Je préfère mourir debout que vivre à genoux

Dolores Ibarruri

Vous êtes ici

Agrégateur de flux

Rodeia o Capital: centenas de pessoas rodearam a sede do patronato em Iruñea

ASEH-Lisboa - AT, 05/21/2013 - 23:36
Organizada pelos sindicatos e colectivos sociais que convocaram a Greve Geral de 30 de Maio no País Basco Sul, a iniciativa «Rodeia o capital, promove a mudança social» teve início no dia 14 deste mês com o «rodeia a Segurança Social» (em defesa de um sistema público de pensões próprio que garanta uma pensão digna a todos os homens e mulheres), prosseguiu hoje com o «rodeia o patronato» (contra a reforma laboral) e termina no dia 28 com o «rodeia as cozinhas hospitalares» (contra as privatizações no sector da Saúde, em defesa de serviços públicos de qualidade).
Armado com a reforma laboral do PP, o patronato despede a torto e a direito. Em Nafarroa, já há 58 000 desempregados. E os que trabalham são alvo das ameaças e dos cortes dos empresários, que procuram baixar de forma brutal os salários e eliminar a negociação colectiva para assim imporem a sua vontade. Precisamos de um quadro próprio de relações laborais, por forma a garantir condições laborais dignas e a distribuição do trabalho. / Fonte: ateakireki.com

Sabino Cuadra [Amaiur]: «Cada vez é mais clara a submissão do PNV ao ditames de Madrid e do Partido Popular»
A coligação soberanista basca Amaiur apresenta hoje no Congresso dos deputados, em Madrid, uma moção em que, diz Sabino Cuadra, «queremos que se fale da contestação social e sobre a criminalização social», e que também faz «a defesa da desobediência civil». Esta moção é apresentada numa altura em que é crescente a contestação social e em que o PP responde com uma tentativa de maior criminalização do protesto. O deputado da coligação soberanista também se referiu à Greve Geral convocada para 30 de Maio, tendo sublinhado que em Nafarroa «terá características especiais». Sobre a reunião de hoje entre o Governo de Iñigo Urkullu e os líderes da oposição na Lehendakaritza, Cuadra disse que é «cada vez mais clara a submissão do PNV aos ditames de Madrid e do Partido Popular». (Info7 Irratia)

O Herrira defende que é tempo de passar «do consenso da maioria a uma acção social maioritária»

ASEH-Lisboa - AT, 05/21/2013 - 23:35
Numa conferência de imprensa que ontem deu em Gasteiz, o movimento Herrira fez um balanço positivo da dinâmica «M18Plazara», que no sábado passado tomou corpo em mais de 230 praças para reivindicar a defesa dos direitos dos presos políticos bascos.
Para os porta-vozes do colectivo, a acção de protesto descentralizada voltou a evidenciar «o amplo consenso que existe no seio da sociedade basca em defesa do fim da aplicação das medidas de excepção».
Depois de incentivar a população a prosseguir nessa senda, o Herrira referiu que, agora, é tempo de «transformar esse consenso maioritário numa acção social maioritária», tendo como meta: «articular estas vontades em todos os âmbitos sociais», por forma a lançar «um processo de mobilizações a larga escala com o lema "Direitos humanos, resolução, paz. Euskal presoak Euskal Herrira"».
Contudo, o Herrira manifestou-se «bastante preocupado» com a atitude imobilista dos governos espanhol e francês, que, em seu entender, não querem acabar com a política de dispersão ou libertar os presos doentes. Por isso, anunciou a necessidade de «um período de reflexão», algo que fará em conjunto com os cidadãos, partidos políticos, sindicatos e agentes sociais.
Por outro lado, o Herrira fez saber que hoje se iria reunir com representantes da Secretaria da Paz e Convivência do Governo de Lakua. / Ver: Berria e naiz.info / Fotos: Imagens das mobilizações (Berria)
Concentração frente à sede do PP em Iruñea Como todas as segundas-feiras, ontem houve concentração frente à sede do PP em Iruñea em defesa do direito dos presos políticos bascos a viver livres em Euskal Herria. Estiveram presentes 64 pessoas; na semana passada a concentração reuniu 66 pessoas. Nas faixas que seguravam lia-se: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira» e «La dispersión mata». / Fonte: lahaine.org e ateakireki.com

Iñaki Gil de San Vicente: «¿Para qué sirve y cómo leer El Capital?»

