Se pourrait-il que les pauvres sont-ils pauvres parce que leur faim nous nourris et leur nudité nous habille?

Eduardo Galeano

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Agrégateur de flux

Concentração de protesto pelo acidente laboral mortal ocorrido em Getxo

ASEH-Lisboa - OG, 08/28/2014 - 23:35
Trabalhadores e trabalhadoras participaram hoje, 28, numa concentração, em Getxo (Bizkaia), convocada pelos sindicatos ELA, LAB, Stee-Eilas, Hiru e EHNE para denunciar a morte de um trabalhador, ocorrida anteontem naquele mesmo local.

Os participantes na iniciativa, que decorreu na Xake plaza, em Areeta, no município biscainho de Getxo, exibiram uma faixa em que se lia «Lan istripu gehiagorik ez. Prekarietatea hiltzailea» [Mais acidentes laborais não! Precariedade assassina], em alusão à morte de um operário de Andorra, de 60 anos, que ficou debaixo de um veículo industrial dumper, quando trabalhava na montagem da tenda do Festival Internacional de Folk de Getxo.

O sindicato LAB solicita o rápido esclarecimento das circunstâncias que provocaram o acidente, bem como o apuramento de responsabilidades. Trata-se do 26.º acidente de trabalho mortal ocorrido este ano em Euskal Herria. / Ver: LAB 1 e 2 e Berria

Jovem de Leitza acusado de «apologia» por fazer pintada em curta-metragem

ASEH-Lisboa - OG, 08/28/2014 - 23:34
A Guarda Civil acusou um jovem de 21 anos da localidade navarra de Leitza de ser o presumível autor de «um crime de apologia do terrorismo», por ser o protagonista num vídeo, divulgado na Internet, em que, de acordo com os militares, «se vê a fazer pintadas a favor da ETA». Não se vê tal coisa.

No mesmo comunicado, a Benemérita afirma ter tido conhecimento da divulgação recente de um vídeo em que «um grupo de jovens gozava com a presença das Forças e Corpos de Segurança» em Leitza. Nesse vídeo, prossegue o comunicado, pode ver-se que uma pessoa «faz uma pintada numa parede» duma rua da localidade navarra, tendo-se depois verificado que «no local da gravação se podia ler Gora ETA e Askatasuna».

A Guarda Civil diz ainda que essa pessoa foi identificada e posteriormente acusado de ser o presumível autor do «crime de apologia do terrorismo».

Hau da bideoa! Eis o vídeo Concurso de curtas do Gaztetxe
O vídeo em causa é uma curta-metragem ficcional que se apresentou ao 4.º concurso do Gaztetxe Atekabeltz, em Leitza. Foi mesmo a curta vencedora do certame, intitulado «Zakarrak botatzen». / Ver: ahotsa.info

Alde hemendik! Ospa! Vão-se embora! Bazem!
No sábado, todos ao Ospa Eguna de Altsasu!

Mensagem de Deba à juventude de Euskal Herria: no Donbass não passarão!

ASEH-Lisboa - OG, 08/28/2014 - 23:33
A Debako Gazte Asanblada (Assembleia da Juventude de Deba; Gipuzkoa) reuniu-se e, tendo em conta o que se está a passar no Donbass, enviam uma mensagem à juventude de Euskal Herria.[Legendas em castelhano, catalão e italiano]
A Debako Gazte Asanblada faz questão de denunciar o genocídio perpetrado pelo Governo ucraniano, com o apoio de forças ultranacionalistas e neonazis, nas repúblicas populares de Lugansk e Donetsk.
Mantendo-se fiel ao seu carácter internacionalista, a DBA solidariza-se com a caravana antifascista organizada pelo grupo italiano Banda Bassotti, e convida todos os gaztetxes e gazte asanbladas de Euskal Herria a apoiarem essa caravana, bem como a manifestarem a sua solidariedade com o Donbass. / Ler texto, em euskara e castelhano: boltxe.info [Ez dira pasako! Não passarão!]

Concentrações pelos direitos dos presos políticos

ASEH-Lisboa - OG, 08/28/2014 - 23:32
Em Iruñea, no dia 25, realizou-se a habitual concentração das segundas-feiras frente à sede do PP, para reivindicar o direito dos presos políticos bascos a viver em Euskal Herria.

Participaram na iniciativa 51 pessoas, exibindo bandeirolas pelo repatriamento dos presos e faixas em que se lia: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira», «La dispersión mata», «Epaiketa politikorik ez» / «No a los juicios políticos». / Ver: lahaine.org

NA GALIZA...
Voltam as concentraçons mensais pola liberdade d@s pres@s independentistas
Desta volta e a poucos dias que remate o mês de Agosto, voltaremos às ruas do País para prosseguir com as habituais concentraçons mensais reivindicando a liberdade das/os presas/os independentistas galegas/os e apoiando o jejum que levam a cabo todas as últimas sextas de fim de mês até que se deam cumprimento às suas demandas:
1- Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
2- Fim da política de dispersom penitenciária.
3- Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
4- Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
5- Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns. / Mais info: ceivar.org

Gaztetxe de Barakaldo encerrado por ordem judicial

ASEH-Lisboa - OG, 08/28/2014 - 23:31
Na terça-feira de manhã, 26, a Ertzaintza encerrou o Gaztetxe Kobazulo, em Barakaldo (Bizkaia), e mudou as fechaduras da porta, por ordem de um tribunal local, tal como aparece escrito no documento colocado na porta do gaztetxe. O tribunal mandou ainda entregar as chaves aos proprietários do imóvel - o antigo bar Las Cuevas -, que foi ocupado a 7 de Junho por um grupo de jovens, já que se encontrava abandonado havia vários anos, apresentando problemas de humidade, canalização, etc.

A história é conhecida: um edifício pode estar velho, podre, abandonado anos a fio, sem que se oiça falar de donos ou de preocupações municipais; um grupo de jovens ocupa o espaço, recupera-o, limpa-o - chama-lhe Kobazulo, no caso -, dá-lhe vida, realiza actividades culturais... e temos Polícia, donos, Câmara, tribunal e mais Polícia.

Desde que o Kobazulo o passou a ser, a presença da Polícia autonómica espanhola foi uma constante junto ao local, tendo-se registado várias identificações e tentativas de despejo ao longo do Verão. A Barakaldoko Gazte Asanblada [Assembleia da Juventude de Barakaldo] convocou mobilizações de protesto, e ontem mesmo realizou-se uma concentração na Bide Onera plaza [na foto].
O grupo municipal do Bildu manifestou a sua solidariedade com os jovens e denunciou a situação. / Ver: herrikolore.org 1 e 2 e topatu.info

Emisión #303 del Noticiero de colectivos y movimientos de ALBA TV

Pakito Arriaran (Venezuela) - OG, 08/28/2014 - 21:27

Sintoniza el Noticiero de Colectivos y Movimientos sociales de ALBATV: Estreno todos los lunes y miércoles a las 11pm, por Vive Televisión. Martes y jueves 7pm por ALBATV, canal 2205 en la TDA (Televisión Digital Abierta).

