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Inúmeras iniciativas contra a tortura no País Basco, no 13 de Fevereiro

ASEH-Lisboa - L, 02/13/2016 - 22:34
Faz hoje 35 anos que Joxe Arregi morreu no hospital da prisão de Carabanchel, em Madrid, depois de ser barbaramente torturado durante nove dias pela Polícia espanhola. Desde então, 13 de Fevereiro passou a ser o Dia contra a Tortura em Euskal Herria. Para além da singela homenagem que lhe foi prestada em Zizurkil, junto à sua Asteasu natal (Gipuzkoa), realizam-se ao longo do dia inúmeras iniciativas contra a tortura, como concentrações, pintura de murais, uma mesa-redonda em Iruñea e, ao fim da tarde, o festival Aztnugal Rock, em Burlata (Nafarroa).

Ao fim da manhã, realizam-se concentrações em muitos pontos do território basco. O Sortu promoveu acções de protesto em Gasteiz e Bilbo; por seu lado, o Movimento pró-Amnistia organizou mobilizações em Gasteiz, Bilbo [na foto de baixo] e Tolosa (Gipuzkoa).

Campanha aztnugal
Em Iruñerria [comarca de Pamplona], tiveram lugar iniciativas no âmbito da campanha aztnugal, que diz respeito a cinco navarros detidos em e torturados pela Guarda Civil em 2011 e que serão julgados no tribunal de excepção espanhol em Abril deste ano.
De manhã, realizou-se no Palácio Condestável, em Iruñea, uma mesa-redonda sob o tema «Mecanismos para erradicar a tortura», em que participaram o forense Paco Etxeberria, Jorge del Cura, da prevenção e denúncia da tortura no Estado espanhol, e Lorea Bilbao, do TAT (Torturaren aurkako taldea; grupo contra a tortura). [Sobre a mesa-redonda, ver: pakitoarriaran.org]
Agora, está a decorrer em Burlata, no frontão Askatasuna, o festival Aztnugal Rock, «para acabar com a tortura»; conta com as bandas Kop, Kaotiko, Arkada Social, Mc Onak e Tximeleta, além do DJ Jotatxo. / Ver: ehaztnugal e amnistiaaskatasuna

Leitura:
«Joxe Arregi. Torturen bidez erail zuteneko 35. urteurrena», de Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (amnistiaaskatasuna)
Estatu espainola eta Euskal Herrian bera sostengatzen duten alderdiek (PSOE, PP eta PNV) torturaren erabilpen erabat politikoa egin dute euskal erresistentzia makurrarazi asmoz, herriaren gehiengoaren begientzat estaliz eta aldi berean Euskal Herriaren alde borrokan zihardutenentzat agerikoa bihurtuz euren militantzia baldintzatu nahian.
[...] Azken garaietan ez da izan tortura salaketarik. Hori ez dator Estatua «akatsaz» ohartuta bere jarrera zuzendu nahi izan duelako, baizik eta Euskal Herriaren erresistentzia eredua apaldu egin den neurrian, errepresioa ere egoerara moldatu egin duelako. Jendea inkomunikatzea ahalbidetzen dituzten legeak, ordea, ez ditu bertan behera utzi beharrezkoa dela baloratuz gero tortura berriro erabiltzeko aukera izateko.

«La CUP y la Izquierda Independentista»

ASEH-Lisboa - L, 02/13/2016 - 22:33
[De Carles Riera, Aleix Cardona, Gerard Horta] Dirigimos este documento a las organizaciones de la Izquierda Independentista y de la Unidad Popular con la intención de plantear un debate que genere un cambio en el rumbo emprendido.

A raíz del Acuerdo de presidencia de consenso con Junts x Sí (http://cup.cat/noticia/la-cup-crida-constituent-confirma-lacord-de-presidencia-de-consens-amb-junts-pel-si), establecido por la comisión negociadora de la CUP en la tarde del 9 de enero de 2016 y confirmado por el Consejo Político Nacional y el Grupo de Acción Parlamentaria la mañana siguiente -10 de enero-, planteamos a continuación una serie de reflexiones en torno al desarrollo de la CUP nacional y, en parte, de la Ezquerra Independentista (Izquierda Independentista, en adelante EI), desde la entrada de la CUP en el Parlamento en 2012. Lo hacemos a partir del abordaje de diversos ámbitos relacionados con la incidencia de la tarea parlamentaria sobre el proyecto político de la Unidad Popular: las estrategias emprendidas dentro del marco del «processisme estàtic» 1 y las metodologías organizativas dominantes dentro de la CUP. / Traduzido do catalão pela Red Roja

