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Bartolina Sisa

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Diversos agentes denunciam «ataques» da Guarda Civil a dois membros do Ikasle Abertzaleak

ASEH-Lisboa - AT, 04/15/2014 - 23:34
Dois membros do sindicato Ikasle Abertzaleak apresentaram queixa em tribunal pelos «ataques» e perseguições que lhes foram movidos pela Guarda Civil. Diversos agentes sociais, sindicais e educativos reconheceram o trabalho da organização estudantil e manifestaram a sua solidariedade aos afectados.

Numa conferência de imprensa em Bilbo, Arantzi Sarasola (LAB) e Koldo Tellitu (Ikastolen Elkartea) denunciaram, em nome de diversos agentes, «os ataques policiais» sofridos por dois estudantes membros do Ikasle Abertzaleak.

De acordo com testemunhas, um dos jovens foi abordado por oito guardas civis armados no dia 11 de Março quando ia para as aulas. Obrigaram-no a deitar-se no chão e depois meteram-no numa viatura policial, onde lhe fizeram um interrogatório – perguntando-lhe se conhecia determinadas pessoas –, antes de o deixarem ir. Depois, o jovem foi alvo de vigilância.

O segundo jovem viveu uma situação semelhante no dia 18 de Março, quando a Guarda Civil o mandou parar num controlo. Também neste caso lhe fizeram perguntas sobre pessoas concretas antes de o deixarem ir, sendo alvo de vigilância nos dias seguintes.

Tellitu e Sarasola referiram que «não podem tolerar a grande presença policial que existe» actualmente em várias escolas, e denunciaram inclusive revistas aos estudantes à porta de uma escola no Goierri (região de Gipuzkoa).

O manifesto de denúncia lido por Tellitu e Sarasola conta com o apoio de LAB, STEE, Sortzen, Ikastolen Elkartea, Gazte Komunisten Kolektiboa, Bilgune Feminista, Elkartzen, Askapena, Euskal Herrian Euskaraz, Bai Euskal Herriari e de Xabier Lasa, vice-presidente do Conselho da Juventude de Euskadi (EGK). Também subscrevem o texto uma quinzena de professores da Mondragon Unibertsitatea, da UPB-EHU e da UPNA. / Ver: naiz.info / Ver também: Berria

Detectam novo cancro ao preso Ventura Tomé e extraem-lhe parte de um pulmão

ASEH-Lisboa - AT, 04/15/2014 - 23:33
O preso Ventura Tomé (Tafalla, Nafarroa) acaba de ser submetido a uma operação para lhe ser extraída parte de um pulmão, depois de lhe ser detectado um novo cancro, segundo informou a Etxerat numa conferência de imprensa hoje em Iruñea.
Em Janeiro de 2013 foi diagnosticado ao preso tafalhês, encarcerado em Múrcia (a 690 quilómetros de Tafalla), um cancro da próstata, que foi tratado com radioterapia em condições que a Etxerat na altura denunciou: o preso passou por 38 sessões de radioterapia com as algemas colocadas. Pediu a transferência para Iruñea, que foi recusada. O tratamento terminou em Julho de 2013, sem que fossem efectuados exames sobre a extensão da doença. Em Junho de 2013, foi-lhe feito um exame relacionado com outra doença. Apesar de lhe ter sido detectado um tumor num pulmão, tal só lhe foi comunicado em Dezembro de 2013. Em Janeiro de 2014, foi internado no Hospital Virgen de la Arrixaca, em Múrcia, para fazer exames, que confirmaram a presença de um adenocarcinoma de pulmão. Foi operado no passado dia 8, para lhe ser extraída uma parte do pulmão esquerdo.

A mulher de Ventura Tomé, Kristina Gracia, disse que a operação foi feita em condições péssimas, com um dispositivo policial desproporcionado e com pressões à sua filha, única familiar que pôde deslocar-se a Múrcia. Kristina Gracia também tem cancro, pelo que não pode viajar e visitar Ventura Tomé. Há seis meses que não o vê. «Estamos saturados desta situação», disse.