Prossegue a luta dos trabalhadores no Hotel Ercilla e o CNT alerta a selecção da Finlândia

ASEH-Lisboa - AZ, 08/27/2014 - 23:35
Os trabalhadores do Hotel Ercilla, em Bilbo, continuam a lutar pela defesa dos seus direitos e contra a reforma laboral. Convocados pelos sindicatos LAB, CCOO e CNT, os funcionários realizam concentrações periódicas há 14 meses, pelo menos uma vez por mês, contra o congelamento dos salários (desde 2010), os cortes salariais deste ano (ascendem a 3000 euros) e o agravamento das condições de vida. Durante a Aste Nagusia, realizaram cinco concentrações, de segunda a sexta-feira, informou o LAB.
Por seu lado, o sindicato CNT refere que intensificou a campanha contra os cortes salariais e a repressão no Hotel Ercilla, e que, a poucos dias do início do Mundial de Basquetebol, se pôs em contacto com a selecção da Finlândia – que irá alojar-se neste hotel - e com representantes diplomáticos desse país, para os informar sobre as acções de protesto que vão levar a cabo durante a estadia dos desportistas no estabelecimento. O CNT solicitou ainda a solidariedade de duas estruturas sindicais finlandesas, pois quer «desmascarar o Ercilla e que todos os seus hóspedes fiquem a par da realidade que os trabalhadores e as trabalhadoras ali vivem».

O CNT afirma que os trabalhadores vão realizar uma greve entre 1 e 4 de Setembro, período em que a selecção finlandesa estará no Ercilla. Refere ainda que, nos mais de 14 meses de luta, pediu à administração do hotel que negociasse com os trabalhadores sobre os problemas que os afectam e atendesse às suas reivindicações, entre as quais figuram: um acordo colectivo que garanta condições dignas de trabalho; uma gestão profissional do estabelecimento, e a defesa da sua viabilidade; o cumprimento de todas as normas de prevenção de riscos de acidentes de trabalho, que actualmente não são cumpridas.

«Não estamos a pedir nada que a administração não possa fazer». «É tão-só uma questão de vontade e de negociar, algo que os donos não querem», denuncia o sindicato, sublinhando o facto de os protestos ocorridos durante a Aste Nagusia terem obtido «a mesma resposta de sempre: repressão, repressão e mais repressão», com a Ertzaintza a seguir de perto as concentrações. / Ver: LAB e lahaine.org

Leitura:
«¿Dónde está el porvenir?», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
En recuerdo del obrero de 60 años asesinado esta mañana en una plaza de Getxo por la burguesía vasca

A segunda brigada basca enviada ao Saaara também foi expulsa pelo Governo de Marrocos

ASEH-Lisboa - AZ, 08/27/2014 - 23:34
No dia 15 de Agosto, partiu de Euskal Herria uma nova brigada com destino aos territórios ocupados do Saara Ocidental, que ontem, 26, foi expulsa pelo Governo de Marrocos. Esta brigada foi organizada na sequência da expulsão de uma primeira, em Julho, e como consequência da firme vontade, então expressa pela Askapena, de romper o bloqueio imposto pelo Governo marroquino aos territórios saarauís.

Em baixo, o texto enviado em castelhano pelos membros da brigada. No portal da Askapena é também possível ler a versão em euskara e ouvir as suas declarações.

«Somos una brigada vasca de solidarios con el pueblo Saharaui. Hemos venido este mes de agosto a los territorios ocupados del Sahara con la intención de conocer la situación de nuestr@s herman@s Saharauis en la lucha por la libertad de su pueblo. Y al mismo tiempo dar a conocer la situación de Euskal Herria y nuestras luchas.

Eramos conscientes que desde hace unos meses el gobierno fascista marroqui esta haciendo lo imposible para impedir cualquier muestra de solidaridad internacionalista hacia el pueblo Saharaui. Por ello hemos tenido que preparar con especial atención nuestra estancia en territorio Saharaui, para ello nos hemos hecho pasar por turistas. A pesar de ello, la represión por parte de la policía marroquí no ha cesado. Desde el primer momento en el que nos adentramos en territorio Saharaui, nos han seguido y hemos sido controlados.

Ya el 25 de agosto nos dirigimos a Al Aiaun con la intención de encontrarnos con nuestros compañ@s saharauis. En la entrada de la ciudad nos encontramos con un control policial poco habitual. Alrededor de 40 policías no uniformados nos estaban esperando. Nos hicieron bajar del autobus de una manera agresiva, mientras varios de ellos nos grababan. Les pedimos explicaciones y tras una discusión tensa de unos 15 minutos no tuvimos mas opción que subirnos al taxi que nos trajeron, ya que la situación se estaba empeorando y tensando. En el taxi nos mandaron hasta Agadir. A pesar de la imposibilidad de reunirnos con nuestr@s compañer@s saharauis, seguiremos luchando para mostrarle al pueblo saharaui nuestra solidaridad y apoyo en su lucha por su libertad. Agadir 2014ko abuztuaren 26a.»

Os Editores de Odiario.info: «A Palestina resistiu e vencerá»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/27/2014 - 23:33
O Acordo para um cessar-fogo permanente em Gaza, independentemente de desenvolvimentos da situação, assinalou uma vitória do povo da Palestina e uma derrota política e militar do estado terrorista de Israel. (odiario.info)

«Que la alegría rompa la tristeza, la Resistencia Palestina ha triunfado», de Carlos AZNÁREZ (Resumen Latinoamericano)
Esta victoria de hoy en Gaza, no nos equivoquemos, le pertenece total y exclusivamente a la Resistencia unificada palestina, a todas sus organizaciones combatientes, al conjunto del pueblo de la Franja que soportó un infame bloqueo durante once años, y que vio cómo cada uno de los ataques de ayer y de hoy intentaban arrancarle la ilusión de alcanzar una Nación Palestina independiente, libre de invasores. También, obviamente, son parte decisiva las mujeres y los hombres que en Cisjordania viene soportando estoicamente razias, detenciones, demoliciones de sus viviendas. Y qué decir de los miles de presos y presas que en las mazmorras israelíes soportan día a día la brutalidad del opresor.