A AN espanhola ilegaliza novamente a Causa Galiza

ASEH-Lisboa - L, 02/13/2016 - 22:32
A Audiência Nacional espanhola decretou a «suspensão de actividades» da organização independentista Causa Galiza por um ano, que pode ser prorrogável, e manteve as graves acusações contra nove militantes, presos a 30 de Outubro último na chamada Operação Jaro, de «enaltecimento do terrorismo» e «integração em grupo armado».

Com esta decisão, alegadamente o tribunal de excepção quer proteger «futuras vítimas» e evitar a repetição de «acções criminosas». E a «ciminosa» Causa Galiza é acusada, nomeadamente, de divulgar mensagens contra a monarquia e o Estado espanhol, e de participar em actos públicos sobre a história do independentismo galego. A confirmação da ilegalização vem a público depois de, no dia 8, Joám Peres, representante legal da Causa Galiza, ter dado uma conferência de imprensa sobre o recurso apresentado pela defesa que anulou a decisão do tribunal em primeira instância, com o argumento de que a suspensão da Causa Galiza por um período de dois anos, sem ter ouvido a organização, constituía uma violação.

Em comunicado, os nove independentistas afirmam que a decisão é «um disparate judicial e político que visa, exclusivamente, impedi-los de trabalhar politicamente». Reiteram, ainda, que a Causa Galiza, que faz vida pública desde 2007, «sempre agiu com métodos legais ao serviço do Povo Galego e da causa independentista», e defendem que, se «trabalhar em prol do direito de autodeterminação e da independência como soluções estratégicas para os problemas do desemprego, emigração, espólio territorial, assimilação, etc., que a Galiza sofre, é terrorismo, então milhares de galegas e galegos são terroristas». Terminam, afirmando que se manterão fiéis aos princípios «patrióticos e socialistas» face a uma Espanha que no tem «nada para dar ao povo galego». / Na sequência, ler: «Operação Jaro, começa a "caça aos militantes"», em Terra Liberada

«Ernesto Limia: "Cuba libre. La utopía secuestrada"»

ASEH-Lisboa - L, 02/13/2016 - 22:31
[De Fernando Martínez Heredia] Ha sido una idea realmente feliz del autor titular a su libro 'Cuba libre'. Porque esa era la palabra de pase, lo definitorio, lo que podía reunir en una voluntad, un ejército y una decisión inquebrantable a un pueblo dividido en castas, agravios , prejuicios y sentimientos. Y ha sido una iniciativa suya muy encomiable ofrecer la historia real, y no un adorno en nombre de ella. Limia hace expresas sus razones en la entrevista a 'Juventud Rebelde':

«El gran desafío es que ese hecho no sea ignorado, manipulado o tergiversado, porque los responsables de contribuir a defender la nación desde las ciencias sociales seamos incapaces de sensibilizar, de conmover, al narrar la historia de una forma que atrape al lector, mientras se tributa al conocimiento de la nación. Las circunstancias exigen poner al servicio del pueblo todo el patrimonio generado a lo largo de nuestra historia en términos de cultura de la resistencia contra el colonialismo y contra el neocolonialismo, hasta evolucionar de la mano de Martí a una vocación de cultura raigalmente antimperialista». (Cubarte via lahaine.org)

A esquerda abertzale apresentou documento do processo «Abian»

ASEH-Lisboa - OT, 02/12/2016 - 22:34
Igor Arroyo (do sindicato LAB) e Marije Fullaondo (do Sortu), em representação do grupo que dinamiza o processo de debate no seio da esquerda abertzale («Abian»), apresentaram na quarta-feira, 10, em Donostia, o documento que irá ser debatido nas assembleias que terão nos próximos meses, até se chegar à aprovação do texto definitivo.

O texto agora apresentado é o resultado de uma fase de «escuta», na qual participaram 9000 pessoas. O documento será debatido em três fases em assembleias locais (nos bairros e terras de Euskal Herria). Cada participante terá direito a um voto e os presos e refugiados também poderão participar nas assembleias, através do voto delegado.