O médico de confiança de Tomé, Mikel Urra, sublinhou que uma prisão não tem as condições mínimas para o pós-operatório. No caso da extirpação do pulmão, o risco de contrair infecções é superior ao de outras operações cirúrgicas. E numa prisão este risco aumenta ainda mais.

Jaione Karrera, advogada de Tomé, solicitou à Audiência Nacional espanhola a suspensão da pena, devido à doença, e pediu às instituições penitenciárias que possibilitem o seu acesso ao regime de prisão atenuada. O magistrado opôs-se à primeira solicitação e as Instituições Penitenciárias não alteraram o estatuto do preso.

Urtzi Errazkin, porta-voz da Etxerat, pediu que Tomé seja transferido para Euskal Herria e denunciou o prolongamento das políticas de excepção assentes na vingança contra os presos políticos bascos. «Se a situação dos nossos familiares doentes não melhorar e a política penitenciária não mudar, o processo de resolução do conflito, a democratização e o respeito de todos os direitos dos cidadãos bascos não avançarão», acrescentou.

Ventura Tomé tem 60 anos e, depois de ter estado na cadeia nos anos 90, foi detido em Bruxelas em Outubro de 2011 e entregue ao Estado espanhol em Dezembro desse ano para cumprir uma pena de 17 anos, quatro meses e um dia. A sua libertação está prevista para Abril de 2029. / Ver: ahotsa.info

Kuraia - «Bizi gera»

ASEH-Lisboa - AT, 04/15/2014 - 23:32
Do álbum Kuraia (2001) [hitzak / letra]

Borroka Garaia: «Fatxi lopez y los no-nacionalistas»

ASEH-Lisboa - AT, 04/15/2014 - 23:31
Frente a un mundo donde el imperialismo campa a sus anchas, donde los pueblos pequeños o menos fuertes se ven abocados a la dependencia, el saqueo, o la desaparición, frente a la insolidaridad rampante, solo la plena soberanía de los pueblos y el internacionalismo es la única forma de enfrentarse al capitalismo mientras se avanza hacia el estado socialista. (BorrokaGaraiaDa)

«La rapiña política tiene premio», de Francisco GONZÁLEZ TEJERA (boltxe.info)
Felipe González renueva contrato millonario con Gas Natural, Rodrigo Rato después de arruinar a miles de familias desde Bankia es contratado por Telefónica para no hacer nada, Solana el acusado por millones de víctimas como criminal de guerra en los Balcanes ficha por la Caixa, el número dos de la ex ministra, Salgado, José Manuel Campa, también del PSOE, ficha en el Santander con retribuciones galácticas de la mano de Emilio Botín.

«[Gal/Cast] Comunicado do CPIG perante o 17 de abril», de CPIG (lahaine.org)
Desde o Colectivo de Presos/as Independentistas Galegos/as aproveitamos a proximidade do 17 de Abril, jornada de apoio á luita dos/as presos/as políticos/as, para trasladar várias reflexons de interese para o Movimento independentista, e particularmente para o espaço solidário galego no caminho conjunto que estamos a fazer cara o respeito dos direitos que nos corresponde até a liberdade dos militantes galegos encarcerados.

«Quatro mulheres de Abril», de Bruno CARVALHO (manifesto74)
Quarenta anos depois da revolução, quatro mulheres falam das dificuldades que passaram, da miséria que lhes roubou a infância e das lutas que travaram contra a dureza dos tempos. De quando, sobre os estômagos dos portugueses, o peso da fome amarrava muitos à sopa dos pobres. E do que se começa a viver hoje em muitas localidades do País e que era sentido de forma brutal pelos trabalhadores durante o fascismo.

Dia 26, solidariedade com os presos políticos bascos em Lisboa

ASEH-Lisboa - AL, 04/14/2014 - 23:35
Convocada por diversas organizações - entre as quais a ASEH -, dia 26 de Abril realizar-se-á uma concentração solidária com os presos políticos bascos em Lisboa. Prevê-se que muita gente de Elorrio (Bizkaia) se desloque à capital portuguesa. Em breve divulgaremos mais dados sobre outras actividades (almoço, debate, concertos) que estão a ser programadas no âmbito desta iniciativa.