ASEH-Lisboa - AT, 05/21/2013 - 23:34
Texto escrito para o 2.º Encontro da Escola de Quadros que terá lugar na Fundación Centro de Estudios Latinoamericanos Rómulo Gallegos (CELARG), Caracas, Venezuela, de 30 de Maio a 1 de Junho de 2013.
Estamos reunidos aquí para reflexionar sobre una interrogante ¿Para qué sirve El Capital? La respuesta es simple e inmediata: para avanzar al comunismo mediante la revolución socialista. El Capital fue escrito para ser la obra cumbre de toda la impresionante praxis revolucionaria de Marx, pero también de Engels. Será esta respuesta inmediata la que oriente este texto. Sin la perspectiva práctica revolucionaria, sin la perspectiva política en suma, nada del marxismo es comprensible, y por tanto El Capital es ininteligible. Ahora bien, como iremos viendo, la política marxista no se reduce a la politiquería parlamentarista por muy de izquierdas y de masas que diga ser, y menos todavía burguesa y reformista, sino que en sí misma, la política revolucionaria es la síntesis del resto de prácticas económicas.
El Capital nos remite una y otra vez a las tres grandes contradicciones antagónicas que explican la pugna permanente entre el marxismo y la ideología burguesa, a saber: Una, la existencia o no existencia de la explotación asalariada, la corrección de la teoría de la plusvalía y del conjunto de la crítica marxista de la economía política. Otra, la corrección de la teoría marxista del Estado, del poder, de la violencia, de la democracia y de la política como quinta esencia de la economía. Y, la valía de la dialéctica materialista como el mejor método de pensamiento crítico y creativo, como la vertebración interna de la ciencia-crítica. [...] / LER TEXTO (138 pp., pdf) / Fonte: boltxe.info

Maurizia Aldeiturriaga, grande tocadora e cantora biscainha. «Aupa Maurizia!»

ASEH-Lisboa - AT, 05/21/2013 - 23:33
Quem ouviu Maurizia Aldeiturriaga (Zeberio, Bizkaia, 1904-1988) jamais a esquecerá. De pandeireta nas mãos, o dia todo, tocando e tocando sem parar. E a cantar, no seu estilo especial, único. Viveu a pandeireta e o canto, e renovou-os.
O seu marido, Benanzio Bernaola, Karakol, era tocador e foi, nos primeiros anos, seu acompanhante. Quando este faleceu, muitos não acreditaram que Maurizia voltasse a pisar os palcos e os terreiros das romarias, pois, para a sociedade da época, uma viúva devia fazer um luto de dois anos. No entanto, Maurizia voltou a aparecer nas praças do povo. Era o seu espaço. Tocou pandeireta, criou quadras, improvisou e, quando foi preciso, também dançou.

A voz de Maurizia destacou-se desde cedo em Zeberio e arredores (Arratia), por cantar em casa. Apareceu pela primeira numa praça com 12 anos. A partir dos anos 60 tornou-se famosa. E deixou surpreendidos os jovens que cultivavam as novas tendências musicais da época.

Entre os livros que há sobre ela, conta-se Aupa Maurizia!, da autoria dos irmãos Xabi Paya e Fredi Paia, e publicado pela Bizkaiko Trikitixa Elkartea [Associação de Trikitixa da Bizkaia]. Não se trata apenas de uma biografia, mas reúne também o seu legado musical. / Ver: Berria

Sobre Maurizia e o que representa para a música e a cultura popular bascas: várias entradas em euskomedia.org

James Petras apoia a greve geral em Euskal Herria

ASEH-Lisboa - AL, 05/20/2013 - 23:36
«A greve geral no País Basco é positiva porque vai mostrar repúdio pelas políticas de Bruxelas e por aqueles que as administram», afirmou o intelectual norte-americano, que está em Euskal Herria a convite do sindicato abertzale LAB.
Fonte: ateakireki.com