Entre 27 de Fevereiro e 5 de Março, terão lugar as primeiras assembleias, em que se fará um balanço do «Zutik Euskal Herria» até à actualidade e se procederá à votação da tese principal do documento (o processo independentista, como a esquerda abertzale o encara e propõe). Numa segunda fase, de 12 a 19 de Março, serão debatidas e votadas questões como: projecto político, estratégia, desenvolvimento táctico, resolução do conflito e organização. Na terceira fase, a 16 de Abril, serão votadas as emendas apresentadas na segunda fase. Posto isto, será apresentado o documento definitivo. / Mais informação: ezkerabertzalea.info / Documento: eus / cas

Iñaki Gil de San Vicente: «Tenemos que prepararnos»

ASEH-Lisboa - OT, 02/12/2016 - 22:33
Hace unos meses se mantuvo un debate internacional sobre la situación y perspectivas de las luchas de los pueblos y clases oprimidas. Fue un debate denso y enriquecedor en grado sumo. Ahora queremos profundizar en una de las cuestiones más importantes que salieron a la luz. Nos referimos a la llamada «nueva derecha» que impulsa buena parte de la ofensiva para derrotar al denominado «ciclo progresista». La identificación del enemigo, saber cómo es, qué piensa y cómo va a proceder es de decisiva importancia para la victoria de las fuerzas emancipadoras. Identificar al enemigo es el hilo de Ariadna que nos guiará por el laberinto hasta salir de él. Es una de las fundamentales medidas que hay que tomar para responder a la pregunta que hace L. Salas Rodríguez: «¿Cómo salir del laberinto?» Lo primero que debemos hacer es conocer el papel asignado a Nuestra América por el imperialismo occidental. / TEXTO em pdf / Ver: lahaine.org

Rui Silva: «Guterres, a Sérvia, a NATO e a ONU»

ASEH-Lisboa - OT, 02/12/2016 - 22:32
A candidatura fará as delícias dos comentadores do regime, que sublinharão o espírito humanitário do ex-Alto Comissário da ONU para os refugiados. E eu não perderei a oportunidade para lembrar 1999 e o papel desempenhado por Guterres e pelo seu governo num dos momentos-chave de descredibilização e secundarização do papel da ONU no plano da segurança internacional. Refiro-me à agressão da NATO à Jugoslávia, lembram-se? (manifesto74)

«Luta pela limitação da jornada de trabalho», de Filipe DINIZ (odiario.info)
Uma reivindicação inteiramente actual. Mais do que actual, permanente: um nó central na luta de classes, sempre debaixo de fogo, sempre necessitando de ser reivindicado e defendido.
[...] A limitação do horário de trabalho está presente em cada avanço histórico. E a cada retrocesso reaccionário é um dos primeiros alvos a destruir. Para intensificar a exploração, sem dúvida. Mas, mais do que isso, para debilitar a força dos trabalhadores, para atrasar, desarticular e bloquear a sua tomada de consciência e a sua organização de classe.

Escuela de Cuadros: «Las tareas inmediatas del poder soviético» [vídeo]

ASEH-Lisboa - OT, 02/12/2016 - 22:31
As Tarefas Imediatas do Poder Soviético (1918), obra de V. I. Lénine analisada na edição 159 do programa «Escuela de Cuadros», com a ajuda do professor cubano Rubén Zardoya.«Escuela de Cuadros» é um programa venezuelano de formação marxista.

Correscales», dignidade e luta contra a precariedade na Movistar

ASEH-Lisboa - OG, 02/11/2016 - 22:34
Milhares de trabalhadores subcontratados protagonizaram, este ano, uma grande luta contra as condições de semi-escravidão a que são sujeitos pela Movistar - uma das maiores nas últimas décadas contra uma multinacional no Estado espanhol. Depois de um período de reorganização, os trabalhadores voltam à carga, organizando uma corrida de 700 km entre Bilbo e Barcelona, entre 18 e 22 de Fevereiro, em que 80 participantes, que se irão substituindo ao longo do percurso, vão chamar a atenção para a precariedade extrema que a multinacional impõe aos seus trabalhadores e recolher fundos para as lutas que aí vem.

Em Março deste ano os trabalhadores subcontratados deram início a uma fortíssima luta contra a precariedade numa empresa que não só os explora como não os reconhece como «trabalhadores». No âmbito dessa luta - referem os promotores da iniciativa -, também os trabalhadores disseram «não» a sindicalistas cuja missão é «apaziguar os conflitos para que a multinacional e as ETT possam continuar a executar os seus planos de precarizar a espécie».