Fernando Sota escondeu-se para evitar ser preso

ASEH-Lisboa - AL, 04/14/2014 - 23:34
«A Audiência Nacional quer mandar-me para a prisão e eu não lhes vou dar esse prazer» Recentemente, a Audiência Nacional espanhola condenou Fernando Sota a um ano de cadeia, acusando-o de «enaltecimento do terrorismo» por afixar fotos de presos políticos, e emitiu um mandado de busca e captura contra ele. O natural de Tafalla (Nafarroa) decidiu esconder-se para evitar ser preso e fala sobre a sua situação actual. / Mais informação: AhoraZonaMedia

URTZI PAUL LARREA FOI LIBERTADO
O preso político basco Urtzi Paul Larrea (Getxo, Bizkaia) saiu hoje da cadeia de Sevilha II, em Morón de la Frontera, segundo revelaram pessoas próximas. O getxoztarra foi detido pela Polícia Nacional espanhola em Dezembro de 2009 para cumprir a pena de 5 anos de cadeia a que fora condenado pela AN espanhola, por alegada participação numa acção de kale borroka. Tanto ele como todos os jovens que foram julgados em Janeiro de 2008 afirmaram ter sido «forçados» pela Ertzaintza «a assinar um depoimento com recurso à tortura».
Larrea foi detido pela Polícia autonómica em Outubro de 2002 e passou vários meses em prisão preventiva. Na foto, Urtzi Paul Larrea no ongi etorri que recebeu em Getxo, depois de sair da cadeia, a 6 de Julho de 2003 (Etengabe). / Mais informação: ukberri.net

Ver também: «A Etxerat denuncia a proibição "arbitrária" de uma visita ao irmão do preso donostiarra Faustino Marcos» (naiz.info)
O caso ocorreu no dia 4 de Abril na prisão de Herrera de la Mancha. A Etxerat denunciou a situação como mais um caso de violação de direitos, acrescentando que «a hostilidade para com os familiares de presos políticos bascos não tem limites». A associação sublinhou que, para evitar este tipo de ocorrências, é preciso acabar com a dispersão.

Concentração em Tolosa denuncia apoio de Espanha «ao fascismo e a torturadores»

ASEH-Lisboa - AL, 04/14/2014 - 23:33
A Plataforma Basca para a Querela contra os Crimes do Franquismo concentrou-se este domingo, 13, em Tolosa (Gipuzkoa) para denunciar a protecção que o Estado espanhol dá a Jesús Muñecas Aguilar e Antonio González Pacheco, Billy el niño, que a Justiça argentina quer interrogar por envolvimento em casos de tortura.

A concentração realizou-se em Tolosa porque «o capitão Muñecas torturou pessoas desta comarca» guipuscoana. No acto, a plataforma exigiu que a Justiça e o Governo espanhóis «aceitem a extradição de ambos os criminosos para a Argentina», onde está a decorrer um processo judicial apresentado pelas vítimas do franquismo.

Num texto lido na ocasião, a plataforma recordou que nos dias «3 e 10 de Abril se realizaram na Audiência Nacional espanhola audiências públicas, na sequência das quais se irá decidir se estes torturadores serão extraditados para a Argentina para responder pelos crimes que levaram a cabo» e referiu que «este processo se fundamenta no princípio da justiça ou da jurisdição universal, consagrada em várias convenções internacionais».

Confrontado com os pedidos de extradição de Muñecas e Pacheco, o «Governo espanhol, através da sua Procuradoria, decidiu prolongar a impunidade franquista existente, demonstrando claramente que o Reino de Espanha é dos poucos lugares do mundo que apoiam o fascismo e é refúgio de criminosos e torturadores constatados», afirmou a plataforma basca, que sublinhou a «importância» das audiências realizadas e das decisões que vierem a ser tomadas. / Ver: CNT via SareAntifaxista