Para o EH Bildu, a Greve Geral deve ser «o início de uma dinâmica de mobilização e soberania»
O EH Bildu realizou uma corrente humana frente à Subdelegação do Governo espanhol em Bilbo, no âmbito das mobilizações relacionadas com a greve geral de 30 de Maio.
Em nome da coligação, o deputado Oskar Matute fez um apelo à adesão à greve e disse que a jornada de luta de 30 de Maio deverá ser mais que uma jornada de reivindicação dos direitos laborais, da justiça social e da democracia, constituindo «o início de uma dinâmica de mobilização e soberania popular contra os ataques directos que os cidadãos bascos sofrem».
Salientou a importância da «soberania» para «responder às necessidades» do povo basco e para «mudar um sistema moribundo», incapaz de assegurar a dignidade dos cidadãos do país, que por diversas vezes expressaram o seu repúdio pelas políticas «ditadas pela troika e impostas por Madrid», bem como a sua oposição à reforma laboral e aos cortes anti-sociais.

Criticou ainda o discurso do patronato - que é o mesmo do Governo - de acordo com o qual não estamos em tempo de mobilizações. O EH Bildu diz que «não é tempo é de aplicar cortes, de precariedade, de privatizações e de retrocesso nos direitos sociais». / Ver: naiz.info e BilboBranka / Vídeo: Declarações de Oskar Matute (BilboBranka)

O MP pede até 3 anos de prisão para os 23 jovens que defenderam o Kukutza durante o despejo

ASEH-Lisboa - AL, 05/20/2013 - 23:35
O procurador que tem a seu cargo o caso das 23 pessoas detidas pela Ertzaintza durante o despejo do Gaztetxe Kukutza III pediu penas que oscilam entre os 22 080 euros de multa e os 3 anos de prisão, segundo revelou o Kukutzarekin Elkartasun Taldea.
Os jovens que resistiram várias horas dentro do Gaztetxe no dia 21 de Setembro de 2011 são acusados de crimes que vão da usurpação até atentado à autoridade. O julgamento ainda não tem data marcada.
A Kukutzarekin Elkartasun Taldea convocou uma manifestação para dia 6 de Junho em protesto contra mais este julgamento, o quarto do «caso Kukutza», para apoiar todas as pessoas acusadas, feridas, identificadas e detidas e «expressar o nosso repúdio pelas políticas municipais do PNV», que responsabilizam directamente pelo desmantelamento de um projecto social e cultural cujo resultado é, hoje em dia, um terreno vazio. A mobilização parte da Câmara Municipal às 19h30, passa ao pé do tribunal e termina na Sabin Etxea (sede do PNV).
Relatórios policiais Por outro lado, o grupo de solidariedade com o Kukutza fez saber que os detidos no dia 23 de Setembro de 2011, dia da demolição do gaztetxe, podem apanhar até 30 meses de prisão. Afirmam ainda que, em todos os processos judiciais abertos até à data, as acusações se basearam exclusivamente na palavra da Ertzaintza, que «muitas vezes mostrou ser falsa».
Na semana passada, por exemplo, dois jovens detidos durante os protestos contra a demolição e acusados de desordem pública foram absolvidos, depois de o juiz decretar que os factos «não possuíam gravidade suficiente serem considerados crime». / Fonte: BilboBranka

Pintadas fascistas em Iruñea pelo segundo fim-de-semana consecutivo

ASEH-Lisboa - AL, 05/20/2013 - 23:34
Na madrugada de sábado para domingo, voltaram a aparecer pintadas fascistas em Iruñea, mais concretamente na sede do sindicato ELA e no Instituto Plaza de la Cruz. No fim-de-semana passado, já tinham aparecido, nas imediações desta instituição de ensino, suásticas, símbolos franquistas e bandeiras espanholas pintadas junto a inscrições como «Arriba España» e «Stop latinos».
Assim, o grupo municipal do Bildu perguntou à Comissão da Presidência se a Câmara Municipal se tinha informação sobre o que se passou, se tinha recebido alguma queixa e que medidas pensam tomar para que isto não volte a acontecer; exigiu também à UPN que dê início a uma investigação sobre o caso.
De acordo com a nota emitida pelo Bildu de Iruñea, a UPN respondeu que os factos serão investigados da forma habitual e que «é muito difícil saber quem as fez». Para o Bildu, é difícil entender como as pintadas fascistas continuam a aparecer no mesmo local, quando a zona está cheia de câmaras de segurança e é «constantemente» patrulhada pela Polícia. / Fonte: Berria e naiz.info / Fotos: Pintadas fascistas em Iruñea, outra vez (Berria)

