao local para exigir a sua libertação, que já ocorreu. / Ver: ahotsa.info [vídeo]

Movimento pró-Amnistia: «Azken asteko errepresioaren aurrean»

ASEH-Lisboa - L, 05/28/2016 - 22:32
[Face à repressão da última semana] Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimendutik aste honetan Lapurdin, Nafarroan eta Araban militante independentisten aurka buruturiko atxiloketak salatu nahi ditugu. Hiru herrialde, hiru aitzakia eta hiru polizia ezberdin: Guardia Zibila, Polizia Espainola eta Polizia Frantsesa, den-denak Euskal Herrira frantziar eta espainiar interesen alde (euskal burgesia barne) gerra egitera etorritakoak.
[...]
Hala ere, bai espainiar zein frantziar estatuan, ikusten ari gara errepresioa ez dela bakarrik independentisten aurkakoa, baizik eta sistema bera zalantzan jartzen duen beste edozeinen aurkakoa ere. Espainiar estatuan sindikalistak eta beste borroka sozialetan murgilduta dauden pertsonak espetxeratzen dituzten bitartean (GRAPO, PCE(r), SRI, Resistencia Galega eta gure betiko ahizpa-nebak ahaztu gabe), Frantziako estatua errepresio gordina erabiltzen ari da Hollande eta Valls faxisten lan erreformaren aurka altxatu diren langileen aurka. (amnistiAskatasuna)

«França: trabalhadores impedem circulação de jornais que não publicaram comunicado contra reforma trabalhista»

ASEH-Lisboa - L, 05/28/2016 - 22:31
Nesta quinta-feira (26) a França amanheceu com apenas um jornal em circulação nas bancas. A classe trabalhadora francesa, que iniciou seu oitavo dia de grandes protestos contra a reforma trabalhista pretendida pelo governo, impediu que os grandes jornais de circulação nacional fossem impressos.

O motivo: os jornais recusaram-se a publicar um comunicado da CGT (Confederação Geral do Trabalho), maior central sindical do país, contra a reforma que retira direitos da classe trabalhadora francesa. Somente o L'Humanité veiculou o comunicado e pôde ir às bancas.

Além do bloqueio à impressão e circulação dos jornais que se recusaram a reportar a visão dos trabalhadores e trabalhadoras sobre a reforma trabalhista, o dia foi de muita mobilização por toda a França. (Diário Liberdade)

«Francia: Siete sindicatos franceses llaman a redoblar las protestas y los paros» (Resumen Latinoamericano)
Las siete organizaciones promotoras de la revuelta, con el sindicato CGT a la cabeza, han acordado «continuar y ampliar las movilizaciones» mediante más huelgas y manifestaciones. Enfrente, el Gobierno muestra discrepancias internas entre quienes se inclinan por ceder, como el ministro de Finanzas, y los partidarios de la firmeza, como el jefe del Ejecutivo.

Los siete sindicatos exigen ser recibidos por el presidente François Hollande. Esta exigencia muestra que ya no consideran interlocutor válido al primer ministro, Manuel Valls, que medita su posible dimisión, según afirman algunos analistas en distintos periódicos. Máximo defensor de la reforma, Valls se opone a conceder más rebajas en el proyecto.

A Guarda Civil prendeu um jovem em Amurrio

ASEH-Lisboa - OT, 05/27/2016 - 22:34
O jovem Galder Barbado foi detido esta manhã por agentes da Guarda Civil à paisana, frente à taberna Txoko Gorri, em Amurrio (Araba), por alegado «enaltecimento do terrorismo» no festival Gazte Danbadan, em Março. Numa nota, a Ernai sublinha que só esta semana foram presos cinco jovens bascos e que este é mais um caso de «ataque à militância política dos jovens».
De acordo com testemunhas, a detenção ocorreu pelas 8h20, frente à Txoko Gorri taberna. Um grupo de guardas civis à paisana, encapuzados e sem identificação levaram Galder Barbado para o quartel de Sansomendi, em Gasteiz. O jovem foi libertado pelas 13h00, depois de prestar declarações.

De acordo com o seu advogado, a detenção estará ligada a uma faixa alegadamente colocada numa tenda do festival Gazte Danbada, que se celebrou em Laudio em Março último. Pelo facto, Barbado é acusado de «enaltecimento do terrorismo».