Em Buenos Aires exigiu-se a amnistia para os presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - AL, 04/14/2014 - 23:32
Manifestação solidária com os presos políticos bascos frente ao Consulado espanhol No âmbito da VIII Semana Internacional de Solidariedade com Euskal Herria, os militantes do Capítulo Argentino dos Euskal Herriaren Lagunak (Amig@s do Povo Basco, EHL na sigla em euskara) voltaram a concentrar-se frente ao Consulado espanhol de Buenos Aires.
Sob o lema «Amnistia, Independência e Socialismo» - a que juntaram a reivindicação local «Garzón fora da Argentina» -, voltaram a acusar o Governo fascista espanhol por manter na prisão centenas de militantes independentistas bascos, precisamente num momento em que a grande maioria da população desse país defende a paz e o direito à autodeterminação. / Ver extensa notícia e fotos: askapena.org

Ruper Ordorika - «Zaindu maite duzun hori»

ASEH-Lisboa - AL, 04/14/2014 - 23:31
[Legendas em catalão, inglês, francês e castelhano]
O Ruper, que é natural da grande Oñati (Gipuzkoa), vai estar na 19.ª edição do Euskal Herria Zuzenean, festival que já tem cartaz anunciado [clicar na imagem para aumentar tamanho] e que se realiza em Lekorne (Lapurdi, EH) nos dias 27, 28 e 29 de Junho. Mais informação: ehz-festibala.eu

O povo de Etxarri votou claramente a favor da independência de Euskal Herria

ASEH-Lisboa - IG, 04/13/2014 - 23:34
«¿Queres ser cidadão ou cidadã de uma Euskal Herria independente?». 94 % dos habitantes de Etxarri Aranatz que participaram na consulta mostraram-se a favor da independência. A participação atingiu os 42,76 %.

Na consulta de hoje, a grande maioria dos habitantes de Etxarri Aranatz mostrou o seu apoio a uma Euskal Herria independente. De acordo com os dados divulgados, dos 851 votantes - 42,76 % do censo -, 804 disseram sim à independência - 94% - e 18 votaram contra. Houve ainda 26 votos em branco e 3 nulos.

Os organizadores da consulta sublinharam que foi «um grande dia para a democracia» e que o importante não são os resultados, mas sim o processo.

Manu Gómez, membro da plataforma popular A13, disse que vão continuar «a trabalhar, com mais ânimo e força que até agora, para o que o exercício simbólico de hoje se torne verdadeiro e para que o direito a decidir seja uma realidade». Gómez recordou ainda a iniciativa de dia 8 de Junho, com a qual se pretende unir Durango e Iruñea através de um cordão humano, e convidou as pessoas a participarem.

A jornada decorreu em ambiente de festa, com dança, desportos tradicionais bascos, música nas ruas. / Mais informação: naiz.info e Berria / Fotos: Consulta sobre a independência em Etxarri-Aranatz (Berria / naiz.info)

Ver também: «Etxarri Aranatz votará sobre la independencia este domingo en un ambiente festivo» (lahaine.org)

A Ertzaintza prendeu em Bergara um jovem acusado de roubar a bandeira espanhola do tribunal

ASEH-Lisboa - IG, 04/13/2014 - 23:33
A Polícia regionalista espanhola entrou no Gaztetxe de Bergara (Gipuzkoa), obrigou quem estava lá dentro a sair e levou um jovem detido. Porque tinha havido festa na localidade o dia todo, no momento da invasão policial estava muita gente a divertir-se no gaztetxe. Testemunhas disseram ao Topatu que, no exterior, os polícias se fartaram de tirar fotos aos jovens, que foram encostados a uma parede. Para além disso, viveram-se momentos de grande tensão quando os polícias carregaram de forma violenta sobre quem protestava contra a situação; vários jovens ficaram feridos.
De acordo com as testemunhas, quando os ertzainas se estavam a ir embora, disseram que o jovem que levavam detido não era o que tinha roubado a bandeira. E confessaram que o prendiam porque tinha semelhanças físicas com um dos três encapuzados que aparecem no vídeo das câmaras de segurança a tirar a bandeira do tribunal. Mesmo assim, o jovem foi detido e levado para a esquadra; foi libertado pouco depois, acusado de roubar a bandeira.

Os membros do Gaztetxe convocaram uma assembleia extraordinária para este domingo às 16h00 e pediram às pessoas que comparecessem às 19h00 na Herriko plaza, para ali darem mais informação sobre o que se passou. / Ver: topatu.info [A tira é de Zaldieroa (Berria, 2/10/2013) (Olha! O solo ético! / Onde? / AQUI!!)]