Em Março, os trabalhadores entraram em greve por tempo indefinido, «para espanto da Movistar, das ETT e dos seus sindicatos-guardiães, CCOO e UGT». Foi um bom assalto, dizem, apesar de saberem que seria difícil «vergar uma multinacional tão poderosa no primeiro round». Depois de um período de reorganização, em que luta não foi posta de parte - apenas foi menos visível -, os trabalhadores voltam à carga, ou melhor, à estrada. Partem de Bilbo - cidade onde a greve se manteve com níveis de adesão de 90% - e passam por cerca de 80 localidades antes de chegar a Barcelona, onde terá lugar o World Mobile Congress, cuja sede foi ocupada durante uma semana no decorrer da greve.

Os trabalhadores afirmam que irão continuar a lutar pelos seus direitos. «Se a Movistar gasta milhões em think tanks neoliberais, nós temos a solidariedade e a inteligência colectiva. Vamos ver quem ganha no final», concluem. / Ver: aseh, argia e goteo.org

«Mês Internacionalista» em Iruñerria aborda ofensiva imperialista

ASEH-Lisboa - OG, 02/11/2016 - 22:33
De 16 de Fevereiro a 12 de Março, o gaztetxe de Iruñea [Pamplona] será palco de debates e workshops, semanais (sempre às 19h30), sobre questões como o TTIP, a guerra na Síria e a NATO. Por iniciativa da Askapena e da Ernai, serão analisados os instrumentos e os objectivos da ofensiva imperialista a nível económico e militar.

À criminalização sofrida nos últimos anos, o internacionalismo basco decidiu responder com mais «solidariedade entre os povos», dando sequência às jornadas que o ano passado tiveram lugar em Iruñerria [comarca de Pamplona] pela primeira vez.

Para além de convidarem toda a gente a participar nas actividades programadas no gaztetxe, os promotores das jornadas anunciaram que a 12 de Março haverá uma mobilização, no âmbito do 30.º aniversário do «não» expresso pelo País Basco Sul no referendo sobre a NATO.

Programa
16 de Fevereiro: «Lutas dos jovens no mundo»
23 de Fevereiro: «A ditadura do TTIP e das transnacionais»
1 de Março: «A Síria e a geopolítica mundial» (+ pintxos & potes)
10 de Março: «NATO, braço armado do imperialismo» / Ver: topatu.info

Adelaida Artigado: «Joseba Arregi. A 35 años de su asesinato»

ASEH-Lisboa - OG, 02/11/2016 - 22:32
[No dia 13 de Fevereiro de 1981, o militante da ETA Joxe Arregi apareceu morto numa esquadra de Madrid, depois de ser barbaramente torturado. Mais tarde, esse dia passou a ser assinalado como o Dia contra a Tortura em Euskal Herria] Joseba Arregi fue detenido el día 4 de febrero de 1981. Bajo la hostil Ley Antiterrorista, fue incomunicado y puesto a disposición de la Brigada Regional de Información durante nueve días en la Dirección General de Seguridad de Madrid. Mañana, tarde y noche, los policías emplearon con Joseba las prácticas más violentas que se pueden ejercer contra un ser humano. Instruidos y amparados por el propio Estado. Su ley pro torturas se les fue de las manos. (lahaine.org)

«¿Para qué escenifican los británicos la III Guerra Mundial en la BBC?», de Rodionova VERA (redroja.net)
El 3 de febrero la cadena británica BBC ha presentado al publico un nuevo reality show, que muestra el comienzo de la III Guerra Mundial desde el cuartel de mando.
[...] Hoy día crear la opinión publica a través de los medios de comunicación es muy fácil. Se hacen provocaciones ante la cámara, para culpar después al país que se pretende a agredir

Lembrança de Mariem Hassan

ASEH-Lisboa - OG, 02/11/2016 - 22:31
Tema «Haiyu»Sahara askatu! Liberdade para o Saara Ocidental.

Protestos na recepção do Parlamento de Gasteiz ao embaixador de Israel

ASEH-Lisboa - AZ, 02/10/2016 - 22:34
Ontem à tarde, o embaixador do Estado sionista no Reino de Espanha, Daniel Kutner, visitou o Parlamento de Lakua, no meio de grandes medidas de segurança e muitos protestos.