Para denunciar a detenção, ao meio-dia teve lugar uma concentração da Herriko Plaza de Amurrio. Foi ainda marcada uma manifestação para as 20h00.

De acordo com a Ernai, o jovem tem sido frequentemente perseguido pela Polícia – situação que o próprio chegou a denunciar publicamente em 2011. Em 2008, o amurrioarra foi parado num controlo da Guarda Civil, levado para um monte e submetido a um interrogatório ilegal e violento. No ano seguinte, foi a Ertzaintza que o prendeu em Amurrio, tirando-lhe cabelo e saliva à força por causa do ADN. / Ver: topatu.eus e Berria

Leitura: «Vencer a la represión», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
la única salida es generar dialécticas de confrontación frente a los estados que le haga generar costes reales de aplicar tales medidas, algo que solo se produce si paralelamente se va en el sentido del desarrollo histórico, en el sentido de un proceso de liberación bien imbricado.

ORT da ACB Sestao rejeitam plano «chantagista» da Arcelor Mittal

ASEH-Lisboa - OT, 05/27/2016 - 22:33
As organizações representativas dos trabalhadores da ACB ha rejeitaram o plano proposto pela Arcelor Mittal como contrapartida para reabrir a fábrica de Sestao (Ezkerraldea, Bizkaia).
Entre outras, o plano incluía premissas como a «polivalência máxima», a «flexibilidade total», a redução do número de trabalhadores em 50%, um corte salarial de 15%.

A tal proposta da administração – que contém outras preciosidades – os representantes dos trabalhadores responderam com um claro «não», considerando que foram confrontados com uma «chantagem» e que o plano nem sequer merece a pena ser discutido. / Ver: herrikolore.org

«O bombardeamento mediático contra a Venezuela segue padrões semelhantes à propaganda nazi»

ASEH-Lisboa - OT, 05/27/2016 - 22:32
[«El bombardeo informativo contra Venezuela sigue patrones similares a la propaganda nazi»]
Entrevista da Cubainformación TV a Gustavo Borges Revilla e Diego Sequera, jornalistas do projecto mediático «Misión Verdad», com sede em Caracas, que tem como lema «Investigação para informar e desmascarar». Entre diversos temas da actualidade, são abordados a visita a Caracas do novo líder da direita nacionalista espanhola, Albert Rivera, e o seu show neocolonial na Assembleia Nacional, onde a oposição tem maioria. / Ver: cubainformacion.tv [COM VÍDEO]

SALA CHEIA EM BILBO
«Venezuela: chaves da guerra não convencional» foi o título da conferência que Revilla e Sequera deram na quarta-feira, 25, em Bilbo. Organizada pela plataforma basca de solidariedade com a Revolução Bolivariana «Venezuela aurrera», a iniciativa decorreu da sala Zirika.

Antes, ambos os jornalistas foram entrevistados pelo diário Berria, pela Cubainformación TV e pelas emissoras de rádio Hala Bedi, Radio Popular e Hola Latinoamérica.

Gustavo Borges Revilla e Diego Sequera integram o projecto mediático «Misión Verdad», que obteve e publicou, recentemente, o documento secreto do Comando Sul dos EUA intitulado «Operación Venezuela Freedom-2», no qual se evidencia a ligação entre a oposição venezuelana, os órgãos de comunicação e o Governo dos EUA, no contexto de uma operação que visa destruir a economia do país e forçar a queda do presidente Nicolás Maduro. / Ver: cubainformacion.tv

Alerta Solidària: «Ante la nueva carta blanca a la impunidad»

ASEH-Lisboa - OT, 05/27/2016 - 22:31
[Em catalão: «Davant la nova carta blanca a la impunitat»] Estamos en la era de la imagen instantánea y digital. Y la sentencia de hoy es un insulto a la inteligencia de todo el pueblo. Y aún más: una amenaza velada. Una orden no escrita de carta blanca a la contundencia del golpe de porra y bala de foam.

Compartimos la frustración de Ester Quintana. Es un día que no olvidaremos. Pero que encaramos sin lamentos y con renovado espíritu de rebeldía y dignidad. Nosotros no hemos fallado. Seguimos y seguiremos. (cas/cat: lahaine.org)

Orriak

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