Em Iruñea, centenas de pessoas homenagearam os fuzilados em Nafarroa na Guerra de 1936

ASEH-Lisboa - IG, 04/13/2014 - 23:32
Junto à Cidadela de Iruñea [Pamplona], num local onde foram mortas dezenas de pessoas, ontem tributou-se uma homenagem aos fuzilados em Nafarroa durante a Guerra de 1936. O acto, em que participaram centenas de pessoas, contou com o testemunho de alguns familiares das vítimas da repressão fascista.

Carlota Leret foi a primeira a falar. Era filha de Virgilio Leret, fuzilado em 1936 pelas tropas fascistas por se manter fiel à II República. Ricardo Mula recordou a história do seu pai: Francisco Mula. 77 anos volvidos, o seu corpo ainda não foi encontrado. Goyo San Pedro também contou a história do seu pai: José San Pedro Castro. Marinheiro, alistou-se no lado republicano e foi condenado à pena de morte em conselho de guerra.

Num acto a que assistiram representantes políticos de PSN, Izquierda-Ezkerra, NaBai e EH Bildu, Olga Alcega, presidente da Associação de Familiares dos Fuzilados de Nafarroa, disse aos jornalistas que, de acordo com algumas fontes, continuam desaparecidos mais de mil dos 3452 fuzilados em Nafarroa, sublinhando que a recuperação dos seus restos mortais constitui uma «prioridade».

Alcega também realçou o facto de que «cada acto de homenagem é diferente», porque tem havido «pequenos avanços», e referiu-se, a título de exemplo, à aprovação da Lei da Memória Histórica. «Temos vontade de avançar, por forma a conseguir o reconhecimento para as vítimas da Guerra de 36 e do franquismo, ainda que chegue tarde». / Ver: Berria e naiz.info

Argentina: marcha anti-imperialista em defesa da Revolução Bolivariana

ASEH-Lisboa - IG, 04/13/2014 - 23:31
Marcha em Buenos Aires até à Embaixada dos EUA para expressar o repúdio pela sua ingerência na República Bolivariana da Venezuela. (Resumen Latinoamericano)
Ver também: «Decenas de organizaciones sociales y políticas reiteraron su apoyo a la Revolución Bolivariana» (EHL Argentina)
«Fuera yanquis de América Latina»: la consigna retumbó frente a la embajada de EEUU

Histórico militante vasco ofreció un informe sobre la situación de los presos y presas

Lagunak Argentina - IG, 04/13/2014 - 18:23

En el marco de la VII Semana Internacional de Solidaridad con Euskal Herria y organizado por el Capítulo Argentino de Euskal Herriaren Lagunak, el viernes 4 de abril, en la Taberna Internacionalista Vasca de Buenos Aires, el ex preso político vasco Mitxel Sarasketa, relató la actualidad de Euskal Erria, profundizó sobre la lucha por la libertad de los presos y las presas por razones políticas en esa región, y analizó un posible acuerdo de paz entre el Estado español y las organizaciones políticas vascas. Originalmente, Sarasketa iba a salir frente al auditorio en una video conferencia, pero la caída en todo el barrio de la conexión de internet obligó a hacer una artesanal pero muy efectiva conexión de un celular a un equipo de sonido y a partir de allí se pudo escuchar claramente el informe del histórico militante vasco.Sarasketa, que estuvo veinte años en prisión y ahora forma parte de la interlocución con el “Colectivo de presos y presas vascas” (EPPK), indicó que en la actualidad existen 498 detenidos políticos, de los cuáles el 50 por ciento son militantes o tienen alguna vinculación con la organización político-armada ETA. Recordó también que desde que ETA declaró en 2011 el cese de su actividad armada, se pensó que esta decisión traería mejoras para los presos y presas, pero esto no sucedió.Sarasketa aseguró que en el País Vasco “la cárcel es un instrumento represivo del Estado” y los detenidos por razones políticas “son rehenes para condicionar y castigar la lucha” por la independencia vasca. Agregó que “cuando en las calles hay avances políticos, mejora la situación de los presos”. Recordó además que antes del alto el fuego unilateral anunciado por ETA, en las prisiones había un total de 711 presos, pero la mayoría que salió en libertad fue por cumplir sus condenas.Sarasketa aseguró que en el País Vasco “la cárcel es un instrumento represivo del Estado” y los detenidos por razones políticas “son rehenes para condicionar y castigar la lucha” por la independencia vasca. Agregó que “cuando en las calles hay avances políticos, mejora la situación de los presos”. Recordó además que antes del alto el fuego unilateral anunciado por ETA, en las prisiones había un total de 711 presos, pero la mayoría que salió en libertad fue por cumplir sus condenas.Sobre un posible acuerdo de paz, Sarasketa explicó “que es muy difícil” lograr un proceso de este tipo, ya que el Estado español “ha tomado posiciones más autoritarias”. Pese a que ETA mantiene el cese al fuego y planteó la necesidad de negociar, el interlocutor aseveró que el gobierno del presidente Mariano Rajoy “bloquea la situación y sostiene su negativa de hablar con ETA, hasta que la organización cumpla el desarme unilateral”. Asimismo, Sarasketa manifestó que España asiste   "a la quiebra de su propio Estado”, en referencia a la profunda crisis económica y política que atraviesa el país.Por último, apuntó que en junio se realizará una gigantesca cadena humana de 160 kilómetros entre Durango e Iruña (Pamplona), reclamando el "derecho a decidir"del pueblo vasco. A la actividad asistirán alrededor de 60 mil personas.
Kategoriak: EH Lagunak (cast)

