On peut couper toutes les fleurs, jamais on ne pourra arrêter le printemps...

Pablo Neruda

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Processo 3/2009: a tortura como prova de acusação

ASEH-Lisboa - AL, 06/18/2018 - 22:34
Iñigo Gulina e Jose Javier Osés, jovens de Burlata (Nafarroa), serão julgados na Audiência Nacional espanhola, acusados de praticar acções de kale borroka em Nafarroa há mais de 11 anos. Incorrem em penas de 18 e 23 anos de prisão. A principal prova de acusação contra eles são os depoimentos incriminatórios que realizaram enquanto permaneceram incomunicáveis. Todos os jovens detidos naquela operação - seis habitantes de Burlata, afirmaram ter sido torturados.


«Sumario 3/2009: La tortura como prueba de cargo»Estes jovens foram presos em 2007 numa operação policial conjunta da Guarda Civil e da Polícia espanhola, na qual foram presas mais quatro pessoas. Todos afirmaram ter sido torturados para lhes arrancarem depoimentos incriminatórios contra si mesmos e contra terceiros. Passaram um ano na cadeia e foram libertados, ficando a aguardar julgamento.

Em 2013, realizou-se o julgamento, mas três dos arguidos (Iñigo Gulina, Jose Javier Osés e David Urdin) não compareceram. Osés foi preso algum tempo mais tarde em França e, acusado de pertencer à ETA, foi condenado a oito anos de cadeia. Depois de cumprida a pena, foi expulso para o Estado espanhol, encontrando-se na cadeia de Soria. Gulina está actualmente na prisão de Jaén. Foi preso o ano passado em Berlim, onde residia e trabalhava.

Ambos serão julgados em Julho na AN espanhola, e em Burlata está a ser preparada uma campanha de denúncia cujo ponto alto será a manifestação marcada para dia 1 de Julho. / Ver: ahotsa.info

Mikel Laboa - «Denak ala inor ez»

ASEH-Lisboa - AL, 06/18/2018 - 22:33
Poema de Bertolt Brecht musicado e cantado por Mikel Laboa. Letra e tradução para castelhano em ehu.eus.

«Denak ala inor ez, dena ala ezer ez. / Bakarka ezin da / fusilak ala kateak / denak ala inor ez, dena ala ezer ez.»

Israel prolonga detenção de Khalida Jarrar pela terceira vez consecutiva

ASEH-Lisboa - AL, 06/18/2018 - 22:32
A renovação da detenção administrativa de Jarrar, uma das figuras políticas palestinianas que mais se têm destacado na crítica à ocupação israelita e na condenação das atrocidades cometidas contra os palestinianos, ocorre duas semanas antes da data em que deveria ser libertada, informa a agência Ma'an.

Em comunicado, a FPLP declarou que a renovação da detenção de Khalida Jarrar «é uma tentativa de reprimir os líderes revolucionários que podem alterar o curso dos acontecimentos na Palestina ocupada, especialmente no que respeita aos ataques da ocupação na Margem Ocidental, ao cerco e imposição de sanções à Faixa de Gaza, e às tentativas de impor o chamado "acordo do século"».

Sublinhou, no entanto, que a «detenção continuada de Khalida Jarrar não irá vergar a sua vontade», fazendo «apenas aumentar a sua determinação e o seu compromisso com a libertação nacional da Palestina». (Abril)

Novo ataque da «coligação internacional» contra militares sírios e aliados

ASEH-Lisboa - AL, 06/18/2018 - 22:31
Tendo por base fontes militares, a agência SANA revela que o ataque da aliança militar encabeçada pelos EUA teve como alvo uma posição do Exército Árabe Sírio na localidade de Al-Hiri, a sudeste de Al-Bukamal (província de Deir ez-Zor), provocando um número incerto de mortos e de feridos.

Por seu lado, um tenente do Exército sírio disse à Prensa Latina que «drones norte-americanos bombardearam posições conjuntas do Exército sírio e dos seus aliados iraquianos ao longo da fronteira entre a Síria e o Iraque, entre Al-Bukamal e Al-Tanf».