«En Buenos Aires se habló sobre genocidio e impunidad en Guatemala», de EHL Argentina (ehlargentina)
En esta oportunidad se contó con la presencia de Andrea Ixchíu, joven activista social maya quiché guatemalteca. El encuentro estuvo organizado por Resumen Latinoamericano y la Comisión Centenario Jacobo Arbenz en Argentina, al cumplirse un año del juicio al general Efraín Ríos Montt, imputado como genocida por la justicia y luego impunemente liberado por el Congreso de Guatemala.

«PNV y su modelo de gestión: sucedió en Lemona», de Igor MELTXOR (boltxe.info)
El anterior alcalde de Lemoa, Javier Beobide (PNV), otro concejal peneuvista y cinco trabajadores del Ayuntamiento ingresaron casi 50.000 euros en dietas de kilometraje sin ninguna justificación entre 2007 y 2011.

Donostia deverá ter uma praça com o nome de Aitor Zabaleta

ASEH-Lisboa - AZ, 08/27/2014 - 23:32
O Governo Municipal de Donostia vai aprovar esta sexta-feira a atribuição do nome de Aitor Zabaleta à praça localizada junto a Portuetxe, 15. Trata-se de um espaço asfaltado no qual se joga à bola e em que já existe uma foto e uma placa comemorativa em memória do apoiante da Erreala. A escolha do espaço surge na sequência da petição realizada por um grupo moradores de Ibaeta próximos de Aitor Zabaleta e a decisão será votada em sessão de Câmara mês de Setembro.

Assassinado em 1998
Aitor Zabaleta foi apunhalado a 8 de Dezembro de 1998, pouco antes de um encontro entre o Atlético de Madrid e a Real Sociedad a contar para a Taça Uefa, quando, nas imediações do estádio Vicente Calderón, um grupo fascista investiu contra os apoiantes txuri-urdin. Depois de proteger uma criança, Aitor seguia com a sua companheira quando se viu cercado e foi esfaqueado; faleceu no dia seguinte num hospital de Madrid. No julgamento relacionado com o caso, só o autor material da punhalada foi condenado, a 17 anos de prisão.

Presente na memória
Apesar do tempo passado, Aitor Zabaleta, que era um incansável apoiante da Erreala, continua presente na memória colectiva txuri-urdin. Com esta decisão, a Câmara Municipal quer que a sua memória perdure. / Ver: Sanduzelai Leningrado

The Chieftains & Sinéad O'Connor - «The Foggy Dew»

ASEH-Lisboa - AZ, 08/27/2014 - 23:31
Do álbum The Long Black Veil (1995). [Letra e mais alguma informação, nomeadamente sobre a Easter Rising, em 1916, aqui.]

«For slavery fled, O glorious dead, when you fell in the foggy dew»

25.º acidente laboral mortal em EH: a mobilização e a luta são as nossas armas

ASEH-Lisboa - AT, 08/26/2014 - 23:34
No sábado, 23, ocorreu um acidente laboral mortal na área de descanso de Zozaia (Baztan, Nafarroa). O trabalhador R. F. S., de 43 anos, natural de La Hornilla (La Rioja) e mecânico de profissão, morreu quando tentava arranjar um camião avariado naquela área. É o sexto acidente laboral mortal em Nafarroa este ano (o 25.º em Euskal Herria).

O trabalhador trabalhava para a empresa Gruas Barragan, de Madrid, mas com bases numa boa parte do Estado espanhol. Esta pessoa saiu da base de Calahorra e deslocou-se até Zozaia para arranjar o camião, ou seja, teve de fazer mais de 120 quilómetros, num sábado, para efectuar o arranjo.

A mobilização e a luta são as armas que temos para acabar com os acidentes de trabalho e com as suas causas
Numa nota de imprensa, o sindicato LAB, que expressou apoio e solidariedade à família e amigos do trabalhador falecido, denunciou o alto grau de precariedade e de sinistralidade a que a classe trabalhadora está sujeita. E perguntou:

- Cumpriam-se todas as medidas de segurança e prevenção de riscos laborais para que o trabalhador pudesse realizar o seu trabalho em condições idóneas?
- Como é possível que um trabalhador tenha de vir da Rioja até Baztan para reparar um camião? Não há nada mais perto?

O LAB aponta também as condições de trabalho e emprego de muitos trabalhadores do sector do transporte, que têm contratos nivelados por baixo e são forçados a uma grande mobilidade geográfica.

O sindicato abertzale Exige o esclarecimento das causas do acidente laboral mortal ocorrido em Zozaia e que sejam aplicadas as medidas oportunas para que a situação não volte a acontecer. / Ver: ahotsa.info e LAB 1 e 2

Sábado, em Altsasu, há Ospa Eguna, para acabar com a militarização e a repressão selvagem

ASEH-Lisboa - AT, 08/26/2014 - 23:33
O Ospa Eguna [Dia do Baza] deste ano tem como lema «herri indarraz botako ditugu» e trata-se de uma jornada que tem como objectivo denunciar «a repressão e militarização» que a gente de Altsasu (Nafarroa) sente na pele um dia sim e o outro também.

Repressão, todos os dias do ano
Para os organizadores é fundamental conseguir mobilizar o povo, por forma a acabar com a «repressão selvagem». «Sofremos a repressão [policial] os 365 dias do ano», afirmam os organizadores numa nota de imprensa, na qual aludem a controlos diários; acosso e ameaças; provocações; multas políticas (ascendem a 30 000 euros); remoção de cartazes e pancartas; e ao julgamento de um jovem de Altsasu por participar no Muro Popular de Donostia, entre outras coisas.

Agitprop: agitazioa ta proganda: alde hemendik!
No Ospa Eguna do ano passado, recordam os organizadores, Altsasu foi ocupada durante uma semana «por dezenas de polícias de elite, com helicópteros e tudo». O seu único propósito era «silenciar as reivindicações deste povo, negando-lhe o direito de reunião e de manifestação». «Mas não conseguiram então o que queriam, como não conseguirão agora».

Canção do Ospa Eguna 2014
É da banda Revolta e trata-se de uma versão do tema «Viure», do grupo catalão Obrint Pas.
#OspaEguna2014-ko abestia hemen duzue (Revolta altsasuarrek egina) from hitzondobideoak on Vimeo.
Ver: argia.com

Dia 30, homenagem a Angel Etxaniz, assassinado há 34 anos pela extrema-direita

ASEH-Lisboa - AT, 08/26/2014 - 23:32
Realiza-se este sábado, no campo de Zaldupe, em Ondarroa (Bizkaia), um jogo de homenagem a Angel Etxaniz, militante abertzale assassinado há 34 anos por um grupo paramilitar com ligações às forças policiais.