O Parlamento da Comunidade Autónoma Basca recebeu de forma calorosa o embaixador israelita. A presidente da instituição, Bakartxo Tejeria, entregou-lhe um símbolo do Parlamento e uma cópia da obra da Linguae Vascorum Primitiae, «como sinal da amizade entre Euskadi e Israel» (sic). Seguiu-se uma reunião privada de meia hora.

O diplomata chegou à Câmara rodeado de grandes medidas de segurança. Como havia mobilizações de protesto, teve de entrar pela porta das traseiras. Cerca de cem pessoas participaram numa concentração contra a sua presença, convocada pela rede EH-Palestina, no decorrer da qual se ouviram palavras de ordem a favor da Palestina e contra Israel. Xabier Lasa, militante da Askapena, disse ao Argia que os manifestantes queriam denunciar «a presença em Euskal Herria de qualquer expressão cultural ou política de Israel». Para Lasa, que acusou o PNV de ter escondido a visita do embaixador, «é inaceitável que no Parlamento tenha lugar uma recepção ao responsável pelo apartheid e o genocídio da Palestina». Um representante da rede EH-Palestina reafirmou o compromisso com a campanha BDS e pediu apoio «para o povo palestiniano, que sofre a ocupação israelita».

EH Bildu contra a presença do embaixador
Os deputados da coligação EH Bildu protestaram à chegada do diplomata ao Parlamento. À entrada, os membros da coligação abertzale mostraram cartazes a favor da Palestina e contra Israel ao representante da entidade sionista, viveram-se alguns momentos de tensão. Antes de se juntarem à concentração no exterior, os deputados de esquerda saudaram Daniel Kutner com «Palestina askatu» [Liberdade para a Palestina] e «Israel hiltzaile» [Israel assassino]. / Ver: argia [Aupa, Ibai!]

Três membros da Aitzina intimados a depor por «roubo de placas em francês»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/10/2016 - 22:33
A 14 de Julho deste ano, dia nacional da França, a organização juvenil Aitzina retirou das estradas do País Basco cem placas que indicavam os nomes das terras em francês e mandou-as de comboio para Paris, por considerar que aquilo «não lhes pertencia». Um ano e meio depois, prossegue o processo judicial contra jovens da organização; agora, mais três têm de depor na esquadra.

Na sequência desta acção, a 15 de Outubro de 2014, a Polícia francesa prendeu um membro do movimento juvenil e efectuou buscas na sua sede em Baiona, da qual levou material informático. No final de Novembro, foi preso Ieltxu Ostolaza e, em Dezembro, Koldo Etxegarai. Ambos tinham sido intimados a depor e ambos se recusaram a comparecer na esquadra, afirmando que «não iam entrar no jogo deles» e acusando o Estado francês de prosseguir com «o esquema de sempre». Foram postos em liberdade pouco depois.

A Aitzina denunciou estas novas intimações e pediu aos jovens que estejam «atentos», sublinhando que a «juventude basca não se intimidará». / Ver: kazeta.eus, topatu.eus e aseh

Múltiplas iniciativas sobre a tortura com o aproximar de dia 13

ASEH-Lisboa - AZ, 02/10/2016 - 22:32
MESA-REDONDA: «LUTA JUVENIL E TORTURA»
Promovida pela Ernai Nafarroa, tem lugar no dia 11 de Fevereiro, às 19h00, no Gaztetxe de Iruñea, e conta com a presença de Garazi Autor, Ibon Esteban e Iker Moreno, jovens detidos, submetidos à incomunicação e torturados por exercerem a sua militância política. / Ver: lahaine.org
Múltiplas iniciativas estão agendadas para Algorta (dia 10), Zornotza (dia 10), Erromo (dia 11), Leioa (dia 11), Donostia (dia 12), entre outras localidades. / Ver: TAT

DIA 13, MOBILIZAÇÕES CONTRA A TORTURA
No Dia contra a Tortura em Euskal Herria, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão irá realizar diversas mobilizações. Em Tolosa (Triangulo, 12h00), Gasteiz (frente à subdelegação do Governo espanhol, Olagibel; 12h30) e Bilbo (frente ao Governo Civil, Eliptika plaza; 12h30). / Ver: SareAntifaxista
TAMBÉM DIA 13: AZTNUGAL ROCK
Torturarekin amaitzeko / Para acabar com a tortura
No frontão Askatasuna, em Burlata (19h00). Conta com as bandas KOP, Kaotiko, Arkada Social, McOnak, Tximeleta.
Juanra (Kop): «Todavía hoy se tortura a la disidencia política»Mais info: aztnugal.org

COMUNICADO DO EPPK
O Colectivo de Presos Políticos Bascos emitiu um comunicado. Pode ler-se na íntegra, em euskara, em BorrokaGaraiaDa ou lahaine.org. Lemos uma notícia com apontamentos em castelhano sobre o documento, mas decidimos não remeter para ela, na medida em que deixa partes fundamentais do texto na escuridão.