De acordo com o oficial, na acção militar que teve lugar a sul de Al-Bukamal, cerca de 150 quilómetros a sudeste de Deir ez-Zor, morreram iraquianos membros da Brigada dos Justos e da Brigada do Imã Ali.

O militar disse à Prensa Latina que estas forças tinham como missão «proteger a fronteira entre a Síria e o Iraque», bem como «combater os focos resistentes» do Daesh – grupo terrorista também conhecido como Estado Islâmico – na região.

Não pôs de lado a hipótese de que «um dos objectivos do ataque seja facilitar a transferência dos terroristas do Daesh da base norte-americana de Al-Tanf para determinadas áreas no deserto, de modo a abrir novas frentes de combate contra o Exército sírio». (Abril)

¿Regresa el uribismo a Colombia tras elección de Duque como presidente?

Pakito Arriaran (Venezuela) - AL, 06/18/2018 - 18:04

El candidato del uribismo Iván Duque fue elegido este domingo como el nuevo presidente de Colombia, tras obtener el apoyo de más de diez millones de colombianos, que representan el 53,98 por ciento de los votos. El recién electo presidente de la nación por los próximos cuatro años mantiene una relación cercana con el exmandatario Álvaro Uribe Vélez.

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Mais de 1600 em Baiona por Haranburu, Esnal e os irmãos Parot

ASEH-Lisboa - IG, 06/17/2018 - 22:34
Sob o lema «Egun bat gehiagorik ez» [Nem mais um dia], mais de 1600 pessoas manifestaram-se este sábado em Baiona (Lapurdi), para exigir a libertação imediata de Xistor Haranburu, Jakes Esnal, Ion Kepa e Unai Parot, que estão há 28 anos na prisão.

À frente da mobilização seguiam pancartas que figuravam os rostos dos presos políticos bascos e carros com cartazes que indicavam os quilómetros que a família de cada preso teve de percorrer nestes 28 anos para os visitar, acrescentando-se o número de voltas ao mundo que cada família já deu.

Alde hemendik! Vão-se embora!

ASEH-Lisboa - IG, 06/17/2018 - 22:33
2017ko otsailaren 17an Algortako Portu Zaharrean egindako murala.
Mural realizado a 17 de Fevereiro de 2017 no Porto Velho de Algorta (Getxo, Bizkaia).

Algortatik hanka!Indar okupatzaileak Euskal Herritik kanpora! Forças de ocupação fora de Euskal Herria!

Entrevista a um soldado sírio «caçador» dos ISIS Hunters

ASEH-Lisboa - IG, 06/17/2018 - 22:32
[Entrevista de Laura G. a um soldado do Exército sírio membro dos ISIS Hunters, unidade de elite criada pelas forças especiais russas para combater o Daesh, também conhecido como Estado Islâmico] Sin embargo, para Jamel, la guerra no es épica si no triste. En la guerra no hay superhéroes; solo se escuchan gritos y disparos, y en medio de todo eso, están los soldados.

«No te imaginas lo traumática y dura que es esta guerra, sobre todo al principio, porque tienes que matar por primera vez, ves como matan a tus seres queridos. Yo ahora me veo en el frente teniendo que vengar a mi mejor amigo. Cualquier error puede costarme la vida. No vale tener miedo hay que luchar», explica Jamel, que de la noche a la mañana tuvo que coger las armas. A pesar de la situación, no pierde la moral. «Vamos a reconstruir Siria incluso si todos los países se ponen en contra nuestra, somos jóvenes y puede que no regresemos pero no nos importa perder la vida con tal de vengar a nuestros seres queridos». / Ler: descifrandolaguerra.es

«Nicaragua: un caso de Guerra No Convencional dirigida por el imperialismo»

ASEH-Lisboa - IG, 06/17/2018 - 22:31
En este panorama político el golpe blando se ejecuta a través de una unión concatenada de poderes políticos fácticos y capitales transnacionales, laboratorios de guerra, organizaciones como la USAID y la NED, que funcionan como el brazo financiero de la CIA. Y su contraparte interna, como son los partidos de derecha, las oligarquías locales y ONG financiadas desde afuera por la USAID y la NED, grupos dirigidos tácticamente por los laboratorios de guerra y la CIA, en complicidad con los partidos de derecha, en algunos casos la jerarquía católica y las oligarquías nacionales.