Angel Etxaniz Olabarria, militante do HB, foi morto no Club 34, em Ondarroa (Bizkaia), no dia 30 de Agosto de 1980, numa acção atribuída ao Batallón Vasco Español (BVE). O estabelecimento, de que Etxaniz era proprietário, já fora alvo de um atentado reivindicado por uma outra organização paramilitar de extrema-direita, a Triple A, que qualificava Etxaniz como «rojo y separatista».

Etxaniz, muito conhecido em Ondarroa pela sua militância abertzale contra o franquismo e pelo seu envolvimento na actividade desportiva [oso kirolzali zalako be bai], foi detido várias vezes nos anos 60 e 70, e foi brutalmente torturado durante o estado de excepção de 1975.

O ano passado, a 30 de Agosto, apareceram várias imagens de Angel nas ruas de Ondarroa. Uma delas junto a uma placa em que se lia «Em honra de todos os ondarrutarras que lutaram e perderam a vida no caminho para a libertação de Euskal Herria». / Ver: Turrune!, aseh, Turrune!

Tutera solidariza-se com o povo palestiniano

ASEH-Lisboa - AT, 08/26/2014 - 23:31
Concentração de apelo à manifestação de 31 de Agosto em solidariedade com a Palestina e de apoio à campanha B.D.S. (Boicote, Desinvestimento e Sanções) contra o Estado sionista de Israel.A manifestação é a 31 (19h00, Plaza Berria / Plaza Nueva), que não é um dia qualquer, já que está agendado o concerto da cantora israelita Noa, que, segundo os organizadores, é «uma das principais embaixadoras do sionismo». / Ver: ahotsa.info via Sanduzelai Leningrado

EM PORTUGAL
Para quinta-feira, dia 28, às 18h00, foi agendada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em conjunto com outras organizações, uma concentração na Praceta da Palestina, no PORTO (entre a Rua Sá da Bandeira e a Rua do Bolhão), com o lema «Fim à Agressão! Fim à Ocupação!».

No mesmo dia, também às 18h00, haverá uma concentração em COIMBRA, na Praça 8 de Maio, com o lema «Fim à agressão! Solidariedade com a Palestina!». A iniciativa é organizada pelo CPPC com o apoio da União dos Sindicatos de Coimbra (CGTP-IN).

Para sábado, dia 30, foi marcada uma sessão de solidariedade com a Palestina na Taberna do Arrufa, em CUBA (Alentejo), com a participação do comandante António Lara Cardoso (membro da direcção nacional do CPPC).

Ver também:
«WikiLeaks: Guerra contra Gaza fue planificada años atrás» (telesurtv.net)

KURDISTAN, PALESTINA Y EL PAÍS VASCO HERMANADOS en la Taberna Internacionalista Vasca

Lagunak Argentina - AT, 08/26/2014 - 01:00
Experiencias de lucha en el marco de la presentación de un libro necesario por Carlos Aznárez En un muy interesante encuentro celebrado el viernes en la Taberna Internacionalista Vasca, co-organizado por Resumen Latinoamericano, Sudestada y la editoria “A formar filas”, en el marco de Cátedras Bolivarianas, fue presentado el libro de los periodistas Leandro Albani y Alejadro Haddad. “Kurdistán, crónicas insurgentes”. Previo a la charla, fue exhibido el documental “Av! Si! Mai!”, producido por Haddad, sobre la lucha del pueblo kurdo en el plano medio ambiental. El acto sirvió no sólo para escuchar las voces de la gesta revolucionaria kurda, sino también para homenajear a la Resistencia Palestina y enterarse de primera mano por dónde camina actualmente la lucha del independentismo vasco. Certera aproximación al Kurdistán El libro -co-editado por “Sudestada” y “A formar filas”, es el resultado de la cobertura periodística realizada, primero por Haddad, quien viajó para realizar un documental al Kurdistán invadido por Turquía, y luego, la experiencia de Albani como enviado del periódico Resumen Latinoamericano, quien llegó hasta el Kurdistán controlado por Iraq, donde realizó entrevistas a guerrilleras y guerrilleros del Partido de los Trabajadores del Kurdistán (PKK), que luego fueron publicadas en dicha publicación y otros medios. En un estilo ágil y claro como para poder entender un proceso ocultado deliberadamente por las corporaciones mediáticas, tanto Albani como Haddad dieron testimonio de la importancia que posee la presencia de la insurgencia tanto en Siria, donde ahora combaten a las milicias de ese engendro pro-imperial denominado Estado Islámico (El), como en Turquía, donde las milicias kurdas luchan desde hace décadas contra el gobierno reaccionario turco. En ese país, no sólo está en la cárcel el líder del PKK, Abdullah Ocalan, sino que también se encuentran detenidos desde hace años, alrededor de diez mil presos y presas kurdos y turcos. El texto también recoge la lucha de las Madres kurdas por la Paz, quienes al igual que las Madres de Plaza de Mayo argentinas, bregan por encontrar a sus hijos desaparecidos en la confrontación bélica y rescatan la memoria de los luchadores kurdos contra el fascismo que los oprime. El texto de Albani y Haddad reivindica la existencia de Kurdistán a lo largo de los siglos, la firmeza de sus hombres y mujeres en defender su identidad lingüística, rescatar sus tradiciones ancestrales y como consecuencia de todo ello, luchar para que el dominio imperial no pise jamás en tierra firme. Da cuenta también, de la utilización del marxismo-leninismo como ideología fundante del PKK, y luego -sin abandonar la matriz de una izquierda combativa- la actualización de propuestas que den real posibilidad a la apuesta por la liberación y el socialismo. Los dos periodistas coinciden gratamente en que las mujeres y hombres del PKK