Decenas de organizaciones sociales y políticas reiteraron su apoyo a la Revolución Bolivariana

Lagunak Argentina - IG, 04/13/2014 - 18:12
"Fuera yanquis de América Latina": la consigna retumbó frente a la embajada de EEUU Organizaciones sociales y políticas se movilizaron en defensa del gobierno y el pueblo venezolanos. La marcha, que reunió a cientos de personas, llevó las denuncias de injerencia extranjera hasta las puertas de la embajada estadounidense en Argentina.“Somos los hijos de Guevara, hijos de Chávez y Fidel, luchando por la patria liberada”, era la canción-consigna que se escuchaba frente a la embajada de Estados Unidos en Buenos Aires, con una música de fondo de bombos y platillos, y un escenario callejero repleto de banderas rojas y negras, celestes, blancas y verdes mezcladas con la tricolor venezolana que no dejaban de flamear.
Movimientos sociales y organizaciones políticas se movilizaron ayer hacia la sede diplomática norteamericana para denunciar la injerencia de Washington en Venezuela y mostrar nuevamente el apoyo al gobierno del presidente Nicolás Maduro y al pueblo venezolano. Bajo las consignas “Fuera el imperialismo yanqui de América Latina. Con Maduro y el pueblo venezolano, y por la paz”, cientos de personas marcharon desde plaza Italia, en el barrio de Palermo.

Al llegar a la embajada estadounidense, fuertemente custodiada por la policía, las organizaciones leyeron un comunicado consensuado en el que denunciaron que Venezuela es “atacada con ferocidad por quienes dentro y fuera del país se oponen al avance de un proceso inclusivo y ligado íntimamente a los sectores más humildes de la población”.  De esta manera, se intenta “frenar una Revolución cuya meta es el socialismo, impulsada desde siempre por el Comandante Supremo Hugo Chávez y ratificada ahora por el presidente Maduro”.
En el pronunciamiento se manifestó que luego de que la oposición venezolana fuera derrotada en 18 elecciones, los sectores empresariales y de derecha “vienen descargando una cruel guerra económica, produciendo desabastecimiento alimentario, de medicinas, y otros insumos necesarios, sumado al sabotaje eléctrico e industrial contra la población”.

Los movimientos que participaron en la marcha, afirmaron que la actual agresión contra Venezuela es controlada y financiada por Estados Unidos, con el objetivo de desestabilizar el país. También se alertó sobre el accionar de “grupos fascistas y paramilitares enviados por el ex presidente colombiano Álvaro Uribe” que utilizan la “violencia terrorista” contra el pueblo.
Por último, remarcaron que en los quince años que lleva la Revolución Bolivariana, se han logrado avances sociales, una mayor inclusión social y una fuerte reapropiación por la sociedad de “bienes que estaban al servicio de grupos minoritarios”, además de profundizar “un mayor sentido de la unidad nacional y del sentimiento patrio frente al acoso imperialista”.