Homenagem em Oiartzun aos condenados aos batalhões de trabalho no franquismo

ASEH-Lisboa - AL, 05/20/2013 - 23:33
A cerimónia foi organizada pela Deputação de Gipuzkoa, pela Câmara Municipal de Oiartzun e pela associação Kattin Txiki e pretendia homenagear as cerca de 12 500 pessoas que foram «escravizadas» pelos franquistas, entre 1939 e 1942, na construção de estradas em Lesaka, Irun, Lezo, Pasaia, Errenteria e Oiartzun, entre Gipuzkoa e Nafarroa.
Oiartzun rendeu homenagem a todas as pessoas que foram «escravizadas nos batalhões de trabalho entre os anos de 1939 e 1942», numa cerimónia em que esteve presente o deputado-geral de Gipuzkoa, Martín Garitano.
O azpeitiarra Guillermo Aizpuru, uma das 12 500 pessoas que foram obrigadas a trabalhar «como escravas» nessa zona, também esteve presente no acto e recordou a miséria que tiveram de enfrentar no acampamento Babilonia, em Oiartzun. / Fonte: naiz.info / Ver: Berria e Berria

«Manobras golpistas na Venezuela»

ASEH-Lisboa - AL, 05/20/2013 - 23:32
É transparente que o governo de Caracas enfrenta uma ofensiva da direita fascizante que as forças progressistas definem como tentativa de «golpe de estado permanente». / Daí a necessidade de um reforço da solidariedade com a Venezuela Bolivariana. [Os editores de ODiario.info]
«Carta a Urtza», de Antonio ÁLVAREZ-SOLíS (Gara) Urtza, ya estás en la cárcel. Pero no estás sola, aunque el dolor y el olor que pueblan tu celda te pesen como la cadena del verdugo; estás con mucha gente que te ha elevado al horizonte del símbolo. Estás con Euskal Herria. No, esto no es retórica. Cierra los ojos y oirás tu propio grito llamando a la libertad. De monte en monte se expandirá su eco.
«Sin perder el norte», de Argoitz ORMAZABAL (BorrokaGaraiaDa) Y sin perder ese norte me gustaría hablar de ti. Ya se que eres una mera herramienta de todo este tinglado, pero es que el miércoles por la mañana me sorprendiste especialmente. Te vi atacado, nervioso, revolucionado, capaz de cualquier cosa. Pocas veces he sentido cosas parecidas,son sensaciones,pero por un momento me traslade a aquellas interminables 120 horas en algún lugar de Madrid. Te vi capaz de todo.
«Irlanda: Los presos políticos "olvidados"» (boltxe.info) En estos momentos en torno a un centenar de presos políticos republicanos irlandeses cumplen condena en Inglaterra, Irlanda del sur, los seis condados ocupados de Irlanda y Lituania.

"Manifest der 500"

Germany-EHL - AL, 05/20/2013 - 07:38
"Manifest der 500" für die Region Baskenland 20.05.2013 Die politischen Führer aus dem Nordbaskenland (Ipar Euskal Herria) nehmen die Herausforderung der neuen Zeit an. Wenn es im Südbaskenland (Hego Euskal Herria) die Bereitschaft der politischen Führer des Nordens geben würde, würde ein anderer Wind wehen. Das ist die Schlussfolgerung aus dem “Manifest der 500” für eine eigene Gebietskörperschaft “Pays Basque”. Alle Sensibiltäten haben sich dort gefunden und sprechen mit einer Stimme zu Paris. ...