tienen también, en su ideología y práctica organizativa, mucho que ver con el guevarismo y el zapatismo, combinando debate y consenso desde la base, autogestión, y reafirmación revolucionaria no autoritaria ni cargada de falsos vanguardismos. Albani permaneció varios días en las montañas de Kandil, Iraq, donde la guerrilla tiene su santuario y allí pudo comprobar como el PKK, que reivindica la teoría del “Confederalismo democrático” como salida al conflicto político y armado, está seriamente implantado, contando con miles de combatientes, la mitad de las cuales son mujeres. Por otro lado, el libro también relata la experiencia del PKK en Siria, donde la organización se denomina Partido de la Unión Democrática (PUD) junto a su brazo armado, las Fuerzas de Autodefensa del Pueblo (YGP). En los acontecimientos últimos en ese país, invadido por miles de mercenarios enviados desde Turquía, Arabia Saudita y Qatar, al servicio de la OTAN, el PKK no sólo jugó un importante papel en contener y combatir dicha injerencia, sino que se desplazó por todo el norte del país y generó de hecho una zona liberada, donde no opera el ejército sirio y la soberanía kurda es plena y efectiva. El resultado de toda esta experiencia es un libro que seguramente integrará a partir de ahora la biblioteca de quienes, interesados por la política internacional, podrán acercarse a una problemática poco conocida en Latinoamérica pero esencial en la resolución de la coyuntura de una región altamente convulsionada. Kurdos en Almagro En el marco de la disertación realizada en el barrio de Almagro, los organizadores de la actividad, rindieron también homenaje a la Resistencia Palestina que ha obligado a Israel a retroceder sin poder penetrar por tierra en Gaza y ocupar esa pequeña porción del territorio palestino que se mantiene libre. Por ello, aparte de las banderas vascas y kurdas expuestas en el local del Centro Cultural y Político La Dignidad, donde funciona la Taberna Vasca, fue colgada la enseña palestina, realizándose una masiva manifestación de solidaridad del público presente a la consigna de “Boicot a Israel”. Luego, el documentalista kurdo Mehmet Ali Dogan, recordó emocionado a una guerrillera y documentalista del PKK, quien sirvió de guía al periodista Albani durante su viaje a Kandil, señalando que en un reciente combate contra los mercenarios del “Estado Islámico”, dicha militante fue asesinada. También, Mehmet se refirió a la situación actual de la insurgencia, que controla gran parte del norte de Siria, y enfrenta a los extremistas del Estado Islámico, que con apoyo de Turquía y Arabia Saudí, han ocupado ciudades en Siria e Iraq, generando un clima de alta confrontación y asesinando a miles de ciudadanos de los dos países. Consignó que la teoría del “Confederalismo democrático” busca generar cuotas de mayor autonomía y respeto a los derechos colectivos tanto del pueblo kurdo como otros que habitan en la región y en cada país donde el PKK está implantado. La lucha del pueblo vasco Por último, Lid integrante de las Brigadas internacionalistas de la organización independentista vasca Askapena, que visitan el país y han venido tomando contacto con las organizaciones argentinas del campo popular, ofreció un amplio informe sobre la situación (represiva) que se vive en Euskal Herria y de los avances producidos en esa nación invadida por España y Francia desde hace siglos. A pesar de que ETA decidiera abandonar la lucha armada hace varios años, y que ciertas cuotas de legalidad fueron restituidas para la izquierda abertzale, provocando que sus formaciones políticas obtengan excelentes resultados electorales, “la represión continúa, y se sigue dando el dramático caso de más de 500 presos y presas políticas vascas, decenas de deportados y miles de refugiados y exiliados que no pueden volver a Euskal Herria, debido a la sostenida persecución de las fuerzas de seguridad que plantean los regímenes español y francés”, señaló la joven oradora. La militante internacionalista destacó también el importante papel que juegan los jóvenes independentistas vascos, quienes siguen luchando y reivindicando la amnistía, la independencia y el avance hacia el socialismo, destacó que la crisis económica que abarca a toda Europa, también ha repercutido fuertemente en el País Vasco, condenando a miles de jóvenes a no tener oportunidades de trabajo ni de acceso a la vivienda, “lo que nos obliga a responder estas exclusiones en la calle y movilizados permanentemente”. En conclusión de la jornada de hermanamiento entre pueblos, puede señalarse que si bien el imperio está desarrollando a través de distintas variantes, una política de acoso y de represión sostenida, los luchadores no cesan de imaginar respuestas por todas las vías posibles. No sólo eso, sino que también, allí donde se abren -a fuerza de lucha y resistencia- caminos políticos alternativos, se demuestra que la construcción de un mundo diferente es realmente posible. Tanto en Gaza, como en las montañas kurdas o en tierras vascas, el espíritu libertario no ha cesado de dar ejemplos en ese sentido. Y eso precisamente, es la pequeña llamita que ayuda a sostener el fuego de la Revolución que tarde o temprano se hará posible.
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ARGENTINA: Los “fondos buitres” a debate ¿QUE SE HACE CON SEMEJANTE DEUDA?