El golpe suave en sí, es un catálogo de acciones políticas para generar una nueva organización del poder dentro de una lógica y un tipo de democracia a la justa medida del imperio, una democracia de las élites donde el pueblo y su autodeterminación tienen un peso nulo. Una serie de tácticas sin ética-política, de carácter manipulatorio con instrumentos económicos de desestabilización, culturales de carácter mediático, para-políticos (al margen de la política formal), paramilitares (fuera de los cauces legales del monopolio de la fuerza y la constitución). / Ver: movimiento político de resistencia

Clamor solidario en Iruñea por los jóvenes de Altsasu (+FOTOS/VIDEOS)

Pakito Arriaran (Venezuela) - IG, 06/17/2018 - 03:48

La solidaridad con los jóvenes de Altsasu condenados a penas de entre dos y 13 años de prisión por la Audiencia Nacional española ha desbordado las calles de Iruñea, en la manifestación más multitudinaria que se recuerda en la capital navarra. «Altsasukoak askatu» y «esto no es justicia» han sido los lemas más coreados durante la jornada.

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Muitos milhares em Iruñea exigem justiça para os jovens de Altsasu

ASEH-Lisboa - L, 06/16/2018 - 22:34
Foi a maior manifestação de que há memória na capital navarra, assinalam diversas fontes. Para exigir «justiça» e «liberdade» para os jovens de Altsasu condenados pela AN espanhola a penas entre os dois e os 13 anos de cadeia, muitos milhares de pessoas encheram as ruas de Iruñea [Pamplona]. Os Altsasu Gurasoak [Pais de Altsasu] afirmam que estiveram presentes 80 mil pessoas.

A manifestação começou pelas 17h00, junto ao estádio do Sadar, onde ao longo da manhã foram chegando autocarros de todo o País Basco e de vários pontos do Estado espanhol, nomeadamente da região de Madrid e da Catalunha. Juntou-se ali tanta gente que muitos se viram impossibilitados de fazer o percurso total da manifestação, a que se foram juntando onde conseguiram.

Uma faixa com a inscrição «Ez da Justizia» [Não é justiça] seguia à frente da mobilização, onde se ouviram palavras de ordem como «Altsasukoak askatu» [Liberdade para os de Altsasu] e «Utzi bakean, alde hemendik!» [Deixem-nos em paz, vão-se embora!], em alusão às forças de ocupação espanholas.

No acto final, na Av. Carlos III, houve palavras de agradecimento para tanto apoio e solidariedade, e foi lembrado o sofrimento do último ano e meio, provocado pelas detenções, a dispersão e a presença da Guarda Civil em Altsasu como força de ocupação.

Dois representantes dos Altsasu Gurasoak afirmaram que o caso evidencia «um abuso de poder» e criticaram a «falta de separação de poderes» no Estado espanhol. Em seu entender, a Audiência Nacional espanhola não agiu de forma «imparcial» e aplicou penas «desproporcionadas».

Um saco de acusações
Recorde-se que o tribunal de excepção espanhol condenou oito jovens de Altsasu a penas que vão dos dois aos 13 anos de prisão, depois de os julgar por uma zaragata num bar com dois guardas civis. O tribunal especial não considerou que se tratou de um «crime terrorista», mas lançou uma mensagem clara em defesa das forças policiais e militares de ocupação em Altasu, Sakana e Euskal Herria, juntando num saco um monte de acusações contra os jovens (desde «ameaças» a «atentado», passando por «desordem pública» e «ofensas corporais»), ao qual juntou as agravantes de «abuso de superioridade e de ódio» e de «motivos ideológicos e de hostilidade à Guarda Civil».