No sexto aniversário da morte de Eva Forest

ASEH-Lisboa - IG, 05/19/2013 - 23:36
Assinala-se hoje mais um aniversário da partida da «nossa» Eva Forest. Intelectual, comprometida, abertzale e comunista, a vida de Eva é um exemplo que ninguém pode esquecer e que nos devemos esforçar por dar a conhecer às novas gerações de militantes abertzales e revolucionários bascos. [E a outros mais.] Assim, a melhor evocação e homenagem que se pode fazer a Eva é recordar os seus textos.
«Una lección inolvidable» (artigo incluído na obra Cuba, una revolución en marcha, 1967) 
«Los sueños que no nos podrán robar»
«Contra la tortura» (2002)
«Euskadi ¿por qué?» (publicado em Joseba Intxausti (dir.), Euskal Herria. Errealitate eta Egitasmo. Realidad y Proyecto, 1985)
Sastre & Forest: aqui pode-se aceder a mais textos, à bibliografia, a uma biografia, a diversos álbuns fotográficos - entre outras coisas mais.
Hiru Argitaletxea (editorial)
Leitura: «Seis años sin Eva», de Beatriz MORALES (askapena.org)
Hoy se cumplen seis años desde que Eva Forest nos dejó con un 'hasta siempre'. A continuación, ofrecemos un artículo de Bea Morales, militante de Askapena y traductora de varios libros para la editorial Hiru, que nos recuerda su trayectoria incansable de a la vez que brinda un pequeño homenaje a Eva Forest.

Elizondo foi a capital basca da solidariedade com o povo palestiniano

ASEH-Lisboa - IG, 05/19/2013 - 23:35
Num ambiente de festa e reivindicação, Elizondo foi ontem a capital basca da solidariedade com o Povo Palestiniano, numa jornada que também ficou marcada pelo mau tempo.
Centenas de pessoas juntaram-se ontem nesta localidade do Baztan (Nafarroa), respondendo assim à convocatória da Euskal Herria-Palestina Sarea.

As actividades lúdicas para os mais pequenos destacaram-se na parte da manhã - bastante chuvosa -, junto às arcadas da Câmara Municipal da localidade baztandarra. Por volta das 11h00, participaram na criação de um mural reivindicativo, enquanto um grupo de gente solidária representava a repressão e o acosso a que os palestinianos se vêem diariamente submetidos num «checkpoint sionista», no qual se identificavam e interrogavam os presentes na Praça do Povo.
Ao mesmo tempo, na Kultur Etxea Arizkunea James Petras e Adel Abou Salem davam início à conferência «Imperialismo, Sionismo e Apartheid na Palestina», à qual assistiram cerca de 130 pessoas.
O conhecido escritor, que visita Euskal Herria a convite do sindicato LAB, denunciou a presença do sionismo nos meios de comunicação capitalistas e a pressão que exerce em diversas áreas por forma a silenciar as vozes que denunciam o apartheid que o povo palestiniano sofre. Já o refugiado Adel Abou Salem denunciou a situação dos milhares de refugiados palestinianos e salientou a necessidade do boicote em todas as suas expressões como forma de pressão contra o sionismo.
O momento mais marcante da primeira parte do dia foi a concentração e o acto político conjunto organizado pela Rede Euskal Herria Palestina e pelo Herrira em defesa dos presos políticos palestinianos e bascos, no qual se procedeu à leitura do comunicado do acto central da jornada solidária em Elizondo, amenizado pelo som da txalaparta e pela leitura de poesia musicada.
É importante vincar a importância de que o Baztan seja declarado «território livre de sionismo», algo que foi concretizado nas declarações dos vereadores e das autoridades municipais da região.
A jornada solidária prosseguiu com um espectáculo de danças palestinianas e com o almoço popular, em claro ambiente de festa, antes dos concerto do cantautor Fermín Valencia e das bandas Kasu, La Jodedera, Palestinian Unit e do grupo local Tirry & Terry. / Ver: askapena.org / Fotos: EH-Palestina Eguna 2013