António Santos: «O racismo de Slavoj Žižek»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/10/2016 - 22:31
Há meses que o filósofo esloveno Slavoj Žižek, ídolo da esquerda pós-moderna, vinha tecendo comentários contra os refugiados que, durante estes dias, chegam à Europa. Em várias entrevistas publicadas, por exemplo, no Der Spiegel e no Die Welt, Žižek estabelecia ligações peregrinas entre «as classes baixas» e os «carnavais de obscenidades», elogiando o «capitalismo europeu», os «valores europeus» e o «ocidente».

Finalmente, neste artigo publicado no NewStatesman, o esloveno debruça-se sobre os crimes sexuais alegadamente cometidos durante a festa de ano novo em Colónia, para fechar um tratado sobre a natureza dos imigrantes e fazer sua a teoria anti-marxista da guerra das civilizações. (manifesto74)

«Argentina – Venezuela: Golpismo del Siglo XXI», de Stella CALLONI (redroja.net)
El pasado 29 de enero el presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela Henry Ramos Allup afirmó que sería «irresponsable» permitir que el presidente Nicolás Maduro, finalice su mandato y no sólo esto, advirtió que si el presidente continúa en el gobierno su sucesor heredará un «cementerio», ante lo cual sostuvo- sin ningún límite -que en el mes de junio la oposición elegirá una figura legal para cambiar el Gobierno.

Herri Ekintza: o movimento popular na recuperação da luta do 3 de Março

ASEH-Lisboa - AT, 02/09/2016 - 22:34
No ano em que se assinala o 40.º aniversário da «matança de Gasteiz», a plataforma Herri Ekintza [Acção Popular],«ponto de encontro do movimento popular de Gasteiz», surge com o propósito de recordar o que se passou a 3 de Março de 1976. Não quer, contudo, limitar a sua acção a uma perspectiva passadista, mas aproveitar as lições de antanho para as actualizar na luta e na construção do futuro.

A apresentação da plataforma realizou-se, hoje, junto à igreja de São Francisco, no bairro operário de Zaramaga, em Gasteiz, onde há quase 40 anos cinco trabalhadores foram assassinados pela Polícia Armada. Os trabalhadores estavam então reunidos em assembleia – um importante meio de organização para a luta, primeiro nas fábricas, depois nos bairros e escolas, como hoje foi sublinhado.

A Herri Ekintza quer evocar aquilo que se passou a 3 de Março, «prestar uma sincera homenagem aos trabalhadores assassinados, aos que ficaram feridos, bem como a todos os os homens e mulheres que participaram naquela luta». No entanto, «não pretende ficar-se apenas pela comemoração de uma evocação trágica»: «Queremos trazer para a realidade de hoje a essência ideológica que o 3 de Março de 1976 encerra», disseram, acrescentando ser seu propósito recuperar o espírito de luta, que muitos julgam extinto, «por via do conhecimento e da consciencialização».

Assim, apelam ao movimento popular para que assuma grande protagonismo nestas comemorações que «pertencem ao povo e à classe trabalhadora». Para já, existe um amplo programa de actividades agendado entre 10 de Fevereiro e 5 de Março, a desenvolver em diversos espaços de Gasteiz. / Ver: BorrokaGaraiaDa e topatu.eus

Petição contra o arquivamento da investigação da emboscada da Baía de Pasaia

ASEH-Lisboa - AT, 02/09/2016 - 22:33
Familiares e amigos dos militantes assassinados pela Polícia, em Março de 1984, na Baía de Pasaia (Gipuzkoa) dirigem-se ao Tribunal de Donostia pedindo-lhe que não arquive a investigação do caso.