Recentemente, o Ministério Público recorreu das sentenças, alegando que se tratou de uma «agressão planeada e organizada», que entra na categoria de «terrorismo». / Fonte: agências
Alde hemendik! Ospa! Kanpora! Fan hemendik!

«Serbofobia»

ASEH-Lisboa - L, 06/16/2018 - 22:33
[De Asier Blas Mendoza] Katalunian serbofobia modan dago unionisten eta independentisten artean. [...] Independentismo katalan hegemonikoak Serbia Espainiarekin parekatzen du, unionismoak, berriz, Herrialde Katalanak «Serbia Handia» proiektuarekin. Erkaketa horiek egitea ez da justua, baina, norbaitek asmatzen badu, horiek unionistak dira. Izan ere, Serbia ezjakintasunetik soilik erkatu daiteke Espainiarekin.
[...]
Kroaziako eta Bosniako ehunka milaka serbiar erail zituzten naziek eta beraien kolaboratzaile kroaziarrek eta musulman eslaviarrek. Hain zuzen ere, nazien kolaboratzailea eta 1970eko hamarkadan xaria gida bezala izango zuen estatu islamista proposatu zuen Alija Izetbegović izan zen Bosnia-Herzegovinako lehen presidentea. Honek hil aurretik esan zion bere semeari, egungo Bosniako hiruko presidentzian musulmanak ordezkatzen dituenari, Erdogani esateko Bosnia-Herzegovina uzten ziola ondare bezala.
Semea oraindik urrunago joan da eta 2018ko martxoan Sarajevon Erdoganekin izandako bilera ostean esan zuen jaungoikoak Erdogan bidali duela Turkiara misio berezi batekin. Ordu batzuk beranduago Bosniako hiriburuan Erdonaganek mitin batean parte hartu zuen Europatik etorritako milaka turkiarrekin eta bosniar musulmanekin. Legatu eta misioa Otomandar neoinperio bat sortzea da. Hobe luke Delgadok Tabarniako eredua musulman bosniarretan bilatzea eta ez Bosniako serbiarretan. (argia.eus)

«UPS a um passo da greve»

ASEH-Lisboa - L, 06/16/2018 - 22:32
[De António Santos] Cerca de 280 mil trabalhadores da Union Parcel Service (UPS), a empresa que entrega as encomendas de sites como o Amazon ou o Ebay, autorizaram, na semana passada, os sindicatos a avançarem para uma greve nacional que promete paralisar os EUA.

Só nos EUA, a UPS entrega diariamente mais de 20 milhões de encomendas, uma carga que representa seis por cento do PIB estado-unidense e que, em 2017, rendeu a David Abney, presidente executivo e principal accionista, lucros superiores a cinco mil milhões de dólares, qualquer coisa como três vezes o PIB de Cabo Verde. (avante.pt)

«El socialismo y el hombre en Cuba» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - L, 06/16/2018 - 22:31
A 90 anos do nascimento de Che Guevara, republicamos a edição n.º 161 do programa «Escuela de Cuadros», dedicado ao estudo de «El socialismo y el hombre en Cuba» (1965), de Ernesto Che Guevara. Sergio Guilli dá uma ajuda.

«El socialismo y el hombre en Cuba» (Che)Podes ver os conteúdos do «Escuela de Cuadros» na página www.escueladecuadros.com.ve, fazer download em www.youtube.com/escuelacuadros, visitar o Curso de Formação Marxista em http://formacionescuelacuadros.blogspot.com e seguir o «Escuela de Cuadros» em @escuela_cuadros.

Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30). Os programas também são transmitidos no canal argentino Barricada TV (domingos e segundas-feiras, 12h30).