Homenagem em Areces aos 300 gudaris e milicianos caídos na guerra de 1936

ASEH-Lisboa - IG, 05/19/2013 - 23:34
Militantes da CNT, PCE-EPK e da Eusko Lurra Fundazioa, juntamente com alguns militantes do PC e da CNT das Astúrias, renderam ontem uma homenagem em Areces (Astúrias) aos 300 milicianos e gudaris caídos em 1937 na luta pela libertação de Oviedo da ocupação franquista.
Sob chuva incessante, militantes anarquistas, ekintzales e comunistas celebraram um acto em que evocaram os acontecimentos de há 76 anos, destacando a necessidade de «verdade, justiça e reparação» e reclamando à Deputação de Gipuzkoa e ao Município de Donostia um acordo para se proceder à exumação dos corpos no espaço conhecido como «El Pradón de los Vascos» [Euskaldunen Zelaia].
Entre os momentos mais emotivos da jornada, destacam-se a leitura, pelo filho do capitão do batalhão Eusko Indarra da ANV, Sansinenea, do manuscrito que este deixou sobre a batalha de Areces, e a oferenda floral que as três organizações referidas fizeram na ponte de Valduno. / Fonte: naiz.info / Ver também: Berria e euskolurra.eu [com vídeo]
Acto comemorativo do 75.º aniversário da fuga de Ezkaba Centenas de pessoas assistiram hoje de manhã ao acto comemorativo que decorreu frente ao forte de San Cristóbal, no monte Ezkaba (Iruñea). No próximo dia 22, assinala-se o 75.º aniversário da fuga de 795 presos do cárcere franquista. De todos eles, 207 foram mortos quando tentavam deixar para trás o monte Ezkaba; 585 foram levados de volta para a prisão e apenas três conseguiram atravessar a fronteira. Depois do acto comemorativo, houve um almoço popular em Antsoain. / Fonte: naiz.info
Ver também: «75 aniversario de la fuga del fuerte de San Cristóbal-Ezkaba», de Memoria de las Merindades (boltxe.info)

«Euskal Herria: una mirada al interior»: primeira mostra de cinema documental basco em Caracas

ASEH-Lisboa - IG, 05/19/2013 - 23:33
Para além da mostra de cinema, há ainda fóruns de debate e uma feira do livro, até dia 5 de Junho.
Amanhã, 20 de Maio, na Sala do Museu de Belas Artes

16h45: Barrura begiratzeko leihoak / Ventanas al interior (2012)
A vida de cinco presos políticos bascos vista pela câmara cinco realizadores.

18h30: Lucio (2007)
Lucio Urtubia, anarquista basco que esteve quase a derrubar um dos bancos mais poderosos do mundo. [De Aitor Arregi e José María Goenaga] / Ver programa completo em pakitoarriaran.org

EN BUENOS AIRES, SE REALIZÓ UNA CONCENTRACIÓN POR LOS PRESOS Y PRESAS VASCAS EN EL BARRIO DE SAN TELMO (PLAZA DORREGO)

Lagunak Argentina - IG, 05/19/2013 - 04:51
Bajo la lluvia, debajo de las ramas tupidas de un árbol legendario, decenas de argentinos y argentinas se sumaron a la convocatoria hecha por Herrira, desde Euskal Herria. Con las tradicionales banderas que exigen el retorno de los presos y presas vascas al País Vasco, y las ikurriñas ondeando al viento, los manfestantes escucharon un minucioso informe sobre la actual situación de los 600 prisioner@s polític@s vasc@s. Desde los que están en la cárcel, durante años, sin ser juzgados hasta los presos y presas que padecen enfermedades terminales y ni siquiera puede ser atendidos en centros de salud adecuados a sus dolencias, pasando por una larga lista de detenid@s a los que en base a una patraña legal se les ha prorrogado su salida en libertad, por varios años. Entonando las estrofas del Eusko Gudariak (Himno del soldado vasco) y entre consignas que exigían "Euskal Presoka, Etxera" (presos vascos a casa!), los participantes de la concentración en Plaza Dorrego (un sitió emblemático del barrio de San Telmo, donde además del público local, suele atraer a muchos turistas), explicaron que manifestaciones similares se estaban haciendo en muchas plazas de Euskal Herria y del mundo. El acto terminó con la entonación masiva del tema de Mikel Laboa "Txoria txori", y gritos de "Gora Euskal Herria askatuta, Gora Euskal Herria sozialista!" (Viva Euskal Herria libre y socialista).
Kategoriak: EH Lagunak (cast)

James Petras en Euskal Herria: «Un sistema que genera desequilibrios tan profundos no funciona»

Pakito Arriaran (Venezuela) - IG, 05/19/2013 - 00:45

De la mano de LAB y la fundación Ipar Hegoa, James Petras (Boston, Estados Unidos, 1937) ha llegado a Euskal Herria.