Lagunak Argentina - AT, 08/26/2014 - 00:16
(RESUMEN LATINOAMERICANO) El pasado viernes 27 de junio se realizó en la Taberna Internacionalista Vasca en Buenos Aires, una charla y debate organizada por Cátedras Bolivarianas de Resumen Latinoamericano, para buscar las claves de por dónde encontrar la salida frente a la ofensiva saqueadora del imperialismo. En ella expusieron sus testimonios Eduardo Lucita y Claudio Katz del Colectivo Economistas de Izquierda (EDI) y Emanuel Álvarez del Movimiento Popular La Dignidad (MPLD) Emanuel Alvarez, Claudio Katz y Eduardo Lucita, el viernes en la Taberna Internacionalista Vasca ESCENARIO ACTUAL DE ARGENTINA Eduardo Lucita aseguró que este fallo de la Corte Suprema que rectifica el fallo en primera y segunda instancia del juez Griesa no cae en un cielo sereno en la economía argentina. Una economía que tiene dificultades sobre todo en lo que se llama la restricción externa, necesita ingreso de dólares para poder financiar desarrollo, seguir pagando deudas. Esto es lo que ha hecho que en el último año el gobierno argentino haya dado un giro, abrió un camino de negociaciones y de cerrar frentes externos tendientes a volver a una política de endeudamiento con el mercado internacional. Por eso arregló con el Ciadi y pagó, por eso arregló con el FMI el nuevo índice de precios, por eso el arregló con el Club de París, por eso el arregló con Repsol que no se le iba a pagar nada y finalmente se le pagaron 6500 millones de dólares. “En términos de moneda extranjera, o lo que se conoce como la deuda exigible en mano de deuda privada, la relación deuda-PBI de la Argentina es la más baja del mundo, en este momento es solo el 10% del PBI”, explicó Lucita. Siguiendo en esta línea el economista manifestó que justamente uno de los problemas que tiene la administración kirchnerista o el capitalismo argentino en esta etapa es que se ha ido desendeudando de los organismos internacionales y eso el sistema financiero internacional no lo perdona porque en realidad lo que quiere es que se pague permanentemente los intereses y se renueven los créditos para estar siempre enganchado al círculo perverso del banco. En consecuencia, Claudio Katz afirmó: “Algo complicado que se repite mucho pero no se piensa cuando se dice es que la deuda externa en dólares bajo y la deuda interna en pesos subió, es cierto. Este es el gran cambio en los últimos diez años, debemos mucho menos en dólares a los acreedores privados y tenemos mucha más deuda interna en pesos en Argentina”. Pero ¿cómo se hace para refinanciar la deuda interna? Para Katz los dos grandes financiadores de esa deuda son: el Banco Central, que hace tres años que está refinanciando con una tasa de emisión del 40% anual y los resultados se ven en el supermercado, y el otro, que es mucho más terrible, son los bonos del ANSES, los fondos de sustentabilidad de la previsión social y la deuda con los jubilados ya anda por unos 28 mil millones de dólares. Emanuel Álvarez, de MPLD, razonó que lo que se está jugando en este momento es que lo que le vamos a tener que pagar a los fondos buitres, lo que le pagamos al Ciadi, al FMI, a Repsol y todas las negociaciones con todas las corporaciones internacionales. Completó: “es un valor que se genera a partir de nuestro trabajo por medio de la explotación que hacen en nuestro país. Por la explotación de nuestra fuerza de trabajo o por el despojo de generan en nuestros territorios, en la cordillera con la mega minería, en los monocultivos del extractivismo agrocarburífero exportador, en la región mesopotámica con las forestales, en los negociados inmobiliarios en las regiones urbanas y suburbanas y en las avanzadas de las corporaciones sobre los sistemas de salud y educativo”. ¿Por qué en Argentina se llegó a este campo de incertidumbre sobre el futuro? Según Lucita, para entender el tema de la sesión de soberanía hay que remontarse a la salida de la crisis capitalista de los años 70. Porque la crisis actual es derivada directamente de la forma en que el capitalismo resolvió esa crisis mundial sobre la base de la restructuración capitalista por un lado y de la hegemonía financiera por esa restructuración. Actualmente se dice que el capital dinero que está girando en el mundo es diez veces el PBI global. Ya a principios de los años 70 cuando empezaba a expresarse esta magnitud del capital financiero el sistema financiero internacional comenzó a adecuar sus dispositivos jurídicos para adecuarse a la nueva realidad. esto se fue planteando que en todas las emisiones de bonos, se recomendaba, que figurara esa sesión de soberanía hacia terceros países. Una sesión de soberanía que equipara el interés o la necesidad de los estados soberanos con sujetos jurídicos privados, es decir, equipara los estados con las empresas. Pero lo equipara también con un grupo de individuos como es el caso del fondo buitre Elliot que demanda al Estado argentino como si estuvieran los dos en las mismas condiciones. En Argentina esta sesión de soberanía jurídica empieza bajo la dictadura militar que proclamó la cláusula Martínez de Hoz que fue instalada en los bonos que se colocaron en ese momento y que es la que está ahora en los bonos en discusión. Por su parte Katz expresó que lo que tiene que hacer Argentina es impedir la salida de ese trabajo nacional que se va para afuera y recuperar el dinero que sacaron, porque los que se lo llevaron tiene sus propiedades y bienes en el país asique hay forma de ejercer una presión sobre ellos y ese es el fondo que eventualmente debe ser usado para repagar partes de las deudas que surjan de una investigación. Conjuntamente, indicó que hay que trabajar en esa dirección sabiendo que el punto clave de la remisión de la deuda es el momento en que se dice: Argentina desde hoy no tiene un solo bono fuera de jurisdicción argentina. “Entendemos que si mostramos debilidad, el gobierno y el pueblo, frente a estos buitres, no solo los de los fondos, van a hacer lo que puedan para que finalmente nos arrodillemos y mejorar las condiciones para ellos. Esto es parte de una estrategia internacional para terminar de poner de rodillas y liquidar con toda autonomía relativa, que es temporaria y limitada, porque lo que ellos necesitan es profundizar el nivel de anclaje de los capitales transnacionales sobre nuestro territorio y sobre el conjunto de nuestro pueblo y no hay mejor manera de hacerlo que teniendo un país endeudado”, añadió Emanuel Álvarez desde la perspectiva del movimiento popular. Emanuel Alvarez. LA INVESTIGACION DE LA DEUDA Lucita advirtió que investigar la deuda significa, primero suspensión unilateral de los pagos para poder investigar, ahora eso significa entrar en default. “El default en las condiciones actuales, con este régimen, es absolutamente negativo y la clase trabajadora y los sectores populares lo van a sufrir”, expresó. Siguiendo con el análisis dijo: “si el gobierno y todos los otros sectores están dispuestos a pagar que apliquen un impuesto extraordinario a las 500 grandes empresas, que explican el 30% del producto bruto nacional, que se la llevan con pala y no recarguen a los sectores obreros y populares y si carguen al conjunto de las clases dominantes que son las que verdaderamente se han usufructuado y siguen usufructuándose de esta deuda y a pesar de la crisis siguen acumulando ganancia como nunca en periodos anteriores”. Su par Claudio Katz, indicó que primero es importante conceptualmente separar el default de la suspensión del pago. El default es cuando un país no puede pagar más y entra en quiebra, el 2001, y la suspensión del pago es no que no puedo pagar, decido no pagar. Por eso la suspensión del pago es muy importante cuándo uno la decide, se puede tener un plan de suspensión pero hay que buscar en qué momento, cuando se tengan más reservas, se esté más preparado, se