Kategoriak: EH Lagunak (cast)

Solidaridad con pueblo y gobierno bolivariano en actividad en la Taberna Internacionalista Vasca de Buenos Aires

Lagunak Argentina - IG, 04/13/2014 - 17:39

Repudiaron escalada fascista
En un día más que difícil, ya que además de una huelga general de transporte urbano se sumó un verdadero diluvio, todo indicaba que este pasado viernes cualquier actividad programada debía ser suspendida. Sin embargo, en función del tema (la situación por la que atraviesa hoy Venezuela) se decidió seguir adelante con el lanzamiento del primer encuentro del ciclo de Cátedras Bolivarianas en la Taberna Internacionalista Vasca.  Así, el público asistente pudo emocionarse y aplaudir el documental "Fidel y Chávez, una amistad entrañable", que recrea los momentos claves de la relación entre ambos líderes latinoamericanos. Posteriormente se proyectó un muy interesante capítulo de la serie venezolana "El sueño de Fuster, dedicado a mujeres campesinas, que cuentan a cámara sus luchas cotidianas y también las victorias obtenidas en el marco de la Revolución.La presentación de este último documental estuvo a cargo de la cineasta argentina Laura Vásquez, quien vivió y trabajó en cine y TV varios años en Venezuela. Laura viene de participar en la producción del film "Mi amigo Hugo", de Oliver Stone, estrenado el pasado 5 de marzo en el marco de los homenajes al primer aniversario de la muerte del Comandante Hugo Chávez. Destacó todos los avances que se produjeron a nivel cultural, y también en lo que hace a los medios de comunicación alternativos, durante estos últimos 15 años en que el proceso revolucionario incentivó de manera superlativa la autoestima de los sectores populares.Posteriormente, el Coordinador de las Cátedras Bolivarianas, Carlos Aznárez, dio un informe sobre la actual escalada fascista que está soportando la Revolución, haciendo hincapié en que a pesar de la brutalidad con que se expresa esta ofensiva imperialista, el pueblo bolivariano resiste y defiende sus conquistas.Durante el debate, el actor Norman Briski, presente en el encuentro, advirtió sobre el peligro que significa, en la actual coyuntura, que la derecha venezolana esté apropiándose de la palabra "resistencia" y que genere con su accionar contradicciones en el campo del gobierno, sobre cómo responder a los embates violentos de fascismo. En ese mismo sentido, se expresó el escritor Vicente Zito Lema. En ese marco, se destacó también la necesidad de redoblar la solidaridad internacionalista con el gobierno y el pueblo de Venezuela, expresando la necesidad de acompañar cada una de las acciones que se plantean en los diversos países del continente. Es por ello que se invitó a participar en la marcha hacia la Embajada yanqui en Buenos Aires, el jueves 20 de marzo.

Kategoriak: EH Lagunak (cast)

Uma rede de cidadãos em defesa dos direitos dos presos e dos refugiados

ASEH-Lisboa - L, 04/12/2014 - 23:34
Cerca de 200 pessoas reuniram-se hoje em Eskoriatza (Gipuzkoa) para debater o carácter, a mensagem e o estilo de trabalho de um novo movimento em defesa dos presos e dos refugiados políticos bascos. As conclusões serão divulgadas nos próximos dias.

Os signatários da Declaração de San Telmo, apresentada em meados de Março, organizaram um Encontro de Cidadãos, que hoje decorreu na HUHEZI da Universidade de Mondragón, em Eskoriatza, para debater a criação de uma rede de defesa dos direitos dos presos e das presas, dos refugiados e das refugiadas. Com esse propósito, os cerca de 200 participantes dividiram-se em dez grupos de trabalho. Teresa Toda e Joseba Azkarraga falaram em nome do grupo promotor do encontro. Ambos salientaram que a sociedade basca deve participar na luta pelo respeito dos direitos dos presos, e exigiram a libertação dos que se encontram gravemente doentes ou dos que estão em condições de aceder à liberdade condicional. Pediram a Madrid e Paris que acabem com a dispersão e as medidas de excepção que aplicam ao Colectivo de Presos Políticos Bascos (EPPK). As conclusões dos encontros serão divulgadas nos próximos dias na página herritarrentopaketa.net. / Ver: ahotsa.info / Ver também: Berria