«Marx, Txabi y la juventud roja»

ASEH-Lisboa - OT, 06/15/2018 - 22:34
[De Iñaki Gil de San Vicente] ¿Qué pueden enseñar hoy Marx y Txabi Etxebarrieta a la juventud trabajadora que se enfrenta a situaciones tan diferentes a las que vivieron ambos revolucionarios cuando eran jóvenes? ¿Qué valía y actualidad tienen para una juventud que ve cómo el mundo burgués le niega el presente y ya le ha negado el futuro? Responder a esta pregunta nos exige basarnos fundamentalmente en su praxis porque, hasta donde llegan nuestros conocimientos, no dejaron nada escrito sobre el tema.
[...]
La juventud debe aprender de la praxis de Marx y Txabi, de todo el movimiento revolucionario, para no atragantarse con ruedas de molino y no precipitarse en el abismo siguiendo los cantos de sirena del capital. (BorrokaGaraiaDa)

«Greves em todas as frentes»

ASEH-Lisboa - OT, 06/15/2018 - 22:33
[De Rémy Herrera] Mobilizam-se em França sectores acerca dos quais não há memória de realizarem uma luta colectiva. O fenómeno tem duas explicações aparentes: por um lado, o ânimo que suscita a combatividade de sectores (ferroviários, função pública) que, apesar de pressões de toda a ordem, persistem na defesa das suas reivindicações; por outro, o facto de a ofensiva do governo Macron avançar em todas as direcções e provocar um mal-estar social cada vez mais alargado. (odiario.info)

EUA destinam milhões de dólares aos Capacetes Brancos

ASEH-Lisboa - OT, 06/15/2018 - 22:32
Na quinta-feira, a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Heather Nauert, disse que os «EUA apoiam fortemente os Capacetes Brancos» e que o presidente, Donald Trump, tinha dado ordens à Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) para lhes destinar a eles e ao Mecanismo Internacional, Imparcial e Independente das Nações Unidas uma verba de 6,6 milhões de dólares, segundo refere a Al-Manar.

Por outro lado, o ministro libanês dos Negócios Estrangeiros, Gebran Bassil, acusou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) de ter «intimidado» refugiados sírios na cidade libanesa de Arsal, procurando impedi-los de regressarem à Síria.

Esse terá sido um dos motivos que levaram o diplomata a decidir não renovar a autorização de permanência dos funcionários do ACNUR no seu país. (Abril)

Kuraia - «Luze eta iluna»

ASEH-Lisboa - OT, 06/15/2018 - 22:31
Do álbum Iluntasunari barre (2003).

Argentina aprueba legalización del aborto (+VIDEO)

Pakito Arriaran (Venezuela) - OT, 06/15/2018 - 04:50

Tras una sesión que duró más de 22 horas la Cámara de Diputados finalmente dio media sanción a la legalización del aborto. Como se preveía el resultado final se dio por un estrecho margen de 129 votos a favor, 125 en contra y una abstención.

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«El derecho de autodeterminación como folclore»

ASEH-Lisboa - OG, 06/14/2018 - 22:34
[De Borroka Garaia] Para que esos parlamentos autonómicos no ejercieran la opresión nacional tendrían que auto-negarse y disolverse en su esencia, cosa que ocurriría en el mismo instante que aceptaran un proceso de autodeterminación por encima de la autoridad que el estado español les otorga lo cual daría paso a una legalidad vasca.

Es por ello que las instituciones españolas en Euskal Herria, especialmente el mal llamado gobierno vasco y el navarro son parte del problema y no la solución. Es por ello que se habla de derecho a decidir pero nunca diciendo sobre lo que hay que decidir ni cómo, ya que eso traería a la palestra el derecho de autodeterminación que se quiere mantener oculto ya que es incompatible con la legalidad y sus instituciones y no tiene nada que ver con reformas en estatutos de autonomía.

No existen métodos democráticos dentro de la legalidad española o francesa para un proceso de autodeterminación vasco. Esta consideración es importante porque una estrategia basada en la apelación a la legalidad española o francesa, en su reforma y en su acatamiento, imposibilita y bloquea tal proceso o simplemente es una excusa barata para mantener el estatus quo. De la misma forma, el terreno de la ilegalidad, por fuerza trae un proceso de ruptura con esa legalidad que impide su desarrollo. El surgimiento de una legalidad vasca supone la ruptura con la legalidad española y francesa. (BorrokaGaraiaDa)

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