hayan armado las relaciones internacionales, no se improvisa pero si se quiere ir hacia allí se empieza a construir un terreno. “La investigación es un tema que hace recordar todo el pasado, Melconian y Daniel Martz fueron los dos funcionarios del Banco Central que cajonearon la investigación que ya estaba hecha en la época de Alfonsín, había que estudiar la otra mitad. Esto está vinculado a que los problemas del canje y de las renovaciones de la deuda están vinculados a casos de corrupción bastante complicados. El tema de la investigación tiene que volver a la agenda, ser un tema clave para discutir y de esta forma ir forjando un camino, una corriente de opinión, de resistencia a esto”, reveló Katz. En consecuencia, expuso: “Ecuador que pagó la deuda es el único país que hizo una auditoría internacional de la deuda y es importante porque es el único ejemplo práctico de cómo se puede hacer una investigación. El problema es que cuando estuvieron los resultados Correa decidió, con los resultados, no utilizarlos para una modificación general de la deuda. Pero la investigación fue hecha y no fue hecha como aquí en el Congreso por una comisión, fue una comisión internacional con técnicos de todo el mundo que fueron e hicieron un trabajo ejemplar. Ecuador es un ejemplo de lo interesante que ha ocurrido en América Latina y el buen campo que sigue existiendo”. LA AUSENCIA DE CRÍTICA Katz constató que es que es la primera vez, hasta ahora, en la historia del movimiento peronista que el gobierno hace un ajuste, le paga al Fondo Monetario, y todos dicen sí. “Ningún sector medianamente autónomo ha levantado la voz y el Movimiento Evita está actuando con una disciplina insólita frente a esto. Hay un punto efectivamente crítico, esto si sigue así habrá demostrado que el kirchnerismo realmente fue una construcción en ese sentido extremadamente conservadora porque si esto termina de articularse así han cerrado las voces críticas dentro del propio movimiento peronista con algo que está muy abierto que es la nueva generación. El gobierno realmente es un Maquiavelo, Cristina es un Maquiavelo, actúa con un nivel de frialdad para cerrar esos huecos”, declaró. “El propio gobierno sabe cuáles son sus puntos críticos y lo peor es que los absorbe y les hace el siguiente mensaje: miren, si todo esto se pierde volemos después, no hay problema, perderemos, vendrá Scioli pero nosotros volvemos. Pero la trampa está en cómo vas a volver. Si hace todo esto va a volver como una fuerza híper conservadora, si no resiste va a volver como parte del juego político, eso es lo que está ocurriendo”, reforzó Katz. LA IZQUIERDA Para Katz la izquierda es una una luz interesante que hay que mirarla, guste o no, ya que un dato muy novedoso en la Argentina es que esta fuerza sacó un millón y medio de votos y en lugares como Salta sacó el 25% de los votos y cuando hubo elecciones ahora en Mendoza volvió a sacar votos. Pero no son solo votos, son lugares en el movimiento social, en el movimiento sindical y en el movimiento universitario. “Los últimos resultados electorales están mostrando que un mínimo, una forma embrionaria, de la población está mirando hacia alternativas de izquierda distintas a todo lo demás. Por otro lado siguen manteniéndose el conjunto de movimientos sociopolíticos culturales con mayores o menores dificultades”, opinó Lucita. Eduardo Lucita LA OTRA ALTERNATIVA Emanuel Álvarez desde la visión del movimiento popular afirmó que en algún momento que tengan la posibilidad de disputar y la correlación de fuerzas esté a su favor intentaran dar vuelta la tortilla y voltear el poder contra hegemónico. “Una vez que eso suceda y estemos en ese momento o podamos construir eso tenemos que poder tener una lectura de la realidad geopolítica a nivel internacional y aun nivel interno de cuáles son nuestros enemigos internos y cuáles no son. A partir de ahí poder dar vuelta esta situación y construir un horizonte socialista, popular, de cambio social, revolucionario”, aseguró el militante del MPLD. Claudi Katz aseveró que hay que construir una tercera alternativa, crear un movimiento de opinión e ir forjándola con mucha gente que en estos días ha salido a decir ni una cosa ni la otra. “Somos muchas voces no es que esta todo el mundo estupidizado en que lo único es pagar o default, hay gente que mantiene una actitud crítica y dice: primero investiguemos la deuda, encontremos el momento y la circunstancia para suspender el pago para que se haga la investigación, cuando se haga habrá un resultado y cuando este se pagara eso o todo lo demás”, dijo el integrante del EDI. Para Eduardo Lucita salir de esta encrucijada no es sencillo porque: “en este periodo histórico el capitalismo concentra, centraliza y homogeniza por arriba por eso es que la salida de este fin de ciclo kirchnerista es más a derecha que el propio kirchnerismo y no hay mayores diferencias entre las fuerzas que disputan ese posicionamiento justamente porque el nivel de concentración del capital requiere una expresión política más acorde a las necesidades del gran capital que lo que es este gobierno”. Asimismo, el especialista en economía concluyó: “acá hay un mecanismo de dominación imperial y esa es la oportunidad de construir un frente amplio antiimperialista en Argentina donde habrá sectores nacionalistas, antiimperialistas puros, resabios de los estalinistas pero para muchos de nosotros no hay posibilidad de una perspectiva antiimperialista si no está incluida la superación de la relación capital-trabajo. No hay posibilidades en esta etapa de la liberación de superar el antiimperialismo sin una perspectiva anticapitalista”. Claudio Katz DESENLACE En conclusión, en un mes vamos a saber exactamente lo que va a pasar porque la única, y terrible, ventaja de esto es que tiene fechas. La hipótesis que maneja la inmensa mayoría de los analistas es que esto tiende a terminar en un acuerdo oneroso para Argentina. Si todo va según la lógica de lo que fue ocurriendo durante el año va a terminar con una aceptación del gobierno de las condiciones que le están exigiendo los fondos buitres. Si se ve a UNEN, Macri, Massa, Scioli, todos los economistas del establishment y todos los del gobierno hay una diferencia de matices con respecto a cómo se debe hacer, algunos dicen de hacer un depósito, otros de pagar una parte al contado, otros en plazos, pero hay un consenso de que lo mejor es aceptar la negociación y pagarle a los fondos buitres. Katz: “el problema número uno, es que se ocultan los costos de lo que va a costar esto. No va a ser gratis por varios motivos, primero, vamos a pagar 1500 millones de dólares que es una pequeña cifra pero después viene la demanda de todos los que están en la misma situación de los fondos buitres. Es un 7% de los bonistas que la mitad está en Nueva York, los buitres de los buitres que van a decir inmediatamente que se les pague lo mismo, otra parte está en Europa y van a hacer juicios en Inglaterra, en Alemania, en Italia y después hay juicios en el Ciadi por unos 20 mil millones de dólares. Esta película de entrada le puede costar a la Argentina no 1500 sino 15 mil millones de dólares”. Después, está el problema de la famosa cláusula Rufus que es qué pasa si pagando casi todo algún juez acepta una demanda de todos los bonistas que entraron al canje anterior y obliga a reabrir el canje anterior. “Hay que mirar la realidad sin lo que uno desea sino ver lo que está ocurriendo y hay que tener cuidado en lo que nos estamos metiendo porque es problemático. La historia de la Baring Brothers en Argentina empezó así, con un bono que no y otro que sí”, consumó Katz. ______________________________________________________________________________
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En Buenos Aires se habló sobre genocidio e impunidad en Guatemala