«IBON ETXEA»
Na gloriosa Ondarroa, a plataforma Iparra Galdu Baik prossegue com a campanha a favor do regresso a casa do preso político Ibon Iparragirre, que se encontra gravemente doente. Por causa disto, já esteve a cumprir pena em regime domiciliário, mas, recentemente, uma juíza da AN espanhola decidiu que devia voltar para a cadeia. Para lutar contra esta decisão, a plataforma referida tem estado a proceder a uma recolha de assinaturas e convocou uma concentração para amanhã, às 13h00, na Alameda. / Ver: Turrune! [Para curiosos: ler parte final, em castelhano, sobre o procedimento de um militar da Guarda Civil ao ver um cartaz da convocatória.]

Koxka, a história do fracasso do sindicalismo entreguista

ASEH-Lisboa - L, 04/12/2014 - 23:33
A Koxka encontra-se numa situação ruinosa. Várias medidas tomadas pela administração e os proprietários da empresa e pelos sindicatos UGT e CCOO (despedimentos de trabalhadores, discriminação sindical, agravamento das condições laborais), no âmbito de uma estratégia, iniciada em 2009, que falava de planos de futuro, planos de viabilização, produtos de alto valor acrescentado..., trouxeram o desemprego, a miséria e um futuro nada risonho para os/as trabalhadores/as da empresa.Ver notícia completa em ahotsa.info ou LAB Sindikatua

Izquierda Castellana: «Declaración de IzCa sobre la situación política y las Elecciones al Parlamento Europeo»

ASEH-Lisboa - L, 04/12/2014 - 23:32
Para nosotr@s el actual marco de la Unión Europea no es un marco reformable. Ese objetivo, el de «cambiar la Unión Europea», nos parece sencillamente luchar por un imposible. La Unión Europea es un proyecto puramente imperialista, cuyos rasgos son además cada día mas brutales, incluyendo el guerrerismo-belicismo. Eso no quiere decir que no busquemos alianzas sociales y políticas en ese escenario. (lahaine.org)

«[Cat/Cast] L'Esquerra Independentista davant l'immobilisme del Congrés Espanyol», de L'Esquerra Independentista (boltxe.info)
La negativa del Congreso nos reafirma en nuestra posición de que nuestros derechos no los lograremos pidiendo nada a nadie, sino que el proceso de emancipación de las clases populares catalanas vendrá, exclusivamente, de la movilización y concienciación de estas.

Pescadores barbudos sacam bandeira espanhola de Villabona e mandam-na a Urquijo

ASEH-Lisboa - L, 04/12/2014 - 23:31
Ontem à tarde, cerca de uma de dezena de pessoas mascaradas de arrantzale bizardunak [pescadores barbudos], que conhecemos nas festas de San Fermin do ano passado, tiraram a bandeira espanhola do edifício da Câmara Municipal de Amasa-Villabona (Gipuzkoa), para depois a enviarem ao delegado do Governo espanhol na CAB, Carlos Urquijo, por correio.De acordo com a informação veiculada pelo Tolosaldeko Ataria, os «pescadores» levaram a cabo a acção em ambiente de festa e exibindo uma faixa em que se lia «Geurea ikurriña, inposaketarik ez!» (a ikurriña é a nossa, não às imposições).

Algo de semelhante aconteceu em no final de Fevereiro em Donostia, onde pessoas disfarçadas de arrantzales barbudos tiraram a bandeira espanhola da Câmara Municipal [vídeo].

Recorde-se que nos últimos meses, todos os Municípios têm estado a ser notificados pelo delegado espanhol para colocar a bandeira como a Lei manda: «la bandera de España ocupará lugar preeminente y de máximo honor y las restantes no podrán tener mayor tamaño». / Ver: naiz.info [Viva o povo soberano que luta por derrubar o tirano!]

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