El 22 de Marzo de 1984 la policía nacional realizó una emboscada en el Puerto de Pasaia (Pasajes) en la provincia de Gipuzkoa, murieron tiroteadas cuatro personas, Rafael Delas, Dionisio Aizpuru, Pedro Mª Isart y José María Isidro Izura (siempre en nuestro recuerdo). Tras una primera investigación, los autos quedaron en situación real de archivo el 24 de enero de 1986.

En el año 2000 se reabrieron las diligencias, a petición de los familiares y amigos agrupados en la asociación de familiares y amigos de los represaliados de Azpeitia y con el apoyo del Colectivo «Egia, justizia eta oroitzapena» (Verdad, Justicia y Memoria) de familiares de militantes vascos muertos y asesinados.

Desde el año 2009 el juzgado presenta una actitud de resistencia a todas las diligencias investigadoras que se le solicitan, y, como consecuencia, ahora informa, por auto de 2 de Febrero del 2016 comunicado hoy 3 de febrero a la defensa de las familias que se archiva el caso porque no se ha podido acreditar que existiera delito, a pesar de que alguno de los cadáveres presentaba 19 impactos de bala y a pesar de que hubo disparos con municiones de postas sobre los que se pudo fijar la distancia a la que fueron hechos, compatible con el testimonio del único sobreviviente, otro activista de la organización, comandos autónomos anticapitalistas, José Luis Merino que afirma que dos de sus compañeros fueron detenidos y fusilados sobre las rocas del puerto. / LER MAIS: lahaine.org

Documentário: «Pasaiako sarraskia»Pasaiako sarraskia argitu! / !No archiven el caso de Pasaia! / Ne classez pas l'affair Pasaia!

KKE: «Trabalhadores gregos exigiram: Retirem a lei guilhotina»

ASEH-Lisboa - AT, 02/09/2016 - 22:32
Milhares de pessoas, trabalhadores, agricultores, auto-empregados e estudantes, encheram as ruas de todas as principais cidades do país, com a sua exigência central de retirada do projecto de lei do governo SYRIZA-ANEL para o sistema de segurança social.
Esta lei foi caracterizada como «lei guilhotina», pois reduz pensões, aumenta as contribuições dos trabalhadores para a segurança social, reduz os gastos do estado no sistema público de saúde e bem-estar e aumenta a idade de reforma. (resistir.info)

«Libertad ya para "Titiriteros desde abajo"», de Red Roja (redroja.net)
No caben dilaciones de ningún tipo. No cabe politiquería alguna mientras siguen entre rejas unos compañeros de forma tan arbitrariamente criminal. El enemigo nos está poniendo a prueba. Necesitamos recabar el máximo de unidad antirrepresiva inmediata –más allá de otros debates- para exigir no solo que estos dos jóvenes no pasen ni una hora más en prisión, sino que, además, no sean procesados por el brutal e impune desvarío reaccionario que acaba de cometerse en la Audiencia Nacional. Y en consecuencia, es urgente evitar el aislamiento político de los acusados, precisamente para aislar a los acusadores. Esto sí que no tiene nada de cómico: nos la están jugando.

Diário Liberdade assina sexto aniversário de projeto comunicativo popular e internacionalista

ASEH-Lisboa - AT, 02/09/2016 - 22:31
O portal nom tem fins lucrativos e mantém-se através do trabalho militante de pessoas em vários países do mundo.

Em 8 de fevereiro de 2010, nascia um projeto comunicativo que, simbolizado por umha dorna, se propunha navegar através dos portos dos diferentes países que componhem a lusofonia, levando de um para o outro as luitas dos seus povos. Umha perspetiva de classe e internacionalista que o Diário Liberdade encetava sob um modelo ativista, por e para as trabalhadoras.

Seis anos depois, seria sem dúvida notícia a continuidade do projeto. E, com a humildade que a umha iniciativa humilde e voluntária cabe, ainda é mais notícia o progressivo crescimento e consolidaçom do portal informativo:

Em 2016 o Diário Liberdade tem um Coletivo Editor composto por ativistas na Galiza, o Brasil e Portugal, entre outros pontos do mundo, para além de umha rede de centenas de colaboradoras e colaboradores em todo o planeta. As matérias que dotam de conteúdo o portal som elaboradas diretamente por coletivos, ativistas e, enfim, pessoas envolvidas nas luitas da classe trabalhadora em cada um desses países. / LER MAIS: Diário Liberdade [Parabéns!]

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