Lagunak Argentina - AT, 08/26/2014 - 00:00
“No hay que permitir que vuelvan a instalar el estado de terror que ha costado tanto sanar” Andrea Ixchíu hablando sobre la impunidad que rodea al caso del genocida Ríos Montt. La nueva actividad de la Taberna Internacionalista Vasca de Buenos Aires, estuvo dedicada a Guatemala. En esta oportunidad se contó con la presencia de Andrea Ixchíu, joven activista social maya quiché guatemalteca. El encuentro estuvo organizado por Resumen Latinoamericano y la Comisión Centenario Jacobo Arbenz en Argentina, al cumplirse un año del juicio al general Efraín Ríos Montt, imputado como genocida por la justicia y luego impunemente liberado por el Congreso de Guatemala. Ixchíu denunció el burdo amparo constitucional que hay para con los responsables del genocidio en Guatemala, principalmente con Ríos Montt, cuyo juicio regresó a fases iniciales y el 26 de mayo su expediente fue enviado a un nuevo tribunal. “Lo van a repetir todo aunque sea una re- victimización al Estado de Guatemala, a las mujeres que fueron violadas y que dieron su testimonio, a todos los peritos que viajaron de distintas partes del planeta”. Además, resaltó que lo importante es la dignidad ixil, la dignidad de las personas de esa comunidad que resisten. “No importa cuántas veces tengamos que testificar y contar lo que pasó, lo vamos a hacer para que se sepa y para que no se repita”, asegura. Para la joven militante indígena, el juicio por genocidio fue un espejo donde las elites económicas y el ejército guatemalteco se vieron a la cara, descubrieron que eran horribles y ahora lo quieren esconder. Recordó la implicación del actual presidente de la República Otto Pérez Molina quien, según el testimonio de un testigo del ejército, era el subteniente que ejecutaba las masacres en Nebaj bajo la orden de Ríos Montt. Además, remarcó las palabras de la jueza que luego de ordenar la captura y detención de Ríos Montt decía que se ordenaba por parte del Ministerio Público continuar con las investigaciones para juzgar a todos los responsables. Dentro de los peritajes se establece que la elite económica financió al ejército de Guatemala en compra de armas y equipamiento. Eso, generó todo un aparataje político del actual gobierno de Guatemala que destituyó a la fiscal del Ministerio Público, Claudia Paz por haber llevado a tribunales a Ríos Montt, suspendió a la jueza Jazmín Barrios ante el Colegio de Abogados, más la descalificación pública. Andrea también destacó el permanente acoso a la dirigencia de AJR, Asociación Justicia y Reconciliación, que fueron quienes hicieron posible que el juicio se llevara a cabo, y el nuevo mecanismo de criminalización de las organizaciones indígenas y de estigmatización de los líderes vinculándolos con grupos extremistas, un ataque “de lo más agresivo que hemos vivido después de la guerra”, aseguró. Como activista social, Ixchíu cree que para hacerle frente a estos discursos tan perversos que cuentan con la complicidad de los medios masivos de comunicación, la comunidad indígena tiene que tener una estrategia colectiva en defensa de la lucha por la memoria, la dignidad y la justicia. Aparte de resistir las constantes amenazas y presiones, las comunidades tienen que luchar en su interior contra aquellos que fueron cooptados por la fuerza política que aprovechando la pobreza de estos grupos les da dinero para lograr que no sigan presionando a los mecanismos de justicia ni acudan a ellos para pedir sus derechos. “Esta perversidad denota el nivel de intromisión de las elites económicas dentro del gobierno, pero también la verdadera amenaza que representan los gobiernos indígenas para el Estado. Por eso están buscando como locos cooptar… Porque después de que los ixiles presentaran la denuncia como un grupo indígena, se sumaron tres grupos más y acudieron a los órganos jurisdiccionales a pedir cárcel para los militares”, afirmó la joven maya quiché. Para Ixchíu, la lucha por la memoria y la resistencia de la defensa del territorio están completamente vinculadas. Es importante darse cuenta de que el proyecto neo liberal, extractivista, ahora que ya se acabó la parte que habían robado hace muchos años también quieren las pocas reservas naturales que han protegido los pueblos indígenas y que son parte importante de su vida. A partir de allí hay que ir “desnudando este monstruo que tiene muchas cabezas, que está en muchos países, y de algún modo también es un precedente para visibilizar todo el aparato que generó el genocidio: la ambición, el acaparamiento de tierras, los desplazamientos de las personas a lugares que ahora son hidroeléctricas, donde ahora hay mineras”. Frente al comunicado del presidente Otto Pérez Molina, de fines de mayo, donde informaba que iba a presentar una moción ante el Congreso de la República de Guatemala para que el período presidencial sea de seis años y así alargar su mandato hasta el 2016, Andrea afirmó: “ellos pueden tocar la Constitución para hacer eso y luego la van a reformar para quedarse perpetuamente o por búsqueda de una reelección eterna, al final de cuentas estamos viendo, siendo testigos y denunciando la instalación de una dictadura. Es peligroso y es un momento duro en el que los mismos desencuentros de los movimientos sociales en Guatemala, de las luchas que hay pero que están dispersas, tengamos que vernos a los ojos y decirnos, aunque nos hayamos peleado antes por cualquier cosa mejor, juntémonos ahora”. Ya al inicio de su mandato en el 2012 Pérez Molina proyectó una reforma de la Constitución donde le daba poder al ejército y modificaba los artículos sobre derechos de los pueblos indígenas para poder tener injerencia dentro de sus gobiernos. Ante un discurso paternalista y de obvia intromisión, los pueblos indígenas se movilizaron masiva y pacíficamente, recibiendo una brutal represión estatal que dejó más de cuarenta muertos que el Estado guatemalteco quiso atribuirle a los manifestantes. En estos síntomas se basa Andrea Ixchíu para testificar que desde que llegó este gobierno “todas las manifestaciones, todas las resistencias en Guatemala, son criminalizadas. Ha habido muchos líderes presos y muertos en estos últimos años del gobierno de Pérez Molina y eso es grave, es alarmante. De alguna manera nos muestra de que el genocidio continúa, que no se ha acabado”. Antes de que la joven de Totonicapán comenzara a explicar la situación actual de Guatemala se proyectó un documental sobre el juicio al genocida Ríos Montt: “Dictador en el banquillo” de Pamela Yates, ganadora del último Festival de Cine Internacional de Derechos Humanos de Argentina y se dio cierre al encuentro cuando todos los presentes cantaron “Corazón Ixil-cambia la estación” del cantautor guatemalteco Fernando López en apoyo a la lucha de la comunidad indígena.
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Protesto contra o TGV, quinta-feira, em Donostia

ASEH-Lisboa - AL, 08/25/2014 - 23:35
Por ocasião do primeiro conselho de Governo de Lakua, que se realiza esta quinta-feira no Palácio Miramar, em Donostia, o movimento Mugitu! convocou uma acção de protesto contra o TGV, com a qual pretende denunciar o carácter «destruidor e esbanjador» da estrutura.

O protesto-kalejira parte às 11h00 do Boulevard, levando à frente um «TGV-Tubarão montado pelo lehendakari Urkullu».

O TGV é um projecto «depredador dos recursos públicos e do território», afirma o Mugitu, que acusa o Governo de Lakua de esconder «o brutal endividamento público provocado pelo TGV, os aumentos contínuos das despesas com a obra e os casos de corrupção».

«O TGV, estrutura elitista e imposta, é causador de destruição do território, de cortes sociais e precarização das condições de vida da maioria da população», defende o movimento de desobediência contra o TGV, que apela à intensificação da luta e da desobediência. / Ver: lahaine.org

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