Praças cheias em defesa dos direitos dos presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - L, 05/18/2013 - 23:33
O Herrira convocou para hoje 232 mobilizações para as praças de Euskal Herria, com o lema «Direitos humanos. Resolução. Paz. Os presos bascos para o País Basco». Para além de Euskal Herria, também houve algumas mobilizações no estrangeiro. De acordo com os dados avançados pelo Herrira, participaram nas mobilizações cerca de 12 000 pessoas.
De manhã, o tempo esteve bastante mau e nalgumas terras as iniciativas agendadas no âmbito desta mobilização tiveram de ser canceladas, como em Biarritz, Azkaine (Lapurdi) ou Barakaldo (Bizkaia). Ainda assim, a chuva não impediu que centenas de praças de toda Euskal Herria se enchessem em defesa dos direitos dos presos políticos bascos.
Houve concentrações, almoços e fotos de apoio aos presos políticos. Em Oiartzun (Gipuzkoa) representou-se um pátio de uma prisão, com cerca 200 metros. Em Biarritz quase cem pessoas juntaram-se no gaztetxe. Na Parte Velha de Donostia, jogou-se ao cabo de guerra (ou jogo de corda) e no bairro de Egia 300 pessoas participaram numa concentração; em Donibane Lohitzune (Lapurdi) foram 40. Em Arrasate (Gipuzkoa) realizou-se uma corrida popular. Nos bairros de Iruñea, juntaram-se cerca de mil pessoas, e 500 na Praça do Município.

Na concentração levada a cabo em Durango (Bizkaia), o porta-voz do Herrira Ibon Meñika disse que o objectivo desta iniciativa é levar para as praças de Euskal Herria o apoio recebido nas grandes manifestações de Bilbo e de Baiona. Meñika sublinhou que as principais reivindicações do Herrira são acabar com a dispersão dos presos políticos bascos, acabar com a aplicação da doutrina 197/2006 e libertar os presos com doenças graves.
A iniciativa contou com o apoio de oito partidos políticos: Sortu, EA, Aralar, Alternatiba, EB, EHK, Eusko Ekintza e Gorripidea. Tendo em conta a atitude «fechada» dos governos espanhol e francês, reivindicaram «o protagonismo do povo» no respeito pelos direitos dos presos.
Os sindicatos ELA, LAB, EHNE, Hiru, STEE-EILAS, ESK, Solidari e CNT também apoiaram a convocatória, tendo afirmado que vão continuar a lutar pela defesa dos direitos dos presos políticos e pelo fim da aplicação das «medidas de excepção». Diversos membros da Igreja católica também aderiram à iniciativa. / Ver: Berria e naiz.info / Fotos: M18Plazara (Berria / naiz.info)
Três pessoas que iam ver o preso donostiarra Ander Mujika ficaram sem visita Três amigos do preso donostiarra Ander Mujika foram impedidos de o visitar hoje de manhã na prisão de Bourg-en-Bresse (França). Segundo explicaram, o detector de metais apitou quando um deles ia a passar. Isto fica-se a dever às próteses que tem e já ocorreu em visitas anteriores. Apresentaram relatórios médicos - também em francês - e radiografias. No entanto, os funcionários prisionais disseram-lhes que estes documentos não tinha qualquer validade, pois tinham de ser passados por um médico francês; quando os bascos protestaram, proibiram-lhes a visita, e ainda os arrastaram dali para fora. A prisão de Bourg-en-Bresseko fica a 950 km de Euskal Herria. / Fonte: naiz.info

A Ertzaintza carregou com violência em Gasteiz antes de prender Xabier Agirre, que hoje foi libertado

ASEH-Lisboa - L, 05/18/2013 - 23:32
Estão ainda frescas na memória de todos as imagens da brutalidade policial da Ertzaintza - a polícia autonómica espanhola - esta semana em Ondarroa, quando foi prender Urtza Alkorta, e que deixaram orgulhosos o lehendakari Urkullu e a conselheira do Interior. Pois sem sequer ter passado uma semana, voltaram a prender outro basco - Xabi Agirre, em Gasteiz - para o entregarem aos espanhóis, e, no decorrer da operação, espancaram diversas pessoas que estavam junto a Xabi para o apoiar.
Xabi, a quem falta cumprir quatro meses da pena a que foi condenado (acusado de participar numa acção de sabotagem contra uma sucursal bancária, em 2006), decidiu acorrentar-se à Subdelegação do Governo espanhol de Gasteiz antes de ser detido, sendo por isso acusado de um crime de desordem pública.
A Ertzaintza apareceu no local e malhou sem contemplações no pessoal que estava a apoiar Xabi. A Polícia Municipal de Gasteiz também achou por bem juntar-se às actividades repressivas, e também carregou sobre os presentes na concentração - um dos quais foi detido, acusado «atentado contra agente da autoridade».
«Em suma, nada de novo debaixo do sol de Euskal Herria: uns batem e prendem, outros mostram-se orgulhosos disso e outros estão orgulhosos de um povo e de uma juventude lutadores e comprometidos que não renunciam aos seus direitos nacionais, sociais e à sua dignidade». / Fonte: boltxe.info, naiz.info e gazteiraultza.info

Detenção de Xabi Agirre e cargas
Detenção de Xabi Agirre e cargas

Libertado
A associação Etxerat fez saber que Xabier Agirre, ontem detido em Gasteiz para cumprir quatro meses de pena de prisão, foi libertado hoje de manhã. Agirre recebeu ordens para se apresentar na prisão até segunda-feira, mas não o fez. Acabou por ser preso ontem, depois de se acorrentar à Subdelegação do Governo espanhol em Gasteiz, acompanhado por vários amigos e apoiantes. Na sequência da intervenção violenta da Ertzaintza, foi detida uma outra pessoa, que foi libertada ainda ontem. Agirre, por seu lado, foi libertado hoje. (Ver: Berria)

Ver também: «Barañain: o Sortu denuncia a amenaza policial durante a recepção a Xabier Sagardoy» (ateakireki.com) Numerosos militares espanhóis ocuparam a localidade para tentar evitar manifestações de carinho para com ex-preso político basco.

Un grano de maíz: «¿Administrar al capitalismo?»

ASEH-Lisboa - L, 05/18/2013 - 23:31
Uno de estos equívocos, quizá el más importante, es pensar en construir Socialismo con las armas melladas del capitalismo, o el absurdo de poner en manos de los capitalistas la edificación del socialismo. Por allí terminaremos siendo eficaces administradores… del capitalismo. / Si consideramos las formas capitalistas de manera cándida y las consideramos simplemente una manera de producir y más nada, será difícil detectar y comprender la amenaza de muerte que para el socialismo ellas significan. Veamos. (pakitoarriaran.org)
«Sabino Arana el delincuente común», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Gracias a su abstención [PNV] en el parlamento español sito en Gasteiz, la minoría nacionalista española del entramado institucional vascongadillo ha proclamado que en Euskal Herria no existen presos políticos ya que el estado español es democrático, un estado de derecho donde obviamente el pueblo vasco tiene garantizados todos sus derechos, incluidos los nacionales, claro está. Y que no existen problemas para defender las ideas políticas.
«El lazo azul ya es historia», de Iñaki EGAÑA (Gara)
Hoy, los del lazo azul han dicho adiós. Y han comenzado a construir el relato de un supuesto logro: el de la paz. Una paz con las matizaciones que conocemos y otras que llegarán. Una paz, pax, que hace años tildaron de «romana», más adelante de «americana» y nuestro cercano Frantz Fanon definió, acertadamente, como una «creación de la situación colonial». Porque la verdadera paz, decía Alfonso Sastre, es «una idea aún subversiva».
«Comunicado de Askapena ante la criminalización del movimiento libertario y la detención política de Jesús Valera», de Askapena (askapena.org) Askapena quiere denunciar mediante este comunicado la represión y criminalización que están sufriendo los compañeros del Ateneu Libertario de Sabadell [...] como así también la detención política del compañero internacionalista y dirigente del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) Jesús Valera

Le 18 mai, prenons la place! Plazara!

Paris-CSPB - L, 05/18/2013 - 20:10
Le mouvement Herrira a présenté samedi dernier au kiosque de Bayonne les mobilisations « plazara » (« prenons la place ») aujourd’hui  18 mai  dans toutes les villes et villages du Pays basque. Plus de 250 lieux avaient organisé cette action l’année dernière. En Pays basque nord, 8 rendez-vous sont d’hors-et-déjà fixés cette année: Saint-Jean-de-Luz, Ordiarpe, Ascain, Cambo-les-Bains, Biarritz, Saint-Palais, [...]

Pages

S'abonner à Askapena agrégateur
randomness